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	<title>SOS Hollywood - Hollywood Nunca Esteve Tão Perto de Você! &#187; Sam Wortinghton</title>
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	<description>Entrevistas, Opinião e Novidades direto de Los Angeles!</description>
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		<title>Fúria de Titãs 2 contrata diretor. Medo!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 01:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de arrecadar US$ 500 milhões pelo mundo, o estúdio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5902" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Clash-of-the-Titans-Photo-2.jpg" alt="" width="577" height="882" /></p>
<p>Depois de arrecadar US$ 500 milhões pelo mundo, o estúdio deu sinal verde para a continuação do remake de <strong>Fúria de Titãs</strong>. Porém, sai<strong> Louis Leterrier</strong> da direção e entra <strong>Jonathan Liebesman</strong>. Apesar de ter poucos trabalhos conhecidos no currículo, ele dirige <strong>Battle: Los Angeles</strong>, filme ainda inédito, mas que desde já tem chamado atenção em Hollywood.</p>
<p>Convertido para 3D na pós-produção, a continuação já será rodada no formato, com o começo das filmagens previsto para o começo do ano que vem. Sam Worthington, Liam Neeson e Ralph Fiennes devem voltar aos seus papéis.</p>
<p>===</p>
<p>Nota do Editor: e os deuses do cinema se reviram em suas covas ou altares esquecidos pelos infiéis que apostam nessas atrocidades. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 11:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A saga do povo Na’vi, de AVATAR, entra imediatamente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QXZhdGFyJTJDK0RWRCtKYW1lcytDYW1lcm9uXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjA2MTcw-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar04.jpg" alt="avatar04" title="avatar04" class="aligncenter size-full wp-image-1192" /></a></p>
<blockquote><p>A saga do povo Na’vi, de AVATAR, entra imediatamente para o rol de lições de moral brilhantemente aplicadas pela Ficção Científica, único gênero no qual um ateu convicto pode ser tão efetivo e preciso quanto o mais pio dos religiosos, quando se propõe a ver o mundo sem nossas limitações e pré-conceitos.
</p></blockquote>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<blockquote><p><strong>*IMPORTANTE: antes de assistir a AVATAR, vi apenas um trailer e não li nenhuma crítica ou entrevista, justamente para garantir a experiência total e ser, ou não, afetado pela proposta de James Cameron. O resultado segue&#8230;*</strong></p></blockquote>
<p>Ao longo dos últimos meses, tenho indagado meus entrevistados com duas perguntas interessantes e, embora soem tolas, se mostraram fundamentais na noite de quinta-feira, 17 de dezembro, na sala 6 do Mann’s Chinese, em Hollywood. Por conta dos efeitos da internet, do aumento das bilheterias de cinema e da, cada vez maior, penetração da linguagem visual no modo de se comunicar de nossa sociedade, fiz essas perguntas: “o cinema tomou o lugar da literatura quando se trata de espalhar conceitos e idéias? e “perdemos a capacidade de assistir a um filme pelo que ele é, já que marketing é tudo hoje em dia?” Em resposta à primeira pergunta, <strong>Denzel Washington</strong> contou, semana passada, que obstante ao sucesso do cinema, ele continua lendo e acredita que isso não vá mudar, mas são as adaptações que, realmente, espalham a mensagem dos livros. Mas foi um argumento à segunda questão que me intrigou. Conversei com <strong>Robert Rodriguez</strong> na última segunda-feira, dentro do Troublemaker Studios, e ele definiu a situação de forma curta e perfeita: “entro num cinema e faço de conta que sou uma criança de 12 anos e deixo o filme me surpreender”. Sem querer, havia aplicado o método Robert Rodriguez a <strong>AVATAR</strong>, projeto dos sonhos de <strong>James Cameron</strong>, que estréia hoje em todo o mundo. Porém, com um custo alto: isolamento.</p>
<p>Depois de encarar um 2008 sobrecarregado com gargalhadas coringuescas por conta de <a href="http://www.soshollywood.com.br/a-cartada-do-coringa/"><strong>O Cavaleiro das Trevas</strong></a>, e mesmo assim tendo me maravilhado pelo filme; e de ter sofrido com a frustração extrema de <a href="http://www.soshollywood.com.br/sem-salvacao-para-terminator/"><strong>O Exterminador do Futuro – A Salvação</strong></a>; era hora de deixar o marketing de lado e confiar nos diretores. Por (in)felicidade das circunstâncias, fiquei de fora da divulgação de <strong>AVATAR </strong>– por sorte, entrevistei Sigourney Weaver por conta de outro projeto – e optei por não me informar sobre o filme. Minha paixão pelo cinema começou por conta de um trailer – <strong>O Retorno de Jedi</strong> – e não precisei de nenhuma campanha de marketing para transformar a telona no meu paraíso particular. Os deuses da Sétima Arte estavam ao meu lado, mesmo sem eu saber. Aliás, confesso, nutria grande dúvida e insegurança quanto ao resultado do novo trabalho de James Cameron.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar03.jpg" alt="avatar03" title="avatar03" class="alignleft size-full wp-image-1191" />Após um começo descontraído, com um dos presentes gritando “finalmente! 20 anos depois!”, travei meu primeiro, e ideal, contato com <strong>AVATAR</strong>. Belíssimo, levemente vertiginoso – culpa dos irreparáveis óculos 3D customizados produzidos pela Coca-Cola &#038; RealD – e com trilha sonora encantadora. Eis que o planeta Pandora irrompe na tela, com os primeiros elementos de uma história aparentemente básica. Um irmão genial morreu. Seu gêmeo, militar resoluto, toma seu lugar. Jake Sully surge. É o herói. É Sam Worthington. Nosso guia por um novo mundo – de visual arrebatador e de poder emocional ao mesmo tempo sublimar e irresistível.</p>
<p>E é em sua história que reside a grande surpresa de <strong>AVATAR</strong>. Claro que visualmente é marco tecnológico e, até certo ponto, revolucionário, mas essa discussão se torna redundante a partir do momento que você, caro leitor, se ver diante daquele deslumbre cinematográfico. Uma mescla das duas perguntas mencionadas no início surgiu por volta da segunda hora de projeção. O público se vê diante de uma grande história – e não de uma história grande, importante ressaltar – com irrefutável atualidade e efeitos comportamentais que transcendem sua natureza cinematográfica.</p>
<p>Fosse escrita em formato de romance, a trama de <strong>AVATAR </strong>seria imediatamente comparada a <strong>As Duas Torres</strong>, de J.R.R. Tolkien, e, pior, ganharia a conotação de livro para ambientalista ou pagão deslumbrado. É a dura realidade de uma cultura dependente da referência obrigatória, incapaz de se desligar como a criança escondida na mente de Robert Rodriguez, e do ciclo dinâmico de opiniões da internet que não afetam Denzel Washington, mas que, cada vez mais, divulgam seu trabalho. A saga do povo Na’vi entra imediatamente para o rol de lições de moral brilhantemente aplicadas pela ficção científica, único gênero no qual um ateu convicto pode ser tão efetivo e preciso quanto o mais pio dos religiosos, quando se propõe a ver o mundo sem nossas limitações e pré-conceitos. </p>
<p>James Cameron tomou o lugar uma vez ocupado por J.R.R. Tolkien, na era da literatura, e superou George Lucas de forma gloriosa na era do áudio-visual. Faz isso ao recuperar um argumento latente e urgente seja no trabalho de Tolkien, seja na complexa e longeva A Fundação, de Isaac Asimov: consciência. Por trás de toda a roupagem do militarismo – extremo, mas superficial – e do conflito entre duas raças, mentalidades se digladiam. Seja o pensamento corporativo, já trabalhado pelo próprio Cameron em <strong>Aliens – O Resgate </strong>[lembram do personagem de Paul Reiser?], ou a descarada paixão dos cientistas pelas belezas do planeta Pandora, nem mesmo os personagens percebem a verdadeira intenção por trás dessa história. </p>
<p>A floresta de Pandora é a mesma Galáxia Vida, de <strong>Asimov</strong>, assim como ambas são o mesmo espírito de Fangorn, de Tolkien. Um detalhe meramente visual ou alegórico para alguns, mas indispensável numa história relevante e inesquecível. O desenvolvimento desse conceito acontece de forma gradativa e secundária, mas seu ápice pode provocar emoções incontidas, especialmente quando ligado ao segundo tema principal: segunda chance. Unindo tudo isso, trata-se de uma segunda chance para a consciência. Tudo com grande valor dramático, explicando aí a indicação do filme ao Globo de Ouro de Melhor Drama. <strong>AVATAR </strong>falha ao empolgar em sua primeira hora de projeção, mas essa nunca foi sua premissa, em termos de roteiro, claro. Visualmente a audácia é imediata.</p>
<p>Comparar James Cameron aos mestres previamente citados é algo arriscado, mas tal mérito surge justamente do arrojo compartilhado por todos eles. Entretanto, diferentemente de Tolkien e Asimov, Cameron será julgado imediatamente pelas bilheterias. Na internet, se espera o “melhor filme de todos os tempos”, no mundo offline, de acordo com a Fox, ainda há insegurança e as indicações ao Globo de Ouro ajudaram a acalmar os ânimos. De tudo isso, uma certeza: é uma história memorável. Sem isso, toda a mistura de captura de performance, com CGI e as filmagens em 3D não passariam de exercício visual. Outro dia, Jason Reitman tentou dar uma de espertinho quando perguntei a ele sobre 3D &#8220;qual a graça de usar isso em drama? Alguém pagaria para ver uma lágrima caindo na tela&#8221;; bem, utilizado como linguagem, esse tipo de filmagem valoriza &#8211; e muito &#8211; drama. Cameron mostrou como isso deve ser feito, logo <strong>AVATAR </strong>é muito mais que um quitute apenas para os olhos. E o filme próprio ensina o espectador a compreender sua função. Os Naa’vi “se vêem” &#8211; muito além do sentido sensorial -, respeitam seus irmãos de consciência e aprendem que escutar e compartilhar o mundo a sua volta é tão primordial quanto ouvir a voz de seus ancestrais. O modo como eles mantém a conexão com os animais e sua deidade é poético e belo.</p>
<p>A vocação espiritual de <strong>AVATAR </strong>é grandiosa e não intrusiva. O pensamento está exposto na tela, aproveita quem quiser&#8230; e puder. É realmente uma cornucópia de conteúdos e mensagens, não necessariamente originais, mas apresentadas de forma revitalizada. Com a saturação de histórias e suas inúmeras aplicações no entretenimento moderno, fica cada vez mais clara a tarefa dos grandes contadores de histórias: reavivar temas relevantes e mantê-los atraentes à sociedade. </p>
<p>Estamos diante de um novo mundo, provido com leitores digitais de livros e a cultura do IPod, e resta à mais jovem das artes liderar o caminho em direção à percepção. Enquanto políticos discutem inconclusivamente o destino do planeta, James Cameron nos leva para o futuro – na metade do século 22 – e, sem uma bomba atômica ou ciborgue assassino sequer, alerta, assusta e conscientiza. Uma segunda chance é necessária. Principalmente para a mente do espectador, incapaz de “ver” e indisposta a reaprender. Mestre Yoda já dizia: “você deve desaprender o que já aprendeu”. James Cameron entendeu o recado, George Lucas se esqueceu, e o cinema se encontra com um de seus gênios. Pandora é o novo planeta dos sonhos.</p>
<p>Um lugar para sonhar&#8230; e recomeçar. </p>
<p>E me manter alheio a tudo que era dito e mostrado sobre <strong>AVATAR </strong>foi a melhor decisão do ano.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar01.jpg" alt="avatar01" title="avatar01" class="aligncenter size-full wp-image-1190" /></p>
<p>Comente, deixe seu depoimento sobre o que sentiu assistindo ao filme, compartilhe suas emoções! Boas ou ruins! =D</p>
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