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	<description>Entrevistas, Opinião e Novidades direto de Los Angeles!</description>
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		<title>[Crítica] Alice no País das Maravilhas</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Novo-longa metragem de Tim Burton reinventa, revisa e reposiciona o clássico de Lewis Carroll com 3D moderado e um verdadeiro trabalho de equipe. Nessa versão, cair no buraco do Coelho Branco é o menor dos seus problemas&#8230; divirta-se!
por Fábio M. Barreto,
de Los Angeles
Precisamos crescer quando entramos na escola, precisamos amadurecer rápido demais no ginásio, aprendemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2Urbm8rUGElRURzK2RhcytNYXJhdmlsaGFzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-80" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Alice1.jpg" alt="" title="Alice" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2618" /></a></p>
<blockquote><p>Novo-longa metragem de Tim Burton reinventa, revisa e reposiciona o clássico de Lewis Carroll com 3D moderado e um verdadeiro trabalho de equipe. Nessa versão, cair no buraco do Coelho Branco é o menor dos seus problemas&#8230; divirta-se!</p></blockquote>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p>Precisamos crescer quando entramos na escola, precisamos amadurecer rápido demais no ginásio, aprendemos a torcer cada vez mais pela maioridade e, aí, precisamos crescer e amadurecer novamente, afinal, os ciclos anteriores não foram suficientes ou serviram apenas àqueles momentos. Isso quando não resolvemos fazer tudo de novo aos 40 e em todas as outras crises da meia e da maior idade. Respiramos, logo amadurecemos. É a condição humana. É a história de <strong>Alice no País das Maravilhas</strong>, livro que nasceu clássico pelas mãos de um matemático com o dom lingüístico em 1865. E também serve como base para o roteiro de Linda Woolverton (<strong>A Bela e a Fera</strong>;<strong> Rei Leão</strong>), que Tim Burton dirigiu com Johnny Depp, Helena Bonham Carter e Alan Rickman no elenco. </p>
<p>Embalado por uma ostensiva campanha visual em todo mundo e, claro, grande expectativa por conta da mais nova colaboração entre Burton e Depp, Alice no País das Maravilhas estreou com força total, faturou mais de US$ 200 milhões no primeiro fim de semana e desbancou <strong>Avatar </strong>como melhor abertura da história. Também pudera, teve cerca de 220 salas 3D a mais que o filme de James Cameron – é o mercado em franca expansão para atender à crescente demanda da tecnologia – e a máquina de fazer dinheiro chamada Walt Disney. Tudo isso, claro, conseqüência de um <a href="http://www.soshollywood.com.br/alice-especial/">trabalho que começou na infância de Tim Burton</a>, quando o diretor leu o clássico de Lewis Carroll pela primeira vez. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/tim_burton_mia_wasikowska_alice.jpg" alt="" title="tim_burton_mia_wasikowska_alice" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2627" /></p>
<p>As novidades dessa nova versão concentram-se no aspecto do formato, afinal, mesmo com roteiro diferente do livro, os elementos são os mesmos. Alice, as Rainhas – Branca e de Copas -, o Chapeleiro Maluco, o Coelho Branco e demais personagens do mundo maluco e tresloucado conhecido como País das Maravilhas. Ao optar pelo <a href="http://www.soshollywood.com.br/alice-3d/">uso contido da tecnologia 3D</a>, Tim Burton coloca a responsabilidade nas costas de seu elenco, muito valorizado, mesmo inserido num ambiente repleto de cores [numerosas, mas nem tão brilhantes e atraentes como sugeriam seus pôsteres] e cenários fantásticos.</p>
<p>A própria história busca sua maturidade. Alice (Mia wasikowska) não foge apenas das pressões de uma sociedade machista, mas corre em busca do passado idílico, no qual a presença do pai a confortava. Nesse mesmo passado existe a lembrança de um sonho maluco: o País das Maravilhas. Aprenda seu passado, aprimore o futuro. Mas nesse caso, os períodos voltam a se encontrar quando Alice despenca buraco abaixo. É o início de sua nova jornada, menos formativa que as anteriores, mais definitiva por seu momento pessoal. Toda pessoa boa é meio louca, diz o pai de Alice. Está certo. Imaginação e criatividade valem mais que qualquer convenção social quando se sonha com algo mais que uma vida trivial.</p>
<p>Tal jornada beira o xamanismo, repleto de animais de poder, <a href="http://www.soshollywood.com.br/musica-tema-alice-in-wonderland/">música marcante</a>, reflexos do mundo real, mensagens e uma tarefa. Tão habilmente quanto <strong>Neil Gaiman</strong> faz em <strong>Deuses Americanos</strong>, a trajetória de Alice a confronta com algo capaz de mudar sua vida. Ela não quer, mas vai fazer o que precisa. E vai mudar. Entretanto, como o Sombra de Gaiman, a grande pergunta fica na capacidade de assimilação da experiência. Ou seja, quanto amadurecimento isso vai gerar. </p>
<p>Tim Burton considera uma mistura de contos de fadas com história de terror, acontecendo de forma independente ao original da Lewis Carroll. Já Linda Woolverton, a roteirista, tem outra opinião: “é uma continuação; uma história revisionista, ou melhor, um exemplar do nonsense cinematográfico”, disse à revista Script. Essa dissonância criativa mesmo entre os criadores da obra reforça um das maiores qualidades dos contos de fadas: pluralidade de interpretações. O material base é um só, entretanto, Burton imprimiu sua visão, enquanto Woolverton pode fazer sua contribuição [pesada, aliás, criando nomes, situações e contextos inéditos à obra de Carroll]. Atualidade sobrepondo o clássico, necessidade de uma nova dinâmica tão alucinadamente veloz e competitiva que nem mesmo Carroll antecipou quando lançou a pequena Alice no buraco pela primeira vez.</p>
<p>A história de Alice nasceu como conto infantil, evoluiu para uma complexa provocação matemática e consolidou-se por sua capacidade semântica e criativa. Tudo para instigar as mentes juvenis da virada do século 19, quando o mundo ainda precisava ser explorado e a vida era difícil, mesmo para uma burguesia limitada por seus portões de aço ou mansões cercadas pela pobreza do proletário industrial. As barreiras modernas são outras e o amadurecimento de Alice caminha na direção da independência – pessoal, sexual, comportamental. É a jovem atual e, no mundo virtual de seus sonhos, pode tudo. Muda de tamanho, de visual, de idéia, de postura e precisa mata um monstro por dia. Alice não é mais menininha e não há príncipe encantado vindo salvá-la, pelo contrário, só ela pode decidir o destino do País das Maravilhas.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/alice_armour.jpg" alt="" title="ALICE IN WONDERLAND" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2619" /></p>
<p>Muita responsabilidade, claro. Entretanto, falamos em amadurecimento. E carga maior do ser responsável por seus atos e escolhas não há. Longe do dilema de Peter Parker, nota-se o ciclo completo da influência de Alice. Quando <strong>Matrix </strong>estreou, em 1999, Neo seguiu o Coelho Branco buraco abaixo e virou sua vida de ponta cabeça, agora é a vez do Oráculo – ou melhor, Lagarta – devolver o favor à mocinha. Ela bem conhece esse mundo de sonho, mas não se lembra. Ela é Alice, ao mesmo tempo que não é Alice. Quem sabe numa outra vida? Noutro dia? Noutro momento? Tudo muda a nossa volta, mas as maiores mudanças acontecem quando mudamos mais que o entorno. Uma Estranha Numa Terra Estranha. Ainda não está pronta. O tempo é curto. O Coelho Branco está atrasado. E o Jabberwocky está à espreita. </p>
<p>Mas há conforto no nonsense lexical e comportamental do Chapeleiro Maluco.  Muito mais amargurado e saudoso do que maluco, aliás. Um homem perdido no tempo, desprovido de função, numa eterna cerimônia sem propósito. Assim como Nora Dinsmoor, sempre à espera. Não do amor. Da Salvação. De Alice. Chance de ouro para Johnny Depp brilhar. Mas, de comum acordo, mesmo que velado, tanto Depp quanto Burton deixam o brilho para o esforço coletivo. Nada de exageros e pouca ousadia. Se o visual espalhafatoso deixou de ser surpresa meses atrás, sobraria à interpretação a grande novidade&#8230; que nunca veio. Seja a fala semi-fanha digna de Magorium, ou os trejeitos simultaneamente atrapalhados, mas arrojados, esse Chapeleiro é um herói recolhido e assim se mantém, contentando-se em ser o escudeiro da verdadeira heroína. Competência também significa compreender sua função e permitir que a história se desenvolva, sem tentar roupar a cena. E assim é Depp, funcional e agradável quando solicitado. Ah sim, dançarino irreparável. Para padrões do País das Maravilhas, claro.</p>
<p>Por ser uma história seminal e extremamente influente, Alice requer cuidados em seus paralelismos. Não é ela quem se espelha no mundo atual, ao contrário, é nossa modernidade que encontra raízes nos dilemas da pequena sonhadora. Quase adulta na nova versão, enfrente dilemas tão atuais em 1865 quanto em 2010. Mudam-se os formatos e nomes, porém, o ser humano é o mesmo. Assim como suas mazelas. Carroll foi elogiado – e acusado por seu suposto interesse sexual nas irmãs Liddell (Alice, Lorina e Edith), para quem inventou a história, em especial pela fotografia que tirou de uma delas, Alice. Tivesse publicado seu surto no mundo moderno, enfrentaria chacota, apologia a entorpecentes e fracasso inevitável. A mesma inocência que Alice tentava se livrar desesperadoramente, é justamente o que nos acomete atualmente.</p>
<p>Tim Burton não é inocente, nem prega tal conceito. Mas gosta de falar sobre amadurecimento, escolhas e as situações constrangedoras que fazem parte desse processo. Difícil entre escolher entre ter mãos de tesoura na casa de uma vendedora da AVON e conversar com animais falantes na terra onde a Rainha de Copas pode cortar sua cabeça! Sua assinatura está em Alice no País das Maravilhas, mas, dessa vez, ele se comporta como espectador, em vez de maestro. Permite que esse mundo se desenvolva e assiste, de camarote, ao maior dos espetáculos: ver a nossa reação a essa espiadela num lugar onde nada é o que parece e tudo pode acontecer, contanto que você não perca a cabeça! É o pintor, pintando o pintor, que pinta o pintor, que pinta&#8230; e no fim das contas, alguém sabe por que o corvo se parece com a escrivaninha?</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gato_alice1.jpg" alt="" title="gato_alice" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2622" /></p>
<p>Alice no País das Maravilhas estréia dia 23 de Abril, no Brasil.<br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/especial-wonderland/"><br />
<strong>VISITE O ESPECIAL ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS!</strong></a></p>
<p><strong>Confira algumas fotos:</strong><br />

<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice-3/' title='Alice'>Alice</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice-in-wonderland/' title='ALICE IN WONDERLAND'>ALICE IN WONDERLAND</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice_garden-3/' title='alice_garden'>alice_garden</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice_garden_2/' title='alice_garden_2'>alice_garden_2</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/gato_alice-2/' title='gato_alice'>gato_alice</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/lebre-de-marco-2/' title='lebre de março'>lebre de março</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/madhatter-2/' title='madhatter'>madhatter</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice-in-wonderland-2/' title='ALICE IN WONDERLAND'>ALICE IN WONDERLAND</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/alice-in-wonderland-3/' title='ALICE IN WONDERLAND'>ALICE IN WONDERLAND</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/tim_burton_mia_wasikowska_alice/' title='tim_burton_mia_wasikowska_alice'>tim_burton_mia_wasikowska_alice</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/valete-de-copas-2/' title='valete de copas'>valete de copas</a>
</p>
<p><a href="http://dihitt.com.br?ref=240009" dihitt_check="1c436f2ecd0ac9e267c7ef089d5b084c">diHITT &#8211; Notícias</a></p>
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		<title>[Trailer] Repo Men</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Jude Law, Forest Whitaker e Alice Braga são os astros desse thriller de ação futurista Repo Men no qual órgãos humanos são a moeda corrente! Alice aproveita pra dar um beijão no Jude Law e, cada vez mais, se afirma como rosto brasileiro em Hollywood. E ela merece. Linda e extremamente simpática pessoalmente. Há traços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2UrQnJhZ2ElMkMrSnVkZStMYXdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-72" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/alice_jude_repo_man.jpg" alt="" title="alice_jude_repo_man" width="650" height="450" class="aligncenter size-full wp-image-2607" /></a></p>
<p><strong>Jude Law</strong>, <strong>Forest Whitaker</strong> e <strong>Alice Braga</strong> são os astros desse thriller de ação futurista <strong>Repo Men </strong>no qual órgãos humanos são a moeda corrente! Alice aproveita pra dar um beijão no Jude Law e, cada vez mais, se afirma como rosto brasileiro em Hollywood. E ela merece. Linda e extremamente simpática pessoalmente. Há traços de um filme correria à la Jason Statham, um clima deprimente lembrando Runaways &#8211; Fora de Controle, e aquela sensação de urgência que todo filme cuja vida do personagem principal tem hora para acabar possui. Curioso. Esse é o trailer recomendado para maiores de 18 anos. Confira!</p>
<p>Quem gosta de literatura, pode conferir o livro <strong>Repo Men</strong>, cuja versão brasileira deve chegar às livrarias perto do lançamento do filme e com tradução do grande amigo e nerd, André Gordirro. Fique de olho!</p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/19453"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/19453" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>O Coeficiente Scorsesiano</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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A sensação de urgência e tensão proposta pelos minutos iniciais de Ilha do Medo compõe a primeira camada da trama do melhor filme de Martin Scorsese, no qual descobrir o mistério é a menor das preocupações.
Por Fábio M. Barreto,
de Los Angeles
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWFydGluK1Njb3JzZXNlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/scorsese_shutter.jpg" alt="" title="scorsese_shutter" width="650" height="367" class="aligncenter size-full wp-image-2599" /></a></p>
<blockquote><p>
A sensação de urgência e tensão proposta pelos minutos iniciais de <strong>Ilha do Medo</strong> compõe a primeira camada da trama do melhor filme de Martin Scorsese, no qual descobrir o mistério é a menor das preocupações.</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p>O resultado do 82º Academy Awards foi considerado pelo Los Angeles Times, por exemplo, como o desejo da Academia de reencontrar a ligação com um cinema mais simples  e questionador, ou melhor, relevante artisticamente. Essa discussão vai longe. Conversando com <strong>Oliver Stone</strong>, consegui a melhor definição até agora, e veio em formato de pergunta que ele fez a mim: “Por que as pessoas insistem em separar entretenimento de relevância?”. Justo. E completou: “Nunca vi essa separação, ou seja, meus filmes não tentam fazer uma coisa ou outra.” Não sei o que <strong>Martin Scorsese</strong> pensa a respeito disso, mas<strong> Ilha do Medo</strong> (Shutter Island) mescla essas duas características de forma assustadora e íntima. Entretêm, provoca e surpreende. É o melhor filme de Scorsese, descontando, claro, o punhado de obras-primas que criou ao lado de Robert DeNiro e que o alçaram à condição de mito em Hollywood.  E, sem dúvida, melhor colaboração entre o diretor e Leonardo DiCaprio.</p>
<p>Grandes dilemas compõem os personagens da <strong>Ilha do Medo</strong>. Questionados a cada momento, e de forma velada na maior parte da projeção, os policiais e médicos dessa ilha inóspita que acomoda uma prisão para criminosos com problemas mentais agem de maneira peculiar e obtusa. Há um mistério no ar: uma paciente desapareceu; e o FBI vai investigar, enviando dois agentes &#8211; veteranos da Segunda Guerra Mundial – vividos por Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo. Tudo muito estranho, tudo muito mal explicado.</p>
<p>São os elementos perfeitos para o desenvolvimento dessa trama, entretanto, ao contrário do sugerido pelos trailers e campanha de marketing, descobrir a reviravolta incutida na mente do público não é a grande surpresa de <strong>Ilha do Medo</strong>. Não há certezas, nem mesmo a existência da tal reviravolta. Há perguntas, há memórias terríveis, há algo de errado com aquele lugar. As memórias de Teddy Daniels (DiCaprio) o levam a sua esposa morta e também a um dos campos de concentração da Alemanha Nazista [Dachau, cuja recriação destoa gritantemente de seu design e visual original, lembrando muito mais Auschwitz do que a locação desejada]. Tudo se mistura em meio às investigações de Daniels, até mesmo experimentos mentais nazistas. O desaparecimento ganha tons de ponta de um iceberg gigantesco.</p>
<p>Mesclar tanta coisa sem cair na obviedade e no clichê é para poucos. Martin Scorsese é um deles e sabe aterrorizar. Já o fez em <strong>Cabo do Medo</strong>. E não precisa de monstros. Faz isso com pessoas, sempre passíveis de causar terror puro aos que os cercam por conta de sua agressividade ou violência. Como não lembrar de personagens como o instável e autodestrutivo Jack LaMotta e o taxista Travis Brickle, a versão humana de uma bomba-relógio circulando pelas ruas de Nova Iorque. “Somos homens de violência”, diz um dos policiais. “Não necessariamente violentos, mas dependentes da violência, ela está a nossa volta”. Eis o grande tema de <strong>Ilha do Medo</strong>: violência, ou ausência de, e suas conseqüências. Méritos do romance de Dennis Lehane, cuja construção irreparável permitiu tamanha profundidade ao roteiro de Laeta Kalogridis (que assinou o ótimo <strong>Guardiões da Noite</strong>, mas também fez bobagem em <strong>Alexandre</strong>, de Oliver Stone).</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/dicaprio_ilha_do_medo.jpg" alt="" title="dicaprio_ilha_do_medo" width="650" height="276" class="aligncenter size-full wp-image-2595" /></p>
<p>A guerra é mental. Se a geração Vietnã voltou traumatizada, o que dizer dos homens que descobriram os horrores nazistas? É a luta do sujeito comum buscando balancear um passado atormentado com a chance de fazer o Bem e desvendar o mistério da ilha. Sempre perfeitamente apoiado por Mark Ruffalo e Sir Ben Kingsley, DiCaprio brilha. Seja no sotaque alemão irrepreensível, seja na carga dramática. Não há mais resquícios do garoto de Titanic, assim como ficaram de lado os exageros de <strong>Diamante de Sangue </strong>ou <strong>Rede de Mentiras</strong>.</p>
<p>Ancorado por uma trilha tensa e sempre presente, <strong>Ilha do Medo</strong> lembra o público da violência e no medo. Não do desfecho, mas do que ele pode significar para aquelas pessoas. E essa resposta vem de forma perturbadora e desorientadora. Scorsese dá o maior de todos os golpes sem dó nem piedade, DiCaprio responde à altura e a trilha incita o desespero. Naquele momento, um trio perfeito. E terrível. </p>
<p>Considerar o último dos dilemas causaria desconforto num bate-papo, entretanto, ser confrontado com tal contexto é tiro certeiro no calcanhar de Aquiles. Como se defender do desarme perfeito? Impossível. O filme valeria somente por essa cena, mas ela funciona como clímax para um filme igualmente provocador e instigante.</p>
<p>É a essência do thriller, mas sem sustos desnecessários ou respostas mirabolantes. É o inferno das grandes histórias da literatura, o terror de Lovecraft longe de seus cenários ficcionais, a Matrix do mundo pré-computadorizado. </p>
<p>Confira algumas imagens:<br />

<a href='http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/dicaprio_ilha_do_medo/' title='dicaprio_ilha_do_medo'>dicaprio_ilha_do_medo</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo/' title='dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo'>dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/kingsley_dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo/' title='kingsley_dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo'>kingsley_dicaprio_ruffalo_ilha_do_medo</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/leonardo_dicaprio_ilha_do_medo/' title='leonardo_dicaprio_ilha_do_medo'>leonardo_dicaprio_ilha_do_medo</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/scorsese_shutter/' title='scorsese_shutter'>scorsese_shutter</a>
</p>
<p>*agradecimento ao Ricardo Rigotti, que revisou e aprovou o texto! \o/</p>
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		<title>Fotos do Tapete Azul de House</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Aproveitando a publicação da matéria com as entrevistas do elenco de House, veja algumas das fotos feitas por esse correspondente no dia do evento! Tem Hugh Laurie, Olivia Wilde, Robert Sean Leonard, Omar Epps e David Shore! Foi um dia muito especial por ter conversado uns 20 minutos com Hugh Laurie, pena que a Olivia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blue_carpet_house.jpg" alt="" title="blue_carpet_house" width="648" height="486" class="alignnone size-full wp-image-2554" /></a></p>
<p>Aproveitando a publicação da matéria com as entrevistas do elenco de <a href="http://www.soshollywood.com.br/house-especial-sexta-temporada/"><strong>House</strong></a>, veja algumas das fotos feitas por esse correspondente no dia do evento! Tem Hugh Laurie, Olivia Wilde, Robert Sean Leonard, Omar Epps e David Shore! Foi um dia muito especial por ter conversado uns 20 minutos com Hugh Laurie, pena que a Olivia e o Omar só fizeram a parte de TV, mas sem crise, entrevistei a Thirteen para <strong>Tron Legacy</strong>, lá na Comic-Con. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>

<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/blue_carpet_house/' title='blue_carpet_house'>blue_carpet_house</a>
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<p><strong>Todas as fotos (c) Fábio M. Barreto/Sci-Fi News.</strong></p>
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		<title>House: Auto-Ajuda do século XXI</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[
Hugh Laurie, David Shore e Robert Sean Leonard analisam a melhor série dramática da atualidade. Saiba como foi o tapete vermelho, ou melhor, azul, da sexta-temporada em matéria exclusiva! Entrevistas e mais entrevistas! Com os cumprimentos da Sci-Fi News, que liberou a publicação!
Por Fábio M. Barreto,
De Los Angeles
House é um dos poucos homens sem medo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG91c2VfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-48" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hugh_laurie_blue_carpet_3.jpg" alt="" title="hugh_laurie_blue_carpet_3" width="648" height="486" class="aligncenter size-full wp-image-2550" /></a></p>
<blockquote><p>Hugh Laurie, David Shore e Robert Sean Leonard analisam a melhor série dramática da atualidade. Saiba como foi o tapete vermelho, ou melhor, azul, da sexta-temporada em matéria exclusiva! Entrevistas e mais entrevistas! Com os cumprimentos da Sci-Fi News, que liberou a publicação!</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
De Los Angeles</p>
<p>House é um dos poucos homens sem medo na TV mundial. Destemido, despreocupado e totalmente convencido de seus ideais, o personagem de <strong>Hugh Laurie</strong> revitalizou os roteiros televisivos com esse médico especializado em diagnósticos incapaz de jogar conversa fora ou usar meias verdades. Com House é tudo preto e branco, sim ou não, verdade ou enganação. Entretanto, nem mesmo ele resistiu ao resto do mundo politizado e, no final da quinta temporada, perdeu a batalha para sua própria convicção, fixação e, finalmente, alucinação. A guerra desse exército de um homem só recomeça num brilhante show de Hugh Laurie, em <strong>Broken</strong>, episódio de duas horas de duração – um filme do melhor calibre. E a corrida para os Emmy 2010 termina antes mesmo de começar. É barbada!</p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/"><strong>VEJA A COBERTURA FOTOGRÁFICA!</strong></a></p>
<p>“É o House, meu deus!”, gritou um motorista alucinado na Sunset Blvd, em frente ao ArcLight Cinerama Dome, um dos cinemas mais tradicionais de Los Angeles. <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a> entrevistava Hugh Laurie naquele momento, em cobertura exclusiva da estréia da sexta temporada da série. “O pessoal exagera às vezes”, comentou o simpático Laurie, ainda espantado com as reações de seus fãs. O motorista em questão quebrou várias leis de transito ao sacar sua câmera portátil, parar o carro no meio da rua, e, antes de bloquear a faixa de pedestres, começar a filmar o “<a href="http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/"><strong>tapete azul</strong></a>” armado no local. A maior surpresa, porém, estava no fato de tamanho evento – com cobertura internacional – acontecer por conta do sexto ano da série. “Thirteen, eu te amo!”, outro grito provocou gargalhadas nos presentes. Grandes lançamentos [a estréia do novo <strong>91210</strong>, do CW, por exemplo] ou retomadas relevantes [a segunda temporada de <strong>Heroes</strong>] recebem tal tratamento, mas nunca um programa já tão consagrado, premiado e devidamente divulgado. </p>
<p>A grande expectativa em torno da retomada de House e um patrocínio considerável da montadora Ford foram os elementos que colocaram esse evento em andamento, mas tudo por uma boa causa graças a uma generosa contribuição dos envolvidos para uma entidade dedicada ao tratamento de mazelas mentais. A experiência de House no hospital psiquiátrico é marcante, mas facilitada pela ótima estrutura. Muito diferente da vida de cão retratada por Rodrigo Santoro em Bicho de Sete Cabeças. É a eterna magia da qualidade médica norte-americana na TV, cuja natureza preparada e efetiva se imortalizou com <strong>Plantão Médico</strong>, mas anos-luz de distância da realidade das emergências mais pobres e, claro, de outros países. Claro que isso não é problema da série e nem de Hugh Laurie, que vive a essência de Hollywood ao entregar um cheque milionário, enquanto é ovacionado e calma frisson pelo simples fato de entrar no ambiente.</p>
<p>Provas de popularidade não faltavam: três mil convidados, mais de cem jornalistas, outdoors pela cidade e muito trabalho para os seguranças, dando duro para manter os curiosos – a pé ou motorizados – longe do evento. “Fico chocado com isso, seis anos depois e cada nova temporada parece algo de outro mundo”, assume Laurie, indicado quatro vezes ao Emmy [sem vencer] e outras quatro ao Globo de Ouro [faturou dois prêmios] na categoria Melhor Ator em Série Dramática. Mesmo recolhido, nada deslumbrante como Olivia Wilde ou falastrão como criador David Shore, Laurie vê seu trabalho com reservas e, claro, bom-humor: “Não acho seguro falar em Emmy agora, mas criar esse episódio, que tem duas horas com intervalos, mas só uns 9 minutos sem cortes [risos] foi algo marcante”. Especialmente por contar com a presença do ator em todas as cenas e também sem a presença de nenhum dos médicos membros de sua equipe.</p>
<p>Hugh Laurie ficou surpreso. “Pensei que os outros [atores] fossem me espancar ou me trancar num quarto escuro sem comida por alguns meses”, brinca o ator, sobre o momento em que recebeu o roteiro e se viu distanciado de seus funcionários. “Foi um exercício interessante para ver até onde eu conseguiria explorar aquela situação. Não foi fácil para House e nem para mim, especialmente por saber que se não acertasse no tom da atuação, teríamos problemas sérios; elenco, cenário e estrutura novos e nada típico em termos de House, então havia muito risco envolvido”.</p>
<p>Mais complicado ainda é manter um personagem tão odiável, mas adorado, no ar sem ultrapassar as barreiras do aceitável. “O conceito inicial apontava para essa personalidade controversa”, comenta David Shore, cuja primeira opção foi mesmo a Fox [no Brasil, House é exibido pelo Universal Channel e também pela Rede Record], mesmo com um programa cheio de potencial para canais com mais liberdade como HBO ou Showtime. “Ele poderia ser sincero sobre o que comeu no café da manhã, por exemplo, e soltar o verbo. Entretanto, é mais fácil aceitar esse sujeito na televisão, sabendo que ele não existe, pois a vida real seria muito mais árdua e cheia de agressividade.”</p>
<p>O formato não é exclusivo para o Dr. House, que influenciou [Sheldon Cooper, de <strong>The Big Bang Theory</strong>] e foi influenciado [Stewie, o bebê megalomaníaco de <strong>Family Guy</strong>]. Recentemente, Hollywood apostou num desbocado Gerard Butler, em A Verdade Nua e Crua, falando poucas e boas sobre relacionamentos e os exemplos não param. Além disso, o constante sucesso de House em diversos países coloca a honestidade em alta. “Esse jeito de ser é fundamental numa situação de vida e morte”, comenta Hugh Laurie. Ouvido sem auxílio de imagens, seu sotaque britânico o distância totalmente da persona de House, assim como seu modo de agir ou conversar. É a essência do grande ator, simplesmente absorvido por seu personagem e não o contrário. “Não deve ser muito legal se casar com alguém assim [risos], mas ouvir, e saber dizer, a verdade é necessário. Seu talento e postura direta faz com que as pessoas tolerem o jeito incomum, por assim dizer, aquele jeito de ser.”</p>
<p>Na vida real, franqueza e falta de habilidade política são recompensadas com exclusão ou abandono. Na TV, o resultado pode ser a internação hospital psiquiátrico e também o afastamento dos amigos. Não necessariamente nessa ordem. “Fiquei maluco para saber como começaríamos a sexta-temporada, pois a situação era maluca demais, mesmo para House”, lembra Laurie. “Essa série permite muita inventividade, seja trancar o protagonista num asilo, seja acreditar num longa-metragem no sexto-ano”.</p>
<p>A falta de objetivo social surge como elemento curioso na persona de Greg House. “Ele não quer cair nas graças de ninguém, nem ser popular e nem mesmo receber elogios”, explica Shore, altamente reverenciado por Laurie. “Claro que ele faz tudo de caso pensado, mas nunca almeja nada fútil ou aparente. Gosto de House por ele saber diferenciar certo de errado, e, literalmente, vive com base nessas duas realidades e persegue o que acredita estar certo. Há algo atraente nesse modo de encarar a vida, mesmo ele estando errado algumas vezes”.</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que falar a verdade e viver sem rodeios sejam elementos fundamentais no sucesso de House, mas também existem muitos segredos escondidos ali”, analisa Laurie. “Logo, a existência de alguém capaz de expressar suas experiências de forma natural e transmitir essas verdades de forma indefensável, seja de modo engraçado ou cruel, transforma uma situação potencialmente agressiva em algo empolgante e viciante”. Ou, no caso do personagem, enlouquecedor.</p>
<p>Essa atração pode ser explicada como válvula de escapismo social. <strong>House </strong>acerta em cheio o público da classe média, normalmente acostumado com os dramas médicos do estilo de <strong>Plantão Médico</strong>. No Brasil, é a opção de qualidade para substituir as formas batidas e previsíveis das novelas globais. “Se comportar, pensar muito antes de falar e, agora com a internet, tomar cuidado com cada palavra se une à necessidade de engolir sapos durante o trabalho e temos um bando de gente louca para dizer umas verdades por aí”, contextualiza Robert Sean Leonard, que interpreta do Dr. Wilson, em House. “Como ninguém quer falar e perder o emprego, ou o amigo, as pessoas se contentam em ver um sujeito com carta branca para fazer tudo isso”. O personagem de Leonard é um dos poucos que mantém uma relação saudável com House, pois, em meio aos trotes e constantes conflitos, sua amizade serve como apoio bilateral ao longo das temporadas, tanto é que Wilson é o único personagem fixo presente no episódio especial.</p>
<p>“Não é qualquer amizade que resiste a tantos altos e baixos, talvez por isso House e Wilson funcionem bem juntos”, analisa Leonard, inesquecível em <strong>A Sociedade dos Poetas Mortos</strong>. Ajuda o fato de Wilson não fazer parte da cadeia hierárquica de <strong>House </strong>– sua agressividade afeta tanto funcionários, quanto a chefia – em sua busca desenfreada pela solução dos quebra-cabeças. “House tenta derrotar monstros imbatíveis o tempo todo, quer ganhar uma guerra impossível e desconsidera obstáculos, ou emoções alheias, em suas jornadas obstinadas”, acrescenta Laurie. É justamente essa guerra constante para encontrar um equilíbrio único, totalmente diferente do normal, a fonte das inesgotáveis piadas e chacoalhadas do personagem. “Difícil acreditar num recuperação completa, afinal, ele seria apenas mais um médico sem seu jeito de ser”, acredita Laurie.</p>
<p>Mediocridade não combina com Greg House, do mesmo modo que covardia não se aplica a Han Solo e sedentarismo está fora do vocabulário de John Keating. Daí sua ascensão como herói moderno, o vingador dos oprimidos. Assim como toda boa obra ficcional, House reflete um desejo latente de se recuperar a espontaneidade e sinceridade social, fato que só piorou com o aumento exponencial da importância da internet e das mídias sociais. Todos vêem e são vistos, participando do maior concurso de popularidade da história da Humanidade, mas poucos arriscam quebrar as regras ou impor suas próprias leis. House faz isso por eles , mas seu custos. Afinal, como todo sonho idílico da internet, <strong>House </strong>também pode ser assistido gratuitamente e os episódios estão sempre a um download de distância. O desejo de ser House existe, a predisposição de assumir suas opiniões e posturas não. É o culto nas sombras, sem dúvidas, idolatrar algo do qual nunca serão capazes.</p>
<p>O mais surpreso com tamanha identificação mundial foi David Shore. “Pensei que só eu tinha esse ponto de vista, dessa necessidade de ser sincero, mas quando descobri que mais gente gostava da idéia, fiquei sem reação”. Shore ofereceu o programa para a Fox descrevendo apenas o intelecto e modo de agir de House. Naquele momento, não havia organização de personagens de apoio, história a longo prazo e etc., havia um homem sarcástico, direto e médico genial. “Mas nada podia me preparar para os resultados de audiência, aquilo foi mais surpreendente que qualquer outra coisa”. Em média, <strong>House </strong>tem cerca de 14 milhões de espectadores nos Estados Unidos. O episódio mais assistido foi <strong>Frozen</strong>, da quarta temporada, com 29 milhões de televisores sintonizados. </p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG91c2UlMkMrSHVnaCtMYXVyaWUlMkMrSG91c2UrTStEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/house.jpg" alt="" title="house" width="650" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-2545" /></a></p>
<p>*Matéria originalmente publicada na capa da <strong>Sci-Fi News</strong>. Entende quando eu digo que o material melhorou por lá? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>[Trailer] Tron Legacy!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Que lindooooooooooo! Aproveitando a vitória de Jeff Bridges, ontem no Oscar, eis que surge o novo trailer de Tron Legacy! Está ficando muito bom e com direito a Bruce Boxleitner, do elenco original, fazendo uma participação interessante. Olivia Wilde (a Thirteen, de House) também dá as caras de cabelo curto e roupa bem colada. Preste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/tron_legacy.jpg" alt="" title="tron_legacy" width="650" height="330" class="aligncenter size-full wp-image-2527" /></p>
<p>Que lindooooooooooo! Aproveitando a vitória de Jeff Bridges, ontem no Oscar, eis que surge o novo trailer de Tron Legacy! Está ficando muito bom e com direito a Bruce Boxleitner, do elenco original, fazendo uma participação interessante. Olivia Wilde (a Thirteen, de House) também dá as caras de cabelo curto e roupa bem colada. Preste atenção na versão &#8220;jovem&#8221; de Jeff Bridges! Aproveite! </p>
<p><center><object width="596" height="286"><param name="movie" value="http://media2.firstshowing.net/firstshowing/flv-embed/flvplayer.swf"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=596&#038;height=286&#038;file=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/Grid_1tlr_852x352_480p.flv&#038;image=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/Grid_1tlr_852x352_480p.jpg&#038;logo=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/img/FSnet-Video-Logo.png&#038;link=http://www.firstshowing.net&#038;stretching=exactfit&#038;quality=false&#038;bufferlength=6&#038;volume=90"></param> 	<embed src="http://media2.firstshowing.net/firstshowing/flv-embed/flvplayer.swf" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="596" height="286" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="width=596&#038;height=286&#038;file=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/Grid_1tlr_852x352_480p.flv&#038;image=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/Grid_1tlr_852x352_480p.jpg&#038;logo=http://media2.firstshowing.net/firstshowing/img/FSnet-Video-Logo.png&#038;link=http://www.firstshowing.net&#038;stretching=exactfit&#038;quality=false&#038;bufferlength=6&#038;volume=90" /> </object></center></p>
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		<title>[OSCAR] IPad e V, os grandes vencedores</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/anuncios-oscar-v-ipad/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Os filmes disputavam as estatuetas com unhas e dentes, mas nos intervalos comerciais, duas campanhas chamaram atenção: &#8220;IPad&#8221; e a série &#8220;V&#8221;, do Warner Channel.
A única brasileira a aparecer na tela da ABC durante a exibição da cerimônia de entrega do 82o Academy Awards, o famoso Oscar, foi Morena Baccarin, que interpreta a alienígena Anna, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/anna_V.jpg" alt="" title="anna_V" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2520" /></p>
<blockquote><p>Os filmes disputavam as estatuetas com unhas e dentes, mas nos intervalos comerciais, duas campanhas chamaram atenção: &#8220;IPad&#8221; e a série &#8220;V&#8221;, do Warner Channel.</p></blockquote>
<p>A única brasileira a aparecer na tela da ABC durante a exibição da cerimônia de entrega do <strong>82o Academy Awards</strong>, o famoso Oscar, foi Morena Baccarin, que interpreta a alienígena Anna, em<strong> V </strong>(remake da série <strong>V &#8211; A Batalha Final</strong>). A ABC apostou pesado na campanha com spots específicos para o programa brincando com o espírito de competição e fazendo alusão à natureza dos Visitantes, além de seus planos de conquista do planeta. Foi um toque especial pela aposta de um canal de TV na grande premiação cinematográfica. Mas, pensando bem, se Neil Patrick Harris abriu a festa&#8230; valia tudo!</p>
<p>[Não encontrei os anúncios no YouTube, caso alguém localize, envie o link por email ou comentário que atualizo quanto antes.]</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/apple-ipad-1.jpg" alt="" title="apple-ipad-1" width="620" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-2519" /></p>
<p>Outro grande vencedor foi o <strong>IPad</strong>, que rodou uma insistente campanha em todos os intervalos anunciando a data de lançamento: 3 de abril. A propaganda é extremamente sedutora com o IPad fazendo virtualmente tudo &#8211; entre exibir fotos, diagramar textos, escrever emails e, claro, ler livros &#8211; com um dinamismo exemplar. Bela sacada, especialmente se pensarmos que cerca de 70% dos computadores exibidos em filmes de Hollywood mostram a marca Apple. Isso é o que eu chamo de crossmedia.</p>
<p>Veja o vídeo:<br />
<center> <object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q9KTnsGsd_0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/q9KTnsGsd_0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></center><a href="http://dihitt.com.br?ref=240009" dihitt_check="1c436f2ecd0ac9e267c7ef089d5b084c"><img src="http://b.dihitt.com.br/banners/dihitt_16x16_01.jpg"></a></p>
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		<title>[OSCAR] Maior Audiência em 5 anos!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Cerimônia do Oscar recupera visibilidade e registra melhor resultado, depois do fiasco de audiência do ano passado.
A festa do Oscar ontem, aqui em Hollywood, atingiu uma de suas principais metas: foi o show mais assistido nos últimos cinco anos, com mais de 41 milhões de espectadores em média. No total, 70 milhões de pessoas sintonizaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/kathryn_bigelow.jpg" alt="" title="kathryn_bigelow" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2511" /></p>
<blockquote><p>Cerimônia do Oscar recupera visibilidade e registra melhor resultado, depois do fiasco de audiência do ano passado.</p></blockquote>
<p>A festa do Oscar ontem, aqui em Hollywood, atingiu uma de suas principais metas: foi o show mais assistido nos últimos cinco anos, com mais de <strong>41 milhões de espectadores</strong> em média. No total, 70 milhões de pessoas sintonizaram na ABC durante a transmissão (dados Nielsen e CNN). Vitória para Alec Baldwin e Steve Martin, que, embora relativamente apagados, conseguiram dar novo charme à cerimônia. O grande vencedor, <strong>Guerra ao Terror </strong>(The Hurt Locker), de Kathryn Bigelow, aproveitou toda a divulgação por conta dos dez indicados e voltou a cartaz em diversos cinemas da cidade, além de já estar disponível em DVD e Blu-Ray. Ano passado, a apresentação de Hugh Jackman registrou a pior marca do evento.</p>
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		<title>&#8220;Alice&#8221; bomba nas Bilheterias</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:54:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Novo filme de Tim Burton ultrapassa Avatar como maior abertura e comprova a força do 3D.
Tal qual uma Olimpiada cheia de grandes talentos, as bilheterias norte-americanas tem visto uma quebra de recordes histórica por natureza. Assim que Avatar encerrou sua carreira irreparável de três meses de sucesso, Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2Urbm8rUGElRURzK2RhcytNYXJhdmlsaGFzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-80" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gato_alice.jpg" alt="" title="gato_alice" width="650" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-2494" /></a></p>
<blockquote><p>Novo filme de Tim Burton ultrapassa Avatar como maior abertura e comprova a força do 3D.</p></blockquote>
<p>Tal qual uma Olimpiada cheia de grandes talentos, as bilheterias norte-americanas tem visto uma quebra de recordes histórica por natureza. Assim que <strong>Avatar </strong>encerrou sua carreira irreparável de três meses de sucesso, <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/especial-wonderland/"><strong>Alice no País das Maravilhas</strong></a>, de Tim Burton, estréia faturando <strong>US$ 210,3</strong> milhões em três dias. Tudo isso com a imprensa e blogueiros criticando o filme constantemente desde a semana passada.</p>
<p>Depois de uma abertura doméstica impressionante com US$ 41 milhões, e mais US$ 43 milhões no sábado [especialmente por conta de famílias lotando as matinês], o bom desempenho se manteve no dia do Oscar e, para surpresa geral, atraiu diversos públicos. O Walt Disney Studios encara as garotas como seu maior público, mas quando horários pouco freqüentados por meninas começaram a ter lotações esgotadas o cenário mudou. Dados oficiais apontam o esgotamento dos ingressos na seguinte ordem: IMAX 3D, 3D e 2D. É a força do formato, cada vez mais relevante no circuito norte-americano (incluindo o Canadá). Nas sessões prévias da quinta-feira de noite, adolescentes tomaram conta das salas gerando US$ 4 milhões. Nos 40 países onde já estreou &#8211; <strong>no Brasil só no dia 23 de abril</strong> &#8211; o filme arrecadou US$ 94 milhões, gerando desempenho recorde entre as aberturas de inverno.</p>
<p>Pesquisas de público apontam o filme como nota A-, enquanto as opiniões da imprensa e da internet são pouco favoráveis. É o marketing contra as milhares de opinões &#8220;relevantes&#8221; do mundo virtual e impresso.</p>
<p><strong>Alice no País das Maravilhas</strong> estreou em 220 salas 3D a mais do que <strong>Avatar</strong>. Fator importante na contabilidade dos ingressos. Isso se deve a uma recente ampliação na oferta de salas em 3D, que estão em franca expansão desde o sucesso do filme 3D de Miley Cyrus, em 2008. O desempenho do filme deve ser bastante promissor, mas nem tanto quanto Avatar, pois, dia 26 de março estréia <strong>How To Train Your Dragon</strong>, da Paramout/DreamWorks, e o circuito deve retirar muitas cópias para receber os vikings matadores de dragão. Na Inglaterra, o anúncio do lançamento do DVD para 12 semanas após a estréia desestimulou grandes exibidores que, com medo de terem vendas baixas, optaram por não exibir ou trabalhar com pouquíssimas cópias. De qualquer forma, faturou US$ 16,8 milhões e sacramentou o incontestável recorde de bilheteria para um filme no mês de março na Grã-Bretanha.</p>
<p>O último tiro será dado quando os últimos quatro territórios internacionais relevantes receberem suas cópias: <strong>Brasil</strong>, França, Japão e China. O estúdio espera que esse grupo seja responsável por 60% do faturamento internacional.</p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/especial-wonderland"><strong>Confira o Especial &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221; exclusivo do SOS Hollywood!</strong></a></p>
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		<title>[Trailer] Homem de Ferro 2</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Enquanto boa parte dos cinéfilos se recobrava da noitada de Oscar, a Paramount aproveitou o embalo para lançar o novo trailer de Homem de Ferro 2 (Iron Man 2). É um desbunde! Armaduras, mulheres, ação e tudo aquilo que só Tony Stark é capaz de nos proporcionar! Tem até armadura portátil! Oh Yeah!
Aí vão duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG9tZW0rZGUrRmVycm8lMkMrUm9iZXJ0K0Rvd25leV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/iron-man-2.jpg" alt="" title="iron-man-2" width="540" height="374" class="aligncenter size-full wp-image-2485" /></a></p>
<p>Enquanto boa parte dos cinéfilos se recobrava da noitada de Oscar, a Paramount aproveitou o embalo para lançar o novo trailer de <strong>Homem de Ferro 2</strong> (Iron Man 2). É um desbunde! Armaduras, mulheres, ação e tudo aquilo que só <strong>Tony Stark</strong> é capaz de nos proporcionar! Tem até armadura portátil! Oh Yeah!</p>
<p>Aí vão duas versões do trailer! Divirta-se!</p>
<p><center><embed src="http://cdn.springboard.gorillanation.com/storage/xplayer/yo033.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="340" swliveconnect="true" allowfullscreen="true"  flashvars="e=4bffc0037b3a3a49328d685cccfc7c21cc002973d57a44951a38fddf065f5c696a66be9b89ee2d2f0947d4e15d253124c7d296b9a2a5d695fdd446d15f64f11765e48e3969f68736f1c0db0e03967dbf383ccf85d3b0fcebe03d34a7&#038;width=420&#038;height=340&#038;pid=cs001&#038;autostart=false&#038;allowscriptaccess=always&#038;usefullscreen=true&#038;esnapshot=4bffc0037b3a3a493b90685cccfc7c21cc002973d57a44951a38fddf065f5c696a66be9b89ee2d2f094ccde2702233248cc2a6b5afbdd088f1de4cd0586fe15d6ea5d87835adc773b1dfd908028a78a126798fcd&#038;trueurl=http://www.superherohype.com/news/ironmannews.php"></embed></center></p>
<p>===</p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/19379"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/19379" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>[OSCAR] Meus Votos</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 23:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[
Hoje é noite de Oscar e aí vão meus votos, não necessariamente quem eu acho que vai ganhar.  
Melhor Filme
    * Avatar 
Ganha pela relevância da indústria, por suas conquistas, pela revolução técnica e também por ter me feito voltar ao cinema três vezes. Filme mais importante do ano, incontestável.
Melhor Diretor
 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/oscar.jpg" alt="" title="" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2470" /></p>
<p>Hoje é noite de Oscar e aí vão meus votos, não necessariamente quem eu acho que vai ganhar. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Melhor Filme</strong><br />
    * <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar/">Avatar </a><br />
Ganha pela relevância da indústria, por suas conquistas, pela revolução técnica e também por ter me feito voltar ao cinema três vezes. Filme mais importante do ano, incontestável.</p>
<p><strong>Melhor Diretor</strong></p>
<p>    * Kathryn Bigelow &#8211; Guerra ao Terror (The Hurt Locker)<br />
Retomou a temática social e pessoal nos filmes de guerra com competência, deixou todo mundo de queixo caído com um filme intenso, intepretações acertadas e um drama fora do comum. Cameron não merece pela direção, logo, premiá-lo nessa categoria seria um erro.</p>
<p><strong>Melhor Ator</strong></p>
<p>    * Jeff Bridges &#8211; <a href="http://www.soshollywood.com.br/trailer-coracao-louco/">Coração Louco</a> (Crazy Heart)<br />
Pela carreira e pela interpretação sensacional, que mistura atuação e musicalidade. Tive a impressão de que ele merecia desde a primeira cena. Bad Blake é daqueles personagens fundamentais daqui para a frente. É preciso conhecê-lo.</p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante</strong></p>
<p>    * Christoph Waltz &#8211; <a href="http://www.soshollywood.com.br/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a> (Inglorious Basterds)<br />
Uma das maiores barbadas da noite. Se ele não subir ao palco e disser &#8220;That&#8217;s a Bingo!&#8221; vai ser frustrante! rs. Nunca um militar nazista foi tão idolatrado. É o vilão impossível de ser odiado. Incontestável.</p>
<p><strong>Melhor Atriz</strong></p>
<p>    * Sandra Bullock &#8211; Um Sonho Possível (The Blind Side)<br />
Vou apostar na zebra! Personagem não impressional tanto, mas a padeira mais famosa do mundo (sabiam que ela é dona de uma padaria de dar água na boca?) pode surpreender. Nem tanto pela vitória no Globo de Ouro, mas o Oscar premia algumas zebras. Pode ser o caso.</p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante</strong></p>
<p>        * Mo&#8217;Nique &#8211; Preciosa &#8211; Uma História de Esperança (Precious)<br />
O voto sincero é da Vera Farmiga por Amor Sem Escalas, mas não dá para ignorar o que a comediante Mo&#8217;Nique fez nesse filme. Pegou todo mundo de calças curtas, ficou irreconhecível e me afetou. </p>
<p><strong>Melhor Roteiro Adaptado</strong></p>
<p>    * Preciosa &#8211; Uma História de Esperança (em cartaz)<br />
Acho complicado analisar essa categoria sem ter lido o material original. Mas, como Hollywood caiu de amores por Preciosa, acredito que ele leve a estatueta.</p>
<p><strong>Melhor Roteiro Original</strong></p>
<p>    * <a href="http://www.soshollywood.com.br/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a> (Inglorious Basterds)<br />
É a única categoria na qual Quentin Tarantino tem chance. Não vejo tanta coisa magnífica no roteiro de Guerra ao Terror e, inegavelmente, quem surpreendeu foi o Taranta com sua ficção alternativa tresloucada e anárquica. Bongiorno!</p>
<p><strong>Melhor Animação Longa-Metragem</strong></p>
<p>    * <a href="http://www.soshollywood.com.br/coraline/">Coraline e o Mundo Secreto</a> (Coraline)<br />
Reassisti Up &#8211; Altas Aventuras, desta vez dublado por conta do primoroso trabalho do Chico Anysio e do Nizo Netto, seu filho, assim como revi Coraline, de <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-neil-gaiman/">Neil Gaiman</a> e Henry Sellick. Não preciso pensar duas vezes, Coraline é mais cuidadoso, tem história mais próxima do meu gosto e causou aquela sensação de novidade. Up me fez chorar, mas, tecnicamente, gostei mais do stop-motion do Sellick.</p>
<p><strong>Melhor Fotografia</strong></p>
<p>    * Guerra ao Terror</p>
<p><strong>Melhor Figurino</strong></p>
<p>    * The Young Victoria<br />
O filme é apaixonante e a recriação de época é impecável. A beleza de Emily Blunt ajuda a valorizar o figurino, mas, de qualquer maneira, trabalho muito detalhado e autêntico.</p>
<p><strong>Melhor Montagem</strong></p>
<p>    * Avatar (idem)<br />
Sem muito o que comentar. Redondinho, como se tivesse sido feito à mão. </p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora Original</strong></p>
<p>    * <a href="http://www.soshollywood.com.br/up/">Up &#8211; Altas Aventuras</a> (Up)<br />
Tocante, discreta e agradável. Impressionou mais que a concorrência. </p>
<p><strong>Melhor Canção Original</strong></p>
<p>    * &#8220;<a href="http://www.soshollywood.com.br/trailer-coracao-louco/">The Weary Kind</a>&#8221; &#8211; Coração Louco (Crazy Heart)<br />
A dupla perfeita para consagrar Jeff Bridges, que merece tanto pela interpretação quanto pela execução desse country intenso, auto-analítico e capaz de ficar na memória por muitos anos. </p>
<p><strong>Melhor Edição de Som</strong></p>
<p>    * Avatar (idem)</p>
<p><strong>Melhor Mixagem de Som</strong></p>
<p>Ok, ok, vai dar Avatar. Mas <a href="http://www.soshollywood.com.br/star-trek/"><strong>Star Trek </strong></a>leva o meu voto nessa categoria. J.J. Abrams fez um ótimo trabalho e merece!</p>
<p><strong>Melhores Efeitos Especiais</strong></p>
<p>    * Avatar (idem)<br />
Ainda tenho dúvidas sobre como classificar os elementos de Avatar. Quando um filme todo é efeito especial, como fica? É uma fotografia diferente ou uma junção de efeitos? Acho inevitável. E, nessa categoria, é o Domínio da Ficção Científica! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Melhor Maquiagem</strong></p>
<p>    * The Young Victoria<br />
Normalmente os filmes de época levam aqui. Star Trek não impressiona tante acho que o Nero joga contra o time. Tudo bem que Eric Bana ficou irreconhecível, mas não achei digno de Oscar.</p>
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		<title>[Trailer + Tema] Coração Louco</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 20:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Coração Louco]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[
Basta somar a interpretação de Jeff Bridges (Indicado ao Oscar de Melhor Ator) com a canção &#8220;The Weary Kind&#8221; (indicada a Melhor Canção) para entender por que Coração Louco (Crazy Heart) é um filme extremamente interessante, mesmo com Maggie Gyllenhall (indicada a Melhor Atriz! WTF?!) atrapalhando tudo. Confira o trailer do filme e a canção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SmVmZitCcmlkZ2VzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/crazy-heart_jeff_bridges.jpg" alt="" title="" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2462" /></a></p>
<p>Basta somar a interpretação de <strong>Jeff Bridges</strong> (Indicado ao Oscar de Melhor Ator) com a canção &#8220;The Weary Kind&#8221; (indicada a Melhor Canção) para entender por que <strong>Coração Louco</strong> (Crazy Heart) é um filme extremamente interessante, mesmo com Maggie Gyllenhall (indicada a Melhor Atriz! WTF?!) atrapalhando tudo. Confira o trailer do filme e a canção, interpretada por seu compositor, Ryan Bingham. Goste ou não de country music, <strong>Coração Louco</strong> é inesquecível.</p>
<p>Mais sobre Jeff Bridges na revista <a href="http://movie.tv.br"><strong>MOVIE</strong></a> #5, já nas bancas!</p>
<p>Trailer: <center><object width="450" height="244"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/17782"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/17782" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="244" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
<p>The Weary Kind:<br />
<center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zelvaxvTaUk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zelvaxvTaUk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>
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		<title>[MOVIE] Jeff Bridges e Carey Mulligan</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 02:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movie]]></category>
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		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
		<category><![CDATA[An Education]]></category>
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		<description><![CDATA[
Edição de número 5 da MOVIE, nova revista de cinema brasileira, chega as bancas com Alice no País nas Maravilhas na capa e duas matérias minhas! Confira!
Muita gente pergunta por que não publico tantas críticas ou entrevistas no site. Bem, como correspondente, preciso ser pago pelo que faço e, felizmente, isso tem acontecido com grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Sm9obm55K0RlcHBfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Capa_Movie05_72dpi.jpg" alt="" title="Capa_Movie05_72dpi" width="500" height="671" class="aligncenter size-full wp-image-2452" /></a></p>
<blockquote><p>Edição de número 5 da MOVIE, nova revista de cinema brasileira, chega as bancas com <strong>Alice no País nas Maravilhas</strong> na capa e <strong>duas matérias minhas</strong>! Confira!</p></blockquote>
<p>Muita gente pergunta por que não publico tantas críticas ou entrevistas no site. Bem, como correspondente, preciso ser pago pelo que faço e, felizmente, isso tem acontecido com grande freqüência graças à existência da <strong>MOVIE</strong>, revista de cinema, tecnologia e comportamento criada pelo André Forastieri. Como correspondente oficial da revista (o grupo agora é: <strong>Sci-Fi News</strong>, <strong>Movie</strong>, <strong>Atrevida </strong>e <strong>Atrevidinha</strong>) em Los Angeles, estou colaborando cada vez mais e com edição nova nas bancas, hora de comemorar! Êeeee! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nos destaques da MOVIE #5 estão as entrevistas com Jeff Bridges, pelo filme <strong>Coração Louco</strong> &#8211; que deve render o Oscar de Melhor Ator amanhã! &#8211; e também o elenco e direção do filme <strong>Educação</strong>, pelo qual Carey Mulligan também foi indicada ao Oscar, mas dificilmente leva. De qualquer forma, mas matérias cobrem tanto minha opinião sobre os filmes quanto as entrevistas, naquele esquema mesclado que costumo usar nas matérias consolidadas.</p>
<p>Teoricamente, está nas bancas de todo país! Confiram e, se quiserem, deixem suas opiniões aqui!</p>
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		<title>[Trailer] The Runaways</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 22:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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		<category><![CDATA[Dakota Fanning]]></category>
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Kristen Stewart e Dakota Fanning mostra a carreira da banda The Runaways, que lançou Joan Jett. Vale a pena!
Gosta de Rock&#8217;n Roll? Curte bandas femininas? Descubra onde tudo começou com a passagem meteórica de The Runaways pela cena musical da década de 70. Visitei o set de filmagens e entrevistei a dulpa para a revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/S3Jpc3RlbitTdGV3YXJ0JTJDK0Rha290YStGYW5uaW5nJTJDK0pvYW4rSmV0dF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-104" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/runaways.jpg" alt="" title="runaways" width="649" height="950" class="aligncenter size-full wp-image-2446" /></a></p>
<blockquote><p>Kristen Stewart e Dakota Fanning mostra a carreira da banda The Runaways, que lançou Joan Jett. Vale a pena!</p></blockquote>
<p>Gosta de Rock&#8217;n Roll? Curte bandas femininas? Descubra onde tudo começou com a passagem meteórica de The Runaways pela cena musical da década de 70. Visitei o set de filmagens e entrevistei a dulpa para a revista Capricho e, em breve, a matéria deve ser publicada. Adorei o atuação de Dakota Fanning e acho que a Kristen ficou perfeita como Joan Jett. Não me importo com as reações xiitas das fãs por causa do cabelo dela. Gostei e a vi ao lado da Joan, parecia uma daquelas fotos &#8220;antes/depois&#8221;. Curioso com o filme, parece ser bom. Os pôsteres já começaram a aparecer por Los Angeles.</p>
<p><center><object width="450" height="239"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/19282"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/19282" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="239" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
<p>E para conhecer, escute Cherry Bomb, música que lançou a banda. Ao vivo, no Japão!<br />
<center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pMDn6V7ZLhE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pMDn6V7ZLhE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>
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		<title>Visual e 3D de &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Alice no País das Maravilhas testas os limites da imaginação com grande força visual e um 3D moderado. Tim Burton moderado? Leia e descubra por que!
Imaginação é uma das maiores dádivas da raça humana. Toda criança sabe disso. E Charles Lutwidge Dodgson sabia disso. James M. Barry também sabia. Tolkien passou dos limites, positivamente, mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lebre-de-março.jpg" alt="" title="lebre de março" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2432" /></p>
<blockquote><p><strong>Alice no País das Maravilhas</strong> testas os limites da imaginação com grande força visual e um 3D moderado. Tim Burton moderado? Leia e descubra por que!</p></blockquote>
<p>Imaginação é uma das maiores dádivas da raça humana. Toda criança sabe disso. E Charles Lutwidge Dodgson sabia disso. James M. Barry também sabia. Tolkien passou dos limites, positivamente, mas, essencialmente, imaginar muito era fundamental na virada do século 19, um período de tecnologia feiosa, perspectivas amargas e poucas cores &#8211; especialmente na Inglaterra industrial. Atualmente, as coisas mudaram e imaginar perdeu aquele tom pessoal para muita gente – não a maioria, mas, ainda assim, muita gente. O cinema conta as histórias e o 3D coloca o público lá dentro num momento positivo para a tecnologia visual. E, justamente nesse momento, <strong>Tim Burton</strong> apresenta sua <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> ao mundo. Porém, antes do deslumbre, é necessário precaução e atenção. Ah sim, Dodgson é o verdadeiro nome de Lewis Carroll.</p>
<p>As comparações com <strong>Avatar </strong>serão inevitáveis, mas não por mérito, pelo contrário, pela escassez de argumentos válidos na internet e na memória cada vez mais curta dos novos jornalistas impressos. A capacidade de analisar um filme pelo que ele é perde força e, com isso, se perde a habilidade de realmente compreender e apreciar as minúcias de um trabalho visualmente primoroso como esse. Alice no País das Maravilhas não é perfeito, mas suas poucas falhas são incapazes de desmerecer a obra, que <a href="http://www.soshollywood.com.br/alice-especial/">sempre esteve nos planos de Tim Burton</a>, fã assumido da história desde a infância.</p>
<p>Revisitar o País das Maravilhas visualmente não é tarefa fácil, entretanto, sua natureza surreal permite grande exercício criativo da produção. Pode não ser o seu ou o meu País das Maravilhas, mas com certeza se parece – ou não – com cada versão já imaginada. Os elementos estão lá: o Gato de Cheshire, a Lebre de Março, o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas, as peças de Xadrez da Rainha Branca e o temível Jabberwocky. </p>
<p>É prato cheio para mentes imaginativas como a de Burton. Tudo é real, surreal e irreal, com menos cores do que a idéia transmitida pelas campanhas de pôsteres. Ou melhor, as cores estão lá, entretanto, com menor saturação e causando uma sensação mais real. Um resultado próximo do visual cru de <strong>Sweeney Todd</strong>, por exemplo. E as comparações param por aí.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/valete-de-copas.jpg" alt="" title="valete de copas" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2433" /></p>
<p>A mistura do 3D com live action funcionou bem e ajudou a história na maioria dos casos. Única exceção ficando nas mãos do <strong>Valete de Copas</strong>, interpretado por Crispin Glover (o pai de Martin McFly). De forma inexplicável, o personagem – homem “comum”- foi totalmente digitalizado (exceto por sua cabeça) e animado ganhando um movimento desajeitado e artificial. Decisão possivelmente tomada por conta de sua constante integração com seu cavalo – esse sim computadorizado -, entretanto, com resultado negativo. Pelo aspecto positivo, o Coelho Branco está perfeito, assim como Helena Bonham Carter e sua Rainha de Copas, com seu cabeção! A Tea Party (ou Lanche da Tarde, na tradução mais aproximada) também ganhou muito realismo e bela integração entre <strong>Johnny Depp (Chapeleiro Maluco)</strong>, <strong>Mia Wasikowska (Alice)</strong> e os personagens computadorizados.</p>
<p>Exagerado com cores por um lado, ponderado no uso da tecnologia 3D pelo outro. Isso mesmo, Tim Burton foi contido. É uma presença discreta e com função bastante dramática. Essa é a resposta à declaração esnobe de Jason Reitman ao SOS Hollywood sobre “quem quer ver uma lágrima em 3D?”. Novamente, o 3D se apresenta como linguagem e garante aquele conhecido mergulho num novo mundo. É o público seguindo o Coelho Branco e despencando buraco abaixo durante sua visita ao País das Maravilhas.</p>
<p>O 3D de Alice no País das Maravilhas serve à profundidade, à perspectiva e também ao senso de realidade da história, seja na fumaça da Lagarta, na Tea Party ou na integração entre Alice e todos os demais personagens. Por esse aspecto, Tim Burton nunca pode ser acusado de ter exagerado. Fez o certo, ousou em outros aspectos, mas manteve sua história e personagens no primeiro plano, enquanto objetos, árvores e backgrounds ficavam nos seus devidos lugares. </p>
<p>Como tudo no universo de Alice é passível de diversas opiniões, interpretações e mutante, as escolhas de Tim Burton em relação ao 3D seguem a norma, não imitando os filmes mais recentes como Avatar, ou tentando revolucionar e reinventar. Burton simplesmente usou uma ferramenta criada sob medida para histórias como essa ou <strong>O Mágico de Oz</strong>, por exemplo, para entreter o público. Ele testa os limites da imaginação, se é 3D ou não, pouco importa.</p>
<p>Dentro da cinematografia de Tim Burton, Alice no País das Maravilhas não encontra paralelo, ou gênero. É tudo novo, até mesmo para ele. Comparar é tão Flinguntaken quanto uma boa Fragenlaken!</p>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
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		<title>Preparativos para o Oscar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 17:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Living La Vida]]></category>
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		<category><![CDATA[Academy Awards]]></category>
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		<description><![CDATA[
Domingo é dia de Academy Awards e isso significa transito, famosos e muita preparação da equipe de produção. Veja algumas fotos.
Quando a maior concentração de estrelas de cinema por metro cúbico acontecer na tarde de domingo, aqui em Los Angeles, uma estrutura imensa será colocada para funcionar. Em montagem desde a semana passada, o circo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/oscarprep2010.jpg" alt="" title="oscarprep2010" width="650" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-2414" /></p>
<blockquote><p>Domingo é dia de Academy Awards e isso significa transito, famosos e muita preparação da equipe de produção. Veja algumas fotos.</p></blockquote>
<p>Quando a maior concentração de estrelas de cinema por metro cúbico acontecer na tarde de domingo, aqui em Los Angeles, uma estrutura imensa será colocada para funcionar. Em montagem desde a semana passada, o circo do <strong>Oscar </strong>está praticamente pronto. O quarteirão do Teatro Chinês está interditado há dias e agora só faltam os últimos detalhes.</p>
<p>Vou ficar quietinho em casa e assistindo pela TV, mas passei por lá anteontem quando fui assistir a <strong>Alice no País das Maravilhas </strong>e pude ver a coisa toda, incluindo aquela estátua que fica no topo das escadarias, devidamente coberta por um plástico grosso e semi-transparente.</p>
<p>Aproveitando, amanhã é dia de falar sobre outra preparação: o tapete vermelho. O <strong>E! Entertainment Television</strong> vai reunir a imprensa para que <strong>Ryan Secrest</strong> e os demais hosts possam conversar sobre os planos para a gigantesca cobertura do canal. É um esforço gigantesco, assim como o investimento e o trabalho. Já parou para pensar na quantidade de entrevistas que aquele pessoal faz numa tarde só? Ok, as perguntas são fúteis, mas isso não diminui o esforço da equipe.</p>
<p>Confira algumas imagens do <a href="http://www.latimes.com/news/local/photography/la-ph-oscarprep-html,0,7361278.htmlstory">Los Angeles Times</a>.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/oscarprep2_2010.jpg" alt="" title="oscarprep2_2010" width="650" height="450" class="aligncenter size-full wp-image-2413" /><br />
Que estatueta, hein? Trabalha ae, filho!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/oscarprep1_2010.jpg" alt="" title="oscarprep1_2010" width="650" height="450" class="aligncenter size-full wp-image-2412" /><br />
Smurfs? Parentes do Darth Maul com enjôo? Não, participantes de um vídeo que será exibido na contagem regressiva do evento, no domingo.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/oscarprep3_2010.jpg" alt="" title="oscarprep3_2010" width="404" height="630" class="aligncenter size-full wp-image-2417" /><br />
E os turistas vão à loucura!</p>
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		<title>Escute a música tema de &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 23:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alice in Wonderland]]></category>
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A Amazon disponibilizou o tema de Alice no País das Maravilhas gratuitamente para clientes de diversos países, mas, pelo jeito, o Brasil não entrou na lista. Mas os leitores do SOS Hollywood tem certas vantagens! Confira!
Danny Elfman fez de novo. Depois de frustrar um pouco em &#8220;O Exterminador do Futuro: A Salvação&#8221;, voltou a mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2Urbm8rcGElRURzK2RhcytNYXJhdmlsaGFzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-80" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/alice_garden.jpg" alt="" title="alice_garden" width="650" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2372" /></a></p>
<blockquote><p>A Amazon disponibilizou o tema de <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> gratuitamente para clientes de diversos países, mas, pelo jeito, o Brasil não entrou na lista. Mas os leitores do SOS Hollywood tem certas vantagens! Confira!</p></blockquote>
<p><strong>Danny Elfman</strong> fez de novo. Depois de frustrar um pouco em &#8220;O Exterminador do Futuro: A Salvação&#8221;, voltou a mostrar seus dons com um de seus melhores clientes: Tim Burton, em <strong>Alice no País das Maravilhas</strong>. A trilha é sensacional e para alavancar as vendas de ingressos da estréia que acontece na próxima sexta-feira, nos Estados Unidos, a Amazon liberou o tema da personagem Alice.</p>
<p>Entretanto, o download só pode ser feito por computadores dos Estados Unidos e outros países selecionados. Menos o Brasil é claro. Mas não tema, com o SOS não há problema! É só clicar no Player abaixo para escutar &#8220;Alice&#8217;s Theme&#8221;.</p>
<p></p>
<p> <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote></blockquote>
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		<title>SOS Participando do MundoRod Podcast</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 22:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[MundoRod]]></category>
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MundoRod Podcast comenta Kevin Smith, gordices e os gordos fazendo gordices nas convenções norte-americanas!
Em mais uma participação em podcasts, fui convidado do MundoRod Podcast, editado pelo profissional dos quadrinhos Rod Reis, para comentar o famoso episódio da expulsão de Kevin Smith do vôo da Southwest Airlines &#8220;por ser gordo demais&#8221;. Além de falar sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mundrod.jpg" alt="" title="mundrod" width="236" height="236" class="alignleft size-full wp-image-2400" /></p>
<blockquote><p>MundoRod Podcast comenta <strong>Kevin Smith</strong>, gordices e os gordos fazendo gordices nas convenções norte-americanas!</p></blockquote>
<p>Em mais uma participação em podcasts, fui convidado do <strong><a href="http://www.rodreis.com">MundoRod</a> Podcast</strong>, editado pelo profissional dos quadrinhos <strong>Rod Reis</strong>, para comentar o famoso episódio da expulsão de <strong>Kevin Smith</strong> do vôo da Southwest Airlines &#8220;por ser gordo demais&#8221;. Além de falar sobre a repercussão da mídia, outros exemplos de problemas enfrentados por pessoas com peso acima da média &#8211; contando com a participação expert de <strong>Eduardo Salles</strong>, do <a href="http://www.papodegordo.com.br">Papo de Gordo</a> -, falamos sobre alguns hábitos ruins criados pela atual geração de nerds balofos dos Estados Unidos, mas também as coisas legais que muitos deles fazem para não se transformarem em Jabba the Hutt!</p>
<p><strong><a href="http://rodreis.com/2010/02/27/mundo-rod-podcast-episodio-22-–-irmao-urso/">Clique aqui para conferir a conversa</a>.</strong></p>
<p>Agradeço ao Rod pelo convite e pela presença sempre contextualizada e amiga de Dudu Salles. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>[Trailer] O Livro de Eli</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 17:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
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		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[The Book of Eli]]></category>

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		<description><![CDATA[
Num futuro pós-apocaliptico, algumas pessoas lutam por sobrevivência, outras lutam por poder. O Livro de Eli (The Book of Eli) trata justamente disso, onde o personagem vivido por Gary Oldman quer obter mais poder ao possuir o livro protegido pelo personagem de Denzel Washington. E no meio do caminho encontramos também Mila Kunis, que ajudará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RGVuemVsK1dhc2hpbmd0b25fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-64" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/the-book-of-eli-movie-image-denzel-washington-1.jpg" alt="The Book of Eli" title="The Book of Eli" width="490" height="461" class="aligncenter size-full wp-image-2382" /></a></p>
<p>Num futuro pós-apocaliptico, algumas pessoas lutam por sobrevivência, outras lutam por poder. <em>O Livro de Eli</em> (<strong>The Book of Eli</strong>) trata justamente disso, onde o personagem vivido por Gary Oldman quer obter mais poder ao possuir o livro protegido pelo personagem de Denzel Washington. E no meio do caminho encontramos também Mila Kunis, que ajudará nosso heróis a proteger o livro, custe o que custar.</p>
<p>A estréia do filme no Brasil será em 19 de março. Veja o trailer para conferir o filme!</p>
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8O4ZjgjzTS8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/8O4ZjgjzTS8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>Depp e Burton reinventam Lewis Carroll</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 20:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Alice in Wonderland]]></category>
		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Chapeleiro Maluco]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Wonderland]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Hatter]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>

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Tim Burton seguiu o Coelho Branco e encontrou Johnny Depp esperando do outro lado! É Alice no País das Maravilhas chamando a atenção de pessoas do mundo inteiro. 
Fábio M. Barreto,
de Los Angeles e San Diego
Quando Alice decidiu seguir o Coelho Branco buraco abaixo, em 1865, a literatura mundial ganhou um de seus maiores clássicos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2Urbm8rcGElRURzK2RhcytNYXJhdmlsaGFzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-80" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Alice.jpg" alt="" title="Alice" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2371" /></a></p>
<blockquote><p>
Tim Burton seguiu o Coelho Branco e encontrou Johnny Depp esperando do outro lado! É Alice no País das Maravilhas chamando a atenção de pessoas do mundo inteiro. </p></blockquote>
<p>Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles e San Diego</p>
<p>Quando Alice decidiu seguir o Coelho Branco buraco abaixo, em 1865, a literatura mundial ganhou um de seus maiores clássicos. Dois séculos mais tarde, <strong>Tim Burton</strong>, uma das mentes mais perturbadas e alucinadas de Hollywood embarca na mesma jornada para recriar <strong>Alice no País das Maravilhas</strong>. Apostando pesado na mistura de tecnologias de filmagem – 3D, Imax, animação e película – Burton conta com seu mais proeminente aliado: Johnny Depp. Ele é o Chapeleiro Maluco, o homem das charadas sem resposta, o maior de todos os excêntricos, um personagem escrito sob medida para o estilo extremo e brilhante de Depp. <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> estréia na próxima sexta-feira, mas <strong><a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a></strong>/<strong>SOS Hollywood</strong>* conversou com a dupla e leva você para a primeira visita à toca do coelho. Prepare seu chá e torrões de açúcar!</p>
<p><strong>Alice no País das Maravilhas </strong>marca mais uma dobradinha entre Tim Burton e Johnny Depp [<strong>Edward Mãos de Tesoura</strong>, <strong>Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet</strong>, <strong>A Fantástica Fábrica de Chocolates</strong> e tantos outros] e que deve continuar nos próximos anos. Burton vai dirigir <strong>Dark Shadows</strong>, cujos direitos pertencem a Depp, estrela natural para essa adaptação de uma novela gótica exibida em 1966, pela ABC. Depp será o vampiro Barnabas Collins. Mas que fruto de um estilo cinematográfico similar, essa proximidade apóia-se numa visão peculiar e alinhada do mundo a sua volta. “Quando começamos a falar sobre o Chapeleiro Maluco, fiz alguns rascunhos e mostrei ao Tim”, comentou Johnny Depp, bem-vestido com um colete listrado sobre uma camisa branca. “Ele tinha feito o mesmo. Bem, preciso dizer que os desenhos eram muito parecidos? (risos)”. </p>
<p>Para Depp, a relação com Burton é algo “que existe, mas não é declarado; uma conexão em termos de compreensão e linguagem própria”. Mas é no lado profissional que as boas piadas surgem: “O melhor de tudo é que ele me empregou umas sete vezes. Estou doido pela oitava e pela nona (gargalhadas). Uma vez estávamos conversando, aí um sujeito ouviu o papo todo e veio falar comigo: ‘não entendi absolutamente nada da conversa, qual era o assunto?’ Não tenho certeza se eu sabia também (risos)”.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/madhatter.jpg" alt="" title="madhatter" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2374" /></p>
<p>Atualmente morando na França, Depp recebeu Sci-Fi News em Los Angeles, perto do lançamento de Inimigos Públicos [drama de época dirigido por Michael Mann; <a href="http://www.soshollywood.com.br/inimigos-publicos/">leia crítica aqui</a>]. Oportunidade rara. Depp fala pouco com a imprensa. Simpatia e bom-humor marcaram o encontro, que também foi pontuado pelo comportamento agressivo e exibido de parte dos jornalistas presentes. Tudo terminou com uma batalha por fotos ao lado do ator; alguns chegando a agarrar Depp. Constrangedor. É o poder da celebridade mesmo entre quem convive com astros. Só Depp faz isso ultimamente.</p>
<p>E isso é marcante na vida pessoal do ator. “Gostaria tanto de poder andar incógnito pela Disneylândia com meus filhos; não posso dar essa experiência a eles, pois sabem que quando papai resolve passear em público – especialmente num lugar como a Disney – as coisas ficam esquisitas e fora de controle muito rápido (gargalhadas); gostaria que eles pudessem viver essas coisas comigo”, comenta Depp, indicado ao Oscar por Jack Sparrow, da cinessérie Piratas do Caribe.  </p>
<p>Porém, todas as atenções se voltam para um personagem intrigante e de visual único: <strong>Chapeleiro Maluco</strong>. Johnny Depp assumiu a tarefa de recriar um clássico. Fez isso recentemente com Sweeney Todd, ao lado de Tim Burton, mas o barbeiro parece um sujeito normal, se comparado ao novo Chapeleiro. Pele branca, maquiagem pesada, chapéu digno do Visconde de Sabugosa, comportamento errático e um papel aparentemente maior do que versão literária marcam o personagem. </p>
<p>Mais que o roteiro, o conteúdo original de Lewis Carroll serviu como guia para Depp. E material não falta. “Muita gente estudou Alice à exaustão, eu gosto dos pequenos mistérios, de algumas pistas que o livro dá; isso me fascina, então foi esse rumo que tomei para entender o Chapeleiro Maluco”, comenta. “O que mais me intrigou é o fato dele investigar ‘coisas que começam com a letra M’. Pirei com isso e depois de alguma pesquisa sobre chapeleiros históricos, notei coisas em comum entre eles e, claro, encontrei a frase ‘as mad as a hatter’[tão louco quanto um chapeleiro, expressão anterior a Carroll]. Descobri que uma das razões para isso era envenenamento por mercúrio [presente na cola utilizada na confecção dos chapéus]. Imagine a minha cara quando descobri a razão desse M; é por isso que eles ficavam pineis (risos)”.</p>
<p>Além da composição psicológica e psicotrópica do Chapeleiro, Depp também visualizou sua próxima criação esquisita. Foi dele a idéia de inserir muitas cores e brilho, para depois tirar a saturação. “Johnny busca bases sólidas para tudo que faz; procura coisas que te façam sentir e vai além do sujeito simplesmente doido”, explica Tim Burton a esse correspondente em meio ao caos da Comic-Con, em San Diego. “A maioria das versões mostra o Chapeleiro como um sujeito de uma nota só, invariavelmente maluco; Johnny fugiu disso. Há um lado humano mais forte nessa versão; aliás, é isso que ele sempre faz com seus personagens, vejo muito mais seu estilo nisso do que no visual.”</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/coelho-branco.jpg" alt="" title="coelho branco" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2373" /></p>
<p>Nem seqüência imediata, nem adaptação direta; nem conto de fadas, nem história de terror. <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> é um pouco de tudo para Tim Burton: “nunca vi um filme que realmente gostasse, então resolvi fazer minha versão; faltava ligação emocional com as outras versões. Alice é uma história contínua, não uma simples série de eventos, ou seja, ela não é apenas uma garotinha que fica pulando de cenário maluco para cenário maluco. Há um propósito ali”. Assim como é inevitável não buscar propósito no visual constante da persona de Burton. Usando óculos escuros, com blazer preto, cabelo bagunçado e barba por fazer, parece que minutos separam um encontro recente com o diretor com uma conversa no ano antes. O tempo funciona de forma diferente naquela cabeça criativa&#8230; ou seria louca?</p>
<p>Curioso, porém, notar a semelhança do argumento de Burton com o da minissérie <strong><a href="http://www.syfy.com/alice/">Alice</a></strong>, recentemente exibida pelo SyFy Channel: anos depois, Alice precisa retornar ao País das Maravilhas, lugar comandado pela tirania da Rainha de Copas. Muitas cabeças foram cortadas ali e a insanidade reina absoluta.</p>
<p>Loucura parece ser um elemento constante nessa obra, mas em meio ao caos existe certa ordem. Ou razão. Seja ela a manipulação visual obtida com filmagens em 3D, IMax e animação computadorizada, seja ela transferência emocional que cada espectador pode projetar na história. “Cada indivíduo é esquisito nessa história, mas essa esquisitice é relacionável, afinal, todo mundo passa por algo parecido na vida; até que colocamos a cabeça no lugar (risos)”, brinca Burton, que leu <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> quanto tinha cerca de 10 anos de idade.</p>
<p>Embora a história de Alice seja repleta de camadas, subleituras e trocadilhos, há limites até mesmo para Tim Burton. Um deles é o relacionamento entre o Chapeleiro Maluco e Alice. “Não há nada de sexual ali, ela é uma garotinha!”, em versões anteriores um romance ficou implícito entre os personagens o que, por conseqüência, sugeriria algo além no relacionamento entre Lewis Carroll e Alice Liddell [e suas irmãs], para quem ele inventou a história verbalmente e, mais tarde, escreveria o livro.  </p>
<p>Burton tem bastante certeza do que precisa visualmente, ou pelo menos aparenta. Diferente de Robert Zemeckis e sua constante busca pela perfeição virtual, ele filmou tudo misturando 3D e filme tradicional, mas evitou a captura de imagem. “Não gosto dessa ferramenta. Preferi mergulhar na animação pura e complementar com live action; essa mistura faz de Alice no País nas Maravilhas algo novo”, explica Burton. “Essa mistura faz de Alice algo novo, mas como ainda não terminei de descobrir tudo que vai fazer parte dessa novidade (risos), não sei ao certo onde vamos parar; enfim, não gosto da idéia de encher um ator com pontinhos verdes, mas isso não significa que captura seja algo inútil. Cada mídia tem sua utilidade dependendo do objetivo do projeto. Não funciona pra mim”. </p>
<p>Essa é uma das maiores expectativas em torno da obra, afinal, como integrar personagens virtuais como o Coelho Branco, pessoas “normais” como Alice e o Chapeleiro Maluco, e elementos mesclados como a Rainha de Copas e suas cartas. “Helena [Bonhan Carter, esposa do diretor] tem um cabeção, então caiu como uma luva”, brinca Burton. Helena faz as vezes da Rainha Louca. E tem mesmo um cabeção! A personagem, não a atriz. O próprio roteiro faz jus ao conceito de misturar elementos, pois vai assimilar trechos, personagens e acontecimentos de todo o universo que compõe Alice. “Não posso falar que vou utilizar tudo do Jabberwock, por exemplo; é importante salientar que nada acontecerá de forma linear ou exatamente como descrita no livro”, alerta.</p>
<p>Ainda é cedo para especular se o resultado será tão fantástico como imaginado ou descrito por Depp e Burton. As prévias parecem promissoras, mas de uma coisa podemos ter certeza: <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> será uma mistura completa e ensandecida entre contos de fadas e histórias de terror: “é isso que faz desse gênero algo tão atemporal, não é? Misturar fantasia e medo”, define Burton. </p>
<p>Em 5 de março é melhor não se atrasar para um compromisso muito importante!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/alice_garden.jpg" alt="" title="alice_garden" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2372" /></p>
<p>*Matéria originalmente publicada na revista Sci-Fi News, ed. 138, 2009.</p>
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		<title>[Trailer] Zona Verde</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Soares Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Green Zone]]></category>
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		<category><![CDATA[Paul Greengrass]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Verde]]></category>

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O novo longa-metragem de Paul Greengrass (O Ultimato Bourne) mostra um oficial do exército norte-americano (interpretado por Matt Damon) contrariando suas ordens e iniciando uma busca frenética pela verdade sobre a existência das armas de destruição em massa, em Bagdá, no início da última guerra. É um thriller de tirar o fôlego. Nota 8. Elenco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/greenzone.jpg" alt="" title="greenzone" width="450" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-2367" /></p>
<p>O novo longa-metragem de <strong>Paul Greengrass</strong> (O Ultimato Bourne) mostra um oficial do exército norte-americano (interpretado por <strong>Matt Damon</strong>) contrariando suas ordens e iniciando uma busca frenética pela verdade sobre a existência das armas de destruição em massa, em Bagdá, no início da última guerra. É um thriller de tirar o fôlego. Nota 8. Elenco conta ainda com Jason Isaacs e Greg Kinear.</p>
<p>No Brasil, o filme estréia dia <strong>16 de abril</strong>.</p>
<p><center><object width="450" height="314"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/15445"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/15445" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="450" height="314"></embed></object></center></p>
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		<title>[Literatura] As Memórias de uma Remington</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Remington]]></category>

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		<description><![CDATA[
A noite fresca avança sem pressa.
A luz fraca ilumina a sala de leitura. Sombras estáticas compõem o cenário marcado pelos móveis escuros, de madeira maciça e estofado de couro lustroso. Não venta e apenas algumas folhas da árvore perto da grande janela se movem quando a brisa passa.
O som da velha Remington ecoa pelo ambiente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2008/10/remingtonnoiseless7.jpg" alt="" title="remingtonnoiseless7" width="818" height="716" class="aligncenter size-full wp-image-2080" /></p>
<p>A noite fresca avança sem pressa.</p>
<p>A luz fraca ilumina a sala de leitura. Sombras estáticas compõem o cenário marcado pelos móveis escuros, de madeira maciça e estofado de couro lustroso. Não venta e apenas algumas folhas da árvore perto da grande janela se movem quando a brisa passa.</p>
<p>O som da velha Remington ecoa pelo ambiente, lutando contra o silêncio e a calma tão comuns àquele lugar. Toc. Toc. Toc. Toc. Uma palavra. Toc. Toc. Toc. Mais uma. E as folhas de sulfite ganham nova forma, tatuadas ao bel- prazer dos caracteres de chumbo. A batida é forte, a fita de duas cores com a camada preta já gasta sobe, o papel cumpre sua função. Toc. Toc. To&#8230;</p>
<p>O pensamento é interrompido. Você dorme no divã ao lado. Penso em seus sonhos, como foi seu dia, se gostou do jantar que preparei. A boca entreaberta permite que palavras não ditas ganhem o ar. Seus lábios se movem, mas sem som. Algo importante acontece em seus devaneios.</p>
<p>Toc. Toc. Toc. Tic. Toc. Toc. A datilografia continua. A caneca de chocolate quente com licor irlandês e biscoitos espalham seu aroma adocicado e reconfortante no canto onde está a escrivaninha. Cada uma de suas gavetinhas contém uma história, uma função, um momento em que elas deixaram de ser peças inanimadas para inspirar algumas daquelas letras. Toc. Toc. Uma interrupção. Como descrever a maçaneta daquela porta tão importante na trama? Os dedos tamborilam e os olhos deslizam pelo cenário e fixam-se no pequeno puxador da gaveta no topo direito superior. O puxador parece aumentar, ganha proporções de gente grande, ali não existe mais uma gaveta. Agora é uma porta e ela leva à solução da história. Seus detalhes deixam a simples realidade de um pedaço de mobília para ganhar a eternidade. Toc. Toc.</p>
<p>O papel cumpre sua função. As últimas batidas de algo que começou há anos. Milhares de páginas tatuadas pela eternidade. Borrões em algumas delas, outro grande número de folhas amassadas no cesto de lixo. Não há espaço para erro ou desleixo. Toc. Tic. Toc. Toc. Toc. Os dedos estão cansados. Você continua dormindo.</p>
<p>Uma das bonequinhas se move na grande poltrona almofadada. Ninguém percebe. Ela se move novamente e, em instantes, um cachorro de pelúcia se junta a ela. Ambos olham para você. Seus olhos de acrílico eternamente fixos contemplam seu sonho, pensativos, profundos, imutáveis. Eles devem ter trocado confidências sobre o que viam, coisa de bichos de pelúcia, os melhores companheiros. Sempre dispostos, sempre presentes. Para rir e se molhar, voar pelo ar ou perder um braço – ou uma asa, no caso das fadas – sempre que necessário. Mas sem nunca reclamar. O som da máquina de escrever fica mais leve. Tec. Tec. Tic. Tec&#8230;</p>
<p>Um gole de chocolate quente anima o espírito. Uma recompensa merecida. Falta um parágrafo. O gosto do licor provoca lembranças boêmias, das noites sem dormir – sempre escrevendo – e dos poemas imaginados durante as perambulações na vila. Lembranças. Muito tempo atrás. Antes de você. Antes do peixe-palhaço que, agora, compartilhava a poltrona com o pug maltrapilho, a bonequinha e uma caixa misteriosa. Perplexidade. Por alguma razão, o relógio entra no campo de visão. É madrugada. O olhar se volta para você.</p>
<p>Você ainda dorme.</p>
<p>Os dedos deslizam pelas teclas da Remington com leveza e deleite. A pilha de páginas ao lado ganha a importância de um troféu. Um grande prêmio, como se todas aquelas folhas fossem uma preparação para aquelas últimas linhas. Tec. Tec. Tic. Tec&#8230; enfim, a conclusão. “Ele tomou a decisão que mudaria o mundo”. Toc. Ponto Final.<br />
Girar o controle de pressão da folha para retirá-la da máquina foi instintivo. Era a última. A página suspensa em frente aos olhos, como a um filho recém-nascido. Um respiro profundo valoriza o momento. A cadeira de couro marrom rodopia na sua direção para apresentar o rebento, mesmo que de forma silenciosa. O movimento chamou a atenção para a poltrona com seus ocupantes misteriosos. vazia. Como se nada tivesse acontecido. Um sonho acordado talvez? O giro se completou.</p>
<p>Você ainda dorme, mas não está mais sozinha. O cachorro, o peixe, a fada, um par de sapatos, uma boneca gigante e a tal caixa misteriosa ficam ao seu redor. Um cenário improvável. Licor demais? Sono atrasado? Devâneio provocado pela felicidade do momento? E foi quando ela apareceu.</p>
<p>A pequenina surge em meio aos brinquedos passeadores. Ela a idolatra, contempla e falava baixo com seus amigos inanimados sem ligar para o horário ou para a escuridão. Olha para mim. Seu sorriso angelical cruza a sala. Eu sei o que vai acontecer. Você não.</p>
<p>“MAMÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEE!”</p>
<p>A noite é uma criança.</p>
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		<title>[Literatura] A Verdadeira Luta</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 14:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[
O dia mal terminou e já perdi a conta de quantas vidas tirei.
O negrume da noite começa a ocupar todos os espaços ao meu redor e a adrenalina dá os primeiros sinais de enfraquecimento em meu corpo. Nunca imaginei que esse dia chegaria, especialmente depois de tanta matança, mas aqui estou. E, finalmente, algo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/crusada2-1023x433.jpg" alt="" title="crusada2" width="650" height="350" class="alignleft size-large wp-image-1988" /></p>
<p>O dia mal terminou e já perdi a conta de quantas vidas tirei.</p>
<p>O negrume da noite começa a ocupar todos os espaços ao meu redor e a adrenalina dá os primeiros sinais de enfraquecimento em meu corpo. Nunca imaginei que esse dia chegaria, especialmente depois de tanta matança, mas aqui estou. E, finalmente, algo de estranho bate á minha porta. Não é medo.</p>
<p>Antes fosse.</p>
<p>Mesmo que pudesse fugir, lugar nenhum afastaria meus pensamentos. E o cansaço é muito grande. Sento e olho para o horizonte. Aos poucos, os resquícios de luz desaparecem, algumas estrelas ganham força e a lua reina soberana. Uma noite sem nuvens.</p>
<p>Sem vento.</p>
<p>Estranho.</p>
<p>Descansar é a única opção. A dica para que mente assumir o controle com suas ligações sinápticas velozes, impossíveis de serem traduzidas ou transmitidas, tão rápidas que fica difícil diferenciar pergunta de resposta, referência de imaginação, passado do futuro, real do sonho.</p>
<p>Quem lê Lovecraft sabe do que estou falando. Aliás, é a referência mais próxima que pode explicar toda essa loucura. Informação demais. Demais.</p>
<p>Quando percebo, estou olhando fixamente para algum povo distante e os pensamentos aumentam o volume. Meu corpo só fica quieto, relaxando, recuperando as forças. Os olhos ardem um pouco. A única parte em movimento é o do braço que leva o copo d’água aos lábios. Ele também enche o copo vazio. Os dez litros do galão devem ser suficientes. Foi o único pensamento material no meio de tudo aquilo.</p>
<p>Morte. Onde tudo começou.</p>
<p>Foi inevitável não pensar em Cervantes e seu Dom Quixote vagando pela vastidão da Espanha. Sol na cabeça. Armadura pesada. Algum dinheiro e um escudeiro gordo. Dava para sentir o calor e o cansaço no lombo do cavalo. O que ele pensava quando não praguejava algo para Sancho Pança ou quando o tédio tomava conta dos viajantes?</p>
<p>Duvido que tenha sido a idade que o tenha feito enfrentar os moinhos gigantescos. O Sol talvez. Mas os caminhos da mente o levaram àquele embate histórico antes mesmo dele acontecer. Ele deve ter imaginado dezenas de perigos que ele enfrentaria, incontáveis donzelas que precisariam de resgate e tantas situações que requisitassem seus dons cavalheirescos. E a reação para cada um desses cenários era previamente ensaiada, revisada, imaginada, vislumbrada à exaustão. Até mesmo sonhos, quem sabe.</p>
<p>Na primeira chance. Boom! Gigantes! Carga, Sancho! Infelizmente, nunca saberemos que outros desafios poderiam ter surgido à frente do intrépido e galante guerreiro espanhol. Eternamente guardados em seus sonhos.</p>
<p>Mente inquieta.</p>
<p>Sonhos. Devaneios. Mensagens dos deuses. Provações. Ulisses e sua jornada.</p>
<p>Muito além do homem contra os deuses, existia o homem contra ele mesmo. O medo da morte em meio à tempestade. Desconhecido. Surpreendente. Algo assustador como um gigantesco Caliban pronto para abocanhar os temerários.</p>
<p>Em meio a isso, havia o homem que deveria guiar e encontrar soluções. Ele as buscava na solidão dos pensamentos. Confusos. Impróprios. Incertos. Algo precisava fazer sentido. Uma nuvem com formato familiar, o som das ondas, o ruído do vento.</p>
<p>Um verdadeiro campo de batalha interior. Mental. Era preciso encontrar armas. E lutar.</p>
<p>Eles lutaram.</p>
<p>Eu lutei. E luto. Agora sem nenhum inimigo à espreita.</p>
<p>Assim espero.</p>
<p>Alguns minutos se passam e relembro de pessoas. Lugares. Reações. Feições.</p>
<p>E dos julgamentos. Hipocrisia. Ostentação. Falsidade.</p>
<p>Espelhos? Medos? Um pouco de tudo?</p>
<p>A mente usa sua principal arma e sou inundado por mentiras. De todos os tipos.</p>
<p>Contei algumas. Ouvi outras. Ainda ouço o eco das piores. Imagino o que vem por ai. Algumas se tornam realidade. Tem acontecido ao longo dos anos. Deixam de ser mentiras possíveis, se transformam em realidades terríveis. Muita dor.</p>
<p>Um rosto conhecido. Deveria trazer afeto. Conforto.</p>
<p>Abre a porta para o Mal. Ódio. Ressentimento. Decepção.</p>
<p>Os sonhos voltam como uma montagem de flashback de um filme dos anos 80. Com direito a trilha sonora brega e atuações canastronas. Nem meu sonho teve orçamento suficiente para contratar Harrison Ford para interpretar o papel principal. Esse sempre sou eu.</p>
<p>Continuo a contemplar a noite. Agora um pouco fria.</p>
<p>O foco agora está no que eu fiz. Nem lembrar dos heróis antigos ajuda. Surgem apenas nomes. Batalhas grandiosas. Tudo parece não ter ligação. Conexão. Desconexão. Internet. Maravilhas modernas. Horrores de hoje e de amanhã.</p>
<p>Volto ao campo de batalha de pouco tempo atrás. Os sons retornam com força total. Surround imaginário. Home Theater mental com dublagem em inglês, português e élfico. Busco o conselho do velho cinzento, mas o imagino sentado num canto, balbuciando sozinho. Meio ranzinza. Preocupado.</p>
<p>Sinto os lábios secos. A boca fica um pouco tensa. Mais um belo gole. Água. Nada de cerveja ou hidromel. Nada de hobbits dançantes. Nada de magia ou solução sobrenatural para o problema. Aquelas mortes foram culpa minha, não adianta pedir ajuda.</p>
<p>Não desse tipo.</p>
<p>Penso em sangue. O olhar desvia para minhas mãos.</p>
<p>Limpas. Bem cuidadas. Ágeis.</p>
<p>As roupas também estão intactas.</p>
<p>O sangue mancha a sensibilidade. Sensibilidade insensível.</p>
<p>Matei sem pensar. Duas vezes. Parei para pensar em como fazer. Analisei cada passo. Tudo uma questão de escolha.</p>
<p>Algumas vezes apenas reagi instintivamente. Ação. Reação. Morte no final.</p>
<p>Quem está certo é o médico palhaço. Melhorar a vida é a meta. Salvar a Humanidade. Mas é preciso salvar a si mesmo antes. Tarefa difícil com tantas mentiras. Bem-vindo à caça às bruxas. Preconceitos. Nem laços de família conseguem te salvar do círculo de maldades e egoísmo.</p>
<p>A mente procura razões para a guerra. Motivos surgem. Nenhum é aceito. Nada parece plausível. Começo a lembrar das mortes. Silenciosas. Barulhentas. De todos os tipos. Meu arco descansa ao meu lado. Um lembrete. Foco pode ser a solução.</p>
<p>Procuro pela solução. Não pelo problema. Mas ele continua a surgir, cada vez mais incômodo. E a sensação estranha aumenta.</p>
<p>O relógio apita. Uma hora passou.</p>
<p>A noite continua sem vento. A escuridão reina suprema.</p>
<p>Pela janela vejo a uma luz. Não quero olhar. Preciso encontrar a saída antes da nova batalha. Ou melhor, não quero mais lutar aquela guerra. Exército de um homem só. Engenheiros. Beatles. Nada mais faz sentido.</p>
<p>Começo a imaginar que a resposta está em outro lugar. Talvez encontrar algum aliado? Aquele personagem fundamental de uma partida de RPG que você ainda não encontrou, então não pode avançar?</p>
<p>Pode ser. Continuo a enfrentar tudo de peito aberto. Coragem não falta. Assim como o sangue frio não me impede de matar sem remorso.</p>
<p>A luz da janela pisca e chama minha atenção.</p>
<p>O galão de água está praticamente seco.</p>
<p>A sensação ruim volta com força absurda. A decepção se torna completa.</p>
<p>Ficar sem ação é o que me resta. Todo o esforço se esvai. Só uma razão resta para não desistir. E ter esperança.</p>
<p>Enquanto isso, não resisto. O corpo se levanta e vai em direção da luz.</p>
<p>A tela do computador brilha irresistível.</p>
<p>Os soldados estão prontos. Os adversários o aguardam. Continuar?</p>
<p>Yes.</p>
<p>Pelo menos, por enquanto.</p>
<p>==<br />
por Fábio M. Barreto</p>
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		<title>J.J. Abrams: Star Trek II pode ser 3D</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 18:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3D]]></category>
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		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornada nas Estrelas]]></category>
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		<description><![CDATA[
J.J. Abrams fala sobre as possibilidades do uso do 3D no próximo Star Trek.
Pouco antes de Avatar chegar aos cinemas, entrevistei o diretor J.J. Abrams e um dos assuntos mais interessantes do bate-papo tem grande interesse para os trekkers. Além demonstrar mais respeito ainda e zelo por seu filme &#8211; Star Trek -, Abrams explica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RhcitUcmVrXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-52" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/jj_abrams_cast-1024x523.jpg" alt="" title="20090407GG018_Star_Trek_XI_" width="650" height="350" class="aligncenter size-large wp-image-2315" /></a></p>
<blockquote><p>J.J. Abrams fala sobre as possibilidades do uso do 3D no próximo Star Trek.</p></blockquote>
<p>Pouco antes de <strong>Avatar </strong>chegar aos cinemas, entrevistei o diretor J.J. Abrams e um dos assuntos mais interessantes do bate-papo tem grande interesse para os trekkers. Além demonstrar mais respeito ainda e zelo por seu filme &#8211; <strong>Star Trek</strong> -, Abrams explica as razões que o impediram de filmar em 3D logo de cara: </p>
<p>&#8220;A Paramount queria fazer o primeiro em 3D, mas como era meu segundo filme, fiquei com medo só por causa do tamanho e complexidade. Seria dor de cabeça demais, e tive receio de que, em vez de fazer um bom filme 2D, poderia terminar com um péssimo filme em 3D (risos). Agora estou mais confortável para pensar nisso. Muito vai depender do que eu ver em <strong>Avatar</strong>. Estou aberto a essa possibilidade.&#8221;</p>
<p>Se uma das condições era o desempenho de James Cameron, com o sucesso inegável de <strong>Avatar </strong>- tanto técnico quanto em bilheteria &#8211; pode ser que Capitão Kirk, Spock e os demais tripulantes da Enterprise rompam mais uma barreira da franquia ao realizar a primeira aventura em 3D. É o novo <strong>Star Trek</strong>, indo onde nenhum filme da série jamais esteve&#8230; em todos os aspectos.</p>
<p>O DVD e o Blu-Ray de <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RhcitUcmVrXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-52" class="bbli">Star Trek<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> já estão nas lojas brasileiras desde ontem. Corra e compre o seu!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/usskelvin.jpg" alt="" title="usskelvin" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2322" /></p>
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		<title>Momento Nostalgia: O Pássaro Azul</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/o-passaro-azul/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Clássicos]]></category>
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		<category><![CDATA[O Pássaro Azul]]></category>
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Continuando nossa série de filmes clássicos da Sessão da Tarde, que começou aqui, falarei do nome máximo de todos os tempos: O Pássaro Azul, para a geraçào pré-Curtindo a Vida a Doidado, claro!
Acreditem ou não, esse filme é estrelado por Shirley Temple, a eterna estrela-mirim de Hollywood. O longa-metragem dirigido pelo fantástico Walter Lang (do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2008/02/blue-bird.jpg" alt="" title="blue bird" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-1860" /></p>
<p>Continuando nossa série de filmes clássicos da <strong>Sessão da Tarde</strong>, que começou <a href="http://soshollywood.wordpress.com/2008/02/14/momento-nostalgia-a-fortaleza/"><strong>aqui</strong></a>, falarei do nome máximo de todos os tempos: <strong>O Pássaro Azul</strong>, para a geraçào pré-<em>Curtindo a Vida a Doidado</em>, claro!</p>
<p>Acreditem ou não, esse filme é estrelado por Shirley Temple, a eterna estrela-mirim de Hollywood. O longa-metragem dirigido pelo fantástico Walter Lang (do oscarizado <em>O Rei e Eu</em>, com Iul Brynner) e trilha sonora de Alfred Newman (<em>Aeroporto</em>, vencedor do Oscar por <em>O Rei e Eu</em>, entre tantos outros), estreou em 1940 e contava a história dos irmãos Mytyl e Tytyl. Eles moram numa cidade européia perto de uma grande floresta e sofrem por estarem sozinhas, pois seu pai foi recrutado para combater as forças de Napoleão, que assolavam o continente.</p>
<p>Inspirado na peça homônima de Maurice Maeterlinck &#8211; bem interessante, aliás -, o filme mostra como Mytyl e Tytyl precisam recuperar <strong>O Pássaro Azul</strong>, capaz de trazer felicidade e alegria às pessoas. Porém, sua tarefa é difícil, já que precisam viajar no tempo e nas dimensões para encontrar o passarinho. Para ajudá-los, sua gata &#8211; totalmente esnobe e indiferente aos problemas que os afetam &#8211; e seu cachorro &#8211; subserviente, leal e preocupado ao extremo com a segurança das crianças &#8211; são transformados em humanos e todos participam da jornada. A viagem é assustadora, com poucos momentos de felicidade descarada. é uma verdadeira jornada de amadurecimento que chegou cedo demais para duas crianças. Entre as passagens da viagem, há a memorável visita ao local onde &#8220;as crianças ficam antes de nascer&#8221;. Ali eles conhecem a genialidade, a fraternidade e, claro, o amor das jovens almas prestes a serem separadas mais uma vez pelo inevitável nascimento.</p>
<p>Shirley Temple usa todo o seu charme e doçu&#8230; não, maldade para tentar entender essa viagem &#8220;tola&#8221; em busca de um pássaro. Foi a primeira vez que ela interpretou um papel não-angelical. O que a personagem não sabe, porém, é que tudo isso não passa de uma alegoria para o próprio drama da personagem que, por um certo egoísmo, deixa de ajudar um amigo doente. A partida do pai também afetou muito a &#8220;cabeça&#8221; dos pequenos irmãos, que perdem seu referencial de segurança.</p>
<p>O filme foi a resposta da Fox ao sucesso de <strong>O Mágico de Oz</strong>, da MGM, e, por uma série de fatores, foi um fracasso comercial retumbante. Quem levou a pior, porém, foi Shirley que, pela primeira vez, viu um filme seu não estourar na bilheteria. Duas razões: <strong>Segunda Guerra </strong>batendo à porta da América e a escalação de Temple num <strong>papel &#8220;maldoso&#8221;</strong> não convenceu o público. Tudo culpa do produtor de Shirley, Darryl F. Zanuck, que achou que os filmes de fantasia infantil estavam em alta depois que Dorothy e Totó colocaram o Kansas no mapa. Tomou?</p>
<p>O filme só antecipava algumas das mazelas que crianças norte-americanas passariam nos anos seguintes, ao verem seus pais partirem para combater a ameaça do momento, Hitler. O que justifica um certo retorno financeiro na TV nos anos posteriores, mas aí já era tarde demais. Curiosamente, há outra ligação entre <strong>O Pássaro Azul</strong> e <strong>O Mágico de Oz</strong>: a atriz Gale Sondergaard, que interpreta a gata Tylette, havia sido escalada para fazer a Bruxa Má, porém, abriu mão do papel para ficar ao lado de Shirley Temple. Dançou!</p>
<p><strong>O Pássaro Azul</strong> é assumidamente infantil, cativou os brasileiros por anos na TV aberta até que foi para a grade do Telecine Classic. Não sei se ainda passa, mas essa versão do YouTube foi retirada de lá. Se você conhece, relembre. Se não conhece, tente travar contato com um tempo em que o cinema servia para contar histórias &#8211; tristes, como nesse caso -, mas belíssimas e inesquecíveis. Especialmente por sua simplicidade, até certo ponto ingênua, mas graciosa e marcante. Shirley que o diga. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O longa foi indicado a dois Oscar: Melhor Fotografia Colorida e Melhores Efeitos e Efeitos Especiais, que englobava também edição de som, na cerimônia de 1941.</p>
<p>O DVD de <strong>O Pássaro Azul</strong> está disponível em área 1 na <a href="http://www.amazon.com/Blue-Bird-Shirley-Temple/dp/B000LC4ZE4/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=dvd&amp;qid=1203402991&amp;sr=1-1"><strong>Amazon</strong></a>.</p>
<p>Algumas cenas para matar a saudade!</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6H2VMcdaF4w&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6H2VMcdaF4w&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n-tOd--lP8A&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/n-tOd--lP8A&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/idECVxNvmv8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/idECVxNvmv8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>[Trailer] Alice no País das Maravilhas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 16:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
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Um dos filmes mais esperados do ano, sem dúvida, é Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, no original). Uma adaptação de que conta o retorno de Alice ao país das maravilhas em uma espécie de continuação do clássico de Lewis Carroll, que também foi adaptado pela Disney em 1951. Desta vez, a aventura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QWxpY2Urbm8rUGElRURzK2RhcytNYXJhdmlsaGFzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-80" class="bbli"><img class="aligncenter size-full wp-image-2301" title="Alice no País das Maravilhas" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/alice.jpg" alt="Alice no País das Maravilhas" width="400" height="300" /></a></a></p>
<p>Um dos filmes mais esperados do ano, sem dúvida, é <strong>Alice no País das Maravilhas</strong> (Alice in Wonderland, no original). Uma adaptação de que conta o retorno de Alice ao país das maravilhas em uma espécie de continuação do clássico de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TGV3aXMrQ2Fycm9sbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-60" class="bbli">Lewis Carroll<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, que também foi adaptado pela Disney em 1951. Desta vez, a aventura acontece em diversos formatos com cópias em 3D, e 3D IMAX e conta com <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Sm9obm55K0RlcHBfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli">Johnny Depp<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter e Crispin Glover no elenco e com direção de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VGltK0J1cnRvbl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli">Tim Burton<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</p>
<p>A estréia mundial acontece em 5 de março de 2010.</p>
<p><center><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gCM4JiJ6B2I&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/gCM4JiJ6B2I&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>The Pacific: Ecos da Guerra</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Band of Brothers]]></category>
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		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tom Hanks e Steven Spielberg repetiram a dobradinha de Band of Brothers e agora miram seus olhares no Teatro do Pacífico, com a minissérie The Pacific, que estréia em março na HBO. Conferimos alguns episódios e uma prévia em primeira mão desse evento televisivo de 2010!
Por Fábio M. Barreto
de Los Angeles
Mundialmente, dois eventos marcaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFuZCtvZitCcm90aGVycyUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-72" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/the_pacific.jpg" alt="" title="the_pacific" width="570" height="320" class="aligncenter size-full wp-image-2230" /></a></a></p>
<blockquote><p>Tom Hanks e Steven Spielberg repetiram a dobradinha de <strong>Band of Brothers</strong> e agora miram seus olhares no Teatro do Pacífico, com a minissérie <strong>The Pacific</strong>, que estréia em março na HBO. Conferimos alguns episódios e uma prévia em primeira mão desse evento televisivo de 2010!</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto<br />
de Los Angeles</p>
<p>Mundialmente, dois eventos marcaram a Guerra do Pacífico, braço da Segunda Guerra Mundial basicamente disputado por Estados Unidos e o Império do Japão: o ataque surpresa a Pearl Harbor, em 7 de dezembro de 1942, e os ataques nucleares em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945. O restante dos acontecimentos perde força perante o romantismo e “relevância” do Teatro Europeu, ou seja, historicamente, Hitler é mais popular que Hirohito. Mais sangrenta e violenta que a guerra européia, a faceta do pacífico ficou conhecida como “a outra guerra” pelos norte-americanos e, em 2010, ganhará nova força de mídia com a estréia de <strong>The Pacific</strong>, minissérie de dez episódios produzida pela HBO e produzida por <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmVuK1NwaWVsYmVyZ18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-64" class="bbli">Steven Spielberg<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VG9tK0hhbmtzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-52" class="bbli">Tom Hanks<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. </p>
<p>Diversos filmes retrataram esse conflito [veja os destaques abaixo], mas, normalmente, tem suas temáticas focadas numa das grandes batalhas. Não é o caso de <strong>The Pacific</strong>, cujo objetivo é acompanhar a história do Primeiro Regimento de Fuzileiros Navais ao longo da Segunda Guerra Mundial, começando em Guadalcanal e acompanhando esses soldados até a cansativa volta para casa depois do final da guerra. No elenco principal estão James Badge Dale [terceira temporada de <strong>24 Horas</strong>], como Robert Leckie, o soldado intelectual; Joseph Mazzello (<strong>o garotinho de Jurassic Park</strong>), fazendo as vezes do idealista Eugene Sledge; e Jon Seda (<strong>Bad Boys II</strong>), vivendo o herói John Basilone, uma das maiores lendas entre os fuzileiros navais.  Todos personagens reais. Quase todos sujeitos que escreveram livros sobre suas provações em meio ao calor, mosquitos, malária, desembarques perigosos, entre eles &#8220;Helmet for My Pillow&#8221; (Leckie) e &#8220;With the Old Breed&#8221; (Sledge). </p>
<p>Se a História ensina algo é que séries e filmes de guerra têm o ótimo hábito de revelar talentos rapidamente reconhecidos por Hollywood. Assim aconteceu com Damian Lewis, Roy Livingston e Frank John Hudges (todos de <strong>Band of Brothers</strong>), <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VmluK0RpZXNlbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli">Vin Diesel<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> (<strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong>) e Alexander Skarsgard (<strong>Generation Kill</strong>). </p>
<p>Novamente, é uma história sobre soldados. Desinformados, abandonados, responsáveis por derrotar um império passo a passo. Às vezes, meras testemunhas de eventos além de sua compreensão, como por exemplo, quando a Marinha norte-americana sofre uma de suas piores derrotas em Guadalcanal e precisa fugir para não ser aniquilada. Da ilha, os fuzileiros assistiam sem saber quem era quem. O resultado foram meses de abandono e martírio durante a luta nas florestas. O Pacífico teve uma guerra crua, travada por homens expostos ao extremo. Se a alucinação do desembarque do Dia D, na Normandia, romantizou a Guerra na Europa, essa era a norma no Pacífico, com “uma Normandia” a cada nova batalha. E cada invasão mais sangrenta que a anterior. <strong>The Pacific</strong> mostra várias delas, mas seu mote são os personagens. Seus questionamentos e motivações; coragem e simples desejo de continuar vivo – algo bastante improvável perante a quantidade de desembarques anfíbios, a ferocidade dos soldados japoneses e, especialmente, as florestas inóspitas. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pacific02-1024x621.jpg" alt="" title="pacific02" width="650" height="400" class="aligncenter size-large wp-image-2236" /></p>
<p>Terrence Malick buscou o extremo psicológico com seu <strong>Além da Linha Vermelha</strong>, totalmente ambientado em Guadalcanal, mas não poderia fugir da realidade daquela campanha. Marcada por muita espera e dificuldade por conta de um inimigo obstinado. <strong>The Pacific</strong> aproveita aquela mesma sensação, embora abra mão dos devaneios em meio à floresta. Duas vozes para uma mesma mensagem: nada ali foi fácil, especialmente pelo efeito do isolamento imensamente maior que o dos soldados na Europa. Visualmente, a minissérie dirigida por gente do calibre do especialista em pilotos <strong>David Nutter</strong> (<strong>Supernatural</strong>, <strong>ER</strong>, <strong>Band of Brothers</strong> e tantos outros) e Carl Franklin (<strong>Roma</strong>), é irreparável. Bela mistura de câmera na mão e poucos ângulos tradicionais, uso de diversas ferramentas para garantir seqüências contínuas nos desembarques, corridas pela selva ou mesmo na constante movimentação dos soldados em combate. </p>
<p>Em termos de roteiro existe grande rigor e comprometimento com os relatos dos soldados envolvidos. Tom Hanks e Steven Spielberg respeitam esses homens com fervor, logo, funcionam como mensageiros para uma história considerada fundamental pela dupla. Um dos principais roteiristas é <strong>Bruce McKenna</strong>, que assinou três episódios de <strong>Band of Brothers</strong>, responsável por quatro capítulos dessa saga. </p>
<p>Muito mais que criar uma nova série cultuada por homens apaixonados pela Segunda Guerra Mundial, <strong>The Pacific</strong> se encaixa mais na qualidade de registro histórico. Um verdadeiro legado de uma geração que vingou um país, mas ficou à sombra da guerra galante e romântica na Europa de Hitler. Ver um jovem Sledge fazer de tudo para se alistar mesmo com seu pai [veterano da Grande Guerra] o alertando sobre os efeitos desse tipo de conflito na alma das pessoas ou mesmo Basilone criar o mito de “Rambo”, ao repelir um ataque japonês com ferocidade e obstinação sobre-humana [e usando apenas uma metralhadora] tira o fôlego. Sem dúvida, situações agressivas e violentas, mas extremamente comoventes. É o homem comum fazendo a diferença num mundo em que liberdade ainda era um ideal digno de colocar a vida em risco.</p>
<p>O maior foco de <strong>The Pacific</strong> é o drama pessoal, mesmo com batalhas como Iwo Jima, Peleleu e Saipan garantindo o atrativo militar. Todos os atores passaram por um intenso treinamento de combate antes das filmagens que aconteceram inteiramente na Austrália ao longo de um ano. Durante esse período, os atores responsáveis pelos soldados japoneses faziam a mesma coisa, poucos quilômetros de distância do acampamento norte-americano. Parte da preparação envolvia situações de atrito entre ambos os campos. Surpresa assustadora para ambos os elencos, mas que gerou ótimo resultado nos episódios. Os combates são curtos, mas de intensidade gigantesca. </p>
<p>Essa natureza dramática faz dessa série algo diferente de <strong>Band of Brothers</strong>, cujo único vestígio é o estilo visual da abertura e a qualidade técnica utilizada em sua realização. Narrativamente são duas séries totalmente díspares. <strong>The Pacific</strong> faz jus a toda expectativa, pode frustrar alguns entusiastas por seu ritmo desacelerado e reflexivo, mas cumpre sua missão com méritos: entrega aos norte-americanos algo que eles nunca se cansam – novos heróis. Para o resto do mundo ficam as lições de companheirismo, devoção e a lembrança dos limites da estupidez humana. É uma série incapaz de mudar o mundo, mas com plenas condições de promover mudanças em cada um de nós. Impactante e inesquecível. </p>
<p><strong>The Pacific</strong> estréia em março de 2010.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pacific03.jpg" alt="" title="pacific03" width="650" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-2237" /></p>
<p><strong>FILMES SOBRE A GUERRA DO PACÍCIFO</strong><br />
<strong>Além da Linha Vermelha</strong> (1998): Terrence Malick mergulha no aspecto psicológico dos soldados que lutaram em Guadalcanal num filme repleto de estrelas, mas extremamente injustiçado pelos prêmios de cinema. Indicado a sete categorias no Oscar e não venceu nenhuma. Jim Caviezel, Elias Koteas e Sean Penn se destacam no elenco. </p>
<p><strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStDb25xdWlzdGErZGErSG9ucmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-68" class="bbli">A Conquista da Honra<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> / <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q2FydGFzK2RlK0l3bytKaW1hJTJDK0NsaW50K0Vhc3R3b29kXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-88" class="bbli">Cartas de Iwo Jima<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> </strong>(2006): A dobradinha de Clint Eastwood para narrar as agruras de Iwo Jima entraram para a História rapidamente, especialmente pela “segunda” parte ser totalmente feita em japonês e, finalmente, contar o outro lado da moeda. Um espetáculo na direção, grandes momentos de ação e atuação memorável de Ken Watanabe. Do lado norte-americano, a natureza política e econômica da guerra ganha mais destaque com a história da foto da bandeira sendo erguida no topo do Monte Suribachi. Um momento que mudou os rumos do conflito e deu novo ânimo a uma nação. </p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmltaXR6KyV1MjAxMytEZStWb2x0YSthbytJbmZlcm5vJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-108" class="bbli"><strong>Nimitz – De Volta ao Inferno</strong><img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> (1980): O ataque japonês a Pearl Harbor decretou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra mundial e mudou os rumos do mundo, mas os americanos nunca engoliram essa história muito bem. Mesmo tento arrasado o Império do Japão nos anos seguintes, o sentimento de revanchismo sempre existiu e Nimitz foi o jeito do cinema, e a ficção científica, tentarem dar o troco. Durante testes em seus novos reatores nucleares, um porta-aviões moderno é lançado ao passado exatamente no dia 6 de dezembro de 1941, um dia antes do ataque japonês. Martin Sheen e Kirk Douglas vivem esse drama: usar seus caças F-14 Tomcat para massacrar a frota japonesa e impedir o ataque ou manter História do mesmo jeito em vez de arriscar mudanças radicais em nossa civilização? </p>
<p>Outras recomendações: <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStVbStQYXNzbytkYStFdGVybmlkYWRlJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvciUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-104" class="bbli">A Um Passo da Eternidade<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW1wJUU5cmlvK2RvK1NvbCUyQytEVkQlMkMrU3RldmVuK1NwaWVsYmVyZ18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-100" class="bbli">Império do Sol<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>;, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VG9yYStUb3JhK1RvcmElMkMrSmFwJUUzbyUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-84" class="bbli">Tora! Tora! Tora!<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QyVGM2RpZ29zK2RlK0d1ZXJyYSUyQytEVkQlMkMrTmljb2xhcytDYWdlJTJDK1dpbmR0YWxrZXJzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-116" class="bbli">Códigos de Guerra<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGVhcmwrSGFyYm9yJTJDK0RWRCUyQytCZW4rQWZmbGVja18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-88" class="bbli">Pearl Harbor<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QXMrQXJlaWFzK2RlK0l3bytKaW1hXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-68" class="bbli">As Areias de Iwo Jima<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWFjQXJ0aHVyJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvciUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-84" class="bbli">MacArthur<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/MTk0MSsldTIwMTMrVW1hK0d1ZXJyYStNdWl0bytMb3VjYSUyQytTcGllbGJlcmclMkMrRFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-112" class="bbli">1941 – Uma Guerra Muito Louca<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStQb250ZStkbytSaW8rS3dhaSUyQytBbGVjK0d1aW5uZXNzJTJDK0RWRF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-100" class="bbli">A Ponte do Rio Kwai<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Sm9obitXYXluZSUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-64" class="bbli">They Were Expendables<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</p>
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		<title>[Trailer] Simplesmente Complicado</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 02:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
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Mais uma estréia tardia no Brasil. Simplesmente Complicado (It&#8217;s Complicated, no original) estreiou nos Estados Unidos em 25 de dezembro de 2009 mas só virá para os cinemas tupiniquins nesta sexta-feira 26 de fevereiro de 2010, com praticamente dois meses de atraso. Realmente deve ser complicado ter estréias simultâneas. Com um elenco de peso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWVyeWwrU3RyZWVwXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-56" class="bbli"><img class="aligncenter size-full wp-image-2297" title="Simplesmente Complicado" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/simplesmentecomplicado.jpg" alt="Simplesmente Complicado" width="432" height="324" /></a></a></p>
<p>Mais uma estréia tardia no Brasil. <strong>Simplesmente Complicado</strong> (It&#8217;s Complicated, no original) estreiou nos Estados Unidos em 25 de dezembro de 2009 mas só virá para os cinemas tupiniquins <em>nesta sexta-feira 26 de fevereiro de 2010</em>, com praticamente dois meses de atraso. Realmente deve ser complicado ter estréias simultâneas. Com um elenco de peso com Meryl Streep, Steve Martin e Alec Baldwin, o filme promete ser uma comédia agradável para todas as idades.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qE2CItUaAcA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/qE2CItUaAcA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>[Trailer] The Crazies</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 20:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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De vez em quando aparece um remake que dá muita vontade de curtir. É o caso de The Crazies, mais um filme de George A. Romero que ganha roupagem moderna. O assunto, claro: sociedade pirando e gente se matanto. Com ou sem zumbis, é sempre algo digno de expectativa! Adorei os trailers e não vejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/R2VvcmdlK1JvbWVyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-60" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/thecrazies.jpg" alt="" title="thecrazies" width="641" height="950" class="aligncenter size-full wp-image-2278" /></a></p>
<p>De vez em quando aparece um remake que dá muita vontade de curtir. É o caso de <strong>The Crazies</strong>, mais um filme de<strong> George A. Romero</strong> que ganha roupagem moderna. O assunto, claro: sociedade pirando e gente se matanto. Com ou sem zumbis, é sempre algo digno de expectativa! Adorei os trailers e não vejo a hora de correr para os cinemas, no dia 26, lá em Nova Iorque [estarei lá para entrevistar Matt Damon, por <strong>Green Zone</strong>]. Confiram o trailer!</p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18367"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18367" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>Emmerich e A Fundação</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Isaac Asimov]]></category>
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		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>

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		<description><![CDATA[
Roland Emmerich volta a falar sobre A Fundação, adaptação da obra-prima de Isaac Asimov, para os cinemas.
Há notícias e há fatos históricos. Por mais exagero que pareça, quando Peter Jackson revelou seus planos para adaptar O Senhor dos Anéis, muita coisa mudou, seja pelo aspecto de se fazer filmes, seja pelo simples fato de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QXNpbW92XyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-48" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/hariseldon.jpg" alt="" title="hari-seldon" width="429" height="306" class="aligncenter size-full wp-image-2259" /></a></p>
<blockquote><p>Roland Emmerich volta a falar sobre <strong>A Fundação</strong>, adaptação da obra-prima de Isaac Asimov, para os cinemas.</p></blockquote>
<p>Há notícias e há fatos históricos. Por mais exagero que pareça, quando Peter Jackson revelou seus planos para adaptar <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TytTZW5ob3IrZG9zK0FuJUU5aXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-68" class="bbli">O Senhor dos Anéis<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>, muita coisa mudou, seja pelo aspecto de se fazer filmes, seja pelo simples fato de que gostar da obra de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VG9sa2llbl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-52" class="bbli">Tolkien<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>deixou de ser regalia dos leitores, que desde então dividem opiniões com os fãs 100% audiovisuais, que só viram no cinema, pouco se importam com <strong>O Silmarilion</strong> e etc. O público literário se vê, novamente, diante de situação similar, mas, agora, o assunto é <strong>Isaac Asimov</strong>. Ou melhor, <strong>A Fundação</strong>, sua obra máxima. Hari Seldon e a saga de Terminus tem novo destino: o cinema!</p>
<p>Já não era muito segredo em Hollywood, mas, finalmente, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RW1tZXJpY2hfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-52" class="bbli">Roland Emmerich<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> volta a falar sobre seu envolvimento [que agora parece ser definitivo] com a adaptação de <strong>A Fundação</strong>, à MTV norte-americana. Ele havia comentado sobre o projeto durante a Comic-Com 2009, quando falou sobre o roteirista, mas depois ficou quieto. Há alguns meses, quando o <strong>SOS Hollywood</strong> <a href="http://www.soshollywood.com.br/osc-roland-emmerich/">entrevistou o diretor</a> por conta do lançamento de <strong>2012</strong>, ele se esquivou do assunto, mas agora parece não haver mais volta. Durante a entrevista, Emmerich comentou sua visita ao set de filmagens de <strong>Avatar </strong>e deixou claro sua pretensão de filmar a obra em 3D. “É o jeito mais moderno de se fazer cinema”, disse.</p>
<p>Pelo jeito, o projeto envolve três filmes [possivelmente <strong>A Fundação</strong>, <strong>A Fundação e o Império</strong>, <strong>A Segunda Fundação</strong>] e o uso de computação gráfica será pesado. “Não saberia fazer de outra forma”, comentou Emmerich.  Todo esse assunto é muito delicado, afinal de contas, a Trilogia da Fundação cobre milênios de História da Humanidade e, embora tenha seus rompantes de ação e a presença de elementos ficcionais intensivos, essa trajetória é focada nos homens presentes em seus momentos cruciais. É uma obra humana, acima de tudo. </p>
<p>Emmerich já teve seus momentos nesse campo. Soube fazer bem a construção de Daniel Jackson de James Spader, em <strong>Stargate</strong>; e, por que não, tratou de maneira adequada o Benjamin Martin de Mel Gibson, em <strong>O Patriota</strong> [sem entrar no mérito das similaridades com <strong>Coração Valente</strong>]. Entretanto, sua produção recente tem se distanciado da profundidade e primado pelo efeito sobrepondo o homem, idéia totalmente contrária ao âmago da Fundação. Asimov criou um futuro, evoluiu sua tecnologia, exibiu sua derrocada e renascimento, mas sempre através das relações humanas; afinal, de que serviria a psicohistória de Hari Seldon sem as massas para dar-lhe volume e os homens chave para executá-la [ou meramente dar vazão a seus desígnios?].</p>
<p>Durante meu papo com Emmerich, ele reafirmou sua decisão de abandonar os filmes apocalípticos e se dedicar projetos mais intelectuais. Faz bem, pois, embora seja o melhor quando é necessário destruir o mundo ou inventar mundos abilolados, tempo demais num mesmo gênero se torna problemático. A pergunta é: quando resolver embarcar de vez na realização de <strong>A Fundação</strong>, terá passado tempo suficiente longe da diversão visual gratuita a ponto de encarar Asimov da maneira necessária?</p>
<p>Há uma razão primordial que impediu qualquer tentativa de adaptação de <strong>A Fundação </strong>até hoje: respeito. Não pode haver erros. Peter Jackson e James Cameron já provaram que o impossível não existe mais. Provavelmente, <strong>A Fundação</strong> é o último dos “infilmáveis” da Ficção Científica e sua realização acontece num momento prolífico e positivo na arte cinematográfica. Existem as condições técnicas, uma nova linguagem [o 3D], já que a FC é por definição vanguardista e rompe barreiras, nada melhor que surgir num momento de avanço indiscutível; o dinheiro; e, acima de tudo, um mercado pronto para receber produções do gênero e transformá-las em êxito financeiro [leia mais na matéria de capa da Sci-Fi News, 144, já nas bancas!].</p>
<p>Sugiro torcermos por duas decisões vitais nesse projeto: </p>
<p>1) Roland Emmerich e Harald Kloser ficarem longe do roteiro [Emmerich diz já ter contratado <strong>Robert Rodat</strong>, roteirista de <strong>O Resgate do Soldado Ryan </strong>e <strong>O Patriota</strong>. "Lodat é aficionado pela obra e sabe tudo de cor e salteado"; </p>
<p>2) Tanto estúdio [ainda não-definido/divulgado] quanto Emmerich compreenderem que o personagem principal da história é a Fundação, não Hari Seldon, os Prefeitos, os Comerciantes ou o Mulo e Golan Trevise [como os livros não foram definidos, vai saber].</p>
<p>O risco é tremendo e, embora goste e respeite o trabalho de Emmerich, considero a escolha errada. Por razões muito pessoais e pelo reconhecimento no tratamento cinematográfico, gostaria de ver <strong>Paul Thomas Anderson </strong>ou <strong>Darren Aronofsky</strong> no comando desse projeto; ou então um nerd e fã assumido como foi Peter Jackson para <strong>O Senhor dos Anéis</strong>. É da paixão ou domínio total da linguagem que surgem os melhores “livros do cinema”. Basta olhar para <strong>Avatar</strong>. Infelizmente, Emmerich não se encaixa em nenhum dos dois elementos.</p>
<p>Espero que o precursor de Hari Seldon já tenha computado isso na fórmula psicohistórica, ou que o primeiro dos Segundo-Fundacionistas esteja por perto. Essa adaptação simplesmente não pode falhar. O maior legado da literatura de Ficção Científica está em jogo. E Emmerich sabe disso.</p>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/asimov.jpg" alt="" title="isaac-asimov" width="433" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-2260" /></p>
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		<title>Shatner + Twitter: série na CBS</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 01:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
William Shatner será o astro de série inspirada no Twitter e produzida pela CBS
Capitão James T. Kirk, Denny Crane e agora&#8230; conta de Twitter? É nesse ponto que William Shatner está em sua carreira, inovando numa série da CBS que vai adaptar os acontecimentos da conta @ShitMyDadSays. Com mais de 1 milhão de seguidores, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V2lsbGlhbStTaGF0bmVyJTJDK1N0YXIrVHJlayUyQytKb3JuYWRhK25hcytFc3RyZWxhcyUyQytCb3N0b24rTGVnYWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-132" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/shatner.jpg" alt="" title="shatner" width="416" height="234" class="aligncenter size-full wp-image-2189" /></a></p>
<blockquote><p>William Shatner será o astro de série inspirada no Twitter e produzida pela CBS</p></blockquote>
<p>Capitão James T. Kirk, Denny Crane e agora&#8230; conta de Twitter? É nesse ponto que <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V2lsbGlhbStTaGF0bmVyXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60" class="bbli">William Shatner<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> está em sua carreira, inovando numa série da CBS que vai adaptar os acontecimentos da conta <strong>@ShitMyDadSays</strong>. Com mais de 1 milhão de seguidores, a conta do usuário Justin Halpern relata as frases engraçadas e sem pudor ditas por seu pai, sobre diversos assuntos, que variam do cheiro de seu filho enquanto se exercita e seu repúdio ao romance <strong>O Código da Vinci</strong>. </p>
<p>Halpern também negociou os direitos de um livro. É o poder da internet e a coragem da CBS, que vai ser a primeira rede a apostar na ferramenta de forma tão direta e descarada. Shatner vai ser o autor das frases impagáveis. A produção fica por conta de David Kohan e Max Mutchnick, os criadores de <strong>Will &#038; Grace</strong>.</p>
<p>Audaciosamente indo onde nenhuma série jamais esteve. \\//<br />
[Boldy going where no series has gone before] </p>
<p>fonte: <strong>CNN</strong></p>
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		<title>24 Horas com os Melhores do Oscar</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 19:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Rede de cinemas AMC realiza maratona de 24 horas de cinema, com todos os indicados a Melhor Filme no Oscar!
É o sonho de consumo de qualquer cinéfilo que se preze! Quatro salas de cinema nos Estados Unidos e uma do Canadá anunciaram hoje as vendas de ingressos para uma fantástica maratona cinematográfica. A rede AMC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/amc_oscar_marathon.jpg" alt="" title="amc_oscar_marathon" width="710" height="187" class="aligncenter size-full wp-image-2167" /></p>
<blockquote><p>Rede de cinemas AMC realiza maratona de 24 horas de cinema, com todos os indicados a Melhor Filme no Oscar!</p></blockquote>
<p>É o sonho de consumo de qualquer cinéfilo que se preze! Quatro salas de cinema nos Estados Unidos e uma do Canadá anunciaram hoje as vendas de ingressos para uma fantástica maratona cinematográfica. A rede <a href="http://www.amcentertainment.com/bps/"><strong>AMC</strong></a> vai exibir todos os 10 indicados à categoria de Melhor Filme no Oscar 2010 em dois sábados &#8211; dia 27 de fevereiro e 6 de março. <strong>24 Horas de cinema!</strong> 24 Horas de Oscar!</p>
<p>As cidades escolhidas são: Nova Iorque, Toronto, Chicago, Washington e Orange (do lado da Disneyland, em Anahein), na área de Los Angeles. Os ingressos custam entre US$ 30 (um dia) e US$ 60 (dois dias, comprado pela internet), com direito a uma pipoca grátis e refrigerantes com refil ilimitado.</p>
<p><strong>Confira o programa:</strong></p>
<p>12:01AM:  AVATAR 3D<br />
3:00AM:  A Serious Man<br />
5:00AM:  Up 3D<br />
7:00AM:  District 9<br />
9:10AM:  Inglourious Basterds<br />
12:00PM:  The Blind Side<br />
2:30PM:  An Education<br />
4:30PM:  Precious<br />
7:00PM:  Up in the Air<br />
9:30PM:  The Hurt Locker</p>
<p>Bela idéia para as redes de cinema no Brasil, não é mesmo? Alô Cinemark, UCI, Severiano Ribeiro! Os cinéfilos brasileiros merecem!</p>
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		<title>Um Olhar do Paraíso</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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Adaptação de livro homônimo coloca Peter Jackson em contato com seu lado espiritual, deslumbra com um visual surreal e pessoal e confronta o público com uma história horrível, mas necessária. 
Rotular Peter Jackson é um erro. Suas origens nérdicas estão presentes e sempre serviram como base, mas o diretor neozelandês aproveita cada oportunidade para mergulhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGV0ZXIrSmFja3NvbiUyQytUaGUrTG92ZWx5K0JvbmVzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/soarsie_ronan.jpg" alt="" title="soarsie_ronan" width="650" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2151" /></a></p>
<blockquote><p>Adaptação de livro homônimo coloca Peter Jackson em contato com seu lado espiritual, deslumbra com um visual surreal e pessoal e confronta o público com uma história horrível, mas necessária. </p></blockquote>
<p>Rotular <strong>Peter Jackson</strong> é um erro. Suas origens nérdicas estão presentes e sempre serviram como base, mas o diretor neozelandês aproveita cada oportunidade para mergulhar em filmes relevantes tanto para a sociedade, quanto para ele mesmo. Esse é o caso de <strong>Um Olhar do Paraíso</strong> (The Lovely Bones), adaptado do romance de Alice Sebold, no qual a vida da jovem Susie Salmon (Saoirse Ronan) é descrita após sua morte. O assassino: um vizinho sociopata (Stanley Tucci, indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e vencedor Globo de Ouro pelo papel). </p>
<p>Distante das habituais obras repletas de mistério e reviravoltas, <strong>Um Olhar do Paraíso</strong> não se prende ao assassinato de Susie ao permitir que suas impressões do pós-vida – sejam elas sentimentais ou visuais – norteiem o filme enquanto ela vê sua família desmoronar e seu algoz continuar impune. Enquanto Tucci e a irlandesa Saoirse [pronúncia: Sârxia] chamam a atenção em cada uma de suas intervenções, a dinâmica entre Mark Wahlberg e Rachel Weisz, como os pais da garota, fica a desejar. Tudo é intenso demais para as limitações dramáticas de Wahlberg que, conseqüentemente, mina a sempre habilidosa Weisz. A falha é conjunta. Felizmente, Peter Jackson tirou o peso da auto-sabotagem provocada pelos pais e transferiu o foco da narrativa para Susie e, quando era hora de mostrar a família, optou por reforçar a presença de Susan Sarandon – num papel exageradamente divertido, como a avó tresloucada. </p>
<p>“Gosto desses filmes que arriscam visualmente sem ofender o espectador”, comenta <strong>Susan Sarandon</strong>, em entrevista a este repórter, em Los Angeles. “Coisas como <strong>O Curioso Caso de Benjamin Button</strong> me incomodam, pois tentam simular algo improvável; fiquei muito irritada com esse filme”. A visão de Sarandon é bastante definida sobre esse assunto e, mesmo depois de ter criticado duramente <strong>Speed Racer</strong>, cuja forte assinatura visual chama mais atenção que a história em si, a atriz contextualizou sua crítica ao filme de Brad Pitt: “Speed Racer deixa claro, logo de cara, que se trata de um desenho animado, então vale tudo de certo modo; não gosto quando tentam simular a realidade desse modo, por isso, ver esse paraíso de Susie é algo belíssimo, pois não se trata do nosso mundo; é outra coisa, outro lugar, outra sensibilidade”.</p>
<p>E é nesse tom que <strong>Um Olhar do Paraíso </strong>se desenvolve. Testando a sensibilidade do espectador por meio da visão de Susie, cujo lar agora é um lugar entre a Terra e o Paraíso, um limbo pessoal e paradisíaco. “Ela precisa confrontar seus medos e sua nova realidade para poder sair dali e, só então, seguir seu caminho para seu destino, seja lá qual for”, comenta Peter Jackson. Assim como o romance, o filme não toma partido de nenhuma religião. A jornada é o que importa. “E o visual é reflexo disso, a alma de Susie criar seu mundo baseado no que ela viu, viveu e sentiu”. Tudo é simbolismo, misturando leitura de sonhos com elementos new age e a delicadeza de uma garotinha.</p>
<p>Esse é um lado da história.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/stanley_tucci.jpg" alt="" title="stanley_tucci" width="650" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2152" /><br />
O outro é visualmente neutro. Hermético. Premeditado e sem cor. É o mundo do Sr. Harvey (Stanley Tucci), um sujeito atormentado por desejos terríveis e uma habilidade assustadora na hora de aplacá-los. É tensão latente, tão agressiva que Stanley Tucci relutou – e muito – para aceitar o trabalho e só o fez depois que Peter Jackson garantiu que seu visual seria diferente o suficiente para que ele próprio não se reconhecesse. O resultado é uma versão maligna do personagem de Tom Cruise em <strong>Trovão Tropical</strong>. “Nunca vou deixar meus filhos chegarem perto desse filme, pode apostar”, avisou o ator, muito respeitoso em relação às possíveis indicações por seu trabalho. “Embora a honraria seja válida, esse é o tipo de cara pelo qual não gostaria de ser lembrado”. </p>
<p><strong>Um Olhar no Paraíso</strong> apontava como um filme extremamente dramático e deprimente, revelou-se espiritual e sonhador. Tudo por conta do ótimo trabalho de Saorsie Ronan (<strong>Desejo e Reparação</strong>), capaz de transmitir as emoções de Susie de maneira convincente, seja nos momentos apaixonados ou nos confrontos mais assustadores. É agradável travar contato com esse além no qual as almas não tem necessidade de “resolver algo pendente” no mundo dos vivos a la Melinda Gordon, tendo apenas responsabilidade com seus próprios desejos e problemas. Ela foge da hora de sua morte [momento detalhado no livro, mas propositalmente ignorado pelo roteiro], entretanto, permanecerá para sempre sozinha caso não faça sua escolha: superar o ódio nutrido contra o Sr. Harvey ou encontrar conforto no amor de sua família?</p>
<p>Soa óbvia, mas nem por isso fácil. Como cobrar algo assim de uma garota apaixonada cuja vida foi interrompida tão cedo e de forma tão violenta? Pelo argumento de Alice Sebold e roteiro de Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens o tempo é o melhor remédio. “Uma das coisas que mais me impressionou foi o fato de o amor da família voltar a existir com o passar dos anos, enquanto o desfecho do Sr. Harvey é solitário e inexpressivo. A memória dela sobrevive, a dele desaparece. É irônico, mas justo”, interpreta Saorsie. Peter Jackson é um diretor de muitos estilos, capaz de ser emocional e belo sem precisar salvar o mundo, ou a Terra-Média, no processo. É o seu olhar do paraíso que faz desse longa uma obra diferenciada e bem-vinda.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/soarsie_2.jpg" alt="" title="soarsie_2" width="650" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2153" /></a></p>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p>* Artigo originalmente publicado na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a>, nas bancas!<br />
**Para ler a entrevista com Peter Jackson, confira a revista <strong>MOVIE</strong>. Já nas Bancas.</p>
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		<title>[Trailer] A Origem</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Soares Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Leonardo DiCaprio estrela o novo suspense do diretor Christopher Nolan, de &#8220;Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas&#8221;.
Pouco se sabe sobre o longa exceto que a trama é descrita como um &#8220;thriller ambientado na arquitetura da mente&#8221;.
A Origem estréia no Brasil dia 06 de Agosto.


					
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TGVvbmFyZG8rRGlDYXByaW9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-64" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/inception.jpg" alt="" title="inception" width="450" height="263" class="aligncenter size-full wp-image-2144" /></a></p>
<p><strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TGVvbmFyZG8rRGlDYXByaW8lMkMrRFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-72" class="bbli">Leonardo DiCaprio<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> estrela o novo suspense do diretor <strong>Christopher Nolan</strong>, de &#8220;Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas&#8221;.</p>
<p>Pouco se sabe sobre o longa exceto que a trama é descrita como um &#8220;thriller ambientado na arquitetura da mente&#8221;.</p>
<p><strong>A Origem </strong>estréia no Brasil dia <strong>06 de Agosto</strong>.</p>
<p><center><object width="450" height="237"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/17230"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/17230" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="237" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>Homenagem no PodCast da MTV</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 14:42:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Há algumas semanas, fui entrevistado por Bruno Ondei, Sophia Reis e Thiago &#8220;Borbs&#8221; Borbola, do PodCast de Cinema da MTV. O programa teve foco no dia a dia da cobertura de Los Angeles, em algumas curiosidades da minha carreira e também um pouco dos bastidores das grandes premiações.
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<p>Há algumas semanas, fui entrevistado por Bruno Ondei, Sophia Reis e Thiago &#8220;Borbs&#8221; Borbola, do <strong>PodCast de Cinema da MTV</strong>. O programa teve foco no dia a dia da cobertura de Los Angeles, em algumas curiosidades da minha carreira e também um pouco dos bastidores das grandes premiações.</p>
<p>Gravamos dentro dos estúdios da MTV Brasil, onde pude conhecer a equipe e rever meu grande amigo, Borbs. Foi divertido e deu para notar que, tirando o estúdio profissional, o pessoal da MTV grava podcast como todos os grandes podcasters brasileiros: à base de muita risada e bom-humor. Foi uma gravação diferente e muito bacana.</p>
<p><a href="http://mtv.uol.com.br/podcastdecinema/blog/podcast-de-cinema-apresenta-vida-de-jornalista-em-hollywood"><strong>Cliquem aqui</strong></a> e confiram a homenagem.</p>
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		<title>“Adoraria ver Robert Pattinson roubando um banco!”, diz Shia LaBeouf</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 20:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Shia LaBeouf é um garoto de sorte. 23 anos. Vários filmes de sucesso. Fortuna gigantesca. Só trabalha nos filmes que quer e, por causa de Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, se transformou num monstro dos investimentos – na tela e na vida real. Estar nessa posição permite que ele, diferente do resto do pessoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/JTIyU2hpYStMYUJlb3VmJTIyJTJDKyUyMlJvYmVydCtQYXR0aW5zb24lMjJfIyNfY2xvdWRfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-104" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/shia-labeouf.jpg" alt="" title="shia-labeouf" width="580" height="298" class="aligncenter size-full wp-image-2124" /></a></p>
<p><strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2hpYStMYUJlb3VmXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-56" class="bbli">Shia LaBeouf<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> é um garoto de sorte. 23 anos. Vários filmes de sucesso. Fortuna gigantesca. Só trabalha nos filmes que quer e, por causa de <strong>Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme</strong>, se transformou num monstro dos investimentos – na tela e na vida real. Estar nessa posição permite que ele, diferente do resto do pessoal nessa indústria, possa falar o que bem entende. E o cenário fica melhor ainda quando o sujeito tem bom-humor. Conversei com ele ontem, em Santa Monica, e pintou um comentário inesperado sobre fama e um sarro para cima de <strong>Crepúsculo</strong>.</p>
<p>“Gostaria de ligar a TV e ouvir alguém dizendo que <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Um9iZXJ0K1BhdHRpbnNvbiUyQytDcmVwJUZBc2N1bG8lMkMrVHdpbGlnaHRfIyNfY2xvdWRfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-104" class="bbli">Robert Pattinson<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> roubou um banco!” disse gargalhando, o astro de Transformers. “Já imaginou as manchetes? ‘Vampiro de Crepúsculo rouba banco em NY’? Meu lado garoto louco por notícias bizarras adoraria ver isso, aliás, é por isso que as pessoas torcem para ver eu me dando mal, pois esse tipo de notícia vende e se espalha muito rápido. É mais divertido rir da desgraça alheia, especialmente dos famosos, do que ver o que as pessoas fazem de bom”.</p>
<p>A entrevista completa, você confere na revista <a href="http://movie.uol.com.br/"><strong>MOVIE</strong></a>, em breve.</p>
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		<title>Gary Coleman surta ao Vivo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 19:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Conhece a série Hey, Arnold!, exibida pela Nick? Pois, o astro principal ficou velho e não cresceu, mas agora está nas páginas policiais e surtando em talk shows.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garycoleman1_468x342.jpg" alt="" title="garycoleman1_468x342" width="468" height="342" class="aligncenter size-full wp-image-2117" /></p>
<p>Conhece a série <strong>Hey, Arnold</strong>!, exibida pela Nick? Pois, o astro principal ficou velho e não cresceu, mas agora está nas páginas policiais e surtando em talk shows.</p>
<p>Muita gente ainda assiste a série clássica <strong>Minha Família é uma Bagunça</strong> (Diff&#8217;rent Strokes), que integra a grade da Nicklodeon e também foi exibida pelo SBT [de acordo com a querida leitora Luiza, o seriado, sob o nome de Arnold, ainda é exibido pelo SBT], no Brasil. Seu astro principal é Gary Coleman, celebridade mirim que sofria de nanismo. Distante da imagem de sua série e do desenho animado <strong>Andy &#8211; O Anjinho da Guarda</strong> (exibido pela Manchete), Coleman entrou no grupo de subcelebridades norte-americanas que só aparece em reality shows ou programas bizarros. O desespero foi tanto que ele concorreu ao Governo da Califórnia, mas foi derrotado por Arnold Schwarzenegger, em 2003. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/gary-coleman-234x300.jpg" alt="" title="gary-coleman" width="234" height="300" class="alignright size-medium wp-image-2120" />Recentemente, ele foi acusado pela esposa de tê-la agredido. O caso ocupa tablóides e programas de fofoca há semanas. Ontem, finalmente, Coleman resolveu aparecer e tentar abrir o jogo. Participou do The Insider, cujo novo formato foge do estilo tradicional do âncora boa pinta e a apresentadora bonitona apresentarem as notícias do dia e, especialmente, contar alguns casos bizarros envolvendo Hollywood. Agora, o programa contém um painel com especialistas e “celebridades” debatendo tudo que aconteceu. É praticamente um videocast hollywoodiano.</p>
<p>Durante a participação de Coleman, uma das participantes relembrou seus dias como advogada e resolveu interrogar o ator. “Se as pessoas preferem acreditar que eu, baixinho desse jeito, consegui bater na minha esposa que tem 1,70 m de altura, o problema é das pessoas”, disse o ator. Entretanto, a debatedora continuou pressionando de modo agressivo e a resposta de Coleman foi para lá de explosiva. Xingamentos e agressões verbais foram distribuídos a granel antes que ele se retirasse da mesa e deixasse o programa.</p>
<p>Confira o vídeo do surto.<br />
<center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q1Q3OkR5S9g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q1Q3OkR5S9g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
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		<title>[Trailer] Defendor</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Defendor]]></category>
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Woody Harrelson encara mais um papel abilolado em Defendor, lançamento da Sony em DVD, aqui nos Estados Unidos. É mais um daqueles filmes escritos sob medida para um ator genialmente maluco.


					
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V29vZHkrSGFycmVsc29uXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/defendor.jpg" alt="" title="defendor" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2044" /></a><br />
<strong>Woody Harrelson</strong> encara mais um papel abilolado em <strong>Defendor</strong>, lançamento da Sony em DVD, aqui nos Estados Unidos. É mais um daqueles filmes escritos sob medida para um ator genialmente maluco.</p>
<p><center><object width="450" height="239"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18569"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18569" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="239" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		<title>RapaduraCast 171 &#8211; Percy Jackson</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 14:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cinema com Rapadura]]></category>
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Participei de mais uma edição do RapaduraCast, desta vez, comentando o livro Percy Jackson e os Olimpianos &#8211; O Ladrão de Raios, que chegou aos cinemas na semana passada. Ainda não vi o filme, mas li o livro e discuti um bocado com Jurandir Filho e Mauricio Saldanha.
Cliquem aqui e confiram esse novo debate com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/abc_rapaduracast171.jpg" alt="" title="abc_rapaduracast171" width="490" height="230" class="aligncenter size-full wp-image-2097" /></p>
<p>Participei de mais uma edição do <a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/"><strong>RapaduraCast</strong></a>, desta vez, comentando o livro <strong>Percy Jackson e os Olimpianos &#8211; O Ladrão de Raios</strong>, que chegou aos cinemas na semana passada. Ainda não vi o filme, mas li o livro e discuti um bocado com Jurandir Filho e Mauricio Saldanha.</p>
<p><a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=4676"><strong>Cliquem aqui</strong> </a>e confiram esse novo debate com o timaço de podcasters do Cinema com Rapadura!</p>
<p>Gostaram? Comentem e façam suas sugestões!</p>
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		<title>Family Guy causa polêmica</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 01:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Episódio de Family Guy apresenta personagem com Síndrome de Down e provoca Sarah Palin.

Se as pessoas reclamam de Os Simpsons, o que dizer dos surtos polêmicos de Seth McFarlane em Family Guy? O desenho é brilhante e, assim como a criação de Matt Groening, não poupa esforços para criticar tudo e todos. Dessa vez, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RmFtaWx5K0d1eV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/amd_family-guy.jpg" alt="" title="amd_family-guy" width="240" height="162" class="aligncenter size-full wp-image-2108" /></a></p>
<blockquote><p>Episódio de Family Guy apresenta personagem com Síndrome de Down e provoca Sarah Palin.
</p></blockquote>
<p>Se as pessoas reclamam de <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli">Os Simpsons<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>, o que dizer dos surtos polêmicos de Seth McFarlane em <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RmFtaWx5K0d1eV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli">Family Guy<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>? O desenho é brilhante e, assim como a criação de Matt Groening, não poupa esforços para criticar tudo e todos. Dessa vez, a vítima foi Sarah Palin, ex-governadora do Alasca, ex-candidata à vice-presidência, e ex-caçadora de alces [ok, ela continuam caçando, mas sem usar o helicóptero do governo para isso]. Chris – dublado por Seth Green – consegue sair com uma garota, mas, aparentemente, ela sofre de Síndrome de Down. Durante o jantar, ela diz ser “filha de um contador e da ex-governadora do Alasca”, fazendo clara alusão ao filho de Palin, Trig, que sofre da doença. </p>
<p>Aproveitando o momento, Sarah Palin criticou o problema e conclamou os pais de crianças com Síndrome de Down a malhar o programa. Claro, a imprensa entrou na briga. Uma das reações mais interessantes foi a de Whoopi Goldberg e as demais apresentadoras do talk show <strong>The View </strong>– muito interessante, aliás. De forma muito inteligente, o programa ressaltou os aspectos do episódio, inclusive o fato de a personagem não ser ridicularizada e ter agido de forma totalmente aceitável, e também a necessidade de se ter senso de humor em relação a pessoas com deficiências.  Whoopi debateu com o assunto bom-humor e lembrou a seus espectadores: “Family Guy tem um bebê que tenta matar a mãe!”.<br />
Confira o vídeo do debate na íntegra:</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R7JsiaJbHho&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/R7JsiaJbHho&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p><a href="http://www.nydailynews.com/news/politics/2010/02/16/2010-02-16_sarah_palin__bristol_call_family_guy_joke_at_trig_down_syndrome_a_kick_in_the_gu.html">Aqui </a>está uma das reações de Sarah Palin, na íntegra.</p>
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		<title>A Maldição da Lua Cheia</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 22:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Universal]]></category>

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A noite cai sobre a Inglaterra e a família Talbot é confrontada com a pior de todas as maldições. Uma vez mais, o cinema recria a lenda clássica de O Lobisomem (The Wolfman) e aposta na tecnologia moderna para dar mais vivacidade a uma das criaturas mais temidas do horror, entretanto é em emoção que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TG9iaXNvbWVtJTJDK1dvbGZtYW4lMkMrRFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-76" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/thewolfman.jpg" alt="" title="thewolfman" width="600" height="450" class="aligncenter size-full wp-image-2092" /></a></p>
<blockquote><p>A noite cai sobre a Inglaterra e a família Talbot é confrontada com a pior de todas as maldições. Uma vez mais, o cinema recria a lenda clássica de <strong>O Lobisomem</strong> (The Wolfman) e aposta na tecnologia moderna para dar mais vivacidade a uma das criaturas mais temidas do horror, entretanto é em emoção que o longa-metragem dirigido por Joe Johnston deixa a desejar. Um amor vazio, uma dúvida inexistente, uma família sem laços. Todos os problemas das inúmeras tentativas de edição ficam claros quando a Lua Cheia aparece. A monstruosidade é insuperável.</p></blockquote>
<p>A licantropia é formidável. Provoca total transformação em suas vítimas, assim como abastece o entretenimento com idéias há gerações. Michael Jackson já virou lobo, <strong>Roque Santeiro</strong> tinha seu lobisomem, os videogames estão cheios deles e, claro, o cinema nunca perde a chance de retornar ao tema clássico – um assunto que sempre atiça a curiosidade. Pelo aspecto mais sério, é assustadora; pelo descontraído, pode gerar boas piadas. Por exemplo, quem não se lembra de Michael J. Fox, em <strong>O Garoto do Futuro</strong> (cujo título original faz muito mais sentido – &#8220;Teen Wolf&#8221;), descobrindo sua nova realidade no ambiente colegial. É o poder da genética que, aliado à força da Lua, atiça os hormônios masculinos e liberta verdadeiros monstros ou aberrações em meio a uma sociedade domada e feliz com sua falta de espontaneidade. Aspectos de reflexo social não faltam quando o assunto são lobisomens.</p>
<p>Muito por conta do arquétipo clássico do personagem: um homem bom, mordido por um lobisomem e que, invariavelmente, vai se transformar em monstro na próxima Lua Cheia. Com maquiagem e roteiro bastante simples, <strong>The Wolf Man</strong> chegou aos cinemas em 1941 por conta da Universal Pictures, que resolveu levar várias histórias de terror clássicas para as telas – entre eles <strong>O Monstro da Lagoa Negra</strong>, <strong>A Múmia</strong> e <strong>Drácula</strong>. Marcou época. Mas o mesmo não pode se dizer de sua nova versão <strong>O Lobisomem</strong>, de 2010, cuja validade pode ser facilmente questionada.</p>
<p>Se a versão clássica buscava basicamente estarrecer o público e trazer medos ancestrais – o mito do lobisomem existe em diversas culturas, sendo até mesmo relatado na Grécia Antiga – para o dia a dia de uma geração, a nova pouco realiza pelo aspecto psicológico. Por mais que se tente gostar de Lawrence Talbot, ele é indeciso. Aparentemente corajoso e bem resolvido, sua vida se revela como uma sucessão de fatos traumáticos iniciados pela morte da mãe e culminando com seu irmão ser dilacerado por uma criatura sobrenatural. A interpretação de Brad Pi&#8230; Benício Del Toro entregas poucos momentos relevantes e, por vezes, lembra a expressão e trejeitos de Pitt. Tão invariável quanto é Emily Blunt, prejudicada por um roteiro mal escrito para uma personagem gratuita. </p>
<p>Ela é a noiva do falecido, mas que, de acordo com a profecia cigana, poderá libertar Lawrence de sua maldição. O poder do amor. Entretanto, trata-se de um amor inexistente, cuja função é meramente satisfazer à necessidade do roteiro. Sem cenas de envolvimento, sem grande histórico no passado, sem razões para existir além do papel onde foi escrito. </p>
<p>O Lobisomem propõe a discussão sobre a natureza da monstruosidade, aos moldes do que fez Ang Lee com seu Hulk. Usa a boa índole de seu personagem principal para testar limites, lealdades e, inevitavelmente, provar a dor causada pela dor da consciência trazida pelas grandes revelações – tanto da vida quanto da trama. Entretanto, diferente de Lee, Johnston não cria uma atmosfera favorável a Lawrence, cuja amplitude emocional se perde em meio a tantos cortes, teorias e personagens pouco desenvolvidos.</p>
<p>Em meio a isso surge <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QW50aG9ueStIb3BraW5zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60" class="bbli">Anthony Hopkins<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, uma força descomunal dedicada a tarefas menores nessa produção. Há bons momentos entre Hopkins e Del Toro, mas ambos são incapazes de corrigir o irrecuperável. São os efeitos de uma redação insegura e uma direção incerta, cujas cenas parecem funcionar de forma independente, mas, reunidas, não justificam a obra. A campanha de marketing bem que tentou encobrir os problemas com uma das mais proativas e interessantes ações do ano – a imprensa recebeu jornais antigos, postais dos personagens e até mesmo uma bala de prata. Em tese, funcionou no primeiro fim de semana [prolongado, pelo President’s Day, na última segunda-feira], com faturamento de US$ 35 milhões, ficando em terceiro lugar nas bilheterias, abaixo de <strong>Percy Jackson e o Ladrão de Raios </strong> (segundo) e <strong>Idas e Vindas do Amor</strong> (líder).</p>
<p>Onde o homem termina e o monstro começa, prega o roteiro; indagação igualmente aplicável ao filme, pois onde a emoção termina e o exagero começa? Difícil responder, especialmente perante Anthony Hopkins ensandecido ou tão intensamente amargurado; Del Toro procurando apoio em meio a delírios e pesadelos; ou Emily Blunt procurando algo que ela mesma desconhece – amor, idolatria ou piedade? São elementos pouco complexos e inverossímeis para o público moderno, quem até mesmo para o público que se apavorou com a primeira aparição do homem lobo.</p>
<p>Os efeitos não comprometem. A trilha de Danny Elfman é ponto positivo. Diverte pelo exagero de suas mortes. Mas, não há como ignorar a sensação de que, quando notados os problemas na edição, tudo devesse ter sido reiniciado. De certas maldições, não há escapatória.</p>
<p>E a Lua Cheia brilha no céu. </p>
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		<title>[Trailer] Ilha do Medo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 17:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Soares Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorcese]]></category>
		<category><![CDATA[Shutter Island]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ilha do Medo mostra dois agentes federais que, em 1954, viajam até uma ilha na costa de Massachussets para investigar o desaparecimento de um paciente em um sanatório para criminosos insanos.
O suspense estrelado por Leonardo DiCaprio, nesta que é sua quarta parceria com o diretor Martin Scorcese, estréia no Brasil dia 05 de março.

Aproveite para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dicaprio_shutter.jpg" alt="" title="dicaprio_shutter" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-2041" /></p>
<p><strong>Ilha do Medo</strong> mostra dois agentes federais que, em 1954, viajam até uma ilha na costa de Massachussets para investigar o desaparecimento de um paciente em um sanatório para criminosos insanos.</p>
<p>O suspense estrelado por <strong>Leonardo DiCaprio</strong>, nesta que é sua quarta parceria com o diretor <strong>Martin Scorcese</strong>, estréia no Brasil dia <strong>05 de março</strong>.</p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18160"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18160" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
<p>Aproveite para ver Martin Scorcese falando sobre o filme, em entrevista ao Trailer Addict.<br />
<center><object width="450" height="394"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18208"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18208" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="394" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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					bb_keywords = "Martin Scorcese";
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		<title>Momento Nostalgia: A Fortaleza</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/a-fortaleza/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/a-fortaleza/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 19:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[1986]]></category>
		<category><![CDATA[A Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Fortress]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão da Tarde]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem aí se lembra desse Cláaaaaassico da Sessão da Tarde? A Fortaleza!
O filme no qual um bando de seqüestradores malucos com máscaras de papai notel, rato, pato e outros animais bizonhos resolve raptar todas as crianças de uma escolinha no meio do nada na Austrália.
Com a ajuda do YouTube (e mais uma colaboração singular do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2008/02/a-fortaleza.jpg" alt="" title="a fortaleza" width="420" height="747" class="aligncenter size-full wp-image-1829" /></p>
<p>Quem aí se lembra desse Cláaaaaassico da Sessão da Tarde? <strong>A Fortaleza!</strong><br />
O filme no qual um bando de seqüestradores malucos com máscaras de papai notel, rato, pato e outros animais bizonhos resolve raptar todas as crianças de uma escolinha no meio do nada na Austrália.</p>
<p>Com a ajuda do YouTube (e mais uma colaboração singular do Nando!), já revi metade do filme! Divirtam-se velhacos!<br />
Molecada, é assim que se faz filme tosco com estilo, tá!? Aprendam! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora, prestem atenção em como a dublagem era supiiiiiiiiiiiiiiiiiimpa que só. Especialmente no começo da parte 2, com os gritos de alegria dos malfeitores canalhas! É hilário, mas no final o caldo entorna e a coisa fica muito soturna!</p>
<p>Acho que está na ordem certa. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Plim-Plim!<br />
<center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/26TkTWNsvdw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/26TkTWNsvdw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6cuqK0iONLo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6cuqK0iONLo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aiYq00CFNuU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/aiYq00CFNuU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/J-YpQ_sGsKI&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/J-YpQ_sGsKI&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UiraBg3WWn8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UiraBg3WWn8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><Center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OIoGHxRVNYA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OIoGHxRVNYA&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p>E o final&#8230; pesado demais para a Sessão da Tarde, mas, enfim.<br />
<center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ga1ljZ8cbM8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ga1ljZ8cbM8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>[Trailer] Toy Story 3</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-toy-story-3/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/trailer-toy-story-3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 21:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[John Lasseter]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>
		<category><![CDATA[Toy Story 3]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os ícones colecionáveis de uma geração estão prestes a retornar! Toy Story 3 começa a deixar os marmanjos desesperados por mais uma visita ao mundo dos brinquedos. O novo trailer é ótimo, confira!


					
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					]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/toystory3.jpg" alt="" title="toystory3" width="450" height="281" class="aligncenter size-full wp-image-1299" /></p>
<p>Os ícones colecionáveis de uma geração estão prestes a retornar! <strong>Toy Story 3</strong> começa a deixar os marmanjos desesperados por mais uma visita ao mundo dos brinquedos. O novo trailer é ótimo, confira!</p>
<p><center><object width="450" height="303"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18468"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18468" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="303" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Trailer] Fúria de Titãs (2010)</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-furia-de-titas-2010/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/trailer-furia-de-titas-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 22:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Soares Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Clash of the Titans]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria de Titãs]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Worthington]]></category>

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		<description><![CDATA[
Louis Leterrier (diretor de O Incrível Hulk) dirige e Sam Worthington (Avatar) estrela como Perseu esta releitura do clássico de 1981. Embora a magia do stop-motion de Ray Harryhausen seja insubstituível, esta nova aventura tem potencial.
Fúria de Titãs estréia em 02 de abril no Brasil, em cópias tradicionais e também em 3D. Confiram o trailer!

Confira também estes dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1294" title="furiadetitans" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/furiadetitans.jpg" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p><strong>Louis Leterrier</strong> (diretor de <strong>O Incrível Hulk</strong>) dirige e <strong>Sam Worthington</strong> (<em>Avatar</em>) estrela como Perseu esta releitura do clássico de 1981. Embora a magia do stop-motion de <a href="http://www.harryhausen.com/" target="_blank">Ray Harryhausen</a> seja insubstituível, esta nova aventura tem potencial.</p>
<p><strong>Fúria de Titãs</strong> estréia em <strong>02 de abril no Brasil</strong>, em cópias tradicionais e também em 3D. Confiram o trailer!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="450" height="242" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.traileraddict.com/emd/18145" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="242" src="http://www.traileraddict.com/emd/18145" allowfullscreen="true" wmode="transparent" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Confira também estes dois outros trailers do filme.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/q6CJenNMsb4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/q6CJenNMsb4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qpZ5D_Wc4cA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/qpZ5D_Wc4cA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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					bb_keywords = "Clash of the Titans";
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		</item>
		<item>
		<title>[Trailer] The Last Airbender</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-avatar-the-last-airbender/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/trailer-avatar-the-last-airbender/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 20:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar - The Last Airbender]]></category>
		<category><![CDATA[M. Night Shyamalan]]></category>
		<category><![CDATA[Superbowl]]></category>
		<category><![CDATA[The Last Airbender]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gosto de M. Night Shyamalan. Ponto. Nunca fui fã do desenho [Avatar] The Last Airbender e vi apenas alguns episódios, mas verei esse filme, sem dúvida. Será que vai ser bom ou é outro Dragonball? 
Confira o trailer!

Confira também esta outra versão ampliada do filme.


					
					bb_keywords = "Superbowl";
					bb_bid  = "";
					bb_lang  = "";
					bb_name = "custom";bb_width [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/avatar_airbender.jpg" alt="" title="avatar_airbender" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1275" /></p>
<p>Gosto de <strong>M. Night Shyamalan</strong>. Ponto. Nunca fui fã do desenho <strong>[Avatar] The Last Airbender</strong> e vi apenas alguns episódios, mas verei esse filme, sem dúvida. Será que vai ser bom ou é outro Dragonball? </p>
<p>Confira o trailer!</p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18288"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18288" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
<p>Confira também esta outra versão ampliada do filme.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-egQ79OrYCs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/-egQ79OrYCs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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					bb_keywords = "Superbowl";
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		</item>
		<item>
		<title>[Trailer] Wall Street: Money Never Sleeps</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-wall-street-2/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/trailer-wall-street-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 18:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Carey Mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Shia LaBeouf]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street 2]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street: Money Never Sleeps]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme]]></category>

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		<description><![CDATA[
Wall Street: Money Never Sleeps é o próximo filme de Oliver Stone. Dia 17 de fevereiro, vou entrevistar o elenco e, se a agenda permitir, Oliver Stone em pessoa e Shia LaBeouf. Pena que Michael Douglas não vai participar. A Escalação é: Stone, Josh Brolin e Shia LaBeouf (será que ele levanta da mesa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/wallstreet2.jpg" alt="" title="wallstreet2" width="450" height="311" class="aligncenter size-full wp-image-1269" /></p>
<p><strong>Wall Street: Money Never Sleeps</strong> é o próximo filme de Oliver Stone. Dia 17 de fevereiro, vou entrevistar o elenco e, se a agenda permitir, Oliver Stone em pessoa e <a href="http://www.soshollywood.com.br/labeouf-vs-pattinson/">Shia LaBeouf</a>. Pena que Michael Douglas não vai participar. A Escalação é: Stone, Josh Brolin e Shia LaBeouf (será que ele levanta da mesa de novo?). É continuação, ok, mas nunca se sabe. Pode funcionar.</p>
<p><center><object width="450" height="237"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/18014"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/18014" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="237" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
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					bb_keywords = "Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme";
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					<script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
					<!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LOST ganha Especial SuperInteressante</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/lost-especial-super/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/lost-especial-super/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Carlton Cuse]]></category>
		<category><![CDATA[Damien Lindelof]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>
		<category><![CDATA[SuperInteressante]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Última Temporada]]></category>

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		<description><![CDATA[

Especial sobre a última temporada de LOST chega às bancas de todo o País amanhã!
Entre as diversas matérias envolvendo a conclusão da série mais abilolada da última década no Especial da revista SuperInteressante, há um artigo deste correspondente enfocando as origens de LOST desde sua gênese até os primeiros sinais de sucesso. Entrevistei gente como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/viewer-777x1024.png" alt="" title="Lost_super" width="777" height="1024" class="aligncenter size-large wp-image-1259" /></p>
<blockquote><p>
Especial sobre a última temporada de LOST chega às bancas de todo o País amanhã!</p></blockquote>
<p>Entre as diversas matérias envolvendo a conclusão da série mais abilolada da última década no Especial da revista SuperInteressante, há um artigo deste correspondente enfocando as origens de LOST desde sua gênese até os primeiros sinais de sucesso. Entrevistei gente como J.J. Abrams, Damien Lindelof e Carlton Cuse para entender as decisões que transformaram a série no marco da TV mundial.</p>
<p>Segue um trechinho: </p>
<blockquote><p><strong>EXT. DIA &#8211; DISNEYLAND – CALIFORNIA ADVENTURE THEME PARK – ANAHEIM, CALIFÓRNIA</strong><br />
Julho de 2003. Crianças brincam na área “Grizzly Peak” do parque temático mais radical da Disney, em Anaheim. Em frente à atração Grizzly River Run – aquela na qual um barco redondo ensopa os visitantes ao longo das corredeiras – vê-se a entrada do hotel Grand Californian, um gigantesco complexo integrado ao parque. Lá dentro acontece uma reunião que vai mudar os rumos da TV mundial. Para os executivos da ABC, trata-se de uma medida desesperada para tirar a emissora do fundo do poço. É o nascimento de <strong>LOST</strong>!
</p></blockquote>
<p>Quem for leitor da SuperInteressante, deixe aqui sua opinião sobre a matéria e, claro, sobre a expectativa para a Última Temporada de LOST, que começa semana que vem no AXN! Participe!</p>
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		<title>A imprensa, por Jason Reitman</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 14:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Há muitas regras envolvendo a cobertura cinematográfica em Hollywood, mas o que acontece quando apenas um dos lados pode agir como der na telha?
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Jason-Reitman_jpg.jpg" alt="" title="Jason-Reitman_jpg" width="595" height="325" class="aligncenter size-full wp-image-1249" /></p>
<blockquote><p>
Há muitas regras envolvendo a cobertura cinematográfica em Hollywood, mas o que acontece quando apenas um dos lados pode agir como der na telha?</p></blockquote>
<p>Não fará perguntas pessoais. Não divulgarás no Twitter. E, acima de tudo, não tirará fotografias. Esses são alguns dos mandamentos da complexa estrutura de divulgação de cinema aqui em Los Angeles. Regrinhas claras e bem sacramentadas entre os correspondentes de cinema. Quebrar algumas delas pode resultar em bronca de assessor durante a entrevista ou, em último caso, no banimento do jornalista de eventos futuros. Essas são as normas e quem quiser brincar precisa aceitá-las. Vez por outra alguém se aventura, mas, recentemente, foi o outro lado que resolveu abrir um precedente. Nunca imaginei, mas o que acontece quando um entrevistado resolve tirar fotos dos entrevistadores? O caso inusitado aconteceu na entrevista com <strong>Jason Reitman</strong>, diretor de <strong>Juno </strong>e possível indicado ao Oscar pelo fantástico <strong>Amor Sem Escalas</strong>, com George Clooney, que estréia hoje no Brasil.</p>
<p>Reitman [filho de Ivan Reitman, diretor de <strong>Os Caça-Fantasmas</strong>] chegou bem descontraído, cumprimentou a todos e, sem muita cerimônia, puxou seu celular e começou a tirar fotos de cada um dos repórteres presentes. Ninguém entendeu nada até que uma colega australiana, pouco antes de ser vítima da lente atrevida do cineasta, se constrangeu e pediu para ficar de fora. Afinal, para que um diretor de sucesso como ele precisaria, ou faria, com fotos de um bando de correspondentes? Pergunta válida e o surpreendeu. </p>
<p>Ele começou a se justificar que ninguém precisava participar, enquanto continuava fotografando os demais. Até que foi novamente interrompido. Constrangido, resolveu explicar. “Estou fazendo um vídeo na qual vou inserir todos os rostos que conheci durante a divulgação desse filme, que é algo descomunal”, disse, enquanto fotografava nossos gravadores. O estrago já estava feito. E de modo justificado. Quando um jornalista arrisca pedir para algum entrevistado tirar uma foto, a assessoria trabalha rápido e barra a tentativa. Mas, nesse caso, a situação relativamente inusitada – se ele está fazendo isso com todos, devia ter fotografado um mundaréu de gente antes do incidente, começando em Toronto, onde <strong>Amor Sem Escalas</strong> foi exibido pela primeira vez – era de se esperar que ele repetisse a dose. </p>
<p>Curiosamente, Reitman notou a mesma tendência exagerada do circo da mídia que este correspondente [leia o artigo <strong>Panela de Pressão: Hollywood</strong>, na Sci-Fi News e aqui no <a href="http://www.soshollywood.com.br/panela-de-pressao-hollywood/">SOS Hollywood</a>] e partiu numa jornada para mostrar – se ao mundo ou a quem comprar o DVD de <strong>Amor Sem Escalas</strong>, não se sabe, já que ele não detalhou tanto seus planos? – um dos aspectos de sua profissão. A idéia é ótima e ser abraçada por um diretor tão relevante quanto Reitman só reforça sua validade, mas há sempre a questão do uso de imagem e, acima de tudo, a cortesia de pedir ou informar sobre suas intenções.</p>
<p>Quando Sacha Baron Cohen solicitou perguntas por escrito semanas antes das entrevistas para <strong>Brüno </strong>– pois coreografaria todas elas previamente e apareceria como o personagem para os jornalistas – alguns integrantes da imprensa televisiva exigiram da Sony o comprometimento de que suas imagens não fossem inseridas na campanha de marketing. Havia receio de que o comediante utilizasse as entrevistas para tirar sarro dos jornalistas. Desejo respeitado, todo mundo saiu feliz.</p>
<p>No caso de Reitman, a fronteira foi cruzada sem aviso prévio. Há uma noção velada de que lugar de jornalista impresso é longe das câmeras, “nosso papel é fazer perguntas, não opinar ou aparecer” e alguns países levam isso bastante a sério. Especialmente colegas alemães e, depois desse, australianos. Em alguns casos, como em visitas aos sets de filmagem, os estúdios se preocupam com isso e distribuem autorizações de uso aos presentes. Assinar, ou não, é opcional, mas todo mundo acaba concordando. </p>
<p>E o que mais incomoda é o fato de que, de alguma maneira, Reitman pode fazer dinheiro com isso, ou ganhar mais fama, ou ser novamente elogiado. E nenhum dos envolvidos terá lucro com a situação. Afinal de contas, o que importa é o retorno: financeiro ou para o ego.</p>
<p>Fui o último – estava sentado ao lado direito do diretor, que começou a fotografar no sentido anti-horário – e gostei da idéia. Não reclamei da foto e quero só ver onde meu rosto vai parar [veja o resultado abaixo]. Agora fica a pergunta: se nós não podemos tirar fotografias por sermos meros jornalistas, quem disse que um entrevistado pode sem pedir ou se justificar? A fama ou uma noção dúbia de total liberdade por conta da hierarquia do momento? </p>
<p>A panela de pressão continua a soltar vapor sem sinais de diminuir o ritmo. Uma hora explode.</p>
<p><object width="400" height="265"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8583483&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8583483&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="265"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/8583483">Lost In The Air: The Jason Reitman Press Tour Simulator</a> from <a href="http://vimeo.com/user2922741">Jason Reitman</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>*Apareci aproximadamente no 1m46.<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/01/barreto_jasonreitmanvideo-300x187.jpg" alt="" title="barreto_jasonreitmanvideo" width="300" height="187" class="aligncenter size-medium wp-image-1252" /></p>
<p>por Fábio M. Barreto</p>
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		<title>Jornalista Argentina Critica Brasil em Especial de &#8220;Os Simpsons&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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“Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem receber críticas”, diz correspondente argentina baseada no Rio de Janeiro em documentário sobre Os Simpsons.
A notícia é velha: os Simpsons visitaram o Rio de Janeiro, encontraram filas de rumba, ratos coloridos como Skitles, Homer foi seqüestrado e gangues de macacos atacavam as pessoas nas favelas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/01/simpsons20years.jpg" alt="" title="simpsons20years" width="653" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-1240" /></a></p>
<blockquote><p>“Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem receber críticas”, diz correspondente argentina baseada no Rio de Janeiro em documentário sobre Os Simpsons.</p></blockquote>
<p>A notícia é velha: os Simpsons visitaram o Rio de Janeiro, encontraram filas de rumba, ratos coloridos como Skitles, Homer foi seqüestrado e gangues de macacos atacavam as pessoas nas favelas. Entretanto, o assunto foi relembrado na noite de ontem [10 de janeiro de 2010] quando o especial de 20 anos de <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli">Os Simpsons<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> foi exibido em rede nacional pela FOX. Além de episódio de aniversário, o canal exibiu um documentário &#8211; <strong>The Simpsons 20th Anniversary Special In 3-D On Ice </strong>- dirigido por <strong>Morgan Spurlock</strong>, o mesmo criador de <strong>Super Size Me</strong>. Em visitas à America Latina, Spurlock mostrou uma fábrica ilegal de cerveja Duff em Buenos Aires e, claro, levantou a polêmica envolvendo a visita da família ao Brasil. O momento de surpresa surgiu quando ele entrevistou uma jornalista – Paula Gobbi, argentina que vive em nosso país há 16 anos, e presidente da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil. Sem considerar o tom blasé com o qual analisou o episódio, suas declarações foram para lá de inflamatórias.</p>
<p>Perguntada sobre a possibilidade de o povo brasileiro ter recebido a “homenagem” como brincadeira, a jornalista negou o aspecto humorístico e aproveitou para alfinetar. “Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem como receber críticas”, foi o principal comentário. As reações ao episódio de 2002 geraram repercussão na mídia e envolvimento político, além de deixar parte da população carioca irritada. Um breve resumo retirado da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u30561.shtml">Folha de S.Paulo</a>: </p>
<blockquote><p>“Na época em que o episódio de Os Simpsons foi exibido nos Estados Unidos, o governo brasileiro não gostou do modo como o país foi retratado no seriado. Além de cometer vários erros grosseiros (os brasileiros falam com sotaque espanhol, a Amazônia é vizinha do Rio e as pessoas andam em filas de conga pelas ruas), o episódio pinta uma imagem nada desejável do Rio de Janeiro (um dos personagens é sequestrado, há cobras e macacos nas ruas).</p>
<p>Em abril passado, o porta-voz do presidente Fernando Henrique Cardoso disse que ele não tinha visto o programa, mas repudiava que se retratasse erroneamente o Brasil. O presidente da Riotur, José Eduardo Guinle, chegou a ameaçar processar a Fox, que produz o seriado.</p>
<p>A produção do desenho, criado por Matt Groening, pediu desculpas, mas aproveitou para provocar FHC: &#8220;Pedimos desculpas à amável cidade do Rio de Janeiro&#8221;, disse o produtor James L. Brooks. &#8220;Se isso não resolver a questão, Homer Simpson se oferece para lutar com o presidente do Brasil no &#8216;Celebrity Boxing&#8217; [programa de TV americano em que celebridades lutam boxe].&#8221;</p></blockquote>
<p>Visto de “fora”, o problema pode ser facilmente encarado como exagero, mas, assim como pontuado pelo trecho da FSP, há exageros gritantes. Claro, maluquices dignas de Os Simpsons, um programa capaz de esculachar seu próprio país semanalmente das maneiras mais absurdas e ofensivas possíveis. Por exemplo, se a comunidade judaica resolvesse processar Matt Groening por cada piada, o criador da série teria problemas sérios. Entretanto, o problema está na postura de Paula Gobbi, cuja longa vivência e conhecimento não só da cidade do Rio de Janeiro quanto do resto do Brasil deveria lhe servir como base antes de emitir uma opinião generalista como essa. Reações exageradas existem em todos os cantos do mundo, mas não é de hoje que ela faz esse tipo de crítica. Em 2002, quando a polêmica aconteceu, a jornalista foi entrevistada pelo <a href="http://www.latinamericanstudies.org/brazil/simpsons.htm">The Washington Post</a>. </p>
<p>Confira o trecho: </p>
<blockquote><p>“Vejo macacos nas árvores em frente ao meu escritório o tempo todo; e há macacos em Copacabana também”, diz Paula Gobbi, uma jornalista argentina que vive no rio há 16 anos. “Acho que isso é fantástico, algo para se ter orgulho. Mas aí escuto algumas das autoridades daqui que estão tentando fazer de conta que os macacos não existem e só consigo imaginar o que passa pela cabeça deles”. </p></blockquote>
<p>Generalizar não é o caminho do jornalismo. Seria muito fácil dizer que todos os argentinos concordam com cervejarias ilegais depois de, no mesmo programa, ver a fábrica de Duff que existe em Buenos Aires. Paula Gobbi generalizou e apresentou uma postura cheia de desdém ao “julgar” uma cidade e um povo num programa que já se sabia ser destinado ao horário nobre da TV norte-americana e, futuramente, lançado em DVD. </p>
<p>Além de tudo isso, o direcionamento de Spurlock reforçou vários dos conceitos apresentados no episódio “Blame it on Lisa!”, como por exemplo a obrigatoriedade da sunga nas praias, a vida de festa e sexualidade exagerada. Nada que os americanos não pensem do Brasil, mas que, aliado a uma análise parcial e deslocada como a feita por Paula Gobbi, reforça ainda mais a idéia errônea de que os brasileiros não passam de maltrapilhos subdesenvolvidos, com sotaque espanhol, e, agora, “adolescentes imaturos”. Também me surpreendeu o uso do &#8220;ainda&#8221;, dando a idéia de que estamos evoluindo em direção à iluminação social que, de acordo com Paula, não temos no momento.</p>
<p>Como nenhuma fonte oficial fez parte do programa, deixo uma pergunta: onde estavam as mesmas autoridades que criticaram Os Simpsons em 2002, já que foi necessária uma jornalista argentina para avaliar a situação? Assim como não faltam profissionais brasileiros com poder crítico e domínio da língua inglesa na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo sendo apenas escolha de Spurlock, que adora ser polêmico, podíamos ter dormido sem essa.</p>
<p>Reportagem: Fábio M. Barreto, de Los Angeles</p>
<p>==</p>
<p>O que você achou da reação do Brasil ao episódio? A avaliação de Paula Gobbi está certa? Concorda? Não? Foi tudo armação de Morgan Spurlock? Comente!</p>
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		<title>[Literatura] A Natureza das Perguntas</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/literatura-perguntas/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 10:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[A Natureza das Perguntas]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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Se cada pergunta é feita [ou pelo menos deveria ser feita] com o intuito de se aprender ou informar, toda pergunta tem o potencial transformador [...]
Por Fábio M. Barreto
Pensar no futuro é tarefa normalmente reservada aos sonhadores. Ou meramente tolos. Opiniões sempre divergem nesse sentido, uma vez que cada um dos envolvidos encara sua presença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/01/questionMark.jpg" alt="" title="questionMark" width="580" height="306" class="aligncenter size-full wp-image-1234" /></p>
<blockquote><p>Se cada pergunta é feita [ou pelo menos deveria ser feita] com o intuito de se aprender ou informar, toda pergunta tem o potencial transformador [...]</p></blockquote>
<p><em>Por Fábio M. Barreto</em></p>
<p>Pensar no futuro é tarefa normalmente reservada aos sonhadores. Ou meramente tolos. Opiniões sempre divergem nesse sentido, uma vez que cada um dos envolvidos encara sua presença de forma diferente na grande equação do Destino. Ela existe, fato. E sua mera inevitabilidade pressupõe infindáveis modos de se relacionar com suas possibilidades. Tantas variáveis, tantos mundos possíveis, dúvidas e mais dúvidas.  Sonhadoras, ou não, as perguntas surgem. Indagações, anseios expressos de forma inquisitória ou simples questionamentos triviais, porém, sempre se busca o sentido de tudo e todos. Essa nem mesmo o Monthy Python conseguiu responder. Muito mais por autoconsciência que por incapacidade intelectual. E a existência, ou não, dessa pergunta não vem ao caso. Mas sim em sua forma.</p>
<p>Propositalmente guiados pelos desígnios e sortilégios do Destino ou simplesmente frutos diretos de cada pequena, mas inexorável, ação tanto individual quanto coletiva, indagamos sobre o futuro. É o anseio por uma epifania hollywoodiana, o momento de inspiração capaz de tudo mudar. Nada mais que a prova máxima do ciclo inquebrável envolvendo ambas as aspirações. Ironia, aliás. Fazer essa pergunta pressupõe consciência social e desconforto pessoal ao ponto de se buscar a mudança, contudo a única saída é a improvável ajuda do próprio Destino, invariavelmente alheio aos desejos iluministas do ser humano. </p>
<p>Pergunta-se para obter informações. Ou, pelo menos, assim a ferramenta funciona em sua forma mais básica. Interesse somado à predisposição pessoal provoca o contato. Quero saber alguma coisa sobre um assunto específico, logo, faço uma pergunta. Nasceu de forma oral, evoluiu para a consulta bibliotecária e ganhou verbo próprio na Era da Informação. Criou-se uma profissão: o repórter. Perguntador profissional, fofoqueiro das intrigas (ir)relevantes, pesquisador e curioso. Individualmente orgulhoso de seus ganchos e sacadas brilhantes, mas, na maioria dos casos, cada vez mais distante dos questionamentos úteis e transformadores. Realidade financeira e a vitória do fluxo sobre a profundidade. Fatores. Sempre fatores. Resultados cada vez mais desprovidos de validade. É o profissional ajudando no pão e circo. É a análise perdendo espaço para a variedade. </p>
<p>Transformação. Se cada pergunta é feita [ou pelo menos deveria] com o intuito de se aprender ou informar, toda pergunta tem o potencial transformador em pelo menos três pessoas: aquela que perguntou – cuja curiosidade não matou o gato, mas sim a ajudou a conhecer algo novo; à perguntada – que, além de ter o ego massageado por ter despertado o interesse de outra pessoa, pôde transmitir conhecimento; e a um terceiro, conhecido de um dos dois interlocutores, inevitavelmente envolvido no assunto quando alguém lhe contou sobre a conversa. Afinal, perguntas interessantes [na melhor das hipóteses] geram uma conversa.</p>
<p>Antes de se pensar na crítica ao idealismo envolvido num cenário tão plausível e cotidiano, valeria a pena encará-lo como objetivo a ser alcançado, em vez de conceito meramente fictício e destoante perante a realidade. Muito se perde quando o termo vem a tona, uma espécie de “estraga festa intelectual”. Ou simples motivo de piada. Ser ideal se difere fundamentalmente de implausível. O beijo ideal não é aquele com a atriz dos sonhos, assim como dirigir o carro perfeito não lhe coloca, inevitavelmente, ao volante de um Aston Martin. Cada beijo é o melhor dos seus sonhos. Naquele momento. Basta fazer a pergunta certa: ele vale a pena ser dado? Melhor ainda se acontecer dentro do carro mais maravilhoso que aquela semana lhe permitiu. Um pôr-do-sol pode mudar tudo. </p>
<p>Cada situação gera inúmeros tipos de perguntas. Brilhantismo e obviedade convivem na mesma cornucópia de potencial. A cada nova conversa, decisões são necessárias. Algo inocente para quebrar o gelo? Ou ir direto ao ponto? Não há erros ou acertos, mas sim objetivos diferentes. Diante de nossa natureza trouxa &#8211; desprovidos da ampulheta medidora da qualidade das conversas de Slughorn -, a melhor aposta está bom senso e na manutenção da objetividade. Entretanto, o tipo e a qualidade de informação fazem toda a diferença. </p>
<p>Poucas são as perguntas capazes de produzir efeitos transformadores, mas elas existem. E aos montes. Nas conversas e locais mais inusitados. A mais simples das respostas pode se converter em informação produtiva e assim formar a opinião. Nesse momento a mágica começa a acontecer, pois a cada nova opinião ou nova perspectiva criada, um grande número de mudanças externas começa a fluir. Mesmo inconscientemente. Tomar consciência da quantidade de novos comportamentos provocados por uma simples mudança pessoal é tão surpreendente quanto anotar quantas perguntas desnecessárias fazemos diariamente, às vezes fugindo de um debate realmente interessante por conta de um comentário vazio ou piada de momento. </p>
<p>Tais “novidades” beiram o trivial no modo como se dá bom dia, como se olha para uma pessoa ou redefine todo seu relacionamento com o mundo a sua volta. Mudanças sempre deixam rastros. Sua intensidade varia, porém. E tal variação acontece de acordo com a qualidade da informação obtida pela pergunta inicial. Nesse mundo ideal, saber a cor predileta da mulher dos seus sonhos tem a mesma validade do que compreender os meandros da mente do melhor cineasta do mundo. Objetividade. Não só seus presentes, mas, quem sabe, suas próprias roupas podem mudar nesse momento; ou nunca mais será capaz de assistir a um filme sem levar em conta o que aprendeu. </p>
<p>Há riscos, claro. Clareza é facilmente confundida com intelectualização esnobe, e um repertório fundamentalmente objetivo e produtivo pode colocar tudo em risco. Mas o chato e o interessante convivem no mesmo interlocutor, sendo julgado diretamente pela(s) outra(s) pessoa(s) da conversa. Tão importante quanto saber o que perguntar, é saber como quem se fala. Um grande jogo de interesses disputado diariamente no mundo todo, mas sem mesa-redonda televisiva no fim da noite ou repeteco no jornal do dia seguinte. É o maior campeonato do planeta. Alguns jogam dormindo, outros pelo computador e a maioria nem percebe estar perdendo por goleada. Informação não falta nessa balbúrdia virtual ou mesmo nas mesas de jantar, principalmente por conta de tamanha pressão social atual e os medos do mundo globalizado.</p>
<p>A disputa está em andamento. Convívio contra utilidade. A mescla é possível, mas improvável. Em meio a toda essa confusão, empurra-empurra de interesses e a constante necessidade de decisão, os sonhadores – sempre eles – ainda se perguntam: qual o sentido da vida? A resposta provavelmente está em meio a todas as perguntas muito mais relevantes e produtivas que eles vão fazem antes de ter tempo para pensar no dilema dos dilemas.</p>
<p>Aliás, alguém já pode ter descoberto e não percebeu. As maiores surpresas acontecem dos modos mais simples. Surpreendentes. E transformadores.</p>
<p>E tudo começa com um ponto de interrogação na hora certa. Não é mesmo?</p>
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		<title>[Literatura&amp;Cinema] O Soldado e a Maçã</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 18:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Soldado e a Maça]]></category>
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		<description><![CDATA[
Uma maçã descansa solitária sobre a pequena bancada. 
É dia lá fora, as luzes atravessam os vitrais e a fina cortina branca. Tudo quieto. Quase todos dormem.
Um soldado observa a maçã. Sem tirar os olhos da fruta, ele toma um gole de suco e cutuca um dos dedos. Sua dedicação é obstinada. Ordens.
Vigie, observe, analise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/green_apple2.jpg" alt="" title="green_apple2" class="aligncenter size-full wp-image-1225" /></p>
<p>Uma maçã descansa solitária sobre a pequena bancada. </p>
<p>É dia lá fora, as luzes atravessam os vitrais e a fina cortina branca. Tudo quieto. Quase todos dormem.<br />
Um soldado observa a maçã. Sem tirar os olhos da fruta, ele toma um gole de suco e cutuca um dos dedos. Sua dedicação é obstinada. Ordens.</p>
<p>Vigie, observe, analise cada detalhe, imperfeição e particularidade daquele objeto à sua frente. Essas foram as instruções. Treinamento rigoroso.</p>
<p>É sua ducentésima tarefa. E a maçã é considerada o maior dos desafios.</p>
<p>Verde, perfeita, lustrosa. Suculenta.</p>
<p>Sentiu vontade de devorar a fruta apenas quando observou o morango, com aquele vermelho atraente e significado quase sexy. Adora morangos.</p>
<p>E, cada vez mais, passava a idolatrar maçãs.</p>
<p>Mas as horas de observação a transformavam. Lentamente. Detalhe por detalhe.</p>
<p>Exceto pelo pequeno talo marrom que existe em seu topo, nada mais existe para ser analisado.<br />
Uma simples fruta. Sem cheiro latente. Sem marcas ou protuberâncias dignas de atenção.</p>
<p>Sua superfície lisa impressiona, mas entedia. </p>
<p>Por isso idolatrou a fruta no princípio. Perfeita e bela. Uma obra-prima da natureza. A prova de que a biotecnologia é invenção dos deuses.</p>
<p>Faltavam 10 horas para o final do teste. Anos de treinamento inexoravelmente enfrentando seu fatídico encontro com o tempo. </p>
<p>Em seu trono ele aguarda. Sem desviar os olhos, transformando cada olhar numa possível informação ou leitura. Mas sem sucesso. Não há mais nada de novo.</p>
<p>Anota tudo mentalmente ou em seu bloco de rascunho. Cada impressão, metodicamente registrada.<br />
Horas se passam.</p>
<p>Luzes fortes brilham fora da janela. Ele não repara. Mantém focado em sua missão.</p>
<p>A noite cai.</p>
<p>A luz artificial o acompanha em seus últimos minutos.</p>
<p>A maça continua lá. Imóvel. Simplesmente existindo em esplendor.</p>
<p>O exercício termina. Ele pisca pela primeira vez.</p>
<p>Um minuto depois, seu instrutor chega. Segura uma faca.</p>
<p>No coldre lateral da calça camuflada, uma pistola. Seu rosto é sério, praticamente inexpressivo.</p>
<p>Militares. Muita conduta, mas pouca vida. </p>
<p>O garoto aguarda pacientemente. Ambos sabem que ele concluiu a tarefa.</p>
<p>- “Qual seu parecer sobre o dia de hoje, soldado?”, perguntou.<br />
- “É uma fruta exemplar de dimensões&#8230;”, respondia quando foi interrompido.<br />
- “Sei que é uma maçã e qual o tamanho dela. Quero saber qual sua conclusão sobre sua missão! O que você aprendeu?”, exige o superior.<br />
- “A maçã tem&#8230; ela é&#8230; suas&#8230; suas..,”, perde-se. Seu trabalho é observar e fazer o que lhe é exigido. Foi assim nas 199 vezes anteriores, por que seria diferente agora?</p>
<p>Antes de continuar respondendo, a faca cai.</p>
<p>Um corte limpo e direto.</p>
<p>A maçã se parte em duas.</p>
<p>O cheiro inebriante toma o ambiente. </p>
<p>O soldado se esforça para não reagir. Está confuso.</p>
<p>Sem pressa, o superior morde um dos pedaços e mastiga calmamente.</p>
<p>- “É a melhor maçã que comi em toda minha vida”, diz. “Ela pode trazer vida a um faminto ou ser transformada em arte, mas você só pensa em fatos e no óbvio.” Sem cerimônia, ele se levanta. “Venha comigo”.</p>
<p>Eles saem da sala. Lá fora, os demais soldados da base cuidam dos feridos. A maior batalha de suas vidas aconteceu. E eles perderam.</p>
<p>Dentro de uma sala, o único homem capaz de compreender a situação tática e salvar seus amigos foi vencido pelo vício. Seu treinamento falhou.</p>
<p>Pandora foi perdida.</p>
<p>No lugar antes ocupado pela maçã, a faca. Cravada.</p>
<p>==</p>
<p>por Fábio M. Barreto</p>
<p>==</p>
<p>É assim que vejo os milhares de espectadores incapazes de olhar além do óbvio na história de <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar/">Avatar</a>. Índios, guerras e acusações de plágio desmerecem uma grande realização, uma narrativa nascida para mudar nossa percepção, mas vítima de nosso vício de ver sempre as mesmas alegorias. Existe vida além da maçã.</p>
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		<title>LG + Avatar: Celular com Projetor</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LG aproveita estréia de AVATAR para divulgar seu novo aparelho, um celular com projetor embutido.

O comercial abaixo mostra uma pessoa vendo o novo trailer de AVATAR EXprojetado numa parede a partir de seu telefone celular, com o devido assessório instalado, claro. É o LG EXPO, com tecnologia DLP, oferecido pela operadora AT&#038;T.  
Além da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>LG aproveita estréia de AVATAR para divulgar seu novo aparelho, um celular com projetor embutido.
</p></blockquote>
<p>O comercial abaixo mostra uma pessoa vendo o novo trailer de <strong>AVATAR </strong>EXprojetado numa parede a partir de seu telefone celular, com o devido assessório instalado, claro. É o <strong>LG EXPO</strong>, com tecnologia DLP, oferecido pela operadora AT&#038;T.  </p>
<p>Além da novidade, a propaganda é bastante divertida. &#8220;O cara disse TADAAA!&#8221; LOL</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N9vABnLAoo0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/N9vABnLAoo0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Gostou da idéia? Comente!</p>
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		<title>&#8230; Sigourney Weaver</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 16:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema.com.br]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos Com...]]></category>
		<category><![CDATA[Alien]]></category>
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		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
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		<description><![CDATA[
Aproveitando que acabei de publicar minha entrevista com a mulher mais inesquecível da Ficção Científica mundial &#8211; desculpe Barbarella! -, aí vai minha foto com ninguém menos que Sigourney Weaver, também conhecida como Tenente Ripley, da cinessérie Alien, e, agora, Dra. Grace, de Avatar.
Ela é um amor de pessoa. Espancou verbalmente uma jornalista de tablóide [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2lnb3VybmV5K1dlYXZlcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-64" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/Sigourney-Weaver_01.jpg" alt="" title="Sigourney Weaver_01" class="aligncenter size-full wp-image-1210" /></a></p>
<p>Aproveitando que acabei de publicar minha <a href="http://vqv.me/2e9">entrevista com a mulher mais inesquecível da Ficção Científica</a> mundial &#8211; desculpe Barbarella! -, aí vai minha foto com ninguém menos que <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U2lnb3VybmV5K1dlYXZlcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-64" class="bbli">Sigourney Weaver<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>, também conhecida como Tenente Ripley, da cinessérie <strong>Alien</strong>, e, agora, Dra. Grace, de <strong>Avatar</strong>.</p>
<p>Ela é um amor de pessoa. Espancou verbalmente uma jornalista de tablóide inglês que só perguntava fofoca e insistia em saber sobre as &#8220;aulas de aviação&#8221;, que ela estaria fazendo e que seu jornal havia noticiado. &#8220;Querida, seu jornal está errado!&#8221;. TOMA! </p>
<p>Foi um dia muito marcante e só de ouvir sua voz eu já fiquei maravilhado. Grandes atrizes são assim, encantam com um simples &#8220;Oi!&#8221;. E olhem o tamanho dessa mulher! Eu tenho 1,87 cm e foi páreo duro na hora da foto. =D</p>
<p>A entrevista você lê<strong> <a href="http://vqv.me/2e9">aqui</a></strong>.</p>
<p>E leia também a <a href="http://vqv.me/28x">crítica </a>de <strong>Avatar</strong>.</p>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 11:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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A saga do povo Na’vi, de AVATAR, entra imediatamente para o rol de lições de moral brilhantemente aplicadas pela Ficção Científica, único gênero no qual um ateu convicto pode ser tão efetivo e preciso quanto o mais pio dos religiosos, quando se propõe a ver o mundo sem nossas limitações e pré-conceitos.

por Fábio M. Barreto,
de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar04.jpg" alt="avatar04" title="avatar04" class="aligncenter size-full wp-image-1192" /></p>
<blockquote><p>A saga do povo Na’vi, de AVATAR, entra imediatamente para o rol de lições de moral brilhantemente aplicadas pela Ficção Científica, único gênero no qual um ateu convicto pode ser tão efetivo e preciso quanto o mais pio dos religiosos, quando se propõe a ver o mundo sem nossas limitações e pré-conceitos.
</p></blockquote>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<blockquote><p><strong>*IMPORTANTE: antes de assistir a AVATAR, vi apenas um trailer e não li nenhuma crítica ou entrevista, justamente para garantir a experiência total e ser, ou não, afetado pela proposta de James Cameron. O resultado segue&#8230;*</strong></p></blockquote>
<p>Ao longo dos últimos meses, tenho indagado meus entrevistados com duas perguntas interessantes e, embora soem tolas, se mostraram fundamentais na noite de quinta-feira, 17 de dezembro, na sala 6 do Mann’s Chinese, em Hollywood. Por conta dos efeitos da internet, do aumento das bilheterias de cinema e da, cada vez maior, penetração da linguagem visual no modo de se comunicar de nossa sociedade, fiz essas perguntas: “o cinema tomou o lugar da literatura quando se trata de espalhar conceitos e idéias? e “perdemos a capacidade de assistir a um filme pelo que ele é, já que marketing é tudo hoje em dia?” Em resposta à primeira pergunta, <strong>Denzel Washington</strong> contou, semana passada, que obstante ao sucesso do cinema, ele continua lendo e acredita que isso não vá mudar, mas são as adaptações que, realmente, espalham a mensagem dos livros. Mas foi um argumento à segunda questão que me intrigou. Conversei com <strong>Robert Rodriguez</strong> na última segunda-feira, dentro do Troublemaker Studios, e ele definiu a situação de forma curta e perfeita: “entro num cinema e faço de conta que sou uma criança de 12 anos e deixo o filme me surpreender”. Sem querer, havia aplicado o método Robert Rodriguez a <strong>AVATAR</strong>, projeto dos sonhos de <strong>James Cameron</strong>, que estréia hoje em todo o mundo. Porém, com um custo alto: isolamento.</p>
<p>Depois de encarar um 2008 sobrecarregado com gargalhadas coringuescas por conta de <a href="http://www.soshollywood.com.br/a-cartada-do-coringa/"><strong>O Cavaleiro das Trevas</strong></a>, e mesmo assim tendo me maravilhado pelo filme; e de ter sofrido com a frustração extrema de <a href="http://www.soshollywood.com.br/sem-salvacao-para-terminator/"><strong>O Exterminador do Futuro – A Salvação</strong></a>; era hora de deixar o marketing de lado e confiar nos diretores. Por (in)felicidade das circunstâncias, fiquei de fora da divulgação de <strong>AVATAR </strong>– por sorte, entrevistei Sigourney Weaver por conta de outro projeto – e optei por não me informar sobre o filme. Minha paixão pelo cinema começou por conta de um trailer – <strong>O Retorno de Jedi</strong> – e não precisei de nenhuma campanha de marketing para transformar a telona no meu paraíso particular. Os deuses da Sétima Arte estavam ao meu lado, mesmo sem eu saber. Aliás, confesso, nutria grande dúvida e insegurança quanto ao resultado do novo trabalho de James Cameron.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar03.jpg" alt="avatar03" title="avatar03" class="alignleft size-full wp-image-1191" />Após um começo descontraído, com um dos presentes gritando “finalmente! 20 anos depois!”, travei meu primeiro, e ideal, contato com <strong>AVATAR</strong>. Belíssimo, levemente vertiginoso – culpa dos irreparáveis óculos 3D customizados produzidos pela Coca-Cola &#038; RealD – e com trilha sonora encantadora. Eis que o planeta Pandora irrompe na tela, com os primeiros elementos de uma história aparentemente básica. Um irmão genial morreu. Seu gêmeo, militar resoluto, toma seu lugar. Jake Sully surge. É o herói. É Sam Worthington. Nosso guia por um novo mundo – de visual arrebatador e de poder emocional ao mesmo tempo sublimar e irresistível.</p>
<p>E é em sua história que reside a grande surpresa de <strong>AVATAR</strong>. Claro que visualmente é marco tecnológico e, até certo ponto, revolucionário, mas essa discussão se torna redundante a partir do momento que você, caro leitor, se ver diante daquele deslumbre cinematográfico. Uma mescla das duas perguntas mencionadas no início surgiu por volta da segunda hora de projeção. O público se vê diante de uma grande história – e não de uma história grande, importante ressaltar – com irrefutável atualidade e efeitos comportamentais que transcendem sua natureza cinematográfica.</p>
<p>Fosse escrita em formato de romance, a trama de <strong>AVATAR </strong>seria imediatamente comparada a <strong>As Duas Torres</strong>, de J.R.R. Tolkien, e, pior, ganharia a conotação de livro para ambientalista ou pagão deslumbrado. É a dura realidade de uma cultura dependente da referência obrigatória, incapaz de se desligar como a criança escondida na mente de Robert Rodriguez, e do ciclo dinâmico de opiniões da internet que não afetam Denzel Washington, mas que, cada vez mais, divulgam seu trabalho. A saga do povo Na’vi entra imediatamente para o rol de lições de moral brilhantemente aplicadas pela ficção científica, único gênero no qual um ateu convicto pode ser tão efetivo e preciso quanto o mais pio dos religiosos, quando se propõe a ver o mundo sem nossas limitações e pré-conceitos. </p>
<p>James Cameron tomou o lugar uma vez ocupado por J.R.R. Tolkien, na era da literatura, e superou George Lucas de forma gloriosa na era do áudio-visual. Faz isso ao recuperar um argumento latente e urgente seja no trabalho de Tolkien, seja na complexa e longeva A Fundação, de Isaac Asimov: consciência. Por trás de toda a roupagem do militarismo – extremo, mas superficial – e do conflito entre duas raças, mentalidades se digladiam. Seja o pensamento corporativo, já trabalhado pelo próprio Cameron em <strong>Aliens – O Resgate </strong>[lembram do personagem de Paul Reiser?], ou a descarada paixão dos cientistas pelas belezas do planeta Pandora, nem mesmo os personagens percebem a verdadeira intenção por trás dessa história. </p>
<p>A floresta de Pandora é a mesma Galáxia Vida, de <strong>Asimov</strong>, assim como ambas são o mesmo espírito de Fangorn, de Tolkien. Um detalhe meramente visual ou alegórico para alguns, mas indispensável numa história relevante e inesquecível. O desenvolvimento desse conceito acontece de forma gradativa e secundária, mas seu ápice pode provocar emoções incontidas, especialmente quando ligado ao segundo tema principal: segunda chance. Unindo tudo isso, trata-se de uma segunda chance para a consciência. Tudo com grande valor dramático, explicando aí a indicação do filme ao Globo de Ouro de Melhor Drama. <strong>AVATAR </strong>falha ao empolgar em sua primeira hora de projeção, mas essa nunca foi sua premissa, em termos de roteiro, claro. Visualmente a audácia é imediata.</p>
<p>Comparar James Cameron aos mestres previamente citados é algo arriscado, mas tal mérito surge justamente do arrojo compartilhado por todos eles. Entretanto, diferentemente de Tolkien e Asimov, Cameron será julgado imediatamente pelas bilheterias. Na internet, se espera o “melhor filme de todos os tempos”, no mundo offline, de acordo com a Fox, ainda há insegurança e as indicações ao Globo de Ouro ajudaram a acalmar os ânimos. De tudo isso, uma certeza: é uma história memorável. Sem isso, toda a mistura de captura de performance, com CGI e as filmagens em 3D não passariam de exercício visual. Outro dia, Jason Reitman tentou dar uma de espertinho quando perguntei a ele sobre 3D &#8220;qual a graça de usar isso em drama? Alguém pagaria para ver uma lágrima caindo na tela&#8221;; bem, utilizado como linguagem, esse tipo de filmagem valoriza &#8211; e muito &#8211; drama. Cameron mostrou como isso deve ser feito, logo <strong>AVATAR </strong>é muito mais que um quitute apenas para os olhos. E o filme próprio ensina o espectador a compreender sua função. Os Naa’vi “se vêem” &#8211; muito além do sentido sensorial -, respeitam seus irmãos de consciência e aprendem que escutar e compartilhar o mundo a sua volta é tão primordial quanto ouvir a voz de seus ancestrais. O modo como eles mantém a conexão com os animais e sua deidade é poético e belo.</p>
<p>A vocação espiritual de <strong>AVATAR </strong>é grandiosa e não intrusiva. O pensamento está exposto na tela, aproveita quem quiser&#8230; e puder. É realmente uma cornucópia de conteúdos e mensagens, não necessariamente originais, mas apresentadas de forma revitalizada. Com a saturação de histórias e suas inúmeras aplicações no entretenimento moderno, fica cada vez mais clara a tarefa dos grandes contadores de histórias: reavivar temas relevantes e mantê-los atraentes à sociedade. </p>
<p>Estamos diante de um novo mundo, provido com leitores digitais de livros e a cultura do IPod, e resta à mais jovem das artes liderar o caminho em direção à percepção. Enquanto políticos discutem inconclusivamente o destino do planeta, James Cameron nos leva para o futuro – na metade do século 22 – e, sem uma bomba atômica ou ciborgue assassino sequer, alerta, assusta e conscientiza. Uma segunda chance é necessária. Principalmente para a mente do espectador, incapaz de “ver” e indisposta a reaprender. Mestre Yoda já dizia: “você deve desaprender o que já aprendeu”. James Cameron entendeu o recado, George Lucas se esqueceu, e o cinema se encontra com um de seus gênios. Pandora é o novo planeta dos sonhos.</p>
<p>Um lugar para sonhar&#8230; e recomeçar. </p>
<p>E me manter alheio a tudo que era dito e mostrado sobre <strong>AVATAR </strong>foi a melhor decisão do ano.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatar01.jpg" alt="avatar01" title="avatar01" class="aligncenter size-full wp-image-1190" /></p>
<p>Comente, deixe seu depoimento sobre o que sentiu assistindo ao filme, compartilhe suas emoções! Boas ou ruins! =D</p>
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		<title>A Princesa e o Sapo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 17:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
 Visitei os estúdios em Burbank com exclusividade; o resultado você lê a seguir: é uma das histórias mais lindas já desenhadas.
Era uma vez, há 20 anos&#8230; uma princesa, seu nome era Ariel e seus cabelos vermelhos e corpo de sereia entraram rapidamente para o rol das Princesas Disney. Duas décadas mais tarde, a mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/tiana_1.jpg" alt="tiana_1" title="tiana_1" class="aligncenter size-full wp-image-1161" /></p>
<blockquote><p> Visitei os estúdios em Burbank com exclusividade; o resultado você lê a seguir: é uma das histórias mais lindas já desenhadas.</p></blockquote>
<p>Era uma vez, há 20 anos&#8230; uma princesa, seu nome era Ariel e seus cabelos vermelhos e corpo de sereia entraram rapidamente para o rol das Princesas Disney. Duas décadas mais tarde, a mesma equipe retorna à Walt Disney Animation e reencontra o caminho dos contos de fadas clássico e constrói sua nova integrante da realeza: Tiana, a primeira princesa negra do estúdio. Mais que isso, é o retorno à animação tradicional, inspirada diretamente no estilo de Walt e, agora, mais que nunca, incorporado por John Lasseter. Impossível não se apaixonar por tanto primor, ótima presença musical e toda a influência da música de Nova Orleans. </p>
<p>Assisti os primeiros 30 minutos apresentados pelo diretor John Musker e fiquei de queixo caído. Semanas depois, assisti ao filme, ao lado de minha esposa e filha, e foi um arraso. A dobradinha John Musker/Ron Clements foi responsável por <strong>A Pequena Sereia</strong> e <strong>Aladdin</strong>, dois dos maiores clássicos da Disney, mas deixaram a companhia durante o nefasto período de decadência. “Voltamos por causa de John [Lasseter]”, comenta Musker, sempre descontraído e sincero. “Naquele momento, a Pixar pensava mais como Disney do que a própria Disney. A empresa havia deixado de liderar e se limitava a seguir tendências, seja no estilo de histórias, seja no modo de produção”, critica.  “A porta estava fechada para nosso estilo naquele momento. John recuperou tudo isso.”</p>
<p>Retornaram para retomar os contos de fadas e também revitalizar o panteão das princesas. Tiana surge como a primeira princesa de classe operária, um conto totalmente norte-americano e, mesmo que de modo distante, socialmente engajado. “<strong>A Princesa e o Sapo</strong> é essencialmente um conto de fadas norte-americano, mas analisado por uma perspectiva diferente e, de certa forma, adaptando esses conceitos para os tempos modernos; basicamente, colocando o pé no chão, sem deixar de sonhar”, analisa Clements. Ela flerta com os temas de <strong>Cinderela</strong>, mas, mesmo depois de conhecer seu eventual príncipe, mantém seu objetivo fixado em sua carreira. De certo modo, ela representa a independência e garra feminina. Musker complementa: “nenhuma princesa anterior teve um pai como o de Tiana, ele incentiva sua filha a sonhar, mas deixa clara a necessidade da ação para realizar esses sonhos, não existe o príncipe encantado chegando num cavalo branco na vida dela, especialmente se ela ficar em casa sem fazer nada”. </p>
<p>Tiana é deslumbrante. Tem charme e simpatia em suas vestimentas habituais – avental de garçonete, para ser específico – e deixa o público de boca aberta quando se aventura com uma fantasia de princesa. Porém, o melhor figurino fica para o final. Um vestido de noiva mantido em sigilo total. Mas o simples fato da personagem ser negra causou rebuliço, especialmente na internet, pois os críticos exagerados e internautas questionaram a cor da pele de Tiana. “Debatemos muito a questão da tonalidade de cor dos personagens afro-americanos. Tiana sempre foi desenhada com a mesma coloração, mas algumas pessoas confundiram a cor original com variações provocadas por materiais impressos”, justifica Clements. Acompanhei o processo de produção nos últimos dois anos e nunca notei tal modificação. “Na verdade, o personagem de cor mais clara nesse filme é Dr. Facilier [o golpista vodu da história], que é mais facilmente identificado como mulato do que negro. Tomamos muito cuidado para não estereotipar Tiana. O mesmo vale para seus traços, totalmente desenhados com base no biotipo afro-americano, nada de aproximação com caucasianos ou elementos externos.”</p>
<p>O aval de Anika Noni Rose, de DreamGirls, responsável pela voz da personagem foi total. “Anika adorou, mas exigiu duas coisas: que Tiana tivesse bumbum saliente (risos), e fosse canhota, assim como a atriz”, brinca Musker, impressionado com a performance ao vivo de Anika durante a Expo D23, realizada em Anaheim, em setembro. Comentei esse espetáculo musical na cobertura do evento, quando a moça cantou mesmo sofrendo com um forte resfriado. “Sua experiência teatral foi fundamental ali; ela consegue projetar sua voz em grandes espaços, e, no caso do filme, acertou o tom com rapidez nas gravações”.</p>
<p>A princesa Tiana é multidimensional, enquanto sua melhor amiga, a mimada Charlotte, uma espécie de “Princezilla” [Princesa + Godzilla], pois levou a idéia de conto de fadas um pouco a sério demais. Seu pai é um magnata dublado por John Goodman, perfeito para o papel por seu físico, aspecto cultural e de experiência também. Morador de Nova Orleans, Goodman compreende perfeitamente as demandas de seu objeto e interpretou esse papel no teatro, em adaptações de Tennesee Williams. </p>
<p><strong>ORIGENS</strong><br />
A Princesa e o Sapo é um conto de fadas com a reviravolta inesperada. Confrontada por um sapo que se diz príncipe – enganado por um traiçoeiro feiticeiro vodu, Dr. Facilier –, a heroína segue as regras do livro e beija a criatura. Ou quase, pois, como ela não é princesa de verdade, logo, beijar o batráquio não o liberta do encanto e, ainda por cima, transforma a mocinha numa esguia sapinha. A partir daí, sai pulando em busca de algo para quebrar o feitiço. </p>
<p>Vão parar nos pântanos da Louisiana, encontram um crocodilo trompetista apaixonado por jazz e frustrado por não poder tocar com os grandes mestres da música.  As Jam sessions do príncipe Naveen com o jacaré embalam as viagens pelo brejo, onde eles precisam encontrar Mama Odi, uma famosa feiticeira. É num desses momentos que o trio conhece Ray, um vaga-lume caipira metido a engraçadinho e sua família luminosa.  A seqüência é estonteante e emocionante. Milhares de luzes invadem a tela e, como uma estrada de tijolos amarela, mas cheia de vida e movimento, guiam os personagens. </p>
<p>“Disney e Pixar estavam trabalhando em adaptações dessa história simultaneamente, a primeira mais infantilizada, já a outra mais moderna, acontecendo em Chicago. Ambos empacaram. John [Lasseter] nos chamou e pediu idéias. Seguimos uma terceira opção, misturando elementos dessas tentativas e mostramos um conceito em 2006, era praticamente um musical”, comenta Clements. “Lasseter é o ‘Pai’ da animação computadorizada na Pixar, mas é apaixonado por desenhos tradicionais, e ficou muito feliz quando sugerimos em 2D”, lembra Musker. </p>
<p>Além do estilo dos diretores, a responsabilidade de se criar uma nova princesa influenciou a escola de linguagem. “Animação tradicional soava melhor para criarmos uma nova princesa. Dá charme e elegância. E Tiana ter os mesmos atributos técnicos, qualitativos e identidade que <strong>Branca de Neve</strong>, <strong>Bela Adormecida</strong>, Ariel e as demais personagens clássicas. Utilizar o desenho 2D – seguindo exatamente os ensinamentos de Walt Disney – parecia o mais certo para ela, afinal, agora Tiana faz parte dessa família para sempre. Não parecia certo fazer, ao mesmo tempo, a primeira princesa negra e também a primeira princesa 3D”, contextualiza Clements. “Tiana é um modelo anti-conto de fadas, aliás. Há dois tipos: aquelas nascidas na realeza – Branca de Neve, Ariel e Bela Adormecida; e outras que se tornam princesas – Bela e Cinderela. Todas têm um sonho, mas o sonho de Tiana é continuar trabalhando, em sem próprio restaurante, claro. Ela não acredita no conceito de fada madrinha”. </p>
<p>Em <strong>A Princesa e o Sapo</strong>, reina a realidade do povo trabalhador e a verdadeira mágica está no balanço e aprendizado tanto de Naveen quanto de Tiana, dois extremos – trabalho e boêmia – aproximados pelo acaso e cujo destino está num encontro inevitável num meio termo profissional e pessoal, lugar mágico onde as grandes paixões terminam e o amor começa. Filme estréia hoje no Brasil.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/tiana_family.jpg" alt="tiana_family" title="tiana_family" class="aligncenter size-full wp-image-1162" /><br />
<em>Por Fábio M. Barreto<br />
De Los Angeles</em></p>
<p><em>*Texto originalmente publicado na Sci-Fi News, 141.</em></p>
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		<title>[ComLimão] Crítica: Lunar (Moon)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 19:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Com Limão]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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Lunar (Moon) é simplesmente brilhante. Parece que a Ficção Científica foi acordada do sono profundo e saiu de seu devaneio assombrado por blockbusters explosivos. É hora de pensar, questionar e evoluir, especialmente quando Sam Rockwell dá um show de interpretação como esse.

Confira o início da crítica:
Ao longo da história do cinema, poucos atores foram capazes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/moon_image1.jpg" alt="moon_image" title="moon_image" class="aligncenter size-full wp-image-1180" /></p>
<blockquote><p>Lunar (Moon) é simplesmente brilhante. Parece que a Ficção Científica foi acordada do sono profundo e saiu de seu devaneio assombrado por blockbusters explosivos. É hora de pensar, questionar e evoluir, especialmente quando Sam Rockwell dá um show de interpretação como esse.
</p></blockquote>
<p>Confira o início da crítica:</p>
<p>Ao longo da história do cinema, poucos atores foram capazes de entreter as platéias sozinhos. Tom Hanks e Will Smith são alguns exemplos recentes, mas Sam Rockwell entrou rapidamente para esse grupo ao dar um espetáculo em <strong>Moon</strong>, batizado em português como <strong>Lunar</strong>, ficção científica comportamental do melhor calibre dirigida por Duncan Jones, filho de David Bowie. A ligação não poderia ser mais bem vinda e Moon surge como o “homem das estrelas/que gostaria de nos encontrar/mas acha que vai sobrecarregar nossas mentes”.</p>
<p>No ano dominado por <strong>Distrito 9</strong>, a ficção científica encontra em Moon seu melhor representante. A ausência de cenas de ação, armas mirabolantes ou mesmo demandas apocalípticas podem ter retirado as pretensões comerciais e com isso diminui as chances de um lançamento nos cinemas brasileiros, mas é justamente isso que transforma esse drama em algo memorável.</p>
<p>O roteiro, também assinado por Duncan Jones, presa pelo debate aberto e intenso da natureza humana. Para canalizar essa discussão, ele nos apresenta ao já icônico Sam Bell (Sam Rockwell, de O Guia do Mochileiro das Galáxias), único morador da estação de captação de energia na Lua, instalada após a descoberta de uma nova fonte, extraída do solo lunar. Sam é seu único tripulante. Tem por companheiro a voz serena de GERTY, uma inteligência artificial dublada por Kevin Spacey.</p>
<p>Leia o resto da crítica clicando <a href="http://vqv.me/VZ"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>Lunar </strong>será lançado direto para DVD no Brasil, em 6 de janeiro, pela Sony.</p>
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		<title>[Cinema.com.br] Forest Whitaker</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 18:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Em conversa inédita e exclusiva, Forest Whitaker abre o coração, fala de Alice Braga e afirma: &#8220;fui coadjuvante no papel que me deu o Oscar&#8221;.
Forest Whitaker é um sujeito extremamente calmo e claro quando fala. Dono de uma voz tranquila e leve, o ator conversou comigo e falamos sobre filmes envolvendo o poder, sua relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/forest_whitaker_image.jpg" alt="forest_whitaker_image" title="forest_whitaker_image" class="aligncenter size-full wp-image-1170" /></p>
<blockquote><p>Em conversa inédita e exclusiva, Forest Whitaker abre o coração, fala de Alice Braga e afirma: &#8220;fui coadjuvante no papel que me deu o Oscar&#8221;.</p></blockquote>
<p>Forest Whitaker é um sujeito extremamente calmo e claro quando fala. Dono de uma voz tranquila e leve, o ator conversou comigo e falamos sobre filmes envolvendo o poder, sua relação com o Oscar e sobrou até para Alice Braga. Criado no sul de Los Angeles, Whitaker participou de mais de 70 filmes. Esse papo é inédito e exclusivo. Confira!</p>
<p>Aí vai um trecho:</p>
<p><strong>Você não para de produzir e tem um grande vínculo com filmes independentes. Pretende voltar a trabalhar neles?</strong></p>
<p>É importante ter isso em mente, masr precisamos entender que ser independente não quer dize que as coisas sejam mais fáceis ou simples. Há gente até mais mandona que os estúdios quando se trata de filmes independentes. Eles podem ter o dinheiro e não entender absolutamente nada de cinema, mas, acabam tendo o direito e o poder ali dentro. Ser independente significa ter um filme fruto de uma situação independente, seja ela uma ideia, um conceito, uma visão. Pode até mesmo ser um filme de estúdio, mas ter a alma independente. Uma voz única, que destoa do restante e tem um objetivo.</p>
<p><strong>E falando em objetivo. Você tem alguns definidos fora do mundo artístico, como trabalho humanitário&#8230;</strong></p>
<p>Visitei Luanda (Angola) várias vezes, por conta do Idol Gives Back, e ajudei a angariar recursos para o combate à malária. Também ajudo a combater a doença no norte de Uganda. Tenho uma necessidade de me conectar com os outros, de me preocupar com o que acontece, em fazer a minha parte na &#8220;diferença&#8221;. Gosto de usar minha celebridade dessa maneira.</p>
<p><strong>A visita à África mudou seus conceitos?</strong></p>
<p>A visita em si, não, mas a razão, sim. Não fui até lá para fazer um safári ou achar tudo bonito. Cheguei com o intuito de entender os costumes, as tradições, a comida, o jeito de ser, onde eles moram. Precisava entender tudo isso para poder criar o personagem (Amin). Tudo isso era parte dele e acabei aprendendo tudo isso. Considero-me um cidadão do planeta. Não sou estrangeiro em lugar nenhum. Aposto na proximidade como arma modificadora e, se eu puder fazer, eu faço.</p>
<p><strong>E essa vivência internacional? No que agregou profissionalmente?</strong></p>
<p>Quero muito trabalhar no Brasil, em algum filme local talvez. Conheci aquela jovem atriz, Alice Braga, e ela é fantástica! Trabalhamos juntos em <strong>Repossession Mambo</strong> e foi incrível. Tudo que vi dela me impressionou e o pessoal tem falado muito bem dessa garota.</p>
<p>A entrevista completa você lê no <strong><a href="http://vqv.me/XT">Cinema.com.br </a></strong>(é só clicar).</p>
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		<title>Robert Duvall será Dom Quixote</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 17:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terry Gilliam]]></category>
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Em conversa com este correspondente na tarde de ontem, no belíssimo hotel Casa Del Mar, em Santa Monica, Robert Duvall falou sobre filme dos sonhos de Terry Gilliam e seu papel, Dom Quixote de la Mancha.
“Vou ser Don Quixote no filme de Terry Gilliam”, afirmou Robert Duvall, um dos atores mais experientes e bem-sucedidos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/robert_duvall_001_041807.jpg" alt="Robert Duvall" title="Robert Duvall" class="aligncenter size-full wp-image-1152" /></p>
<blockquote><p>Em conversa com este correspondente na tarde de ontem, no belíssimo hotel Casa Del Mar, em Santa Monica, Robert Duvall falou sobre filme dos sonhos de Terry Gilliam e seu papel, Dom Quixote de la Mancha.</p></blockquote>
<p>“Vou ser Don Quixote no filme de Terry Gilliam”, afirmou <strong>Robert Duvall</strong>, um dos atores mais experientes e bem-sucedidos de Hollywood. Sem mais recente trabalho é o drama <strong>Crazy Hearts</strong>, estrelado por Jeff Bridges e Maggie Gyllenhall. “Gilliam é um sujeito bilhante, uma mente a frente de todos nós, e ele viu o trabalho que fiz como um personagem cubano recentemente e acha que posso ser Dom Quixote, então serei.” As filmagens, porém, continuam empacadas. “Ele não tem dinheiro nenhum para fazer o filme, quem dirá marcar início de filmagens. Mas só o fato de ele ter me procurado e mostrado como posso recriar aquele sujeito, que vive muito baseado em armações e encenações no mundo real, já me mostrou que suas idéias são realmente baseadas numa intuição diferenciada”. Enquanto <strong>The Man Who Killed Don Quixote </strong>não decola, <strong>Crazy Hearts</strong> estréia em fevereiro no Brasil. Muita gente falando em Oscar para Jeff Bridges – merecido – e até para Maggie – que não merece.</p>
<p>Só torço para que <strong>The Man Who Killed Don Quixote </strong> seja filmado logo, afinal, Duvall está mais para Don Vito Corleone do que para Tom Hagen em termos de idade. =D</p>
<p>Confira cobertura completa de <strong>Crazy Hearts</strong>, em breve, na <a href="http://movie.uol.com.br/"><strong>revista Movie</strong></a>.</p>
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		<title>[Entrevista] James Spader</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 20:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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James Spader estava cansado, fisicamente, de Boston Legal; não vê a hora de estrear na Broadway e comenta sua carreira em entrevista inédita.
Se você pudesse conceder um desejo a Alan Shore, na reta final de Boston Legal, qual seria? 
Uma soneca! (risos). Se ele pudesse parar por uma hora e dormir, seria ótimo. Estava cansado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/james-spader.jpg" alt="james-spader" title="james-spader" class="aligncenter size-full wp-image-1185" /></p>
<blockquote><p>James Spader estava cansado, fisicamente, de <strong>Boston Lega</strong>l; não vê a hora de estrear na Broadway e comenta sua carreira em entrevista inédita.</p></blockquote>
<p><strong>Se você pudesse conceder um desejo a Alan Shore, na reta final de Boston Legal, qual seria? </strong><br />
Uma soneca! (risos). Se ele pudesse parar por uma hora e dormir, seria ótimo. Estava cansado o tempo todo, ou melhor, eu estava. Logo, ele estava (risos). Foi uma trajetória muito longa para Alan e Danny (William Shatner) e tudo foi muito cansativo. Desejamos muitas coisas para nós mesmos, assim como nossos personagens, e quando conseguimos muitos deles, a carga pode ser maior que imaginamos. E isso cansa.</p>
<p><strong>Em algum ponto você desejou se tornar um ator e acha que isso se realizou? Ou foi algo que simplesmente aconteceu?</strong><br />
Nunca desejei esse tipo de coisa. Foi uma mistura da situação certa com inspiração momentânea. Nunca fui muito esperto neste ponto, pois nunca fui muito bom em planejar as coisas, nunca fui de ficar pensando em valores, ou de ver analisar toda a situação.</p>
<p><strong>Quer dizer nunca planejou seu futuro profissional?</strong><br />
Minha carreira é um pouco confusa. Horrível, para dizer a verdade (risos). De verdade, sou um péssimo planejador e isso nunca passou pela minha mente. É só analisar os filmes e suas repercussões para notar que há muita instabilidade, quase uma montanha-russa em termos de sucesso e relevância. Algumas pessoas disseram que <strong>Boston Legal </strong>foi meu “retorno”. Eu estava trabalhando, esse pessoal é que não via os filmes que eu fiz. Sempre fiz muitos filmes independentes ou B, pequenos orçamentos e coisas cheias de significado para mim, mas sem nenhuma projeção na mídia. Filmes que fiz para me sentir bem. Muitos deles ninguém viu.</p>
<p><strong>Por exemplo?</strong><br />
<strong>The Music of Chance</strong>, baseado no livro do Paul Auster, que eu adoro. Até mesmo Crash, do David Cronenberg, é um filme que pouca gente viu na estréia. Tanto é que saiu outro filme com nome parecido e ninguém se preocupou em confundir. Depois ganhou projeção, mas no começou era um projeto bem pessoal mesmo.</p>
<p><strong>Eu vi.</strong><br />
Fez mais sucesso fora dos Estados Unidos, fato. Quer outro exemplo? Secretary! Fiquei apaixonado, mas acho que só umas dez pessoas viram.</p>
<p><strong>Imagina!</strong><br />
Pode apostar! Eu sei quantas pessoas viram, afinal, receberia uma porcentagem da bilheteria – e US$ 15 mil depois de um certo número de espectadores – cuja meta era bem baixa, aliás, e nunca chegamos perto desse número. Logo, eu sei quantas pessoas viram. Não que isso faça diferença, pois minha mãe foi ver, alguns amigos queridos e você foi lá me ver. Então já me sinto bem (sorriso). Não sou daquele tipo que se considera fundamental ou capaz de mover multidões. Faço meu trabalho.</p>
<p><strong>Você considera seu trabalho como algo capaz de apenas entreter ou modificar as perspectivas?</strong><br />
Não acredito muito nessa história de provocar mudanças. Gosto de provocar, mas tenho certeza da efetividade do cinema nesse aspecto. Posso ser muito cínico nesse aspecto, mas eu acho que vale a pena continuar tentando. Acho que é legal se opor a algumas questões e colocar os problemas na mesa, sabe? Forçar o pessoal a pensar no assunto.</p>
<p><strong>Mas Boston Legaltrazia muitas dessas questões. Seria um objetivo ou somente apoio para o roteiro?</strong><br />
Veja bem, problemas políticos e sociais são a espinha dorsal da série e toda a semana nós martelamos esses problemas. São assuntos essenciais para a série, com a esperança de que alguém que esteja vendo absorva estas opiniões e que isso afete a maneira como ela encara este problema. Mas é por isso que fazemos? Não, entretenimento em primeiro lugar, mensagem na seqüência. Mensagens chatas não são transmitidas. Tudo que podemos fazer é continuar tentando da melhor maneira possível.</p>
<p><strong>Então no caso da Broadway será totalmente entretenimento?</strong><br />
Não, não. Totalmente diferente. É uma peça de David Mamet, chamada Race. Sua base é formada por quatro personagens: dois homens brancos, um homem negro e uma mulher negra e o assunto é, óbvio, raça. Espero que seja muito divertida, mas ela foi feita com um outro enfoque muito além do entretenimento. Nesse projeto temos uma missão.</p>
<p><strong>Empolgado com a Broadway?</strong><br />
Sim, eu não agüento mais esperar. Depois de trabalhar na TV por 6 anos, o palco é o lugar onde quero estar agora. Vai ser muito bom representar é tão diferente. Não sei porque diabos acabei fazendo seriados de TV. Pensei que atuar fosse um trabalho noturno; algo perfeito para mim. Adoro ficar acordado de noite, estar lá representando e fazendo os outros acreditarem em mim. Tudo se encaixa. Representar à luz do dia não parece certo.</p>
<p><strong>Por que esse desespero para ficar longe da TV? </strong><br />
Gosta de sorvete?</p>
<p><strong>Sim!</strong><br />
Eu também. E é a mesma coisa, mas já imaginou tomar baldes de sorvete todos os dias? Além de enjoar, você vai passar mal. Um seriado de TV é igualzinho; adorei e ainda adoro, mas a intensidade e todo aquele tempo foi exagerado. Não é nada fácil gravar 22 episódios por ano.</p>
<p><strong>E a sua interação com o William Shatner?</strong><br />
É muito legal, mas é muito trabalho. Uma semana inteira, todos os dias escrevendo, reescrevendo, aprendendo, memorizando. É coisa demais. Isso sem contar o tempo falando com os roteiristas pelo telefone no fim de semana. Requer muito da mente e do corpo, logo, é algo muito exaustivo. Normalmente, carregava três ou quatro roteiros cheios de anotações. Isso tudo numa boa semana.</p>
<p><strong>Como reagiu à notícia da morte de John Huges?</strong><br />
Fiquei chocado. Eu estava falando com alguém no telefone e essa pessoa me contou, depois fui procurar um jornal para confirmar. Não tinha contato com o John há décadas e ele, de alguma forma, se afastou da indústria. Se ele ainda estive envolvido hoje seria como produtor ou algo do gênero. Nunca chegou a me dirigir, mas trabalhamos juntos num dos meus filmes, que foi produzido pela companhia dele. Era um sujeito muito ativo e presente no set de filmagens. Nos tornamos grandes amigos, especialmente quando morava em Nova Iorque e filmava aqui, então vivia num hotel. Ele sempre me chamava para visitar a casa dele e passar o tempo com Robbie e as crianças; na piscina ou simplesmente batendo papo. Foi uma época de ouro. Adorava rir e vivíamos tirando sarro um do outro. Lembro que John escrevia sobre tudo e o tempo todo. Qualquer coisa que acontecia no nosso dia a dia, ele escrevia algo. As noites de John eram dedicadas à sua escrita, mas sem se fechar para o mundo. Quando ele estava escrevendo <strong>Curtindo a Vida a Doidado</strong>, pode apostar que palpitei, ouvi ou testei várias daquelas frases enquanto contava piada, tomava café ou simplesmente batia papo com ele. </p>
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		<title>Avatar ao Vivo no Facebook!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Filme de James Cameron vai ter evento no Facebook. Participe mandando perguntas para James Cameron e o elenco!
Se você é um dos cinéfilos que não agüenta mais a espera por Avatar, de James Cameron, corra para o Facebook hoje. O site social vai realizar uma espécie de coletiva de imprensa na qual o fã pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/avatarlive.jpg" alt="avatarlive" title="avatarlive" class="aligncenter size-full wp-image-1147" /></p>
<blockquote><p>Filme de James Cameron vai ter evento no Facebook. Participe mandando perguntas para James Cameron e o elenco!</p></blockquote>
<p>Se você é um dos cinéfilos que não agüenta mais a espera por <strong>Avatar</strong>, de James Cameron, corra para o Facebook hoje. O site social vai realizar uma espécie de coletiva de imprensa na qual o fã pode participar e enviar suas perguntas em vídeo, é o Avatar Live. James Cameron, Sam Worthington e Zoe Saldana vão participar. </p>
<p>O evento requer confirmação, então corra agora para a página oficial -<strong><a href="http://www.facebook.com/officialavatarmovie?v=wall#/officialavatarmovie?v=app_2344061033"> AVATAR LIVE</a></strong> &#8211; e aproveite para enviar sua pergunta em vídeo. Quem patrocina é a LG, que pretende mostrar a potência de alguns de seus celulares durante a transmissão ao vivo. O Avatar Live acontece ao meio dia, horário local, ou seja, 18h no fuso horário Brasileiro. Duração prevista: 30 minutos.</p>
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		<title>Lopez Tonight: Orgulho e Exageros</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 23:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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Lopez Tonight é o primeiro talk show diário apresentado por um latino, George Lopez, mas é tão desinteressante e útil quanto seus concorrentes “caucasianos”.

George Lopez é uma figura conhecida, respeitada e influente nos Estados Unidos, principalmente na comunidade latina. É o comediante latino mais bem-sucedido do país; odeia Eric Estrada, que estereotipou os latinos; estrelou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/george-lopez_a.jpg" alt="george-lopez_a" title="george-lopez_a" class="aligncenter size-full wp-image-1140" /></p>
<blockquote><p>Lopez Tonight é o primeiro talk show diário apresentado por um latino, George Lopez, mas é tão desinteressante e útil quanto seus concorrentes “caucasianos”.</p></blockquote>
<p><strong><br />
George Lopez</strong> é uma figura conhecida, respeitada e influente nos Estados Unidos, principalmente na comunidade latina. É o comediante latino mais bem-sucedido do país; odeia Eric Estrada, que estereotipou os latinos; estrelou uma sit com latina por alguns anos e, hoje, depois de ter gravado especial de stand up comedy para a HBO, e aparecer no especial Latino in America, da CNN, é o primeiro apresentador latino de um talk show, o <a href="http://www.lopeztonight.com"><strong>Lopez Tonight</strong></a>, exibido pela TBS. O termo latino foi repetido diversas vezes nesse parágrafo da mesma forma como Lopez o utiliza ‘como se fosse vírgula’ em seu linguajar. </p>
<p>Tudo é latino: o jeito de ser, de falar, as piadas e, claro, a platéia composta por mulheres maquiadas de forma exagerada e, por vezes, grosseira [as ‘chola girls’] e homens capazes de rir histericamente do ‘boa noite’ do apresentador. O orgulho perde as estribeiras e o exagero desregrado entra em cena. É o estilo George Lopez &#8211; sempre cheio de caretas e piadas escatológicas -, que tem certeza de sua fam e conceitos, mas não consegue se diferenciar positivamente de David Letterman, Jay Leno, Connan O’Brien e Cia. Ao longo das primeiras semanas de exibição, o programa Lopez Tonight entrou com força em termos de convidados. Lopez é bem relacionado, ajudou muita gente em sua carreira e merece elogios por sua comédia. Batalhou e venceu. Qualitativamente, parece ter jogado a cartada errada com seu talk show. Ou não, basta olhar com os olhos &#8216;latinos&#8217;.</p>
<p>Uma das características desses programas são as entrevistas fúteis [o elenco de Lua Nova ou mesmo a última visita de Bill Murray ao programa de David Letterman, por exemplo], às vezes surpreendentes [Joaquin Phoenix, também no David Letterman]; a abertura engraçadinha; e a banda ao vivo. Lopez Tonight tem tudo isso, mas com o sabor latino (impossível passar um parágrafo sem usar o termo, é quase mnemônico). Dançarinas latinas – há! – passam o programa todo sendo sensuais num mini-pódio, enquanto as câmeras fazem questão de prestigiar a “beleza latina” da platéia. Se a saída das high schools já é um festival de estilo exagerado, muita maquiagem, roupas esquisitas e mechas, imaginem quem as mães dessas meninas resolvem se produzir? É quase um baile de carnaval. Ratinho morreria de inveja.</p>
<p>Todos ali para prestigiar o espírito latino e, claro, para ouvir as piadas latinas de George Lopez.  E ver os famosos, claro. Seus entrevistados são de calibre invejável: Kobe Bryant (que dificilmente participa desse tipo de programa), Eva Langoria, Charlie Sheen, Jamie Foxx, Slash, Demie Lovato e Sandra Bullock são alguns dos exemplos. Até Carlos Santana participou com sua guitarra latina. Lopez não surpreende e pouco agrega com suas conversas, normalmente focadas na relação do apresentador com seu convidado ou, claro, algo envolvendo latinices.</p>
<p>Se você leu até aqui e não se irritou com tanta repetição do termo latino [incidência muito menor que no programa, aliás], entenda a principal razão disso: latino é considerado etnia nos Estados Unidos. Em muitos casos, os brasileiros são considerados latinos por conta da cor da pela, ou seja, se não é claramente causasiano de pele clara, as chances de você ser chamado de/considerado latino até mesmo em repartições públicas ou pela polícia são gigantescas. Há diversos relatos de brasileiros que são obrigados a preencher documentos oficiais como “latino” em vez de caucasiano pelo simples fato de termos nascido na América do Sul. É uma guerra interna, dos imigrantes latinos contra os brancos e negros. Todo mundo é envolvido, passiva ou ativamente. Sem exceções.</p>
<p>Isso explica a insistência de Lopez ao enfatizar sua postura sócio-política, mesmo quando faz piada sobre o fato dos burritos de verdade – aqueles feitos no México, logo, latinos – te fazerem peidar logo na primeira mordida e criticar os “wraps” norte-americanos. Ser latino é coisa de raiz para Lopes – mesmo ele não sendo imigrante direto – e levado muito a sério. Ele não faz muito segredo sobre seu desejo de ver sua raça comandando o país. E tem razões para pensar assim: os números populacionais impressionam; o espanhol é a segunda língua mais falada; a base da força de trabalho é latina; e, claro, seu programa está no ar. Como duvidar esse tsunami sócio-cultural? </p>
<p>Os talk shows noturnos costumavam variar de acordo com faixa financeira, afinal, cada um dos apresentadores mirava num tipo específico de público. Agora, não existe mais a diferenciação entre as piadas de Jimmy Kimmell e as piadas de Jay Leno; Lopez trouxe a raça para a mesa de negociações e aposta na população latina para se manter no ar. As chances são grandes de que dê certo, afinal, só mesmo os latinos para atirarem tantas piadas internas e a repetição do bendito nome.</p>
<p>Enquanto brasileiros do Twitter reclamam da “maldita inclusão digital”, Lopez abraça o fenômeno e o utiliza abertamente. Na semana passada, ele recebeu Sandra Bullock e a atriz foi ridicularizada numa “brincadeira” com a mulher do vídoe abaixo (a tal de Chola Girl, gíria para &#8220;maloqueira latina&#8221;), uma desbocada mal-educada – basicamente uma pessoa chula e sem noção – que ofendeu o estilo visual da atriz e a “transformou” numa latina. Claro que Sandra concordou, mas não precisava bancar a ridícula na semana de estréia do melhor filme de sua carreira &#8211; <strong>The Blind Side</strong>.</p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p><object width="413" height="340" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="ep"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/files/cvp/swf/tbs_embed.swf?context=plain_embed&#038;videoId=197009" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/files/cvp/swf/tbs_embed.swf?context=plain_embed&#038;videoId=197009" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="413" height="340"></embed></o</p>
<p>É o Unnecessary Extreme Makeover, a princesa se transformando em sapo pelas mãos da empregada do castelo. Não é preconceito, não de acordo com Lopez, para quem a cultura latina é o auge da civilização. É o Ratinho milionário e influente. Sorte dele. Azar o que de quem não é latino.</p>
<p>Lopez brinca: “os negros já colocaram um presidente na Casa Branca; já sabem o próximo passo, não?”. É inevitável, mas, pelo menos, que seja alguém eleito por qualidade e não pela cor da pele, afinal, essa América ainda é do Norte. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/GeorgeLopez11.jpg" alt="GeorgeLopez11" title="GeorgeLopez11" class="aligncenter size-full wp-image-1141" /></p>
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		<title>&#8220;The Pacific&#8221;: novo trailer</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Minissérie épica de guerra ganha novo trailer na HBO. Confira!
Já assisti três episódios de The Pacific, a nova minissérie da HBO, que estréia em março nos Estados Unidos. Mas enquanto as matérias não começam a sair, deixo mais um gostinho da série para vocês. Aproveitando o feriado de Ação de Graças, o canal lançou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFuZCtvZitCcm90aGVycyUyQytQYWNpZmljK1dhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/pacific02_sm.jpg" alt="pacific02_sm" title="pacific02_sm" class="aligncenter size-full wp-image-1131" /></a></p>
<blockquote><p>Minissérie épica de guerra ganha novo trailer na HBO. Confira!</p></blockquote>
<p>Já assisti três episódios de <strong>The Pacific</strong>, a nova minissérie da HBO, que estréia em março nos Estados Unidos. Mas enquanto as matérias não começam a sair, deixo mais um gostinho da série para vocês. Aproveitando o feriado de Ação de Graças, o canal lançou um novo trailer. O vídeo tem bastante foco nos inúmeros desembarques anfíbios nas ilhas do Pacífico, mostra algumas cenas de Iwo Jima e também mostra o objetivo principal: homenagear o Primeiro Regimento de Fuzileiros Navais, força criada para combater o Império do Japão na Segunda Guerra Mundial. Não esperem por outro Band of Brothers. São coisas bastante diferentes, afinal, cada um tem um tom único. Assistam <strong>Além da Linha Vermelha</strong> para ter um pouco da idéia dessa série. Mas só um pouco, afinal, os soldados não têm tanto tempo para pensar na vida quanto no filme de Terrence Malick.</p>
<p><strong>The Pacific</strong> é produzido por Steven Spielberg, Tom Hanks e Gary Goetzman, os mesmos produtores de Band of Brothers. São 10 episódios, filmados em um ano de trabalho na Austrália.</p>
<p>Confira o Trailer:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/noUJHcdX6KU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/noUJHcdX6KU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>CNN US: Idiotização e Repetição Garantida</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/cnn/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/cnn/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[CNN]]></category>
		<category><![CDATA[CNN International]]></category>
		<category><![CDATA[Fox News]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[
CNN Domestic tenta ajudar, mas só incentiva a idiotização norte-americana, com  problemas que vão de âncoras tendenciosos até exagero negativo nas coberturas. Sobra até para o Brasil. É o duro retrato do trabalho da maior rede internacional de notícias.
Tive a honra de trabalhar para a CNN por alguns anos, no Brasil, como gerente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cnn.png" alt="cnn" title="cnn" class="aligncenter size-full wp-image-1120" /></p>
<blockquote><p>CNN Domestic tenta ajudar, mas só incentiva a idiotização norte-americana, com  problemas que vão de âncoras tendenciosos até exagero negativo nas coberturas. Sobra até para o Brasil. É o duro retrato do trabalho da maior rede internacional de notícias.</p></blockquote>
<p>Tive a honra de trabalhar para a CNN por alguns anos, no Brasil, como gerente de assessoria de imprensa. Já gostava o estilo do canal antes disso e a oportunidade de conhecer, nos bastidores, alguns dos âncoras e visitar o coração da emissora, lá em Atlanta, sacramentaram meu partidarismo e, óbvio, me afastaram das tolices da Fox News. Nos últimos dois anos, porém, me vi distante da <strong>CNN International</strong> – braço mundial exibido no Brasil e resto do mundo – e exposto diariamente ao estilo da <strong>CNN Domestic</strong>, o canal feito para americanos. Quando voltei do hospital no dia da morte de Michael Jackson foi a CNN que me manteve informado e também foi nesse mesmo canal que assisti à vitória de Barack Obama, o primeiro negro presidente dos Estados Unidos. Agora, exceto por momentos pontuais como os citados, a rede tem perdido relevância, foi enganada pelo caso do balão e beira o sensacionalismo. </p>
<p>Digo isso pelo simples fato de assistir ao canal durante o horário comercial. Na íntegra. Admiro o trabalho de gente como Jim Clancy e Michael Holmes, da CNN International, que faz jus ao trabalho de seus editores e informam, ensinam, esclarecem. Um verdadeiro trabalho jornalístico. Existe opinião, claro, mas ela surge, normalmente, com o intuito de guiar o espectador possivelmente pouco informado sobre pelejas no Oriente Médio ou, especialmente, na África. O canal promove um baile de informações. Fora dos Estados Unidos. Aqui dentro são formados monstros microinformados. A CNN Domestic foge da amplitude horizontal da International e mergulha numa verticalização vertiginosa em assuntos locais. Melhor explicar. Vejam os seguintes assuntos: Tiger Woods bateu o carro na sexta-feira; um ex-condenado é acusado de matar quatro policiais no domingo pela manhã; Barack Obama vai anunciar, amanhã, o envio de mais tropas para o Afeganistão.</p>
<p>É só nisso que se fala nessa segunda-feira. Nada errado em cobrir “celebridade, violência e política”, porém, é só nisso MESMO que se fala. Cada bloco do habitualmente ótimo Situation Room com Wolf Blitzer [um dos pilares da emissora, aliás] traz “breaking news” sobre Woods. Mas, na verdade, nada adiciona com algum especialista falando sobre o que pode, ou não, ter levado o golfista a não querer falar com a polícia sobre as circunstancias de seu acidente. Não feriu ninguém. Não causou danos. Não quebrou leis. Apenas seu carro. </p>
<p>No site da CNN, <a href="http://worldsport.blogs.cnn.com/2009/11/30/woods-is-only-human/">a manchete</a>: Os Problemas de Tiger – nem tão perfeito, afinal de contas [Tiger’s Troubles: not so perfect after all]. Moral questionada por um pequeno acidente e fofocas sobre possível envolvimento com uma garota de programa. Tudo circunstancial. Poucas evidências. Do mesmo jeito que o caso do “Ballom Boy” foi tratado semanas antes.</p>
<p>No mesmo ritmo, o programa fala sem parar do tal criminoso que pode ter matado quatro policiais. O ângulo é mais político que policial, afinal, um presidenciável, Michael Huckabee, concedeu perdão e permitiu a liberdade condicional do sujeito. Sobre o caso, só se sabe que o suspeito fugiu da polícia e todos estão “indignados” pelo fato de ele estar nas ruas. E o circo gira em torno dessas informações. Repetidas por repórteres, memorizadas por Blitzer, transformadas em infográficos nas telas. É um festival de falação sobre o nada até que a próxima informação seja anunciada, aí ela passará pelo mesmo ciclo. </p>
<p>Aí vem Obama. Especulações, possíveis reflexos sociais e políticos, opiniões de especialistas, opiniões dos âncoras, análises de cenários hipotéticos, debates infinitos sobre o que o presidente deve ou não falar, deve ou não fazer, deve ou não explicar. É o jornalismo dos experts, não dos informadores. Mesmo por que, informação não existe nesse momento. E as que existem são curtas e definitivas: Obama fará um discurso/Woods bateu o carro e não quer falar a respeito/Policiais foram emboscados. Mas são suficientes para manter as pessoas falando e analisando por um, dois, três dias. </p>
<p>Impossível não lembrar do balão. Dos especialistas em balonismo, dos militares pensando em como, talvez, quem sabe, na situação hipotética, e com muita sorte tentar “resgatar” o garoto do balão. O balão caiu. Nada de garoto. E as pessoas continuaram falando. Um dia inteiro de explicação. Sobre o nada. Um engodo.</p>
<p>No coração de tudo isso, a CNN tenta se segurar para cair no mesmo truque duas vezes: um casal disposto a ficar famoso para ter um reality show aprontou o impensável ao se infiltrar no primeiro jantar de gala da administração de Barack Obama. Os furões são manchetes no país inteiro e, novamente, lá vem os especialistas comentarem as repercussões políticas e os efeitos na imagem de Obama; gráficos mostrando onde eles entraram; como podem, ou não, ter burlado a segurança. O que aconteceu com o trabalho jornalístico de confrontar a fonte e PERGUNTAR? É o reinado da opinião e da suposição. Tem até gente tentando imaginar o que Obama está pensando e como isso o &#8220;chocou&#8221;. Realmente, amanhã o sujeito vai anunciar o envio de mais de 30 mil soldados para a Guerra e será que está preocupado com os furões?! É o jornalismo prestando um desserviço a seu próprio país. Todos precisam de bons índices, a briga com a Fox News – cuja qualidade é constantemente péssima, por fazer todo o mencionado nesse texto, mas de forma grosseira, agressiva e útil apenas para republicanos extremistas – tem pegado fogo, mas a CNN demonstra sinais de que deixou de ditar o caminho para tentar seguir seus competidores no quesito sensacionalismo. </p>
<p>Como se não bastasse isso, semana passada, Rick Sanchez (<a href="http://twitter.com/ricksanchezcnn">@ricksanchezcnn</a>) [âncora do programa da hora do almoço, que se baseia em reações de Twitter e Facebook para fazer suas matérias – basicamente as mesmas dos outros programas, mas com comentários, aí sim, opinativos e tendenciosos] resolveu comentar o encontro do presidente Lula “da Silva” (como é chamado por aqui) e o presidente do Irã. Sanchez se indignou com as pretensões internacionais do governo Lula, especialmente quando um repórter da CNN en Español explicou o fato de Brasil tentar se posicionar como uma potência em termos de negociações e ser uma “alternativa” ao estilo norte-americano. Não é a primeira vez que Sanchez alfineta o Brasil. Na cabeça do âncora, que é descendente de imigrantes cubanos, todos os governos sul-americanos integram um gigantesco bloco “comunista e de esquerda” seguindo o modelo de Hugo Chavez. </p>
<p>Um comentário me marcou: “mas o Brasil não é nosso aliado? Não temos relações com eles? Por que estão vendendo urânio para o Irão no ‘nosso quintal’ e tentando ser uma ‘opção ao nosso estilo de negociação’”? O comando da CNN se importa com o Brasil e está virando tradição enviarem seus âncoras do canal internacional para visitar nosso país, entretanto, esse episódio demonstra não agressividade, mas sim total despreparo da equipe da CNN Domestic em relação ao Cone Sul.</p>
<p>E, curiosamente, voltamos ao início desse artigo. Se nem mesmo os âncoras conseguem sair da mesmice que lhes é imposta, ou não se informam adequadamente sobre países importantes das Américas, o que esperar do conteúdo transmitido a seus espectadores que não um mero reflexo desse quadro? No meio dessa bagunça toda, salvam-se Anderson Cooper e John King, normalmente focados em seus assuntos. Esses dois garantem a verticalização da informação com utilidade e novidade. Duas ilhas perdidas no rodamoinho televisivo e sem propósito que se chama CNN Domestic. Uma situação triste especialmente sabendo que há tanto material utilizável e relevante no canal internacional.</p>
<p>Que saudade da CNN International. </p>
<p>por Fábio M. Barreto</p>
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		<title>[Com Limão] Deixe Ela Entrar</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Com Limão]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Låt den rätte komma in]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angeles Film Festival]]></category>
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		<category><![CDATA[Tomas Alfredson]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[
Filme sueco é boa surpresa ao tratar vampiros com profundidade e simplicidade; além de passar longe de dilemas existenciais vazios e descartáveis da geração Crepúsculo. Boa pedida, mesmo com circuito reduzido.
Confira um trecho:
Assisti sem querer a esse filme sueco sobre vampiros. Ele integrou a seleção do Los Angeles Film Festival em 2008 e teve sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/deixe_ela_entrar.jpg" alt="deixe_ela_entrar" title="deixe_ela_entrar" class="aligncenter size-full wp-image-1114" /></p>
<blockquote><p>Filme sueco é boa surpresa ao tratar vampiros com profundidade e simplicidade; além de passar longe de dilemas existenciais vazios e descartáveis da geração Crepúsculo. Boa pedida, mesmo com circuito reduzido.</p></blockquote>
<p>Confira um trecho:</p>
<p>Assisti sem querer a esse filme sueco sobre vampiros. Ele integrou a seleção do Los Angeles Film Festival em 2008 e teve sala cheia em suas duas exibições. Diferente do grande interesse da comunidade de imigrantes locais – como observado em sessões com filmes coreanos e japoneses durante o evento – <strong>Deixe Ela Entrar</strong> (Låt den rätte komma in, 2008, Suécia) atraiu diversos públicos.</p>
<p>Também pudera, a crítica oficial do Los Angeles Times (patrocinador oficial do evento) elegeu o longa-metragem sobrenatural de Tomas Alfredson como um dos melhores filmes europeus da atualidade e, sem dúvida, o melhor produto exportação da Suécia na década. Sorte minha, pois não li a crítica e fui conferir por causa da sala cheia para <strong>Tropa de Elite</strong> e gostei da sinopse. Sorte mesmo, pois as surpresas continuam vivas mais de um ano depois.</p>
<p>Leia o artigo completo <a href="http://uiop.me/xmm">aqui</a>, publicado no Com Limão. </p>
<p>Você acha que os novos filmes e séries de vampiros ajudaram ou prejudicaram o gênero? Comente e participe! </p>
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		<title>&#8230; Jim Parsons</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 18:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Como a Movie publicou essa matéria em seu site nessa semana, e acabei de assistir os dois episódios atrasados de The Big Bang Theory, nada melhor que retomar essa seção com uma foto dos bastidores da série. A Penny fez uma participação especial na foto. =D
Adoro The Big Bang Theory e foi muito divertido entrevistar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Sheldon_site.jpg" alt="Sheldon_site" title="Sheldon_site" class="aligncenter size-full wp-image-1107" /></p>
<p>Como a Movie publicou <a href="http://uiop.me/uEC">essa matéria</a> em seu site nessa semana, e acabei de assistir os dois episódios atrasados de The Big Bang Theory, nada melhor que retomar essa seção com uma foto dos bastidores da série. A Penny fez uma participação especial na foto. =D</p>
<p>Adoro The Big Bang Theory e foi muito divertido entrevistar os caras, especialmente quando perguntei a todos eles o que aconteceria se Leonard Nimoy fizesse uma pontinha na série. Aliás, publicarei essa matéria aqui muito em breve. Essa foto foi tirada em visita ao set da série, nos estúdios da Warner Bros, em Burbank, Califórnia.</p>
<p>Notem a presença de&#8230; hehe.. Willem Dafoe no lado esquerdo da foto! O nome do cara é Cale, correspondente da Suécia. Gente boa pacas!</p>
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		<title>[RapaduraCast] 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Equipe alucinada do RapaduraCast debate o fim do mundo, filmes catástrofe, Roland Emmerich, maias, profetas do apocalipse, Nostradamus com muita informação. E sem spoilers!
Completando com grande estilo a cobertura de 2012, entra no ar o RapaduraCast temático sobre o fim do mudo e o filme de Roland Emmerich. Essa foi mais uma das poucas vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=4509"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/abc_rapaduracast156.jpg" alt="abc_rapaduracast156" title="abc_rapaduracast156" class="aligncenter size-full wp-image-1100" /></a></p>
<blockquote><p>Equipe alucinada do RapaduraCast debate o fim do mundo, filmes catástrofe, Roland Emmerich, maias, profetas do apocalipse, Nostradamus com muita informação. E sem spoilers!</p></blockquote>
<p>Completando com grande estilo a cobertura de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/2012/"><strong>2012</strong></a>, entra no ar o RapaduraCast temático sobre o fim do mudo e o filme de Roland Emmerich. Essa foi mais uma das poucas vezes [até agora] em que pude cobrir um filme de forma multimídia e bastante intensidade. Desde a saída do Judão que não rolava um especial desse tipo, o que foi muito bom. Mas a presença do podcast como ferramenta fixa no portfólio de trabalho permitiu um novo jeito de fazer a cobertura, afinal, muita coisa está nas críticas e entrevistas, mas poder debater com gente entendida em cinema e ouvir argumentos, para, então, moldar uma opinião mais criteriosa é uma otima experiência.</p>
<p>O assunto não conflita &#8211; de modo algum &#8211; com o NerdCast da semana. O que é algo bastante positivo, pois as duas equipes fizeram programas seguindo seus estilos, embora o tema seja próximo. Acabei defendendo muito o Emmerich, pois respeito o cara e os filmes dele influenciaram bastante minha vida. Claro, as bobagens também existem e dá vontade de socar, às vezes, mas o mundo necessita tanto de diversão como de respeito. Ele me diverte, então devolvo com respeito. =D</p>
<p>Bom, é isso aí. Clique aqui para ouvir o <a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=4509"><strong>RapaduraCast 156 &#8211;  2012</strong><strong></a>!</p>
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		<title>[Cinema.com.br] Entrevista: John Cusack</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Dono de voz baixa e serena, e agarrado a uma gigantesca xícara de café, John Cusack abre o jogo a este repórter 2012, sua primeira grande aventura apocalíptica. Fã de Apocalipse Now!, ele comenta o fluxo de atores de cinema migrando para a TV, explica a boa relação com diretores europeus e diz que roteiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/johncusack_2.jpg" alt="johncusack_2" title="johncusack_2" class="aligncenter size-full wp-image-1094" /></p>
<p>Dono de voz baixa e serena, e agarrado a uma gigantesca xícara de café, John Cusack abre o jogo a este repórter <strong>2012</strong>, sua primeira grande aventura apocalíptica. Fã de Apocalipse Now!, ele comenta o fluxo de atores de cinema migrando para a TV, explica a boa relação com diretores europeus e diz que roteiros que vetou podem ter ido parar nas mãos de Tom Cruise. Confira um trecho da entrevista publicada no site <a href="http://www.cinema.com.br">Cinema.com.br</a>:<br />
<strong><br />
Precisaram te convencer para aceitar <em>2012</em>?</strong></p>
<p><strong>J.C.:</strong> Não! Aliás, fiquei empolgado. Tenho medo é de trabalhar com gente muito metida ou arrogante. Roland tem uma reputação impecável nesse sentido. Conheço muita gente que já trabalhou com ele e só ouvi elogios, então defini minha escolha. Adorei o roteiro e é difícil eu receber ofertas de bons papéis nesse gênero. Eles acabam sempre caindo nas mãos do Tom Cruise. Roland me chamou logo de cara e aceitei na hora.</p>
<p><strong>Não há como encarar o cinema atual sem pensar na influência sobre as pessoas. Você encara os filmes como um elemento que gera transformação social, como foi a literatura no passado?</strong></p>
<p>Diria que sim, pois é uma mídia de fácil consumo e seja lá qual for a mensagem — específica ou genérica —se espalha com grande velocidade. Todas as mídias fizeram isso comigo. Toda vez que você lê um grande livro, escuta um ótimo álbum ou se vê diante de um filme que faz sentido, essa mudança acontece. Você se apaixona. É uma daquelas situações que parecem ter passado apenas cinco minutos, mas foi mais de uma hora. Ou horas. Quantas vezes me peguei lendo livros até as cinco da manhã? Esse é um dos grandes objetivos do ser humano, eu acho. Buscar essas paixões, coisas que nos fazem felizes e dão sentido à vida. </p>
<p>Confira a entrevista completa clicando <a href="http://uiop.me/uRd"><strong>aqui</strong></a>:<br />
==</p>
<p>Veja todas as matérias sobre <strong>2012 </strong>no <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/2012/"><strong>Especial SOS</strong></a> (duas entrevistas e duas críticas).</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/johncusack.jpg" alt="johncusack" title="johncusack" class="aligncenter size-full wp-image-1097" /></p>
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		<title>[Cinema.com.br] 2012</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/cinema-com-br-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Publiquei outra crítica sobre &#8220;2012&#8243;, agora no Cinema.com.br. Leia um trecho e continue por sua conta e risco [sem spoilers]

TRECHO:
Os maias descobriram. Os malucos com as placas nas ruas do mundo todo avisaram. Ninguém acreditou e o mundo vai para o beleléu. E quem melhor que o alemão Roland Emmerich para apagar as luzes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/20121.jpg" alt="2012" title="2012" class="aligncenter size-full wp-image-1087" /></p>
<blockquote><p>Publiquei outra crítica sobre &#8220;2012&#8243;, agora no Cinema.com.br. Leia um trecho e continue por sua conta e risco [sem spoilers]
</p></blockquote>
<p>TRECHO:</p>
<p>Os maias descobriram. Os malucos com as placas nas ruas do mundo todo avisaram. Ninguém acreditou e o mundo vai para o beleléu. E quem melhor que o alemão <strong>Roland Emmerich</strong> para apagar as luzes em 21 de dezembro de 2012? É um espetáculo visual, com edição agitada e emocional e a certeza de ser impossível não reagir perante tamanha destruição: não importa se o resultado for risada, assombro ou puro ódio. É o auge das pipocadas de Emmerich, que já avisou a este corresponente que deixa os filmes do gênero depois de <strong>2012</strong>. Foi demais até para ele. [...]</p>
<p>Leia a matéria completa <a href="http://cinema.com.br/index.php/component/content/article/1-criticas/1026-2012-uma-catastrofe-espetacular">aqui</a>.</p>
<p>==</p>
<p>Leia tudo sobre 2012 clicando <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/2012/">aqui</a>.</p>
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		<title>[Movie] The Big Bang Theory</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/movie-the-big-bang-theory/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Chuck Lorre e Jim Parsons explicam, ou tentam explicar, os segredos de The Big Bang Theory, uma das comédias mais relevantes da atualidade.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/bbt_grande.jpg" alt="bbt_grande" title="bbt_grande" class="aligncenter size-full wp-image-1083" /></p>
<blockquote><p>Chuck Lorre e Jim Parsons explicam, ou tentam explicar, os segredos de The Big Bang Theory, uma das comédias mais relevantes da atualidade.</p></blockquote>
<p>Já faz um tempo que visitei o set de filmagens de The Big Bang Theory, mas entrevistas boas nunca se esgotam e acabam gerando diversas pautas. Na mais recente delas, Chuck Lorre e Jim Parsons &#8211; o Sheldon &#8211; foram destaques na última edição da revista <a href="http://movie.uol.com.br/">Movie</a>, cuja segunda edição já está nas bancas, que publicou o texto em seu site.</p>
<p>Confira um trecho e leia a entrevista completa <a href="http://uiop.me/uEy">aqui</a>:</p>
<p><strong>MOVIE</strong>: Suas comédias sempre dão certo, qual o segredo?<br />
Chuck Lorre: Eu uso esteróides! (garalhadas) Precisa ser engraçado para a equipe, se não for, não vale a pena ser feito. Mas The Big Bang Theory tem um elemento fundamental: o elenco. Demos tanta sorte ao encontrar esse pessoal, que devo atribuir o sucesso ao que eles conseguem fazer coletivamente.</p>
<p><strong>M</strong>: Deve ser um delírio trabalhar num set tão divertido como esse! Vocês têm até uma cópia da Máquina do Tempo, de H.G. Wells!<br />
<strong>Jim Parsons</strong>: Fiquei com muito medo de quebrá-la! Aquela coisa chegou com seguranças e eu juro que tinha um campo de força ao redor dela, caso a gente resolvesse usá-la além do permitido. O melhor é o torneio de pingue-pong, pena que já fui eliminado da competição atual. É eliminatório, então o pessoal pega pesado. (risos).</p>
<p>Fábio M. Barreto, de Los Angeles.</p>
<p>==</p>
<p>Você gosta de The Big Bang Theory? Acha exagerado ou na medida certa? Opine!</p>
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		<title>[Cinema.com.br] Entrevista: Roland Emmerich</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Entrevista exclusiva para o Brasil do Roland Emmerich com este repórter é destaque no Cinema.com.br. Detalhes sobre 2012, novos projetos, modo de encarar o mundo e ecologia fazem parte do bate-papo. Confira!
TRECHO:
Com essa vida online e importância exagerada para elementos visuais, vídeos no YouTube e demanda por mensagens mais condensadas, você acha que o cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/RolandEmmerich4.jpg" alt="RolandEmmerich4" title="RolandEmmerich4" class="aligncenter size-full wp-image-1076" /></p>
<blockquote><p>Entrevista exclusiva para o Brasil do Roland Emmerich com este repórter é destaque no Cinema.com.br. Detalhes sobre 2012, novos projetos, modo de encarar o mundo e ecologia fazem parte do bate-papo. Confira!</p></blockquote>
<p>TRECHO:</p>
<p><strong>Com essa vida online e importância exagerada para elementos visuais, vídeos no YouTube e demanda por mensagens mais condensadas, você acha que o cinema exerce a função que era primordialmente dos livros até 20 anos atrás?</strong></p>
<p>Deus, não! Espero que isso não aconteça, pois adoro ler. Um livre de suspense tem a mesma técnica que os filmes assimilaram: cada cena tem um mini-cliffhanger para a próxima, o que mantém o espectador/leitor doido para conhecer o próximo passo. Adoro histórias com muitos personagens interessantes e atraentes, porque &#8211; no caso de <strong>2012</strong>, por exemplo, onde acho que isso funcionou muito bem – é possível pular de um personagem para o outro e mostrar vários aspectos. E ao mesmo tempo aprofundar cada um deles. É uma das vantagens dessa linguagem, mas nada supera a relevância da história e do conteúdo. Sempre digo isso e acho que <strong>2012 </strong>foi o melhor nesse aspecto.</p>
<p><strong>Você tem medo da mensagem, do poder de amplificação das teses, da magnitude de seus filmes?</strong></p>
<p>Não! Tenho medo de outras coisas, mas nunca do tamanho do filme. Um monte delas pode dar errado, já  o tamanho é uma obrigatoriedade: não é possível fazer um filme sobre esse assunto sem ser grandioso.</p>
<p>Leia a entrevista completa <a href="http://uiop.me/uvi">aqui</a>. Leia matéria sobre Emmerich deixando os filmes catástrofe <a href="http://www.soshollywood.com.br/emmerich-out/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>[Cinema.com.br] Robert Rodriguez</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 20:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Conversei com o cineasta texano sobre seu estilo, filmagens de Machete e sua decisão de abandonar Barbarela. 
Sem maiores pretensões, Robert Rodriguez se tornou um dos maiores cineastas de Hollywood. Responsável, entre outros, pela série Pequenos espiões e a adaptação de Sin City, o texano já fez até dupla com Quentin Tarantino, em Grindhouse. Das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/robertrodriguez.jpg" alt="robertrodriguez" title="robertrodriguez" class="aligncenter size-full wp-image-1069" /></p>
<blockquote><p>Conversei com o cineasta texano sobre seu estilo, filmagens de Machete e sua decisão de abandonar Barbarela. </p></blockquote>
<p>Sem maiores pretensões, Robert Rodriguez se tornou um dos maiores cineastas de Hollywood. Responsável, entre outros, pela série Pequenos espiões e a adaptação de <strong>Sin City</strong>, o texano já fez até dupla com Quentin Tarantino, em <strong>Grindhouse</strong>. Das animações nas pontas dos cadernos e lançamentos no México, Rodriguez se tornou ícone do cinema independente, angariou — muitos — fundos e agora se lança às produções. Em entrevista ao Cinema.com.br, ele fala sobre o penoso início de carreira, explica os projetos atuais — a desistência de Barbarella e as filmagens de Machete — e sai em defesa do 3D e dos remakes.</p>
<p><strong>Ser diretor era sonho ou aconteceu sem querer?</strong></p>
<p><strong>Robert Rodriguez</strong>: Nunca pensei em ser um diretor em Hollywood. Não havia referência de diretores texanos. Ninguém tinha feito isso antes, então não foi um objetivo. Sempre fiz filmes para mim. E pensava ser capaz de viver de modo tranquilo com isso por lá mesmo. Quem sabe ganhar um concurso ou algum tipo de prêmio, mas nunca especulei muito em termos de vir trabalhar em Los Angeles. Desde a quarta série, já fazia algo semelhante a filmes com aqueles desenhos sequenciais na ponta do caderno ou num bloco de notas. Aí usava uma máquina para fotografar cada desenho. Viciei nisso. Quando tinha 12 anos só conseguia pensar nisso.</p>
<p>Continue lendo <a href="http://uiop.me/skr">aqui</a>.</p>
<p>Participe do debate! O que espera sobre o novo <strong>Predador</strong>? </p>
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		<title>[Com Limão] 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Com Limão]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como novo filme de catástrofe, Roland Emmerich promete tornar “2012” em mais um sucesso estrondoso de bilheteria com o seu espetáculo visual 
Pensar no cinema de Roland Emmerich não é tarefa simples. Ele é o rei do filme desastre nos últimos 15 anos, é odiado por seus inevitáveis e constantes clichês, mas tem méritos – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2012_cristo.jpg" alt="2012_cristo" title="2012_cristo" class="aligncenter size-full wp-image-1064" /></p>
<blockquote><p>Como novo filme de catástrofe, Roland Emmerich promete tornar “2012” em mais um sucesso estrondoso de bilheteria com o seu espetáculo visual </p></blockquote>
<p>Pensar no cinema de Roland Emmerich não é tarefa simples. Ele é o rei do filme desastre nos últimos 15 anos, é odiado por seus inevitáveis e constantes clichês, mas tem méritos – especialmente técnicos &#8211; e um deles é <strong>2012</strong>, que chega aos cinemas nessa semana. Entretanto, seu estilo desagrada à crítica e sua relevância, na maioria das vezes, deixa de existir. Lembro das conversas entre Luiz Carlos Merten e Luiz Zanin sobre o estilo do “pipoqueiro”, quando fui estagiário da dupla no Estadão. De um lado Merten, sempre aberto a esse tipo de cinema; do outro Zanin, torcendo o nariz pela obviedade&#8230;</p>
<p>Leia o restante da matéria publicada no <a href="http://www.comlimao.com">Com Limão</a>, incluindo comentários de Roland Emmerich e do roteirista Harald Kloser clicando <a href="http://uiop.me/uaB">aqui</a>.</p>
<p>E deixe seus comentários! Está muito ou pouco empolgado(a) para a estréia de 2012, que rola nessa sexta-feira? Gosta de Emmerich, que, aliás, já avisou <a href="http://www.soshollywood.com.br/emmerich-out/">que deixa os filmes catástrofe</a>? Participe!</p>
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		<title>Panela de Pressão: Hollywood!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[
Super-exposição provoca estresse inevitável em Hollywood, que vê suas jovens estrelas reagindo violentamente ao rolo compressor do marketing e da imprensa. Cada vez mais, o cinema perde o foco e a superficialidade impera.
Por Fábio M. Barreto
De Los Angeles
Dulce Damasceno de Brito viveu tempos belíssimos em Hollywood. Nossa maior correspondente se tornou amiga dos astros, conviveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/jack_sandler1.jpg" alt="jack_sandler1" title="jack_sandler1" class="aligncenter size-full wp-image-1059" /></p>
<blockquote><p>Super-exposição provoca estresse inevitável em Hollywood, que vê suas jovens estrelas reagindo violentamente ao rolo compressor do marketing e da imprensa. Cada vez mais, o cinema perde o foco e a superficialidade impera.</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto<br />
De Los Angeles</p>
<p>Dulce Damasceno de Brito viveu tempos belíssimos em Hollywood. Nossa maior correspondente se tornou amiga dos astros, conviveu com atrizes e mostrou mundo maravilhoso, deixando a cena [faleceu em 9 de novembro de 2008] como presságio de vacas magras se aproximando do mundo do cinema. Enquanto os filmes faturam bilhões, seus protagonistas mergulham num mar de desinteresse, tédio e estresse por conta de super-exposição de mídia. No mundo em que ser celebridade é objetivo de vida de muitos jovens, quem alcança o estrelato se vê preso a obrigações e contratos, mas a paciência está prestes a passar dos limites. A Hollywood de Dulce não mais existe. </p>
<p>Os sinais são claros. Shia LaBeouf se levanta de uma mesa-redonda; Seth Rogen peita um jornalista descontente com seu estilo de humor; gente como Eddie Murphy e Adam Sandler se recusa a falar com repórteres impressos [jornais e revistas]; beldades como Megan Fox escolhem as perguntas que desejam responder. O diagnóstico, mais óbvio ainda: esgotamento. A justificativa de Shia explica bem um dos aspectos da situação, “as perguntas não estão interessantes, prefiro me retirar”. Ele explicou à reportagem da <strong><a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a>/SOS Hollywood</strong> que “posso escolher falar, ou não, basta perguntar as coisas certas. Para saber generalidades, basta ler o material de imprensa; e minha vida pessoal interessa a mim e a minha família”. Um número gigantesco de jornalistas pouco criativos invade Los Angeles quinzenalmente para cobrir esse tipo de evento, enquanto profissionais baseados na cidade pouco fazem para se reciclar e inovar na arte da entrevista. Porém, essa resposta também abre o outro flanco do problema: a super-exposição dos atores.</p>
<p>Como ser criativo e inovador depois de entrevistar um sujeito por cinco vezes, em menos de três meses? O ciclo está formado. Jornalistas incapazes de furar a obviedade dos assuntos e estúdios decididos a conquistar divulgação gratuita a todo custo. O conflito é inevitável. Durante entrevistas para o filme <strong>Funny People</strong>, de Judd Apatow, o comediante Seth Rogen demonstrou claros sinais de irritação e cansaço [assuto do <a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-7/">SOS Cast 7</a>]. Presente de corpo, mas não de espírito, viu seu estilo ser questionado e criticado, encontrou um profissional igualmente desinteressado do outro lado da mesa -redonda, e o embate ganhou tons pessoais. “Sua comédia é baseada em piadas de baixo calão”, disse um. “O que você acha engraçado, então?”, devolveu o outro. “O entrevistado é você, não eu”. E a confusão se armou. É o sexto filme que Rogen divulgava em menos de cinco meses; intermináveis perguntas sobre sua perda de peso, Besouro Verde e ser engraçado marcaram esse período. A irritação é clara.</p>
<p>Gerard Butler teve peito para abrir o jogo: “contratos nos obrigam a fazer toda essa divulgação; e a necessidade de trabalhar nos impede de criticar ou, em alguns casos, dizer a verdade sobre um determinado assunto, pessoa ou estúdio”. É a dura realidade de mercado. “Se criticar alguém, pode apostar que não consigo mais trabalho por um tempo”. Cada ator precisa fazer, em média, 90 entrevistas por filme [levando-se em conta veículos internacionais e norte-americanos – impressos e TV - rádios, telefonemas, coletivas de imprensa, matérias especiais e participação em talk shows]. E tudo isso acontece em períodos concentrados, ocupando praticamente uma semana inteira.</p>
<p>Grandes astros discordam desse modelo e falam pouco. Escolhem muito bem os veículos e, na maioria dos casos, falam apenas com TV – cerca de 5 minutos de conversa e número reduzido de entrevistas. O principal objetivo é garantir que suas declarações não sejam distorcidas e, claro, controlar pessoalmente seu nível de exposição. Os casos mais célebres são Eddie Murphy e Adam Sandler. Sandler prova por A mais B que sucesso nas bilheterias não tem nada a ver com exposição de mídia. Fala pouco há anos e seus filmes faturam milhões. Como disse na entrega do último People&#8217;s Choice Awards, &#8220;se escutasse so críticos, teria parado de fazer filme há uns 10 anos. Faço tudo isso para meu público e eles gostam&#8221;.</p>
<p>Porém, são exceções. Um mundaréu de jovens atores e atrizes é exposto ao rolo compressor da imprensa. Muitos deles sem condição pessoal e currículo profissional suficiente para sustentar uma conversa produtiva. Sabem que não tem o que dizer, apostam em sorrisos exuberantes, mas não escapam dos momentos de silêncio incômodos. Se de um lado todos querem saber do tipo de xampu de Megan Fox ou Cameron Diaz, quase ninguém se importa com as motivações da beldade assassinada no último filme de Jason Vorhees. </p>
<p>É uma equação cheia de variáveis esgotadas e à beira da falência. Perdeu-se a proximidade com o astro. Ser celebridade se tornou objetivo de vida no mundo moderno, mas ser celebridade não envolve merecimento, capacidade intelectual ou alguma grande realização. Aparecer na tela, ou no reality show mais recente, basta. A pesquisa é feita na internet, na Wikipedia. Muita gente usa entrevistas apenas para “checar boatos” ou tentar provocar uma frase polêmica para ocupar um pequeno espaço na grande revista semanal.  Os atores, por sua vez, sabem do jogo e se protegem com respostas ensaiadas e vazias. Afinal, como disse o ex-jogador Sócrates, “respondemos a mesma coisa, pois vocês sempre fazem as mesmas perguntas”. É uma guerra sem vencedores, mas com um grande perdedor: o cinéfilo; cada vez mais carente do verdadeiro entendimento da arte de se fazer filmes.</p>
<p>Os estúdios empurram sua máquina de marketing para cima da imprensa, que, por sua vez, procura pelo “furo do momento”; atores se defendem e tentam manter a privacidade; entender as razões cinematográficas por trás de todo esse circo se torna, cada vez mais, uma idéia romântica e arcaica. Coisa de um mundo há muito esquecido. De um mundo onde Dulce Damasceno relatava sua bela vida e seus amigos ilustres, sabia as perguntas certas e expunha as maravilhas do cinema. Salvo raras exceções, hoje se vive a ditadura do superficial, com o marketing superando o jornalismo; e o cinema&#8230; bem, parece não passar de mero canal para tudo isso.</p>
<p>*Artigo publicado originalmente na Sci-Fi News.</p>
<p>Participe da discussão! O que você acha sobre esse sistema? Concorda com o foco na cobertura de fofocas? Quem é seu astro favorito na hora das entrevistas? =D</p>
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		<title>[SOS Cast 11] Especial: Dia das Bruxas e Show do U2!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-11/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-11/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Atualmente, Dia das Bruxas é sinônimo de festa comercial nos Estados Unidos e coisa de criança na maior parte do mundo, porém, essa celebração começou no berço da civilização européia e, depois de perseguição religiosa e forte influência da igreja católica, se mantém através dos séculos. Fábio M. Barreto e Guilherme Toscano (do site Risos.) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-11/post-soscast-11-v2/" rel="attachment wp-att-1042"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/post-soscast-11-v2.jpg" alt="post-soscast-11-v2" title="post-soscast-11-v2" class="aligncenter size-full wp-image-1042" /></a></p>
<p>Atualmente, <strong>Dia das Bruxas</strong> é sinônimo de festa comercial nos Estados Unidos e coisa de criança na maior parte do mundo, porém, essa celebração começou no berço da civilização européia e, depois de perseguição religiosa e forte influência da igreja católica, se mantém através dos séculos. Fábio M. Barreto e Guilherme Toscano (do site Risos.) comentam a festa. </p>
<p>Na segunda parte do programa, o convidado é Wagner Brito (da RabioBlá), para discutir os efeitos do <strong>show ao vivo do U2 no YouTube</strong>, a primeira grande realização musical da internet. Esse show vai mudar os rumos? Quais seus efeitos imediatos? Quantas pessoas assistiram? Saiba tudo nesse ótimo papo!</p>
<p>Esse é o <strong>SOS Cast 11</strong> e aqui o assunto é entretenimento! Divirta-se e comente! Deixe sua opinião, experiência sobre Dia das Bruxas ou como foi assistir ao Show do U2 pelo YouTube!</p>
<p><strong>PARTICIPANTES</strong><br />
<a href="http://risosponto.blogspot.com/">Guilherme Toscano</a><br />
<a href="http://www.blablaismo.com.br/">Wagner Brito</a></p>
<p><strong>LINKS RELEVANTES:</strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/user/U2official#p/u/">Assista ao show do U2</a><br />
Aprenda mais sobre o <a href="http://druidismo.com.br/">Druidismo</a></p>
<p><strong>Duração</strong>: 1h12min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://www.audioshopp.com.br">Sérgio Duarte</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
Marcus Roberto (@<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">marcusroberto</a>)</p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, PIADAS, DICAS DE BELEZA PARA URUBUS </strong><br />
Envie e-mails para: <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
<p><strong>NO TWITTER:</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/soshollywood">@soshollywood</a></p>
<p><strong>RSS e iTunes</strong><br />
Adicione o <a href="http://feeds2.feedburner.com/sos-cast"><strong>feed</strong></a> do <strong>SOSCast </strong>no seu iTunes ou outro serviço de download.</p>
<p><br />
Arquivo em .ZIP: <a href="http://www.soshollywood.com.br/SOSCast/SOSCast11.zip">SOSCast11.zip</a></p>
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		<itunes:summary>Atualmente, Dia das Bruxas eacute; sinocirc;nimo de festa comercial nos Estados Unidos e coisa de crianccedil;a na maior parte do mundo, poreacute;m, essa celebraccedil;atilde;o comeccedil;ou no berccedil;o da civilizaccedil;atilde;o europeacute;ia e, depois de perseguiccedil;atilde;o religiosa e forte influecirc;ncia da igreja catoacute;lica, se manteacute;m atraveacute;s dos seacute;culos. Faacute;bio M. Barreto e Guilherme Toscano (do site Risos.) comentam a festa. 

Na segunda parte do programa, o convidado eacute; Wagner Brito (da RabioBlaacute;), para discutir os efeitos do show ao vivo do U2 no YouTube, a primeira grande realizaccedil;atilde;o musical da internet. Esse show vai mudar os rumos? Quais seus efeitos imediatos? Quantas pessoas assistiram? Saiba tudo nesse oacute;timo papo!

Esse eacute; o SOS Cast 11 e aqui o assunto eacute; entretenimento! Divirta-se e comente! Deixe sua opiniatilde;o, experiecirc;ncia sobre Dia das Bruxas ou como foi assistir ao Show do U2 pelo YouTube!

PARTICIPANTES
Guilherme Toscano
Wagner Brito

LINKS RELEVANTES:
Assista ao show do U2 
Aprenda mais sobre o Druidismo

Duraccedil;atilde;o: 1h12min

EDICcedil;Atilde;O:
Seacute;rgio Duarte

IMAGENS:
Marcus Roberto (@marcusroberto)

SUGESTOtilde;ES, CRIacute;TICAS, PIADAS, DICAS DE BELEZA PARA URUBUS 
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		<title>Emmerich fora dos filmes catástrofe!</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>

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		<description><![CDATA[
O mundo acabou&#8230; e a carreira de Emmerich nos filmes catástrofe também! Diretor conta ao SOS Hollywood quais seus planos depois da destruição em massa de 2012. 
Em entrevista realizada há pouco, em Beverly Hills, o diretor alemão Roland Emmerich anunciou seu futuro: &#8220;esse é meu último filme catástrofe, relutei muito antes de fazer 2012 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/RolandEmmerich.jpg" alt="RolandEmmerich" title="RolandEmmerich" class="aligncenter size-full wp-image-1033" /></p>
<blockquote><p>O mundo acabou&#8230; e a carreira de Emmerich nos filmes catástrofe também! Diretor conta ao SOS Hollywood quais seus planos depois da destruição em massa de 2012. </p></blockquote>
<p>Em entrevista realizada há pouco, em Beverly Hills, o diretor alemão Roland Emmerich anunciou seu futuro: &#8220;esse é meu último filme catástrofe, relutei muito antes de fazer <strong>2012 </strong>e agora chega&#8221;. Sem brincar e bastante certo de suas realizações, Emmerich já está trabalhando em <strong>Anonymous</strong>, filme que discutirá as questões de direito autoral da obra de William Shakespeare. Parte das filmagens de segunda unidade já começaram em Londres e as gravações principais começam em poucos meses provavelmente em estúdios em Berlim. O elenco já está definido, mas ainda é segredo.</p>
<p>&#8220;Tinha certeza de que as pessoas estavam cansadas de me ver fazendo esse tipo de filme, mas não me arrependo, tenho grande orgulho por <strong>2012</strong>, mas acabou mesmo.&#8221; Roland aproveita para dizer que queria mostrar o filme há muito tempo, mas, por pressão da Sony, guardou os rolos. O diretor diz que a preocupação com a internet impediu a divulgação prévia.  </p>
<p><strong>2012 </strong>é melhor blockbuster catástrofe da carreira de Emmerich, que se recupera do péssimo <strong>10.000 a.C.</strong> e fechou com chave de ouro!</p>
<p>O que você acha? Deixe sua opinião e discuta com os leitores e comigo! =D</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2012.jpg" alt="2012" title="2012" class="aligncenter size-full wp-image-1034" /></p>
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		<title>[Literatura] O Amigo</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/o-amigo/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[O Amigo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Enquanto aguardava sua carona diária, um homem sentava-se em sua cadeira na frente de sua casa. A cadeira era velha. Ele nem tanto. De qualquer forma, aquela posição que já fora ocupada por seus antepassados emprestava-lhe um ar mais experimentado. E foi ali, num lugar que havia sentado por tantas vezes, que um pensamento lhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://i.olhares.com/data/big/311/3115361.jpg"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/charrete_JoseLuisAlmeidaAlbuquerque.jpg" alt="charrete_JoseLuisAlmeidaAlbuquerque" title="charrete_JoseLuisAlmeidaAlbuquerque" class="aligncenter size-full wp-image-1024" /></a></p>
<p>Enquanto aguardava sua carona diária, um homem sentava-se em sua cadeira na frente de sua casa. A cadeira era velha. Ele nem tanto. De qualquer forma, aquela posição que já fora ocupada por seus antepassados emprestava-lhe um ar mais experimentado. E foi ali, num lugar que havia sentado por tantas vezes, que um pensamento lhe veio à mente.</p>
<p>Quem lhe dava carona era um amigo, talvez seu único verdadeiro amigo. Sempre que ele precisava, lá estava o amigo a seu lado com alguma solução à mão. E os dois se davam muito bem, há muitos anos. Eles sempre conversavam sobre as frivolidades masculinas e contavam seus causos de pescaria ou histórias que os avós de seus avós haviam contado e que até hoje faziam parte do repertório de ambas as famílias. Porém, pouco falavam deles mesmos. Na verdade, eles não precisavam já que sempre tinham assunto e quando os problemas apareciam num precisavam de muitos detalhes para se ajudarem.</p>
<p>É, aqueles dois conheciam-se muito bem, até onde seus limites permitiam. Não que eles se preocupassem com limites, era algo bem natural e a vida pessoal era uma espécie de tabu velado.</p>
<p>O caminho que eles percorriam até a cidade vizinha – onde trabalhavam – era um tanto longo. Ele trabalhava numa farmácia e o amigo cuidava da venda perto da prefeitura. Esse era o máximo que sabiam das vidas pessoais de cada um. Ah, é claro, eles também sabiam onde moravam, mas parava por aí.</p>
<p>Ele pensou no que aconteceria se algo acontecesse a um deles no caminho. Sabe, num fim de mundo como esses, não é nada difícil alguém ter um problema e sumir do mapa sem deixar um traço sequer. Talvez até fosse esse o motivo de os dois sempre andarem juntos. Bem, se sim ou não ninguém vai saber, só é fato que eles andavam juntos e gostavam da companhia, afinal de contas, a idade ia chegando e os dois sentiam-se muito a vontade conversando entre si.</p>
<p>O amigo era sorridente, sempre tinha uma piada nova toda semana – ele jurava que o sujeito tinha algum cliente piadista, não era possível – e nunca se atrasava. Certa vez, o amigo chegou cansado e triste. Ele pensou em perguntar o motivo, mas lembrou-se de uma velha anedota e os dois riram. Isso aconteceu há um ano, lá por meados de janeiro.</p>
<p>A cara de triste, porém, perdurou mais alguns dias.</p>
<p>E nenhum dos dois tocou no assunto. Privacidade era uma coisa séria ali. E eles gostavam dela.<br />
Ele lembrava-se de ter visto, inclusive, uma lágrima aparecer no olho do amigo, mas logo ser extinta pela manga do paletó. Mas isso já fazia muito tempo.</p>
<p>Enfim, hoje, ele pensou se não seria a hora de ir um pouco mais além e tentar descobrir algo sobre a vida do amigo, afinal, eles eram amigos ou não eram? Seria uma boa idéia falar um pouco sobre sua esposa e seu filho que havia se mudado para a cidade grande há alguns anos e sempre mandava cartas e presentes para ele.<br />
Foi até estranho para ele pensar em falar sobre essas coisas com o amigo. Parecia que era com um estranho que iria falar e não com seu grande amigo de trajeto e dia-a-dia. Mas estava decidido. Iria falar.</p>
<p>Tudo isso aconteceu por um pensamento: um dia ficar sem o amigo.</p>
<p>Amigos são difíceis de se encontrar. Um bom amigo, então, uma raridade. E esse amigo era um desses tipos. Sempre estava lá e sempre fora infalível quando se precisou dele. Sujeito boa praça e de confiança. Com certeza.</p>
<p>Enquanto aguardava, ele resolveu lembrar alguns dos bons momentos que passaram juntos. E riu a valer. Certa vez, ele pensou em escrever um livro com as melhores piadas que ambos contavam e com suas desventuras no caminho até a cidade vizinha. Mas a idéia pareceu-lhes absurda e, mais uma vez, os dois riram. Quem lucrava com a história era sua esposa, que sempre adorava as piadas, mas também nunca perguntava de onde elas vinham.</p>
<p>Entre suas lembranças, recordou um dia em que o amigo estava sério. Ficou até receoso em quebrar o gelo, mas aí o amigo falou. “A gente passa a vida contando piada, mas um dia a gente é que vira piada pra alguém moço”, e continuou o caminho, guiando sua charrete. Ele ficou meio boquiaberto, já que nunca ouvira o amigo falar nada sério assim, mas preferiu deixar o assunto para trás, mesmo porque o amigo começava a contar uma nova anedota. Tentou se lembrar de outros dias sérios – para ver se juntava algo sobre a vida do amigo – mas essa parecia ter sido a única vez.</p>
<p>Pronto, ótimo começo. Decidiu que perguntaria o que ele quis dizer disso. Seria um bom modo de entrar num novo campo de assunto, quem sabe não terminariam a noite jantando em sua casa e vendo as fotos que o filho mandava da cidade grande? A idéia foi de seu agrado.</p>
<p>Nesse meio tempo, continuou aguardando, ainda faltava um minuto para o horário do amigo passar. E como ele era pontual, deveria dobrar a esquina a qualquer instante.</p>
<p>Um sorriso tomou seu rosto quando lembrou o dia em que se conheceram. Os dois haviam se visto uma porção de vezes, mas nunca conversado. Até que um dia, ele precisava ir à venda e, por sorte, o amigo precisava ir à farmácia. O resultado foi que se encontraram no meio do caminho e tomaram sua primeira dose juntos, e, em poucos minutos, pareciam conhecer-se há anos. Desde então sua amizade, e a carona, continuaram sem um dia sequer de interrupção. É claro, sem contar os domingos, já que não trabalhavam e não se viam.</p>
<p>Era o dia das famílias, pensava ele. Ele com a dele, e eu com a minha. Era assim que deveria ser. Um dia todo para nossas paixões e filhos. Será que ele tem filhos, pensou? Deve ter. Um sujeito bem apessoado e com bom emprego como ele, deve ter uma porção deles.</p>
<p>Ontem havia sido domingo, então não se falavam há 2 dias. Desta vez era ele quem tinha uma piada nova. Seu filho havia enviado uma nova carta, e nela ele contava uma piada. Na parte de trás da anedota estava o convite para seu casamento. Ele não conseguiu conter as lágrimas, uma vez mais, ao lembrar-se da bem-aventurança do filho. Sempre se orgulhara do garoto, e agora era um homem pronto para se casar. O filho queria que os pais fossem morar com ele na cidade grande, mas eles não gostavam muito da idéia.<br />
Enfim, olhou para o relógio e viu que 3 minutos se passaram da hora e nada de ver a charrete do amigo dobrando a esquina para vir a seu encontro. Bem, como ele não poderia se atrasar – finalmente, algo deve ter acontecido e o amigo atrasou-se – esperou mais 2 minutos e, como o amigo não veio, seguiu seu caminho em direção à cidade. Mas desta vez foi andando, e pediu uma carona a outro conhecido no caminho.</p>
<p>A manhã foi pouco produtiva, já que faltava algo em seu dia. Sem ver o amigo e dar suas risadas matinais, ele parecia meio entristecido, mas continuou trabalhando. Na hora do almoço, fez sua refeição rapidamente e resolveu dar um pulo na venda e saber do amigo o motivo de seu atraso. E foi isso que fez.</p>
<p>Cumprimentou muita gente no caminho e pensou no primeiro bate-papo com o amigo, ali no bar do outro lado da rua. E então viu a entrada da venda.</p>
<p>E nela havia uma placa: Fechado em sinal de luto pelo proprietário.</p>
<p>Mesmo sem saber muito sobre o amigo, ele sabia que, no fim das contas, seu amigo era o proprietário da venda. E que se atrasara por obra do maior dos motivos. Nem notou a primeira lágrima que correu de seus olhos, mas tentou esconder as demais que escorriam copiosamente em seu rosto.</p>
<p>Do lado direito da porta estava uma senhora, com seu uniforme de atendente da venda. Ela também chorava. Ele encostou-se e perguntou sobre o finado.</p>
<p>Ela disse que ele havia morrido durante o domingo e que os médicos descobriram que ele tinha uma doença há muito tempo, mas ninguém sabia. Parece que ele ficou doente na mesma época que seu pai faleceu, há um ano por volta de janeiro. Em seu bolso havia um envelope e nele estava escrito: Para meu amigo!<br />
Ele recebeu o envelope pardo com as mãos trêmulas. O fato de ter pensado tudo aquilo no dia em que descobriu sobre o falecimento do amigo era algo assustador, e ele não sabia como lidar com situações como aquela.</p>
<p>Vendo seu estado, o dono da farmácia o dispensou pelo resto do dia.<br />
Já em casa e com o envelope nas mãos, ele resolveu abri-lo e ler. Sua esposa estava no cômodo ao lado e não tocou no assunto. Era a primeira vez que ela via o marido chorando e entristecido daquela maneira.<br />
Ele abriu o envelope e lá dentro encontrou várias páginas com a história de seu amigo. O amigo pedia-lhe desculpas por nunca ter dito nada, mas ele preferia sofrer seu martírio solitário sem levar tristeza para a vida dos outros. O amigo comentou sobre o dia da morte do pai e como quase havia tocado no assunto, mas lembrou-se das boas notícias que ele havia trazido do filho e não queria estragar o clima.</p>
<p>Dentro do envelope havia uma foto sua “Para recordação”, disse ele, e a carta continuava contando como sua vida havia sido dura, mas que o período de sua amizade havia valido a pena e que, pela primeira vez que podia se lembrar, havia tido paz e felicidade ao lado de alguém que não seu falecido pai. Ao contrário do que ele pensava, o amigo não tinha esposa e nem filhos. Herdara a venda do pai e nunca teve tempo de pensar em relacionamentos, embora nutrisse suas paixões secretas, mas por mulheres que ele não conhecia.</p>
<p>Realmente, o amigo tinha muita coisa para contar e foi isso que decidiu fazer com suas últimas horas de vida. Ele narrou como mandou chamar o médico mesmo sabendo que seu tempo era escasso. Então, escreveu a carta a seu grande amigo, com quem decidiu compartilhar suas últimas lembranças e ações.<br />
Assim como ele, o amigo havia recordado os bons momentos juntos, as doses que dividiram e todas as anedotas que contaram um ao outro. As lágrimas corriam de seu rosto enquanto lia o depoimento do amigo falecido. Era como se sua voz saltasse das páginas e tomasse forma em seus pensamentos.</p>
<p>O amigo comentou como teve medo de contar com a ajuda e confiança dos outros, já que sua doença o tornaria diferente dos demais. O amigo tinha muito medo das pessoas, pois em seu entendimento o fato de ter poucos cabelos – uma característica de sua doença, que ele não sabia e pensava ser só um traço da idade – o tornava diferente.</p>
<p>Por isso, o amigo encolheu-se mais e mais. Em sua tristeza e em sua dor, sem deixar ninguém realmente compartilhar de seus problemas com ele. O amigo contou que por inúmeras vezes tentou lutar contra isso e que ninguém se interessava por seu mundo diferente e cheio de problemas. E durante sua luta, a chama apagou-se e sua vontade se foi. Foi aí que a doença ganhou força. O amigo disse que por isso ele fez o comentário sobre “virar anedota de alguém”.</p>
<p>Aí as coisas começaram a se encaixar para ele. O amigo não falava muito porque tinha pouco a falar, e o que tinha, a seu ver, era doloroso e ruim para os demais. Pelas manchas na tinta, ele percebeu que o amigo havia chorado muito enquanto escrevia. Bem, o que mais poderia esperar de um homem que sente a vida o deixar? Muita dor mesmo.</p>
<p>A parte mais emocionante, porém, foi perto do fim. O amigo disse que só resistiu tanto tempo graças à companhia de seu parceiro de trajeto e tragos. Nesse ponto, ele chorava mais ainda e agora tinha a impressão de que era o amigo que lia a carta para ele.</p>
<p>O amigo agradeceu por tudo, por toda a ajuda – mesmo sem ele saber – e por simplesmente ter estado lá, todo o tempo, da melhora maneira possível. Ele nem sabe como terminou de ler a carta, mas terminou.<br />
A narrativa chegou ao fim. E o amigo não perdeu a compostura nem na última linha:</p>
<p>“Acho que amanhã terá que se virar sem mim, meu amigo. Mas para compensar aí vai uma última anedota”. E lá estava a piada, escrita em letras tremidas e já com francos sinais de descontrole, mas lá estava ela.<br />
Ele leu, sorriu e desabou em lágrimas novamente, mas desta vez no colo da esposa que tinha a carta em suas mãos e começava a chorar também enquanto lia.</p>
<p>E até hoje, somente eles dois – oficialmente – sabem sobre o conteúdo daquela carta, da verdadeira história do dono da venda da esquina, e de todo o seu sofrimento.</p>
<p>Dias depois, ele ponderou sobre o que o amigo havia significado. Não encontrou nada grandioso, mas percebeu que o amigo lutou como pode e não viu a luz que poderia tê-lo guiado, não no fim do túnel, mas na frente de seu balcão de vendas. A senhora que lhe entregou a carta, mais tarde confessou amar o patrão, mas nunca ter tido chance de dizer isso a ele. Porque ele não dava chance e por medo de dizer que sabia de sua doença, mas que não ligava para aquilo.</p>
<p>Preso dentro de seu mundo pré-definido e definidamente cheio de dor e sem alegrias, ele fechou as portas para todo o resto. E nesse resto estava sua alegria. Ele sabia que precisava crescer por conta própria, mas se esqueceu que outras pessoas fazem parte de qualquer processo e um desses processos era sua cura. A senhora comentou que um médico a informou que boa parte daquela doença era acarretada por altas doses emocionais negativas e por uma intensa autopiedade. E aí que o amigo cometeu seu maior erro. Considerou-se algo que nem mesmo o mundo agressivo que ele via considerava. Um monstro, uma aberração. Mas, que no fundo, era somente mais alguém com problemas como outro alguém qualquer. Estava em suas mãos decidir se deixaria seus medos de lado ou se seguiria seu caminho solitário.</p>
<p>O amigo fez sua escolha. E o destino fez questão de selá-la.</p>
<p>Enquanto ele pensava em tudo isso, uma pequena charrete seguia em direção a outra cidade, onde havia um outro homem, que precisava de um amigo, para aprender que deve valorizar sua vida, amar a quem o amar e continuar firme e alegre não importa quais obstáculos estejam à sua frente. Viver já é difícil o bastante, viver com dificuldades é tarefa para poucos, e quem consegue merece toda a honra. E um futuro brilhante, mas tudo no seu devido tempo.</p>
<p>E a charrete seguiu seu caminho.</p>
<p>==</p>
<p>por Fábio M. Barreto, 2002. Em homenagem a Fernando José Dias Netto, aka TheJediMaster! =D</p>
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		<title>[SOS Cast 10] O Lado Negro dos Bastidores</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 21:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Um Tapete Vermelho toma conta de algum ponto badalado de Los Angeles. Astros e estrelas se preparam para enfrentar uma bateria de entrevistas. É o glamour de Hollywood, mas quando as coisas dão errado &#8211; como foi o caso do último SCREAM AWARDS, o lado negro dos bastidores toma conta do ambiente. Seja por problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/post-soscast-10-v1.jpg" alt="post-soscast-10-v1" title="post-soscast-10-v1" class="aligncenter size-full wp-image-1013" /></p>
<p>Um Tapete Vermelho toma conta de algum ponto badalado de Los Angeles. Astros e estrelas se preparam para enfrentar uma bateria de entrevistas. É o glamour de Hollywood, mas quando as coisas dão errado &#8211; como foi o caso do último <strong>SCREAM AWARDS</strong>, o <strong>lado negro dos bastidores</strong> toma conta do ambiente. Seja por problemas de logística, pressão dos assessores ou banalização do jornalismo, essa prática está muito distante de seus tempos de glória. Entenda um pouco mais sobre essa dinâmica por conta de eventos recentes realizados na cidade.</p>
<p>Essa edição também comenta as mudanças temáticas realizadas nos parques de diversão – Universal e Disney – em Los Angeles por causa da proximidade com o Dia das Bruxas. É o cinema a serviço do Halloween, com diversos estilos e muita devoção a uma das datas mais comerciais do ano. Editorial sobre a maturidade do mercado consumidor norte-americano &#8211; e o <strong>destino dos canais Boomerang e ANIMAX</strong> (que sofrerá mudanças brutais) &#8211; e recentes mudanças na TV a cabo no Brasil e Dicas de filmes completam a edição.</p>
<p>Esse é o <strong>SOS Cast 10</strong> e aqui o assunto é entretenimento! Divirta-se!</p>
<p><strong>LINKS RELEVANTES:</strong></p>
<p><a href="http://www.whatispaul.com/">Site de produção</a> de <strong>PAUL</strong>, com Simon Pegg e Nick Frost.<br />
<a href="http://uiop.me/qIK">Matéria sobre as Mudanças Drásticas no Animax</a>, por Alexandre Rocha, do Poltrona.</p>
<p><strong>FILMES/SERIADOS RECOMENDADOS&#8230; OU NÃO:</strong><br />
The Damned United, com Michael Sheen<br />
<strong>Stargate Universe</strong>, com Robert Carlyle<br />
<strong>A Princesa e o Sapo</strong> (The Princess and the Frog), com Bruno Campos<br />
<strong>Tron Legacy</strong>, com Jeff Bridges<br />
<strong>Rapunzel</strong><br />
<strong>The Forgotten</strong>, com Christian Slater<br />
<strong>Heroes</strong>, com Sylar</p>
<p><a href="http://www.premiopodcast.com.br/index.php?podcast=105">
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<p></a></p>
<p><strong>TRILHA SONORA:</strong><br />
<strong>Carry On Wayward Son</strong>, do Kansas<br />
<strong>You&#8217;re Pitful</strong>, de Weird Al Yankovich</p>
<p><strong>Duração</strong>: 43min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://www.audioshopp.com.br">Sérgio Duarte</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
Marcus Roberto (@<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">marcusroberto</a>)</p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, PIADAS, PREVISÕES ASTRONÔMICAS </strong><br />
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<p><br />
Arquivo em .ZIP: <a href="http://www.soshollywood.com.br/SOSCast/SOSCast10.zip">SOSCast10.zip</a></p>
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		<itunes:summary>Um Tapete Vermelho toma conta de algum ponto badalado de Los Angeles. Astros e estrelas se preparam para enfrentar uma bateria de entrevistas. Eacute; o glamour de Hollywood, mas quando as coisas datilde;o errado - como foi o caso do uacute;ltimo SCREAM AWARDS, o lado negro dos bastidores toma conta do ambiente. Seja por problemas de logiacute;stica, pressatilde;o dos assessores ou banalizaccedil;atilde;o do jornalismo, essa praacute;tica estaacute; muito distante de seus tempos de gloacute;ria. Entenda um pouco mais sobre essa dinacirc;mica por conta de eventos recentes realizados na cidade.

Essa ediccedil;atilde;o tambeacute;m comenta as mudanccedil;as temaacute;ticas realizadas nos parques de diversatilde;o ndash; Universal e Disney ndash; em Los Angeles por causa da proximidade com o Dia das Bruxas. Eacute; o cinema a serviccedil;o do Halloween, com diversos estilos e muita devoccedil;atilde;o a uma das datas mais comerciais do ano. Editorial sobre a maturidade do mercado consumidor norte-americano - e o destino dos canais Boomerang e ANIMAX (que sofreraacute; mudanccedil;as brutais) - e recentes mudanccedil;as na TV a cabo no Brasil e Dicas de filmes completam a ediccedil;atilde;o.

Esse eacute; o SOS Cast 10 e aqui o assunto eacute; entretenimento! Divirta-se!



LINKS RELEVANTES:

Site de produccedil;atilde;o de PAUL, com Simon Pegg e Nick Frost. 
Mateacute;ria sobre as Mudanccedil;as Draacute;sticas no Animax, por Alexandre Rocha, do Poltrona.

FILMES/SERIADOS RECOMENDADOS... OU NAtilde;O:
The Damned United, com Michael Sheen
Stargate Universe, com Robert Carlyle
A Princesa e o Sapo (The Princess and the Frog), com Bruno Campos
Tron Legacy, com Jeff Bridges
Rapunzel
The Forgotten, com Christian Slater
Heroes, com Sylar

  

TRILHA SONORA:
Carry On Wayward Son, do Kansas
You're Pitful, de Weird Al Yankovich

Duraccedil;atilde;o: 43min

EDICcedil;Atilde;O:
Seacute;rgio Duarte

IMAGENS:
Marcus Roberto (@marcusroberto)

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		<title>Internet: novos contratos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Novos contratos com Com Limão e Cinema.com.br impulsionam presença deste correspondente e do SOS Hollywood na internet. Quem planta, colhe! Confira e visite!
O segundo semestre de 2009 foi produtivo e recompensador. Com o boom de veículos cinematográficos no Brasil, muitas oportunidades surgiram tanto no campo impresso quanto no online, finalmente. Depois de assinar contrato como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/clark_kent1.jpg" alt="clark_kent1" title="clark_kent1" class="aligncenter size-full wp-image-1008" /></p>
<blockquote><p>Novos contratos com <strong>Com Limão</strong> e <strong>Cinema.com.br </strong>impulsionam presença deste correspondente e do SOS Hollywood na internet. Quem planta, colhe! Confira e visite!</p></blockquote>
<p>O segundo semestre de 2009 foi produtivo e recompensador. Com o boom de veículos cinematográficos no Brasil, muitas oportunidades surgiram tanto no campo impresso quanto no online, finalmente. Depois de assinar contrato como correspondente da <strong>Movie</strong>, de André Forastieri, agora foi a vez de dois sites entrarem na jogada. Primeiro foi o <strong>Cinema.com.br</strong>, editado por Mario Marques, ex-editor do CadernoB, do Jornal do Brasil. Semanalmente, publicarei pelo menos uma entrevista exclusiva sobre cinema pelo próximo ano. Por conta do domínio de fácil memorização e muita procura espontânea, ele já entra em cena com bastante visibilidade e equipe formada por diversos correspondentes ao redor do mundo. Até onde eu sei, a idéia é fazer uma cobertura bem abrangente sobre tudo que envolve o cinema. A estréia já aconteceu com a entrevista de <a href="http://www.cinema.com.br/index.php/component/content/article/2/167"><strong>Sharlto Copley</strong></a>, de Distrito 9 e, nessa semana, já foi publicado o papo com <a href="http://www.cinema.com.br/index.php/component/content/article/2/406"><strong>Alex Kurtzman,</strong></a> roteirista de Star Trek e Transformers.</p>
<p>Outro site é o blog <a href="http://www.comlimao.com/"><strong>Com Limão</strong></a>, que foi remodelado e agora aposta bastante na cobertura de Hollywood com minha contratação. O trabalho envolverá críticas e análises semanais, além de entrevistas em momentos especiais. Comecei com a análise de <a href="http://www.comlimao.com/2009/10/22/direto-de-hollywood-onde-vivem-os-monstros/"><strong>Onde Vivem os Monstros</strong></a>, de Spike Jonze, que estreou em primeiro nos Estados Unidos e chega no Brasil só em janeiro de 2010. A tendência é seguir o ritmo das estréias nos cinemas de Los Angeles, então, antecipar é a palavra de ordem.  O <strong>Com Limão</strong> tem uma base bastante sólida de visitantes e está oficialmente envolvido com a divulgação do próximo Teleton, então deve aumentar mais ainda sua presença. </p>
<p>Esses novos contratos não afetam o <strong>SOS Hollywood</strong>, que continuará com o SOS Cast e a publicação normal de matérias. Claro que, uma vez publicada num desses sites, a entrevista não poderá ser republicada imediatamente no SOS Hollywood, mas sempre comentei que o fluxo é muito grande, então tem material de sobra para alimentar tudo. Pelo lado positivo, vou ter que inventar coisas e modos novos para manter o SOS atraente e relevante para vocês. Um ótimo desafio!</p>
<p>Então, aí vão os veículos para quem trabalho como correspondente internacional:<br />
- <a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a><br />
- <a href="http://movie.uol.com.br/index.php">Movie</a><br />
- <a href="http://www.atrevida.com.br">Atrevida</a><br />
- <a href="http://www.atrevidinha.com.br">Atrevidinha</a><br />
- <a href="http://www.cinema.com.br">Cinema.com.br</a><br />
- <a href="http://www.comlimao.com">Com Limão</a></p>
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		<title>Distrito 9: Um Bairro de Velhas Novidades</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/distrito-9/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/distrito-9/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 15:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[District 9]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito 9]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Neill Blomkamp]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Sharlto Copley]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estréia de Neill Blomkamp na direção surpreende o mundo, faz fortuna nas bilheterias norte-americanas e recupera o estilo e conteúdo impactante do bom cinema de ficção científica. Imperdível. Inesquecível. Brilhante.
Olhar para as estrelas e vislumbrar mundos e raças além do firmamento é função da ficção científica desde sua gênese. Entretanto, os dilemas e preceitos dessas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/d9_sharlto_sm.jpg" alt="d9_sharlto_sm" title="d9_sharlto_sm" class="aligncenter size-full wp-image-990" /></p>
<blockquote><p>Estréia de Neill Blomkamp na direção surpreende o mundo, faz fortuna nas bilheterias norte-americanas e recupera o estilo e conteúdo impactante do bom cinema de ficção científica. Imperdível. Inesquecível. Brilhante.</p></blockquote>
<p>Olhar para as estrelas e vislumbrar mundos e raças além do firmamento é função da ficção científica desde sua gênese. Entretanto, os dilemas e preceitos dessas galáxias distantes, invariavelmente, refletiam nossas próprias tragédias sociais e emocionais. Com a popularização recente do gênero, as páginas dos grandes clássicos ou mesmo o arrojo dos novos críticos ficcionais deu lugar ao cinema comercial, no qual o alienígena é sempre o mal, o norte-americano é sempre o bom, e o resto do mundo não passa de pano de fundo para explosões e violência. É o jeito Roland Emmerich de pensar, é a lei da bilheteria milionária é tudo que a ficção científica não queria ser: estereotipada, acéfala e desproposital. <strong>Distrito 9</strong> colocou a casa em ordem e devolveu ao cinema de ficção a perspectiva de mesclar sucesso com identidade intelectual. E ainda encontra espaço para mostrar alienígenas e armas extremamente divertidas!</p>
<p><strong>Distrito 9</strong> usou duas armas para alcançar seu sucesso: <strong>elemento surpresa e Peter Jackson</strong>. Pouco se sabia do filme antes do início da campanha viral nos Estados Unidos, com pontos de ônibus tomados por pôsteres e mensagens solicitando à população que denunciasse alienígenas. O verdadeiro ponto de partida, porém, aconteceu em 2005, quando Neil Blomkamp dirigiu o curta-metragem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iNReejO7Zu8"><em>Alive in Joburg </em></a>. Pouco tempo depois, ele se envolveu com Peter Jackson num projeto que levaria o jogo <strong>Halo </strong>para as telas. Jackson estava envolvido e quando recebeu a notícia da suspensão do projeto, decidiu fazer algo com Blomkamp. “Seus desenhos no desenvolvimento das criaturas para Halo estavam primorosos e, desde o começo, sabia que Neill era um daqueles caras destinados a fazer cinema pelo resto da vida”, comenta o produtor executivo, Peter Jackson, a este repórter correspondente durante a Comic-Con 2009. “Como ele havia começado com <strong>Alive</strong>, resolvemos ampliar a idéia; algo totalmente dele”.</p>
<p>Blomkamp cresceu nas ruas de Johanesburgo, durante o apartheid e viu seu pais, aos poucos, lutar contra a segregação, mas também conviveu com os problemas seguintes à queda do regime. “Ele é um sujeito preocupado com a sociedade, mas é nerd assumido e vive mergulhado em livros, filmes, videogames e etc”, comenta Jackson, que garante ter dado liberdade total ao novato. O diretor de <strong>O Senhor dos Anéis</strong> acredita no papel do produtor facilitador, que permite ao cinema encontrar novos rostos e só se envolve diretamente em momentos inevitáveis. “Sabendo que Neil tem esse estilo, nunca duvidei que ele pudesse fazer um filme com roteiro atraente e, ao mesmo tempo, cheio de armas, alienígenas e coisas explodindo – coisas ótimas para se ver na tela!”. </p>
<p>Essa classificação faz grande jus ao resultado de <strong>Distrito 9</strong>. Uma favela real de Soweto serviu como cenário para o campo de refugiados ocupado pelos tripulantes de uma nave espacial que surgiu flutuando sobre Johanesburgo. Nada de Nova Iorque, Washington ou Londres. A capital sul-africana foi a felizarda da vez. Sem fazer com esses seres insetóides, o governo local criou o local conhecido como<strong> Distrito 9</strong>.</p>
<p>A idéia é simples e, sem grande esforço, abriria espaço para discussões existenciais como vida fora da Terra, teorias da conspiração ou algum complô armamentista, porém, Blomkamp fez valer sua bagagem literária e, inconscientemente, produziu uma crítica sócio-política capaz de surpreender pela simplicidade e, de forma surpreendente, se transformar num dos maiores sucessos do ano, com direito a rendição incondicional dos críticos mais ranzinzas. “É tudo um liquidificador de idéias, coisas que vi enquanto cresci e nenhuma idéia direta de ser um filme político, mas olhando agora, é difícil não encontrar várias referências”, explica o diretor.  A escolha de manter o tom “documental” trouxe muitos benefícios e também provocou a mais arriscada de todas: escalar um ator principal, presente em praticamente todas as tomadas, nativo da África do Sul e falando em inglês com sotaque local. </p>
<p>Sem dúvida, um alívio em meio a tantos heróis nascidos em Los Angeles ou Nova Iorque. Havia preocupação da Sony por conta disso. Alguns jornalistas americanos reclamaram. Não entenderam a pronúncia de Sharlto Copley (entrevista completa <a href="http://www.cinema.com.br/index.php/component/content/article/2/167">aqui</a>). Os internacionais não deram bola e esse detalhe se transformou em charme especial. Copley atua de forma espetacular como Wikus Van De Merwe (pronúncia: Vícus), um sujeito nada heróico, simpático, mas vislumbrado com sua carreira burocrática. Insensível e inocente no início; surpreso e assustado depois do evento que mudará sua vida; obstinado e dedicado quando tem a chance de se salvar. E a burocracia é justamente a razão de sua jornada. Ele é imbuído de citar os alienígenas de seu iminente despejo e relocação. </p>
<p>Até mesmo a Sony Brasil foi afetada com a colossal resposta ao filme. Meses antes da estréia, Distrito 9 teria apenas 100 cópias em território nacional, depois embalou, chamou atenção do departamento de marketing – provavelmente por identificar o potencial além do habitual consumidor de ficção científica – que aumentou o número de cópias. É a força do sucesso.</p>
<p>Wikus vive praticamente uma transição kafkafiana. O sujeito comum se transformando mental e fisicamente e, nesse meio tempo, conhecendo as mazelas que, pouco antes, ele mesmo impunha aos alienígenas. Situação essa mais gritante ainda num país de extremos como a África do Sul, que, após superar o Apartheid, reage com mais agressividade e ódio ao imenso fluxo de imigrantes ilegais em suas grandes cidades. Se uma lição deveria ter sido aprendida pelos sul-africanos seria a de respeito ao próximo. Não aprenderam. </p>
<p>Como se o próprio destino quisesse reforçar essa realidade, no dia em que <strong>Distrito 9</strong> começou a ser filmado, protestos violentos chacoalharam Johanesburgo em áreas bem próximas às locações numa favela de verdade, em Soweto. </p>
<p><a href="http://www.premiopodcast.com.br/index.php?podcast=105">
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<p></a></p>
<p><strong>Distrito 9</strong> abre a ferida sem dó nem piedade e chama a atenção para a natureza cíclica da estupidez humana. Assim como nos belíssimos e assustadores curtas-metragens <strong>Segunda Renascença I</strong> e <strong>II</strong>, integrantes do disco <strong>Animatrix</strong>, a Humanidade demonstra grande capacidade para auto-destruição e, acima de tudo, não aprender com erros do passado. O homem é o mesmo, apenas períodos históricos e estilos de roteiro diferenciam as narrativas. De modo algum se trata de cópia, mas de um novo reflexo das grandes pensatas promovidas por Clarke, Asimov ou Heinlein e tantos outros. Peter Jackson gosta dos alienígenas, mas o público prestou atenção na história e seus desdobramentos. </p>
<p>Essa é a grande diferença de <strong>Distrito 9</strong>: promover discussão, provocar e entreter ao mesmo tempo. Longe de ser o filme extraordinário e revolucionário defendido por muita gente que ficou altamente impressionada, é sim obrigatório tanto para fãs do gênero quanto para interessados nas relações humanas. O exagero na recepção pública se dá por um simples fato: há muito não se via um filme de ficção científica inteligente. Danny Boyle dirigiu o último deles, <strong>Sunshine</strong>, em 2007; entretanto, não tinha o aspecto divertido do filme de Blomkanp e foi relegado à categoria dos “filmes cabeça”. O maior mérito desse longa-metragem é surpreender nesse momento em que efeitos ditam os roteiros, e não o inverso.</p>
<p>“Acredita que a WETA recusou o projeto?”, brinca Peter Jackson. “É estranho, afinal de contas, sou um dos donos e eles não podem me deixar irritado (risos)”. A causa foi boa. WETA estava 100% ocupada com os efeitos especiais de Avatar, de James Cameron. Sorte da Image Engine, companhia sul-africana que deu conta do recado. “Mesmo assim precisamos usar a WETA na reta final, pois o orçamento acabou e ainda precisávamos de mais algumas tomadas da nave mãe dos alienígenas e fizemos a custo zero”. </p>
<p>O resultado visual é primoroso. Ao optar por uma tonalidade bastante realista e não inventar tanto nos alienígenas, a composição entre real e computador cumpriu sua função. O visual de barata gigante causa asco e acentua a natureza alienígena de tudo envolvendo os visitantes. Mas o maior impacto é causado pelas descobertas que Wikus faz ao longo da exibição. É agonizante e desesperador, quase claustrofóbico, tomar contato com a violência despendida contra os ETs, seja ela física ou psicológica, e também as verdadeiras intenções para resolver o “problema” do <strong>Distrito 9</strong>. </p>
<p>A própria <a href="http://www.soshollywood.com.br/fora-alienigenas/">campanha de marketing</a> do filme dava um gostinho disso. O objetivo era denunciar alienígenas fora da área restrita – protegida por uma força de segurança privada, a MNU. Especialmente se levarmos em conta os milhares de humanos obcecados com a descoberta de vida alienígena e as teorias governamentais que os “ocultam” da opinião pública, é estranho notar a ausência de qualquer maravilhamento popular perante a inegável presença extra-terrestre em nosso planeta. Efeito das baratas gigantes em vez de hominídeos verdes? Ou dos hábitos “nojentos” dos seres? A realidade assusta, pode entorpecer e modifica conceitos instantaneamente. </p>
<p>Há muita urgência na mensagem de <strong>Distrito 9</strong>. A intolerância em prática na África do Sul extrapola suas fronteiras e, cada vez mais, se enraíza no modo de vida do homem moderno. Ataque o que desconhece, expulse o indesejável, proteja seus interesses são alguns dos conceitos em voga por aí, e os resultados negativos podem ser vistos a olho nu, em qualquer país, qualquer classe social. Os grandes clássicos da ficção científica postulavam os problemas da superpopulação, das viagens espaciais e dos encontros com seres de outros mundos, cada um a seu modo, levantando problemas e possíveis soluções. Outros tempos, quando a imaginação valia mais que a projeção. Nosso tempo é regido pelo pessimismo, repleto de olhares catastróficos para futuros não tão distantes, ou mera ausência de reação social positiva. Os Wachowski alertaram com sua visita perturbadora a um futuro plausível e agora Neill Blomkamp nos lembra de outra parte essencial: medo. Do desconhecido. De nós mesmos. E o medo, como diz Mestre Yoda, é o caminho para o lado negro.</p>
<p>Tudo indica que voltaremos a encontrar Wikus daqui três anos. E muita coisa pode acontecer até lá.</p>
<p>==</p>
<p>Assista ao curta-metragem Alive in Joburg:<br />
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<p>==</p>
<p>Por Fábio M. Barreto, de Los Angeles/San Diego<br />
Originalmente publicado na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News 140</strong></a>, nas bancas!</p>
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		<title>Uma Simples Homenagem</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 04:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Elza]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Vó]]></category>

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Hoje tenho certeza, nasci para escrever. Tentei outras coisas, outras profissões, esportes, paixões. Mas há apenas uma coisa que me faz completo e realizado profissionalmente: escrever. Foi escrevendo que conquistei minhas asas, conheci minha esposa, meus ídolos e homenageei aquelas que amo. E é escrevendo que quero compartilhar uma história recente, triste, mas ainda assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/writing3.jpg" alt="writing3" title="writing3" class="aligncenter size-full wp-image-986" /></p>
<p>Hoje tenho certeza, nasci para escrever. Tentei outras coisas, outras profissões, esportes, paixões. Mas há apenas uma coisa que me faz completo e realizado profissionalmente: escrever. Foi escrevendo que conquistei minhas asas, conheci minha esposa, meus ídolos e homenageei aquelas que amo. E é escrevendo que quero compartilhar uma história recente, triste, mas ainda assim, uma história. Que preciso escrever para assim, da melhor maneira que posso, honrar seus participantes e, em especial, ela.<br />
Ela é minha avó. Elza.</p>
<p>Elza nasceu de família italiana, no coração da Mooca, nos tempos do bondinho da Rua dos Trilhos, da chegada da Fábrica da União e de quando os galpões de tecelagens e outras indústrias tomavam conta do bairro mais gostoso de São Paulo. Casou cedo com meu avô, André. Tiveram três filhas: Ana Lúcia, Elizabeth e Elenice. Vovô e tia Elenice partiram há muito tempo, mas deixaram grandes saudades em todos da família. Elizabeth é minha mãe querida. Mas aqui falo de minha avó.</p>
<p>Na tarde de uma quinta-feira de janeiro de 2008 o telefone tocou. Era ela, minha avó. Triste por saber que minha viagem se aproximava e que eu não a veria mais com tanta freqüência, ela ligou para saber se eu viria para Los Angeles mesmo e como estava me sentindo. Sempre preocupada. Sempre carinhosa.</p>
<p>Conversei bastante com ela, mas estava meio triste. Reclamei barbaridade da minha mãe, mas ela me fez ver que era bobeira ficar irritado, ainda mais tão perto da viagem. Faltavam apenas cinco dias para me distanciar de todos que amo.</p>
<p>E continuamos conversando, por uma meia hora. Ela me disse que estava cansada, sentindo um mal estar, mas que descansaria para se recompor. Durante a conversa, eu prometi que não descansaria até fazer a viagem valer a pena e que, em alguns meses, eu voltaria para levá-la para conhecer os Estados Unidos. De uns anos para cá, aprendi que a melhor coisa que pode ser dita àqueles que amamos é: eu te amo. E assim me despedi dela. “Vó, eu te amo, tá? Já estou morrendo de saudades. Te amo”. Meio insegura, como sempre para responder à minha devoção a ela, ela respondeu: &#8220;Eu também te amo&#8221;.</p>
<p>Foram as últimas palavras que ouvi da boca da minha avó. No dia seguinte, ela passou mal, foi para o hospital e, dois dias depois, faleceu. Tive ainda uma última chance de ir vê-la, mas, atendendo a uma última “ordem”, fiquei com meus pais, irmãos, tios e primos no churrasco de despedida. Única demonstração de afeto que tive antes da minha partida, aliás. Nada de bota-fora com amigos. Nada. Apenas minha família direta. Minha mãe disse que ela deu uma bronca quando ficou sabendo que eu sairia no meio do churrasco para ir visitá-la no domingo.</p>
<p>Segunda pela manhã, enquanto negociava matérias e contatos, preparando as últimas coisas para embarcar, minha esposa entrou chorando no quarto. De algum modo eu já sabia, mas não queria acreditar. Era a notícia. A maldita notícia que temi por tantos anos e que simplesmente me derrubou. Até hoje não sei como não caí de cara no chão, mas a reação foi a da não reação. Ausência de emoção, já que meu ceticismo proíbe qualquer tentativa válida de negação ou algo do tipo para algo tão definitivo. A morte. Ali estava ela. Na minha frente, nua e crua, sem roteiro de cinema, sem trilha sonora. Ela apenas é. E a gente sem poder fazer nada.</p>
<p>Ainda não chorei o suficiente. Aliás, ainda não chorei direito por ela. Iniciei essa viagem maluca para salvar minha família, minha dignidade e reencontrar o Fábio lutador, que saiu do subúrbio da Zona Leste de São Paulo para disputar espaço na grande imprensa do Brasil, que hoje mora em Los Angeles, mas vai dormir todos os dias lembrando de tudo que já passou e por quem faz todo esse esforço.</p>
<p>Aqui estou construindo uma nova vida e vivendo um sonho, mas triste por não ter fugido do churrasco e falado com ela uma vez mais. Abraçado uma vez mais. Dado um último beijo delicado em seus lábios. E ter dito, sem ser pelo telefone, uma vez mais, “Te amo, vovó”.</p>
<p>Tenho visto pessoas preocupadas com picuinhas, intrigas, gente desmoralizando meu trabalho, duvidando da minha dignidade, desacreditando minha promessa e nada disso faz sentido. Trocaria cada momento aqui, cada notícia apurada, cada entrevista feita por um reles minuto ao lado da minha avó. Um minuto. Uma frase. Um simples carinho. Hoje, entendo como nunca David e sua Fada Azul. Um dia pela eternidade.</p>
<p>A vida ganha mais valor quando algo assim acontece. Gostaria muito que a gente percebesse isso antes de acontecer que, assim como eu, as pessoas aprendessem a dizer “te amo” e não se preocupar com quem não merece seu amor. Mas cada um tem seu momento de aprendizado. Felizmente, o meu chegou antes e pude segurar a barra de ficar longe da minha esposa amada e da minha filha antes de virem morar comigo aqui. Felizes, numa nova realidade, numa nova chance que o Brasil me nega, infelizmente.</p>
<p>Carreguei o caixão de minha avó em seu último passeio. Fiquei junto dela o quanto pude até que a tristeza e o sono me afastaram do duro velório. Olhei para ela e, mesmo triste, pude me sentir orgulhoso por saber que a última coisa que dissemos um para o outro foi “Eu te amo”.</p>
<p>Já faz quase dois anos que tudo isso aconteceu. E ainda não chorei o suficiente. Provavelmente nunca o farei. Mas o amor permanece. Uma parte da promessa eu não posso cumprir, a outra, eu não abro mão. Mesmo com as lágrimas lavando o rosto e tentando apagar a dor, que ainda é latente e imensurável. Só posso lembrar, honrar seu sacrifício e mostrar ao mundo que ela passou por aqui e fez o Bem.</p>
<p>Obrigado por tudo. Sempre te amarei.</p>
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		<title>Sam Neill vai morar em Happy Town</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 17:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[
Mais segura, atraente e cada vez melhor, TV atraí grandes nomes do cinema e, aos poucos, se torna o formato predileto de Hollywood.
Astros como Glenn Close, Tim Roth, Kiefer Sutherland, Anna Paquin e Joseph Fiennes já migraram do cinema para a TV e abriram os olhos de Hollywood para uma nova possibilidade: apostar num emprego [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/samneill.jpg" alt="116069_0225" title="116069_0225" class="aligncenter size-full wp-image-980" /></p>
<blockquote><p>Mais segura, atraente e cada vez melhor, TV atraí grandes nomes do cinema e, aos poucos, se torna o formato predileto de Hollywood.</p></blockquote>
<p>Astros como Glenn Close, Tim Roth, Kiefer Sutherland, Anna Paquin e Joseph Fiennes já migraram do cinema para a TV e abriram os olhos de Hollywood para uma nova possibilidade: apostar num emprego fixo, normalmente de médio ou longo prazo, longe do cinema. O veterano Sam Neill se junta ao grupo por conta do seriado <strong>Happy Town</strong>, um suspense com pretensões conspiratórias, que a ABC pretende estrear na próxima mid-season. A razão da mudança é simples: segurança financeira.</p>
<p>Por mais que a idéia da greve dos roteiristas ainda assombre o mundo televisivo, duramente afetado pela paralisação, o formato tem atraído mais que o cinema. Alguns fatores têm ajudado: aumento na qualidade tanto visual quanto textual [roteiristas de cinema também estão preferindo trabalhar em TV], maior exposição de mídia e público e salário garantido pela metade do ano. Muitos atores que abandonam a TV e buscam o cinema reclamam da rotina, do fato de trabalharem todos os dias no mesmo lugar, mas isso surge com elemento reconfortante para pessoas acostumadas com a natureza nômade dos filmes.</p>
<p>Sam Neill apostou em algo que lhe faz bem: mistério, suspense e uma pitada de sobrenatural mainstream. Twin Peaks é a referência mais direta, porém, <strong>Happy Town</strong>  &#8211; que de feliz não tem nada – está repleta de menções a Stephen King, Neil Gaiman, <strong>A Pequena Loja dos Horrores</strong> e tantos outros marcos da ficção, terror e suspense. No roteiro, uma cidadezinha se vê novamente assombrada por um criminoso perfeito, o Magic Man, responsável pelo desaparecimento de diversas pessoas. Tal mistério será solucionado ao final da primeira temporada e agradou a Neill, cujo personagem é um cinéfilo inveterado, dono de uma loja de memorabilia cinematográfica e, claramente, ligado ao tal sujeito que aterroriza a cidade.</p>
<p>Em entrevista a este repórter, ontem, em Los Angeles, Sam Neil atribuiu sua escolha ao sentimento de tranqüilidade inerente ao trabalho em TV, que ocupa cerca de 35 semanas num ano e gera retorno financeiro suficiente para se levar uma vida tranqüila sem correr atrás de roteiros mensalmente. Parte desse conforto, porém, é culpa de canais como HBO e Showtime, que elevaram imensamente os parâmetros de qualidade televisiva e, cada vez mais, se vêem atores atribuindo comentários anteriormente exclusivos de seus trabalhos em cinema, para os projetos de TV. É o famoso “um filme mais conciso por semana”. </p>
<p>É um momento especial na história desses dois meios, cuja distância qualitativa sempre foi gritante. Câmeras digitais ajudam, assim como investimentos maiores em efeitos. O resultado formidável de <strong>Battlestar Galactica</strong> mostrou isso, assim como a preocupação técnica de Lost ou True Blood, e já começa a prejudicar séries com mais pretensões, como por exemplo, <strong>FlashForward</strong>, primeiro seriado estrelado por Joseph Fiennes. O roteiro tem premissa genial – o mundo todo apaga por 2 minutos e cada pessoa tem uma visão de seu futuro – mas visualmente trouxe um primeiro capítulo mais próximo do orçamento e da assinatura visual da televisão, não do cinema, inevitavelmente causando estranhamento se comparado a seus semelhantes bem-sucedidos. </p>
<p>Não é o caso de <strong>Happy Town</strong>, cujo maior foco é no drama e nesse mistério kinguiano. Sam Neill é, de longe, o melhor atrativo do seriado, cujo restante do elenco é de atores pouco expressivos fora da telinha. O mais famoso ali é Stephen Weber, da série <strong>Wings</strong>. Mas nada é centrado em Neill, que deve servir como âncora e demonstrou boa forma no piloto temporário apresentado à imprensa internacional.</p>
<p>Merece atenção.</p>
<p>Fábio M. Barreto</p>
<p><a href="http://www.premiopodcast.com.br/index.php?podcast=105">
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<p></a></p>
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		<title>Tarantino encontra Philip K. Dick</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Bastardos Inglórios mostra a Segunda Guerra Mundial como deveria ter sido lutada, sem deixar de lado seu estilo violento, contundente e, de certa forma, romântico. Entretanto, não é um filme de guerra e sim uma História Alternativa.
Quentin Tarantino pegou os Estados Unidos com as calças na mão. Despreparados para o verdadeiro conteúdo de Bastardos Inglórios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-960" title="dianekrueger_bastardos_sm" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/dianekrueger_bastardos_sm.jpg" alt="dianekrueger_bastardos_sm" /></p>
<blockquote><p>Bastardos Inglórios mostra a Segunda Guerra Mundial como deveria ter sido lutada, sem deixar de lado seu estilo violento, contundente e, de certa forma, romântico. Entretanto, não é um filme de guerra e sim uma História Alternativa.</p></blockquote>
<p>Quentin Tarantino pegou os Estados Unidos com as calças na mão. Despreparados para o verdadeiro conteúdo de <strong>Bastardos Inglórios</strong>, o público americano não soube bem como reagir a uma História Alternativa com requintes de crueldade, inteligência maligna e seus rumos inquietantes, mesmo que positivos. Assim como o grupo positivista que distribuiu uma edição do New York Times [em novembro de 2008] cheia de “notícias boas”, Tarantino conta a história do um jeito tão sonhador, que chega a ser difícil acreditar. É como se o diretor de <em>Pulp Fiction</em> mergulhasse em <strong>O Homem do Castelo Alto</strong>, de <strong>Philip K. Dick</strong>, e saísse de lá cheio de idéias para um mundo melhor e, claro, sem nazistas.</p>
<p>Bastardos Inglórios existe à margem dos filmes de guerra tradicionais. Não respeita as premissas desse gênero, foge da premissa de sua campanha de marketing [um comando de judeus americanos exterminando nazistas] e beira a poesia visual quando Tarantino dedica preciosos minutos a explorar a beleza de suas atrizes, especialmente Mélanie Laurent. Sua câmera se apaixona a cada movimento, olhar ou reação, da mesma forma como idolatra mortes brutais – menos sanguinolentas, mas visual e conceitualmente agressivas – de forma marcante o suficiente para não gastar todo seu filme envolvo em sangue. Diane Krueger está simplesmente apaixonante e clássica.</p>
<p>Um alívio bem-vindo depois do banho de sangue mais visual que significative de <strong>Grindhouse</strong>. Tarantino gosta de violência e ela está em todo lugar, mas opera de formas inusitadas. Por vezes, no brilhante oficial da SS vivido por Christoph Waltz [sua inteligência extrema ofende mais que o fato de ser o "caçador de judeus"], ou então no terror psicológico provocado pelos Bastardos entre tropas alemãs, chegando até mesmo aos ouvidos do próprio Adolph Hitler. É justamente aí que a promessa de uma guerra diferente se distancia da propaganda e segue outros rumos. As ações de campo dos <strong>Bastardos Inglórios</strong>, comandados por um Brad Pitt quase cômico, em momentos dignos de <em>Queime Depois de Ler</em>, são apenas um elemento de uma trama maior. Pitt, aliás, irreparável e perfeito. Como numa história de H.P. Lovecraft, é necessário imaginar as barbaridades cometidas por eles. Tarantino dá uma idéia, a mente continua sozinha por conceitos sombrios e assustadores.</p>
<p>Decisão interessante e sadia, uma vez que o filme declina seu potencial para um banho de sangue sem sentido. Como sempre apaixonado por cinema, Tarantino brinca com sua própria decisão, ao inserir um filme de propaganda alemão [‘inspirado’ na façanha solitária de um franco-atirador que repeliu 300 soldados norte-americanos] repleto de tiros, mortes seqüenciais, basicamente uma chacina editada para deleite dos nazistas. <strong>Bastardos Inglórios</strong> abomina nazistas, por isso não só os mata, como também hostiliza, denigre e humilha abertamente.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quero 100 escalpos de nazistas de cada um de vocês e vocês vão me trazer esses escalpos&#8221;</p></blockquote>
<p>Tudo é ficcional, mas muito emocional. Menos pela expectativa em torno da válvula de escape de assassinatos sadistas de nazistas, mais pela criação de uma realidade muito sonhada, porém não alcançada pouco depois do desembarque aliado na Normandia. Soldados brincavam sobre invadir Berlim meses depois, coisa que não aconteceu, mas a literatura adora estudar as possibilidades [seja da rápida vitória aliada, ou de revés alemão e eventual domínio do nazismo sobre o mundo]. É a chamada História Alternativa, gênero dominado por <strong>Harry Turtledove</strong> e, no Brasil, brilhantemente representado por <strong>Gerson Lodi-Ribeiro</strong>; entretanto, o título mais famoso seja <strong>O Homem do Castelo Alto</strong>, de Philip K. Dick [relançado recentemente], que devaneia sobre uma América do Norte dominada pelo Império Japonês. Tarantino escolheu o viés positivo, mas igualmente surpreendente. Parece tarefa simples, mas confrontar norte-americanos que viveram o pós-guerra, ou até mesmo remanescentes do conflito, que tudo poderia ter acontecido de outra forma é mais impactante do que se imagina.</p>
<p>E, como de costume, Tarantino aproveita toda chance de discutir cinema, mergulhar em sua linha de raciocínio acelerada, mas sempre embasada, que vai do cinema francês, passando pela propaganda de guerra alemã [real e fictícia] e sua relação com o espaço físico da sala de cinema. <strong>Bastardos Inglórios</strong> é menos tarantinesco do que se imagina, mas quando o diretor parece ter se ausentado, sua assinatura irrompe na tela como singelo lembrete de que ele nunca saiu dali, como se parasse para contemplar o desenrolar de sua própria criação. Cru, provocador e agressivo. Assim é <strong>Bastardos Inglórios</strong>, um clássico de época, sem uma linha de verdade.</p>
<p><em>Fábio M. Barreto</em></p>
<p><a href="http://www.premiopodcast.com.br/index.php?podcast=105"><br />
</a></p>
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		<title>[SOS Cast 9] House, D23 e ABC</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 14:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOS-Cast]]></category>
		<category><![CDATA[ABC]]></category>
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E eis que, finalmente, fiquei cara a cara com Dr. Gregory House, vulgo Hugh Laurie. Nessa edição de retomada do SOS Cast, comento a première da Sexta Temporada de House, em Los Angeles, com direito a tapete vermelho e tudo mais, os bastidores da Expo Disney, os eventos de imprensa das séries da ABC – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-932" title="post-soscast-09-v1" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/post-soscast-09-v1.jpg" alt="post-soscast-09-v1" /></p>
<p>E eis que, finalmente, fiquei cara a cara com Dr. Gregory House, vulgo Hugh Laurie. Nessa edição de retomada do SOS Cast, comento a première da Sexta Temporada de <strong>House</strong>, em Los Angeles, com direito a tapete vermelho e tudo mais, os bastidores da <strong>Expo Disney</strong>, os <strong>eventos de imprensa das séries da ABC</strong> – que já estão acontecendo, embora, no programa, eu diga “na próxima semana”.</p>
<p>O formato mudou [o objetivo é abordar os bastidores da cobertura jornalística e servir, especialmente, para interessados pelo assunto] e agora tem novo estilo de edição e mais opinião sobre tendências, em vez dos comentários sobre as séries e filmes em si. As músicas continuam.</p>
<p>Esse é o <strong>SOS Cast 9</strong> e aqui o assunto é entretenimento! Divirta-se!</p>
<p><strong>IMPORTANTE</strong>: O SOS Cast passa a ser quinzenal, sempre às segundas-feiras.</p>
<p><strong>LINKS RELEVANTES:</strong><br />
<a href=" http://cumecamao.com.br/?p=132"><strong>Entrevista no Cumecamão</strong></a> – Momento Ego Total!<br />
<a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=4146"><strong>RapaduraCast 145</strong> – Grandes Momentos do Cinema! </a><br />
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<strong>Cobertura SOS Hollywood na D23</strong> </a><a href="http://www.scifinews.com.br"><strong><br />
Sci-Fi News 140</strong> – House na Capa!</a><br />
Matéria de <strong>LOST </strong>na <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/"><strong>SUPER INTERESSANTE</strong></a> de Outubro.</p>
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<p></a></p>
<p><strong>TRILHA SONORA:</strong><br />
<strong>A Whole New World</strong>, de Alan Menken (composição) e Tim Rice (letra)<br />
<strong>New World Man</strong>, do Rush</p>
<p><strong>Duração</strong>: 43min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://www.audioshopp.com.br">Sérgio Duarte</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
Marcus Roberto (@<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">marcusroberto</a>)</p>
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		<itunes:summary>E eis que, finalmente, fiquei cara a cara com Dr. Gregory House, vulgo Hugh Laurie. Nessa ediccedil;atilde;o de retomada do SOS Cast, comento a premiegrave;re da Sexta Temporada de House, em Los Angeles, com direito a tapete vermelho e tudo mais, os bastidores da Expo Disney, os eventos de imprensa das seacute;ries da ABC ndash; que jaacute; estatilde;o acontecendo, embora, no programa, eu diga ldquo;na proacute;xima semanardquo;.

O formato mudou [o objetivo eacute; abordar os bastidores da cobertura jornaliacute;stica e servir, especialmente, para interessados pelo assunto] e agora tem novo estilo de ediccedil;atilde;o e mais opiniatilde;o sobre tendecirc;ncias, em vez dos comentaacute;rios sobre as seacute;ries e filmes em si. As muacute;sicas continuam.

Esse eacute; o SOS Cast 9 e aqui o assunto eacute; entretenimento! Divirta-se!

IMPORTANTE: O SOS Cast passa a ser quinzenal, sempre agrave;s segundas-feiras.

LINKS RELEVANTES:
Entrevista no Cumecamatilde;o ndash; Momento Ego Total!
RapaduraCast 145 ndash; Grandes Momentos do Cinema! 
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Cobertura SOS Hollywood na D23 
Sci-Fi News 140 ndash; House na Capa!
Mateacute;ria de LOST na SUPER INTERESSANTE de Outubro.

  

TRILHA SONORA:
A Whole New World, de Alan Menken (composiccedil;atilde;o) e Tim Rice (letra)
New World Man, do Rush

Duraccedil;atilde;o: 43min

EDICcedil;Atilde;O:
Seacute;rgio Duarte

IMAGENS:
Marcus Roberto (@marcusroberto)

SUGESTOtilde;ES, CRIacute;TICAS, PIADAS, FOTOS ESDRUacute;XULAS
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		<title>Rio 2016: além da festa&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 18:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[
Rio fatura Olimpíada, Obama falha, Republicanos partem para o ataque, mas que benefício tudo isso traz para o Brasil?
Festa no Brasil! Alegria geral! Os Jogos Olímpicos de 2016 serão disputados no Rio de Janeiro. Pela primeira vez, a mais antiga das competições visita a América Latina, mas quem realmente está comemorando são os cidadãos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/blanka_rio.jpg" alt="blanka_rio" title="blanka_rio" class="aligncenter size-full wp-image-924" /></p>
<blockquote><p>Rio fatura Olimpíada, Obama falha, Republicanos partem para o ataque, mas que benefício tudo isso traz para o Brasil?</p></blockquote>
<p>Festa no Brasil! Alegria geral! Os Jogos Olímpicos de 2016 serão disputados no Rio de Janeiro. Pela primeira vez, a mais antiga das competições visita a América Latina, mas quem realmente está comemorando são os cidadãos de Chicago. Maioria não queria sediar o evento e chegaram a fazer campanha em favor da capital carioca. Rio feliz, boa parte de Chicago feliz, democratas tristes: Barack Obama bate na trave internacionalmente pela primeira vez.</p>
<p>Enquanto o COB fazia das tripas coração para emplacar o Rio de Janeiro, confirmar o interessante momento esportivo brasileiro – que vai receber os dois maiores eventos mundiais num intervalo de dois anos, Copa do Mundo em 2014 e, agora, a Olimpíada em 2016 – o senado norte-americano vetava a primeira tentativa da reforma do sistema de saúde nacional. Contanto até mesmo com votos negativos de democratas conservadores, a proposta para o plano de saúde opcional controlado pelo governo caiu. Nova tentativa, com novo texto e nova proposta, será votada na semana que vem. Face à derrota, Barack Obama cumpriu sua promessa de apoiar Chicago como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e, ao lado da esposa Michelle, viajou para Copenhagen. </p>
<p>Mesmo antes do anúncio, republicados e alguns democratas criticavam a decisão do presidente de dedicar alguns dias ao lobby esportivo em vez de decidir rapidamente questões como saúde e a iminente decisão sobre o envio de 40 mil novas tropas ao Afeganistão, sob pena de perder a guerra e se retirar do país depois de oito anos. Até então, a administração de Barack Obama registrada bons resultados internacionais, como a liberação pacífica das duas jornalistas presas na Coréia do Norte – graças a ajuda de Bill Clinton – e primeiros contatos diplomáticos com nações tidas como inimigas, entre elas o controverso Irã. Todos assuntos de relevância nacional, mas foi justamente o projeto pessoal, que provocou o deslize de Obama. </p>
<p>O histórico dos Estados Unidos mostra que apoio popular é fundamental para todas as suas guerras. De certa forma, a campanha olímpica foi uma disputa estratégica e afetaria diretamente a vida de parte da população local. Eles não queriam. Em pesquisa divulgada ontem pelo Chicago Tribune, 60% da população era contrária. Muitos deles fizeram campanha favorável ao Rio, incluindo um site temático <a href="http://ChicagoansforRio.com">ChicagoansforRio.com</a> (que saiu do ar logo após o anúncio da decisão). Por outro lado, o Huffington Post divulgou pesquisa contrária atribuindo 72% de apoio ao evento.</p>
<p>A preocupação dos moradores de Chicago – refletiva por brasileiros na rede social Twitter – tem bases nos anos seguintes aos jogos em cidades como Atenas, claramente sucateada e cheia de dívidas provocadas pelo alto investimento estrutural. Obama acredita nesse tipo de investimento como positivo pelo aspecto da geração de empregos, especialmente por conta do constante aumento do índice de desemprego norte-americano (9,3%, maior desde 1983, com 263 mil empregos reduzidos só em Setembro); o senado e o congresso querem saber de saúde.</p>
<p>Chicago continua funcionando como para-raio de problemas políticos e sociais desde a eleição de Barack Obama. Depois do escândalo envolvendo o ex-governador Rob Blagojevich, a cidade ficou chocada com a morte de um estudante a pauladas e pontapés – que foi parar no YouTube – e agora coloca a estratégica da Casa Branca em xeque, afinal, todo o investimento envolvendo a viagem da comitiva internacional não trouxe nenhum benefício para o país. Talvez para os republicanos, opositores ferozes e dispostos a derrubar todas as propostas de mudança de Obama. Enquanto a derrota de Chicago foi um presente para John McCain e seus colegas, a vitória do Rio de Janeiro tem grandes chances de ser o maior presente de grego da Era Moderna&#8230; tanto para a cidade quanto para seus moradores. As lembranças do Pan-Americano ainda estão frescas e os US$ 14,4 bilhões de investimento anunciado pelo COI – maior orçamento entre as candidatas – vão, inevitavelmente, gerar denuncias de corrupção, desvio de verba e danificar nossa imagem internacionalmente.  </p>
<p>Se o mundo não acabar em 2012, o Brasil vai ter a chance de ouro de fazer bom uso de tanto investimento. A esperança existe, mas que atire a primeira pedra quem pode afirmar fielmente que toda essa verba será utilizada em prol da população carioca e das cidades sede da Copa do Mundo. Em Los Angeles, boa parte das instalações construídas para os Jogos Olímpicos de 1984 ainda está em uso e mantida em ótimas condições, incluindo esportes menos populares como Arco e Flecha. Bons exemplos existem, mas se nem mesmo Atenas, berço da competição, conseguiu se manter, o Brasil precisa tomar cuidado. Se o presidente Lula foi instrumental na conquista da cidade sede, que se lembre da continuidade de seu trabalho e tome medidas para que isso não acabe com a cerimônia de encerramento. As delegações vão embora, os prédios e as dívidas ficam. </p>
<p>O legado para o Rio de Janeiro será decidido pelas escolhas do COB, do Planalto e do presidente. Que seja dos melhores, mas não há base histórica suficiente para ter boas esperanças.</p>
<p>- Fábio M. Barreto, que está orgulhoso, mas sabe da iminente roubalheira, superfaturamento e presepada durante a construção.</p>
<p>Imagem by @eviljovemnerd, o twitter fake do Jovem Nerd.</p>
<p>==</p>
<p>Quem tem que ficar triste é a CNN, por ter protagonizado essa cena:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EuE60mq0r1Q&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EuE60mq0r1Q&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Tudo 3D na Disney!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Living La Vida]]></category>
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		<description><![CDATA[
Sessão dupla de Toy Story 1 e 2 em 3D prepara terreno para a chegada do terceiro filme, mas a Disney também prepara surpresas em 3D dentro da sua casa!
É lei em Burbank: Disney Animation vai focar sua produção em filmes em 3D de agora em diante. Quem manda o recado é John Lasseter, comandante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/toy-story2_sm.jpg" alt="toy story2_sm" title="toy story2_sm" class="aligncenter size-full wp-image-914" /></p>
<blockquote><p>Sessão dupla de Toy Story 1 e 2 em 3D prepara terreno para a chegada do terceiro filme, mas a Disney também prepara surpresas em 3D dentro da sua casa!</p></blockquote>
<p>É lei em Burbank: Disney Animation vai focar sua produção em filmes em 3D de agora em diante. Quem manda o recado é John Lasseter, comandante supremo do estúdio. <strong>A Princesa e o Sapo</strong>, maior aposta do estúdio nesse ano, é exceção e chega aos cinemas em novembro em 2D. Mas é um caso especial, pois é o nascimento de uma nova princesa, Tiana. Ela é negra, canta magistralmente bem e incorpora o mito do “beijo no sapo”. Enquanto a animação tradicional fica reservada à realeza, os novatos serão tridimensionais, porém, há muito mais por trás dessa tática. <strong>Os filmes mais clássicos também vão ser transpostos para 3D</strong>.<strong> A Bela e a Fera</strong> é um dos lançamentos mais aguardados, mas a briga é boa com <strong>Toy Story I</strong> e <strong>2</strong> – a conversão desses dois faz parte da campanha de popularização da série antes da estréia de <strong>Toy Story 3</strong>, no ano que vem. O <strong>SOS Hollywood</strong> conferiu uma sessão dupla, no último sábado, dentro do multiplex que incorpora o Teatro Chinês. Casa cheia e primor visual.</p>
<p>A idéia das sessões duplas é pouco usada mesmo em cinemas norte-americanos, mas há coisas que só a Disney pode fazer por você. Curiosamente, o evento foi remanejado do tradicional El Captain [um dos melhores cinemas da cidade, aliás] para o Mann’s, do outro lado da Hollywood Blvd por conta de um gigantesco evento promovido pelo jogador de basquete LeBrown James. Sozinho, ele conseguiu ocupar o mesmo espaço físico que o Oscar. Com lotação aproximada de 2500 lugares, a maior sala do multiplex estava praticamente lotada. Muitas crianças, mas elas não eram a maioria numa platéia repleta de adolescentes, adultos e idosos. É a magia da Disney, fascina todas as idades até mesmo com uma reexibição.</p>
<p>Converter filmes animados, especialmente os feitos por computador, é simples. Basta criar a camada extra de cor fundamental para o 3D, refazer o acabamento do arquivo e pronto. É só distribuir. Afinal de contas, tudo está bem guardado nos arquivos do estúdio. O processo é diferente com animações tradicionais, pois é necessária digitalização, tratamento e adaptação da imagem antes de se inserir os elementos 3D. Em A Bela e a Fera, por exemplo, o maior desafio da direção foi escolher quais itens – sejam eles personagens, peças da mobília ou cenários da casa – seriam “tridimesionalizados”. O 3D é uma ferramenta deslumbrante, mas seu excesso pode causar estranhamento. </p>
<p>A natureza de <strong>Toy Story</strong> propõe um modo diferente de olhar seus personagens e cenários. É praticamente um 3D simulado. Converter os filmes para o novo formato reforça o óbvio e acrescenta mais charme, mas perde cor. Os óculos 3D possibilitam a união dos três espectros visuais, mas tira o brilho, que não é compensado satisfatoriamente. E, seu maior problema, a compatibilidade com crianças mais novas, pois os óculos são grandes – com medida única e universal – e além de não se encaixarem com facilidade, bloqueiam parcialmente a visão. Resultado, especialmente por serem dois filmes em seqüência: os pequenos encaravam a projeção no peito e na raça, vendo tudo embaçado ou triplicado. Se divertiam do mesmo jeito, claro.</p>
<p>Crianças são mais público no home entertainment, pois são elas que assistem filmes à exaustão em casa e motivam a maioria das compras (a Disney tem um sistema chamado Disney Movie Club, que oferece seus títulos a preços mais baratos, incentiva fidelização e alimenta essas mentes jovens e alucinadas pelos personagens do campanhia). E a solução para elas está quase disponível e, adivinhem, foi a Disney que inventou. Em 2010, o sistema home 3D da Disney será lançado para replicar – em alguns casos melhorar – o efeito tridimensional em qualquer televisor moderno. Os óculos continuarão necessários [serão vendidos num kit inicial, com o primeiro disco 3D, e também poderão ser comprados separadamente], mas em versão mais confortável, adequados para crianças e leves.</p>
<p>A divulgação do produto começou na D23, com uma sala especial exibindo trailers e trechos de filmes em 3D. Já testei e recomendo.</p>
<p>*Texto originalmente publicado no informativo Colunas&#038;Notas, onde estreei minha nova coluna semanal, às segundas-feiras, substituindo Rubens Ewald Filho, que foi para o R7, da Record. </p>
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		<title>Tarantino NÃO vai ao Brasil!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
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Alegria de pobre dura pouco e, novamente, um grande nome do cinema cancela sua visita ao Brasil. Desta vez foi o maluco e matador de nazistas Quentin Tarantino. A Universal confirmou hoje pela manhã.

Ano passado, o elenco de Speed Racer visitaria o Brasil (ninguém reclamaria da presença de Susan Sarandon, John Goodman e Emily Hirsch [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/tarantino_sm.jpg" alt="tarantino_sm" title="tarantino_sm" class="aligncenter size-full wp-image-910" /></p>
<blockquote><p>Alegria de pobre dura pouco e, novamente, um grande nome do cinema cancela sua visita ao Brasil. Desta vez foi o maluco e matador de nazistas Quentin Tarantino. A Universal confirmou hoje pela manhã.
</p></blockquote>
<p>Ano passado, o elenco de <strong>Speed Racer </strong>visitaria o Brasil (ninguém reclamaria da presença de Susan Sarandon, John Goodman e Emily Hirsch mesmo por conta de um filme fraco), mas a viagem desandou e a Warner precisou cancelar o evento. Dessa vez estava tudo certo para que <strong>Quentin Tarantino</strong> participasse de forma estelar do Festival Internacional do Rio. Entrevistas estavam agendadas (coletiva, mesas redondas e individuais selecionadíssimas), toda a estrutura de imprensa preparada (em mais um ótimo trabalho da Cecília Moraes, aliás) e eis que surge a confirmação: <strong>ele não vai</strong>!</p>
<p>A razão é das mais aceitáveis e, de certo ponto, esperada: cansaço. <strong>Bastardos Inglórios</strong> esgotou o sujeito que, depois de filmar, editar e fazer uma primeira rodada de divulgação internacional, resolveu rodar o resto do mundo mostrando o filme e atraindo atenção para seu filme, atual décimo colocado no ranking de bilheterias norte-americanas. O Rio seria a cereja do bolo. Não deu certo. Quem leu as últimas <strong>Sci-Fi News</strong> sabe que ando comentando o esgotamento dos profissionais do cinema de Hollywood por conta da divulgação. É um circo gigantesco, porém necessário. Centenas de entrevistas ao longo de praticamente um mês de viagens, câmeras, gravadores e telefonemas. Se quando entrevistamos gente demais cansa, imagine ser entrevistado por gente demais? O debate continua e, cada vez mais, um novo formato se faz necessário.</p>
<p>Sem a presença de Tarantino, o Festival do Rio deve manter a pré-estréia de <strong>Bastardos Inglórios</strong> e homenagear seus outros participantes, não tão pop quanto Tarantino, mas, em essência, pessoas do cinema. Além de tudo, vendeu os 200 ingressos para o evento em 20 minutos. Ok, tudo mundo queria ver o diretor, mas o longa &#8220;quebra o galho&#8221;. O filme merece, combina com o evento e, convenhamos, demorou demais para estrear nos cinemas brasileiros. </p>
<p><em>ps.: A notícia me deixa especialmente triste pela Renata Primavera, da Sci-Fi News, que estava completamente alucinada e empolgada com a entrevista de um dos ídolos dela. Outras chances virão, Rê! </em></p>
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		<title>Aniversário: O Princípio</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio M. Barreto]]></category>

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Hoje é meu aniversário! 31 anos nas costas, 14 de carreira, muita coisa boa, algumas coisas esquecíveis, e a certeza de que nasci para ser jornalista. Como presente pessoal, voltei a escrever depois de 5 anos longe da &#8220;escrita por prazer&#8221; por conta do grande fluxo de textos jornalísticos. A retomada acontece em três textos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/aniversario_aguiar.jpg" alt="Desenho: José Aguiar (c)" title="aniversario_aguiar" class="aligncenter size-full wp-image-886" /></p>
<blockquote><p>Hoje é meu aniversário! 31 anos nas costas, 14 de carreira, muita coisa boa, algumas coisas esquecíveis, e a certeza de que nasci para ser jornalista. Como presente pessoal, voltei a escrever depois de 5 anos longe da &#8220;escrita por prazer&#8221; por conta do grande fluxo de textos jornalísticos. A retomada acontece em três textos, o primeiro segue!</p></blockquote>
<p><strong><br />
O Princípio</strong></p>
<p>No princípio havia amor. Traduzido em palavras. Letras reunidas, conceitos descritos, imagens transmitidas numa sala de aula. Então veio o elogio inesperado, um momento simples, mas fatídico. As palavras se perderam, o sentimento permaneceu e, desde então, escrever mistura paixão adolescente com seriedade profissional. Um rio tranqüilo, ou não, cruzando diversos países, assuntos e pessoas. Cada assunto se transforma numa rocha, algumas mais bonitas, outras nem tanto, depositadas nessa aventura ininterrupta, ou melhor, uma vida. Difícil decidir se as palavras definem a alma, ou é dela que nascem as palavras. Uma certeza se sobressai: olhar para esse riacho, ou corredeira, significa ver uma história cheia de orgulhos e fracassos. Há uma curva a diante e não esconde a empolgação para descobrir seus segredos. </p>
<p>A lembrança do primeiro momento é breve. Alguns rostos curiosos, o professor perplexo, o autor alheio à importância do momento. Todos mais velhos, experientes. Como imaginar reação diferente do garoto frente à dura realidade da escola pública cercado por gente mais velha correndo atrás do prejuízo? Culpa do coração. Maroto e sem convite atiçou um fogo inconsciente. Mesmo antes de nascer corria riscos de nunca acordar. Escondido num mar de poucas oportunidades, reprimido por um papel social previamente decidido, sedimentado longe das grandes jornadas, convencido inerentemente a aceitar um futuro sem futuro. Palavras. Atire a pedra quem nunca ousou. Um rascunho aqui, uma brincadeira acolá. O portal para um reino diferente daquele realismo inexpugnável.</p>
<p>Anos de leitura também ajudariam, mas escapar de seu conformismo fugia da compreensão do momento. Personagens surrados pela labuta, vidas sofridas e sem esperança, tragédias da vida moderna, nada mais que lembretes fictícios da maior de todas as lições. Um puxão de orelha subliminar passado por engraxates sonhadores, carregadores de malas bisbilhoteiros ou mistérios pouco misteriosos. Tamanha surpresa tais palavras terem surgido destoantes de tal cenário de sonhos irreais, onde mesmo o herói não encontra seu milagre e fortuna. A memória de anos mais felizes, quando aventuras fantásticas, seres d’outro mundo, montanhas encantadas e cafés da tarde repletos de pão-de-ló ao sopé de uma cordilheira mística atraiam atenção. Uma doce imposição aos sentidos, no momento em que sonhar era obrigação.</p>
<p>Mas não ali. Não naquela hora. Com a ausência do mestre sábio da literatura e do cinema, o lampejo de sabedoria veio de forma simples. Numa frase imbuída de respeito e extremo valor, mesmo que minimamente compreendido no momento. “Teu mundo não é esse, siga seu próprio caminho”, foram as palavras do Paxá. Homem sofrido, orgulho inabalável, amante fervoroso. Seus olhos notaram algo distinto naquele mundo. Aparecida segurava suas mãos quando transmitiu seus pensamentos. Os dentes brancos reluziam contra a pele escura. Seu sorriso desapareceu e seus olhos, aos poucos, se desviaram para a janela e contemplaram a noite. </p>
<p>Dias depois as palavras tomaram as rédeas. Mais que uma composição, uma ode impensável irrompia noite adentro. Sem grandes planos prévios, num surto de inspiração, mera tradução de pensamentos caóticos em linguagem escrita. O garrancho pouco cursivo foi presente do pai, sempre capitular e estiloso, mas alma superava forma; certeza vencia objetivos numéricos; sinceridade se unia ao estilo. Naquele momento, apenas uma simples descrição. </p>
<p>Descrição do mais alto dos sonhos, uma vida futura ou uma hora no futuro. Devaneio adolescente. Palavras soavam tolas em tão sincera homenagem, mas assim quis o destino e seus sortilégios. Desprovido de olho clínico e mão calibrada nas artes do traço, as palavras formavam sua aquarela, a ponta caneta seu pincel e a pauta do caderno, de súbito, transfigurou-se na mais atraente das telas. Desconhecia seu futuro e, enquanto rabiscava o papel branco, era Dickens e Tolkien, Van Gogh e Michelangelo, Lenon e Marley. Criava arte à sua maneira. Nada disso existia. Arte e realidade coexistiam tão bem quanto água e óleo.</p>
<p>A noite mergulhava fresca. Cruzeiro do Sul e Três Marias preenchiam um firmamento caleidoscópico. Luzes distantes e confortáveis. Sempre lá, observando. Foram suas companheiras no retorno vitorioso. Nota máxima. Admiração, inveja, vergonha, orgulho tudo misturado numa miríade tão complexa quanto o entrelaçamentos de fios numa malha magistral. Palavras, sempre elas. Dessa vez ditas com emoção. Olhares insinuantes, pleiteando homenagem similar passaram despercebidos. Assim como as brincadeiras de mau gosto dos conformados. Encontrou conforto sob o abraço das estrelas; eles mergulharam no torpor da cerveja.</p>
<p>Triste noite sem a boemia de Noel, orquestrada pela melancolia de Morrison. Era o fim. Antes mesmo do início. Pouco da poesia do rei lagarto rompia as barreiras da linguagem, cujas portas eram escancaradas pura e simplesmente pelo ópio lírico. “Quebre as barreiras”, gritavam, sem sair do lugar. Essencialmente palavras. Revolucionárias num momento, mantras sem propósito noutro. Metros de distância, mundos diferentes.</p>
<p>Entretanto, a inevitabilidade de Gaiman aplicava-se antes mesmo do nascimento do Sombra. Mesmo a mais impressionantes das descobertas se diminui, perde momentum e se esvai, como qualquer outra lembrança. Dias, meses, anos. Eras inteiras de uma existência ocorrem entre grandes momentos, daqueles dignos das baladas dos bardos de outrora. São eles os verdadeiros contadores de histórias, enciclopédias de conhecimentos, narrativas, lendas e acontecimentos extraordinários. </p>
<p>E, como os bardos, palavras nascem na inspiração. Num grande momento de esplendor e deleite dos deuses. Gigantescos acontecimentos contidos no mais simples dos atos. A imaginação de uma canção, o vislumbre do momento a seguir, as primeiras palavras de um texto. Uma simples descrição incapaz de mudar o mundo, mas responsável pelo nascimento de um mundo. Inexorável, como tempo; apaixonante, como a beleza; brilhante, como o mais impossível dos devaneios.</p>
<p>Os anos passaram e ainda sonho com as estrelas.</p>
<p>por Fábio M. Barreto</p>
<p>Agradecimento especial a José Aguiar, responsável pela ilustração do texto. =D</p>
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		<title>Kit de &#8220;Onde Vivem os Monstros&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 22:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Living La Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Maurice Sendak]]></category>
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		<category><![CDATA[Spike Jonze]]></category>
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Warner Bros. Estados Unidos envia kit magnífico à imprensa; começa o aquecimento oficial dos motores para &#8220;Onde Vivem os Monstros&#8221;, de Spike Jonze.
Onde Vivem os Monstros caiu nas graças dos cinéfilos antes mesmo de estrear. Muito por conta de um trailer primoroso com trilha sonora de arrepiar e, claro, pela importância do livro de Maurice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/wwfa_1_sm.jpg" alt="wwfa_1_sm" title="wwfa_1_sm" class="aligncenter size-full wp-image-871" /></p>
<blockquote><p>Warner Bros. Estados Unidos envia kit magnífico à imprensa; começa o aquecimento oficial dos motores para &#8220;Onde Vivem os Monstros&#8221;, de Spike Jonze.</p></blockquote>
<p>Onde Vivem os Monstros caiu nas graças dos cinéfilos antes mesmo de estrear. Muito por conta de um trailer primoroso com trilha sonora de arrepiar e, claro, pela importância do livro de Maurice Sendak para a geração internet norte-americana, que cresceu ouvindo essa história simples, mas cheia de espaço para a imaginação. Agora pouco tomei um susto, o cara da Fedex tocou a campainha e lá fui, todo feliz, achando que era algum presente de aniversário antecipado [é amanhã, dia 18! =D]. Mas não, era um press kit da Warner Bros. Estados Unidos. </p>
<p>Ao abrir meus olhos se encheram de lágrimas: <strong>Onde Vivem os Monstros</strong>, com direito a livro [que comprei mês passado, HA!], DVD com bate-papo entre Spike Jonze e Maurice Sendak, novo trailer, e um pôster exclusivo. Tudo isso dentro de uma caixa muito bonita e, pelo jeito, resistente. Boa qualidade em tudo. Vejam as fotos!</p>
<p>Caixa:<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kit_wildthings2.jpg" alt="kit_wildthings2" title="kit_wildthings2" class="aligncenter size-full wp-image-868" /></p>
<p>Kit Completo:<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kit_wildthings.jpg" alt="kit_wildthings" title="kit_wildthings" class="aligncenter size-full wp-image-867" /></p>
<p>Pôster Individual:<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kit_wildthings3.jpg" alt="kit_wildthings3" title="kit_wildthings3" class="aligncenter size-full wp-image-869" /></p>
<p>Pôster e Caixa:<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kit_wildthings4.jpg" alt="kit_wildthings4" title="kit_wildthings4" class="aligncenter size-full wp-image-870" /></p>
<p>Espero que tenham gostado tanto quanto eu! Aliás, o que você espera desse filme?</p>
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		<title>Sci-Fi News 139: True Blood!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 18:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Ball]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Paquin]]></category>
		<category><![CDATA[Crepúsculo]]></category>
		<category><![CDATA[Gerard Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Homem de Ferro 2]]></category>
		<category><![CDATA[Lua Nova]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi News]]></category>
		<category><![CDATA[True Blood]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em mais uma edição revitalizada, a Sci-Fi News volta às bancas com destaque para a série True Blood, de Alan Ball. 
Em mais um rompante de entrevistas e artigos marcantes, mais uma revista foi pra conta. Sci-Fi News 139 novamente cheio de matérias minhas, inclusive a capa: True Blood. Entrevistei Alan Ball e, na íntegra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/09/capa_sfn_139.jpg" alt="SFN 139" title="SFN 139" class="aligncenter size-full wp-image-857" /></p>
<blockquote><p>Em mais uma edição revitalizada, a Sci-Fi News volta às bancas com destaque para a série True Blood, de Alan Ball. </p></blockquote>
<p>Em mais um rompante de entrevistas e artigos marcantes, mais uma revista foi pra conta. <strong>Sci-Fi News 139</strong> novamente cheio de matérias minhas, inclusive a capa: True Blood. <strong>Entrevistei Alan Ball</strong> e, na íntegra, o papo com <strong>Anna Paquin</strong>. De quebra, algumas fotos de <strong>The Pacific</strong> próxima grande minissérie da HBO, que estréia no ano que vem. Curiosamente, a matéria saiu perto dos 15 anos da HBO Brasil. </p>
<p>E falando em Vampiros, <strong>Chris Weitz explica seu modo de encarar Lua Nova</strong>, segundo capítulo de <em>Crepúsculo</em>. Será que o filme ficará melhor que o primeiro? Veremos!</p>
<p>Aproveitanto, também publiquei um artigo/entrevista sobre o futuro do 3D, incluindo pensamentos de Michael Bay, Stephen Sommers, Bruckheimer e outros.</p>
<p>E, fechando com chave de ouro, também nos<strong> infiltramos no set de filmagens de Homem de Ferro 2</strong>, onde um de nossos repórteres <strong>entrevistou Jon Favreau</strong> e todo o elenco. A entrevista completa com Favreau você confere já nessa edição!</p>
<p>E quase esqueci: entrevista <strong>exclusiva </strong>com <strong>Gerard Butler</strong>! =D</p>
<p>Já comprou? Comente e responda à pergunta: as mudanças na 