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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #11</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é um diário de produção do filme The Flower Shop, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Gwynnfordshire_by_DigitalPainters.jpeg"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Gwynnfordshire_by_DigitalPainters-e1335808411616.jpeg" alt="" title="Gwynnfordshire_by_DigitalPainters" width="580" height="435" class="aligncenter size-large wp-image-8349" /></a></p>
<blockquote><p>Esse é um diário de produção do filme <strong>The Flower Shop</strong>, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam ajudar no árduo caminho que enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Muita coisa aconteceu nas últimas semanas, mas como alguns de vocês sabem, fiquei doente e deixei o computador de lado. Ou pelo menos tentei. De qualquer maneira, <strong>The Flower Shop</strong> evoluiu bastante com boas e más notícias. Hoje vou falar sobre um pouco do processo de organização, custos de equipe, escolha de câmera e mostrar os primeiros testes de cor feitos na locação dos nossos segmentos da Segunda Guerra Mundial. \o/</p>
<p>Nada melhor que tirar a má notícia da frente logo: o convite feito a um ator e diretor da Globo para uma ponta no filme foi recusado. Tudo bem, bola para a frente. Já estou pensando em outro nome de peso para chamar. Não se pode ganhar todas, não é mesmo? Mas o contato valeu a pena e abriu possibilidades para coisas no futuro. O importante é aceitar a negativa com profissionalismo e tocar o barco.</p>
<p>Logo, entramos no próximo tópico, <strong>Production Board</strong>. Aliás, vou usar esses termos em inglês pelo simples fato de não fazer ideia de como alguns deles são chamados aí. Nunca estudei cinema no Brasil e o vocabulário vem com o ambiente onde você está. A Production Board é basicamente uma tabela – em excel ou organizada num quadro na parede do escritório central – com todas as informações do calendário, cenas a serem filmadas, locações, descrições curtas e os horários. Pensando em sua função, pode ser que o nome em português seja Tabela de Produção ou algo assim. </p>
<p>O jeito de fazer é bem simples. Cada linha da planilha inclui os seguintes dados:<br />
Descrição da cena, personagens envolvidos, elementos extras (animais, carros, sfx, musica, extras, e etc) descrição da locação, informação sobre Dia ou Noite, onde a cena está localizada no AD Breakdown (que expliquei no texto anterior) e a numeração das cenas. Veja a foto abaixo como exemplo.</p>
<p><img alt="" src="http://www.podcastfilmreview.com/wp-content/uploads/2011/02/Production-Board1.jpg" title="Production Board" class="alignnone" width="580" height="435" /></p>
<p>Fazer essa tabela ajuda um bocado a organizar as filmagens, especialmente para tentar blocar a presença de um mesmo núcleo de atores ou maximizar o uso de determinada locação. Basicamente, o ideal é juntar todas as cenas externas e cabíveis num mesmo lugar ou tentar filmar todas as sequências de um determinado ator no mesmo dia, assim você só paga uma diária de salário. Tudo é feito para economizar, simples assim. Mesmo com preço mais acessível que no Brasil, por exemplo, filmar em LA suga seu orçamento com velocidade incrível. Essa é a razão pela qual filmaremos em apenas 4 dias: dois para externas e externas/internas, ou INT. e INT/EXT, e dois dias para as internas, possivelmente com mais um dia de Segunda Unidade (ruas, prédios, ambientes, cenários relacionados, cenas envolvendo apenas extras ou dublês, etc) para as transições. </p>
<p>Além de ajudar a visualizar a carga de trabalho, a Production Board permite que toda a equipe de bastidores tenha acesso às mesmas informações e saiba o que fazer, ou seja, ninguém vai chamar atores desnecessários, ou se dar ao trabalho de levar algum equipamento ou elemento extra que só será usado no dia seguinte, por exemplo. Isso sem contar o fato de impedir erros de logística e tempo útil, como a tabela usa um sistema de cores, fica fácil ver que um dia está carregado demais e que será impossível – ou muito caro – filmar todas aquelas cenas sem ter que pagar hora extra de locação e de equipe. Já se filma por pelo menos 12 horas mesmo, daí para a frente as chances de acidentes, menor qualidade e desatenção (que resulta em retrabalho) são gigantescas, mesmo em sets profissionais.</p>
<p>É preciso pensar na equipe e no pique do pessoal. Por isso, o ideal é começar a filmar as cenas externas ou as noturnas logo de cara, pois são as mais trabalhosas e ainda pegam o time cheio de energia. Outro fator importante é que, no caso de problemas, você sempre pode reagendar uma refilmagem para depois das gravações internas pagando apenas algumas horas extras. Se a produção optar por fazer tudo isso no final, além de pegar o time desgastado, ainda vai pagar um dia inteiro enquanto todo mundo espera a noite chegar, ou seja, dobra o valor. Pagamento do dia de trabalho + pagamento extra pelas filmagens madrugada a dentro. Como disse, tudo é questão de reduzir custos.</p>
<p><strong>The Flower Shop</strong> vai ter um time internacional bem bacana e cheio de profissionais. Estamos estimando uma equipe de pelo menos 15 membros, o que vai arrancar algo em torno de $4.500 do orçamento total. E estou falando de pagamento mínimo! A maior atenção será dada às posições principais: Diretor de Fotografia (Cinematographer), Eletricista (Gaffer), Maquinista (Key Grip) e Set Designer (vamos construir um campo de concentração&#8230; ou parte dele! :p). Abaixo disso o pessoal vai receber mais, mas ainda assim, haverá pagamento. É importante demonstrar seriedade e não ficar dependendo da boa vontade do cara aparecer ou não. Se você precisa dessas pessoas, garanta seu comprometimento e isso se faz com dinheiro. E também faz sentido na hora que você exigir uma postura séria e a qualidade do trabalho. </p>
<p>Quer fazer mesmo assim e não tem dinheiro? Bom, pague pelo menos a gasolina, dê um bom almoço e evite que sua equipe pense estar “pagando para trabalhar”. É o mínimo que se pode oferecer. Você sente a reação das pessoas – sério! –  quando oferece a condição certa (mesmo que ela fuja do ideal) e isso faz a diferença quando todo mundo começa a trabalhar.</p>
<p>Toda essa preparação é necessária, pois as locações previstas – o <strong>backlot da Universal</strong> e o Griffith Park – vai levar outro pedação do orçamento, mas trarão o Production Valueeee (quem viu Super8 vai entender!) necessário para o visual que quero. Quando se busca esse nível de qualidade (melhor tradução que pensei para Production Value, que não seja “valor de produção”) é preciso ter certeza de que tudo vai acontecer dentro dos conformes, afinal, problemas sempre vão existir e faz parte do dia a dia. A equação de um bom filme é mais ou menos essa:<strong> história cativante + visual adequado + qualidade na execução</strong>. É o mínimo esperado e coisa que não entreguei em Filhos do Fim do Mundo, logo, lição aprendida. Agora a coisa é séria. </p>
<p>Tão séria que abandonei o plano de filmar com a Canon 5D e já estamos cotando a <strong>Canon C-300</strong>! Juntar essa câmera e um kit de cinelenses Zeiss vai ser uma coisa linda de morrer! Ela processa 4K, mas gera um arquivo 2K que fica bom na hora de rodar as cópias em película. ☺ Um amigo ofereceu uma RED EPIC, na faixa, mas recusei. Razão: não quero gastar uma fortuna em pós para contratar um editor com equipamento certo ou alugar uma ilha de edição. A RED pode ser linda, mas tem matado muito filme pequeno, que morre por conta do custo de pós-produção.</p>
<p>Com uma câmera boa assim, muitos testes são necessários e já começamos. Sábado passado, visitei a locação com meu amigo e conselheiro <strong>Tércio Garofalo</strong>, cineasta e fotógrafo brasiliense e grande parceiro em The Flower Shop, e começamos a simular algumas das tomadas com a minha 60D por uma simples razão: preciso encontrar o visual certo para as filmagens. Ou seja, quero achar as cores, a velocidade dos frames e quantidade de luz ideal para realizar minha visão. E vamos fazer isso na câmera, que significa filmar exatamente do jeito que queremos, sem ficar dependendo da correção de cor para “encontrar o visual do filme”. Por isso estou investindo tanto. Vamos fazer old school e, quer saber, vai ficar bom para caramba!</p>
<p>Mas os testes ainda estão no princípio. Para vocês entenderem um pouco mais desse processo, fiz um video curtinho mostrando as diferenças em tonalidade e “clima” que podem ser escolhidas para qualquer filme. Filmamos tudo na mão e sem marcar foco, então não é para julgar nada disso! hehe. Veja e deixe sua opinião!</p>
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<p>Até a próxima!</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #10</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 22:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/kid_trees-580x353.jpg" alt="" title="kid_trees" width="580" height="353" class="aligncenter size-large wp-image-8305" /></p>
<blockquote><p>Esse é um diário de produção do filme <strong>The Flower Shop</strong>, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam ajudar no árduo caminho que enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Depois de algumas semanas de muito foco no trabalho de pré-produção, hora de atualizar as coisas por aqui. Algumas coisas foram definidas e estamos entrando em orçamento. Precisei aprender muitas ferramentas de pré e fazer uma série de apresentações para meu professor, inclusive fazer os pôsteres. Como não mexia no Photoshop há uns 6 anos, demorou um pouco mais do que imaginava. Mas o resultado ficou bacana e, no fim desse texto, mostro para vocês.</p>
<p>Antes de falar de <strong>The Flower Shop</strong>, tive uma bela oportunidade de trabalhar num curta-metragem profissional chamado <strong>Mom</strong>, produzido pela amiga Yana Bille, que vai produzir o meu filme também. Fiz a função de 2nd AC, Segundo Assistente de Camera. Basicamente, é o cara da claquete! ☺ Mas vai muito além, já que essa pessoa é responsável pela claquete, pelas baterias da câmera, por ajudar o 1st AC – que monta e às vezes opera a câmera – e, o melhor, as lentes! Tínhamos um kit de 7 lentes Zeiss e aprendi um bocado sobre elas. Começava na 35mm e ia até a 135mm. </p>
<p>Foram três dias intensos de trabalho para toda a equipe. Pulei um deles, pois fui até Anahein entrevistar o Ridley Scott e a Milla Jovovich na WonderCon. Acordar as 4 da matina para trabalhar de graça é meio bizarro e curti muito. Além de ver uma equipe profissional trabalhando bem de pertinho, a melhor coisa que fiz nesse job foi conhecer o ator Chris Sweeney, que estava trabalhando num dos papéis principais. Depois de vê-lo atuando e de bater um papo, resolvi tentar a sorte e falei sobre The Flower Shop. Ele leu o roteiro, adorou e muito provavelmente vai ser Frank, o co-protagonista. Vamos nos encontrar durante essa semana para conversar mais. Boa novidade! ☺</p>
<p>Voltando à vaca fria. Uma das primeiras coisas que precisamos fazer foi o AD Breakdown, que é basicamente uma decupagem do roteiro, cena por cena, detalhe por detalhe. Funciona da seguinte forma: você pega o roteiro, separa a duração de cada cena em oitavos e depois preenche uma planilha – uma página para cada cena – detalhando cada um dos elementos: elenco, efeitos, som, extras, veículos, figurino, maquiagem e etc. A separação em oitavos (americano é doido por frações) é assim: cada página de roteiro tem oito oitavos, partindo daí vai no olhometro para ver quanto mede cada cena. Isso serve para dar uma noção de tamanho, duração e referência em tempo de filmagem. Depois você usa marcadores de cores diferentes e marca cada um dos itens listados acima (elenco, efeitos, etc). </p>
<p>Com tudo isso em mãos, é possível saber melhor o tamanho do seu roteiro, começar a tomar decisões sobre cenas mais complicadas e ter recursos para orçar melhor. Por exemplo, se há uma cena envolvendo uma piscina, pode parecer bobo, mas você precisa saber se os atores sabem nadar ou se será necessário um dublê. O mesmo vale para dirigir, cavalgar, atirar, escalar, etc. Ou então, se houver alguma tomada maluca com uma câmera passeando pelo cenário, é preciso decidir se será usada uma grua ou uma steady cam. Coisas assim só podem ser vistas “de fora” com o AD Breakdown, que significa “Detalhamento do Assistente de Direção”.</p>
<p>Fizemos tudo isso na primeira etapa, assim que reduzi o roteiro para 11 pgs. A recomendação para o circuito de festivais é de 10 minutos, logo, <strong>The Flower Shop</strong> terá essa duração. Então começamos a decidir alguns aspectos de marketing e de venda do projeto. O título foi ratificado (o grupo bem que tentou mudar para The Red Tulip ou LifeCycles, mas não conseguiram. Hehe) e já temos uma Tag Line, Log Line, sinopse para os festivais e um Pitch de Venda, ou seja, um texto que servirá para atrair investidores e elenco. E culminou com o pôster. </p>
<p>Resumindo tudo assim parece até rapidinho, mas foi infernal e um bocado cansativo. Piorou um pouco quando a equipe começou a brigar entre si e alguns problemas pintaram, mas consegui resolver a tempo. Fiquei orgulhoso quando vi os pôsteres impressos em formatão. O mais engraçado foi imaginar a “escalação dos meus sonhos” para <strong>The Flower Shop</strong>. Duas coisas sobre os pôsteres antes de verem: são conceituais, ou seja, nada definitivo; e outra, lá embaixo mostra “Credits Not Contractual”, ou seja, os nomes envolvidos são os desejados e ninguém ali está contratado. </p>
<p>Isso não quer dizer que eu não vá falar com os agentes de cada um deles. Lorna Raver eu faço questão. Adorei entrevistá-la pelo Arraste-Me Para o Inferno e escrevi a personagem para ela. O Turturro eu acho que consigo por um dia! Agora o outro cada, haha, sonho meu! Uma ideia que acabou pintando meio que do nada, mas que combina perfeitamente, foi o Antonio Calloni. Já mandei e-mail para ele, vamos ver. Gosto muito dele e o cara tem a compreensão poética para sacar a proposta do filme. Torçam aí! </p>
<p>Enfim, digam o que acham. E se alguém aí quiser ajudar nesse departamento, é só falar. Continuamos em busca de <del datetime="2012-04-04T23:59:20+00:00">storyboards com experiência</del> e <del datetime="2012-04-04T23:59:20+00:00">equipe técnica para o pôster</del>.</p>
<p>Abraço!</p>
<p>Pôster para o público masculino:<br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FS_poster_final_01baixa.jpg"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FS_poster_final_01baixa-150x150.jpg" alt="" title="Clique para Ampliar" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8310" /></a></p>
<p>Pôster para o público feminino:<br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FS_poster_final_02baixa.jpg"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FS_poster_final_02baixa-150x150.jpg" alt="" title="Clique para Ampliar" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8309" /></a></p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #9</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 07:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Gwynnfordshire_by_DigitalPainters-580x435.jpg" alt="" title="Gwynnfordshire_by_DigitalPainters" width="580" height="435" class="aligncenter size-large wp-image-8295" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção do filme <strong>The Flower Shop</strong>, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Sem muitas novidades no front. Com alguns trabalhos com data de entrega se aproximando, trabalhos de faculdade &#8211; incluindo uma edição de um curta em 16mm, em película! &#8211; e a preparação para a apresentação do primeiro rascunho do plano de marketing e o orçamento de <strong>The Flower Shop</strong>, não mexi muito no roteiro ou na produção. Passei o dia de hoje enfurnado numa aula chata de edição e editei uma ceninha do Havaí 5-0 original. Pelo menos foi divertido ver as dailies daquele tempo. O mundo HD tá deixando a gente mimado em termos de qualidade de imagem! hehe </p>
<p>Aproveitei o embalo da confirmação da <strong>Tara</strong> e escrevi para meu DP ideal. Ele vai analisar o material e a proposta financeira durante o fim de semana. Não pude oferecer muito, mas pelo menos não cheguei na carona de &#8220;vamos fazer de graça&#8221;. É injusto. O cara vai ser fundamental pelo visual e preciso do comprometimento total dele. Veremos. O Jeff, o outro DP, finalmente respondeu. Não senti firmeza nenhuma, talvez ele seja um bom 1st AC ou 2nd AC. </p>
<p>Continuo pensando na rifa. Já tenho dois Blu-Rays, pelo menos Um Livro, e três outros brindes. Quero dar um PlayStation 3 também, mas estou pensando na mecânica para entregar, afinal, não volto tão cedo ao Brasil e comprar um por aí custa uma fortuna. Estou pensando em soluções. Sugestões? O plano do Kickstarter está ganhando força e devemos gravar o teaser em Abril, já estou selecionando uma data.</p>
<p>Enquanto isso, estou de viagem marcada para Las Vegas, onde entrevistarei Hugh Grant no final de semana. Devo voltar a trabalhar no filme só lá para segunda-feira que vem. Não tem jeito, urgencias tem prioridade e ganhar algum dinheiro é preciso.</p>
<p>O livro vai indo bem. As olheiras são prova disso. Mas ainda estou pensando mais do que escrevendo. Perfeccionismo é um dos piores pecados. :p</p>
<p>Até!</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #8</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-flower-shop-diario-de-producao-8/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/the-flower-shop-diario-de-producao-8/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção do filme The Flower Shop, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tara.jpg" alt="" title="tara" width="580" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-8287" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção do filme <strong>The Flower Shop</strong>, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Estou mais aliviado. Adiar as filmagens foi a escolha certa, vai dar mais tempo e permitir o foco no aspecto dos negócios, como mencionei no #7. Também consegui acalmar os ânimos da Dona Lu e ela está querendo se envolver mais, o que é fantástico. Enfim, não sei se necessariamente por isso, mas algumas boas notícias já começaram a surgir, entre elas a primeira atriz confirmada para o elenco. Falei um bocado da Tara Collins, certo? Pois é, tivemos uma reunião fabulosa na sexta-feira passada, conversamos sobre os personagens, a história, nossas histórias pessoais, nossas paixões&#8230; realmente nos demos muito bem. Ela ficou apaixonada pelo roteiro, disse ter chorado enquanto lia e vestiu a camisa sem pensar duas vezes. Portanto, <strong>Tara M. Browne</strong> (nome &#8220;oficial&#8221; da moça, cuja foto está ai em cima) está confirmada em <strong>The Flower Shop</strong> para o papel de Anna. Não posso dar muitos detalhes para não estragar a surpresa, mas digamos que sua personagem seja fundamental na trama.</p>
<p>Um plano do ano passado voltou à tona e devemos filmar a primeira cena do filme ainda nesse semestre, para usar no Kickstarter e também servir de trailer. Já estou falando com a equipe e assim que escalarmos a atriz-mirim envolvida na cena, vamos agendar. Quero fazer um diário em vídeo e making of dessas filmagens para mostrar para vocês. Vamos ver se dá certo. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não atualizei o diário no fim de semana, pois não cheguei perto do computador nenhuma vez. Vou para Las Vegas entrevistar o Hugh Grant no fim de semana que vem e preferi ficar com a família agora. Isso não quer dizer que não pensei no bendito do roteiro. Aliás, mostrei para mais algumas pessoas, entre elas um amigo alemão, e foi muito bem recebido. Não pensei que fico mostrando para o mundo para receber elogios ou algo do tipo, a ideia é bem o contrário. Quanto mais críticas, mais pontos fracos são identificados e melhor a história fica. Como escritor, o conteúdo vale demais para mim e, como já disse a vocês, esse foi um erro no <strong>Filhos</strong>. Lição aprendida. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, ontem foi noite de Oscar. Optei por não Twittar, quis assistir a premiação &#8211; depois que acabou The Walking Dead, claro&#8230; Billy Crystal me cansa e a premiação era tão cheia de cartas marcadas que não fiz muita questão, só adorei <strong>James Earl Jones</strong> e <strong>Meryl Streep</strong>! hehe &#8211; e não ficar olhando para a telinha. Esse negócio de ser &#8220;jornalista de Twitter&#8221; parece ser uma furada. E outra, tinha tanta gente comentando que, tipo assim sabe, pra que mais um? hehe</p>
<p>Duas impressões da noite: medo de estar metendo a cara num meio com tanta gente boa; sou imbecil o suficiente para não desistir. Como Jeff Bridges diz em Seabiscuit &#8220;quando você leva uma porrada, você pode desistir ou levantar e continuar lutando&#8221;, ou algo assim. É um bom resumo da minha vida e modo de pensar. Sempre em frente. o/</p>
<p>Check list da semana:<br />
- Encontrar um set designer<br />
- Encontrar um lugar para as audições<br />
- Voltar ao Griffith Park para encontrar um outro local para uma cena bem específica; a locação selecionada só comporta três momentos, precisamos de um quarto que é fundamental. Nessas horas falta um amigo com rancho ou fazenda na área. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
- Fechar com o Diretor de Fotografia</p>
<p>Bão, hora de escrever mais do livro. Volto amanhã. Até!</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #7</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 18:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção do filme The Flower Shop, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/roteiro-580x433.jpg" alt="" title="roteiro" width="580" height="433" class="aligncenter size-large wp-image-8276" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção do filme <strong>The Flower Shop</strong>, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Pensar em filme, inevitavelmente, leva ao processo criativo, ao elenco e às filmagens. É a parte legal, certo? Com certeza! Mas tudo isso só acontece com a produção certa e estou começando a entrar na parte de negócios de forma mais efetiva agora. Ontem, depois de escrever mais um capítulo do livro, fui fuçar no roteiro de novo e, dessa vez, comecei a fazer as marcações para orçamento; ou seja, identificar efeitos especiais, efeitos sonoros, props e outros elementos fundamentais para a cena. Tudo isso vai ser orçado, emprestado, comprado ou alugado mais para a frente, mas já precisamos saber de tudo de antemão. Por exemplo, preciso de uma bicicleta da década de 40! Temos que começar a procurar por ela o quanto antes, se não, mata uma cena fundamental! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Uma coisa que também ajuda muito é seguir a bíblia de formatação para roteiro:</p>
<p>EXT.__FAZENDA &#8212; DIA<br />
(prestando atenção nos dois espaços depois do EXT. ou INT, que o template do site não permite, LOL, então coloquei dois underlines que NAO DEVEM EXISTIR; e o tracinho duplo)</p>
<p>Descrição da ação, na qual CARROS EXPLODEM, um RAIO LASER corta os céus e escombros atingem um POODLE verde.</p>
<p><center>MOTORISTA<br />
Oh my gooooood!</center></p>
<p>E por aí vai.</p>
<p>Esse tipo de informação também ajuda a definir a quantidade de locações e, claro, o tempo necessário em cada uma delas. O chamado &#8220;Slug Line&#8221;, EXT.  FAZENDA &#8212; DIA é info para a sua equipe e não precisa, necessariamente, contar a história. O pessoal precisa saber se será Dia ou Noite (tem gente que inclui coisas mais detalhadas como Fim da Tarde, Alvorecer, Madrugada, mas isso não ajuda muito, afinal, para efeitos de iluminação, ou é dia ou é noite), Interna ou Externa e qual o tipo de ambiente, para preparar equipamento e contingências. </p>
<p>Falando em locações, achei um hospital que cobra US$ 600 por duas horas. Lá se vão US$ 1.200 do orçamento. Pelo menos o lugar é perfeito e por ser estúdio, foi construído com as câmeras em mente. Vai ficar show.</p>
<p>Voltando ao roteiro, essa parte mais burocrática é aparentemente mais chata, porém ajuda a deixar tudo mais enxuto e efetivo. Como muito vai ser criado em conjunto com o departamento de arte, excesso de descrições se torna um inimigo, afinal, ou se tem dinheiro para construir o set exatamente como o roteirista imaginou ou se encontra um lugar com as mesmas características e a cena é adaptada &#8211; em termos visuais e em movimento &#8211; à locação disponível. Essa é uma das desvantagens de se escrever e dirigir o próprio material, algumas ideias ficam definidas demais e isso pode significar mais gasto e demora. É preciso ter a mente aberta. Estou fazendo meu melhor para não me apegar a nada. </p>
<p>Ontem mandei o roteiro para três pessoas novas. Duas já responderam de forma muito positiva. Estou esperando a terceira. Até agora, <strong>The Flower Shop</strong> foi muito bem recebido. Uma das leitoras chegou a dizer que sentiu uma vibe &#8220;filme europeu&#8221; e isso me deixou bem curioso, pois olhando bem, os elementos estão lá, embora não fosse a intenção original. De qualquer forma, quero ter uma história ampla e tem agradado diversos perfis de leitores. Vamos ver o que a terceira pessoa tem a dizer. Seria ótimo ter 100% de aproveitamento nessa rodada. hehe.</p>
<p>Preciso confessar uma coisa: começo a notar que <strong>The Flower Shop</strong> tem um apelo feminino muito mais forte do que imaginei. Pode ser só impressão, mas enfim.</p>
<p>Chega por hoje. Hora de voltar a trabalhar no livro. De tarde tenho reunião com a belíssima Tara Collins! Vou lá botar banca de diretor fodão e pagar café! =D</p>
<p>Atualização de última hora, hehe. Emanuel Bergman, meu amigo e jornalista alemão, acabou de ligar. Vamos ver uma locação no Griffith Park. Vou ter que construir um pequeno set se for filmar lá, mas é DO LADO de casa e isso ajuda muito nos gastos com combustível e traslado da equipe. Amanhã publico fotos! :p</p>
<p>Até amanhã!</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #6</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 02:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Feriado foi corrido, com família e várias reuniões por telefone. Nem todas as notícias são boas, dependendo do referencial, claro. Comecei as negociações com o DP Jeff Kincaid, mas ele não é tão experiente quanto eu preciso, vamos ver as ideias dele e o input, se for só mais um apertador de botão, tá fora. [...]]]></description>
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<p>Feriado foi corrido, com família e várias reuniões por telefone. Nem todas as notícias são boas, dependendo do referencial, claro. Comecei as negociações com o DP Jeff Kincaid, mas ele não é tão experiente quanto eu preciso, vamos ver as ideias dele e o input, se for só mais um apertador de botão, tá fora.</p>
<p>Também encontrei um possível candidato para o irmão do protagonista, falarei com ele amanhã e vou marcar uma audition. Já marquei com a Tara Collins na sexta, logo, estou empolgado.</p>
<p>Também tive uma boa conversa com o amigo brasileiro Tercio Garofalo, ele está no time. Provavelmente como Gaffer. Grande aliado! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Má notícia #1: Ben Gettinger pulou fora, conflito de cronograma. E, pouco antes, Yana Bille, minha produtora tinha dito o mesmo. Entretanto vou tentar contornar com a má notícia #2.</p>
<p>Má notícia #2: dropei ao Cinema33, a aula de produção. Não consegui o orçamento completo e decidi mudar os planos para não comprometer qualidade, logo, The Flower Shop será filmado a partir de agosto. Pelo lado bom da coisa, teremos mais tempo para ensaios, pré-produção, storyboard e captação de recursos com a rifa e com o Kick Starter.</p>
<p>Pessoalmente vai ser ótimo, pois vou focar na finalização do meu livro. O respiro virá em boa hora.</p>
<p>Os diários vão continuar, afinal, o filme vai sair, com certeza.</p>
<p>(atualização feita pelo iPhone, na porta da sala, esperando pela aula de Business)<br />
	 </p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #5</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 17:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/silhoueta_alysal-580x386.jpg" alt="" title="silhoueta_alysal" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-8262" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que todos enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.
</p></blockquote>
<p>Ontem foi cheio de surpresas. Primeiro, encaramos a viagem até Solvang. Basicamente, 2h30 na direção&#8230; para cada perna do percurso. O lugar é lindo, a comunidade dinamarquesa é bastante charmosa, cheia de comida, bom chocolate e até um grupo de &#8220;dinamarqueses típicos&#8221; fixo no centrinho para dançar com os zilhões de japoneses que brotaram no lugar. Como locação, o centro em si não serve, pois é lotado de gente e mescla a arquitetura da Dinamarca com lojas mais modernas e o que procuro é um cara de &#8220;campo europeu&#8221; e esse sempre foi o objetivo, tanto que, depois de gastarmos um bocado, comermos tudo que deu vontade e deixar a Ariel se divertir, fomos dirigir pelos ranchos da área e, mais uma vez, meu sentido aranha (também conhecido como bússola embutida) nos levou exatamente ao hotel que eu tinha visto na internet e, o mais maluco, no exato local onde a foto foi tirada. hehe.</p>
<p>Conseguimos algumas boas fotos, também tive outras ideias e também fiz contatos lá. Recomendaram que eu fale direto com a Prefeitura de Solvang, pois eles têm um bom portfólio de locações à disposição. Fiquei sabendo que muita gente filma na área quando precisa imitar a Europa. Bom saber, estava no lugar certo! Conheci uma dona de lojinha super simpática que também disse ter amigos com propriedades rurais ali e, de repente, ela consegue negociar algo para a gente. Outra boa opção.</p>
<p>O único problema é mesmo a distância. Cheguei lá meio cansado e imaginando uma situação real, teria que sair de LA por volta das 6 da manhã para começar a filmar lá pelas 10h, o que nos daria apenas 2 horas para filmar antes do Sol mudar drasticamente. A opção seria pagar hotel para elenco e equipe, todo mundo chegaria na noite anterior e tudo bem, mas aí os custos ficariam exorbitantes. Ah, não é o único problema. Ontem estava frio e o tempo fechou rápido, com direito a neblina e bastante vento. Isso me preocupa um pouco. Claro que vamos escolher a data a dedo e tudo mais, mas chegar lá e não ter nenhuma opção pode ser catastrófico. Enfim, scout feito. Foi interessante sair da minha zona de segurança.</p>
<p>A melhor notícia do dia, porém, veio quando chegou um email há muito esperado. Li duas linhas quando o telefone tocou. Era Tara Collins, finalmente retornando meu convite. Foi uma das melhores ligações da minha vida. Senti tanto orgulho ao ouvir uma atriz tão dedicada e empolgada me dizer que foi a primeira vez que um roteiro a fez chorar, que ela se sentiu extremamente honrada por eu ter escrito o papel para ela e que já está vestindo a camisa de The Flower Shop. A felicidade foi muito grande. Ela nem teria que puxar tanto o saco, afinal, eu estou indo atrás dela e ela só vai trabalhar um dia, em tese; mas a empolgação dela me contagiou e ajudou a reafirmar o fato de que temos algo bom em mãos. Isso só aumenta a minha responsabilidade. Fiquei muito feliz, mesmo. </p>
<p>Ou seja, basicamente, já tenho Ben Gettinger, nosso protagonista, e Tara Collins, no papel mais carismático do filme. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ainda faltam 9 atores para completar o elenco, mas comecei bem confirmando quem eu queria. Bom sinal. Ah, o David ligou ontem enquanto eu dirigia de volta, combinamos de falar hoje. Deve ser algo sobre o Jeff. Também tenho que falar com ele sobre dois efeitos especiais novos que brotaram ontem. Vai agregar bastante e ele tem o cara certo para fazer isso!</p>
<p>Familiares chegam daqui a pouco para uma visita curtinha, então, volto na terça-feira com mais novidades. </p>
<p>A foto do topo é uma brincadeirinha com o cenário, não quero mostrar tudo, então vocês podem ter uma ideia de como pode ficar. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #4</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 07:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/canon-60d.jpg" alt="" title="canon-60d" width="535" height="384" class="aligncenter size-full wp-image-8257" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que todos enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.
</p></blockquote>
<p>Dia burocrático e com poucos avanços, mas isso não quer dizer que sejam pequenos. Finalmente escolhi uma câmera de apoio: Canon 60D. Basicamente, vou usar para fazer scout, filmar os ensaios, fotografar os atores nas audições e também fazer alguns vídeos de bastidores que estou afim de fazer há um tempão. Três elementos definiram a escolha: sensor igual ao da 7D e da T3i, a lente base do kit (no caso, uma zoom 18-135mm) e o tamanho do corpo da câmera, que caiu bem na minha mão. A T3i ficou pequena e tinha uma lente muito limitada, o que me faria gastar mais num período mais curto de tempo. 7D era cara demais para pouca diferença em termos de qualidade de imagem, só a bateria era maior. Acabei optando pela &#8220;menor&#8221; das principais opções da Canon. Fiz alguns testes e as fotos ficaram ótimas. Amanhã vou filmar e ver como fica na locação.</p>
<p>Já trabalhei com a 60D antes, usamos uma delas para fazer cobertura no <em>Filhos </em>e muitas das cenas foram parar na edição final. Aliás, as cenas externas feitas em Londrina também foram captadas com uma delas, então isso também fez a diferença. É bom começar a ver as coisas tomando forma, mesmo que esteja começando pela &#8220;periferia&#8221; da produção. Também comprei um SDHC de 8GB e classe (10), uma mochila para carregar a câmera e uma bateria extra. Meus memory cards antigos, que usei para filmar Distress, eram classe (4), logo, insuficientes para filmagens em alta da 60D; um deles, quebrou, inclusive. Ficou no bolso da bermuda durante a última lavagem. Tentei rodar hoje e mostra &#8220;disco cheio&#8221;, com apenas uma foto lá dentro. Foi pro lixo.</p>
<p>Aproveitando o embalo, o David Carrangan ligou e tentou marcar uma reunião para domingo com o Jeff (DP), mas minha cunhada e o esposo vem nos visitar e sem chance. Também passei o roteiro para meu amigo, e também jornalista, Andrea Cangioli, italiano de Roma. Ele produziu Distress comigo e sempre tem boas ideias, além de ser muito crica e sempre achar que posso cortar mais um pouco qualquer cena que eu filme! hehe. Vamos ver o que ele diz. </p>
<p>Percebi por que os emails enviados para o pessoal do Brasil não retornaram. É carnaval e eu nem sabia. Logo, bora perder mais alguns dias enquanto o pessoal se diverte.</p>
<p>Amanhã cedo vamos a Solvang. 3 horas de viagem e, espero, locações fantásticas para <strong>The Flower Shop</strong>. Vou tentar negociar algumas coisas amanhã mesmo e já começar a definir alguns aspectos para a equipe de produção.</p>
<p>Bem, é isso. O próximo capítulo desse diário deve ser recheado de fotos. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #3</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-flower-shop-diario-de-producao-3/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/the-flower-shop-diario-de-producao-3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 08:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Holland_Tulips_01.jpg" alt="" title="Holland_Tulips_01" width="584" height="425" class="aligncenter size-full wp-image-8250" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que todos enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.
</p></blockquote>
<p>Dia curto em termos de produção hoje. Precisei dedicar a tarde a algumas entrevistas, conheci a <strong>Jennifer Aniston</strong> &#8211; que é gente boníssima e tão bonita quanto parece na tela &#8211; e também aproveitei para colocar a conversa em dia com o Ricardo Matsumoto, que estava na mesma junket. Tinha uma reunião marcada com o Jeff, um dos possíveis Diretores de Fotografia para <strong>The Flower Shop</strong>, mas ele desmarcou. Fica para a semana que vem.</p>
<p>Não devia, mas mudei mais coisas no roteiro. Bem da verdade, só vou parar de fuçar ali depois que tivermos as table reads e os atores estiverem à vontade. Sou pesado em diálogo, então as coisas tem que fluir bem. Foi um dos problemas do <em>Filhos</em> e eu só percebi depois. Pessoal falou demais e fez de menos. Agora existe um bom equilibrio entre diálogo e ação, o que é bom, mas precisamos garantir a relevância das falas e isso só vai ser acertado pouco antes das filmagens. O grosso está lá de qualquer maneira. Preciso dar um jeito de ter todos os storyboards, ou seja, um email deve ser enviado. Alias, se você está acompanhando esse diário e quer colaborar, é só avisar. Praticamente todas as posições estão disponíveis! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Hoje foi de pensar muito no cronograma. A ideia de filmar no segundo semestre se mostra cada vez mais forte e inevitável, mas amanhã é a última reunião com um investidor grande, e também tem um esforço por parte do Neville (ganhador da rifa do <em>Filhos</em>), que pode gerar frustos. Se alguma dessas duas coisas rolar, podemos manter o cronograma original. Quero filmar logo.</p>
<p>Uma boa notícia hoje foi a chegada de um FeDex muito importante! Chegou meu primeiro contrato como romancista. Ainda não posso falar nada a pedido da editora e vamos revelar tudo muito em breve. Estou acelerado com a redação aqui e isso vai andar ao mesmo tempo que o filme. Ano cheio, né? Livro e filme! Ufa. Vai dar certo. Parece imbecilidade, mas eu adoro desafios como esses. Sempre me meto em enrascadas e nunca me decepcionei. De qualquer forma, saber que vou ter dois produtos diferentes circulando por aí até o final do ano motiva demais.</p>
<p>Ah, o Ben Gettinger ficou de ligar amanhã, com roteiro lido e os inputs dele. Quero ver se encontro com ele na terça-feira mesmo e já começamos a discutir o personagem principal. Esse cara tem que ser meu maior aliado e temos que falar a mesma língua quando as filmagens começarem, pois o filme depende praticamente dele. É uma baita aposta, mas, como já disse, gostei muito do estilo dele. Combina bem com minha ideia do personagem.</p>
<p>Nota academica: amanhã cedo vou até a faculdade fazer minha primeira edição em película; aprendi a mexer na flat bed (mesa de edição) e tenho 3 minutos para editar. Acho que dá para matar em umas 3 ou 4 horas, no máximo. Depois corro na Fry&#8217;s e compro a Canon T3i, decidi, finalmente. Mais barata e com o mesmo sensor da 60D e da 7D. </p>
<p>Té mais!</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #2</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 11:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Tulip_red-580x435.jpg" alt="" title="Tulip_red (580x435)" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-8239" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que todos enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.
</p></blockquote>
<p>Comecei o dia cedo hoje, queria acertar dois detalhes no roteiro. Ontem de noite pensei em incluir um elemento visual numa personagem, que vai ser retratada ao longo de várias décadas, e preferi escrever logo antes de esquecer. Detalhes, sempre os detalhes. Mas a principal tarefa do dia, antes de ir ver mais uma daquelas comédias inúteis produzidas pelo Judd Apatow (afinal, ainda preciso trabalhar como jornalista, hehe), foi correr até a loja de equipamentos e tentar comprar uma câmera nova. Minha Nikon P100 simplesmente morreu. Estou dependendo do iPhone há uns dois meses para tirar fotos. Sábado vou até Solvang, como comentei ontem, e quero ter um equipamento legal para fazer o scouting de <strong>The Flower Shop</strong> e poder abastecer o storyboarder e o resto da equipe.</p>
<p>Basicamente tenho grana para comprar uma 60D, mas tentei financiar uma Canon 5D mk II, que custa $3 mil, incluindo uma lente 24-150mm. Nada mal para começar. Só me deram crédito de $2000 e, sinceramente, não estou em condições de pagar milão a vista e financiar o resto em 1 ano. Preferi pensar mais e voltar depois. Se é para economizar, talvez a 60D nao seja a opção. Fui olhar a T3i e falei com alguns amigos que tem e, pelo jeito, é uma boa pedida. Ela tem o mesmo sensor e perde feio em tempo de vida da bateria, mas não custa nem $900, o que faz muuuita diferença, especialmente pq posso colocar esse dinheiro no orçamento de The Flower Shop. Alias, o orçamento despencou mais. Vou tentar fazer com $ 3 mil de ponta a ponta. A rifa vai gerar recursos para pagar o compositor e o som, vamos ver se funciona. Acho que o esquema é bom e me mantem no foco. Primeiro filmo, depois corro atrás da pós-produção.</p>
<p>Ainda não comprei a camera. Volto lá na sexta e decido de uma vez.</p>
<p>Recebi um email do Ben Gettinger e vamos conversar na sexta de tarde. Amanhã tenho reunião com o diretor de fotografia para ver se a gente se dá bem e também para analisar o roteiro e ver como vamos fazer. E se vamos conseguir fazer sem gastar os tubos. Ler o &#8220;Rebel Without a Crew&#8221; do Robert Rodriguez deu algumas ideias, mas nada muito idealista. Ele pediu favor para meio mundo e tinha algumas vantagens. Eu não conheço quase ninguém aqui. As pessoas que entrevisto são chiques demais para ajudar um novato. Vai ser na porrada. Tara Colins ainda não respondeu, vou escrever novamente. Tem que ser ela!</p>
<p>Alias, até sexta vamos decidir se as filmagens acontecem no primeiro ou no segundo semestre. Isso está me atormentando. A vantagem seria trabalhar no orçamento e no marketing do filme até junho e começar a filmar com tudo mais redondinho em agosto. A desvantagem é esperar mais seis meses para concluir a faculdade e ter que fazer mais quatro matérias no semestre que vem e, sinceramente, cansei de escola. Quero trabalhar.</p>
<p>Tive aula de business hoje e falamos muito sobre como arrumar emprego, refazer currículos e da necessidade de trabalhar em uma penca de filmes pequenos, mesmo que de graça, para fazer currículo. Já comecei a procurar algumas opções no Mandy.com e vou ver se trabalho nuns 4 filmes, pelo menos, nos próximos dois meses, caso <strong>The Flower Shop</strong> seja remanejado para o segundo semestre. De qq forma, já vou mandar alguns currículos e ver se consigo uns bicos nas equipes.</p>
<p>Nota importante: comecei a pensar em ideias para um longa-metragem, mas só vou escrever depois que tiver concluído o livro e as revisões. Vou entrar de vez na fantasia ou na ficção científica.</p>

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		<title>[The Flower Shop] Diário de Produção #1</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 09:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sb_site-580x185.jpg" alt="" title="sb_site" width="580" height="185" class="aligncenter size-large wp-image-8218" /></p>
<blockquote><p>Isso é um diário de produção, logo, vai conter um monte de detalhes sobre a realização de um curta-metragem, impressões e anotações pontuais que podem, ou não, interessar a entusiastas pela Sétima Arte. Acima de tudo, vou escrever para manter o trabalho organizado e poder analisar tudo quando estiver internado num SPA para me recobrar do trabalho hercúleo que vem por aí. Se seu sonho é fazer um filme, espero que meus obstáculos e soluções possam te ajudar no árduo caminho que todos enfrentamos. </p>
<p>Leia todos os textos <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/blog/"><strong>clicando aqui</strong></a>.
</p></blockquote>
<p><strong><br />
<h3>Roteiro e o Princípio</h3>
<p></strong><br />
E tudo começa mais ou menos assim. Ou melhor, começou, pois hoje foi pontapé inicial para começar a fazer o filme. Estou trabalhando no roteiro de <strong>The Flower Shop</strong> (Pétalas Urbanas) há mais ou menos 5 meses. A história em si tem quase 12 anos e foi uma escolha meio óbvia quando a perspectiva de fazer um curta-metragem de conclusão de curso pintou. E por conclusão de curso entenda: eu disposto a fazer algo que a escola não exige e tirar muito proveito disso, gastando uma grana e, finalmente, fazendo um filme do jeito que acho que a coisa deve ser feita.</p>
<p>É, <strong>When It Ends</strong> (Filhos do Fim do Mundo) foi um mega teste. Tenho orgulho dele, assim como mordo o cotovelo cada vez que penso em soluções melhores que poderia ter tomado. Coisas da vida. Seria demais esperar grande efetividade na minha segunda vez com uma câmera. Ficou bom demais, no fim das contas. E também ficou no passado. O presente fala sobre uma flor, uma família e muito sacrifício. Pode parecer estranho eu ter escolhido esse roteiro, em vez de fazer uma ficção científica – gênero no qual quero me especializar, se tudo der certo –, mas, convenhamos, fazer FC custa muito mais caro e é preciso ser convincente, afinal, todo o resto é “de mentirinha”. Pode ser um tiro no pé.</p>
<p>Pois bem, escolhi um drama. Escrevi umas cinco ou seis revisões do roteiro. E comecei direito. Um dos maiores erros de When It Ends foi não ter mostrado o roteiro para ninguém. Bonitão aqui achou que estava redondo e se jogou nas filmagens. Beeehhhh. Errado. Feedback é fundamental, ajuda a corrigir detalhes que fazem a diferença entre contar uma boa história, ou contar uma história que só faz sentido para você. Filmes precisam ser universais e note que universal é diferente de ser óbvio. Bom, além da minha professora de roteiro – Michele Gendelman –, alguns amigos leram, entre eles Filipe Dominiano, brasileiro formado aqui pelo AFI e que manja muito do traçado. A história evoluiu um bocado e tem recebido elogios por aí. Dá uma certa segurança saber que esse capítulo foi concluído com êxito. Mas um bom roteiro é apenas a base. Muito mais vem por aí.</p>
<p><strong><br />
<h3>Pré-produção, Elenco &#038; $$$$</h3>
<p></strong><br />
Queria muito ter filmado o prólogo de The Flower Shop ano passado, em dezembro, e passar um mês com ele debaixo do braço procurando investidores no Brasil. Não deu. Gastaria uma bala para um dia de filmagens e preferi começar a gastar só quando fosse iniciar a fotografia principal. Acabei usando só os storyboards de teste feitos pelo Ricardo Ninin e conseguimos parte da grana. Cinema custa caro, dependendo do padrão que o diretor ou produtor querem dar à obra. Claro que você pode dar uma de Robert Rodriguez, fazer filmes com as irmãs, uma câmera de vídeo e editar em casa, mas é uma questão de opção. Gosto de coisas bonitas e impressionantes e, como vocês sabem, sonho grande. Quero ver meu curta exibido num cinema qualquer dia desses, então, preciso de qualidade digna de um projetor 35mm. E, na boa, quem gosta de ver filme feio? ☺</p>
<p>Entre novembro do ano passado e fevereiro, passei o tempo, basicamente, reescrevendo o roteiro – mexi nele hoje, novamente – e procurando elenco. Vi uma peça bem bacana na faculdade semestre passado, All My Sons, do Arthur Miller, e me apaixonei pelo sorriso da atriz <strong>Tara Collins</strong>. Um charme de pessoa, ótima atriz e uma voz poderosa. Trombei com ela no dia das provas finais de Teatro e fiz a proposta. Ela respondeu positivamente e ficamos de conversar depois. O papel dela é relativamente pequeno, mas fundamental. Mandei o roteiro para ela hoje. Estou ansioso pela resposta. Escrevi pensando nela. Vai ser difícil reescalar se ela não topar. Vamos ver. Vamos ver.</p>
<p>Outro ator que recebeu o roteiro hoje foi <strong>Ben Gettinger</strong>, o personagem principal! Conheci o Ben durante a aula de direção. Ele participou da cena de um amigo em comum, Perry Jackson, e achei o trabalho do cara bem bacana, além do infeliz ser bonito, então ficou meio fácil de escolher. Vou me encontrar com ele nessa semana, para uma leitura e ver se minha expectativa realmente se confirma. Tenho um bom feeling para essas coisas, acho que rola. Mas é mais uma expectativa. Atores e papéis tem que combinar na primeira leitura, ou as chances de não dar certo são gigantescas. Lembra do De Volta para o Futuro com Eric Stoltz? Pois é.</p>
<p>Também chamei dois produtores para o time. Um já topou, estou no aguardo do outro. O duro mesmo vai ser filmar pela metade do que pretendia e muito abaixo do ideal. Digamos que só temos 5x menos que o orçamento ideal. Vai ser uma loucura!</p>
<p>Como parte da pré-produção também estou fazendo o scout das locações, a parte mais complicada, sinceramente. Não conheço LA tão bem assim para saber onde procurar e isso leva tempo. Sábado que vem visitarei a comunidade dinamarquesa de <strong>Solvang</strong>, perto de Santa Bárbara, para tentar localizar as locações das cenas passadas na Europa. Ah, falei que o filme acontece em duas timelines diferentes? 1942 e tempo atual.</p>
<p>O mais importante nesse momento é começar a pedir favores. Estou disparando e-mails feito um maluco para tentar arrumar um escritório, um ateliê de pintura e, o mais difícil, um hospital ou clínica. Estamos tentando um quiroprata, que é o mais próximo e pode rolar. </p>
<p>Comecei a falar com um diretor de fotografia. Vou almoçar com o cara amanhã, para ver se o espírito bate e se o estilo dele é o que estou procurando. O cara tem uma 7D, vou acabar tendo que alugar uma 5D, ouch. Talvez usemos a 7D para cobertura, vamos ver. A conversa vai definir muita coisa, de repente ele tem como descolar uma 5D e tudo se resolve. O importante é encontrar um cara com quem seja divertido trabalhar. Teremos que filmar muito em pouco tempo. Tinha previsto 8 dias, mas por causa de custo, só vou ter 6 dias de filmagens e apenas um fim de semana completo. Vamos ficar salpicando aos domingos. </p>
<p>Enfim, muita coisa a ser feita e pouco tempo para fazer. Em tese, começamos a filmar em março. Amanhã tenho uma última ligação para definir de vez se vamos para cima ou se terei que considerar uma prorrogação para o segundo semestre. A coisa é mais ou menos assim, posso ir para cima, mas vai ser arriscado. Quero fazer um bom filme, não provar que posso. Isso eu já fiz no filme anterior. Hehe.</p>
<p>Mas tudo aqui é incerto até que as datas estejam marcadas e a grana esteja na conta. Estou tão empolgado quanto preocupado. A preparação das cenas está indo bem, estou detalhando cada uma delas e vamos para o set com tudo bem ensaiado, então isso dá bastante segurança. <strong>The Flower Shop</strong> vai surpreender muita gente. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Até o próximo! Ah, e se você quiser ajudar, estamos procurando gente para ajudar com arte conceitual, storyboards e pôsteres.</p>

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		<title>[Curta] Filhos do Fim do Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 18:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma noite, uma profecia e uma civilização ganham novo significado quando um evento assustador muda os rumos do planeta. Filhos do Fim do Mundo revela esse segredo com roteiro e direção de Fábio Madrigal Barreto. Antes de mais nada, assista ao filme. Só leia se já assistiu ao filme, sério. Uma das maiores criticas feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/10/WIE_03-580x326.jpg" alt="" title="When It Ends" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-8140" /></p>
<blockquote><p>Uma noite, uma profecia e uma civilização ganham novo significado quando um evento assustador muda os rumos do planeta. <strong>Filhos do Fim do Mundo </strong>revela esse segredo com roteiro e direção de Fábio Madrigal Barreto.</p></blockquote>
<p>Antes de mais nada, assista ao filme.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/31359208" width="580" height="326" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Só leia se já assistiu ao filme, sério.</strong></p>
<p>Uma das maiores criticas feitas à produção cultural moderna refere-se à originalidade. É complicado demais encontrar uma ideia, um formato, uma situação inusitada ultimamente, especialmente se levarmos em conta o salto quantitativo no entretenimento ao longo dos últimos 15 anos. Seja pela facilidade da tecnologia ou pela queda das barreiras físicas, as chances de que alguém em algum lugar do mundo tenha pensado o mesmo que você são imensas. É o tal do inconsciente coletivo provando que realmente existe, a diferença é que agora a gente tem certeza! Justamente por ser difícil, resolvi encarar o desafio. Em outubro do ano passado, enquanto conversava com um amigo escritor (Douglas MCT, autor de Necrópolis) pensei em escrever um livro sobre o fim do mundo. O tão falado apocalipse. Mas algo precisava ser diferente, algo precisava ser realmente incômodo e, como vocês bem sabem, odeio modinhas e repeli qualquer ideia que envolvesse zumbi. O resultado foi um prólogo de menos de 1 página de Word. Essa página originou um livro de 200 pgs e também gerou o roteiro do curta-metragem <a href="http://vimeo.com/31359208"><strong>Filhos do Fim do Mundo</strong></a> (When It Ends, 2011, EUA/BR) que lanço hoje. Esse é o prólogo do livro, para não deixar dúvidas.</p>
<p>Essa estreia é o fim de um ciclo maluco da minha vida e também da carreira, pois, pela primeira vez precisei coordenar um set completo, cheio de gente, cheio de decisões a serem tomadas e cheio de problemas a serem resolvidos. Assistir cinema é lindo, teorizar sobre o que está na tela é um prazer e uma viagem pessoal, mas estar diante da tela branca mais assustadora do mundo é outra história. Adoro o argumento desse curta (sou suspeito, mas foi por isso que o escolhi; por ser envolvente e, até certo ponto, comercial) e fiz coisas impensáveis para algo que, essencialmente, era um trabalho de conclusão de uma das minhas matérias na LACC. Optei por filmar <strong>Filhos do Fim do Mundo</strong> em Albuquerque, no Novo México, onde estavam filmando Os Vingadores, yeah! :p Fiz testes de elenco via internet, preparei tudo à distância e tive muita ajuda dos produtores locais – Yu Lin e CJ Patterson. Tudo isso com quase nada de dinheiro, pelos padrões cinematográficos. O orçamento final bateu nos US$ 1,000 (uns R$ 1.500,00).</p>
<p>Soando repetitivo (especialmente se você leu os textos sobre <strong>Distress</strong>), é preciso ressaltar os meses de pós-produção necessários para concluir esse filme. Basicamente, filmamos tudo em quatro noites (e mais duas horas de segunda unidade feita em Londrina); o storyboard ficou pronto em uma semana e o roteiro levou coisa de 3 horas para ser escrito, afinal, já tinha a história na mão, só precisei ampliar e adaptar. Isso tudo há praticamente seis meses! De lá para cá tudo se resumiu a pós-produção, ou seja, edição, correção de cor, gravação de narração, aprender a mexer no Adobe Premiere, e a pior de todas: encontrar um especialista em som para garantir a qualidade ideal. Todo o resto consumiu tempo, mas essa última foi mortal. Basicamente, o filme atrasou três meses só por causa disso.</p>
<p>Por um lado foi bom, pois a maturação provocada pela demora ajudou bastante. Por outro, estava me deixando doido pela incapacidade de lançar o filme. Resolvi esse problema com a verba obtida pela rifa e, depois de gastar muito tempo tentando achar alguém que fizesse de graça, acabei contratando o Cesar Antunha, lá de Santos. Essa verba estava dedicada para um hotsite, mas o que é mais importante? Filme ou site do filme que não existe por que não tem áudio mix? Não precisei pensar muito.</p>
<p>Mas o gasto ainda não estava encerrado e, como todo diretor/produtor sabe, botar a mão no bolso é necessário sempre que surge um beco sem saída. Horas antes da pré-estreia dos investidores (também conhecidos como Pessoal da Rifa!), as legendas enroscaram e o jeito foi comprar um software que só faz isso. Pronto. O resultado vocês viram acima. O pior é saber que poderia ter ficado melhor, mas não tive alternativa além de finalizar o processo inteiro sozinho. Essa é uma grande lição para o próximo, aliás, envolver mais gente responsável por determinadas tarefas. Fazer sozinho cansa, ou melhor, esgota e erros acontecem. No cinema, erros não podem acontecer. Eles tiram a pessoa do filme, quebram a magia e acabam se tornando na única coisa que o espectador vai ver, lembrar e comentar, não importa o quão legal o resto do filme esteja. Já notou? Preste atenção.</p>
<p>Sei de cada falha na tela e fora dela. Fazer filmes é solucionar problemas e, acredite, eles são muitos. Cheguei a questionar a qualidade por várias vezes, fiz alterações e precisei fazer algumas mágicas aqui e ali. Foi uma loucura. Não gosto de fazer nada ruim, não podia deixar os investidores na mão e, acima de tudo, queria fazer um filme do qual me orgulhasse. Sempre sonho alto demais, mas, ei!, foi isso que me fez chegar aqui. </p>
<p>Tenho orgulho de Filhos do Fim do Mundo. Admiro seu conceito e a vida que ele criou durante sua realização, afinal, foram mais de 40 pessoas envolvidas, dois países, quatro estados&#8230; tudo isso por causa de um sonho. É um tesão fazer isso e como diz o ditado hollywoodiano: seu melhor filme é sempre seu próximo filme; logo, que venham “<strong>Pétalas Urbanas</strong>” (2012), “<strong>D20</strong>” (2012), “<strong>Eles Dominavam os Céus</strong>” (2013) e “<strong>Jurassic Power</strong>” (2013).</p>
<p>Obrigado a todos, espero que tenham gostado. Sugestão: baixe o arquivo e grave um DVD para assistir na TV. É muuuuuuuito mais legal do que ver na tela do computador! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/10/filhos-do-fim-do-mundo-398x580.jpg" alt="" title="Poster Filhos do Fim do Mundo" width="398" height="580" class="aligncenter size-large wp-image-8158" /></p>
<p>Essa é a versão em inglês, sem legendas:<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/31310594" width="580" height="326" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe></p>

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		<title>Fim da Linha</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/fim-da-linha/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 21:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada do texto literário e emocionado que comecei a escrever quando o avião para Montana quase caiu no mês passado, nada de lembranças de quase quatro anos de dedicação, nada de ideia mirabolante para tentar salvar o dia. O fim chegou e vai ser de forma mais melancólica e simples do que a ocasião pediria. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Nada do texto literário e emocionado que comecei a escrever quando o avião para Montana quase caiu no mês passado, nada de lembranças de quase quatro anos de dedicação, nada de ideia mirabolante para tentar salvar o dia. O fim chegou e vai ser de forma mais melancólica e simples do que a ocasião pediria. Hoje, efetivamente, o SOS Hollywood deixa de funcionar. Simples assim.</p>
<p>Tentei avisar só pelo Twitter, mas o comentário foi rejeitado e sumiu! Aí escrevi uma notinha pelo celular e, pimba, não salvou o rascunho. Meus equipamentos não gostaram da notícia e fizeram de tudo para evitar sua publicação, mas não tem jeito. Resumindo bem a história, lutar sozinho por um tipo de jornalismo que, pelo jeito, só eu acredito no mercado atual não dá mais. Saber que existem os 300 heróis que lêem o site todos os dias e os quase 2.000 guerreiros que sempre baixam os SOS Cast dá bastante orgulho e, claro, aumenta a tristeza por ter que tomar uma decisão unilateral como essas.</p>
<p>Ao contrário de muitos dos &#8220;cinéfilos&#8221; da rede, eu vivo do que escrevo. Jornalismo e cinema não são hobbies. São minha profissão. Não traduzo notas dos gringos, não sou especialista de Wikipedia e vivo num limbo maluco por acreditar em certos conceitos &#8220;velhos&#8221;, mas é a vida. E, por mais que sinta orgulho do que faça, fazer de graça começou a prejudicar demais pelo peso da responsa, pela carga horária necessária e por ter que abrir mão de vender algo para poder publicar no SOS. Felizmente, encontrei o Brainstorm9.com.br e posso fazer a coisa que mais amo e ser respeitado profissionalmente por isso. </p>
<p>O ponto é, o SOS não deu certo e tá na hora de pendurar a chuteira. Sou péssimo político, não sei puxar o saco e não escrevo para agradar. Isso não tem lugar hoje em dia, logo, vou partir para outra. O site vai continuar no ar como porfólio, até que eu consiga verba para contratar algum designer que faça um layout de &#8220;site de profissional&#8221;, em vez de veículo jornalístico. Pois é, pagar. É legal ver um monte de gente ajudando outros sites, quando eu peço algo, rs, volta com orçamento. E o SOS não dá lucro, quase não tem renda, na verdade. Então, nesses 4 anos, foi tudo na base da paixão pelo formato e o respeito por vocês.</p>
<p>Enfim, prometi que não enrolaria e cá estou chorando as pitangas. haha. Mas nada tema, com Barreto não há problema. Vou investir mais na área de produção e direção de cinema, continuarei abastecendo meus veículos profissionais &#8211; Sci-Fi News, Brainstorm9 e eventuais freelas nas revistas Alfa e Recreio, da Ed. Abril -, participarei sempre que possível do RapaduraCast e manterei meu bloco semanal de cinema na www.BestRadioBrasil.com, lá com o pessoal do Claquete. Se você tem iPhone, siga o Instagram: soshollywood. O SOS College foi transferido para o Brainstorm9 sob o nome de &#8220;Escola de Cinema&#8221;. E também estou com meus livros começando a sair, alguns contos pela Editora Draco e outras coisas bacanas no começo de 2012. <del datetime="2011-09-06T02:46:15+00:00">A conta de twitter também permanece funcionando, especialmente para a divulgação das fotos que tenho tirado e outras observações cinematográficas</del>.</p>
<p>Bem, é isso. Chegamos ao fim de uma linda jornada. Utópica e dura. Mas válida e digna de orgulho.</p>
<p>Obrigado a todos e até mais ver. Boa sorte e sucesso!</p>
<p>Fábio Madrigal Barreto<br />
contato@soshollywood.com.br</p>

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		<title>[Red Tails] Porrada Militar e Social por George Lucas</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-red-tails/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 02:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>

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		<description><![CDATA[George Lucas lança trailer de seu tão sonhado filme de combate aéreo na Segunda Guerra e o resultado de Red Tails é fantástico! Recebi a notícia do projeto Red Tails com uma mescla de preocupação e empolgação. Pelo lado bom, a expectativa por um filme decente sobre aviação de combate; pelo outro, o envolvimento de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/08/redtailstrailer1_110977-580x246.jpg" alt="" title="redtailstrailer1_110977" width="580" height="246" class="aligncenter size-large wp-image-8113" /></p>
<blockquote><p>George Lucas lança trailer de seu tão sonhado filme de combate aéreo na Segunda Guerra e o resultado de <strong>Red Tails</strong> é fantástico!</p></blockquote>
<p>Recebi a notícia do projeto <strong>Red Tails</strong> com uma mescla de preocupação e empolgação. Pelo lado bom, a expectativa por um filme decente sobre aviação de combate; pelo outro, o envolvimento de George Lucas, que ameaçava dirigir o longa-metragem. O cenário melhorou – um pouco – quando o flanelado assumiu a batuta de produtor e disso ele entende demais! Mas, ao mesmo tempo, ele assumiu o argumento. Um pouco da ansiedade aumentou com o anúncio de refilmagens pesadas. Eis que surge o primeiro trailer e, instantaneamente, <strong>Red Tails</strong> assumiu o topo da lista de filmes que mais aguardo em 2012! </p>
<p>Todo esse interesse começa pela óbvia ligação com <strong>Guerra nas Estrelas</strong>. E não falo especificamente da presença George Lucas, mas sim da estrutura temática e do modelo dos combates utilizados pelo flanelado na criação da Saga. Informação relevante aos desavisados: quando Lucas apresentou seu primeiro corte à Fox, as cenas de combate espacial entre as X-Wing e os Tie Fighters – e algumas da Millenium Falcon &#8211; não estavam finalizadas pela equipe primordial da Industrial Light &#038; Magic e ele inseriu diversos trechos de filmagens da Segunda Guerra Mundial para representar seu objetivo e seu estilo.</p>
<p>O mesmo vale para os conceitos prediletos de Lucas, sempre interessado na luta contra a opressão. Em seu primeiro curta-metragem, o diretor e produtor abordou uma simples tentativa de fuga do regime nazista; em Guerra nas Estrelas, um pequeno grupo de rebeldes enfrenta um império tecnocrata e todo-poderoso. De certa forma, <strong>Red Tails</strong> é o argumento mais impactante na carreira de Lucas. Sai toda a ficção e entra, de fato, uma história real, com consequências sociais e, por si só, relevância cinematográfica. Difícil falar desse roteiro sem lembrar dos faniquitos anti-racistas de Spike Lee sobre a “ausência de negros” nos filmes de Clint Eastwood [<strong>A Conquista da Honra</strong> e <strong>Cartas de Iwo Jima</strong>]. A Segunda Guerra foi lutada de forma segregada pelos Estados Unidos e o recruta negro era tratado como produto de segunda linha e, invariavelmente, era usado como tropa de apoio.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/08/redtailstrailer2_110978-580x246.jpg" alt="" title="redtailstrailer2_110978" width="580" height="246" class="aligncenter size-large wp-image-8114" /></p>
<p><strong>Red Tails</strong> mostrará o outro lado da moeda. Os famosos pilotos do programa experimental batizado como Tuskegee (por conta do instituto de mesmo nome localizado no Alabama) foram utilizados como último recurso para conter as ineficazes escoltas aos bombardeios aliados e, como a História registra, viraram o jogo contra as defesas da Luftwaffe em sua área de operação. Basicamente, eles começaram o conflito como rejeitados e terminaram como heróis, ou melhor, Anjos das Caudas Vermelhas (Red Tail Angels). Todos os caças do esquadrão levavam a cor vermelha em sua retaguarda. </p>
<p>Pelo trailer de Red Tails, o filme vai ser porrada do começo ao fim e com aquela carga emotiva digna dos grandes filmes sobre luta pela igualdade social. Na ponta do elenco estão Terrence Howard, Cuba Gooding Jr e o aclamado Bryan Cranston. Na direção Anthony Hemingway, cheio de experiência no comando de episódios de TV e, de fato, em seu primeiro grande trabalho no cinema. </p>
<p>Tudo isso para dizer: vale a pena aguardar por <strong>Red Tails</strong>. Especialmente se você gosta de filmes da Segunda Guerra Mundial e se emociona com o sacrifício de uma geração que realmente deu a vida para garantir o respeito a seu povo. Não vejo a hora!</p>
<p>Veja o trailer:<br />
<object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/43231"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/43231" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="580" height="360" allowFullScreen="true"></embed></object></p>

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		<title>[SOS Cast #21] Heróis</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-21-os-herois/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 18:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[SOS-Cast]]></category>
		<category><![CDATA[SOSCast]]></category>

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		<description><![CDATA[Heróis. Nossos grandes modelos sociais passam por um momento complicado ao enfrentar o cinismo social e o levante das histórias “sombrias” nas quais ser o mocinho é mal negócio. Para comentar essa situação, e promover um verdadeiro Encontro Notável, Fábio M. Barreto e Thiago Siqueira reúnem-se pela primeira vez para debater a essência e motivações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/post-soscast21-v1-580x306.jpg" alt="" title="post-soscast21-v1" width="580" height="306" class="aligncenter size-large wp-image-8083" /></p>
<p>Heróis. Nossos grandes modelos sociais passam por um momento complicado ao enfrentar o cinismo social e o levante das histórias “sombrias” nas quais ser o mocinho é mal negócio. Para comentar essa situação, e promover um verdadeiro Encontro Notável, <a href="http://twitter.com/soshollywood"><strong>Fábio M. Barreto</strong></a> e <strong><a href="http://twitter.com/ThiagoSiqueiraF">Thiago Siqueira</a></strong> reúnem-se pela primeira vez para debater a essência e motivações de personagens marcantes como Super-Homem, Batman, Ned Stark, Doctor Who e todas as nerdices que circundam a vida desses exemplos a serem seguidos.</p>
<p><strong>FILMES RECOMENDADOS<br />
</strong>Trailer de The Guard:<br />
<object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/41067"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/41067" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="580" height="360" allowFullScreen="true"></embed></object></p>
<p>Trailer de Meia-Noite em Paris:<br />
<object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/37514"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/37514" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="580" height="360" allowFullScreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Duração</strong>: 1h05min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://twitter.com/marcelosalgado">Marcelo Salgado</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">Marcus Roberto</a></p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO</strong><br />
Envie e-mails para: <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
<p><strong>NO TWITTER:</strong><br />
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<p><strong>RSS e iTunes</strong><br />
ATUALIZADO: Adicione o <a href="http://feeds2.feedburner.com/sos-cast">feed </a>do SOSCast no seu iTunes ou outro serviço de download.</p>
<p></p>

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Heróis. Nossos grandes modelos sociais passam por um momento complicado ao enfrentar o cinismo social e o levante das histórias “sombrias” nas quais ser o mocinho é mal negócio. Para comentar essa situação, e promover um verdadeiro Encontro Notável, Fábio M. Barreto e Thiago Siqueira reúnem-se pela primeira vez para debater a essência e motivações de personagens marcantes como Super-Homem, Batman, Ned Stark, Doctor Who e todas as nerdices que circundam a vida desses exemplos a serem seguidos.
FILMES RECOMENDADOS
Trailer de The Guard:

Trailer de Meia-Noite em Paris:

Duração: 1h05min
EDIÇÃO:
Marcelo Salgado
IMAGENS:
Marcus Roberto
SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO
Envie e-mails para: contato@soshollywood.com.br
NO TWITTER:
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		<itunes:author>Fabio M. Barreto</itunes:author>
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		<title>[Harry Potter e as Relíquias da Morte: Pt 2] ACA-BOOM!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 01:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Rickman]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2]]></category>
		<category><![CDATA[J.K.Rowling]]></category>

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		<description><![CDATA[As Relíquias da Morte &#8211; Parte 2 cumpre seu papel, encerra um fenômeno cultural incontestável e exibe uma das maiores redenções já vistas no cinema. CHEIO DE SPOILERS! Ser especial. Essa sempre foi uma das constantes de Harry Potter em sua carreira literária, para o Bem ou para o Mal, o personagem começou bruxinho e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/HPDH2-04842-900x600-580x386.jpg" alt="" title="HARRY POTTER 01" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-8053" /></p>
<blockquote><p>As Relíquias da Morte &#8211; Parte 2 cumpre seu papel, encerra um fenômeno cultural incontestável e exibe uma das maiores redenções já vistas no cinema.
</p></blockquote>
<p><strong>CHEIO DE SPOILERS!</strong></p>
<p>Ser especial. Essa sempre foi uma das constantes de Harry Potter em sua carreira literária, para o Bem ou para o Mal, o personagem começou bruxinho e terminou homem feito perante os olhos atentos de milhões ao redor do mundo. Não bastassem suas características místicas – magia, a sobrevivência pelo sacrifício da mãe, viver a vida dupla dos corredores de Hogwarts com o quartinho debaixo da escada, etc – esse sucesso já é deveras especial por si. A estréia de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2</strong> (Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2, David Yates, 2011, UK/USA) fecha a história do “garoto que sobreviveu” com muita responsabilidade, emociona – muito mais pelo que representa do que pelo visto em cena – e, finalmente, revela o verdadeiro co-protagonista da série: Severus Snape!</p>
<blockquote><p><strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1/">Leia análise de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. </a></strong></p></blockquote>
<p>Para reforçar o conceito de segunda parte, na narrativa de <strong>As Relíquias da Morte</strong>, David Yates optou por começar o filme no mesmo momento em que o primeiro filme terminou. Voldemort viola o túmulo de Dumbledore e a guerra aberta tem início, assim como, pela primeira vez em sua história, Harry Potter precisa tomar cada decisão literalmente sozinho, afinal seus grandes conselheiros estão todos mortos. Esse aspecto também continua bem o clima de road movie de seu antecessor e também reflete a escolha narrativa de Rowling: basicamente, só vemos o que Harry vê; na maioria dos casos. Tudo fruto da maior jornada de amadurecimento da literatura moderna, mesmo levando em conto a colcha de retalhos que a autora montou para compor seu universo de bruxos e trouxas.</p>
<p>As referências externas continuam lá e os paralelos são inevitáveis sem, no entanto, ferir a obra. Todo o crescendo dramático construído para o início da Batalha de Hogwarts está repleto de medos e lembranças amargas da Segunda Guerra Mundial, com uma força opressora racista, ultra organizada e, em princípio, invencível ameaçando tudo e a todos; ou então com algo inserido no código genético de qualquer inglês com mais de 40: bombardeios e a frustração de não poder fazer nada além de esperar pelo pior.</p>
<p>Ver algo dessa magnitude ser retratado na tela com o charme emprestado por vários bruxos queridos como os professores McGonagall, Slughorn e Flitwick; e até mesmo Molly Weasley, finalmente ganhando uma chance de deixar de ser “dona de casa” e entrar na briga, em mais uma alegoria à guerra e os esforços das mulheres na luta. Ao erguerem suas varinhas para recriar o escudo em torno de Hogwarts, esse grupo transmite sua mensagem: Álamo! </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/HP72-FP-00460-900x388-580x250.jpg" alt="" title="HP72-FP-00460-900x388" width="580" height="250" class="aligncenter size-large wp-image-8054" /></p>
<p>Daí para a frente é ladeira abaixo e a trilha de Alexandre Desplat entra certeira – na maioria dos casos &#8211; para evidenciar os perigos e tristezas enfrentados por Harry, Hermione e Ron. Embora, por razões óbvias, o filme não possa ser centralizado num único ponto de vista, boa parte do que é exibido em tela parte das experiências do próprio Harry, seja dos duelos que presencia ou de suas viagens transcendentais. De alguma forma, o tempo passa devagar nesse filme. É muita coisa para assimilar, muitas lembranças para consolidar, muita vontade para nunca acabar. Cada vez que Harry encontra um horcrux a vontade não é de celebrar, mas sim de ficar meio chateado. O fim se aproxima, mesmo assim há espaço para surpresas. Uma delas é o trabalho interessantíssimo de Kelly Macdonald, como Helena Corvinal. As outras são Ciarán Hinds, impactante como Aberforth Dumbledore, e Matthew Lewis dando uma de herói de capa-espada!</p>
<p>Por falar em Neville, ele é apenas um entre tantos arcos de personagens vistos ao longo da série. Fica interessante notar o esforço de roteiristas de filmes únicos para fazer o público ter tanto apreço por personagens quanto um universo tão longevo e multimídia quanto Harry Potter. Cada passo dos bruxos é sentido e praticamente dado lado a lado com o espectador, por isso é mais triste ver Harry encontrando os fantasmas de sua vida, poder conversar com seus pais pela primeira vez e, claro, como estamos falando de guerra, ver seus amigos morrerem ao seu lado.</p>
<p>Michael J. Stackpole, autor da fantástica série <strong>X-Wing: Rogue Squadron</strong>, do universo de<strong> Guerra nas Estrelas</strong>, certa vez esmiuçou os pensamentos de Wedge Antilles, meu personagem predileto. Nem super herói, nem bucha de canhão, Wedge questionava os sacrifícios de amigos e colegas, gente que morreu ao seu lado e, invariavelmente, salvou sua vida. Se no dia a dia vemos isso acontecer em escala menor, com gente sofrendo ou amizades ruindo, como esperar sanidade de alguém que lida com a vida e a morte? Esse é o grande dilema de Harry Potter, tão especial e poderoso e incapaz de proteger os que ama. Ao menos não todos ao mesmo tempo. </p>
<p>De certa forma, desde a morte repentina e não descrita de Olho Tonto Moody no capítulo anterior, a bolha de segurança foi oficialmente para o beleléu e virtualmente qualquer um estava com um pé na cova. O maior mérito de <strong>As Relíquias da Morte 2</strong> são os três atos da Batalha de Hogwarts. Bela mistura de ação, drama, certa grandiosidade – faltou um pouco de Peter Jackson nos grandes combates – e sobraram lágrimas. Rowling é uma romântica, nunca duvidei; mas o romance anda sempre próximo da tragédia e ver Lupin e Tonks mortos, lado a lado, foi demais. Fred Weasley também pereceu e por pouco seu irmão não dançou também. Interessante comparar as mortes de Sirius Black – cuja reação foi de “putz, ele morreu!” – com as baixas em Hogwarts, feitas para quebrar defesas emocionais e fazer chorar. Ou se é muito insensível ou muito alheio à série para não ser afetado.</p>
<p>Em contraponto, momentos fantásticos como o duelo de Bellatrix e Molly Weasley é alucinante e o desfecho tão esperado é capaz de arrancar palmas eufóricas da platéia. Não deve ser exagero dizer que Bellatrix é mais odiada até mesmo que Voldemort. A intensidade do combate é igualmente impactante quanto a decisão da direção de alterar a morte da personagem em relação ao livro. A mesma decisão afetou o final do vilão. Ambos se desfizeram num efeito estranho que praticamente quebrou o ritmo emocional dos combates que participavam. Teria sido isso uma tentativa de valorizar o dispensável 3D?</p>
<p>Aliás, a morte de Tom Riddle foi um anticlímax estranhíssimo, um dos maiores problemas narrativos do filme. Seguindo os passos de Neo, Harry precisa se sacrificar para acabar com seu inimigo. Embora a sobrevivência do garoto seja esperada, nhão há preocupação nenhuma em criar tensão para o ataque letal de Voldemort. Harry se apresenta, leva o feitiço e morre. Sem mais nem menos. Essa modalidade é constante no estilo de Rowling, que não gosta muito de elaborar mortes e insiste no conceito de Shakespeare em <strong>King Lear</strong> [Ele morreu, escreveu o autor].</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/HP72-FP-00595-900x506-580x326.jpg" alt="" title="HP72-FP-00595-900x506" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-8055" /></p>
<p>Harry renasce, pleno, não mais ligado à essência daquele que “certa vez não devia sequer ser mencionado”. Se Harry era especial por ter sobrevivido, ao escolher renascer e continuar a lutar, se torna mais peculiar ainda ao acreditar no seu taco, oops, varinha, e enfrentar os mesmos riscos que seus amigos. Ao passo em que o protagonista se vê maduro e seguro, Voldemort age infantilmente ao tripudiar os bruxos derrotados e apresentando o corpo de Potter. Os valores estão invertidos numa estrutura interessante de Rowling, mas executada de maneira problemática. Diante da morte de Harry, ninguém chora, quase ninguém reage – apenas Gina, que perdera o irmão há pouco – e o filme pára para que Neville Longbottom faça um discurso repetitivo na frente do sujeito que mata seus próprios seguidores pelo simples fato de lhe perguntarem algo indevido.<br />
Ironias à parte, deixar o garoto desajeitado que o desafia com palavras viver é justamente o que leva Voldemort à ruína quando Neville acorda no meio da batalha, pega a espada da Grifinória e mata a cobra do vilão, permitindo, assim, que Harry vença o duelo, depois de uma bela edição paralela entre esse combate e as tentativas frustradas de Ron e Hermione – finalmente juntos! – matarem a jararaca amaldiçoada from hell!</p>
<p>Tudo soa estranho quando, finalmente, o duelo acaba. Claro que tudo reflexo de uma sequência de inúmeros atos ao longo dos anos, mas, ainda assim, algo simples e, a seu modo, pequeno perto da grandiosidade vista nas horas finais de Harry Potter. Entretanto, justiça seja feita, foi a habilidade na condução de cenas anteriores que prejudicou esse final. O patrono gigantesco projetado pelo irmão de Dumbledore, o discurso desafiador de McGonagall e, o momento máximo desse filme e de toda a obra de Rowling, a redenção de Severus Snape chamam a atenção e marcaram o cinema para sempre. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/HPDH2-07162-900x600-580x386.jpg" alt="" title="HPDH2-07162-900x600" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-8056" /></p>
<p><strong><br />
<h1>Sobre Flores e Cervos</h1>
<p></strong><br />
Ignorei o personagem Severus Snape nesse texto até esse momento, de propósito. Ele merece um espaço só para ele. Aí vai.</p>
<p>Há um conceito bem popular chamado “luz e sombra”, um não vive sem o outro, opostos eternamente conectados e em atrito. Enquanto a evolução e as atribulações de Harry Potter eram expostas às claras, uma outra história se desenvolvia nas sombras, ou melhor, nos recônditos da mente de J.K. Rowling: Snape! Capaz de causar interesse nos livros, mas fortemente beneficiado pelo magnífico trabalho de Alan Rickman no cinema, o bruxo mal-humorado se encaixou em todas as descrições possíveis ao longo da série. Traidor, redimido, aliado, agente infiltrado, assassino, arrogante, frustrado e por aí vai. Embora tenha sido o personagem título de <strong>O Enigma do Príncipe</strong>, Severus Snape parecia, finalmente, ter declarado suas intenções e se aliar a Voldemort. </p>
<p>Do mesmo modo que critico Rowling abertamente por se apropriar de ideias de tudo quanto é canto, devo levantar a plaquinha com a nota dez para esse arco arrebatador. Nada novo, claro, mas efetivo e emocionante. Ver cada decisão controversa do personagem ser revelada como parte de um plano de décadas e, acima de tudo, motivado pelo amor e devoção a Lily Potter ganhou de qualquer batalha, qualquer frase de efeito. E, acima de tudo, testemunhar o show de interpretação de Rickman em diversos momentos da vida de um personagem que construiu com maestria foi um espetáculo. </p>
<p>O ritmo, a edição, a maquiagem, os poucos diálogos e a organização dessa montagem reveladora vale pela série, pelos anos de proximidade, pela espera. É inevitável impedir a mente de voltar a cada momento de ódio do personagem e reexaminá-lo sob essa nova ótica. Diferente de muitos vilões convertidos da literatura e do cinema, Snape não precisou de um ato de bondade para se redimir; sua vida toda foi um grande ato de amor e fidelidade. Se a porrada emocional de <a href="http://www.soshollywood.com.br/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1/">Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1</a> já foi grande, a descoberta sobre a vida de Snape foi um corredor polonês de lágrimas e, por que não, alegria por ver que existe mais alguém nesse mundo que ainda encontre forças para nunca deixar de amar. E tudo isso sem ser piegas, afinal, estamos falando do sujeito incapaz de sorrir!</p>
<p>Até mesmo na estrutura da Parte 2, Severus é apresentado como possível carrasco no comando da Hogwarts versão nazista. Ao iniciar o duelo com McGonagall senti um frio na espinha – putz, ela vai morrer! –, mas, mesmo ali, habilmente, ele desvia os ataques da professora e dá cabo de dois comensais da morte sem que ninguém percebesse. Como um bom truque de mágica, tudo acontece na nossa frente, mas a convicção pelos atos “públicos” é tão grande que o óbvio é descartado rapidamente. </p>
<p>Harry Potter pode ser o herói e, mesmo entristecido pelo que perdeu, precisa brilhar muito para que sua luz se iguale à galante sombra provocada pela vida de Snape, aquele que amou alguém que nunca teve. Um escudeiro invisível e preciso, tão pai quanto Sirius, tão mestre que Dumbledore, tão amigo quanto Ron. Aliás, precisão sempre foi a marca registrada do personagem, claramente metódico e eficaz em suas palavras, ações e poções. Descobrir tanta emoção ali dentro é das mais felizes surpresas.</p>
<p>Todo esse estardalhaço sobre Snape tem razão de ser, afinal, Rowling poderia ter simplesmente ter encerrado a série sem esse elemento e faria sentido do mesmo jeito. Efetivamente, Harry Potter se segura e ninguém sentiria falta, friamente falando. Nesse momento, Rowling tornou a obra realmente marcante ao ir além da simples narradora e se tornar criadora, pois matar personagens é fácil, redefini-los totalmente na reta final exige mais coragem e certeza da decisão. E não há nada mais certeiro em <strong>As Relíquias da Morte: Parte 2</strong>. </p>
<p>Mesmo ainda assumidamente vilão, uma peculiaridade da morte do personagem foi o momento em que Harry Potter o encontra. Ignorando todo o rancor e os lados na guerra, Harry ainda assim tenta ajudar Snape – demonstrando piedade igualmente demonstrada anteriormente em relação a Draco Malfoy, o bundão oficial da série. A resposta vem na forma mais pura possível. Uma lágrima cai. Snape pede a Harry que a guarde. É seu testamento, seu legado. De alguma forma, Harry atende o pedido e o segura até o final. Talvez por respeito ou por dó mesmo, fato é, mesmo sem querer, o esforço não foi em vão. De alguma forma, ela estava com ele&#8230; ou pelo menos seus olhos. Sua Lily.</p>
<p>Não entendeu o título desse trecho? Assista ao filme! No cinema, sem pirataria! Nem a Warner merece isso! ☺</p>
<blockquote><p>E só confirmando as expectativas: o 3D não agregou em nada e foi apenas jogada caça-níqueis da Warner, mas também prepara o terreno para relançamentos dos outros sete filmes no formato. Não jogue dinheiro fora.
</p></blockquote>

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		<title>Concorra a brindes de True Blood</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 00:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a estreia da quarta temporada de True Blood, a HBO Brasil resolveu alegrar os fãs com um concurso no Facebook. Basicamente, quem curtir essa página e participar da brincadeira pode ganhar temporadas em DVD e as sempre desejáveis garrafinhas com True Blood! A campanha &#8220;Deixe-me Entrar&#8221; funciona da seguinte maneira: Através do aplicativo os [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/07/True_Blood_Season_4_Episode_3_1-1272-590-700-80-580x386.jpg" alt="" title="True_Blood_Season_4_Episode_3_1-1272-590-700-80" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-8065" /></p>
<p>Com a estreia da quarta temporada de <strong>True Blood</strong>, a HBO Brasil resolveu alegrar os fãs com um concurso no Facebook. Basicamente, quem curtir essa <strong><a href="http://on.fb.me/mfiONn">página</strong></a> e participar da brincadeira pode ganhar temporadas em DVD e as sempre desejáveis garrafinhas com True Blood!</p>
<p>A campanha &#8220;Deixe-me Entrar&#8221; funciona da seguinte maneira:<br />
Através do aplicativo os membros da página podem convidar seus amigos e ao aceitarem estarão concorrendo a DVDs da série toda semana. No final quem trouxer mais membros para a página ganha a exclusiva e concorrida garrafa de Tru Blood.</p>
<p>Aproveitando o embalo, logo depois da Comic-Con, vou entrevistar o elenco da série novamente e volto com novidades! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[SOS Cast #20] Space Opera</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 13:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espaço, a Fronteira Final&#8230; que nunca cansamos de explorar seja nos livros ou nos filmes do gênero mais bem-sucedido da Ficção Científica: a Space Opera. Descubra suas origens, suas características, seus grandes representantes e a influência desse estilo na literatura nacional com os escritores Gerson Lodi-Ribeiro e Clinton Davisson! Participação Especial: James Cameron. Grandes batalhas [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/06/post-soscast20-v2-580x306.jpg" alt="" title="post-soscast20-v2" width="580" height="306" class="aligncenter size-large wp-image-8000" /></p>
<blockquote><p>Espaço, a Fronteira Final&#8230; que nunca cansamos de explorar seja nos livros ou nos filmes do gênero mais bem-sucedido da Ficção Científica: a <strong>Space Opera</strong>. Descubra suas origens, suas características, seus grandes representantes e a influência desse estilo na literatura nacional com os escritores <strong><a href="http://www.twitter.com/gersonlodi">Gerson Lodi-Ribeiro</strong></a> e <a href="http://www.twitter.com/clintondavisson"><strong>Clinton Davisson</strong></a>! Participação Especial: James Cameron.</p></blockquote>
<p>Grandes batalhas espaciais, histórias grandiosas, heróis capazes de salvar o universo e, claro, ficar com a mocinha. Esses são alguns dos elementos do gênero Space Opera, um estilo conhecido por praticamente todo cinéfilo e responsável por grandes títulos da literatura mundial. Aproveitando o lançamento da coletânea <strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3527265/space-opera-odisseias-fantasticas-alem-da-fronteira-final/?ID=C94072447DB06140F2B050444">Space Opera</a></strong>, da <strong><a href="http://editoradraco.com/">Editora Draco</a></strong>, convidamos os escritores Gerson Lodi-Ribeiro e Clinton Davisson para debater o tema, expor suas origens e olhar para o futuro tanto do cinema quanto da literatura.</p>
<p>Se você gosta de Guerra nas Estrelas, já se deparou com Isaac Asimov, Perry Rhodan ou simplesmente gosta de se divertir com mentes criativas e suas ideias mirabolantes em planetas e galáxias distantes, esse programa é uma ótima maneira de encontrar opiniões e análises de quem, de fato, vive do assunto. Por se tratar de um episódio especial, temos 1h30 de conversa (além de um apêndice que será publicado na próxima semana) sobre diversos temas ligados à Space Opera incluindo uma participação especial e exclusiva do diretor James Cameron.</p>
<p>Qual sua relação com a Space Opera? Gosta do gênero? Qual seu autor favorito? Comente a participe!</p>
<p><strong>CONVIDADOS</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/gersonlodi">Gerson Lodi-Ribeiro </a><br />
<a href="http://www.twitter.com/clintondavisson">Clinton Davisson </a></p>
<p><strong>FILMES e LIVROS COMENTADOS</strong><br />
Guerra nas Estrelas, universo de George Lucas<br />
<a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3527265/space-opera-odisseias-fantasticas-alem-da-fronteira-final/?ID=C94072447DB06140F2B050444"><strong>Space Opera</strong</a>, lançamento da Editora Draco<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lucky_Starr_series">As Aventuras de Lucky Starr</a> (série literária), de Isaac Asimov<br />
Duna, de Frank Herbert<br />
A Fundação, de Isaac Asimov<br />
<strong><a href="http://blog.editoradraco.com/2011/06/dieselpunk-reimaginando-o-passado/">DieselPunk</a></strong>, lançamento da Editora Draco<br />
Jornada nas Estrelas (série de TV e cinema)<br />
Perry Rhodan (série literária)<br />
<strong><a href="http://editoradraco.com/2011/04/05/a-guardia-da-memoria-de-gerson-lodi-ribeiro/">A Guardiã da Memória</a></strong>, de Gerson Lodi-Ribeiro<br />
Outros Brasis, de Gerson Lodi-Ribeiro<br />
<a href="http://www.hegemonia.com.br/"><strong>Hegemonia</strong></a>, de Clinton Davisson</p>
<p><a href="http://editoradraco.com/catalogo/"><strong>CATÁLOGO da EDITORA DRACO</strong></a><br />
<center><object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZyKa2E0TIeY?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZyKa2E0TIeY?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></center></p>
<p>Compre livros nacionais! Faz bem, ajuda o mercado e você pode se surpreender! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Duração</strong>: 1h29min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://twitter.com/marcelosalgado">Marcelo Salgado</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">Marcus Roberto</a></p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, FÓRMULAS DA PSICOHISTÓRIA</strong><br />
Envie e-mails para: <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
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<p><strong>RSS e iTunes</strong><br />
ATUALIZADO: Adicione o <a href="http://feeds2.feedburner.com/sos-cast">feed </a>do SOSCast no seu iTunes ou outro serviço de download.</p>
<p></p>
<p><strong>GALERIA</strong><br />
Criações do Marcus Roberto para essa edição. Personalize seu arquivo!</p>
<div class="photosmash_gallery"><div class='bwbps_gallery_div' id='bwbps_galcont_7'><span class='bwbps-rating-toggle'><a href='javascript: void(0);' onclick='bwbpsToggleRatings(7); return false;' title='Toggle image ratings'>Toggle ratings</a></span><div class='bwbps-toggle-ratings-clear' style=' margin: 0; padding: 0;'></div>
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				</td></tr></table>
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Espaço, a Fronteira Final&#8230; que nunca cansamos de explorar seja nos livros ou nos filmes do gênero mais bem-sucedido da Ficção Científica: a Space Opera. Descubra suas origens, suas características, seus grandes representantes e a influência d[...]</itunes:subtitle>
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Espaço, a Fronteira Final&#8230; que nunca cansamos de explorar seja nos livros ou nos filmes do gênero mais bem-sucedido da Ficção Científica: a Space Opera. Descubra suas origens, suas características, seus grandes representantes e a influência desse estilo na literatura nacional com os escritores Gerson Lodi-Ribeiro e Clinton Davisson! Participação Especial: James Cameron.
Grandes batalhas espaciais, histórias grandiosas, heróis capazes de salvar o universo e, claro, ficar com a mocinha. Esses são alguns dos elementos do gênero Space Opera, um estilo conhecido por praticamente todo cinéfilo e responsável por grandes títulos da literatura mundial. Aproveitando o lançamento da coletânea Space Opera, da Editora Draco, convidamos os escritores Gerson Lodi-Ribeiro e Clinton Davisson para debater o tema, expor suas origens e olhar para o futuro tanto do cinema quanto da literatura.
Se você gosta de Guerra nas Estrelas, já se deparou com Isaac Asimov, Perry Rhodan ou simplesmente gosta de se divertir com mentes criativas e suas ideias mirabolantes em planetas e galáxias distantes, esse programa é uma ótima maneira de encontrar opiniões e análises de quem, de fato, vive do assunto. Por se tratar de um episódio especial, temos 1h30 de conversa (além de um apêndice que será publicado na próxima semana) sobre diversos temas ligados à Space Opera incluindo uma participação especial e exclusiva do diretor James Cameron.
Qual sua relação com a Space Opera? Gosta do gênero? Qual seu autor favorito? Comente a participe!
CONVIDADOS
Gerson Lodi-Ribeiro 
Clinton Davisson 
FILMES e LIVROS COMENTADOS
Guerra nas Estrelas, universo de George Lucas
Space Opera</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Destaques, SOS-Cast</itunes:keywords>
		<itunes:author>Fabio M. Barreto</itunes:author>
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		<title>[Trailer] Filhos do Fim do Mundo</title>
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		<comments>http://www.soshollywood.com.br/trailer-filhos-do-fim-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 00:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Fabio Madrigal Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos do Fim do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[When it Ends]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguma coisa está muito errada no Mundo. Veja o trailer em alta definição de When It Ends, também conhecido como, Filhos do Fim do Mundo em português. Meses de trabalho, inúmeras noites sem dormir, três dias de filmagens malucos e, finalmente, você pode ver um pouco de Filhos do Fim do Mundo, nome oficial em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/06/desert_teaser.jpg" alt="Filhos do Fim do Mundo" title="desert_teaser" width="580" height="387" class="aligncenter size-full wp-image-7978" /></p>
<blockquote><p>Alguma coisa está muito errada no Mundo. Veja o trailer em alta definição de <strong>When It Ends</strong>, também conhecido como, <strong>Filhos do Fim do Mundo</strong> em português.</p></blockquote>
<p>Meses de trabalho, inúmeras noites sem dormir, três dias de filmagens malucos e, finalmente, você pode ver um pouco de <strong>Filhos do Fim do Mundo</strong>, nome oficial em português, do curta-metragem <strong>When It Ends</strong>. A história continua em sigilo, mas há algumas dicas no trailer.</p>
<p>Agora, sem mais delongas, o trailer de <strong>Filhos do Fim do Mundo</strong>. Aproveitem!</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25533130" width="580" height="326" frameborder="0"></iframe></p>
<p>RIFA ENCERRADA: Neville Mordini foi o vencedor!</p>
<p><strong>English Version:<br />
</strong><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25523358" width="580" height="326" frameborder="0"></iframe></p>

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		</item>
		<item>
		<title>[Opinião] Game of Thrones &#8211; Temporada 1: A Paciência Acabou</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/game-of-thrones-temp1/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/game-of-thrones-temp1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 23:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Game of Thrones chega ao final de sua primeira temporada com estrutura repetitiva, personagens monótonos e uma ausência de novidade tão fantástica quanto sua qualidade técnica e cenário ficcional! PS: Isso é uma opinião pessoal, sem cunho jornalístico e fora dos padrões do SOS, por isso está na categoria BLOG. Obras intelectuais são reflexos diretos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/05/GoT-TV-logo-580x326.png" alt="" title="GoT TV logo" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-7901" /></p>
<blockquote><p><strong>Game of Thrones</strong> chega ao final de sua primeira temporada com estrutura repetitiva, personagens monótonos e uma ausência de novidade tão fantástica quanto sua qualidade técnica e cenário ficcional!</p></blockquote>
<p><strong>PS: Isso é uma opinião pessoal, sem cunho jornalístico e fora dos padrões do SOS, por isso está na categoria BLOG.</p>
<p></strong><br />
Obras intelectuais são reflexos diretos de seus criadores. Apontar o óbvio se faz necessário para compreender o cerne de <strong>Game of Thrones</strong>, série da HBO baseada nos livros de <strong>George R. R. Martin</strong>. Ele se propôs a uma tarefa complicadíssima: inovar o gênero da alta fantasia, claramente sobrecarregado com novos autores, ideias recalchutadas e, habitualmente, vítima de forte preconceito fora do público nerd. Para pleitear tal conquista, ele precisou mudar muita coisa e apostar num estilo tão contraditório que o resultado é 8 ou 80, afinal, a linha que separa a risco criativo da banalidade repetitiva é praticamente invisível. E é aí que <strong>Game of Thrones</strong>, já cultuada e endeuzada por aí, falha absurdamente. Entretanto, por ter qualidade de produção muito acima da média e boa carga dramática, acaba escondendo sua faceta arrogante, levianamente desbravadora e repetitiva, traços da postura cínica e pessimista extrema de seu criador.</p>
<p><strong>Spoilers daqui pra frente, leia por sua conta e risco. E, novamente pontuando o óbvio, é minha opinião sobre A SÉRIE (logo, não me venham com argumentos do tipo “mas o livro é assim, blabla; cada produto é fruto de uma mídia e deve funcionar de forma independente). O objetivo não é dizer se você deve assistir ou não, aliás, ASSISTA e na HBO, passa todo domingo! Nada de pirataria!<br />
</strong></p>
<p>Curiosidade é uma das melhores armas de um bom escritor. Se ele não for capaz de despertar a curiosidade do consumidor, seu produto não vai funcionar. E ponto. <strong>Game of Thrones</strong> tem de sobra, nessa história ambientada num mundo tão ambiciosamente arquitetado que somente alguém avesso à fantasia para não se interessar e querer saber mais. Dragões? White Walkers? 7 reinos? Um monte de gente com nome esquisito? É um prato cheio! Para não dizer que vou ficar martelando no “elemento Tolkien” (<a href="http://www.soshollywood.com.br/game-of-thrones/">conforme mencionado nesse texto</a>, que não serve a essa discussão), cito um outro exemplo do qual gosto mundo e é praticamente unanimidade: <strong>Stardust</strong>, de Neil Gaiman; e de que esperava em termos de desenvolvimento.</p>
<p>Foi essa a impressão que tive quando o material surgiu e vi um promo no TCA do ano passado. Um mundo no qual eu teria vontade de viver, lutar e tomar porrada, afinal, tudo isso faz parte da vida. Sem ilusões de ser mocinho, principe encantado ou sujeito cheio de poderes fantásticos. Às vezes a pura perspectiva de fazer parte de algo assim justifica todo o esforço, todas as páginas lidas de madrugada, todas as horas em frente à TV e a preocupação de manter a noite de domingo livre para assistir em HD! Os três núcleos iniciais &#8211; Winterfell, King’s Landing e o Wall (não sei como ficou a tradução, algo como A Muralha?) &#8211; eram interessantíssimos. Novos povos, novas preocupações e um inverno meio místico, meio assustador, prestes a chegar e um passado glorioso cheio de batalhas. E tudo isso filmado na Irlanda, país pelo qual nutro um carinho e paixão especial. Entretanto, se três já parecia um número um pouco mais que ideal, quando o quarto núcleo &#8211; na terra dos cavaleiros Dothraki &#8211; apareceu a coisa começou a complicar. Não por complexidade, mas por exagero mesmo. Príncipes no exílio, cavaleiros bárbaros chegados numa boa peleja, avessos a longas conversas, e a ameaça de guerra foram insuficientes para aumentar o interesse e manter o ritmo, quebrado bruscamente toda vez que a ação cruzava um pedação do mapa e mostrava os Targaryen e Khal Drogo, personagem que, literalmente, entra mudo e sai calado. Se ele falou por mais de 5 vezes na primeira tempora inteira foi muito. Jason Momoa era uma das razões que me fazia querer ver a série por gostar muito do trabalho dele em <strong>Stargate Atlantis</strong> como Ronnon Dex. </p>
<p>Fato é, desde o princípio, <strong>Game of Thrones</strong> foi uma grande colcha de retalhos que tentava se mostrar familiar desde o princípio sem antes merecer tal familiaridade. Não houve muito tempo para apresentações e as maquinações que transformarão aquele mundo já estão em movimento quando conhecemos a honra dos homens do Norte, a relação incestuosa dos Lannisters, os pontos fracos de um rei sem amigos &#8211; nota especial para Mark Addy, sempre interessante em seus papéis &#8211; e uma realidade tão conturbada que vê-la desmoronar é outro fator capaz de gerar grande interesse e curiosidade.</p>
<p>Muito elogio para algo que, como diz o título, esgotou minha paciência, não? Talvez esse seja o problema, começou com muito potencial e cheio de histórias que gostaria de conhecer e sua condução se contrapõe à proposta inicial. Todo esse circo de fantasia, vários povos, um pouco de magia e passado glorioso é rapidamente reduzido a uma trama palaciana cujo objetivo é não ser arquetípica para, no fim das contas, ser até mais óbvia que as demais histórias que Martin tentou sobrepor. Ou, de forma mais direta, os personagens tentam ser tão humanos e longe dos clichês que é exatamente no que se tornam. E a coisa piora ao se constatar que não há praticamente ninguém na vasta gama de personagens apresentados que seja minimamente honesto e digno de identificação. É tanta pilantragem, tanta safadeza, tanto “reflexo do cinismo da realidade”, como alguém veio defender no Twitter quando critiquei a série pela primeira vez, que essa é a essência dos habitantes de Westeros (continente onde a coisa toda acontece), ou pelo menos, de seus indivíduos mais célebres. </p>
<p>De certo ponto da história em diante, Fox Mulder parecia acompanhar <strong>Game of Thrones</strong> conosco. Trust No One / Não confie em ninguém. Todo mundo do Sul era pilantra e todo mundo do Norte era bacana e honrado, mas sofria preconceito e, conforme comprovado, caia feito pato e todas as armadilhas das “pessoas reais” do Sul. Embora relute em inserir o nome de Sean Bean nesse texto, para evitar centralizar a crítica no destino patético de seu personagem, é inevitável falar sobre Eddard Stark, o grande vendedor da série para quem não leu os livros. </p>
<p>Desde a primeira vez que ele leva a pior &#8211; quando seu filho, Bram, é empurrado de uma janela ao “desmascarar” os caras maus da primeira temporada &#8211; começou uma relação interessante com quem ele era e o que faria dali para a frente. Bem, não saberemos de nada, pois ninguém contou o que ele fez e, acredito, numa tentativa desesperada de “demonstrar caráter e comprometimento em favor da história”, ele perde a cabeça &#8211; literalmente &#8211; ao insistir em apostar em sua honra, fazer o que era certo e evitar injustiças. George R. R. Martin deve ter sofrido muito na vida por acreditar nesses conceitos; sofreu tanto que quando teve a chance, puniu quem mais pensasse dessa maneira, enquanto ele se tornou um cético, putanheiro e descrente na honra. Analisando friamente, <strong>Game of Thrones</strong> tem bastante sexo para dar e vender, apunhaladas pelas costas em abundancia e o maior índice de frustrações por segundo na TV.</p>
<p>Para ser justo, há dois momentos que contrariam essa teoria: quando Lady Stark prende Tyrion Lannister e, com todos os méritos, todas as cenas em que Tyrion (Peter Dinklage) aparece. Rapidamente, esse fabuloso ator anão roubou a cena e, aparentemente, ganhou o respeito da maioria dos espectadores. Justiça seja feita, não vê-lo ganhando um Emmy no ano que vem vai ser injustiça digna de Martin. Bem, quem sabe o autor mereça ver sua série ser ignorada e trapaceada no Emmy, afinal, não é isso que ele prega? Que a natureza das pessoas é a da traição e do jogo de interesses?</p>
<p>Com as mortes de Eddard Stark (Sean Bean), Robert Beratheon (Mark Addy) e Khal Drogo (Jason Momoa), sobrou para Dinklage segurar a barra com um elenco bom, mas, basicamente, desconhecido &#8211; quem liga para Lena Headey, aliás?. Ele tem essa tarefa, pois tem mais tempo de tela na estrutra covarde de <strong>Game of Thrones</strong>. The Wall tem potencial imenso para desenvolvimento dramático, mas por se tratar de uma realidade mais simples, não permite tantas tramas previsíveis no tal “Jogo de Tronos”. Talvez por isso ainda tenha certo interesse, pois além da Muralha tudo é possível e ainda há a esperança de que exista algo na mente arrogante de Martin além das bobagens insistentemente pontuadas por esse texto. E é nesse cenário que existe uma das poucas esperanças da série: Jon Snow (Kit Harington), estreante habilidoso e com um bom personagem nas mãos. Seus dilemas são infinitamente mais realistas e interessantes que as maquinações da rainha Cersei (Lena) e toda a luta pelo poder.</p>
<p>Por falar em luta, é preciso explicar a afirmação de “estrutura covarde”. Critiquei a ausência de justificativa para tantos figurinos formidáveis e tanta falação sobre duelos e combates. Eles devem existir como elemento, não como fio condutor da trama, já que a escolha do autor é mesmo pelos bastidores. Isso ficou ausente por muito tempo e, finalmente, quando foi hora de desembainhar as espadas, o que a direçãod de Game of Thrones opta por fazer? Não mostra a primeira batalha propriamente dita! Quando os exércitos dos Lannisters e uma pequena força dos Stark se encontram, o público desmaia com Tyrion &#8211; o ‘narrador’ daquele episódio &#8211; e só volta a si na manhã seguinte, quando tudo acabou. Não há outro termo além de covardia para descrever essa decisão. O mesmo vale para o enfadonho último episódio, quando Daenerys Targaryen sobe na pira funerária de seu marido apostando na sua descendência dracônia, mas só é vista novamente quando o fogo se extinguiu.</p>
<p>Esses elementos não tornam a série ruim, para deixar claro. É uma questão de estilo, há espectadores que gostam de ficar uma hora passando raiva na frente da TV pelo excesso de personagens irritantes, unidimensionais e previsíveis em sua imprevisibilidade, ou há até quem admire esse modo de ser &#8211; fiquei indignado quando li algumas pessoas dizendo “torcer pelos Lannister”, mas esse já é um problema de caráter de cada um &#8211; e curta ver a sacanagem rolar solta. </p>
<p>Assim como uma obra de ficção é reflexo, mesmo que parcial, da índole de seu escritor, os efeitos no público também o são. Assim como seu modo de ver a criação e uso da fantasia. Podem me chamar de idealista e etc, mas vejo a cultura como algo dedicado ao crescimento do público, da educação multidisciplinar permitida por uma boa história e uma trama interessante &#8211; baseada na realidade ou totalmente ficcional &#8211; e, acima de tudo, gosto de ser respeitado pelos programas que assisto. A ideia de passar quase uma temporada esperando pela reviravolta de um personagem que termina morto só para que o autor reforce sua mensagem “a história é mais importante que os personagens” é infantil demais. Só gostamos de histórias por conta da jornada de seus personagens, se não houver personagens capazes de despertar esse interesse, não há história relevante. Ou pelo menos costumava ser assim, até que o hype começou a ditar o gosto de muita gente.</p>
<p>E, concluindo, não preciso ver uma série que mostre o quão dura e cruel seja a vida. Cresci num subúrbio, já sofri um bocado na vida e para ver pilantragem, basta ler o caderno de política de um jornal. É a mesma coisa, mas sem fantasias elaboradas, lobos leais e espadões decaptando pessoas a torto e a direita. Cada um na sua, realidade de um lado, ficção do outro.</p>
<p>E nada do Inverno chegar.</p>

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		<title>[Análise] Lanterna Verde</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Green Lantern]]></category>
		<category><![CDATA[Lanterna Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Lanterna Verde não é ruim, é simplesmente sem graça e não honra as boas adaptações de quadrinhos. Quando o comercial fala mais alto que a criação, dá nisso e a Warner Bros. precisa notar quem nem tudo que sai das HQs é Batman! SPOILER ALERT!!! Desde a ascensão das grandes adaptações de quadrinhos há perigo [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/06/green-lantern-hs.jpg" alt="" title="Green Lantern" width="580" height="266" class="aligncenter size-full wp-image-7948" /></p>
<blockquote><p><strong>Lanterna Verde</strong> não é ruim, é simplesmente sem graça e não honra as boas adaptações de quadrinhos. Quando o comercial fala mais alto que a criação, dá nisso e a Warner Bros. precisa notar quem nem tudo que sai das HQs é Batman!
</p></blockquote>
<p>SPOILER ALERT!!!</p>
<p>Desde a ascensão das grandes adaptações de quadrinhos há perigo no ar, afinal, como manter a qualidade dos filmes sem perder a guerra para pura exploração comercial? Convenhamos, até Homem-Aranha fazer sucesso, ninguém acreditava nesse tipo de longa-metragem, as poucas tentativas eram frustradas e os estúdios faziam cara feia pela simples menção a uma adaptação. Quando o sucesso das bilheterias veio e a tecnologia permitiu as maluquices imaginadas pelos desenhistas da HQs, o cenário mudou e a coisa toda virou febre, mas com alertas claros contra filmes puramente comerciais. <em>O Quarteto Fantástico</em> era a maior delas até agora, pois é, era. <strong>Lanterna Verde</strong> entrou na briga pelo fundo do poço dos investimentos milionários por um simples fator: é descartável e ineficaz. </p>
<p>Muito se falou sobre o primeiro filme do <strong>Lanterna Verde</strong> aqui em Los Angeles. Também pudera, com a tremenda carga de efeitos especiais, praticamente todas as empresas do ramo foram envolvidas no processo em algum momento. Isso representa mais dinheiro girando, mais empregos sendo gerados e a curiosa perspectiva da pulverização do trabalho, que descentraliza um pouco o atual formato de uma (ou duas, em alguns casos) empresas monopolizando a produção e o dinheiro. Perante essa realidade, o maior trabalho do diretor Martin Campbell (A Máscara do Zorro, Goldeneye e Limite Vertical) foi coordenar esse monstro fragmentado e transformá-lo num filme interessante. E esse foi o maior problema, pois, com pelo menos três locações “alienígenas” – ou seja, 100% criadas por computador -, diversos personagens igualmente virtuais e a sempre complicada tarefa de mesclar elementos alienígenas num ambiente terráqueo, qualquer erro colocaria a credibilidade do filme em jogo. Como ninguém, ou nenhuma companhia, é perfeito, deu no que deu. É impossível levar a história a sério, quase nada funciona e a maioria dos jogos de sucesso da atualidade tem roteiro muito mais interessante que <strong>Lanterna Verde</strong>.</p>
<p>As piadas de <strong>Lanterna Verde</strong> funcionam, fato. Algumas, pelo menos. E todas de forma isolada, sem grande ligação com a história em si. É como se vários vídeos feito para fãs do YouTube tivessem sido inseridos na trama só para garantir algumas risadas. Pela devoção que descobri existir em torno de Hal Jordan, duvido que o personagem seja tão patético e limitado quanto a versão de Ryan Reynolds. Basicamente, o roteiro de Lanterna Verde – escrito por QUATRO pessoas, o que já é um péssimo sinal – aborda o medo e seus efeitos, entretanto, há pelo menos três personagens com traumas envolvendo seus pais e, todos – sem exceção – têm uma fixação para provar suas habilidades e capacidades; e esconder suas limitações, seja atrás de uma mesa corporativa ou no alto do Conselho dos Guardiões (também conhecido como aliens cabeçudos, imortais e “super sábios” que, ao menos no filme, não fazem a menor diferença). </p>
<p>E essa mensagem é trabalhada à exaustão, sem grandes descobertas além do desfecho óbvio: quando compreendermos nossas fraquezas, descobrimos nossa força. A mensagem é válida, claro, mas fazer um filme inteiro só por isso? Nada é resolvido claramente, a evolução de personagens acontece com passes de mágica e nunca há perigo efetivo, afinal, ninguém duvida da volta por cima do herói (que não convence nem a si mesmo de ter &#8220;pedido demissão&#8221; da Tropa). Fato, é, Lanterna Verde é o novo filme da garotada, um forte concorrente aos Clone Troopers de Star Wars: Clone Wars, um dos campeões de venda em lojas de brinquedos. Houve um troca-troca de tons nas campanhas publicitárias de <strong>X-Men: First Class</strong>, que tentava agregar algo adolescente e moderninho a um filme sério e relevante, e Lanterna Verde, que é praticamente um vídeo clipe gigante, sem grandes perigos ou ameaças, justamente por não permitir envolvimento com seus personagens perenes demais. Ryan Reynolds está lá para ser engraçado e atrair as mulheres, Blake Lively está lá parar ser bonita e atrair os homens, Peter Sarsgaard está lá&#8230; por que mesmo? E Tim Robbins precisava reformar o banheiro e fez uma grana rápida, assim como Angela Basset. Muitos estilos e razões diferentes para o elenco de um filme visualmente parecido com <em>O Incrível Hulk</em> (isso sem falar do vilão similar, que é infectado por uma energia estranha e ganha um cérebro gigantesco), cenas e circunstâncias porcamente copiadas de <em>O Último Guerreiro das Estrelas</em>, <em>Top Gun</em> e <em>Águia de Aço</em> (ou seja, nível de clichês elevadíssimo), CGI incômodo e 3D desnecessário.</p>
<p>Entretanto, não se trata de algo vergonhoso. É apenas algo que poderia ter sido muito mais interessante e efetivo. A sensação é de bem, bem, tipo assim&#8230; né? O filme passa muito tempo pedindo desesperadamente para “gostarem dele”, especialmente quando Ryan Reynolds pira com sua fantasia e as habilidades de seu anel, que se esqueceu de dar razões para fazermos isso. Sinestro (um dos quatro personagens principais, e cabeçudos, da trama) coloca Mark Strong na posição de herói ao mesmo tempo em que age com arrogância e imparcialidade. Como se importar com a ameaça à Tropa dos Lanternas Verdes se seus integrantes são mostrados com tanta insensibilidade e superficialidade? &#8220;Somos heróis interplanetários, mas não vamos mostrar as razões. Apenas acredite e se importe com a gente, ok?&#8221;</p>
<p>É nesse ponto que o trabalho de Christopher Nolan e a recente surpresa de Matthew Vaughn se diferenciam, ao olhar o efeito proposto por personagens de quadrinhos como elemento social e, em certos casos, transformador. A ação pode, e deve, existir, mas seu funcionamento é resultado de um desenvolvimento lógico e crescente tanto de personagem quanto da história. Muitas das decisões em Lanterna Verde são gratuitas e inconsequentes, servindo apenas para exibir um show de efeitos visuais digno de intervalo do SuperBowl, mas, nem de longe, usado de maneira apropriada por esse caça-níqueis da Warner Bros (acumulando pisadas na bola consecutivas com o roteiro e o 3D de <em>Fúria de Titãs</em> e o 3D de <em>Harry Potter 7</em> contra a vontade do diretor), que concorre ao prêmio de companhia mais chata do ano pela quantidade insana de pôsteres e peças publicitárias utilizadas para maximizar a expectativa por um filme como esses. Funcionou com Batman, claro, pois ali havia um longa-metragem fantástico como resultado final. Nesse caso, os fins não justificam os meios. Foram US$ 300 milhões de investimento para um resultado fraco, pensando no personagem e em seus fãs, valeria a pena deixar Hal Jordan na gaveta por mais alguns anos, até o custo baixar a e tecnologia melhorar. É elemento alienígena demais num filme só. E se isso é a ideia de bom roteiro para a Warner, ficar expondo a marca ao ridículo é bobeira.</p>
<p>O filme só estreia em agosto no Brasil e deve passar pelos cinemas, se bem que um lançamento direto para DVD não seria má ideia, então, se quiser ver na telona, corra&#8230; vai ficar pouco tempo em cartaz! E pode apostar quando você ouvir notícias de &#8220;Continuação de Lanterna Verde&#8221;, vai ser um reboot&#8230; logo de cara, bem, se ainda houver bom senso naquele estúdio.</p>
<p>Essa matéria em vídeo do &#8220;jornal humorístico&#8221; <strong>The Onion</strong> resume bem a coisa, só em inglês, infelizmente.<br />
<center><iframe frameborder="no" width="480" height="270" scrolling="no" src="http://www.theonion.com/video_embed/?id=20741"></iframe><br /><a href="http://www.theonion.com/video/green-lantern-to-fulfill-americas-wish-to-see-lant,20741/" target="_blank" title="'Green Lantern' To Fulfill America's Wish To See Lantern-Based Characters On Big Screen">&#8216;Green Lantern&#8217; To Fulfill America&#8217;s Wish To See Lantern-Based Characters On Big Screen</a></center></p>
<p>E se ainda tiver vontade, veja o trailer: <center><object width="450" height="246"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/40355"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/40355" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="246" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>

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		<title>O Poder de Peter Jackson Continua</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 00:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/06/SdA_Bilbo-580x224.jpg" alt="" title="SdA_Bilbo" width="580" height="224" class="alignleft size-large wp-image-7911" /></p>
<p>Quando o relógio marcou 19h, as luzes da sala IMAX do AMC em Burbank se apagaram e um rosto familiar tomou a tela: Peter Jackson agradecia aos fãs por terem prestigiado, novamente, <strong>O Senhor dos Anéis </strong>no cinema. Ele explicou um pouco da remasterização feita por conta do lançamento do Blu-ray e alfinetou o mercado de home entertainment: “Obrigado por assistirem na tela grande, pois, bem, foi para ela que filmamos e é assim que os filmes devem ser vistos!”. Esse foi apenas o agrado inicial para as mais de mil pessoas presentes na abertura do evento especial, que começou com <strong>A Sociedade do Anel</strong> e continua com <strong>As Duas Torres</strong> e <strong>O Retorno do Rei </strong>– todos com suas versões estendidas -, nas próximas duas terças-feiras, nos Estados Unidos. É o aquecimento para o lançamento em <a href="http://bjc.uol.com.br/2011/06/14/trilogia-o-senhor-dos-aneis-estendida-em-toda-pt-br-nos-eua/">Blu-ray da Trilogia de O Senhor dos Anéis</a>!</p>
<p>Foi bacana rever o PJ, como sempre empolgado com sua maior realização, contando sobre a gênese da adaptação de <strong>O Senhor dos Anéis</strong> e seu desejo por “filmar batalhas em grande escala”. Difícil comparar a qualidade da exibição, afinal, a distância é grande entre a exibição das versões estendidas no Brasil e esse novo tratamento. A melhoria é clara em relação ao DVD, porém, é algo óbvio, afinal, os 4k de resolução são infinitamente melhores que a compressão em disco. O mesmo vale para o som, que parece melhor, mas, novamente, difícil de ser comparado diretamente. E esse nem era o objetivo da visita ao cinema, para encarar 3h50 de filme, o lance era mesmo rever a obra de Tolkien na telona. O ingresso custou US$ 14, incluindo US$ 1 pela compra online, mas não liguei, mesmo. Normalmente vou às matines para economizar o máximo que posso, mas nesses casos é investimento, não gasto. Questão de ponto de vista.</p>
<p>Como disse, foi casa cheia para <strong>A Sociedade do Anel</strong> e ver o pessoal totalmente envolvido, com direito a palmas para cada nome do elenco e novo rosto que aparecia na tela. Parecia torcida de futebol, com os fãs reagindo a cada uma das maiores cenas – o Conselho no Salão de Fogo, a pancadaria no túmulo de Balin, a morte de Boromir – e tirando barato quando possível. É fato que o primeiro filme é o mais fraco, até por conta de deficiências tecnológicas e tudo mais, como os anões usados para as cenas dos hobbits a distância e, claro, as curtinhas aparições de Gollum nas Misty Mountains e dentro de Mória. </p>
<p>Foi tão emocionante, fascinante e empolgante como da primeira vez. Afinal, há poucos filmes épicos do começo ao fim e essa trilogia pode dizer isso sem medo de ser feliz. Chega de puxa-saquismo. Semana que vem tem mais com <strong>As Duas Torres</strong> e, na seguinte, O Retorno do Reio. Não que o contador chegue perto das vezes em que vi Guerra nas Estrelas no cinema, mas eu é que não vou passar a chance de ver em IMAX e com o novo sistema ETX, que o AMC usa.</p>
<p>Em tempo, esse ETX é um pacote completo de “melhorias” para as salas de cinema composto por:<br />
- Telas 20% maiores<br />
- Sistema de som aprimorado, com 12 canais de áudio com 50.000 watts de potência<br />
- 3D<br />
- Projeção Digital</p>
<p>Valeu a pena. Recomendo tentar uma dessas salas.</p>

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		<title>[Game of Thrones] E esse Inverno que não chega?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 01:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<category><![CDATA[Game of Thrones]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
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		<description><![CDATA[Boromir no elenco e um cenário fantástico podem sugerir semelhanças com O Senhor dos Anéis, mas Game of Thrones não poderia ser mais diferente da obra de Tolkien. Política e as maquinações do poder são a chave na nova série da HBO, que já estreou no Brasil! Demorei para escrever sobre Game of Thrones, fato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/05/GoT-TV-logo-580x326.png" alt="" title="GoT TV logo" width="580" height="326" class="alignleft size-large wp-image-7901" /></p>
<blockquote><p>Boromir no elenco e um cenário fantástico podem sugerir semelhanças com <strong>O Senhor dos Anéis</strong>, mas<strong> Game of Thrones</strong> não poderia ser mais diferente da obra de Tolkien. Política e as maquinações do poder são a chave na nova série da HBO, que já estreou no Brasil!</p></blockquote>
<p>Demorei para escrever sobre <strong>Game of Thrones</strong>, fato. Em seu quarto episódio nos Estados Unidos, e só tendo estreado no último domingo no Brasil, essa adaptação literária vem causando rebuliço por conta de seus bons números de espectadores e a confirmação instantânea de uma segunda temporada. Demorei para poder entender melhor e não ser vitimado por primeiras impressões baseadas numa campanha publicitária espertinha, que deu tons de <em>O Senhor dos Anéis</em> e <em>Bernard Cornwell</em> a uma série que, na verdade, não é nem um nem outro. O inverno está chegando e <strong>Game of Thrones</strong> demora um pouco para dizer a que veio, mas quando o faz, é com estilo.</p>
<p>Nomes como King’s Landing, Winterfell, Eddard Stark e WhiteWalkers são necessários a qualquer alta fantasia que se preze, ainda mais quando o objetivo é criar uma terra fictícia cheia de complexidades, relações ambíguas e espaço para desenvolvimento sem perder de vista. George R.R. Martin é o dono da criança e, sem juízo de valor, parece um anão saído dos livros de Tolkien! Ou um cervejeiro mais afeito a seu produto? Fato é, se externamente o sujeito já parece personagem de livro de fantasia, sua mente não teve muita escapatória e criou as chamadas Crônicas de Fogo e Gelo. </p>
<p>Ver a HBO anunciar a produção despertou curiosidade, mas, sejamos honestos, a coisa só ficou interessante quando <strong>Sean Bean</strong> &#8211; também conhecido como Boromir, filho de Denethor &#8211; apareceu no elenco. Sabendo dessa força, o canal mandou ver na campanha cheia de elementos fantásticos, cenários grandiosos e detalhados, novas terras e personagens e, claro, batalhas. Bem, funcionou como campanha, mas frustrou em termos de realização. Se você leu o livro e achou tudo igualzinho e perfeito, parabéns. Deve estar mesmo. No meu caso, e dos demais espectadores que não tiveram oportunidade ou acesso ao material, o produto televisivo é o que conta. Sempre quis saber a experiência de alguém assistindo a <em>O Senhor dos Anéis</em> sem saber quem era Aragorn ou Gandalf. Bem, hoje eu sei. E é algo um tanto desagradável.</p>
<p>E <strong>Game of Thrones</strong> foi um balde de água fria. A produção é exemplar, há uma ameaça dramática logo no comecinho, e aquele mundo começa a se construir como um lugar de mágia e poder, entretanto, o feitiço dura pouco e a politicagem começa. Ninguém confia em ninguém; há um rei incompetente de um lado, e uma inevitável tentativa de revolta do outro; lutar é preciso, afinal, o tal do Inverno está chegando. Em seus dois primeiros episódios, a série perde força por tentar apresentar todas as frentes dessa batalha pelo poder e fica difícil escolher alguém por quem torcer. Além do Boromir, é claro. Oops, Eddard Stark, senhor de Winterfell, Braço Direito do Rei, Protetor do Norte e dono de um espadão digno de causar inveja à Narsil!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Game-of-Thrones-episode-o-007-e1305162911369.jpg" alt="" title="Game-of-Thrones" width="580" height="348" class="alignleft size-full wp-image-7900" /></p>
<p>Era um risco necessário, afinal de contas, com tanto acontecendo, era preciso situar o espectador. Entretanto, desse modo, definiu-se claramente se tratar de uma versão capa e espada para <em>The West Wing</em>, ou talvez algo mais contemporâneo de <em>The Tudors</em> of <em>The Borgias</em>, do que alta fantasia propriamente dita. Battlestar Galactica fez isso ao jogar com a política no espaço e na ambientação das 12 Colônias, e deu certo. Esse é desafio de <strong>Game of Thrones</strong>, encontrar a dinâmica presente em Galactica e fazer uso de seus elementos fantasiosos.</p>
<p>O sexo rola solto, os personagens odiosos e inescrupulosos também. Incesto, casamentos por interesse, troca de favores sexuais e até um anão pervertido &#8211; e imensamente divertido, perdão pelo trocadilho &#8211; são utilizados sem pudor pelos habitantes dessa terra já povoada por dragões e criaturas mortais, os tais White Walkers, aqueles, que só vem com o Inverno. Ah, letra maiúscula e tanta insistência por ser um conceito diferenciado e não apenas a estação do ano. Assista para saber o que é. Achei bem interessante, aliás.</p>
<p>Falta ação e até mesmo o brutamontes do elenco, Jason Momoa &#8211; que é o novo Conan &#8211; ainda não desceu o sarrafo em ninguém&#8230; e também não falou nada, mas isso é circustancial. Frustração só minha? Pode ser, mas defendo: com tantos exércitos, armaduras bacanas e ameaças por todos os lados, chega a ser um pecado não utilizar esses recursos. Se está lá, usemos, não? Por exemplo, um sujeito precisa mesmo vestir uma armadura completa, com espada, capa e tudo mais para trocar duas ou três palavras?</p>
<p>No quarto episódio a situação melhora e toda a maquinação política começa a ser apoiada por mais ação, drama e decisões fortes. Algo como uma luta de boxe, na qual os oponentes estivesse trocando soquinhos para testar as defesas e chegou a hora de bater de verdade. Curiosamente, existe uma constante divisão de atenção do roteiro, sempre alerta para cobrir os acontecimentos nos diversos pólos dramáticos. Uma escolha interessante, pois, justamente pelo fato de apresentar tamanha amplitude geográfica &#8211; no mapa belissimamente apresentado na abertura, que faz uso do mesmo conceito de Guillermo Del Toro no comecinho de <em>Hellboy 2</em> -, sempre há alguma coisa relevante acontecendo.</p>
<p><object width="580" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wzTletpyuEE?fs=1&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wzTletpyuEE?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Pelo aspecto estratégico, a estréia de <strong>Game of Thrones</strong> é uma dádiva para o gênero fantástico. Com a recente sequência de cancelamentos ou encerramentos &#8211; <em>Stargate Universe</em>, <em>Lost</em>, <em>The Event</em>, <em>FlashForward</em> -, a TV ficou carente de boas séries e alguém precisava reverter essa tendência. O valor de produção é inegável e, evoluindo da forma correta, não há como negar o potencial de rolo compressor de <strong>Game of Thrones</strong>.</p>
<p>Que o Inverno chegue logo e a pancadaria comece! Enquanto ele não vem, veja o site oficial de <a href="http://bit.ly/k4luTn"><strong>Game of Thrones</strong></a> e também a página do <a href="http://on.fb.me/jVb5Wh">Facebook</a>!</p>

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		<title>[Patrocínio] Seja um Produtor!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curta-Metragem]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos do Fim do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[LACC]]></category>
		<category><![CDATA[SOS College]]></category>
		<category><![CDATA[When it Ends]]></category>

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		<description><![CDATA[Já pensou em produzir um filme? Essa é sua chance! Novo filme do SOS Hollywood precisa da sua ajuda! Concorra a prêmios e apoie essa ideia! Depois do sucesso de Distress, que teve mais de 3.500 espectadores desde seu lançamento, um novo filme entrou em produção aqui em Los Angeles, assim nasceu: When It Ends. [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/05/whenitends-storyboard-580x380.jpg" alt="" title="whenitends storyboard" width="580" height="380" class="aligncenter size-large wp-image-7878" /></p>
<blockquote><p> Já pensou em produzir um filme? Essa é sua chance! Novo filme do SOS Hollywood precisa da sua ajuda! Concorra a prêmios e apoie essa ideia!</p></blockquote>
<p>Depois do sucesso de <strong>Distress</strong>, que teve mais de 3.500 espectadores desde seu lançamento, um novo filme entrou em produção aqui em Los Angeles, assim nasceu: <strong>When It Ends</strong>. Adaptação do meu primeiro romance, Filhos do Fim do Mundo, que sai no Brasil ainda no segundo semestre de 2011, esse curta-metragem de 10 minutos de duração e precisa da sua ajuda! Saiba como!</p>
<p>Embora não possa contar os detalhes para não estragar surpresas, posso adiantar que <strong>When it Ends</strong> é uma história apocalíptica com elementos de Ficção Científica e bastante abrangência social. As filmagens acontecem entre os dias 13 e 15 de maio, em Albuquerque, no Novo México.</p>
<p>Como estamos buscando uma qualidade bem bacana de imagem e produto final, alguns investimentos são necessários, entre eles, a locação de uma câmera decente &#8211; Canon 5D &#8211; e equipamentos para gravação de som e iluminação, além de outros acessórios para que tudo funcione direitinho.</p>
<p>Entretanto, como se trata de um filme universitário e sem fins lucrativos, tudo sai do meu bolso, assim como foi em <strong>Distress</strong>, e há limites para o investimento das reservas familiares. Logo, já executando uma ideia que tenho há um tempo, em vez de ficar fazendo sorteio no Twitter ou no Facebook para atrair seguidores, que tal fazermos algo que gere um resultado efetivo e bacana?</p>
<p>Ou seja, que tal ajudar a produzir um filme? Filmes são coisas relativamente caras e trabalhosas de se fazer, mas curta-metragens são mais acessíveis, por isso pensei numa Rifa!</p>
<p>Antes de mais nada, veja o trailer:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25533130" width="580" height="326" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>CONTEÚDO</strong><br />
O que tem nessa rifa?<br />
- 01 Blu-ray lançamento &#8211; <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte 7 &#8211; Parte I</strong><br />
- 01 Blu-ray lançamento &#8211; Taxi Driver<br />
(caso o vencedor já tenha um dos títulos, outro Blu-ray, no mesmo valor, poderá ser escolhido no catálogo da Amazon)<br />
- Três livros de Ficção Científica nacional, da <strong>Editora Draco</strong>:<br />
Coletânea <strong>Imaginários 4</strong>,<br />
Coletânea <strong>Space Opera</strong>,<br />
Romance <strong>A Guardiã da Memória</strong>, de Gerson Lodi-Ribeiro<br />
- <strong>Watchmen</strong> completo, em inglês, de Alan Moore e David Gibbons.<br />
- DVD com os curtas <strong>Distress</strong> e <strong>When it Ends</strong>, mais making of e trailers (prêmio pode ser concedido a TODOS os participantes se vendermos mais de 75 números)<br />
- <strong>Camiseta Scott Pilgrim vs the World</strong>, da Comic-Con<br />
- 1 <strong>ficha</strong> original do Flynn&#8217;s Arcade, o fliperama do filme Tron!</p>
<p>Todos os participantes terão seus nomes inseridos nos créditos de<strong> When It Ends</strong>.</p>
<p><strong>RIFA ENCERRADA! Neville Mordini foi o vencedor!<br />
</strong></p>
<p><strong>SORTEIO, ENTREGA DO PRÊMIO e CANCELAMENTO</strong><br />
O sorteio só acontecerá caso 50 números sejam comprados, no mínimo. Se a meta não for atingida, os valores serão DEVOLVIDOS aos participantes num prazo de 1 semana (descontando-se valores de DOC entre bancos, para o caso de contas fora do Bradesco).</p>
<p>O sorteio será realizado por um controlador externo (uma figura conhecida da internet) para garantir a validade do ganhador. Essa pessoa receberá uma lista com os números e nomes dos participantes, utilizará um sistema de sorteio online para rodar o peão e anunciará o resultado via twitter e, consequentemente, retransmitidas por mim tanto no twitter quanto aqui no SOS. Às 21h, no dia 30 de junho, horário de Brasília.</p>
<p>O prêmio será enviado diretamente por todos os parceiros envolvidos: livros pela <a href="http://www.facebook.com/editoradraco">Editora Draco</a>, BD pelo <a href="http://www.blogdojotace.com.br">BlogdoJotacê</a>, Watchmen + Camiseta Scott Pilgrin vs the World + DVD, pelo <strong>SOS Hollywood</strong>.</p>
<p>Qualquer dúvida é só utilizar os comentários abaixo ou o e-mail <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
<p><strong>PARA AGÊNCIAS DE MÍDIAS SOCIAIS</strong><br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/estreia-distress/"><strong>Distress</strong></a>, primeiro filme produzido pelo SOS Hollywood, registrou mais de 3.500 espectadores, seu player foi exibido 80 mil vezes em sites como Brainstorm9, Judão, Cinema com Rapadura e BlogdoJotacê e teve recepção extremamente positiva com mais de 100 comentários no SOS Hollywood.</p>
<p>Esse formato de produção participativa pode servir como case para uma agência de mídias sociais interessada em públicos mais engajados e dispostos a ir além do clique. Quer saber mais e receber uma proposta detalhada de como isso pode ser benéfico e ajudar nos seus resultados? Clique <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">aqui</a>. É barato, amplia a visibilidade de sua agência e de seu cliente e ainda ajuda a cultura brasileira!</p>

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		<title>[Curta] Distress</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 22:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curta-Metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Claire Falconer]]></category>
		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
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		<category><![CDATA[Distress]]></category>
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		<category><![CDATA[Ryan Nelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação e mistério se misturam em Distress, curta-metragem de estreia de Fábio M. Barreto! Acabou a espera! Hoje é a estréia de Distress, meu primeiro curta-metragem. Já falei bastante dele nos textos do SOS College e quem acompanha a jornada no Twitter já deve ter ficado entediado com tantos detalhes e indas e vindas. Bem, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/wallpaper_distress-580x326.jpg" alt="" title="wallpaper_distress" width="580" height="326" class="aligncenter size-large wp-image-7830" /></p>
<blockquote><p>Ação e mistério se misturam em <strong>Distress</strong>, curta-metragem de estreia de Fábio M. Barreto!</p></blockquote>
<p>Acabou a espera! Hoje é a estréia de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/distress"><strong>Distress</strong></a>, meu primeiro curta-metragem. Já falei bastante dele nos textos do <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/soscollege">SOS College</a> e quem acompanha a jornada no <a href="http://www.twitter.com/soshollywood">Twitter</a> já deve ter ficado entediado com tantos detalhes e indas e vindas. Bem, hoje acaba!</p>
<p>Chega de falar. Com você, <strong>Distress</strong>. Estrelado por Claire Falconer, Ryan Nelli e Luiz Eduardo Coutinho, e dirigido por este repórter mais do que nunca, apaixonado pelo cinema.</p>
<p><center><iframe src="http://player.vimeo.com/video/22739269?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="580" height="326"></iframe></center>Se você tem internet de alta velocidade e Televisão HD, sugiro o download do arquivo para assistir na TV. A definição está configurada para esse tipo de equipamento e o som ouvido num home theater é um absurdo de legal! :p</p>
<p>Para assistir diretamente no Vimeo, clique nesse endereço (ou copie no seu navegador): <a href="http://www.vimeo.com/soshollywoodfilms/distress">http://www.vimeo.com/soshollywoodfilms/distress</a></p>
<p>ou no <a href="http://youtu.be/xXLtibpgNc4?hd=1">YouTube</a>.</p>

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		<title>As Facetas do Grande Plano</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 12:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
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		<category><![CDATA[Os Agentes do Destino]]></category>
		<category><![CDATA[Philip K. Dick]]></category>
		<category><![CDATA[The Adjustment Bureau]]></category>

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		<description><![CDATA[Se controlar o destino de cada ser humano é parte de um grande plano cósmico, quem escreveu a trajetória da vida de Philip K. Dick decretou: seus livros e contos serão adaptados até o fim dos tempos e Hollywood nunca dependerá tanto de um autor como de ti! Por Fábio M. Barreto, de Los Angeles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Adjustment-Bureau-01-e1303472734995.jpg" alt="" title="Adjustment-Bureau-01" width="580" height="377" class="alignleft size-full wp-image-7847" /></p>
<blockquote><p>Se controlar o destino de cada ser humano é parte de um grande plano cósmico, quem escreveu a trajetória da vida de Philip K. Dick decretou: seus livros e contos serão adaptados até o fim dos tempos e Hollywood nunca dependerá tanto de um autor como de ti!
</p></blockquote>
<p><em>Por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</em></p>
<p><em>Minority Report</em>, <em>O Homem Duplo</em>, <em>Blade Runner – O Caçador de Andróides</em>, <em>O Vingador do Futuro</em> e o recente<strong> Os Agentes do Destino</strong> (The Adjustment Bureau) são apenas alguns dos filmes inspirados pela obra de Philip K. Dick, cujo trabalho literário dentro da Ficção Científica apoiou o cinema do gênero de forma marcante nos últimos 20 anos. A predileção dos estúdios é claramente provocada pelo status irrefutável do clássico de Ridley Scott, mas é reforçada pelo simples fato de as histórias – curtas ou longas – serem efetivas e com grande apelo cinemático, como é caso de <strong>Os Agentes do Destino</strong>, com <strong>Matt Damon</strong> e <strong>Emily Blunt</strong>. Tudo faz parte de um plano, prega o longa-metragem de <strong>George Nofi</strong>, em sua primeira direção.</p>
<p>Roteirista com boas credenciais, Nofi encontrou um material perfeito para justificar sua estréia. <strong>Os Agentes do Destino</strong> brinca com o humor inesperado de <em>13 Homens e Outro Segredo</em>, as perseguições exemplares de <em>O Ultimato Bourne</em> e mergulha fundo na Ficção Científica de L<em>inha do Tempo</em>, todos filmes escritos pelo agora diretor. Seguro dentro de sua proposta, Nofi consegue ser efetivo sem muito esforço e apostou na naturalidade que Richard Kelly excluiu em <em>A Caixa</em>, adaptado de um conto de Richard Matheson. Matt Damon e Emily Blunt entraram em sintonia rapidamente e o primeiro encontro dos personagens é sensacional; a dupla de Kelly falha pela artificialidade do sotaque e excesso de estereótipos ligados à personagem de Cameron Diaz.  </p>
<p>Basta olhar um pouco para os lados e, em vez de um misterioso perseguidor usando chapéu clássico, encontrar inúmeras referências dessa história na literatura. Ela não é seminal, mas não tira sua efetividade. Inevitável não pensar em <em>O Fim da Eternidade</em>, clássico de Isaac Asimov, com suas praticamente inesgotáveis maquinações e cálculos capazes de definir o futuro da Humanidade. Esse é apenas um dos aspectos de <em>Os Agentes do Destino</em>, inspirado no conto The Adjustment Team, de Dick. Há implicações metafísicas, espirituais e existenciais nesse cenário, assim como um pouco de metalinguagem cinematográfica. Sempre que entramos no cinema precisamos exercitar a tal da “suspensão de descrença” [suspension of disbelief], ou seja, temos uma escolha: acreditar na proposta ou se desligar da projeção, do mesmo modo que David Norris (Damon) é confrontado com uma situação inusitada, tão irreal quanto um filme de ficção, e precisa decidir se entra no jogo ou tenta repelir sua inegável existência. </p>
<p>Essa resposta define a efetividade do filme, pois ao recusar o papel de herói em negação, Norris pode se definir pelo que sente, não pelo que acredita ou não. O romance com Elise (Emily Blunt) foge à regra da história de amor hollywoodiana e se torna central com relevância e propósito dentro de uma trama provocativa, mas acessível. Emoções são expostas e bem definidas, valorizadas por boas escolhas de ângulo e constante curiosidade mesmo depois que a mecânica do Bureau é explicada. Aliás, esse é mais um daqueles casos em que influenciador pode ser o influenciado pelo grande público, pois <strong>Os Agentes do Destino</strong> utiliza o conceito das backdoors, visto em <em>Matrix</em>, com bom resultado gráfico e, novamente, trabalhando metalinguagem, afinal, ao entrar numa das portas e cortar caminho, o personagem simula o ato de editar um filme – basicamente, encurtando ações, resumindo longas transições e garantindo a velocidade adequada. É um processo tão familiar ao espectador que ele se vê envolvido sem perceber a verdadeira razão. Pura diversão sem ofender o intelecto da platéia ou cair na mesmice.</p>
<p>Eu uso chapéu, e você?</p>

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		<title>Distress: Nova Data para a Estreia</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 01:13:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por problemas técnicos, estreia de Distress foi adiada para segunda-feira. Pessoal, vou ser curto e sincero. Estava tudo certo para a estreia hoje, mas o Vimeo &#8211; serviço pelo qual paguei para poder garantir qualidade HD para vocês &#8211; resolveu sacanear total hoje. Depois de um download incompleto de 1h50, refiz o processo e, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Claire_Falconer_Duane_Than_FabioMBarreto_Distress.jpg" alt="" title="Claire_Falconer_Duane_Than_FabioMBarreto_Distress" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7834" /></p>
<blockquote><p>Por problemas técnicos, estreia de <strong>Distress</strong><strong> foi adiada</strong> para segunda-feira.
</p></blockquote>
<p>Pessoal, vou ser curto e sincero.</p>
<p>Estava tudo certo para a estreia hoje, mas o Vimeo &#8211; serviço pelo qual paguei para poder garantir qualidade HD para vocês &#8211; resolveu sacanear total hoje. Depois de um download incompleto de 1h50, refiz o processo e, na hora que terminou, recebi a seguinte mensagem:</p>
<p>Sorry, &#8220;Distress&#8221; was deleted at 6:50:51 Wed Apr 20, 2011. We have no more information about it on our mainframe or elsewhere.</p>
<p>Não há mais o que fazer, nesse momento, do que esperar e fazer isso sem depender da confiabilidade da hospedagem. Logo, a coisa mais sã é transferir tudo para Segunda-feira, 25 de abril, às 9h (Horário de Brasília). </p>
<p>Pedir desculpas é pouco. Queria mesmo estar discutindo o filme com vocês agora.</p>
<p>Obrigado pelo apoio e por se preocuparem. Grande abraço.</p>
<p>==<br />
Atualizado:<br />
Pré-Estreia no domingo, dia 24, às 19h! Estreia oficial na segunda, 25, às 9h, em diversos sites de cinema do Brasil! =D</p>

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		<title>[Distress] Curta ganha première online</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/distress-data-de-estreia/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 22:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Distress]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio M. Barreto]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis que o processo chega ao fim de sua primeira fase e Distress vai estrear. O primeiro curta-metragem de Fábio M. Barreto terá sua première em 20 de abril, às 21h, horário de Brasília. Começa a contagem regressiva para a estréia de Distress. Depois de uma exibição bem sucedida na LACC, na semana passada, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/claquete_capacete_Distress.jpg" alt="" title="claquete_capacete_Distress" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7821" /></p>
<blockquote><p>Eis que o processo chega ao fim de sua primeira fase e <strong>Distress</strong> vai estrear. O primeiro curta-metragem de Fábio M. Barreto terá sua première em 20 de abril, às 21h, horário de Brasília.
</p></blockquote>
<p>Começa a contagem regressiva para a estréia de <strong>Distress</strong>. Depois de uma exibição bem sucedida na LACC, na semana passada, o curta-metragem de estréia deste repórter metido a cineasta vai estrear no dia 20 de abril, às 21h. Nesse horário, uma matéria será publicada com o player do Vimeo em alta definição para o conteúdo completo aqui. Os últimos acertos de trilha e correção de cores estão sendo feitos, mas, no geral, está pronto! Faltam só 3 dias! Yeah!</p>
<p>Caso você tenha um site ou blog e queira receber o press release e as fotos exclusivas para imprensa, envie um e-mail para <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a> para participar da divulgação!</p>
<p>Se você não sabe do que estou falando, veja o Teaser Trailer abaixo e leia as demais matérias do <strong>SOSCollege</strong>.</p>
<p><center><iframe title="YouTube video player" width="580" height="356" src="http://www.youtube.com/embed/wFWYyGJkEbw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>

]]></content:encoded>
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		<title>Araras no Rio e o Brasil lá Fora</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/araras-no-rio-e-o-brasil-la-fora/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 15:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Saldanha]]></category>
		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio estréia mostrando a relevância do Brasil para o cenário internacional e qualidade digna de grande sucesso. Nos últimos anos, o Brasil tem ganhado destaque no cenário internacional, em vários aspectos. Desde o anúncio como sede das duas competições esportivas nos próximos anos, passando pela descoberta de novos recursos naturais, pelo crescimento exponencial de usuários [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Rio-3D-film-photo-02-e1302277355794.jpg" alt="" title="Rio" width="580" height="360" class="alignleft size-full wp-image-7801" /></p>
<blockquote><p>Rio estréia mostrando a relevância do Brasil para o cenário internacional e qualidade digna de grande sucesso.
</p></blockquote>
<p>Nos últimos anos, o Brasil tem ganhado destaque no cenário internacional, em vários aspectos. Desde o anúncio como sede das duas competições esportivas nos próximos anos, passando pela descoberta de novos recursos naturais,  pelo crescimento exponencial de usuários brasileiros em redes sociais e, nos últimos dias, pela tragédia no Rio de Janeiro, o país tem chamado a atenção de outras nações em diversos aspectos. No cinema, isso também se reflete, ao ter a cidade de maior visibilidade internacional ser o cenário da nova animação da Fox, <strong>Rio</strong>, dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha.</p>
<p>Por ser o último macho de sua espécie, Blu (Jesse Eisenberg), uma arara azul de estimação que vive no Minnesota, vem ao Rio de Janeiro para acasalar com Jade (Anne Hathaway), onde passa por diversos pontos turísticos e situações marcantes da cultura brasileira.</p>
<p>A reconstrução das paisagens do <strong>Rio</strong> na animação mostra como a Blue Sky Studios, responsável pelas animações da Fox, evoluiu com o passar dos anos e enche os olhos, mesmo para quem já conhece o cenário no mundo real. Outro ponto muito característico atribuído ao Brasil no exterior, a musicalidade, aparece bastante, em especial o samba, com algumas adaptações, em especial nos pássaros dublados pelo Will.i.Am e Jamie Foxx.</p>
<p>Ao lado de outras animações que já mostraram o olhar estrangeiro sobre o país, como <em>Você já foi à Bahia?</em>, da Disney, <strong>Rio</strong> possui elementos que não seriam possíveis naquela época, como a aparição de favelas e ainda que de forma suavizada, a criminalidade, no filme, o tráfico de animais silvestres.</p>
<p><strong>Rio</strong> é possivelmente a produção de maior representatividade do Brasil para o exterior nos próximos anos, algo que vem ganhando força. Filmes como <strong>Os Mercenários</strong>, <strong>Velozes e Furiosos 5</strong> e <strong>Crepúsculo: Amanhecer</strong>, tiveram cenas rodadas na cidade nos últimos anos, os dois últimos, inclusive com possibilidade de lançamento internacional no Brasil em breve, algo raro há alguns anos atrás. O elenco de Velozes desembarca no Rio de Janeiro na semana que vem, acompanhado de uma trupe de jornalistas internacionais para a press junket oficial. Muito disso se deve ao baixo custo de produção no país, mas também pode representar mudanças na visão dos estúdios em relação ao Brasil, que possui um mercado representativo na América Latina e não pode ser ignorado.</p>
<p>As bilheterias falam por si só. E Rio, com certeza, vai disparar para o topo e virar referência. Por qualidade e identificação.</p>
<p>Veja o Trailer:<br />
<object width="450" height="286"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/35533"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/35533" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="286" allowFullScreen="true"></embed></object></p>
<p>*Luiza dos Reis assistiu Rio a convite da TAM Linhas Aéreas.</p>

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		<title>[Distress] Teaser Trailer</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2011 08:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Claire Falconer]]></category>
		<category><![CDATA[Curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Distress]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio M. Barreto]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja agora as primeiras imagens do curta-metragem Distress, dirigido por Fábio M. Barreto! Foram 4 semanas de trabalho efetivo, mas, de fato, a realização de uma vida de dedicação ao entretenimento. O garoto que se maravilhou com sabres de luz e X-Wings sonhou alto, construiu carreira até chegar em Hollywood e, meio que sem querer, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/DSCN3100-580x435.jpg" alt="Diana (Claire Falconer) stars in Distress, short by Fábio M. Barreto" title="Distress_Diana_CloseUp" width="580" height="435" class="alignleft size-large wp-image-7791" /></p>
<blockquote><p>Veja agora as primeiras imagens do curta-metragem Distress, dirigido por Fábio M. Barreto!
</p></blockquote>
<p>Foram 4 semanas de trabalho efetivo, mas, de fato, a realização de uma vida de dedicação ao entretenimento. O garoto que se maravilhou com sabres de luz e X-Wings sonhou alto, construiu carreira até chegar em Hollywood e, meio que sem querer, encarou a direção cinematográfica pela primeira vez. <strong>Distress</strong> é uma mistura de orgulho extremo com paixão insana pela arte.</p>
<blockquote><p><strong>Distress</strong> tem pré-estreia no dia 24 da abril, às 19h, e estreia oficial no dia 25, às 9h.
</p></blockquote>
<p>Essencialmente é um filme feito para a faculdade, entretanto, vislumbrado com maior complexidade, afinal, é meu primeiro filme e começar bem ajuda um bocado! Bem, a versão final &#8211; com projeção de 6 minutos de duração &#8211; fica pronta na semana que vem, mas, de qualquer forma, iniciamos a divulgação oficial do filme com esse teaser trailer. </p>
<p>A sinopse ainda vai ficar em segredo até o lançamento, mas o teaser já contém algumas pistas! Assista e, se gostar, mostre aos amigos, compartilhe e mostre que há brasileiros batalhando no cinema hollywoodiano. O feedback de vocês é fundamental nesse momento, então, não tenha medo de comentar. A partir de agora, deixo de ser o analista e cada idéia será levada em consideração. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Chega de lero-lero, afinal todo mundo quer ver filme em vez de ficar lendo!</p>
<p>Com vocês, teaser trailer de <strong>Distress</strong>!<br />
Bom filme!</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="580" height="356" src="http://www.youtube.com/embed/wFWYyGJkEbw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>*Disponível em HD nas opções do YouTube.</p>

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		<title>[Distress] Impressões do Set</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 11:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Distress]]></category>
		<category><![CDATA[LACC]]></category>

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		<description><![CDATA[5 horas de filmagem sem descanso, 7 gigabytes de imagens, dois sanduíches e meia banana depois, Distress está filmado. It&#8217;s in the can! Começo a compreender melhor o conceito de Progressão Geométrica desde as filmagens de Distress, que aconteceram há pouco mais de uma semana. Acostumado com o processo jornalístico que, embora maluco e ilógico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/DSCN0013-580x435.jpg" alt="" title="DSCN0013" width="580" height="435" class="alignleft size-large wp-image-7786" /></p>
<blockquote><p>5 horas de filmagem sem descanso, 7 gigabytes de imagens, dois sanduíches e meia banana depois, <strong>Distress</strong> está filmado. It&#8217;s in the can!
</p></blockquote>
<p>Começo a compreender melhor o conceito de Progressão Geométrica desde as filmagens de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/distress/"><strong>Distress</strong></a>, que aconteceram há pouco mais de uma semana. Acostumado com o processo jornalístico que, embora maluco e ilógico, termina quando a matéria está entregue e as dúvidas esclarecidas, acreditava piamente num período de alegria suprema e um pouco de calmaria tão logo as filmagens estivessem concluídas. Que tolinho! A doideira só aumentou desde então, e muito!</p>
<p>Antes de mais nada, as 5 pessoas que lêem o SOSCollege devem querer saber sobre Distress, então vou contar rapidinho como foram as filmagens (tenho 15m, até que um arquivo fiquei pronto no Vimeo e eu despenque de sono, afinal, são quase 4 da manhã e eu tô velho!). Vamos lá:<br />
Se eu tiver que escolher uma palavra para resumir a coisa toda, bem, tem uma perfeita para a ocasião: intensa! Depois de pegar a Claire Falconer e chegar na locação meio atrasado, começamos efetivamente a filmar às 10:30. Foi a última vez que olhei no relógio. Quando resolvi perguntar as horas para a equipe, afinal, a locação tinha prazo de validade &#8211; às 15h, o fiscal do parque me chutaria para fora sem dó! &#8211; alguém disse “meio dia e qualquer coisa”. Sério, o tempo voou! E o retardado aqui também. </p>
<p>Não é nada fácil ser diretor, produtor, continuista, first AD e ainda pensar na edição para não esquecer de filmar nada. Basicamente, fiquei de pé das 10h até as 17h, quando encerramos tudo efetivamente, retirando equipamento e limpando a área. Meu corpo disse não, mas tenho quase certeza que consegui engolir dois sanduíches em algum momento. Há rumores da existência de meia banana no cardápio, mas não lembro de onde ela veio e comi tão rápido que passou batida. </p>
<p>Sendo um pouco técnico, foi uma filmagem, bem, não técnica. Por ter usado a Nikon P100, que é um zero à esquerda para filmagens profissionais, não tinha muito o que arrumar em termos de foco, angulo e tal. Fiz uma coisa chamada “point and shoot”, ou “aponta e filma”. Claro, com todo cuidado possível e sempre considerando o resultado final, mas foi sem viadagem. Outro dia participei de uma filmagem na qual os caras levaram 1h20 &#8211; SÉRIO &#8211; para configurar a Canon 5D, definir a cena, ensaiar e só então gravar alguma coisa. Tá vendo? Não sou tão doente quanto pareço! Tem gente pior!</p>
<p>Enfim, pude fazer isso por ter tomado a decisão mais acertada da minha vida e ir filmar em locação, mesmo com ameaça de chuva. O Sol estava tão lindo e a copa das árvores filtrou tudo, logo, tive a melhor iluminação possível sem precisar fazer nada. Teria ficado melhor se tivesse uma equipe para isso? Claro! Massss, o orçamento já estava alto suficiente e como filmei no mato, literalmente, precisaria de gerador e isso não é coisa de filme pequeno. Caro demais.</p>
<p>A Claire ficou maravilhosa no vestido dela e meu elenco deu um show. Iniciantes e experientes. Foram escolhas muito felizes. Olha eu, falando que nem os malas que entrevisto “todo mundo foi maravilhoso, foi um prazer, lalala”. Mas foi mesmo, dei uma sorte absurda e todo mundo segurou a barra. Na noite anterior eu estava meio preocupado com isso, mas não falei para ninguém. Vai que dá azar. hehe.</p>
<p>Foi cansativo e intenso, como disse, não parei um segundo e quando peguei o jeito da coisa, era uma cena atrás da outra. Não foi o melhor cinegrafista do muito. Errei um bocado e a câmera, ah a câmera, sacaneou de todas as maneiras possíveis. Ela tinha certa tara pelas folhas e mato no fundo, enquanto fazia de tudo para que atores ficassem embassados. Raiva eterna!</p>
<p>Devo dizer, ver os atores andando pelo set com os figurinos que lutei tanto para conseguir, tudo se encaixando, pessoas felizes por estarem ali &#8211; mesmo com a chatice que é quando você não tem cenas, por exemplo &#8211; e dando um gás danado foi inspirador. Sensação de trabalho realizado, mesmo antes de ver o resultado final. Bem, já era um resultado. O fato de as filmagens estarem acontecendo do jeito que eu planejei era, em si, um resultado. Não lembro se foi o Cameron ou o JJ Abrams que me disse: “boa pré-produção resulta numa boa filmagem”. É a necessidade de estar preparado. E isso eu estava.</p>
<p>Foi ótimo. Fiquei extremamente feliz e, posso não ser diretor no futuro, mas produzir é comigo mesmo! Ainda mais quando existe dinheiro envolvido. Aliás, isso é uma coisa que concluí de forma definitiva: cinema é uma mídia cujo investimento é obrigatório. Há uma série de criações gratuitas, ou de custo quase zero, no entretenimento. No cinema isso não existe. É por isso que saem as “merdas na tela”, o cara acha que juntar 3 amigos dá um filme bom e se quebra. Seja pela qualidade técnica ou pelo em torno do que você precisa para fazer um bom trabalho, tem que colocar a mão no bolso, nem que seja só para comprar comida para o seu elenco. Pronto, gastou! Investiu. </p>
<p>O upload acabou e vou dormir, mas alguns recadinhos antes:<br />
Minha querida esposa, Lu Costa, resolveu começar a editar e fez o copião de Distress em 4 horas! Fiquei besta e orgulhoso ao extremo. Copião = juntar as cenas em sequência e cortar as claquetes e coisas desnecessárias. Para quem nunca mexeu no programa, fazer tudo aquilo em tão pouco tempo foi memorável!</p>
<p>Há rumores de que um hotsite está em andamento. Vamos ver se sai. Por isso não publiquei fotos e a ficha técnica ainda. Até sexta isso se resolve!</p>
<p>O filme fica pronto, invariavelmente, em 14 de abril, famosa quinta-feira que vem, entonces, vocês vão vê-lo muito em breve. Vou bolar uma “premiére online”, com vários sites envolvidos, um chate a alguns sorteios para a galera.</p>
<p>E, por fim, já comecei a escrever o próximo filme! Mas isso é assunto para a semana que vem!</p>
<p>*Sim, eu não estou mostrando cenas das filmagens de propósito. :p<br />
</p>

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		<title>[Literatura] 34</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/literatura-34/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[34]]></category>
		<category><![CDATA[André Madrigal]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto todo mundo brinca no Dia da Mentira, as piadas nunca tiveram muita graça na família, pois, foi num desses que meu avô, André Madrigal, morreu. Jovem, pai de três filhas pequenas e avô de seis netos que nunca conheceria. O mais irônico disso tudo foi quando a família ligou para amigos e parentes para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/04/saudade.jpg" alt="" title="saudade" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7780" /></p>
<p>Enquanto todo mundo brinca no Dia da Mentira, as piadas nunca tiveram muita graça na família, pois, foi num desses que meu avô, <strong>André Madrigal</strong>, morreu. Jovem, pai de três filhas pequenas e avô de seis netos que nunca conheceria. O mais irônico disso tudo foi quando a família ligou para amigos e parentes para avisar do acidente e, claro, ninguém acreditou. Em 2004, escrevi um pequeno poema para minha <a href="http://www.soshollywood.com.br/uma-simples-homenagem/"><strong>avó</strong></a>, minha mãe e minha tia. Uma homenagem simples e sincera. Cheguei a fazer um quadro para minha agora saudosa vó. Ela chorou, eu também. Significou muito para a gente. Enfim, aí vai o poema. É pequeno, cheio de piadas internas, mas conta sua história.</p>
<p><strong>34</strong></p>
<p>Uma pequena foto foi o que p&#038;b restou,<br />
De sua passagem por aqui.<br />
Não te conheci,<br />
Só aqueles a quem amou.</p>
<p>Sempre imagino as gargalhadas.<br />
E também as palhaçadas<br />
Que teríamos vivido juntos<br />
Pelas cercanias deste mundo.</p>
<p>Perguntei o que fizeste.<br />
Descobri um pouco de quem foste.<br />
Chorei e saí correndo.<br />
Senti orgulho te imaginei sorrindo.</p>
<p>Num dia de poucas verdades<br />
Teus amigos souberam de tua partida.<br />
No mesmo dia em época diferente,<br />
Tua família te lembra com saudades.<br />
34 anos se passaram.<br />
Duas vezes 34 podem passar.<br />
E continuaremos a lembrar.</p>

]]></content:encoded>
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		<title>[Sucker Punch] Snyder e a Estrada de Tijolos Coloridos</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sucker-punch/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/sucker-punch/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 01:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[sucker punch]]></category>
		<category><![CDATA[Sucker Punch - Mundo Surreal]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>

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		<description><![CDATA[“You, my friend, are a victim of disorganized thinking. You are under the unfortunate impression that just because you run away you have no courage; you&#8217;re confusing courage with wisdom” – O Mágico de Oz por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Somos o resultado inexorável de todos aqueles que ousaram pensar, ou viveram seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/suckerpunch_04.jpg" alt="" title="Sucker Punch" width="580" height="243" class="alignleft size-full wp-image-7766" /></p>
<blockquote><p>“<em>You, my friend, are a victim of disorganized thinking. You are under the unfortunate impression that just because you run away you have no courage; you&#8217;re confusing courage with wisdom</em>” – O Mágico de Oz</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Somos o resultado inexorável de todos aqueles que ousaram pensar, ou viveram seus sonhos, antes de nós. Isso é fato. Os mitos povoam nossas mentes, nos ensinam limites sociais e delineiam um mundo minimamente organizado no qual o homem reina, apesar de seus muitos desequilíbrios. Muito da mitologia aponta para sujeitos extraordinários, capazes de grandes feitos em nome de grandes causas. O herói. Hoje, militarizado e movido mais à base do sacrifício que da perícia em si, tem uma nova missão: sobreviver às imposições mentais ou fracassos do passado. Aceitamos nossa imperfeição e Hollywood pulou de cabeça nessa nova dinâmica, um verdadeiro reflexo do perfil da juventude sem eira nem beira cujas maiores realizações se limitam a números de devotos num mundo que acaba quando os computadores são desligados. George Lucas foi feliz quando fez Darth Vader dizer: o circulo está completo [...] agora eu sou o mestre. O ciclo que se completa com a estréia de <strong>Sucker Punch</strong> é a jornada de <strong>Dorothy</strong>, distante da menina inocente que pegou carona com um ciclone e foi parar em Oz, agora travestida como Baby Doll, um fetiche ambulante, cheia de vontade de viver, mas vítima da maior de todas as corrupções: a da alma. E é contra isso que ela precisa lutar no novo filme de Zack Snyder.</p>
<p><a href="http://judao.com.br/sucker-punch"><strong>Veja o Especial Sucker Punch do Judão, que veio a Los Angeles entrevistar Zack Snyder e companhia!</strong></a></p>
<p>Se isso é bom ou ruim, fica a critério do espectador definir. Considerando que mitos greco-romanos e diversas histórias ancestrais ainda são válidos em nossa sociedade, nada mais justo do que considerar a atualidade dos, apenas, 111 de existência de <strong>O Mágico de Oz</strong>, de L. Frank Baum. Zack Snyder gosta do assunto [<a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-zack-snyder/"><strong>leia entrevista exclusiva aqui</strong></a>] e utilizou diversos conceitos mitológicos em <strong>A Lenda dos Guardiões</strong>, mais uma de suas adaptações literárias, e, logicamente, carregou essa base para sua primeira obra original, <strong>Sucker Punch</strong>. Uma heroína vivendo num mundo assustador e opressivo – cada uma à sua maneira e intensidade, claro – e encontrando válvulas de escape ou portais com destino a mundos curiosos. Escapismo sim, mas cada uma dessas realidades alternativas é regida pelas mesmas engrenagens opressoras do mundo real, além de serem povoados pelos mesmos personagens familiares à personagem. A diferença é: no plano imaginário, há mais ferramentas, aliados e armas com as quais a protagonista pode interagir. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/suckerpunch_02.jpg" alt="" title="suckerpunch_02" width="580" height="271" class="alignleft size-full wp-image-7764" /></p>
<p>Esse é o esqueleto de <strong>Sucker Punch</strong>, mas fica bem escondido atrás da barragem visual, referências à cultura pop, fantasia steampunk numa Guerra Mundial (misturando elementos da Primeira e da Segunda) retro com direito a zumbis, crossovers de elementos ficcionais e mídias que povoa a cabeça de <strong>Zack Snyder</strong>, finalmente abrindo a guarda e deixando sua imaginação fluir sem ter que respeitar Alan Moore, George Romero ou Kathryn Lasky. Para o Bem ou para Mal, Snyder é a inevitável atualização de Baz Luhrmann, claro, à enésima potência, tanto em conceito quanto em execução. Suas idéias surgem num triunvirato explosivo: cores (ou a ausência delas), câmera lenta e sonoridade impecável. E é daí que surge seu calcanhar de Aquiles, o excesso de câmera lenta; recurso sempre interessante, mas maçante se usado de forma errada. O longa sofre – e muito – com isso, prejudicando suas personagens ao desvalorizar seus feitos, que obviamente serão bem-sucedidos, mas não precisam ser necessariamente repetitivos.</p>
<p>É o verdadeiro balaio de gatos. Garotas bonitas, porém, não sensuais ou desejáveis como se defende, convenhamos; lutas impressionantes com diversos tipos de armas de ataque pessoal e destruição em massa; três níveis de percepção à la <a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/"><strong>A Origem</strong></a>; e uma única certeza: Snyder não abre mão de sua crença, ele quer aqueles que o admiram e nada de concessões aos demais. Baby Doll (Emily Browning, de <em>Desventuras em Série</em>) e Sweet Pea (Abbie Cornish, belíssima em<strong>Elizabeth: A Era de Ouro</strong>) são as únicas personagens relevantes justamente por serem paradoxais ao compartilhar muitos traços e demonstrarem diferenças abissais. Jena Malone se esforça, mas prefiro ficar com a imagem do ótimo trabalho em Donnie Darko. Já Jamie Chung é bela e desperta curiosidade, mas é claramente coadjuvante. Vanessa Hudgens é um erro do começo ao fim, com visual exagerado até mesmo para padrões snyderianos, péssima atuação e uma cena de “explosão emocional” digna de pena pelo fiasco.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/suckerpunch_03.jpg" alt="" title="Sucker Punch" width="580" height="243" class="alignleft size-full wp-image-7765" /></p>
<p>Baby Doll vê o mundo à sua volta e procura uma saída. Em princípio física, depois emocional. Nada lhe faz bem, tragédia é seu destino e ela sabe disso a não ser que, nas palavras do Homem Sábio/Obi-Wan Kenobi/Gandalf/<em>[Insira aqui o Mentor Genérico de sua preferência</em>]: “se defenda!” Ela precisa se manter na estrada de tijolos amarelos e salvar suas aliadas do catre, seja ele mental ,no hospício onde realmente está, ou no bordel idealizado por sua mente desesperada. Pacientes ou prostitutas, todas são escravas. Liberdade é o objetivo. Dorothy quer voltar para casa. Baby Doll não tem para onde voltar, entretanto, muitas vezes a jornada é mais importante que o objetivo em si.</p>
<p>A heroína de Snyder se constrói no calor da batalha, artifício usado pelo diretor para impedir que o espectador conheça Baby Doll de verdade. Sabe-se o que ela quer ser, mas sempre há a distância para quem, ou o que, ela realmente é. Uma garotinha assustada e abusada se esconde por trás de seu avatar, de seu perfil heróico para, no fim do dia, encostar a cabeça no travesseiro e chorar até o amanhecer. A única possibilidade de tentar desvendar sua essência está na análise das ações que inspira em suas colegas. Logo, ela é agente transformadora, não sujeito de fato. Sua realidade tem cores menos saturadas e ambiente ultrarealista. Noutra personagem, escondida de forma descarada, há calor visual e aconchego; elementos que casam perfeitamente com seu belo sorriso ou sua melancolia latente.</p>
<p>Esse jogo de esconde-esconde tem como objetivo esconder a natureza do desfecho de <strong>Sucker Punch</strong>, que mantém um incômodo sentimento de clichê desnecessário ao longo da projeção, mas conclui seu raciocínio de forma lógica e melancólica, num grande momento de John Hamm. Em vez de perguntar o que é real, como os irmãos Wachowsky, Snyder usa seu gigantesco videoclipe/RPG de grande orçamento para colocar outra questão: estamos prontos para lidar com nossas decisões? </p>
<p>Ele responde ao questionamento, entretanto, é preciso enxergar através de sua roupagem exagerada para encontrar tanto a verdadeira história de <strong>Sucker Punch</strong> quanto a visão de Snyder, guardada no final da estrada de tijolos amarelos do mesmo modo, pela mesma Dorothy, agora modernizada e armada até os dentes. Quem é ela? Assista e descubra.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/suckerpunch_01.jpg" alt="" title="suckerpunch_01" width="580" height="248" class="alignleft size-full wp-image-7763" /></p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Distress] Finalmente, as filmagens!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/distress-finalmente-as-filmagens/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/distress-finalmente-as-filmagens/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 15:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Distress]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está lendo isso, significa que deu tudo certo e estou nas filmagens de Distress, meu primeiro curta-metragem. Definindo tudo: consegui autorização, os figurinos, o elenco, a verba, o storyboard, o roteiro, o equipamento, a comida, os apetrechos para proteger a equipe do eventual temporal e, claro, parou de chover! Vou explicar com mais [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSCN2990_sm.jpg" alt="" title="Locações - Distress" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7759" /></p>
<p>Se você está lendo isso, significa que deu tudo certo e estou nas filmagens de <strong>Distress</strong>, meu primeiro curta-metragem. Definindo tudo: consegui autorização, os figurinos, o elenco, a verba, o storyboard, o roteiro, o equipamento, a comida, os apetrechos para proteger a equipe do eventual temporal e, claro, parou de chover!</p>
<p>Vou explicar com mais calma depois, em texto ou talvez num podcast, mas o importante é notar como o processo foi complexo, demorado, estressante e ficou tudo pronto em cima da hora. E não é Brasil. Peguei a autorização final ontem, às 17h40, já com figurino alugado e todos os gastos feitos. Uma loucura.</p>
<p>Bem, as filmagens começam em 1 hora e preciso sair, mas gostaria de compartilhar algumas coisas bem legais. Primeiro é o elenco:<br />
Diana, a personagem principal, será interpretada pela atriz irlandesa <strong>Claire Falconer</strong>. O mocinho é o ator norte-americano <strong>Ryan Nelli</strong>. O vilão é o estreante brasileiro <strong>Dado Coutinho</strong>. E há mais dois brasileiros no elenco, <strong>Suzana Guimarães</strong> e <strong>Luiz Meneguini</strong>. Em breve, fotos de todo mundo.</p>
<p>E a segunda é uma sensação:<br />
Uma vez me foi dito: a sensação de conquista é interessante, mas nada supera aquilo que sentimos quando concluímos uma jornada. O filme ainda nem foi rodado e eu posso estragar tudo na direção (vai saber!), entretanto, o simples fato de chegar nesse exato momento sabendo que tenho 99% do que eu me propus a conseguir dá uma segurança extrema, além de causar satisfação imensa. Claro, farei o máximo para transformar a boa produção em um bom filme. É pura questão de responsabilidade e, acima de tudo, respeito por vocês. Vou fazer direito e, acreditem, chegar à reta final com essa tranqüilidade é impagável. Como James Cameron me disse, se você produzir direito, o resto se encaixa, pois as filmagens são reflexo de tudo que você fez antes.</p>
<p>É isso. Muito obrigado a todos pelo incentivo, fé e respeito. Quando voltar a falar com vocês, já serei, efetivamente, um diretor de cinema. Ainda em seus primeiros passos, but a director nonetheless. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[Batalha de Los Angeles] Lutar e Morrer em LA</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 16:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Eckhart]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha de Los Angeles]]></category>
		<category><![CDATA[Battle: LA]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Liebesman]]></category>
		<category><![CDATA[Sony Pictures]]></category>

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		<description><![CDATA[Batalha de Los Angeles esquece política e leva uma câmera inquieta para a frente de batalha contra uma invasão alienígena sem precedentes de violência no cinema de Ficção Científica com direito a show dramático de Aaron Eckhart, um perfeccionista dedicado. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles. Texto original publicado na revista Sci-Fi News, março, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/battleLA.jpg" alt="" title="battleLA" width="580" height="244" class="alignleft size-full wp-image-7748" /></p>
<blockquote><p><strong>Batalha de Los Angeles</strong> esquece política e leva uma câmera inquieta para a frente de batalha contra uma invasão alienígena sem precedentes de violência no cinema de Ficção Científica com direito a show dramático de Aaron Eckhart, um perfeccionista dedicado.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles.<br />
Texto original publicado na revista <a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a>, março, 2011.</font></em></p>
<p>Desde a estréia de <strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong>, muita gente se pergunta – ou brinca – por que Spielberg não fez o filme inteiro no estilo dos fabulosos dez minutos iniciais da invasão da Normandia no Dia-D. Bem, não é preciso esperar mais, pois o sul-africano Jonathan Liebesman responde a pergunta com <strong>Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles</strong>, que nasce devoto à câmera na mão e trilha um complicado caminho entre o drama da Guerra e a luta contra o extermínio alienígena da Ficção Científica. A indecisão sobre o gênero poderia ser catastrófica, não fosse Aaron Eckhart, soberano em cena e capaz de guiar o espectador em meio a tanta correria, explosões, mortes e sacrifícios na vida da eterna bucha de canhão dos norte-americanos, os Fuzileiros Navais. </p>
<p>Baseado em fatos reais – calma, não fomos invadidos por alienígenas e você não ficou sabendo! -, Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (originalmente chamado apenas <strong>Batalha de Los Angeles</strong>, ou Battle LA, no inglês) tem suas raízes na noite de 25 de fevereiro de 1942, quando as defesas antiaéreas dos Estados Unidos foram acionadas para repelir um aparente ataque japonês. Sirenes alertavam a população, canhões de luz dançavam pela noite e focavam num objeto enquanto o exercito iniciava evacuações dos moradores do litoral e as rádios pediam a todos que se protegessem embaixo de mesas ou abrigos. Pearl Harbor havia sido atacado três meses antes e submarinos inimigos haviam sido interceptados na região. Por várias horas, as baterias atiraram para tudo quanto era lado na esperança de abater um objeto aparentemente imune aos, pelo menos, 1430 projéteis. Orson Wells nem precisou ser convidado para a festa, logo os primeiros rumores começaram a surgir: alienígenas! Provavelmente culparam os marcianos, afinal, dizer “foram os incas venuzianos” sempre soou meio esquisito.  Fato é: mais de um milhão de pessoas presenciou o tal vôo do objeto não identificado. </p>
<p>A linguagem de Batalha de Los Angeles é dinâmica, atual e beira o pseudo-documentário ao amplificar o drama de um pequeno grupo de fuzileiros destacado para resgatar civis e conter o avanço de alienígenas avançados, bem organizados e, pelo jeito, interessados nos nossos recursos naturais. Numa ótima sacada do roteiro de Christopher Bertolini, a água tem um papel fundamental na trama em diversos níveis, ditos ou subentendidos. Por esse aspecto, o filme de Liebesman é mais Guerra que Ficção Científica, pois basta trocar os inimigos por qualquer ameaça do nosso planeta e as relações se mantém. “Esses caras [os fuzileiros] são a linha de frente dos Estados Unidos; não importa o tipo de enrascada, eles são enviados primeiro e acabam apanhando muito mais do que qualquer outro setor das Forças Armadas”, explica Liebesman em entrevista exclusiva à <strong>Sci-Fi News</strong>, em Los Angeles, ao lado dos principais astros de seu filme. “Muito além dos filmes de guerra, acabei assistindo a diversos documentários sobre os conflitos atuais e também vi o tipo de reportagens e filmes feitos pelos próprios soldados em zonas de combate”. Essa escolha se reflete imediatamente na natureza inquieta do longa-metragem que, embora tenha algumas cenas filmadas em tripés, tem a maior parte de suas cenas filmadas com câmera na mão. “Tripés são caros, cara!”, brinca o diretor, que teve acesso a um orçamento estimado de US$ 100 milhões e, mesmo assim, precisou tomar todos os cuidados para não exagerar. É seu primeiro filme grande.</p>
<p>Seu colega mais próximo,<strong> Distrito 9</strong>, com quem será comparado por questões de qualidade, relevância e origem social por conta de os dois diretores serem sul-africanos, precisou se conter mais ainda, especialmente na questão da criação dos alienígenas. Gastar demais na pré-produção e no desenvolvimento pode ser um problema sério para esse tipo de filme. “Essa ameaça precisava ser aceitável e condizente em termos militares, pois se o inimigo for forte demais ou surreal demais, lutar contra ele pode parecer uma bobagem. É uma guerra, não um extermínio&#8230; embora a Humanidade leve a pior no primeiro contato”, defende Liebesman, que já está filmando a continuação de <em>Fúria de Titãs 2010</em>, batizado como <em>Wrath of the Titans</em> (tradução livre: Ira dos Titãs). Um dos principais percalços para <strong>Batalha de Los Angeles</strong> foram as adaptações dos extraterrestres quando eles deixaram o papel e entraram no computador, pois alguns modelos não ficaram interessantes nos moldes 3D ou pareceram descartáveis quando inseridos no contexto final. “Algumas coisas ficam lindas no computador e perdem totalmente o sentido dentro do filme. Esse tipo de cuidado exige muito do orçamento e do tempo de equipe, mas vale a pena quando você precisa ter um inimigo digno de ser combatido”.</p>
<p>E essas batalhas são importantes, não apenas para fazer jus ao nome do filme, mas para garantir veracidade ao principal cenário desse longa: o front de combate. São diversas situações de confronto, inúmeros cenários urbanos repletos de tensão e, inevitavelmente, explosões e inimigos e, além de tudo, fazem as vezes de condutor para o desenvolvimento do elenco. Os fuzileiros acreditam e reagem à altura, logo, o público acredita. Entretanto, na vanguarda de toda essa fé está <strong>Aaron Eckhart</strong>. Com rosto de herói ideal – quadrado, obstinado, furo no queixo e tudo mais – e metodologia profissional similar à dos militares, ele, ao mesmo tempo, criou um paralelo de sua vida com Batalha de Los Angeles e resumiu o cerne desse filme. “Se estou indo para o centro da Terra ou liderando soldados contra alienígenas superavançados, vou acreditar em cada uma dessas coisas; se eu não fizer assim, como posso esperar que o público acredite?”, explica o ator à nossa reportagem. Eckhart comanda um elenco jovem, mas claramente empolgado, com grande habilidade e devoção inquestionável. Nenhum de seus close-ups é desnecessário ou inexpressivo, suas emoções não são ensaiadas, pelo contrário, elas se mostram imprescindíveis a cada nova curva ou revés. Seus soldados dependem dele da mesma forma que o espectador precisa de seus sinais para ficar tenso, sentar na pontinha do assento ou respirar aliviado. “Desconheço qualquer outro método de trabalho justo comigo e com o público”.</p>
<p>Justo é um termo aplicável a <strong>Batalha de Los Angeles</strong>, que foi filmado em locações na Louisiana. “Incentivos fiscais são maravilhosos!”, delira Liebesman. Sem pretensões intelectuais ou mesmo reverberações sociais inspiradoras e grandiosas no mundo proposto por seu roteiro – sobreviver é a coisa mais importante naquele momento – o filme apresenta duas dinâmicas, e as cumpre de forma simples e direta: a realidade dos fuzileiros e uma invasão alienígena de forma bruta e sem frescura. <strong>Independence Day</strong> teve suas naves pairando pelas cidades; <strong>Distrito 9</strong> explorou o espectro social e seus possíveis desdobramentos; <strong>Guerra dos Mundo</strong>s continua seminal com seus Tripods, mas depende de sua construção dramática até o surgimento dos primeiros veículos. A raça em questão levou ao pé da letra, e de forma acelerada, as palavras de César, promovendo um veni, vidi, vici em fastforward, ou seja, cheguei, já tinha visto e estou conquistando. Sem enrolação política, sem viés religioso, e nenhuma grande descoberta científica ou bactéria salvadora. A proposta é militar, assim como seus desdobramentos. Exceto por poucos momentos dedicados ao estabelecimento dos personagens, o filme existe pelo e para o combate. Isto posto, nota-se que a Ficção Científica fica em segundo plano. De fato, porém, ajuda a reforçar alguns conceitos valiosos e manter paralelos em perspectiva. <strong>Robert A. Heinlein</strong> dissociou os papéis do cidadão militarizado e do civil alienado ao processo político em <em>Tropas Estelares</em>, mas misturou pouco esses dois mundos criando uma visão mais ideal que real por conta da falta de perspectiva e comparação.<strong> Batalha de Los Angeles</strong> joga esses dois grupos num mesmo barco promovendo uma troca constante de expectativas, comportamentos e decisões arriscadas. Isso sem contar o fato de sua essência ser um gigantesco “e se”, questionamento constante nos quadrinhos, por exemplo.  Talvez inspirados pelo modelo de H.G. Wells, muitos dos diretores envolvidos com o tema respiraram bem antes de mergulhar no caos. O maior “e se” de <strong>Batalha de Los Angeles</strong> não é a invasão em si, mas “e se fosse tão de repente que não desse tempo para fazer absolutamente nada?”.</p>
<p>A única opção é se envolver com os dramas apresentados e torcer pelo final feliz. “Qual o mal em nos sentirmos bem no cinema?”, pergunta Eckhart, dono de interpretações marcantes em <em>O Cavaleiro das Trevas</em> e <em>Obrigado por Fumar</em>. “O cinema tem ficado tão cínico e desiludido que parece crime sequer ponderar a idéia de levantar o astral no final da projeção. Felicidade nunca foi sinônimo de pieguice ou, pior, burrice”. A referência a <strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong> é merecida, mesmo sem esse filme ter o impacto e valor histórico da obra de Spielberg, mas ele oferece uma experiência acima da média tanto entre filmes do gênero quanto produções de ação no começo de 2011. Sem dúvida, é o melhor exemplar desse estilo até agora e utiliza bons truques possíveis com as já famosas <strong>câmeras digitais RED</strong> – preste atenção na definição das imagens mesmo durante corridas extremamente tremidas, tão interessantes quanto os de <em>Zona Verde</em>. Entretanto, isso não o livra de momentos de repetição pela dinâmica “atire, corra, encontre cobertura, atire, corra encontre cobertura”, um claro ponto negativo para não entusiastas desse gênero. Spielberg não se estendeu por uma boa razão, já Liebesman entrou de corpo e alma.</p>
<p>Como o título diz, essa foi apenas uma batalha de uma grande guerra. Invasões ocorreram ao redor do globo, incluindo duas incursões na costa do Brasil, provavelmente Rio de Janeiro e São Paulo – adeus Praia Grande! – e é inevitável pensar continuações. “Quem sabe?”, desconversa o diretor, mas uma coisa afirma, pelo menos por enquanto: “Nada de 3D, o pessoal ficaria louco com tanto movimento e tantas câmeras, fora a questão do custo”.</p>
<p></p>

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		<title>[Exclusivo] Dwayne Johnson no Brasil!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 16:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<description><![CDATA[The Rock! The Rock! The Rock! Em breve dando as caras em terras brasileiras! Além de ser gente boa para caramba, e ter assumido claramente ter limitações e se esforçar para corrigi-las, Dwayne Johnson ainda tem sua legião de fãs do WWE &#8220;If you Smell&#8230;!&#8221;. Ainda não sabemos a razão [junket brasileira de Velozes e [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/dwayne-johnson.jpg" alt="" title="dwayne-johnson" width="580" height="316" class="alignleft size-full wp-image-7740" /></p>
<blockquote><p>The Rock! The Rock! The Rock! Em breve dando as caras em terras brasileiras!
</p></blockquote>
<p>Além de ser gente boa para caramba, e ter assumido claramente ter limitações e se esforçar para corrigi-las, <strong>Dwayne Johnson </strong>ainda tem sua legião de fãs do WWE &#8220;If you Smell&#8230;!&#8221;. Ainda não sabemos a razão [junket brasileira de <strong>Velozes e Furiosos 5</strong>?], mas o astro The Rock está tirando visto brasileiro aqui em Los Angeles para os próximos meses. Estou tentando descobrir o itinerário da viagem e as datas, mas já vale marcar o momento! </p>
<p>BRING IT!</p>
<p>[ATUALIZAÇÃO]<br />
A Universal Pictures confirmou a junket internacional de Fast 5 no Brasil! Logo, ponto pra gente! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  E pelo jeito Vin Diesel e cia devem ir também!</p>

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		<title>[SOSCollege #7] Mãos à Obra</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/soscollege-7/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 19:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[LACC]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase tudo pronto para as filmagens de Distress, meu primeiro curta, mas ainda é preciso lembrar de teses e provas concentradas nas próximas duas semanas. Tudo isso com direito a prazos estourados e bronca do professor! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Por onde começar? “Ah, pelo começo, Barreto!”, diria o atento leitor. Bão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/distress_location.jpg" alt="Chegando à locação de &quot;Distress&quot;, meu primeiro curta." title="Locação - Distress" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7729" /></p>
<blockquote><p>Quase tudo pronto para as filmagens de <strong>Distress</strong>, meu primeiro curta, mas ainda é preciso lembrar de teses e provas concentradas nas próximas duas semanas. Tudo isso com direito a prazos estourados e bronca do professor!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Por onde começar? “Ah, pelo começo, Barreto!”, diria o atento leitor. Bão, não necessariamente, pois o começo ficou lá atrás e este que vos escreve está no meio de um rodamoinho maluco cheio de teses, redações, questionários e, finalmente, filmes! Demorei para essa nova atualização pela simples falta de tempo em meio a tudo isso. Tanta coisa para contar, tanta novidade para compartilhar e tão pouco tempo livre para isso. O SOS acabou sofrendo pesado com isso. Quando sobrava tempo para escrever algo além de roteiros, a preferência foi para os trabalhos pagos. Enfim, vamos ao que interessa: CINEMA!</p>
<p>Que saudades do começo do SOSCollege, quando as aulas eram diárias, mas abordavam apenas um assunto. Nesse semestre, preciso conciliar História do Documentário, Introdução ao Cinema e os Equipamentos (envolvendo lentes, câmeras, filtros, recursos das câmeras e filmes em si) e, claro, Técnicas de Filmagem. Desde o último relato, filmei minhas primeiras 20 cenas e levei a primeira porrada conceitual. Basicamente, essas tomadas deveriam ocupar 5 minutos de fita, sem edição. Agora, diga isso para a mente acostumada a sets de filmagem grandes, com diretores falando o tempo todo que é preciso ter a iluminação, enquadramento e ângulo perfeitos ou o filme fica horrível! Resultado, filmei mais de 20 minutos! “O produtor teria entrado em cena e encerrado suas filmagens, você estourou o cronograma e deu prejuízo!”, disse o prof. Kuntz. Ok, situação hipotética e sabemos que ele exagerou, mas entendi o recado: não se empolgue. </p>
<blockquote><p>Leia as outras matérias do <strong>SOSCollege </strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/category/soscollege/">clicando aqui</a>!</p></blockquote>
<p>Entretanto, veja só como são as coisas. Ele encerrou o filme com 5 minutos, e fui o único que não teve seu trabalho exibido na íntegra. A maioria do pessoal fez meio nas cochas e tal e aí tudo bem? Mordi, mas eis que veio a surpresa. Depois da aula, tivemos o primeiro workshop de edição (usando um eMac) e fui mostrar alguns quadros para o professor e adivinha? O infeliz elogiou e viu o trabalho de direção que fiz e disse: “você vai se dar bem nos próximos”. Me zoar na aula tudo bem, né? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fato é, ele está certo, pois os próximos dois projetos são filmes propriamente ditos. Logo, perfeccionismo cabe e ajuda na qualidade final. Não me arrependo de ter levado a bronca, especialmente por ter certeza da qualidade do que filmei. Muita gente fez com câmeras digitais e editou em casa, aí fica fácil, né? O exercício era “sem edição”, então sou mais ter sido fiel nesse sentido mesmo tendo estourado o tempo. Em tempo, filmem em mini-DV, ou seja, fita! Hehe.</p>
<p>Bom, lição aprendida. Como disse, logo depois, fui editar o material filmado e adorei a experiência. Fiz um trabalho bem decente, editando duas cenas com diversos ângulos. Numa delas, uma pessoa observava um carro; na outra, uma pessoa abria uma porta em long shot (corpo inteiro), medium shot (centralizando a maçaneta) e close up (só a mão abrindo a porta). A maioria do pessoal fez a segunda cena com dois ângulos: long e close up. Resolvi mudar colocando long shot, close up e o medium shot para mostrar o rosto da pessoa conforme ela fechava a porta. Super radical, né? Não, mas ficou legal e achei os pontos de corte certos. Quando juntei as duas cenas, da pessoa saindo pela porta e vendo o carro passar, os professores foram ao delírio. Hehehe. Enfim, curti a experiência.</p>
<p>Agora é hora da porrada. As provas começam amanhã, com entrega de 5 páginas sobre documentários [escreverei sobre <strong>Senta a Púa</strong>, filme brasileiro sobre a Segunda Guerra]. Aliás, é muito legal conhecer a gênese desse tipo de filme e ver como tem longa-metragem que rouba idéias de curtas. E é sempre bom poder parar por 2 horas e assistir <strong>Triumph of the Will</strong>, de Leni Riefensthal, e ficar fazendo conexões malucas com o que os nazistas faziam no princípio e onde suas idéias iriam parar. Semana que vem tem prova de Cinema 1, a matéria mais genérica e cheia de detalhes. Curiosidade: preciso levar meu próprio gabarito para preencher. Lembram na matéria anterior, quando precisei levar cadernos de redação?</p>
<p>Em termos de filmagens, dia 25 começa – efetivamente – minha carreira como diretor. É a primeira data de gravação de Distress, meu curta de fantasia. O roteiro está pronto há semanas. Os storyboards estão em produção, já escalei meus três atores [vou guardar a surpresa para um próximo texto, mas a atriz principal já filmou com Denzel Washington e John Travolta! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ] ainda faltam dois; e assim que publicar esse texto, saio para procurar locações, basicamente, uma floresta. Uma caverna também está nos planos. Provavelmente, vou filmar com duas câmeras digitais fullHD de 10 megapixels, pelo menos. Veremos. Divertido vai ser adaptar filtros de cor em câmeras com lente fixa.</p>
<p>Vocês não têm idéia da burocracia necessária para filmar qualquer coisa em Los Angeles. Eles tem estrutura para tudo, mas exigem tantas autorizações, seguros (filmar sem seguro, nem pensar) e formulários para deixar qualquer um maluco, especialmente quando o foco é realização criativa! </p>
<p>Enfim, assim dá para atualizar um pouco o andamento das coisas e voltar a escrever. Quer dizer, escrever por aqui, pois os roteiros e matérias para veículos impressos não param, além de tudo, estou quase acabando meu primeiro livro. <strong>Filhos do Fim do Mundo</strong>! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Sai esse ano ainda!</p>
<p>Até a próxima!</p>

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		<title>Charlie Sheen e as Falhas da &#8220;Nova Imprensa&#8221;</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/charlie-sheen-imprensa/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 18:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Sheen]]></category>
		<category><![CDATA[Two and a Half Men]]></category>

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		<description><![CDATA[Sensacionalismo, despreparo e uma postura surpreendente marcam o &#8220;Caso Charlie Sheen&#8221;, novo alvo da imprensa mundial. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Há cerca de três anos fiz um perfil de Charlie Sheen, ou melhor, Carlos Irwin Estevez, para a antiga versão da Revista da TVA. Foi um bom momento para se falar sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Charlie-Sheen.jpg" alt="" title="Charlie-Sheen" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7716" /></p>
<p>Sensacionalismo, despreparo e uma postura surpreendente marcam o &#8220;Caso Charlie Sheen&#8221;, novo alvo da imprensa mundial.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Há cerca de três anos fiz um <a href=" http://www.soshollywood.com.br/charlie-sheen/">perfil de <strong>Charlie Sheen</strong></a>, ou melhor, Carlos Irwin Estevez, para a antiga versão da Revista da TVA. Foi um bom momento para se falar sobre o filho do sr. Charlie, afinal, finalmente vivia momentos de bastante sucesso e apagava os fiascos profissionais com os milhões de salário por <strong>Two and a Half Men</strong>. Como todo perfil, é preciso entender a vida do objeto para não dar nenhum furo e, claro, excluir o que não interessa à matéria. Tinha duas escolhas: falar sobre ele ser um maluco por teorias conspiratórias ou entrar na vida pessoal, mergulhando no casamento fracassado com a gostosa, mas péssima atriz, Denise Richards, por exemplo e ficar explorando dramas pessoas. Sinceramente, não precisei pensar muito para cortar essa segunda parte. Por que? Meu trabalho refere-se ao profissional, ao sujeito visto pelas lentes das câmeras e o resultado daquilo que ele faz. Escolhas referentes à atuação me interessam, a misteriosa briga com Oliver Stone também, assim como seus filmes toscos, já o que ele faz no seu dia-a-dia, dentro de sua casa, é coisa de tablóide, coisa de jornalista desesperado ou acomodado demais para não buscar emprego melhor. Entretanto, essa postura soa saudosista e romântica e tudo que se vê agora é sensacionalismo barato, perseguição a celebridades e, infelizmente, a luta de uma imprensa desesperada ao tentar transformar Charlie Sheen no novo &#8220;Caso Lindsay Lohan&#8221;. </p>
<p>Vamos aos fatos: Charlie Sheen usa drogas pesadas; contrata prostitutas caríssimas; acredita que os ataques de 11 de Setembro tiveram participação do Governo; é (era) o ator mais bem pago da TV norte-americana, com <strong>US$ 1.2 milhões por episódio</strong> em <strong>Two and a Half Men</strong>; é amado pelo público.</p>
<p>Sim, amado. Algumas piadas locais inclusive brincam com o fato de que ele e, por exemplo, Justin Long sempre consigam novas chances mesmo não tendo feito um bom trabalho. Foi Bill Maher, apresentador da HBO, quem ilustrou isso &#8211; em forma de brincadeira &#8211; da melhor maneira possível: &#8220;Mesmo que Charlie Sheen apareça assando um cachorro ou torturando uma criancinha, vamos amá-lo mesmo assim, afinal, é o Charlie!&#8221;. </p>
<p>Pois bem, eis que Charlie Sheen cumpriu a profecia sem chegar ao extremo inaceitável proposto por Maher, mas fez o máximo dentro do que suas liberdades permitem. Exagerou, surtou, comprou briga com o alto comando da Warner TV, mandou os chefes às favas, inclusive Chuck Lore &#8211; criador da série &#8211; e surpreendeu com seu comportamento. Surpresa é o termo chave aqui, pois quando a TV, os abutres do TMZ, os papagaios de pirata da internet &#8211; oi Terra! &#8211; e os veículos impressos foram para cima dele para &#8220;investigar&#8221; seus exageros e &#8220;desmascarar&#8221; sua vida libertina, o que encontraram não foi um sujeito subindo pelas paredes ou um coitadinho arrependido &#8211; né, Tiger Woods?. Charlie Sheen fez algo sem precedentes na história recente das celebridades, ele manteve sua postura e defendeu cada uma de suas atitudes. Nada de chorar pelos cantos, nada de tentar gerenciar a crise &#8211; que seria o sono de consumo de todo relações públicas que se preze. Sheen soltou o verbo, tem falado com praticamente todos os canais de TV, emissoras de rádio e grandes jornais que solicitaram entrevistas. Sem papas na língua, o ator criticou o comando da Warner sem dó nem piedade e com personalidade. Claro, é o dead men&#8217;s speech, ou seja, o cara que não tem mais nada a perder falando as verdades. Não há mais volta em termos de <strong>Two and a Half Men</strong>, não depois de tudo isso, entretanto o mais surpreendente é o termo escolhido por Charlie Sheen: sou um vencedor! Numa de suas inúmeras entrevistas, a seguinte declaração me chamou atenção: &#8220;Por que tenho que me envergonhar da minha vida? Estou feliz, faço o que quero e sou diferente; sou especial. Não vou viver do jeito que os executivos querem&#8221;. Mesmo eu não concordando com uso de drogas ou gente que gosta de <em>Twilight</em>, é impossível não concordar com o argumento. Afinal, podemos &#8220;amar&#8221; o personagem, mas o ator faz o que bem entende.</p>
<p>Essa questão de liberdade foi bastante explorada com Lindsay Lohan, que ouviu de grandes especialistas até blogueiros inexpressivos o que deveria fazer, ou não, como deveria fazer, o que deveria dizer. Muitas situações condicionais numa dinâmica formadora de opinião &#8211; veja bem, não dá mais para se referir como &#8220;jornalística&#8221;, isso virou prática e consumo de elite &#8211; dedicada a julgar baseada nas descobertas de outros, replicar cada nova informação sem checagem ou crivo crítico e cujo objetivo não é mais o Prêmio Pullitzer ou o cargo no New York Times, mas sim o reconhecimento online e a audiência. Por mais repulsivo que o TMZ seja, eles, pelo menos, investigam suas reportagens e conseguem fontes. É feio, mas dá resultado e, depois de Michael Jackson, eles mostraram que tem credibilidade. Já os &#8220;blogs especializados&#8221; e, principalmente, sites internacionais &#8211; Brasil-sil-sil-sil &#8211; entram na rabeira, comem todas as bolas possíveis e vão continuar pisando no tomate enquanto não encontrarem um balanço entre sensacionalismo e responsabilidade. Olha, assim como Charlie Sheen.</p>
<p>Blogs são ótimas fontes para coisas acontecendo no círculo social do blogueiro, por exemplo, nos casos recentes do Egito, Irã e Líbia. É um canal inovador nas comunicações mundiais, mas tem limitações gritantes quando não estão diretamente envolvidos no acontecimento em si e, no fim das contas, só aumentam a força da bola de neve gerada pela informação errada. O mais curioso disso é notar que, no atual formato, em termos de noticiário internacional um grande portal tem as mesmas condições de trabalho que um blog. A diferença é que num deles o sujeito ganha para fazer e, no outro, torce para atrair audiência e ganhar no futuro. A transição do jornalismo profissional foi muito mal feita nesse aspecto e não há mais diferencial, afinal, se é para ler algo errado tanto faz entrar no UOL, no Terra ou no G1 ou dar hit para algum amigo que cubra a área sem remuneração. </p>
<p>Sheen pode fazer e dizer tudo que pensou até deixar seus chefes irritados e a bomba explodir. E, completando o paralelo, nesse momento, nossos &#8220;portais&#8221; também falam o que querem, sem se dar ao trabalho de investigar, até que alguma grande bomba explod&#8230;. ok, não vai acontecer. Comentários críticos não faltam, condições de fazer o trabalho direito também, entretanto, é preciso investir e é cômodo pagar um bando de estagiários para traduzir e fazer copy/paste. Os erros são constantes, a responsabilidade é nula, as consequências são inexistentes. A mesma imprensa brasileira que entrou na dança do &#8220;Malhe o Charlie Sheen&#8221; é vítima do mesmo exagero egocentrista pelo qual Sheen passa. Concordo que ele seja um vencedor &#8211; ele se diz &#8220;especial&#8221; &#8211; e demonstra controle impressionante perante esse levante da mídia e o julgamento público, mas vai pagar um preço. Seu emprego já era e ele sabe disso, tanto que se preocupa em sempre dizer que vai lutar pela vitória absoluta, ou seja, garantir o pagamento de 10 episódios para seu elenco e equipe, antes mesmo de tentar receber seu próprio dinheiro. Como é o ditado? As estrelas brilham mais forte antes de se extinguirem? Pode ser o caso.</p>
<p>Charlie Sheen mostra a verdadeira Hollywood, aquela que tanto cobro, sem respostas prontas, sem puxa-saquismo, sem faz de conta fora das câmeras. O mais próximo disso que cheguei foi nas três conversas que tive com Michelle Rodriguez. Ela fala o que dá na telha, mas, claro, toma certo cuidado. Mesmo assim, é autêntica e dá porrada em quem merece. O modo e o contexto da situação de Sheen podem não ser as melhores, mas sua postura é exemplar perante a mídia. Não tem medo de perguntas diretas e é rápido em esculachar repórteres que tentam fazer perguntas politicamente corretas e não usar termos possivelmente ofensivos, como a moça da ABC que levou uma invertida ao perguntar quando foi a última vez que ele &#8220;usou&#8221;. A resposta foi hilária: &#8220;eu uso o liquidificador, o microondas, o aspirador de pó&#8230; agora se você quer saber da última vez em que eu ingeri substâncias químicas ou drogas, foi&#8230; &#8220;. Não há mais barreiras.</p>
<p>Magro, aparentemente debilitado e cansado, mas sem pestanejar em suas declarações, Sheen não é um modelo. Nunca foi. Gosto de lembrar quando Jason Isaacs me disse que &#8220;atores criam personagens e nossa responsabilidade acaba quando as filmagens terminam, não entendo essa relação de estender o que o personagem fez à nossa vida pessoal, assim como não entendo a imprensa [e os atores que assim se comportam] querendo saber de política, economia ou o destino do mundo de gente que não tem formação para opinar sobre esses assuntos&#8221;. Charlie Harper pode ter se transformado num ícone e, até certo ponto, modelo para quarentões com síndrome de Peter Pan. Convenhamos, com o dinheiro que o personagem tem, quem, naquela situação, não aproveitaria com o mesmo estilo? Mas Sheen nunca foi tão bonzinho ou controlado quanto seu alter ego televisivo. </p>
<p>Há uma realidade: um ator cujo estilo de vida é exagerado brigou com seus executivos, ofendeu publicamente e perdeu o emprego. Daí para a frente é exploração, desespero da mídia e esmiuçamento de um assunto tão irrelevante quanto as idas e vindas de Li-Lo à Corte de Los Angeles. Difícil não expor a situação, mas, veja só, estou, de certo modo, fazendo o mesmo ao escrever sobre o assunto. Entretanto, tenho a certeza de não criar grande estardalhaço, afinal, a internet atual só funciona na base do título bombástico, da emoção falsificada no vlog, da discussão idiótica sobre Big Brother, da quantidade de &#8220;leitores&#8221; que amou e compartilhou a piada.</p>
<p>Não há mais vozes reais; apenas ecos de uma mesma mensagem conformista, criada para atrair e entreter as massas. Falar fora dos padrões resulta em exclusão social e profissional. <a href="http://www.soshollywood.com.br/mel-gibson-2/"><strong>Mel Gibson</strong></a> que o diga. </p>
<p></p>

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		<title>[Análise] 127 Horas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 20:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando boa atuação, versatilidade e edição maestral se encontram, os resultados são memoráveis. Leia análise e um papo rápido, e exclusivo, com Danny Boyle e o produtor Christian Colson. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles O poder da atuação, a obrigatoriedade da versatilidade e a maestria na edição são elementos obrigatórios em filmes one [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/127_hours1.jpg" alt="" title="127_hours1" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7695" /></p>
<blockquote><p>Quando boa atuação, versatilidade e edição maestral se encontram, os resultados são memoráveis. Leia análise e um papo rápido, e exclusivo, com Danny Boyle e o produtor Christian Colson.
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>O poder da atuação, a obrigatoriedade da versatilidade e a maestria na edição são elementos obrigatórios em filmes one man show, ou seja, aqueles nos quais apenas um ator é responsável pela maior parte da trama. Quando tudo se encaixa, o resultado é memorável como, por exemplo, em <em>Eu Sou a Lenda</em> (2007), com Will Smith, <em>Náufrago</em> (2000), com Tom Hanks, e <em>Lunar</em> (2009), com Sam Rockwell, os melhores destaques desse estilo da última década. Entretanto James Franco entra para esse limitado grupo com louvores em <strong>127 Horas</strong> (2010), dirigido por <strong>Danny Boyle</strong> e realizado pelo mesmo time de <em>Quem Quer Ser um Milionário?</em>, vencedor do Oscar em 2009. Inevitavelmente, filmes desse tipo focam um tema específico e poderoso: quais os limites e até onde vai a força de vontade de cada um desses personagens? As respostas no drama de Boyle são as mais incômodas e cruas dos quatro filmes citados. Assisti-lo dói e não há nada literal nesse sentimento.</p>
<p>Há um interessante conceito psicológico em torno das máscaras usadas pelos indivíduos de acordo com o lugar, pessoas presentes ou objetivos. Baseado nesse pressuposto, existe a certeza de que, na maioria do tempo, estamos atuando ou respondendo a estímulos externos para moldar nossas relações. O seriado House faz muito uso disso, ao fazer com que seu protagonista evite esse cenário e tire o balanço daqueles à sua volta reagindo de forma socialmente inesperada, mas, mesmo assim, ele reage e atua – independente de forma ou intensidade. Enquanto boa parte da produção cinematográfica moderna aposta na conectividade e nos efeitos da tecnologia na sociedade, em <strong>127 Horas</strong>, Boyle optou por uma saída interessante ao abordar essa solidão forçada sem exterminar a humanidade como em <em>Eu Sou A Lenda</em> ou o acidente aéreo de <em>Náufrago</em> ao adaptar as memórias de Aron Ralston, um montanhista cujo destino foi modificado por um passo em falso. </p>
<p>Isolado, incapaz de se libertar, sem contato com o mundo exterior e com pouquíssimos recursos, Franco enfrenta seus próprios demônios em meio a delírios e na série de vídeos que Ralston gravou para sua família, mesmo sem saber se a câmera seria, ou não, encontrada depois de sua provável morte. Bem, provável, não inevitável, pois havia uma saída. A pior de todas. Danny Boyle leva o espectador nessa evolução desesperada de um sujeito certo de si – tão certo que não avisa para ninguém qual era seu destino naquela caminhada – e centrado em seus desejos abruptamente privado de tudo, especialmente de esperança. Boyle precisou ser íntimo com as dores do personagem, tanto no roteiro de <strong>Simon Beaufoy</strong> (<em>Quem Quer Ser Um Milionário?</em>), quanto no visual. As câmeras só podiam ver aquilo que Ralston via para garantir a tensão do confinamento, entretanto o diretor ousou em ângulos improváveis e inusitados – como dentro de um tubo com urina – e não permite a diferenciação entre as cenas filmadas nos desfiladeiros de Utah e a réplica perfeita onde parte das filmagens foi feita. “Quem descobrir onde a mudança de cenário acontece ganha um prêmio!”, desafia o produtor Christian Colson, em entrevista a este repórter. De origem argentina, mas radicado na Inglaterra, Colson se orgulha de conseguir financiar seus projetos sem depender de Hollywood. “Pode-se fazer maravilhas sem correr atrás dos estúdios de Los Angeles, especialmente em filmes de médio orçamento tão efetivos quanto as produções nascidas para ser blockbusters”, diz. </p>
<p>Esse é o jeito <strong>Danny Boyle</strong> de fazer filmes. O inglês que diz sonhar com uma visita à Mostra Internacional de Cinema de São Paulo define muito bem seu estilo em <strong>entrevista exclusiva</strong> ao SOS Hollywood: “Faço filmes médios que parecem grandes. Simples assim”. 127 Horas, assim como seus projetos anteriores – <em>Sunshine</em> e <em>Quem Quer Ser Um Milionário?</em> –, custou cerca de US$ 18 milhões, uma ninharia para os padrões hollywoodianos. “Não gosto das grandes reuniões, das obrigações dos estúdios e das imposições de fluxo de trabalho e as cadeias de decisão. Gosto de fazer filmes, não de discutir a realização dos filmes além da conta. Tudo precisa ter limite”, comenta Boyle, cuja <strong>entrevista completa</strong> será publicada na <strong>Sci-Fi News de março</strong>!</p>
<p>Em dúvida sobre a afinidade de James Franco para o papel, cujo primeiro encontro com o diretor foi esquisito – Franco estava cansado de uma viagem e apareceu na primeira reunião fora de sintonia e desatento – Boyle aceitou ver o ator novamente e se convenceu. Era a maior decisão de <strong>127 Horas</strong>, pois, além de atuar sozinho na maior parte do tempo, ele ainda ficaria com um braço imobilizado e com a área de trabalho limitada. “Ele me ganhou com um ‘oops’”, conta Boyle, referindo-se à cena na qual Ralston grava uma mensagem em sua camcorder e percebe mais um dos agravantes de sua situação. Variando entre a euforia e a beleza do começo do filme, no qual a água é abundante e o mundo está a seus pés, e a luta pela sobrevivência no restante do longa (filmado com câmeras digitais Cannon 5D e 7D), Franco teve sua nova chance ao Sol, literalmente. Dessa vez agarrou com toda a força e deu o maior passo em sua carreira. É fácil sentir sua dor, seu desespero, assim como faz sentido rir com suas piadas e se relacionar com suas emoções. Praticamente um paralelo com sua carreira, sempre presente, mas sem decolar. Momento certo, no lugar certo para Franco. Momento errado, na hora errada para Ralston, que precisa se mutilar para sobreviver.</p>
<p>A cena chave de <strong>127 Horas</strong> é uma das mais brutais da história do cinema. Talvez a escolha mais brilhante de Danny Boyle no filme foi utilizar uma dança de zooms, cortes rápidos e recursos sonoros perturbadores para ilustrar a dor e a intensidade sensorial do personagem. É difícil manter os olhos na tela e, mesmo que o espectador escolha não olhar, o som está lá dando continuidade à sensação. Não há escapatória, só uma decisão possível, tanto para personagem quanto para o público. Uma verdadeira experiência cinematográfica.</p>

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		<title>Site oferece Bolsa de Apostas para o Oscar 2011!</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 12:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escolha seus indicados, preencha um cadastro e teste seu conhecimento no especial de apostas cinematográficas do BetBoo. O mercado norte-americano não conseguiu autorização para criar uma bolsa de investimentos futuros para apostas nas bilheterias de cinema, mas quem quiser tentar faturar com seu conhecimento sobre o Oscar pode ganhar uns trocados no BetBoo antes da [...]]]></description>
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<p><a href="http://record.betboopartners.com/_uATkybjQHXptQMAO7J1etmNd7ZgqdRLk/62"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Oscars.jpg" alt="" title="Oscars" width="580" height="325" class="alignleft size-full wp-image-7674" /></a></p>
<blockquote><p>
Escolha seus indicados, preencha um cadastro e teste seu conhecimento no especial de apostas cinematográficas do BetBoo.</p></blockquote>
<p>O mercado norte-americano não conseguiu autorização para criar uma bolsa de investimentos futuros para apostas nas bilheterias de cinema, mas quem quiser tentar faturar com seu conhecimento sobre o Oscar pode ganhar uns trocados no <strong>BetBoo</strong> antes da premiação, que acontece no domingo. O site de apostas criou um especial para a festa máxima do cinema nas categorias mais badaladas.</p>
<p>O Brasil nunca teve uma grande tradição em apostas – exceto o Jogo do Bicho e as loterias oficiais – e caminhou muito tempo longe de grandes núcleos como a Inglaterra, por exemplo, onde cada partida da English Premiere League gera milhões em apostas tanto em casas físicas quanto em serviços virtuais. O site BetBoo segue essa linha de trabalho, com foco nos esportes, mas resolveu aproveitar a proximidade com o Oscar para oferecer a mesma “adrenalina” aos cinéfilos. Além do caráter curioso do serviço – afinal, quem nunca sonhou em ganhar dinheiro apostando algo depois de ter acertado tudo nos anos anteriores, não é?  &#8211; o serviço oferece um incentivo adicional para quem decidir entrar na brincadeira: em caso de erro nos palpites, o valor apostado retorna à conta do usuário. Ou seja, o apostador faz um depósito mínimo de R$ 20 (pagável por cartão de crédito, transferência bancária ou outros serviços de remessa online), escolhe seus favoritos e tem a garantia de não perder o investimento, podendo utilizar a mesma verba em outras modalidades e apostas.</p>
<p>As apostas funcionam baseadas nas probabilidades e no volume de apostas num mesmo favorito. Por exemplo, votar em Colin Firth para Melhor Ator paga 1,03 vezes o valor apostado por ser o favorito, enquanto escolher Javier Bardem resulta em 45 vezes a aposta. Quanto maior a zebra, maior o retorno financeiro.  </p>
<p>Para arriscar seus palpites, <a href="http://record.betboopartners.com/_uATkybjQHXptQMAO7J1etmNd7ZgqdRLk/62">clique aqui</a>. O BetBoo é recomendado para maiores de 18 anos, requer cadastro e é um serviço pago. Use com moderação e responsabilidade.</p>

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		<title>[Análise] O Discurso do Rei</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 17:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oscar 2011]]></category>
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		<description><![CDATA[O Discurso do Rei é favorito ao Oscar com atuações impecáveis, orçamento médio e resultado final muito distante do mainstream norte-americano. O longa inglês pode não ser o mais emotivo da temporada, mas tem seus diferenciais relevantes. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Acompanhar a pequena caminhada subjetiva da câmera de Danny Cohen, com [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/the-kings-speech.jpg" alt="" title="O Discurso do Rei" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7658" /></p>
<blockquote><p><strong>O Discurso do Rei </strong>é favorito ao <a href="http://www.soshollywood.com.br/oscar-201-os-indicados/">Oscar </a>com atuações impecáveis, orçamento médio e resultado final muito distante do mainstream norte-americano. O longa inglês pode não ser o mais emotivo da temporada, mas tem seus diferenciais relevantes.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Acompanhar a pequena caminhada subjetiva da câmera de Danny Cohen, com seus ruídos visuais saudosistas dos tempos pré-filme digital, é o suficiente para determinar os princípios fundamentais de <strong>O Discurso do Rei </strong>(The King’s Speech, Tom Hooper, 2010, UK), um dos favoritos ao Oscar de Melhor Filme nesse ano. Por trás da descoberta da amizade tratada abertamente pelo filme, está a busca pela segurança, seja ela pessoal ou nacional, numa época de incerteza, transições pesadas e inevitáveis e, acima de tudo, violentas. Essa trajetória só se torna atraente e relevante graças à ligação improvável, mas real, entre os dramas da Família Real Britânica e seus súditos, os dois extremos do império que já foi um dos maiores do planeta. E tudo começa com um príncipe gago.</p>
<p>No início da década de 30, duas figuras antagônicas começavam a ser esmiuçadas pela imprensa européia. Na Alemanha, Adolph Hitler subia ao poder como Chanceler em 1933 e acelerava as maquinações que resultariam na Segunda Guerra Mundial, enquanto isso, na Inglaterra, a sucessão do Rei George V se tornava preocupante. De um lado o playboy Príncipe Edward, do outro o gago Duque de York, Príncipe Albert. </p>
<p>Começava ali o embate entre uma nação certa de si contra um superpoder vacilante. E mais inseguro que o Albert (Colin Firth, em interpretação irreparável) não existe. Segundo na fila para o trono, gago e, normalmente, motivo de piadas, no fim das contas, ele precisou ser o líder da nação em seu pior momento. De certa forma, o paralelo se faz válido também para sua trajetória cinematográfica, que o insere entre os dez melhores filmes do ano no Oscar, onde representa o cinema mais tradicional – ao lado de <strong>O Vencedor</strong> – frente a devaneios sonhadores, transformações soturnas e ótimas viagens visuais. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/the-kings-speech-firth-rush.jpg" alt="" title="Colin Firth e Geoffrey Rush" width="580" height="281" class="alignleft size-full wp-image-7660" /></p>
<p>Essencialmente um buddy movie, ou seja, focado na amizade entre dois homens, <strong>O Discurso do Rei</strong> retrata uma época exaustivamente retratada no entretenimento por meio de seus personagens. Os cenários ingleses permanecem imutáveis, obviamente, logo, apostar em atores competentes e figurino adequado é mais que suficiente para promover essa viagem no tempo. Sem grandes cenas públicas ou efeitos complexos, os embates dramáticos entre <strong>Colin Firth</strong> e <strong>Geoffrey Rush</strong> – que formam o principal núcleo narrativo – assim como as demais dinâmicas de atuação soam como uma luxuosa montagem teatral beneficiada pela meticulosidade e edição sempre bem-vinda do cinema. </p>
<p>Mas sem obviedades, tanto que Tom Hooper foi criativo o suficiente para disfarçar uma montage no segundo ato, intercalando momentos da vida pública do príncipe com seus sessões de terapia, sem parar o filme para demonstrar evolução acelerada. O efeito é o mesmo: vemos a efetividade do tratamento. Entretanto, seu modo sutil evita a obviedade da construção. Quem disse que o cinema não pode ser inventivo?</p>
<p>Os personagens são constantemente inseridos em cenários internos ricos em cores em contraste com o cinza londrino, seja na vistosa parede laranja da casa de Lowe (Rush) ou os tons desgastados de seu consultório. O mundo lá fora é assustador e exigente, tanto para o Príncipe quanto para o seu súdito australiano; do mesmo modo, dentro de casa, suas vozes&#8230; ou melhor, suas emoções podem vir à tona por conta do número menor de máscaras que são forçados a usar. Por mais paradoxal que soe, Firth precisa lutar para vestir uma máscara. Enquanto a Hollywood moderna e o mundo da música pop pregam a busca pelo diferencial e a necessidade pelo extraordinário com seus super-heróis e ídolos mais visuais que relevantes, <strong>O Discurso do Rei </strong>empurra todo mundo na contramão com o sofrimento de um homem que precisa cumprir um papel, incorporar uma persona desprovida privacidade e, em vários aspectos, individualidade. </p>
<p>Com esse inusitado, e único, objetivo, vemos Firth sofrer, explodir, retrair, questionar e, inevitavelmente, dar um basta em sua aparente auto-sabotagem num roteiro sem pontas abertas e cheio de propósito. O final é conhecido, mas menos óbvio do que aparenta. Não estamos em Hollywood, não se trata de um blockbuster – embora, em menos de 12 semanas já se aproxima da marca limite dos US$ 100 milhões nos cinemas norte-americanos para alcançar tal classificação; já faturou cerca de US$ 181 milhões no total, incluindo mercados internacionais –, logo, não sofre de seus vícios e demandas dos executivos de estúdios. Isso sem contar o principal fator que permitiu a narrativa limpa: trata-se de um filme pequeno, com custo estimado em US$ 15 milhões, mais um ótimo exemplar dessa geração de filmes baratos presentes no topo qualitativo do cinema em 2010. <strong>Cisne Negro</strong> e <strong>127 Horas</strong> estão na mesma faixa, mas é impressionante notar o baixíssimo custo de <strong>Namorados para Sempre </strong>(Blue Valentine, US$ 2 milhões) e <strong>Inverno da Alma</strong> (Winter’s Bone, US$ 1 milhão!!!!).</p>
<p>É a vitória do bom senso cinematográfico, não necessariamente autoral, mas devoto a um produto final mais longevo que o sucesso descartável do verão. Trata-se de um filme autoconsciente de sua função, sem tendências megalomaníacas e, assim como deseja seu protagonista, simples. Mas nem por isso fraco ou desmerecedor do título de franco-favorito à estatueta. Difícil se esquecer dos lampejos de liderança de Albert, da triste insegurança (e inerente desespero) ao se mostrar incapaz de contar uma história de ninar para as filhas – entre elas, Elizabeth II, atual regente da Inglaterra – e o carisma e ousadia de Lowe, o homem que ousou confrontar o Rei. Grandes cenas, resultantes de um power trio irresistível: Firth, Rush e <strong>Helena Bonham Carter</strong>, sempre mais contida e eficaz longe das alucinações do marido. Menção honrosa para <strong>Timothy Spall</strong>, um coadjuvante de luxo com uma interessante versão para Winston Churchill, pouco parecido visualmente, mas fiel em postura e presença de espírito. Boa, mas não comparável ao trabalho definitivo de Brendan Gleeson em <strong>Into the Storm</strong>. Vale notar que o Rei George VI aparece no telefilme da HBO, porém, não demonstra sua gaguice. </p>
<p>Colin Firth deve levar o Oscar de Melhor Ator e, como de costume, Geofrey Rush merece ser reconhecido, entretanto, não suplanta o ápice da carreira de Christian Bale em <strong>O Vencedor</strong>, sem dúvida, o mais emocional dos concorrentes. <strong>O Discurso do Rei</strong> vale o ingresso, firma-se como pilar da atuação da nova década e já nasce como filme de referência, ganhando Oscar ou não – já levou o BAFTA –, missão cumprida. O Príncipe Albert começou sozinho, enfrentando seus medos, mas, diferente de Hitler, terminou coroado e acompanhado por um amigo. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/2010_the_kings_speech_002.jpg" alt="" title="Geoffrey Rush" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7657" /></p>
<p></p>

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		<title>[Berlinale &#039;11] Cinema for Peace: Prêmios e Estrelas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 17:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Lacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinema for Peace é uma iniciativa mundial que promove solidariedade e humanidade por meio da Sétima Arte. Entidade entregou seus prêmios com casa cheia de estrelas e celebridades. por Fátima Lacerda, especial para o SOS Hollywood BERLIM &#8211; Durante o Festival de Cinema de Berlim, o Cinema for Peace reúne uma invejável safra de personalidades [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/seanpenn.jpg" alt="" title="61st Berlin Film Festival - Cinema For Peace - Press Conference" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7646" /></p>
<blockquote><p>Cinema for Peace é uma iniciativa mundial que promove solidariedade e humanidade por meio da Sétima Arte. Entidade entregou seus prêmios com casa cheia de estrelas e celebridades.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fátima Lacerda, especial para o <strong>SOS Hollywood</strong></font></em></p>
<p><strong>BERLIM</strong> &#8211; Durante o Festival de Cinema de Berlim, o <a href="http://www.cinemaforpeace-foundation.com/"><strong>Cinema for Peace</strong></a> reúne uma invejável safra de personalidades internacionais nos ramos de cinema, mídia, política e negócios. Numa noite de muito prestígio com merecida pompa, presta-se uma homenagem à força da imagem móvel e sua capacidade de construir pontes entre culturas, como informa o portal oficial.</p>
<p>Tudo começou em 2002, quando a então iniciativa – futuramente transformada em Fundação – criou um evento de gala aproveitando o caráter internacional do Festival de Berlim. Nesse ano, Cinema for Peace comemora o aniversário de 10 anos e, além do caráter caritativo, a Fundação almeja e faz um trabalho de conscientização sobre, por exemplo, a situação de países vítimas de ditaduras e epidemias. Um dos mais recentes exemplos desse trabalho é o filme <strong>Themba</strong> da diretora alemã, Stefani Sycholts. O documentário conta a história de pacientes de todas as idades, portadores do vírus da AIDS, e foi exibido em 80 cidades e vilarejos na África do Sul. </p>
<p>A lista de convidados é tão representativa que deixa a Berlinale com cara de evento regional:</p>
<p><strong>Christopher Lee</strong>, veterano dos filmes de terror e ícone do cinema nerd; Sean Penn, como convidado de honra da noite; o inevitável <strong>Bob Geldof</strong>, que para a ira dos fotógrafos passou ao largo pelo tapete vermelho, parando somente para falar com a TV pública alemã, ZDF; <strong>Bianca Jagger</strong>; <strong>Bill Roedy</strong>, o chefão da MTV; <strong>Ornela Muti </strong>que chegou tímida e saiu quase invisível do palco; <strong>Boris Becker</strong>, que não desgrudava de sua esposa, Lily. Mas o herói da noite foi mesmo <strong>Buzz Aldrin</strong>, tripulante da Apolo 11 e segundo homem a pisar na lua. Extremamente simpático, ele é uma das figuras-chave do “Earth Project” financiado pela poderosa Opel. </p>
<p>Filosofando sobre a impressão de fragilidade da Terra, Aldrin fez um apelo a todos para que deixemos um planeta arrumado para nossos filhos e netos. Esse discurso me fez lembrar da música <em>Terra</em>, magistralmente interpretada por Caetano Veloso. </p>
<p>A <strong>presença brasileira</strong> na cerimônia de gala do Cinema for Peace foi marcada pela diretora <strong>Julia Bacha</strong>, com seu filme <strong>Budrus</strong>, um dos três concorrentes à categoria <strong>International Human Rights Film Award</strong>.</p>
<p><strong>Budrus</strong>, que já tem longa carreira internacional, mostra o engagamento de pessoas das mais diferentes origens contra a ocupação da Palestina e seus campos de oliveiras pelo exército de Israel.</p>
<p>Concorrendo na mesma categoria estavam <strong>Lady of No Fear</strong> sobre Aung San Suu Kyi, de Burma, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, e <strong>Father Marco Arana Zegarra in The Devil Operation</strong>, o grande vencedor!</p>
<p>Na categoria Award for the Most Valuable Documentary of the Year estavam <strong>Lixo Extraordinário</strong>, da diretora Lucy Walker, e <strong>To Figh For</strong>, do diretor argentino Gerardo Milszstein. </p>
<p>A noite de gala teve de tudo um pouco. Homens literalmente apresentando suas mulheres – no mínimo 20 anos mais jovens &#8211; como troféus recém-adquiridos, celebridades A e B, alguns astros de responsa e uma moderação muito caótica e sem roteiro organizado.</p>
<p>No total foram angariados 11.000 euros em leilões para as instituições sociais do Cinema for Peace. Bob Geldof evitou os jornalistas onde e quando pode e saiu à francesa, acompanhado por sua esposa. Afinal, era Valentine’s Day!</p>
<p>Diante de uma cerimônia extremamente longa, descoordenada e já no final da noite, Sean Penn sentado na mesa, acendeu um cigarro e ninguém ousou a repreendê-lo. Uma transgressão bem-vinda do Enfant Terrible de Hollywood frente a tanta pompa supérflua. </p>
<p><a href="http://www.cinemaforpeace-foundation.com"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/cinemaforpeace.jpg" alt="" title="cinemaforpeace" width="580" height="415" class="alignleft size-full wp-image-7645" /></a></p>

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		<title>[Berlinale &#039;11] Tropa de Elite 2 Estréia em Berlim</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/berlinale-04/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 21:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Lacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filme de José Padilha estréia em horário nobre em Berlim, mas atraí pouca atenção da imprensa internacional. Falamos com o diretor e o astro Wagner Moura. por Fátima Lacerda, especial para o SOS Hollywood BERLIM - Exatamente três anos depois da estréia de Tropa de Elite no Festival de Berlim, Tropa de Elite 2 – [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/tropa-de-elite-2.jpg" alt="" title="tropa-de-elite-2" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7635" /></p>
<blockquote><p>Filme de José Padilha estréia em horário nobre em Berlim, mas atraí pouca atenção da imprensa internacional. Falamos com o diretor e o astro Wagner Moura.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fátima Lacerda, especial para o <strong>SOS Hollywood</strong></font></em></p>
<p><strong>BERLIM -</strong> Exatamente três anos depois da estréia de <strong>Tropa de Elite</strong> no Festival de Berlim, <strong>Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro</strong> (José Padilha, 2010, Brasil) foi apresentado hoje em horário nobre na Berlinale: sexta-feira as 18:30, horário local. Em vez de ocupar um cinema “comum”, a première internacional da maior bilheteria do circuito nacional em 2010 ocorreu num teatro de 1.500 lugares, habitualmente dedicado a musicais &#8211; o Friedrichstadtpalast, que já gozava de grande fama e prestígio na época em que Berlim era dividida pelo muro. Outro diferencial para o filme Padilha é um bônus em exibições, uma vez que seu filme projetado 5 vezes, e não 3 como os demais participantes da Mostra Panorana. </p>
<p>Poucos jornalistas participaram da coletiva de imprensa marcada para o meio-dia (GMT). Em sua maioria, profissionais cobrindo o evento para veículos brasileiros. Um jornalista da Noruega e outro sul-africano – ambos muito bem informados sobre a realidade brasileira &#8211; eram os únicos representantes da imprensa internacional na entrevista.</p>
<p><strong>José Padilha</strong> tem muito a dizer, mas pouco a ouvir. <strong>Wagner Moura</strong> se provou muito habilidoso nos dois quesitos. Maria Ribeiro, vestida de forma austera e clássica não tinha muito o que falar e acabou assumindo um papel menor que uma coadjuvante. A atriz se mostrou tímida, e até mesmo assustada, perante a responsabilidade de participar do Festival de Berlim. Pela segunda vez, aliás.</p>
<p>José Padilha, sempre mais dissertativo do que necessário e mesmo falando com jornalistas brasileiros, discursava como se encarasse um repórter gringo, a quem precisasse explicar em detalhes a realidade brasileira. Nesse discurso, difícil mesmo é saber ao certo o que é tentativa de uma resposta ou aquilo que Padilha considera como verdade absoluta e sem qualquer possibilidade de questionamento.</p>
<p>Sempre com o tradicional boné de lã, fala sobre os 5 empregados de sua produtora, que trabalhavam na garagem da sua casa, como um menino que conta que saiu escondido com o carro do pai, os olhos brilham de felicidade. Padilha é, sem dúvida, um dos melhores diretores brasileiros da atualidade, mas também uma prova de paciência para jornalistas: hermético e egocêntrico, adjetivos esses nada bem-vindos quando se precisa de uma entrevista. </p>
<p>Já o ator Wagner Moura, se mostrou solícito e atento. Ciente de sua responsabilidade inerente ao Capitão/Coronel Nascimento, ele fala que não espera que o filme mude a realidade brasileira, mas diz valer a pena, se gerar o debate sobre a sociedade em que vivemos. Wagner também fala do aspecto trágico de seu personagem e durante a entrevista não descarta em nenhum momento um possível Tropa 3. </p>
<p>Depois da premiação com o Urso de Ouro e já tendo voltado pro Brasil, em entrevista à rádio CBN, Wagner Moura garantiu &#8220;&#8230;deixar o capitão Nascimento quieto&#8230;&#8221; descartando uma continuação, à época. Perguntei a ele o que o fez mudar de opinião; Wagner refletiu e respondeu:</p>
<p>&#8220;Quando Padilha me telefonou, eu logo percebi: esse cara tem ainda algo para contar, não está aqui de brincadeira.&#8221; e acrescentou confiar totalmente no diretor. Vale lembrar que Wagner Moura é também produtor do filme.</p>
<p><strong>Cidade de Deus</strong> e <strong>Tropa de Elite</strong> são divisores de águas no sentido da capacidade de espelhar a realidade sócio-política brasileira de forma que o europeu, que desconhece totalmente esse contexto, ganha real interesse em compreendê-la, ou pelo menos tentar, sem se armar tão rápido de estereótipos, como em tantos filmes no passado.  </p>
<p>Perguntado sobre as razões desse interesse pelo público internacional, Padilha delineou vários elogios aos dois filmes e a seus realizadores, falou sobre a ampla distribuição de <strong>Tropa 2</strong> em boa parte da Europa e dos EUA, mas passou ao largo e ficou, de novo, devendo a resposta.</p>
<p><strong>Tropa de Elite</strong> já é um marco do Cinema brasileiro, não só em Berlim e não só pelo Urso de Ouro de 2008. Isso é indiscutível. O europeu vê José Padilha como um cineasta em plena harmonia com o Zeitgeist, competente e sem papas na língua.</p>
<p>Dentre as várias lições de vida dadas pelo diretor na coletiva, está a maneira de se ver o mundo. &#8220;Hoje em dia é uma bobagem você ficar qualificando esquerda e direita. Isso é coisa de políticos para angariar votos nas eleições”, disse Padilha, filosófico, quando perguntado sobre críticas esquerdistas ao primeiro <strong>Tropa de Elite</strong>.</p>
<p>E como o aspecto da atualidade não poderia faltar, Padilha também palpitou sobre a situação no Egito afirmando que no Brasil, um movimento desses seria impossível: &#8220;Vivemos numa total democracia, votamos todos os anos&#8221;.</p>
<p>Para arrematar a lição de política internacional, Padilha mandou um recado à presidente Dilma Roussef, sugerindo que tome cuidado com Hugo Chavez, que, assim como Mubarak, é um ditador. </p>
<p>No final, jornalistas perdidos, sem saber realmente o que acabara de acontecer e sem avaliação imediata, o quão aproveitável será o material colhido. </p>

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		<title>Pirataria: suas causas e consequências</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 16:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Traçamos um panorama dos últimos grandes eventos ligados à pirataria de filmes, suas causas, consequências e a influência de tudo isso no público. por Luiza dos Reis, do Rio de Janeiro Vira e mexe o mundo do cinema é invadido por listas, sejam elas de indicados ao prêmios, de grandes sucessos ou fracassos, melhores da [...]]]></description>
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<div id="attachment_7628" class="wp-caption alignleft" style="width: 590px"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tropa_de_elite.jpg" alt="" title="tropa_de_elite" width="580" height="386" class="size-full wp-image-7628" /><p class="wp-caption-text">Tropa de Elite 2 ainda se beneficia da divulgação causada pela pirataria</p></div>
<blockquote><p>Traçamos um panorama dos últimos grandes eventos ligados à pirataria de filmes, suas causas, consequências e a influência de tudo isso no público.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Luiza dos Reis, do Rio de Janeiro</font></em></p>
<p>Vira e mexe o mundo do cinema é invadido por listas, sejam elas de indicados ao prêmios, de grandes sucessos ou fracassos, melhores da História ou do ano, vale tudo. Em 2010, pintou uma listinha curiosa cujo resultado foi muito interessante: o de filmes mais pirateados. E<strong> Avatar</strong> aparece em primeiro lugar na lista, que no Top 10 ainda tem outros dois filmes com grandes arrecadações em 2010, como <strong>A Origem</strong> e <strong>Homem de Ferro 2</strong>. Vale lembrar que a lista só conta as cópias obtidas por torrent, excluindo links diretos e a venda de cópias piratas, a prática mais comum no Brasil.</p>
<p>O curioso dessa lista é que Avatar também se tornou o filme de maior arrecadação da história até o começo desse ano, ao mesmo tempo que se diz que os downloads afastam o público do cinema, o que, em tese, contribui para redução na arrecadação. Esse argumento foi utilizado por Nicolas Chartier, produtor de<strong> Guerra ao Terror</strong>, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2010, que ameaçou processar aqueles que baixaram o filme, cuja arrecadação em território americano foi de apenas US$ 16 milhões e que, inicialmente, foi lançado no Brasil direto em DVD.</p>
<p>Outro caso em que a pirataria surge como influência para a repercussão dos filmes, é nacional.<strong> Tropa de Elite</strong>, cujo público &#8220;oficial&#8221; é de 2,4 milhões de espectadores, já era conhecido por uma audiência muito maior antes mesmo de sua estréia oficial. O número em si já é notório, ainda mais por se tratar de um filme nacional. Mas especula-se muito se o resultado seria possível sem o boca a boca gerado pela cópia vazada. Certamente a sua continuação, <strong>Tropa de Elite 2 &#8211; O Inimigo Agora é Outro</strong> (que acabou de sair em Blu-Ray), só foi viabilizada por conta da repercussão e influência do filme original, considerando-se todos os aspectos envolvidos em sua tragetória. Aliás, <strong>Tropa 2</strong> mostrou que, de alguma maneira, o enfraquecimento que se atribui ao cinema nos últimos anos não é universal. Uma conjunção de grande número de cópias em todo o país, interesse do público gerado pelo filme anterior, proteção dos rolos até o lançamento e a catarse causada pelo tema podem ser as responsáveis pelos mais de 6 milhões de espectadores e pelo filme de José Padilha ter se tornado o filme nacional mais visto de todos os tempos.</p>
<p>Essa equação, com algumas adaptações, poderia ser estendida aos demais filmes. Porém, são muitos os casos nos quais o espectador é visto como &#8220;criminoso&#8221; mesmo que tenha pago pelo seu ingresso ou comprado o DVD original. Mensagens nos filmes, tanto no cinema quanto nos DVDs, falam que pirataria é crime para quem não o comete, além de estabelecerem comparações risíveis.</p>
<p>Se tratando de filmes estrangeiros, há a questão da demora do lançamento em relação ao país de origem, havendo muitos casos em que filmes são lançados no Brasil quando no exterior já estão nas prateleiras das lojas de lá, ou nem isso. Algumas demonstrações de interesse, como o caso de<strong> Scott Pilgrim</strong>, possibilitaram o lançamento nos cinemas daqui, ainda que de maneira extremamente reduzida e demorada, já que são poucas cópias e em uma cidade por vez. No fim das contas, todo mundo teve a chance de ver o filme de Edgard Wright.</p>
<p>Mas a pirataria não é exclusiva da sétima arte. Livros, HQs e Séries de TV possuem casos marcantes nesse tipo de situação. <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte</strong>, o livro, foi fotografado página por página antes de seu lançamento oficial, o que gerou, não só a antecipação do desfecho da saga do bruxo, mas muitas traduções não oficiais feitas em grupo no mundo. Scans de quadrinhos são traduzidos e digitalizados com cerca de um ano de antecedência em relação ao lançamento oficial nas editoras brasileiras. Algo semelhante acontece hoje com os grupos de legenders, pessoas que traduzem e sincronizam as legendas das séries norte-americanas, disponibilizando horas após a exibição nos EUA e meses antes dos canais a cabo brasileiros. Por conta do crescimento desse tipo de atividade, algumas mudanças já podem ser notadas: a diferença nas datas de exibição já reduziu muito nos últimos meses, além dos lançamentos, como foi o caso de<strong> The Walking Dead</strong>.</p>
<p>Adquirir meios de entretenimento por links, arquivos e outros, tem uma série de desvantagens, como a perda de qualidade. Porém, para muitas pessoas, elas somem diante de situações que pode ser consideradas descaso por parte das distribuidoras e outras empresas. Resta descobrir maneiras de conciliar duas mentalidades e preocupações distintas quando se trata da pirataria.</p>
<p>Qual sua a sugestão?</p>

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		<title>A Rede Social: Os Efeitos que Quase Ninguém do Oscar Viu</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 12:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[A Rede Social]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
		<category><![CDATA[David Fincher]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[The Social Network]]></category>

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		<description><![CDATA[A Rede Social ficou fora da briga por Efeitos Especiais no Oscar 2011, embora merecesse levar o prêmio! Entenda as razões! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Semana retrasada os votantes da Academia entregaram seus envelopes com o destino de muitos filmes, especialmente nas categorias técnicas. O pai de uma colega de classe é [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/armie_hammer.jpg" alt="Armie Hammer / A Rede Social" title="Armie Hammer / A Rede Social" width="580" height="392" class="alignleft size-full wp-image-7614" /></p>
<blockquote><p><strong>A Rede Social</strong> ficou fora da briga por Efeitos Especiais no Oscar 2011, embora merecesse levar o prêmio! Entenda as razões!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Semana retrasada os votantes da Academia entregaram seus envelopes com o destino de muitos filmes, especialmente nas categorias técnicas. O pai de uma colega de classe é membro da elite dos Efeitos Especiais e contou uma história curiosa que me deixou estarrecido por vários aspectos; e, acredito, vá surpreender muita gente aqui! Gostei de <strong>A Rede Social</strong> (<em>The Social Network</em>, EUA, 2010) (<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/critica-the-social-network-o-filme-do-facebook"><em>leia crítica feita para o site Veja.com.br</em></a>) e, como de costume, mantive minha análise ao filme em si, sem esmiuçar muito seus detalhes técnicos e, felizmente, faço parte de uma geração que foi treinada sem o IMDB. Normalmente faço isso quando chega o DVD [agora só Blu-Ray, aliás, não compro mais o formato anterior, caso exista a opção] e me perco nos documentários. Entretanto, a história desse sujeito me tirou do eixo por defender uma tese: <strong>A Rede Social deveria ganhar o Oscar de Efeitos Especiais</strong>, mas não foi nem <a href="http://www.soshollywood.com.br/oscar-201-os-indicados/">indicado </a>por quase ninguém saber que os efeitos estavam lá! Conversa de maluco? Pior que não!</p>
<p>Enquanto assistia à entrega do SAG Awards fiquei encucado com uma coisa. O elenco de <strong>A Rede Social </strong>foi ao palco apresentar seu filme. Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, Armie Hammer, que faz um dos gêmeos Winklevoss e&#8230; ué, por que o outro gêmeo não foi?, pensei. Bom, ele não foi simplesmente por não existir. Hammer foi replicado ao longo de todo o filme de forma imperceptível, simplesmente perfeita. David Fincher usou dois atores e, mais tarde, substituiu o rosto de um deles pela segunda interpretação de Hammer. Não estou descobrindo a América, mas não fui o único a ser enganado. </p>
<p>Os membros da Academia de Efeitos Especiais também foram. Muitos tiveram que ser avisados especificamente, afinal, nem todo mundo leu a matéria publicada no <em>New York Post</em> sobre o processo. E é aí que entra a informação de bastidores, afinal, é, no mínimo, curioso saber que muita gente teria votado em <strong>A Rede Social </strong>se o estúdio tivesse feito uma campanha específica exibindo seus feitos, em vez de deixar o filme trabalhar por si. É um paradoxo, claro, arriscar a imagem de um bom filme ao valorizar um detalhe técnico, mas, com certeza, sua sutileza merece mais louros que surtos visuais de, digamos, <strong>Homem de Ferro 2</strong>. São duas escolas diferentes, dois objetivos distintos. </p>
<p><strong>A Rede Social</strong> é o tipo de filme no qual não se espera um banho de efeitos, afinal, teoricamente, ele nem precisaria usar esses recursos. Lembro de um caso recente do uso de gêmeos na aventura juvenil <strong>As Crônicas de Spiderwick</strong>, no qual Freddie Highmore foi duplicado de forma bem interessante por meio do uso de câmeras computadorizadas que recriavam a tomada anterior para que o garoto pudesse atuar duas vezes sem a necessidade de tela azul ou inserções forçadas. Isso ajudou a garantir o contraste, mas não surpreendeu pelo simples fato de duplicar um ator bem conhecido. David Fincher acertou em cheio ao utilizar um novato, assim, quem entrou para ser surpreendido pelo filme engoliu o truque sem pensar duas vezes!</p>
<p>Há cerca de 12 anos, participei de uma palestra no Itaú Cultural dada por um dos realizadores de <strong>Tron – Uma Odisséia Eletrônica</strong>. Entrevistei o sujeito para o <em>Estadão </em>e nunca me esqueci de uma resposta: a maior revolução dos efeitos não vai acontecer com um cara na motocicleta virtual, mas sim quando ele estiver numa moto de mentirinha e ninguém perceber! Estamos vivendo esse momento, no qual efeitos certeiros rompem as barreiras entre realidade e simulação e, efetivamente, é possível se filmar qualquer coisa, em qualquer lugar, com qualquer um sem prejudicar a experiência de se ver um bom filme.</p>
<p>Mesmo sem prêmio, <strong>A Rede Social</strong> entrou para meu rol de filmes fundamentais por conta desse aspecto [ok, já estava na lista antes, rs]. Definitivamente, uma grande realização.</p>
<p>E você, gostou do efeito? Percebeu o truque? Compartilhe sua impressão! </p>

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		<title>[Berlinale &#039;11] Dez anos da Perspectiva do Cinema Alemão</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/berlinale-03/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/berlinale-03/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Berlinale]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Berlim]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundada em 2001 com a entrada de Dieter Kosslick, a Perspektive Deutsches Kino é um fantástico painel para discussão e exposição dos filmes do Novo Cinema Alemão. Fátima Lacerda, especial para o SOS Hollywood BERLIM - Há pouco mais de 10 anos, o filme alemão era praticamente inexistente no Festival de Cinema de Berlim. Sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Stuttgart_Denk-mal_Berlinale_2011.jpg" alt="Stuttgart, Denk Mal. Divulgação." title="Stuttgart, Denk mal / Berlinale, 2011" width="580" height="326" class="alignleft size-full wp-image-7601" /></p>
<blockquote><p>Fundada em 2001 com a entrada de Dieter Kosslick, a <strong>Perspektive Deutsches Kino</strong> é um fantástico painel para discussão e exposição dos filmes do Novo Cinema Alemão.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">Fátima Lacerda, especial para o <strong>SOS Hollywood</strong></font></em></p>
<p><strong>BERLIM </strong>- Há pouco mais de 10 anos, o filme alemão era praticamente inexistente no Festival de Cinema de Berlim. Sobre o comando de Moritz de Hadeln, antecessor do atual chefe Dieter Kosslick, o cinema nativo tinha um caráter de álibi na programação. Na melhor das hipóteses, um filme na Competição, e olhe lá. </p>
<p>Naquela época, mesmo com poucos destaques contados nos dedos – praticamente aqueles que alcançavam fama internacional &#8211; o cinema alemão era considerado morto pela crítica. Conseguir levar alemães em massa ao cinema para ver filmes da terrinha era algo muito raro. Quando alguém numa roda de amigos sugeria a ida ao cinema para um filme alemão, as caretas dos outros presentes eram certeiras.</p>
<p>Com a posse de Dieter Kosslick, em 2001, e também com ajuda de Alfred Holighaus, à época cabeça da produtora Constantin Film, foi criada uma seleção dedicada ao Novo Cinema Alemão no Festival de Berlim, batizada: Perspektive Deutsches Kino. Uma das diversas faces da Berlinale.</p>
<p>A idéia casou perfeitamente com a situação favorável por conta do financiamento de filmes graças a apoio público de peso. Uma das mais ousadas instituições da época era a Fundação Cinematrográfica da abastada região da Wesfalia, que Dieter Kosslick chefiou por muito tempo antes de tomar a frente do Festival de Berlim. Durante seu reinado por ali, Kosslick avalisou muitos diretores como Tom Tykwer, Fatih Akin, Christian Petzold, Oskar Roehler e tantos outros indispensáveis na arte cinematográfica contemporânea alemã.</p>
<p>A Dobradinha Holighaus/Kosslick rendeu um fórum ao cinema alemão, ampliando sua visibilidade internacional e com intuito principal de instigar o interesse de distribuidores, diretores de festivais e proprietários de cinema durante os 10 dias do evento.</p>
<p>Em 2011, a Mostra Perspectiva do Cinema alemão comemora dez anos e, em termos de imporância, não deve nada às demais seleções da Berlinale. </p>
<p>A Alemanha conta com posição invejável na estrutura para financiamento cinematográfico. Mesmo projetos oriundos de Hollywood conseguem se aproveitar do incentivo, contanto que cumpram com a exigência de serem filmados na região da Westfalia. Com isso, outros setores acabam sendo reforçados, como o Turismo, por exemplo, cujo sucesso justifica facilmente o investimento do dinheiro do contribuinte – que poderia se incomodar com quantias “astronômicas” dedicadas ao cinema. Por conta disso, não é nada raro ver estrelas hollywoodianas filmando nas ruas de Duesselorf ou Colônia. </p>
<p>O outro lado da moeda é que um robusto apoio governamental tem suas desvantagens: </p>
<p>Antes, um adendo, os recursos públicos podem ser utilizados tanto por diretores renomados quanto por recém-formados pela Escola Superior de Cinema. Logo, há casos polarizadores – especialmente pelo lado ruim – quando se discute a razão de investimento em filmes dúbios, com roteiro de difícil acesso, quase total sublimação de diálogos e cenas no meio do nada. “Qual a finalidade de se apostar em algo tão ruim assim?”, perguntam os críticos. A resposta certa ninguém sabe.</p>
<p>De qualquer forma, a Mostra Perspectiva do Cinema Alemão é benéfica para todos; seja para jovens cineastas em busca de um empurrãozinho financeiro, seja para o público. Mais do que isso, ela serve como fórum certeiro, uma plataforma de exibição num festival internacional, com a cara de Berlim, ou seja, paraíso para tudo o que é novo, inusitado e pronto para experimentar novas linguagens.</p>
<p>Entre as melhores dicas da programação de 2011 está <strong>Eisblumen</strong> (Flores de Gelo), da diretora Susan Gordanshekan. O filme conta a história de uma amizade inusitada entre uma mulher solitária com avançados sinais de Alzheimer e um jovem natural da Bósnia, vivendo na ilegalidade e com os sobressaltos diários que isso implica. </p>
<p>A outra dica é o documentário <strong>Stuttgart, Denk Mal </strong>(Stuttgart, Pensa Bem) sobre os intensos protestos de todas as camadas da população contra o projeto milionário contra a construção da estação ferroviária subterrânea na cidade que abriga a matriz da gigante Daimler-Benz. Os protestos em Stuttgart se tornaram ao mesmo tempo espelho e válvula de escape levando à tona, a insatisfação generalizada do povo alemão com a política governamental. </p>
<p>Além de painéis sobre as andanças do filme alemão independente, esse ano a Mostra vai ter até festa de aniversário. O que não faltam são motivos pra brindar. Que venham mais 10 anos !<br />
Prost !</p>

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		<title>[Literatura Brasileira] Anônimos &amp; Urbanos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 16:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Anônimos & Urbanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Anos de trabalho duro e um sonho realizado. Assim pode se resumir a tragetória de Rob Gordon, publicitário, redator jornalístico, repórter, blogueiro, rei do sarcasmo e, agora, autor publicado com o lançamento de Anônimos &#038; Urbanos. Leia a entrevista! Texto e Foto: Fábio M. Barreto, de Los Angeles Uma pessoa na frente de um computador. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/urbano_sos.jpg" alt="" title="urbano_sos_fabiombarreto" width="580" height="422" class="alignleft size-full wp-image-7547" /></p>
<blockquote><p>Anos de trabalho duro e um sonho realizado. Assim pode se resumir a tragetória de Rob Gordon, publicitário, redator jornalístico, repórter, blogueiro, rei do sarcasmo e, agora, autor publicado com o lançamento de <strong>Anônimos &#038; Urbanos</strong>. Leia a entrevista!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">Texto e Foto: Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Uma pessoa na frente de um computador. A tela branca. Um cachorro correndo pela casa. Invariavelmente uma gargalhada, ou semblante desesperado, por conta de algum episódio da vida diária de um sujeito que mescla repentes de Woody Allen, maquinações corleônicas, textos inspirados sem ter passado pela escola de jornalismo, mas, invariavelmente, mergulhado no mundo do cinema e da música, é sinônimo de inspiração para <strong>Rob Gordon</strong>. No seu blog cotidiano – <strong><a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/">Championship Vinyl</a></strong> &#8211; ou em seu espaço de crônicas mais complexas – <a href="http://www.champ-chronicles.blogspot.com/"><strong>Championship Chronicles</strong></a> – esse profissional tão dedicado a um bom texto quanto à degustação de um bom churrasco, e com quem tive a honra de trabalhar por anos na <strong>Sci-Fi News</strong>, resolveu encarar o julgamento da vida literária. Meio que misturando sonho e obstinação, Gordon publicou por conta própria e usa um sistema de impressão on demand para espalhar suas palavras por aí com o livro Anônimos &#038; Urbanos, um apanhado interessante da carreira desse sujeito que passa o dia envolvido com o mercado de home entertainment e, quando o sarcasmo permite&#8230; ou ajuda, dependendo do assunto e do dia, cria belíssimos textos. </p>
<p>Aproveitei o bom desempenho do livro no Clube dos Autores (grupo responsável pela realização de diversos livros independentes) para bater um papo com Gordon que, mesmo com a mão machucada e enrolado com os intermináveis fechamentos de revistas, contou um pouco do processo de <strong>Anônimos &#038; Urbanos</strong>, seu estilo, sua carreira e outros aspectos da literatura e das crônicas atuais.</p>
<p>Aproveite! E, se gostar da idéia, <a href="http://clubedosautores.com.br/book/31586--Anonimos_e_Urbanos"><strong>compre o livro</strong></a>!</p>
<blockquote><p><strong>HORÓSCOPO</strong><br />
– Pois não? </p>
<p>– É do jornal? </p>
<p>– Isso mesmo. </p>
<p>– Eu gostaria de pedir a publicação de uma errata. </p>
<p>– Preciso transferir o senhor para o departamento de redação que fez a notícia original. Ela saiu em qual caderno? </p>
<p>– É no horóscopo.</p></blockquote>
<p><strong>Publicar sempre foi um sonho ou os leitores do Championship Vinyl  te convenceram a fazer o livro?</strong><br />
Um pouco dos dois. Acredito que todo mundo que escreve – ou, ao menos, quem escreve por paixão – sonha em publicar um livro. Ou seja, essa ideia sempre esteve aqui, especialmente a partir do momento em que o blog começou a andar pelas próprias pernas. Mas, de um ano, um ano e pouco para cá, os leitores começaram a me cobrar o livro, nos comentários do blog – dos dois blogs, na verdade. Isso, claro, serviu como um baita incentivo – me mostrou que não era um devaneio meu. Então, podemos dizer que sempre foi um sonho, mas que começou a ganhar forma mesmo por causa dos leitores. </p>
<p><strong>Você consegue ser sarcástico com você mesmo? Começar carreira literária com experiências próprias é sempre um caminho, mas o quanto do livro é você se expondo e o quanto é observação do mundo a sua volta?</strong><br />
O livro é uma mistura dos dois. Tem textos que sou eu disfarçado, outros nos quais são situações que eu vivi&#8230; Algumas crônicas até mesmo mesclam isso dentro do mesmo texto. E alguns são pequenos desafios que eu me proponho e que podem ou não estar ligados a algo que sinto no momento, ou a algo que vi. E, quando eu digo desafio, é justamente isso, criar uma situação sem saber como ela vai terminar, deixando os personagens me guiarem.  Isso aconteceu no Uma Segunda Chance. Eu estava andando pela rua, pensando em crônicas – eu faço isso o tempo todo – e sabe-se lá porque eu pensei “o que aconteceria se alguém entrasse num cartório tentando mudar sua data de nascimento?”. Aí eu precisei sentar num PC e escrever para ter a resposta. Mas não lembro o que eu estava pensando, ou sentindo, que me fez ter essa ideia. Mas, sim, tem alguns textos ali que sou eu, tentando canalizar – ou entender – alguma coisa que estou sentindo. Mas sempre tenho a preocupação de não deixar a coisa com cara de terapia, tem que ser um texto atraente para quem lê – e se possível, se identifique com aquilo. Senão, não é crônica, sou eu falando sozinho. E ninguém está interessado nisso. Eu não estaria. </p>
<p><a href="http://clubedosautores.com.br/book/31586--Anonimos_e_Urbanos"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/anonimos_e_urbanos_CAPA_sm.jpg" alt="" title="anonimos_e_urbanos_CAPA_sm" width="180" height="270" class="alignleft size-full wp-image-7550" /></a><strong>Essa identificação do leitor é o motivo da maioria dos personagens não ter nome?</strong><br />
Exatamente. O fato de o leitor se identificar com o que você escreve é muito importante, ainda mais num texto emocional. Daí o livro se chamar Anônimos &#038; Urbanos: a maioria dos protagonistas não tem nomes, apenas “ele” e “ela”. Eles podem ser eu, você, a menina que está na sua frente no metrô, o sujeito que você encontra no elevador do seu prédio todos os dias, mas não faz ideia do nome dele, ou o que ele faz para viver. Este livro narra as histórias dessas pessoas, que estão aí, nas ruas das cidades grandes, atrás de algo que muitas vezes nem eles sabem o que é. Dada as devidas proporções a respeito do talento – e que isso fique bem claro – é um misto dos anônimos de Will Eisner, em New York – A Grande Cidade e Avenida Dropsie, por exemplo; com os anônimos do Chico Buarque, de musicas como Valsinha, Olhos nos Olhos. Você não precisa saber o nome do personagem para se identificar ou se emocionar com sua história. Aliás, se os personagens não tiverem nome, eles podem ser exatamente quem o leitor quiser. Como eu disse acima, pode ser eu, você, o leitor, qualquer pessoa. </p>
<p><strong>Crônica é uma coisa que por muito tempo foi vinculada ao jornal diário, àquele articulista famoso a la Mario Prata, por exemplo. Sempre algo muito autoral e, nos bons casos, natural. Dá para aprender ou é daqueles tipos de texto que ou você domina, ou tá ferrado?</strong><br />
É um misto de dom com aprendizado. É possível sim aprender, lendo crônicas do Mario Prata, que você citou, ou mesmo do grande mestre que temos deste tipo de texto no Brasil, o Luis Fernando Veríssimo. Dá para aprender muita coisa lendo os textos do Veríssimo, como fazer o leitor se tornar íntimo do personagem em cinco linhas, qual o melhor momento para colocar a piada (ou o grande lance dramático do texto). Ele domina a construção disso como ninguém. Mas é preciso também ter talento para contar uma história, numa linguagem que faça o leitor se sentir perto de você, quase como se vocês estivessem numa mesa de bar. É isso, crônica – seja ela triste, engraçada, humorística – é forma escrita da conversa de bar. Mas a parte mais difícil de aprender – se é que se aprende em algum lugar – é pegar um acontecimento totalmente cotidiano, que normalmente poderia ser resumido em uma frase, e transformá-lo num texto inteiro.</p>
<blockquote><p><strong>ESTILOS</strong></p>
<p>– Eu adoro escrever diálogos, disse o Cronista. </p>
<p>O Romancista o olhou de cima a baixo, calmamente. Estavam bebendo há horas e ele sabia que, de forma inevitável, chegariam a este assunto. Sempre acontecia isso, e sempre discordavam. Detestava escrever diálogos, mas não sabia como continuar a conversa, dada a empolgação do outro a respeito do assunto. Mas era verdade: sempre odiara diálogos. Gostava mais de criar um clima para o leitor, explorando a descrição dos locais e a psicologia dos personagens. </p>
<p>– Porque é rápido, sabe? Um personagem fala, o outro responde, e o leitor fica sabendo mais sobre eles, ali, entre um travessão e outro. </p>
<p>Travessão. A simples menção da palavra fez o Romancista tremer. Detestava aquilo. Achava travessão algo totalmente desnecessário na língua portuguesa. Seus personagens não precisavam falar, eles o faziam por atitudes, por decisões. Sempre que se via encurralado num trecho em que não conseguiria escapar sem travessões, enchia a boca dos personagens de palavrões, somente para deixar clara sua revolta com aquilo.</p></blockquote>
<p><strong>Cinema ou literatura?</strong><br />
Precisa escolher? Olhe, se você colocar música na equação – deixando bem claro que dependendo do tipo de música – pode servir o três juntos, com Coca.</p>
<p><strong>Gelo e limão? (risos, piada interna&#8230; ou não, <a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/2006/08/geli-limo.html">leia mais aqui</a>)</strong><br />
Não. E não pode ser &#8220;Péps&#8221; também (risos).</p>
<p><strong>Já te disseram que se um dos seus textos fosse para o cinema, você seria o Woody Allen brasileiro? Nunca pensou em encarar um roteiro, em vez de ficar só do outro lado do balcão?</strong><br />
Nunca disseram, é a primeira vez [risos]. E, bem, tamanho de Woody Allen eu já tenho, faltam apenas os óculos, o nariz e a genialidade. Já pensei em roteiros, claro – estou sempre pensando em textos, mas não apenas em conteúdo, como em formato. Se bem que, até mesmo pela minha formação cultural, de assistir um filme atrás do outro, muitos dos meus textos têm essa linguagem de cinema, ou de teatro. Não é proposital, acho, é apenas como eu penso em termos de contar histórias– apesar de às vezes me forçar para fazer algo mais perto de literatura. Acabei de me lembrar que, anos atrás, uma menina comentou no blog dizendo que iria transformar uma crônica numa peça de teatro na escola em que ela lecionava, mas não lembro se vingou. Enfim, penso sim em roteiros, mas nunca calhou de aparecer algo. Quem sabe um dia?</p>
<p><strong>O que você diria ao Clint Eastwood se o encontrasse? </strong><br />
“Obrigado por ter feito <em>Os Imperdoáveis</em>.”</p>
<p><strong>O Champ é seu contato diário, seu &#8220;ganha pão&#8221; em termos de leitores, mas o livro segue outra pegada. Considera isso uma jogada de risco ou só mais um daqueles momentos de se testar e mostrar algo mais ao público? Algumas pessoas podem se &#8220;decepcionar&#8221; com o outro estilo, não?</strong><br />
O livro é todo baseado no outro blog, o Champ Chronicles, que é infinitamente menos conhecido que o Champ Vinyl. O ideal, claro, seria eu ter aproveitado o material do Champ Vinyl – a ideia original era reunir uns 80% do Champ, 10% do Chronicles e 10% de inéditos. Mas, conforme as pessoas começaram a pedir pelo livro – e a coceira por lançar logo – me fez mudar de ideia. O livro é todo feito em produção independente – absolutamente tudo, desde diagramação a revisão e os pedidos de desculpas pelos erros de digitação que passaram – o lançamento dependia apenas de mim. Assim, eu resolvi focar nos textos do Chronicles porque eles funcionam melhor isoladamente. Os textos do Champ são mais divertidos – e mais famosos – mas eles seguem certa ordem, especialmente no que diz respeito aos personagens da minha vida (minha Síndica, meu cachorro – o próprio blog e o seu azedume também é um personagem) e fazer estes elementos funcionarem em um livro seria um quebra-cabeças enorme.  Ou seja, o Chronicles funcionaria bem melhor nesta transição para o papel. Foi uma jogada de risco? Foi, bem grande – muita gente esperava por um livro com mais humor, e o tom é totalmente outro, mais reflexivo, com algumas crônicas até mesmo melancólicas. Há humor, mas numa intensidade menor. Porém, como a maior parte dos meus leitores conhece os dois blogs, podemos dizer que foi um risco calculado.</p>
<p><strong>O cinema cada vez mais foca no entretenimento como principal arma, deixando o questionamento social em segundo plano, especialmente em Hollywood. Isso, de certa forma, afeta também os livros? Digo isso, pois, por ser jornalista da área, esse tipo de influência ocorre de forma pesada. Claro que você manja horrores dos bons filmes (ele editou a Sci-Fi News Cinema, enquanto eu cuidava da Sci-Fi News e da Sci-Fi News Contos), mas as tendências de mercado precisam ser levadas em conta, certo? Especialmente quando se cria conteúdo.</strong><br />
O importante, sempre, é ter uma boa história para contar. Isso vale para uma crônica como para um filme. Tendo a boa história, você pode seguir o caminho que quiser – eu mesmo já inventei caminhos, por exemplo, <a href="http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/11/o-inferno-de-rob.html">narrando o drama que enfrentei ao assistir um filme no cinema de shopping (adolescentes, gritaria) em versos, brincando com o Inferno, de Dante</a>. Mas fiz isso mais por brincadeira. Queria escrever sobre o assunto, mas de uma forma que não ficasse um simples relato. Agora, você tem que ter um mínimo de noção do que o seu público espera. Não adianta você ter uma história interessante para contar e resolver narrá-la com a mesma linguagem de um Machado de Assis, ou na forma de uma Cantiga de Amigo, do século 15. Ninguém vai ler – a não ser que você deixe claro que isso é uma brincadeira, e até mesmo satirize o formato original –, você apenas jogou a ideia fora. Então, é preciso sim se “render” ao formato que o leitor quer, mas isso não impede, de forma alguma, você abandonar o questionamento social, emocional, ou qualquer outro que você queira levantar. É uma corda bamba, isso de tentar casar conteúdo com formato, mas é necessário.</p>
<p><strong>Escrever é arte, hobby ou necessidade?</strong><br />
Os três. É arte porque você precisa saber passar a ideia que você quer – que pode ser um questionamento, uma conclusão, um sentimento, qualquer coisa – de uma forma atraente, construindo frase por frase, se preocupando com ritmo, com desenvolvimento, até chegar onde imaginou. É necessidade por dois motivos. O primeiro, como eu disse, muitas vezes preciso escrever para entender – ou, ao menos, canalizar algo que eu esteja sentindo. Segundo, porque quem escreve sabe que escrever é uma das coisas mais viciantes e apaixonantes que existem. E é hobby porque é divertido. É muito divertido. É o mais perto que você consegue brincar de ser deus, atormentando a vida dos seus personagens, seja de forma cômica, triste, tanto faz. Às vezes parece que o texto inteiro está pronto na sua cabeça, e você precisa ir construindo, desvendando, como uma quebra-cabeças. Em outras, você não faz ideia de como aquilo vai acabar, descobrindo somente quando se aproxima do final dele. Terry Pratchett, o mestre por trás do DiscWorld, disse uma vez que “escrever é a coisa mais divertida que uma pessoa pode fazer sozinha”. Ele está coberto de razão.</p>
<p><strong>E o próximo livro?</strong><br />
Tenho ideias, algumas coisas rabiscadas. Difícil conciliar com a rotina, quando não se vive exclusivamente disso. Mas, certamente, independente do formato (contos? romance?) e do gênero, ele terá uma linguagem muito mais próxima do Champ Vinyl, que é o que acredito que os leitores estão esperando.</p>
<blockquote><p><strong>O HOMEM NA JANELA</strong></p>
<p>Anos depois, abriu uma garrafa de uísque, pegou um copo e foi até a janela. </p>
<p>Olhou as estrelas, olhou para as ruas. Sabia que ela estava lá fora, em algum lugar. Sempre soube disso, mas foi neste momento que percebeu que não fazia a menor idéia de onde ela estava, com quem estava ou muito menos o que estava fazendo. </p>
<p>E a idéia de simplesmente não saber se ela estava feliz ou não abriu um buraco em seu peito.
</p></blockquote>

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		<title>[SOS] Novos Temas, Versão Mobile e Anúncios</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 13:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SOS Hollywood agora aborda curso de cinema, ganha versão Mobile e, finalmente, tem alguns anúncios! Texto e Foto: Fábio M. Barreto, de Los Angeles Muita gente acredita na natureza cíclica da vida. É uma teoria que faz sentido, mas fica desagradável quando os ciclos vão e vem com uma velocidade meio absurda. Chega a ser [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/hollywood_sos.jpg" alt="" title="hollywood_sos" width="580" height="313" class="alignleft size-full wp-image-7560" /></p>
<blockquote><p>SOS Hollywood agora aborda curso de cinema, ganha versão Mobile e, finalmente, tem alguns anúncios!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">Texto e Foto: Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Muita gente acredita na natureza cíclica da vida. É uma teoria que faz sentido, mas fica desagradável quando os ciclos vão e vem com uma velocidade meio absurda. Chega a ser surreal. Em pouco mais de 3 anos, experimentei muita coisa aqui no SOS, sempre buscando o melhor modo de agradar e criar uma identidade relevante no mercado brasileiro, afinal, é impossível concorrer com os desalmados que passam o dia traduzindo os feeds e repercutindo todas as fofocas do cinema e da famigerada “cultura pop”. O SOS é o lugar maluco e sem medo de publicar textos longos, explicativos e, às vezes, especializados demais. Isso afasta muita gente, mas, por outro lado, agrada à maioria dos leitores que, mesmo sem comentar, está por aí desde os primórdios. É, você mesmo! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Antes de mais nada uma coisa bem importante: se você usa o celular para navegar, pode começar a entrar no SOS por lá mesmo, afinal, depois de um pouco de trabalho, o site tem uma versão mobile funcional mesmo para telefones menos dotados que o iPhone! Se funciona no meu Blackberry, funciona em qualquer aparelho recente! Caso você entre no site e ele não reconheça automaticamente sua configuração, vá até o final da página e clique em Switch to Mobile Site, aí ele vai te levar para a versão correta. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Voltando à vaca fria, muitas das tentativas, devo dizer, foram focadas num patrocinador fantasmagórico inexistente. Sabe aquele pensamento: vou publicar entrevistas exclusivas, análises únicas, matérias trabalhadas e isso vai atrair a atenção de alguém? Pois é, não deu em nada. Bem da verdade, a net brasileira só quer bobagem e essa é a verdade. Entretanto, isso não muda o fato de que o leitor do SOS e o ouvinte do SOS Cast faz parte da elite cultural dessa rede maluca. Parabéns para você! Para comprovar, basta ver os comentários no <a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-19-hayao-miyazaki/"><strong>SOS Cast 18</strong></a> ou na análise de <a href="http://www.soshollywood.com.br/um-sonho-despedacado/"><strong>Cisne Negro</strong></a>, que, aliás, foi invadida por bailarinos e bailarinas recentemente! </p>
<p>Troca de idéias sempre foi o objetivo de tudo isso. Se a informação que o SOS entrega não promover discussão e aprendizado, não há razão de ser transmitida. Isso gera sensações bem legais, sem dúvida. Assim como o resultado extremamente positivo do <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/soscollege/"><strong>#SOSCollege</strong></a> causou ótimas surpresas recentemente. Sinceramente, imaginava uma resposta mais amena e, no fim das contas, a série acabou se tornando uma das principais catalisadoras de comentários do site.   </p>
<p>São momentos assim que fazem o esforço valer a pena, de verdade. Como alguns dos leitores sabem, o SOS quase não tem receita. É triste, mas a verdade. Aquela fase com as notícias diárias até foi um jeito de tentar atrair mais leitores, mas foi contra os princípios do site e, naturalmente, foi perdendo o sentido até abandonarmos a idéia. Depois as meninas entraram na parada, mas, por inúmeras razões, não puderam continuar com tanta freqüência, logo, cá estou, novamente, tocando o barco sozinho. Afinal, é SOS Hollywood, né? Logo, se sou o único em Hollywood, está nas minhas mãos.</p>
<p>Entretanto, não é mais o caso. Não totalmente. Como vocês puderam notar, agora há uma série de anúncios nas páginas do SOS. O motivo é claro: necessidade de transformar o site em algo minimamente rentável não só pelo retorno profissional, mas para viabilizar sua manutenção. Faço por amor, mas cada hora dedicada ao site é uma hora longe da família. Elas sentem isso e eu também. É preciso haver algo mais e, como em todo trabalho, o fato de me dedicar aqui e poder curtir o tempo com elas com mais tranquilidade e alegria justificaria a ausência. Quero fazer o melhor site, logo, preciso de uma condição mais ideal. E vai acontecer, como resultado do esforço e no tempo certo. E esse tempo começa agora. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> Isso não é um pedido de cliques, longe disso, não é necessário fazer isso. É um esquema baseado na exibição, então, entrar no site e ler as matérias já dá conta do recado. Mas há um pedido, como sempre há. rs. Peço que ajudem a divulgar, que mostrem links interessantes a amigos e colegas – especialmente nas faculdades e ambientes de trabalho. Todo mundo conhece um bando de gente inteligente e disposta a ler coisas legais, não é mesmo? Foi assim que os grandes sites brasileiros, no boca-a-boca, e por que não funcionaria com o SOS? Só que preciso exclusivamente de você, leitor! Estou longe do Brasil, estou com a agenda cheia por causa da faculdade e do trabalho, então por que não fazermos um acordo interessante? Eu entupo o site com material legal e você, em troca, comenta no site e conta para um amigo por semana? Não é muito, não envolve dinheiro e, acredite, vai fazer toda a diferença do mundo por aqui!</p>
<p>Um abraço e obrigado pelo simples fato de ter chegado ao final desse email! Você é especial, com ou sem anúncios&#8230; bem, depois de 3 anos, não preciso ficar repetindo, né?</p>

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		<title>[SOSCollege #6] Uma Matéria Concluída, restam 11!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/soscollege-6/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 12:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[LACC]]></category>

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		<description><![CDATA[History of Motion Picture já era, mas o curso continua! Agora no modo multitarefa com 3 matérias ao mesmo tempo! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Alguns conceitos vão demorar para se enraizarem na minha mente acadêmica: o principal deles é a idéia de fazer uma matéria por mês, em vez de ter um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/bigfish.jpg" alt="" title="bigfish" width="580" height="339" class="alignleft size-full wp-image-7574" /></p>
<blockquote><p>History of Motion Picture já era, mas o curso continua! Agora no modo multitarefa com 3 matérias ao mesmo tempo!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Alguns conceitos vão demorar para se enraizarem na minha mente acadêmica: o principal deles é a idéia de fazer uma matéria por mês, em vez de ter um ano letivo definido. Janeiro e toda a jornada relatada até agora foram só por conta de uma matéria – History of Motion Pictures. E já pareceu uma avalanche de conteúdo, fluxo de trabalho, provas e novidades. Também pudera, o intensivão foi realmente pesado e a carga de leitura foi exaustiva e ainda bem que valeu a pena! Bom, assim espero, as notas só saem na próxima sexta-feira, tanto da tese de conclusão – ou Term Paper, como eles chamam – e também da prova final, que fiz na última quinta-feira. </p>
<p>Vou resumir o máximo possível para falar da prova final: basicamente, 60 perguntas teste e uma redação sobre a auteur theory – teoria do autor –, aquela definida por Truffault, Godard e seus amiguinhos na Carriers Du Cinema [postula que os diretores autorais tem estilos e temas constantes ao longo de suas carreiras, são capazes de controlar todo o processo desde o roteiro até a edição final e etc] sobre um filme visto em aula e, pelo menos, mais um trabalho do mesmo diretor visto por conta própria. Virei a noite de quarta-feira estudando e lendo o que faltava. Não recomendo ler 110 páginas dessa forma, de forma alguma. Hehe.<br />
Curiosidade da prova: precisava levar dois “Blue Books” para a redação. O blue book é um caderninho mixuruca pautado. Não entendi a razão de dois, afinal, só precisei escrever uma folha – frente e verso – e pronto. De qualquer forma, a professora misturou os cadernos de todo mundo e redistribuiu para evitar que algum engraçadinho tentasse colar. Achei divertido. </p>
<blockquote><p>Leia as outras matérias do <strong>SOSCollege </strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/category/soscollege/">clicando aqui</a>!</p></blockquote>
<p>Bem, fiz a prova teste, cai numas pegadinhas, mas deu pra fazer uns 80% fácil. Aí parti para a redação. Escolhi Tim Burton já que havíamos visto o curta <strong>Vincent </strong>(clique <a href="http://www.soshollywood.com.br/soscollege-5/">aqui </a>para assistir) e sei a maioria dos filmes dele de cor. Falei um bocado sobre <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/especial-wonderland/"><strong>Alice no País das Maravilhas</strong></a> e sobre <strong>Peixe Grande</strong>, um dos meus favoritos! Resisti ao impulso de escrever sobre George Lucas, pois ficaria meio óbvio comparar a fixação em “impérios do Mal” por conta do <strong>Freheit </strong>e <strong>Guerra nas Estrelas</strong>. Burton foi mais divertido nesse aspecto. Foi interessante escrever em inglês, sem dicionário, com relógio contando e, o pior, sem o computador para corrigir errinhos bobos! Devo ter errado uma porrada de coisa, mas era esperado. Definitivamente, algo que vou ter que aprimorar. Malditos computadores e seus corretores ortográficos! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para variar, algumas coisas não mudaram dos meus tempos de faculdade de jornalismo. Fiz a prova numa velocidade meio estúpida, demorei um pouco mais pra escrever de forma mais “humana” possível e fui o segundo a entregar. Revisar é para os fracos! E para os que gabaritam! Enfim, agora é esperar para ver as notas até o fim da semana.</p>
<p>Porém, nada de descanso. Depois de 5 semanas de pauleira com História, hoje cedo começa a aula de Introdução ao Cinema (Introduction to Motion Pictures), na quarta-feira tem História do Documentário (History of the Documentary Film) e, se tudo der certo, na quinta vou conseguir adicionar Beginning Motion Picture Workshop, que é a aula mais esperada das básicas: vou filmar meus primeiros curtas!!!! Mas essa estava cheia e vou ter que convencer o professor a me deixar entrar. Estou ansioso por essa, primeiro por começar a filmar – yeah! –, segundo, pelo fato de encerrar as 4 matérias básicas ainda no primeiro semestre de 2011. Com História concluída, faltam 11 matérias obrigatórias para pegar o certificado de Cinema Production! \o/</p>
<p>Vai ser uma semana daquelas! Especialmente com o monte de matérias que preparei para o SOS e com mais uma rodada de revisão do meu romance, que já está aguardando o ISBN!!! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Trabalho tem de sobra, mas o salário ó! </p>
<p>Até a próxima!</p>

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		<title>[Berlinale &#039;11] Glamour em Segundo Plano</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 18:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Lacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Berlinale]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Berlim]]></category>

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		<description><![CDATA[Madonna, Jafar Pahani e a ausência dos brasileiros na Competição foram alguns dos assuntos da coletiva de imprensa de abertura do Festival Internacional de Berlim. Leia matéria exclusiva! Fátima Lacerda, especial para o SOS Hollywood BERLIM - A Coletiva de Imprensa anual do Festival de Cinema de Berlim é o pontapé inicial do evento. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/coletiva_berlinale_timesunion.jpg" alt="Dieter Kosslick, diretor geral do Festival Internacional de Berlim Photo by Markus Schreiber / AP" title="Dieter Kosslick, diretor geral do Festival Internacional de Berlim  Photo by Markus Schreiber / AP" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7534" /></p>
<blockquote><p>Madonna, Jafar Pahani e a ausência dos brasileiros na Competição foram alguns dos assuntos da coletiva de imprensa de abertura do Festival Internacional de Berlim. Leia matéria exclusiva!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">Fátima Lacerda, especial para o <strong>SOS Hollywood</strong></font></em></p>
<p><strong>BERLIM </strong>- A Coletiva de Imprensa anual do Festival de Cinema de Berlim é o pontapé inicial do evento. A partir da primeira terça-feira de fevereiro só vai se falar nisso. Ruas repletas de painéis de vidro que expoem os cartazes e os enormes outdoors de uma das principais patrocinadores do evento, a L&#8217;oreal, com estrelas de Hollywood vendendo a beleza clássica. A escalação inclui Penelope Cruz, Diane Krueger ou Clauda Schiffer. A pergunta mais urgente dos jornalistas ano após ano é : &#8220;Quem vem ?&#8221;se referindo à estrelas e estrelhinas de Hollywood. </p>
<p>A lista desse ano é, de fato longa, mas sem grandes sensações:</p>
<p>Jeff Briges<br />
Josh Brolin<br />
Helena Bonham Carter<br />
Ralph Finnes (que estréia na direção com <em>Coriolanus</em>)<br />
William Hurt<br />
Jeremy Irons<br />
Diane Krüger<br />
Liam Neeson (que vai aproveitar para lançar <em>Unknown</em>)<br />
Vanessa Redgrave (uma das estrelas de <em>Coriolanus</em>)<br />
Kevin Spacey</p>
<p>A ausência de grandes diretores é explicada pela sempre presente fofoquinha de que os figurões dão preferência ao Festival Internacional Du’Film em Cannes, no mês de maio. Nesse ano, por exemplo, Terence Malick já confirmou a exibição de <em>Tree of Life</em> na Côte d’ Azur, mesmo com a pesada exibição do trailer na internet. O diretor dinamarquês Lars von Trier e o temido canadense, David Cronenberg, seguem o mesmo caminho. Cannes é o maior concorrente da Berlinale, mas isso pode ser muito proveitoso para cinéfilas e cinéfilos, pois Berlim tem maior foco numa cinematografia mais alternativa e em filmes, que, após o Festival, não estarão nas redes de cinema. É exatamente isso que exerce um fascínio inquietante nos aficionados.</p>
<p>Dieter Kosslick, o Leon Kakoff (organizador vitalício da Mostra de São Paulo) da Berlinale, se mostrou muito mais reservado do que nas coletivas dos anos anteriores. Ele sabe agradar igualmente a imprensa tablóide e os cadernos de Cultura como ninguém, mas, dessa vez, se comportou de forma quieta e comedida. Nada de piadas sobre filmes imbuídos do conceito sexo, drogas e rock’n roll e nem mesmo as tradicionais anedotas envolvendo algum astro do cinema. Vendeu o peixe só mesmo com o estritamente necessário.</p>
<p>Bem antes da coletiva, vazou a informação de que Madonna viria a Berlim, mas não ao tapete vermelho e sim ao mercado de vendas de filmes, que acontece paralelamente. Essa novela já tem um roteiro longo:</p>
<blockquote><p>Entenda:</p>
<p>Uma produtora de filmes, desconhecida de nós pobres terrestres, alugou uma sala de projeção no Mercado Europeu de Filmes, lugar reservado somente para a Imprensa, Compradores de filmes e/ou Donos de Cinemas e Diretores de Festivais.</p>
<p>Vazou o boato que seria possível exibir somente 3 minutos do filme de Madonna, mas, por enquanto, nem mesmo Beki Probst, a chefe do Mercado Europeu de Filmes sabe do paradeiro da cópia ou dos planos da superstar e não escondeu sua irritação durante a coletiva. </p>
<p>Resumindo: o filme terá exibição de apenas 3 minutos em Berlim, mas sua estréia oficial vai acontecer em Cannes. Para Madonna, a Berlinale é, claramente, um canal para vender seu trabalho e vai mostrar apenas sua faceta de negócios. </p>
<p>Para instigar a coletiva, Dieter Kosslick contou um pouco do enredo do filme, mas de forma tão complexa e emperrada que foi impossível não perceber os olhos interrogativos da platéia. Ninguém entendeu bufulhas.</p>
<p>Que bom nos encontramos em alto estágio de globalização e o Google é só uma dessas maravilhas. Uma biblioteca mundial, dentro da tela do meu notebook. O filme com o título de <em>W.E </em>conta a história de amor entre o Rei Eduardo VIII e sua amante plebéia, Wallis Simpson. </p>
<p>Em 2008, Madonna se apresentou na capital alemã com o filme <em>Filth and Wisdom</em> e bateu um recorde, um tanto mundano, mas um recorde: sua coletiva de imprensa foi a mais concorrida e lotada que o evento já viu até hoje!</p></blockquote>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/02/coletiva_reuters.jpg" alt="" title="coletiva_reuters" width="580" height="291" class="alignleft size-full wp-image-7535" /></p>
<p>Madonna não foi o único assunto nessa coletiva meio adormecida e sem muitas novidades. A manhã gelada e cinza do centro de Berlim pareciam espelhar o sentimento de Dieter Kosslick em relação à condenação do diretor iraniano Jafar Pahani a seis anos de prisão. O tema atinge o organizador de forma direta e pessoal. </p>
<p>Numa tacada genial, Dieter Kosslick decidiu manter vaga a cadeira vazia do diretor no Júri internacional e diz estar otimista, que ainda há chances de Pahani vir a Berlim e com um sorriso meio oportunista acrescenta: &#8220;Como diretor de um Festival, eu sempre tenho que ser otimista&#8221;. </p>
<p>A Solidariedade do Festival com o Pahani vai não é só da boca para fora. Os filmes do iraniano serão exibidos em todas as mostras do evento. <em>Offside</em> que levou o Urso de Prata, em 2006, será exibido no Berlinale Palast, cinema principal do Festival. A exibição no dia 11 não foi escolhido por acaso, afinal, é quando se comemora o aniversário da Revolução Iraniana de 1979.</p>
<p>Em diversos aspectos, a coletiva se difere das edições anteriores. Dieter Kosslick que sempre mostrava um competente mestre de cerimônia se mostrou muito reservado, pensativo, quase reflectivo. O número de jornalistas também foi bem menor que o habitual, talvez reflexo de um programa bem mais enxuto que a 60.a edição, em 2010. Mas a Berlinale não seria Berlinale se não houvesse muito para ver, descobrir e discutir depois de filmes polêmicos, inusitados, subversivos.</p>
<p>Perguntei a Dieter Kosslick qual a razão do cinema brasileiro não ter nenhum filme na corrida pelos Ursos pelo terceiro ano consecutivo. A resposta veio em tom jocoso: “Porque o nosso filme da competição está na mostra Panorama…” e antes que ele terminasse, me dei por cúmplice em voz baixa e com um sorriso e balbuciei um tanto contrariada: “<em>Tropa de Elite 2</em>!” Saí de lá balançando a cabeça e me lembrando que desde de <em>Tropa de Elite</em>, em 2008, apesar da intensa atividade cinematográfica no Brasil, a Berlinale não contou com um representante brasileiro na Competição.</p>
<p>Será que Berlim se deixou ofuscar demais pelo sucesso de bilheteria de Tropa de Elite 2 ou os cineastas brasileiros estão de olho em Cannes?</p>

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		<title>[Berlinale &#039;11] Cobertura Exclusiva Direto de Berlim</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 08:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fátima Lacerda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Berlim]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua 61.a Edição, o Festival de Cinema de Berlim começa hoje para a imprensa com cobertura exclusiva do SOS Hollywood, representado pela jornalista Fátima Lacerda, na gelada e cinematográfica capital alemã! Saiba como está o clima na cidade! It&#8217;s a Bingo! por Fátima Lacerda, Especial para o SOS Hollywood BERLIM - O Festival de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/berlinale_hurriyetdailynews.jpg" alt="Foto do Festival de Berlim. By Hurriyet Daily News." title="berlinale_hurriyetdailynews" width="580" height="385" class="alignleft size-full wp-image-7514" /></p>
<blockquote><p>Em sua 61.a Edição, o Festival de Cinema de Berlim começa hoje para a imprensa com cobertura exclusiva do SOS Hollywood, representado pela jornalista Fátima Lacerda, na gelada e cinematográfica capital alemã! Saiba como está o clima na cidade! It&#8217;s a Bingo!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fátima Lacerda, Especial para o <strong>SOS Hollywood</strong> </font></em></p>
<p><strong>BERLIM </strong>- O <strong>Festival de Cinema de Berlim</strong>, a <strong>Berlinale</strong>, é o maior evento cultural da Alemanha. Esse importância é espelhada não só pela presença de políticos do alto escalão, entre eles o Prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, com justa fama de festeiro, que não perde uma chance de estar na estréia do Festival, que ocorre entre 10 e 20 de fevereiro.</p>
<p>Ao contrário dos concorrentes Veneza e Cannes, Berlim é um Festival essencialmente feito para o público. Em nenhum outro Festival europeu de grande porte, os visitantes são tão atuantes. Apesar das longas filas para adquirir ingressos, sair de lá com as entradas é praticamente um sonho de consumo, algo que se leva para casa e exibe para os amigos. A compra online é igualmente bem estruturada, mas nem tudo é simples. Conseguir um ingresso para os filmes da Competição na corrida pelos Ursos de Ouro e Prata é bem mais difícil, mas, mesmo assim, não faltam histórias hilárias na disputa. Por exemplo, sempre aparece gente plantada na frente da sala de imprensa com um cartaz pendurado no peito “Procuro Ingresso” e a pessoa fica lá até aparecer uma alma caridosa dizendo: “Bitte schön!”, ou seja, “Aqui está!”. Definitivamente, cinéfilos e cinéfilas desconhecem temperaturas antárticas e sua determinação é impagável. Eu mesma já fiz alguns atos de caridade desse tipo. A expressão de espanto é o melhor agradecimento possível.</p>
<p>A outra face do festival é seu caráter político. <strong>Dieter Kosslick</strong>, diretor, cabeça e coração da Berlinale disse, certa vez, que um dos papéis do Festival é fazer do mundo um lugar melhor, focando no que acontece ao nosso redor.</p>
<p>Esse ano, o Festival amplia ainda mais seu teor político. O diretor iranino <strong>Jahar Panahi</strong> foi convidado para integrar o Júri Internacional, dessa vez comandada pela atriz ítalo-americana Isabella Rossellini. Nesse meio tempo, o diretor de <strong>Offside</strong> (vencedor do Urso de Prata em 2006) foi condenado à prisão domiciliar e proibido de exercer sua profissão por 20 anos. O protesto no site do Festival foi imediato assim com a garantia de total apoio a Pahani.</p>
<p>Por meio de nota oficial, todos os membros do Parlamento Alemão declararam sua solidariedade ao diretor considerando a medida como arbitrária e contrária ao livro exercício da arte. Dieter Kosslick quer pagar para ver e decidiu manter a cadeira de jurado vazia, ou seja, a ausência vai se transformar numa presença na mídia internacional durante 10 dias gerando cobertura negativa de imprensa para o governo iraniano ao longo do Festival.</p>
<blockquote><p>A mensagem de Kosslick para o mundo durante o Festival é clara: Berlim não se esquece, nem apaga o que acontece no mundo. </p></blockquote>
<p>Durante o evento, Berlim fica na ponta dos pés. A cara da cidade muda. Rostos novos, muitas pessoas nas ruas, longas discussões depois das seções e a maravilhosa sensação de que o mundo está todo aqui. Quem vem se encanta, quem está por aqui vê uma Berlim mais colorida em pleno inverno. Um burburinho se faz onipresente, a noite vira dia, as festas são obrigatórias, defender esse ou aquele filme um caso de vida ou morte, figurativamente, claro. O simples ato de entrar, ou não, em um cinema vira caso existencial. A cidade, que durante todo o ano já respira arte, exala cinema durante e é palco do caldeirão de aficionados, que depois de noitadas longas, se reencontram às 9 horas da matina para o início de um longo novo dia.</p>
<p>Suas diferentes mostras paralelas &#8211; <strong>Panorama</strong>, <strong>Fórum</strong>, <strong>Perspectiva do Cinema Alemão</strong> e <strong>Generation </strong>- literalmente acolhem um público de ecleticidade fenomenal, sem falar no número de estrelas de Hollywood com quem se esbarra nas ruas, na galeria ou simplesmente nos requintados shoppings da Friedrichstraße, que nos tempos da cortina de ferro, por ser do lado oriental, era herma, austera e muito cinzenta.</p>
<p>Sylvester Stallone comprando relógio de luxo, Diane Krueger jantando no badalado Restaurante Bochardt’s, Brad Pitt e Angelina no café no centro da cidade ou Charlie Watts simplesmente fazendo um passeio a pé, tudo isso é o dia-dia do Festival.</p>
<p>Quando o Festival chega ao fim, no dia 19, os berlinenses invadem o cinema. O “Berlinale Kinotag” mostra uma pequena coletânea dos filmes exibidos no Festival. Entre eles, pode estar um premiado da noite anterior. O valor dos ingressos é de aproximadamente R$ 14. Tudo que acontece por aqui é uma verdadeira declaração de amor à Sétima Arte. Difícil mesmo é acordar na segunda-feira seguinte, com aquela sensação de ressaca cultural, estar, ao mesmo tempo, cansada e saudosa. Para aguentar a barra, só mesmo adaptando livremente um ditado do futebol alemão: “Depois da Berlinale é antes da próxima Berlinale!”</p>
<p>A festa começa no dia 10 e você vai saber de tudo aqui no <strong>SOS Hollywood</strong> Enquanto isso, veja uma mensagem em vídeo da nossa correspondente local.</p>
<p><center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/i6XJCTZuBGY" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><em><font size="-1"><strong>Fátima Lacerda </strong>é jornalista freelancer, gestora cultural e curadora de filmes. Radicada há anos na Alemanha, cobre o Festival de Berlim ininterruptamente desde 1998 para veículos brasileiros e alemães.</font></em></p>

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		<title>[Análise] Bravura Indômita</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Bravura Indômita]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bridges]]></category>
		<category><![CDATA[True Grit]]></category>

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		<description><![CDATA[Esnobado pelo Globo de Ouro, mas reconhecido tanto pelo Oscar quanto pelo SAG, Bravura Indômita corrige a linha temporal do cinema e reconcilia o mainstream com a distante realidade na qual faroestes caíram em desuso. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Quando perguntei a Jeff Bridges o que significava ter &#8220;bravura indômita&#8221;, o true [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/true_grit_04.jpg" alt="" title="TRUE GRIT" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7502" /></p>
<blockquote><p>Esnobado pelo Globo de Ouro, mas reconhecido tanto pelo Oscar quanto pelo SAG, <strong>Bravura Indômita</strong> corrige a linha temporal do cinema e reconcilia o <em>mainstream </em>com a distante realidade na qual faroestes caíram em desuso. </p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Quando perguntei a Jeff Bridges o que significava ter &#8220;bravura indômita&#8221;, o <em>true grit </em>do título original, ele respondeu sem pensar: &#8220;é ter determinação suficiente para levar uma coisa até o final&#8221;. Encerrar as coisas. Não deixar nada pela metade. Melhor descrição impossível para o Velho Oeste, época imortalizada pelo cinema com seus duelos, pistoleiros renegados, conflitos com índios e onde o Bem e o Mal era claramente definidos. Muitas interelações são tratadas quando se está diante do novo filme de Joel e Ethan Coen, responsáveis por uma nova leitura do livro de Charles Portis, que inspirou uma versão cinematográfica em 1969, dando o único Oscar de Melhor Ator a John Wayne. Um ano depois de receber sua própria estatueta, Jeff Bridges aparece no mesmo papel em <strong>Bravura Indômita</strong>, como se buscasse corrigir um erro histórico. Ele integrou o elenco de <strong>O Portal do Paraíso</strong> (Heaven&#8217;s Gate, 1980), exagero anti-faroeste de Michael Cimino responsável pelo enterro simbólico do gênero na Hollywood moderna. Se <strong>Os Indomáveis</strong> (3:10 to Yuma, 2007) foi o tubo de ensaio para esse retorno sólido, <strong>Bravura Indômita</strong> encerra a questão. Os faroestes podem, e devem, voltar. </p>
<p>Desde sua gênese, os faroestes mostraram a Hollywood &#8211; bastante acostumada aos estúdios e às locações californianas &#8211; a força da natureza, sempre diminuindo o homem e suas mesquinharias perante montanhas imponentes ou desfiladeiros eternamente desafiadores. O trabalho de câmera de <strong>No Tempo das Diligências </strong>(Stagecoach, 1939) fez do Monument Valley, em Utah, um personagem tão obrigatório quanto Ringo (John Wayne) ou Dallas (Claire Trevor), impressionante mesmo com fotografia em preto e branco. O gênero foi explorado à exaustão no cinema em cores, porém, pouco viu das maravilhas das câmeras 4K e a altíssima definição. O Velho Oeste ficou guardado para o atual estado de desenvolvimento tecnológico. Jeff Bridges honra o personagem emblemático &#8211; adaptado diretamente do livro de Portis, não do filme de Wayne &#8211; e permite a erupção de um talento nato: <strong>Hailee Steinfeld</strong>, como a obstinada Mattie Ross. É dela a bravura indômita do título, é dela a responsabilidade de mediar a onda proativa de Matt Damon com a calmaria, por vezes excessiva, de Bridges, um leão esperando para estraçalhar sua presa. Entretanto, o maior mérito de <strong>Bravura Indômita</strong> está nas mãos dos Coen, profundos conhecedores do ambiente a sua volta. É como se eles fizessem faroestes há décadas e dominassem totalmente aquelas palhetas de cores. A assinatura visual de <strong>Onde os Fracos Não Têm Vez</strong> pode ser reconhecida ali. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/true_grit_01.jpg" alt="" title="TRUE GRIT" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7499" /></p>
<p>Paul Thomas Anderson foi explícito ao anunciar que &#8220;haveria sangue&#8221; em seu <a href="http://www.soshollywood.com.br/sangue-negro/"><strong>Sangue Negro</strong></a>, talvez a melhor plataforma da década na preparação para esse público mais apto a receber Bravura Indômita, cinematográficamente falando; <strong>Os Indomáveis</strong> impressionou, mas concentrou esforços em Christian Bale e Russell Crowe; enquanto <strong>Appaloosa </strong>ficou indeciso entre entregar a responsabilidade a Viggo Mortensen ou a Ed Harris (também diretor do longa) e obteve um resultado mais ameno, pouco atraente ao público do cinemão. Os Coen deixaram a paisagem trabalhar, permitindo que Bridges, Hailee e Damon levassem sua perseguição a seus recônditos como intrusos ousados, sempre garantindo aquela sensação de urgência perante o desconhecido. Cada curva pode revelar algo novo, seja um cadáver enforcado no meio do nada, ou vilões prontos para dar o bote. </p>
<p>Numa dinâmica de meias verdades &#8211; na qual Rooster Cogburn é tão justiceiro quanto agente federal, de acordo com seu humor ou teor alcoólico no dia &#8211; existe apenas uma certeza: a morte é inexorável e irrelevante no Velho Oeste. Paradoxal ver o gênero construído ao redor do homens da lei, responsáveis por civilizar a fronteira mais romântica da sociedade norte-americana se revelar tão descontrolado e à mercê de políciais cuja melhor definição seria a de caçador de recompensa. Claro, havia o sentido de impor a justiça, mas nada acontecia sem o interesse pessoal. <strong>Bravura Indômita</strong> traz dois elementos memoráveis: Rooster, que pode, facilmente, ser apontado como a gênese dos dois maiores papéis de Jeff Bridges até o momento &#8211; o Cara, de <strong>O Grande Lebowski</strong>, e o oscarizado Bad Blake, de <strong>Coração Louco</strong>; e um festival de cenas belíssimas, seja pelo visual do Oeste ou pela simplicidade de sua essência &#8211; como o tiroteio final &#8211; utilizados com consciência e valor dramático. O embate entre Tom Chaney (Josh Brolin) e Mattie ganha força pelo cenário inusitado, um vau paradisíaco. Embora não exista construção direta para a tensão do encontro, suas condições são expostas desde a abertura, quando, aos poucos, a lente vai ganhando foco e revela a fatídica noite em que o pai de Mattie foi morto por Chaney. Nada é gratuito nessa composição.</p>
<p>Esse novo <strong>Bravura Indômita</strong> fecha uma trinca de respeito. Distante da alcunha de remake do filme de 69, o longa-metragem promove um novo modo de se olhar para aquele período histórico. Nada nada, são 42 anos de distância e evolução social entre as duas adaptações, logo, o modo de se pensar cinema mudou e é aí que o irmão mais novo entre com critério, mérito e sem grandes rompantes de sátira social dos Coen. É um retrato de época. Com sua natureza bela e rude. Falha e destemida. Mas, para todo os efeitos, movida muito mais pela obstinação do que pela honra e o brilho da estrela do xerife ou o desejo por um Oeste livre dos foras-da-lei.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/true_grit_02.jpg" alt="" title="TRUE GRIT" width="580" height="330" class="alignleft size-full wp-image-7500" /></p>

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		<title>[SOSCollege #5] Provas, Trabalhos e Curtas</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 12:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[SOS College]]></category>

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		<description><![CDATA[Ver filmes é só o começo do curso e a temporada de provas veio contudo, mas quem disse que parei de ver coisas legais? Hoje tem uma seleção de curtas para você! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Assistir aos filmes é a apenas o começo, como bem diz o RapaduraCast. A regrinha vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/jack_nicholson.jpg" alt="" title="jack_nicholson" width="580" height="389" class="alignleft size-full wp-image-7488" /></p>
<blockquote><p>Ver filmes é só o começo do curso e a temporada de provas veio contudo, mas quem disse que parei de ver coisas legais? Hoje tem uma seleção de curtas para você! </p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Assistir aos filmes é a apenas o começo, como bem diz o <em>RapaduraCast</em>. A regrinha vale para a faculdade, afinal de contas, é um barato passar as tardes enfurnado numa sala de cinema vendo e revendo clássicos e debatendo suas técnicas e estilos. A diversão tinha data para acabar desde o começo, afinal, lá no começo, a professora Michele Gendelman [que é um clone da Catherine Ohara] havia definido todas as datas. Perdeu a prova ou tirou nota baixa, já era. Não foi para a aula, já era. Participação contava bastante, mas 90% nunca abriu a boca. De qualquer forma, a primeira prova chegou apavorando o pessoal e a segunda, e final, já está quase aí, mas vamos por partes, como diria Jack.</p>
<p>Embora discorde de provas como método de avaliação, independente do país ou contexto, nunca tive medo ou fiquei (muito) estressado por conta delas. Eram 30 questões sobre 200 páginas, uns 21 filmes e detalhes de gêneros, estilos e enquadramentos e movimentos de câmera. Bastante material para duas semanas e meia de aula. Mas era sossegado, afinal, tirando datas e alguns detalhes técnicos, a maioria das informações são coisas que a gente conhece por prática, mas nunca deu nome a elas. Tem uma coisa chamada swish pan, por exemplo (veja outros termos <a href="http://www.simplyscripts.com/WR_glossary.html">aqui</a>), que Orson Wells usa na cena do café da manhã em <strong>Cidadão Kane</strong>. É uma técnica. Você já viu milhares de vezes, tanto que pouca gente usa, mas até aí associar tantos nomes a tantas coisas num período tão curto de tempo pode ser um pouco trabalhoso. Fato é, estava empolgadão com a prova. Fazia tempo, rs! Bem, acabou não sendo tão difícil, pois, como falei no <a href="http://www.soshollywood.com.br/soscollege-04/"><strong>SOSCollege #4</strong></a>, o pessoal pediu tanto que a professora fez o tal do study guide, e foi só alinhar uma boa pesquisa e estudo com as informações para gabaritar. Bem, quase. Sabia que ia errar os benditos aspect ratio e não deu outra, é tanto número desde os filmes de Thomas Edison que a cabeça do véio se cafundiu e pimba, errei o tamanho do filme em 1931, que era 1.37 para 1. Também vacilei por ter discordado da professora no conceito principal de comédias românticas. Considerei amor como a resposta, ela queria “o processo de ficar ou se manter apaixonado”. Faz sentido, mas achei um tanto subjetivo demais.  No fim das contas, tudo bem. 104 de 114 possíveis.</p>
<blockquote><p>Leia as outras matérias do <strong>SOSCollege </strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/category/soscollege/">clicando aqui</a>!</p></blockquote>
<p>E o que isso quer dizer, em termos de nota? Pois é, fui perguntar e a Catherine Ohara&#8230; oops, professora tirou um sarro de leve “se 100% é tudo, logo, 104 é acima do máximo, certo”. Haha pra ela. A conta foi assim: as 30 perguntas valiam 100%, enquanto 5 perguntas extras dariam os outros 14% de “extra credit”. Ou seja, os errinhos no teste foram cobertos pelos acertos nas adicionais e fiquei na faixa máxima de nota. Uma psicopata falastrona da sala, que estudou na UCLA e trabalha na área há anos (ainda não sei o que ela está fazendo ali, rs) gabaritou pesado com 114%. Fiquei feliz e, inevitavelmente, lembrei da reação da minha amiga assessora de imprensa da Paramount em LA quando contei para ela: você devia estar dando essa aula! Eu até sei umas coisas, mas estou ali para aprender mais, especialmente na parte técnica. E esse resultado mostra que aprendi um bocadinho a mais. Missão cumprida. Bem, pelo menos até agora, pois o fim da matéria se aproxima.</p>
<p>E com ele a temida prova final e o apavorante term paper, uma mini-monografia de 3 páginas fim de curso. Quer dizer, temida e apavorante para o resto do povo. Convenhamos, escrever 3 páginas com espaço duplo é fichinha para o meu fluxo de produção, mesmo em inglês. Os outros estrangeiros do curso entraram em parafuso, pois, além disso, vão ter que escrever uma redação de duas páginas na prova, sem consulta e à mão! Nego pirou. A vontade de dar aquela gargalhava malévola foi gigantesca, mas nem todo mundo sabe escrever, assim como nem todo mundo entende de números ou sabe dirigir. Cada um na sua. A prova vai ser bem pesada com 60 questões e a redação, mas claro, acabou de pintar um mini-study guide, por insistência da galera que tirou nota baixa no primeiro exame. Mas a professora resolveu ser maldosa e deu apenas as páginas e assuntos específicos que serão avaliados, o que reduziu o espectro de leitura, mas não ficou de mão beijada como da primeira vez. Vai ser um teste e tanto.</p>
<p>Quanto à redação, ela vai ser uma avaliação da teoria do autor. Precisamos escolher um diretor, diferente da dupla eleita para o term paper”, e discutir seu estilo em diversos filmes. Estava dividido entre George Lucas (vimos <strong>Freiheit</strong>, curtinha dele) e Alfred Hitchcock, mas ontem revi <strong>Vincent</strong>, “o guardanapo da Pixar de Tim Burton”, e vou encarar as maluquices dele. A vantagem é que não preciso rever nada e seus principais filmes estão gravados na memória. Vai ser bacana. </p>
<p>Ah sim, o trabalho. Tenho que comparar <strong>O Monstro do Ártico </strong>(The Thing from Another World), o original de 1951, não o remake do John Carpenter (que até gosto mais, sinceramente), com <strong>Aliens – O Resgate</strong>. Comecei a escrever em formato de artigo e, quando vi, já tinha 8 páginas. Aí o gênio resolveu ler as orientações da professora. Dancei. Sabia que eram 3 páginas, mas fui despejando idéias. O problema era seguir as normas de trabalhos acadêmicos – que sempre foram um porre, mesmo no Brasil – e fazer tudo com espaço duplo. Basicamente, esse texto é quase do tamanho do trabalho inteiro. É pouco. Ok, não quero comparar com minha tese de pós-graduação, que tinha 30 e tantas páginas, mas só 3 é pouco. Fiquei com a impressão de ter nivelado por baixo, mas enfim. </p>
<p>Comecei a escrever no formato certo ontem de noite, depois de rever <strong>Alien &#8211; O Oitavo Passageiro</strong>, <strong>Aliens </strong>e <strong>O Monstro do Ártico</strong>. Acabei agora de madrugada. Ficou com 3 páginas e meia, não coube no limite. Paciência. Não vou cortar conteúdo bacana, mas isso não deve ser problema. Escolhi Ficção Científica para ficar à vontade com os termos na hora de escrever em inglês e funcionou perfeitamente. Assim que entregar, publico aqui para vocês. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Como não sou bobo, pedi para uma amiga professora e pesquisadora em Connecticut dar uma revisada técnica, afinal, quero deixar o trabalho redondinho e tirar nota boa, claaaaro!</p>
<p>Bom, por hoje é só&#8230; ou não, tem mais coisa aí embaixo! :p</p>
<h2>Sugestões de curtas:</h2>
<p>Vi a maioria desses curtas em aula e achei alguns na internet para criar uma lista interessante. Espero que gostem! E aproveitem para opinar aí nos comentários!</p>
<p><strong>Vincent</strong>, de Tim Burton, 1982, narrado por Vincent Price.<br />
<Center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/QkmKhd_h3lk" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><strong>Freheit</strong>, de George Lucas, 1966<br />
<center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/wx330bGmxIk" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><strong>Xenogenesis</strong>, primeiro filme de James Cameron, em 1978<br />
<center><embed id=VideoPlayback src=http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-8786521104625863614&#038;hl=en&#038;fs=true style=width:400px;height:326px allowFullScreen=true allowScriptAccess=always type=application/x-shockwave-flash> </embed></center></p>
<p><strong>The Big Shave</strong>, de Martin Scorsese, 1967<br />
<center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/EJim-isTEdU" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><strong>My Best Friend’s Birthday</strong>, incompleto de Quentin Tarantino, 1987<br />
<center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/0xCGSWJDfLM" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><strong>The Piano</strong>, de Aidan Gibbons, 2006 (animação mediana, mas sempre me emociona)<br />
<center><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/embed/-ZJDNSp1QJA" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></center></p>
<p><strong>The Black Hole</strong>, de Phil Sansom e Olly Williams, 2008 (inglês divertidíssimo e surreal)<br />
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="580" height="356" src="http://www.youtube.com/embed/P5_Msrdg3Hk" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>Qual seu favorito? Deixe sua opinião!!!! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[Oscar 2011] Os Indicados</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 17:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Academy Awards]]></category>
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		<description><![CDATA[O Discurso do Rei é favorito numericamente, Jeff Bridges volta a concorrer como Melhor Ator e Toy Story 3 concorre a Melhor Filme num ano cheio de filmes dignos da premiação. Vai ser uma disputa marcante! E sai a lista de indicados ao Oscar 2011, com franco favoritismo para O Discurso do Rei (The King&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/oscar2011_indicados.jpg" alt="" title="oscar2011_indicados" width="580" height="317" class="alignleft size-full wp-image-7474" /></p>
<blockquote><p>O Discurso do Rei é favorito numericamente, Jeff Bridges volta a concorrer como Melhor Ator e Toy Story 3 concorre a Melhor Filme num ano cheio de filmes dignos da premiação. Vai ser uma disputa marcante!
</p></blockquote>
<p>E sai a lista de indicados ao Oscar 2011, com franco favoritismo para <strong>O Discurso do Rei</strong> (The King&#8217;s Speech) e surpreendente segunda nomeação seguida para Jeff Bridges, por <strong>Bravura Indômita</strong>, os escolhidos são muito fortes &#8211; especialmente em Melhor Filme &#8211; e há pouco espaço para discussão em termos de merecimento, ao contrário do ano passado, quando a a Academia indicou filmes que, claramente, apenas cumpriam tabela entre os 10. Literalmente, é uma briga de cachorro grande.</p>
<p>Algumas ausências: Lee Smith pela edição de <strong>A Origem</strong> (Inception) e Woody como Melhor Ator! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  Brincadeira, mas pensemos, <strong>Toy Story 3</strong> está indicado em 4 categorias (isso sem contar melhor curta animado, por <strong>Day &#038; Night</strong>, que foi exibido com ele nos cinemas), logo, faria sentido homenagear o caubói. Ok, ok. A Academia não consegue ser tão vanguardista assim. Deve ser por culpa do Clu, aliás, <strong>Tron: O Legado</strong> não foi indicado nem nas técnicas. Mas é justo. Se bem que aquela ofensa cinematográfica chamada <strong>Lobisomen</strong> (The Wolfman) está indicada em Maquiagem. E ainda estou lutando para tentar colocar Michelle Williams e Oscar na mesma frase sem ter a impressão de que estou tirando sarro ou que alguém cometeu um erro, rs.</p>
<p>Vai ser uma bela briga. Quem resolver &#8220;apostar&#8221; deve confiar muito no próprio taco ou arriscar perder feio.<strong> O Discurso do Rei</strong> tem mais chances e é um filmaço. Já reparou como Colin Firth tem feito diversos filmes fantásticos nos últimos oito anos? Comecei uma torcida discreta por ele recentemente. É esperar para ver. Dá para antecipar que <strong>Toy Story 3</strong> não leve, ganhando apenas em Mellhor Animação, e também que <strong>A Origem</strong> (Christopher Nolan não foi indicado a Melhor Diretor) fique de fora pelo eterno ranço da Academia contra a Ficção Científica. Os filmes são indicados, mas ganhar que é bom, necas. Avatar2010feelings. Não é caso de revolta nem de sair por aí xingando, é questão de adequação. O filme é bom, marcou historicamente e isso tem que bastar. Garanto, Nolan não ficou de mau humor e nem pensou em se jogar da ponte com essa notícia. O cara sabe que fez um filme bom. Isso deveria bastar para todos. </p>
<p>Bom, aí vai a lista &#8211; em vídeo e texto. Tire suas próprias conclusões, aposte &#8211; se quiser &#8211; e curta o tempinho de espera entre hoje e a noite de entrega. Como de costume, o Brasil vai assistir ao programa pela TNT, em 27 de fevereiro. </p>
<p></center><object width="416" height="374" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="ep"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=showbiz/2011/01/25/bts.oscar.nominations.cnn" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=showbiz/2011/01/25/bts.oscar.nominations.cnn" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="416" wmode="transparent" height="374"></embed></object></center></p>
<p>Lista de Indicados ao 83.o Academy Awards:</p>
<h2>Melhor Filme</h2>
<p>&#8220;Black Swan&#8221;<br />
&#8220;The Fighter&#8221;<br />
&#8220;Inception&#8221;<br />
&#8220;The Kids Are All Right&#8221;<br />
&#8220;The King’s Speech&#8221;<br />
&#8220;127 Hours&#8221;<br />
&#8220;The Social Network&#8221;<br />
&#8220;Toy Story 3&#8243;<br />
&#8220;True Grit&#8221;<br />
&#8220;Winter’s Bone&#8221;</p>
<h2>Melhor Ator</h2>
<p>Javier Bardem, &#8220;Biutiful&#8221;<br />
Jeff Bridges, &#8220;True Grit&#8221;<br />
Jesse Eisenberg, &#8220;The Social Network&#8221;<br />
Colin Firth, &#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
James Franco, &#8220;127 Hours&#8221;</p>
<h2>Melhor Atriz</h2>
<p>Annette Bening, &#8220;The Kids Are All Right&#8221;<br />
Nicole Kidman, &#8220;Rabbit Hole&#8221;<br />
Jennifer Lawrence, &#8220;Winter&#8217;s Bone&#8221;<br />
Natalie Portman, &#8220;Black Swan&#8221;<br />
Michelle Williams, &#8220;Blue Valentine&#8221;</p>
<h2>Melhor Ator Coadjuvante</h2>
<p>Christian Bale, &#8220;The Fighter&#8221;<br />
John Hawkes, &#8220;Winter&#8217;s Bone&#8221;<br />
Jeremy Renner, &#8220;The Town&#8221;<br />
Mark Ruffalo, &#8220;The Kids Are All Right&#8221;<br />
Geoffrey Rush, &#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;</p>
<h2>Melhor Atriz Coadjuvante</h2>
<p>Amy Adams, &#8220;The Fighter&#8221;<br />
Helena Bonham Carter, &#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
Melissa Leo, &#8220;The Fighter&#8221;<br />
Hailee Steinfeld, &#8220;True Grit&#8221;<br />
Jacki Weaver, &#8220;Animal Kingdom&#8221;</p>
<h2>Melhor Direção</h2>
<p>Darren Aronofsky, &#8220;Black Swan&#8221;<br />
David O. Russell, &#8220;The Fighter&#8221;<br />
Tom Hooper, &#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
David Fincher, &#8220;The Social Network&#8221;<br />
Joel Coen and Ethan Coen, &#8220;True Grit&#8221;</p>
<h2>Melhor Animação</h2>
<p>&#8220;How to Train Your Dragon&#8221;<br />
&#8220;The Illusionist&#8221;<br />
&#8220;Toy Story 3&#8243;</p>
<h2>Melhor Roteiro Adaptado</h2>
<p>&#8220;127 Hours&#8221;<br />
&#8220;The Social Network&#8221;<br />
&#8220;Toy Story 3&#8243;<br />
&#8220;True Grit&#8221;<br />
&#8220;Winter’s Bone&#8221;</p>
<h2>Melhor Roteiro Original</h2>
<p>&#8220;Another Year&#8221;<br />
&#8220;The Fighter&#8221;<br />
&#8220;Inception&#8221;<br />
&#8220;The Kids Are All Right&#8221;<br />
&#8220;The King’s Speech&#8221;</p>
<h2>Melhor Filme Estrangeiro</h2>
<p>&#8220;Biutiful&#8221;<br />
&#8220;Dogtooth&#8221;<br />
&#8220;In a Better world&#8221;<br />
&#8220;Incendies&#8221;<br />
&#8220;Outside the Law&#8221;</p>
<h2>Melhor Direção de Arte</h2>
<p>&#8220;Alice in Wonderland&#8221;<br />
&#8220;Harry Potter and the Deathly Hallows: Part I&#8221;<br />
&#8220;Inception&#8221;<br />
&#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
&#8220;True Grit&#8221;</p>
<h2>Melhor Fotografia</h2>
<p>“Black Swan”<br />
“Inception”<br />
“The King&#8217;s Speech”<br />
“The Social Network”<br />
“True Grit”</p>
<h2>Melhor Figurino</h2>
<p>&#8220;Alice in Wonderland&#8221;<br />
&#8220;I Am Love&#8221;<br />
&#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
&#8220;The Tempest&#8221;<br />
&#8220;True Grit&#8221;</p>
<h2>Melhor Documentário</h2>
<p>&#8220;Exit Through the Gift Shop&#8221;<br />
&#8220;Gasland&#8221;<br />
&#8220;Inside Job&#8221;<br />
&#8220;Restrepo&#8221;<br />
&#8220;Waste Land&#8221;</p>
<h2>Melhor Curta-Documentário</h2>
<p>&#8220;Killing in the Name&#8221;<br />
&#8220;Poster Girl&#8221;<br />
&#8220;Strangers No More&#8221;<br />
&#8220;Sun Come Up&#8221;<br />
&#8220;The Warriors of Qiugang&#8221;</p>
<h2>Melhor Edição</h2>
<p>&#8220;Black Swan&#8221;<br />
&#8220;The Fighter&#8221;<br />
&#8220;The King&#8217;s Speech&#8221;<br />
&#8220;127 Hours&#8221;<br />
&#8220;The Social Network&#8221;</p>
<h2>Melhor Maquiagem</h2>
<p>“Barney&#8217;s Version”<br />
“The Way Back”<br />
“The Wolfman”</p>
<h2>Melhor Mixagem de Som</h2>
<p>“Inception”<br />
“The King&#8217;s Speech”<br />
“Salt”<br />
“The Social Network”<br />
“True Grit”</p>
<h2>Melhor Trilha Original</h2>
<p>“How to Train Your Dragon”<br />
“Inception”<br />
“The King&#8217;s Speech”<br />
“127 Hours”<br />
“The Social Network”</p>
<h2>Melhores Efeitos Visuais</h2>
<p>“Alice in Wonderland”<br />
“Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1”<br />
“Hereafter”<br />
“Inception”<br />
“Iron Man 2”</p>
<h2>Melhor Canção Original</h2>
<p>“Coming Home” from “Country Strong”<br />
“I See the Light” from “Tangled”<br />
“If I Rise” from “127 Hours”<br />
“We Belong Together” from “Toy Story 3&#8243;</p>
<h2>Melhor Edição de Som</h2>
<p>&#8220;Inception&#8221;<br />
&#8220;Toy Story 3&#8243;<br />
&#8220;Tron: Legacy&#8221;<br />
&#8220;True Grit&#8221;<br />
&#8220;Unstoppable&#8221;</p>
<h2>Melhor Curta Animado</h2>
<p>&#8220;Day &#038; Night&#8221;<br />
&#8220;The Gruffalo&#8221;<br />
&#8220;Let&#8217;s Pollute&#8221;<br />
&#8220;The Lost Thing&#8221;<br />
&#8220;Madagascar, carnet de voyage&#8221; (&#8220;Madagascar, a Journey Diary&#8221;)</p>
<h2>Melhor Curta Live Action</h2>
<p>&#8220;The Confession&#8221;<br />
&#8220;The Crush&#8221;<br />
&#8220;God of Love&#8221;<br />
&#8220;Na Wewe&#8221;<br />
&#8220;Wish 143&#8243;</p>

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		<title>[TV] V: Desafiando Limites… Perigosamente</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 11:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um aspecto do plano dos Visitantes foi revelado e V começa a abordar um assunto delicado, controverso e, possivelmente, negativo para a série da ABC. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Observada por olhos distantes do seu dia-a-dia, a Ficção Científica pode se transformar facilmente numa série de regras, elementos pré-definidos e obrigatoriedades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/V-Father-Jack-2-e1295589851150.jpg" alt="" title="V-Father-Jack-2" width="580" height="326" class="alignleft size-full wp-image-7451" /></p>
<blockquote><p>Mais um aspecto do plano dos Visitantes foi revelado e V começa a abordar um assunto delicado, controverso e, possivelmente, negativo para a série da ABC.
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Observada por olhos distantes do seu dia-a-dia, a Ficção Científica pode se transformar facilmente numa série de regras, elementos pré-definidos e obrigatoriedades estruturais definidas especialmente pelos acadêmicos. Qualquer pesquisa en passant expõe características como efeitos da tecnologia e outras formas de vida sobre a Humanidade, o futuro da espécie, assim como seu passado. Entretanto, o vanguardismo e a crítica social são tradicionalmente descartados por se supor que esteja incluído num dos elementos citados, o que é um erro. Muito disso remanesce dos filmes da década de 50, mas lá se vão 60 anos e o gênero evoluiu absurdamente, inclusive ao ponto de poder se integrar tão sutilmente a outras estruturas e transmitir seus conceitos sem a cafonice da “Golden Age” ou a previsibilidade esperada por seus críticos. Resumindo, a FC continua como gênero independente, mas influenciou todo mundo e consegue se “esconder” quando necessário. Esse cenário é formidável para a esperada, mas ainda distante, desmistificação do estilo e a queda do preconceito, mesmo assim, não livro a FC de riscos e sinucas de bico.  E a série <strong>V </strong>acabou de se enfiar numa dessas.</p>
<p>Spoilers a partir desse ponto.</p>
<p>Apoio irrestritamente a FC não-óbvia, aquela que serve como pano de fundo para a crítica social, para o questionamento, enfim, que te faz parar e olhar ao redor com o intuito de compreender as coisas. É assim que o leitor/espectador cresce, evolui e, no futuro, vai provocar essa sensação em outros. Um belo ciclo. V resolveu fazer isso, mas com outras motivações. Os criadores da série bateram tanto na tecla do “não ser remake” quando os entrevistei, que achei ser apenas uma resposta às inúmeras perguntas repetitivas sobre a natureza do programa. As principais defesas foram: é diferente, faremos homenagens, vai ser mais complexo, as motivações são outras, e etc. Os últimos três episódios comprovaram tudo isso e, finalmente, me permitiram entender a real intenção desses comentários. Diana (Jane Badler) apareceu provocando um dos maiores momentos WOW dos últimos anos, mas as boas notícias passaram por aí. No intuito tão desesperado de fugir da “simplicidade” argumentativa e técnica de <strong>V – A Batalha Final</strong>, o novo <strong>V </strong>quer ser ultramoderno e, e aí vem o problema, crítico onde não deve ser. Simples pode ser bom. Garante limites, ou seja, corre-se menos risco de passar do ponto e perder o rumo.</p>
<p>Fé sempre foi um elemento forte na nova versão, afinal, um dos membros da Quinta Coluna moderna é um padre, Jack Landry (Joel Gretsch) e as reações de seus párocos em relação aos Visitantes foram expostas pelos roteiristas em diversas ocasiões. Numa discussão semi-secular, semi-social, valia a pena explorar as ramificações religiosas da chegada dos alienígenas. Deus existe? Os Visitantes são lagartos, logo, não foram feitos “à sua imagem e semelhança”, mas devem ser tratados pelos preceitos judaico-cristãos do deus uno (não há pagãos, espíritas, xintoístas ou mesmo ateus na série, mas as perguntas servem a todos)? Sempre há questionamentos quando a fé é abalada por um elemento externo, nesse caso, alienígena. Religião é um assunto delicado, sempre. </p>
<p>A série original era simples: os alienígenas queriam transformar os humanos no pão nosso de cada dia. Ponto. A nova versão tentou dar um golpe de mestre e não só bateu na trave como a bola voltou na testa: misturaram religião, colonização e ciência num balaio de gato tão maluco que soou mais alienígena do que os próprios lagartos. Quando Anna (Morena Baccarin) diz que eles vão “extrair a alma dos humanos”, pois acreditamos que eternidade da alma e do espírito e só assim vão conseguir nos dominar, um gigantesco balde de água quase congelada despencou na minha cabeça. </p>
<p>A existência da alma é um dos maiores dogmas religiosos da Humanidade e, por ser dogma, é preciso ser aceito incondicionalmente. Muita gente tem dúvidas, afinal, alma não é mensurável ou palpável. Lembro de um episódio de Contos da Cripta, no qual um cientista maluco conseguiu encontrar a alma e usaria a essência de colegas para viver para sempre. Claro que não deu certo. <strong>V </strong>arriscou pesado e entendi a jogada: ao tentar quantificar e isolar a alma, Anna comete seu primeiro grande erro ao aplicar sua lógica a algo incompatível com os conceitos dos Visitantes. Eles são científicos e sua divindade é a rainha, cuja influência é sentida de forma física, visível e tem consequências metafísicas. Anna pensa o mesmo da espiritualidade humana e, assim como alguém poderia lhe privar da capacidade de conceder o “bliss” a sua espécie, quer fazer o mesmo com os humanos. Finalmente, uma falha gritante no plano das lagartixas.</p>
<p>Parece bom, certo? Seria, caso não colocasse a série em risco. Tirar as pessoas da bolha de segurança é fantástico e provocar questionamento também, mas definir que a “alma existe” e transformar isso na nova linha de pensamento da série vai distanciando <strong>V </strong>de uma série de ficção científica social e se transforma numa arena de idéias controversas e mal copiadas de <strong>Battlestar Galactica</strong>. Galactica inseriu o elemento religioso com maestria, ao atribuir fé aos cilônios e utilizando essa dinâmica para construir arcos dramáticos e efetivos. Pode ser cedo para avaliar, mas por ter sido jogado sem mais nem menos como cliffhanger para o episódio seguinte diz muito sobre as intenções. É um fato, uma realidade naquele mundo, e assim será tratada. </p>
<p>Conceitualmente, os Visitantes precisam estar errados. Se estiverem certos, vão encontrar a alma e isso não poderá simplesmente ser ignorado. Logo, inseriram um elemento forte, desconfortável, óbvio e avulso. Algo parecido com os “anéis de poder” que Delenn usou por pouco tempo em <em>Babylon 5</em>, não deu certo e nunca mais foram vistos. Nesse caso, estamos falando de um elemento fundamental para a existência de muitos espectadores. Inevitável pensar que os papéis se inverteram, pois, enquanto os humanos lutaram para encontrar algo capaz de derrotar os Visitantes (resultando no pó vermelho, uma arma química letal), agora são os extraterrestres quem, mesmo com toda tecnologia e claro controle sobre os humanos, buscam um ás na manga. Eles querem nossa alma. Eles querem nossa essência, física e metafísica. Tyler foi revelado como uma aberração que vive com DNA absurdamente debilitado, arquitetado para transmitir esse código genético cheio de lacunas para Lisa e, portanto, permitir que a herança dos Visitantes se misture com a biologia humana. É o fim da nossa raça. Tanto espiritual quanto físico. </p>
<p>Essa é a ameaça postulada por <strong>V</strong>, que agora trilha um terreno minado. Ficção Científica tem liberdade para criticar, subverter e incomodar, mas é preciso pensar nos verdadeiros limites do espectador, especialmente quando se comanda um programa na TV aberta norte-americana. Com tanta elaboração prevista pelo novo seriado, dar uma resposta tão definitiva, nesse momento, pode, ao mesmo tempo, cruzar barreiras desagradáveis com o público e criativamente limitadoras no programa. De qualquer forma, cada um desses elementos mostra lados ruins da Humanidade, dividida entre os novos deuses e a esperança na antiga mensagem. A pergunta “eram os deuses astronautas?” se faz presente e, além de responder afirmativamente, V define seu primeiro ponto de divergência. Ame ou odeie. Não há mais dubiedade com as claras escolhas de Anna e Tyler, cada vez mais próximos pelo deslumbre e imbecilidade do garoto, e Erica e Lisa, que procura na terráquea um ombro amigo para compreender seus sentimentos e atravessar a difícil transição mental. Nesse aspecto, Tyler é mais artificial que Lisa. É o cordeiro pronto para o sacrifício e, se pedir com jeito, ele mesmo aperta o botão que o destruirá. No fim das contas, a mescla almejada pelos Visitantes caçadores de almas e alteradores de DNA já foi obtida com a definição dessas duas dinâmicas. O resto, é resto.</p>

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		<title>SOS Hollywood &#8211; 3 Anos</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 15:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Especial de Aniversário]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 18 de janeiro de 2008, cheguei à fria Nova Iorque para cobrir o filme Cloverfield. Muita empolgação, muita preocupação e muita tristeza marcaram a viagem. Era o maior passo da minha carreira e também da vida pessoal, pois de lá, viria direto para Los Angeles, literalmente com uma mão na frente e nenhuma atrás, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/hollywood_film.jpg" alt="" title="hollywood_film" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7445" /></p>
<p>Em 18 de janeiro de 2008, cheguei à fria Nova Iorque para cobrir o filme <a href="http://www.soshollywood.com.br/180108-cloverfield/"><strong>Cloverfield</strong></a>. Muita empolgação, muita preocupação e muita tristeza marcaram a viagem. Era o maior passo da minha carreira e também da vida pessoal, pois de lá, viria direto para Los Angeles, literalmente com uma mão na frente e nenhuma atrás, afinal, uma delas precisaria carregar as malas pesadésimas. Era o começo da minha vida como <strong>Correspondente Internacional </strong>e, claro, o primeiro dia de trabalho no <strong>SOS Hollywood</strong>.</p>
<p>Três anos se passaram e hoje comemoro mais um aniversário do site. Começou blog, ganhou força e hoje é meu trabalho mais querido. Às vezes com conteúdo diário, às vezes com conteúdo mais escasso, mas sempre com conteúdo relevante. Esse é o <strong>SOS Hollywood</strong>, um site que me dá orgulho fazer. Não é o fenômeno de visitas e sucesso comercial que imaginei quando tive a primeira discussão sobre ele com o Borbs, no shopping Anália Franco. E também não se transformou no ‘veículo capaz de derrubar o zoião’, como brincamos. Ele é o que é. E só o futuro vai decidir seu lugar no entretenimento brasileiro. </p>
<p>A vida não é fácil por aqui, mas acordar cedo para ir entrevistar Harrison Ford ou Julie Andrews ajuda a se empolgar, né? Poder escrever para grandes veículos, ter momentos exclusivos com grandes atores e diretores, conhecer o dia-a-dia da cidade que alimentou nossos sonhos e nosso imaginário pelo cinema desde a infância e a simples chance de poder encontrar alguma estrela na fila do supermercado transforma essa jornada numa coisa sempre curiosa e imprevisível.</p>
<p>Histórias, sempre histórias. Tenho muitas delas para contar, mas hoje é a sua vez! Para celebrar os 3 anos de <strong>SOS Hollywood</strong>, faço o convite para que você conte a sua história. Como conheceu o site? Qual sua entrevista ou texto predileto? Por que você – mesmo quietinho, sem comentar ou mandar email – gosta de ficar por aqui? Qual seu SOSCast favorito? Se não gosta de alguma coisa, diga também, afinal nossas histórias não são formadas apenas por vitórias e elogios!</p>
<p>São 3 anos de batalha, 3 anos de trabalho duro, 3 anos de entrevistas históricas e 3 anos servindo aos melhores leitores da internet brasileira. Se meus textos são complexos, longos ou densos demais, é justamente por saber que você sabe, pode e vai gostar de ler. Mostre sua força e contribua com sua opinião para ajudar o site e celebrar essa data mais que especial!</p>
<p>Obrigado!</p>

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		<title>[SOSCollege #4] Uma Nova Realidade</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 21:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Do hype pela expectativa à assimilação da pancada pelo estilo dos alunos, muitos deles totalmente &#8220;sem noção&#8221;, saiba como foram as primeiras duas semanas de aula. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Fui pego pelo hype que tanto critico nos filmes quando cheguei à faculdade. Um hype diferente, claro, mas, essencialmente, a mesma expectativa [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/stagecoach-wayne-bancroft-platt.jpg" alt="" title="No Tempo das Diligências" width="580" height="399" class="alignleft size-full wp-image-7413" /></p>
<blockquote><p>Do hype pela expectativa à assimilação da pancada pelo estilo dos alunos, muitos deles totalmente &#8220;sem noção&#8221;, saiba como foram as primeiras duas semanas de aula.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Fui pego pelo hype que tanto critico nos filmes quando cheguei à faculdade. Um hype diferente, claro, mas, essencialmente, a mesma expectativa exagerada provocada pelas campanhas de marketing, trailers enganosos e fanboys sem critérios espalhados pelo mundo virtual. Seja por conta da minha decisão ousada de iniciar o curso (tente estudar, ter filhos, trabalhar para diversas revistas, passar 40% do seu dia na frente da TV ou no cinema&#8230; aos 32 anos e ainda ter esperanças de sair ileso disso tudo! hehe), ou pelo cenário mental construído em torno da potencialidade do curso, algumas coisas foram beeeem diferentes do que imaginei e demorou duas semanas para assimilar o impacto. Vale ressaltar a neutralidade do impacto, por esse início de texto, pode-se pensar facilmente que não gostei ou que é ruim. Não é isso, foi simplesmente diferente demais. E tudo começa pelo estilo de aula, que está adaptado a um estudante mais despreparado que a média brasileira.</p>
<p>Quando decidi estudar cinema, no final de outubro de 2010, montei um cenário para analisar a situação. Dinheiro para pagar uma das top não existe, então UCLA e USC estão fora (média de US$ 48 mil POR ANO), o curso do Americal Film Institute também (mesma faixa de preço para especialização em roteiro) e começar trabalhando em produção não rolava pela restrição do meu visto, que não permite trabalhar em nada além de jornalismo. Pelo lado positivo, a LACC é a universidade mais próxima de casa (10 quarteirões, ou seja, 5 min de carro), tem um preço bem acessível, formou muita gente interessante (Clint Eastwood, Albert Hughes, Robert Elswit, etc) e ainda por cima é o melhor curso de cinema do país em universidades subsidiadas pelo município. Aliado a isso, pensei muito na localização cultural dos eventuais colegas de curso. Pensemos: brasileiro que gosta de cinema faz isso por opção. Viver só de TV aberta não rola, então o cara tem que investir em DVDs, TV a cabo, paga uma nota para ir ao cinema e agora tá gastando tudo de novo para comprar Blu-Rays! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas, enfim, fazemos isso por opção. Imaginou o cara que cresceu aqui? Em Hollywood? O bombardeio de cinema é tão intenso, os clássicos que a gente assiste e lê, por escolha no Brasil, aqui são ensinados na escola. <strong>O Hobbit</strong>, por exemplo, é leitura da grade curricular. Assistir <strong>Tempos Modernos</strong> está em diversos programas de colegial. É uma outra relação com o cinema, que sustenta a cidade, ou seja, muitas dessas pessoas devem suas vidas ao salário pago a seus pais pelas companhias, produtoras e prestadores de serviços ligados aos filmes. </p>
<p>Cenário bacana, certo? Pagar pouco, estudar com um pessoal que curte e conhece, poder dirigir meus primeiros curtas em seis meses e, de quebra, não ficar no trânsito por horas. Esqueci de um detalhe: não computei o aluno sem noção. E, meus amigos, ter que aguentar esse pessoal, depois de ter ouvido, lido, escrito e assistido tudo que pude desde meu primeiro contato com o cinema é o maior teste de auto-controle do universo! Passar 4 horas com essa galera todos os dias pode EXPLODIR SUA CABEÇA, como diria o JovemNerd! Até agora não pulei no pescoço de ninguém, por pura questão de respeito e desejo de não ser odiado por tão seleto grupo, mas a maioria deles não pensa em respeitar os outros quando começa a falar bobagem. </p>
<p>Vou dar um exemplo, que, acredito, você possa se identificar e compreender o motivo dessa minha frustração.</p>
<p><strong>No Tempo das Diligências</strong> (Stagecoach), de John Ford e com John Wayne ainda cheirando a talco! Filmaço, certo? Faroeste clássico e obrigatório! Muita gente nem sabia que o filme existia, mas isso não é razão para crítica. Faculdade serve para isso: para ensinar e educar. Assistimos ao filme e aí começou o debate. Uma sequência de bobagens já havia engordado a discussão quando uma garota, Sophia &#8211; que, ouvindo conversas de corredor, se considera um prodígio na crítica&#8230; adivinhem o que ela faz da vida? blogueira! &#8211; aquela que fala &#8220;you know&#8221;, &#8220;like&#8221;, e começa cada sentença com &#8220;what I like&#8221;, &#8220;I think&#8221;, ou seja, tudo relativo à sua análise e não ao fato analisado, solta mais uma de suas pérolas. </p>
<blockquote><p>[Nota necessária para que o resto faça sentido: quase no fim do filme, quando os Apaches atacam a diligência, um dos personagens decide poupar uma das mulheres do grupo do fim trágico na mão dos índios que, sugerido anteriormente, envolveria estupro, morte e escalpo. Logo, com sua a última bala de sua pistola, o sujeito aponta a arma para a cabeça da moça e, quando vai atirar, sua mão perde a força e o revólver cai. Quatro ou cinco cortes mais tarde, vemos esse personagem sendo ajudado pelos demais. Ele levou um tiro na hora em que mataria a donzela. A narrativa é direta e linear, não há dúvidas no que aconteceu. Não usei nomes de atores ou personagens para evitar o spoiler total, pois vale a pena ver o filme. Tem em DVD no Brasil!]. </p></blockquote>
<p>Eis a contribuição: &#8220;Eu adorei os cenários e a valorização da fotografia, mas o roteiro não fez muito sentido. Não entendi por que ele daria o tiro na mocinha e entendi menos ainda quando ele desistiu de atirar. Ficou confuso. Filmes dessa época não se preocupavam muito com lógica pelo que estou percebendo&#8221;. Sem discutir o caminhão de atrocidades provocado por essa frase, deu para entender o meu ponto? São coisas óbvias e que foram mostradas em cena que geram os maiores debates em aula. Eles simplesmente não entendem o que está diante deles! A matéria é História do Cinema, não Crítica Online 1-1. O abismo cultural existente entre esses dois momentos do povo americano é gigantesco. Um estrangeiro consegue captar sutilezas, mudanças de estilo de discurso e focar a discussão no lugar certo sem se preocupar com o &#8220;eu&#8221;. E não falo por mim, não. Há muitos estrangeiros na turma e comparando os comentários, dá para notar a melhor compreensão da gente sobre os americanos. E tem outra coisa, a maioria da garotada ali é &#8220;geração blockbuster&#8221;, que ficou mal acostumada em supervalorizar sua opinião e não ter muito o que aprender, afinal, eles tem leitores e seguidores, certo? Logo, se acham capazes de ensinar e isso, goste ou não, é um erro fatal.</p>
<p>Por isso chamei de &#8220;aluno sem noção&#8221;, e não de burro (e há alguns por ali, mas isso não vem ao caso). Vai haver o momento de crítica no curso, com certeza, mas agora é o momento do debate histórico, de entender as forças e fraquezas de <strong>Cidadão Kane</strong>, por exemplo; ou o paralelismo social de <strong>The Thing from Another World</strong>, em vez de ficar falando &#8220;o protagonista é muito sério e não convenceu&#8221;. E daí que o aluno não gostou? Por gostar mais de uma educação clássica, penso que função do aluno é perguntar, extrair informações do professor, participar do debate com leituras cabíveis, não com um festival de &#8220;euzices&#8221;, por muitas vezes longas e desinteressantes. </p>
<p>Felizmente, há esperança e algo que contarei para vocês com calma, mais para a frente. Mas só para dar o gostinho: a melhor aluna da sala tem apenas 14 anos, faz filmes há 5 anos, e despertou a paixão pelo cinema na mãe, que se matriculou com ela. Fantástico, não?</p>
<p>Continuando, afinal isso aqui não é muro das lamentações e nem consulta com analista, tem mais informação sobre o curso. Bem, já estabelecemos que existe o despreparo cultural. E, agora, rapidamente, vamos definir a preguiça acadêmica. Teremos duas provas, uma no fim da semana que vem, se não me engano, e outra no final do curso. Estamos lendo muita coisa, assistindo muita coisa e anotando muita coisa dos filmes. Isso é ótimo! Boa carga. Entretanto, muitos dos alunos americanos e mais novos foram insistir com a professora para terem um &#8220;study guide&#8221;, basicamente, uma lista de perguntas relacionadas à prova. Resultado, temos 130 perguntas das quais 30 vão formar a primeira prova. Tomei um susto com isso. Estudei assim apenas uma vez, numa aula mala de economia, no primeiro ano de jornalismo e foi só. Para maior espanto, tinha gente pedindo as respostas para a professora. Aí ela deu um basta, manteve o study guide, mas não vai repetir a dose na prova final. Isso me faz pensar: que tipo de sistema de estudo é esse que vicia o aluno em provas feitas desse jeito e, às vezes, com respostas? Descobri que isso é prática constante no colegial por aqui. O aluno só precisa decorar as perguntas, assinalar a alternativa correta e, pronto, ele &#8220;aprendeu&#8221;. </p>
<p>Falando em coisas legais, além de ver diversos clássicos na telona (<strong>Nosferatu</strong>, <strong>No Tempo das Diligências</strong>, <strong>Cidadão Kane</strong> e <strong>Ladrões de Bicicleta</strong>, que me faz chorar toda vez, não tem jeito), estou mudando o modo como vejo os filmes. Nunca gostei de anotar coisas durante o screening para escrever as matérias, mas agora sou obrigado, pois cai na prova. Entretanto, estou focando na parte técnica, nas movimentações de câmera, posicionamento de cenários, proporção de uso de tela para um ator ou elemento, tipos de transição e, especialmente, as possibilidade de comunicação usando apenas a câmera, sem nenhuma linha de diálogo e, às vezes, sem close up ou ninguém em primeiro plano. Um exemplo disso, <strong>Lawrence da Arábia</strong>: vemos o deserto, lá longe, dois pontinhos começam a se mover nas dunas. O deserto toma conta e isso é fundamental para o filme, pois vemos Lawrence &#8220;invadindo&#8221; aquele ambiente, que é mais importante e grandioso que ele, e só vai conseguir concluir sua jornada quando se unir a ele e usar sua força para sair vitorioso. Cenas desse tipo &#8211; especialmente quando estão no início do filme, o que não é o caso &#8211; dizem muito sobre o restante do filme e, nesse caso, ninguém precisa falar nada para que isso seja estabelecido. Veja a cena (entre 39s e 1m01):</p>
<p><center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p4Y49oWUrYo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/p4Y49oWUrYo?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>
<p>Ainda não sei até que ponto isso vai afetar minhas análises, até então, guiadas pela Análise de Discurso. Entenderam agora por que não me considero crítico e faço &#8220;análises&#8221;, em vez de críticas? Estudei muito para poder fazer esse tipo de análise e fiz pós-graduação no assunto, isso sem contar os 15 anos de profissão. Com certeza vai mudar, mas ainda não escrevi nenhuma desde que o curso começou, se bem que lembrando do RapaduraCast sobre <strong>Ben Hur</strong>, já fiz comentários atípicos para meu estilo. É o famoso vivendo e aprendendo. E agora é hora de reinventar tudo, novamente. Digamos que esteja ganhando novas ferramentas, mas o carro é o mesmo. Ele só vai poder correr mais e ter mais controle nas curvas. Afinal, tem um monte de gente dentro do carro e preciso tomar cuidado não deixar ninguém voar pela janela! </p>
<p>Até a próxima!</p>

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		<title>[SOSCollege #3] Dia-D! Começou!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/soscollege-03/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 19:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E começou! Sustos, alunos esquisitos e muitos, mais muitos filmes! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles O Dia-D da faculdade foi ontem. Absurdamente gripado, saindo de casa no frio descomunal e, acima de tudo, partindo para encarar o primeiro dia de estudos na LACC. Foi um dia de surpresas e o chamado “reality check”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/triptothemoon.jpg" alt="" title="triptothemoon" width="580" height="405" class="alignleft size-full wp-image-7406" /></p>
<blockquote><p>E começou! Sustos, alunos esquisitos e muitos, mais muitos filmes!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>O Dia-D da faculdade foi ontem. Absurdamente gripado, saindo de casa no frio descomunal e, acima de tudo, partindo para encarar o primeiro dia de estudos na <strong>LACC</strong>. Foi um dia de surpresas e o chamado “reality check”, quando cai a ficha e você começa a se tocar de algumas obviedades ao seu redor. Vou ser breve nesse texto. A aula de hoje começa daqui a pouco e ainda preciso ler dois capítulos sobre a Era de Ouro do Cinema Alemão. </p>
<p>Bem, primeiro susto: mais de cem pessoas na sala de aula! Um mini-auditório cumprido, com um telão bem-servido no fundo e uma mesa de som (vi alguns comandos de edição, mas não tenho certaza) logo na entrada. A sala estava lotada. Não esperava tanta gente, sinceramente. Enfim, depois de uma longa organização da papelada, a professora fez a chamada e começaram os outros sustos. Lembra dos emails que comentei <a href="http://www.soshollywood.com.br/soscollege-02/">nesse texto</a>? Pois é, ela os mencionou e um monte de gente não recebeu. Logicamente, ela disse que poderia ter ido parar no Spam. E veio o susto: umas dez pessoas não sabiam o que era Spam e ela ficou tentando explicar o funcionamento. Bizarro!</p>
<p>Aí foi a hora de descobrir uma galera sem o livro, sem o programa e, claro, sem noção alguma! Foi um choque. Explico. Longe de ficar exigindo das pessoas ou me sentindo melhor, não é isso. Quando entrei na faculdade de jornalismo, em 1996, também não sabia escrever e desconhecia os grandes nomes da profissão. Mas, talvez pela junção de vários fatores (local, importância do cinema para LA, maior difusão dos filmes por aqui, acesso barato e sem necessidade de legenda), acreditei que um curso universitário de cinema fosse atrair pessoas mais envolvidas com a área. Só isso. Gente que, no mínimo, gosta da coisa, sabe? A primeira impressão foi de desespero e vontade de pular no pescoço, mas depois pensei bem e uma das possibilidades (bem aceitável, aliás) é de que esse povo goste de cinema. Só de blockbusters. A geração hype chegou na faculdade! Tomei!</p>
<p>Vimos uma série de filmes, desde os primeiros de Thomas Edison, passando pelos irmãos Lumière e tive um momento de alegria suprema ao ver Viagem à Lua, de George Meilès, o clássico fundamental da Ficção Científica no cinema. Pudemos analisar algumas técnicas, elementos criados por Meilès e até rolou uma discussão legal com a professora sobre perspectiva e angulação de cenários, afinal, a câmera ainda não se mexia, então era preciso fazer todo o resto se adaptar para um zoom e a sensação de profundidade.<br />
Depois vimos The Great Train Robbery, outro de Thomas Edison, o primeiro western. Outra boa discussão e os sete ou oito debatedores da sala já se apresentaram. Uma já vi que é mala, pois no primeiro intervalo, ligou para alguém e começou a falar mal da professora. Trágico, não? Enquanto ele malhava a cidadã, eu caminhava pelos corredores vendo vários pôsteres de filmes vencedores do Oscar, com os nomes dos alunos laureados pela premiação! O fotógrafo de Sangue Negro, Robert Elswit, era um deles. Não é a toa que esse curso é o #1 entre os programas de cinema nas universidades públicas dos EUA! Yeah!</p>
<p>A aula terminou com uma série de cenas mostrando diversos estilos de cortes, filmagens, transições, usos de câmera, foco e etc. Basicamente um glossário visual de cross-cut, fade in, zoom, pan, ponto de vista e outras técnicas utilizadas para usar a câmera como elemento narrativo e não apenas uma observadora passiva. </p>
<p>Bom, é isso. Pensei em textos diários, mas não vai dar. Não agora no começo. Vou migrar para um por semana. Ou seja, volto no fim de semana com um geral dessa primeira leva de aulas. Agora vou correr que hoje é cinema alemão e vamos ver <strong>Nosferatu</strong>! </p>
<p>Mais alguém aí acha <strong>A Sombra do Vampiro </strong>um filmaço?! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>

]]></content:encoded>
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		<title>Tron, Vídeo e Algumas Lições</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/tron_04.jpg" alt="" title="tron_04" width="580" height="242" class="alignleft size-full wp-image-7398" /><br />
Vou fechar a cobertura de <strong>Tron </strong>com estilo. Quem acompanha as peripécias desse repórter nos veículos impressos sabe que tenho falado desse filme desde o final da Comic-Con 2009, quando entrevistei o elenco e os produtores pela primeira vez. Depois passei pela D23, quando vi <strong>Tron &#8211; Uma Odisséia Eletrônica</strong> remasterizado e em cópia digital. Aí veio a Comic-Con 2010 e, por fim, o evento oficial de divulgação para <strong>Tron: O Legado</strong>, aqui em LA. Fiz várias matérias na Sci-Fi News, Info Exame, Terra, SOS, Movie e diversos outros veículos por aí. Foi uma cobertura legal e pude compreender todos os aspectos desse filme, embora muito do material, como sempre, acabe nunca sendo usado. Por exemplo, entrevistei a mulher que inventou aquelas roupas. Um baita papo, mas não consegui vender e não deu tempo de usar aqui (mesmo que a Disney deixasse, coisa que não aconteceu). Enfim. Fato é, foi um longo trabalho e teve como ponto alto a cobertura da Comic-Con 2010, ao lado do Borbs, do Judão/MTV. </p>
<blockquote><p>Veja o especial <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/tron/"><strong>Tron: O Legado</strong></a>!</p></blockquote>
<p>Cobrimos uma coletiva de imprensa juntos e a concorrência brasileira estava lá. Quem foi o único brasileiro a peitar os gringos e perguntar? O SOS! Digo isso por uma simples razão: há anos escuto acusações infundadas de roubo, despreparo, baixa qualidade de trabalho e até coisas mais infantis como &#8220;eu não deveria estar aqui&#8221;. Tudo fruto de um mercado acostumado ao monopólio e cheio de canalhas. Não todos, mas muitos. Nunca &#8211; NUNCA! &#8211; participei de uma entrevista sem perguntar, sem questionar, ou seja, sem fazer meu trabalho. Por isso assumo autoria do que faço e escrevo, pois participo e colaboro com o processo. Outro dia, um certo portal bem grande, publicou uma entrevista com Jeff Bridges como se fosse coisa nova e, aparentemente, exclusiva. E era uma matéria feita com essa coletiva, na qual o autor não se manifestou. Podia ter feito um bafafá tremendo e devolvido a canalhice que esse ser execrável fez comigo há alguns anos, mas não vale o esforço. Ele sabe, eu sei e agora, vocês sabem, que quem faz bobagem não sou eu. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para que essa lenga-lenga? O vídeo abaixo é resultado dessa coletiva, filmada e editada pelo Borbs [que também foi ao Flynn's Arcade e entrevistou o Bruce Boxleitner \o/] e, claro, com minha participação na linha de frente. Foi um momento muito legal, pois, finalmente, trabalhamos juntos na Comic-Con, foi um filme para o qual ambos estavam empolgados (ver a cara de deslumbrado/ansioso do Borbs naquele momento não tem preço!) e resultou em boas coberturas tanto para o Judão quanto para o SOS. É a recompensa por um trabalho honesto, simples e eficiente. Enquanto os outros falam &#8211; e mentem! -, a gente faz! CHUPA!</p>
<p>O tempo é o maior dos juízes. Eu continuo aqui. O trabalho continua sendo feito. A Sci-Fi New continua viva. Contar mentira pode machucar e prejudicar na hora, mas só as verdades permanecem! Virem o disco, losers!</p>
<p>Veja o vídeo!</p>
<p><center><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="437" height="289" id="viddler"><param name="movie" value="http://www.viddler.com/player/2a5f2c23/" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashvars" value="fake=1"/><embed src="http://www.viddler.com/player/2a5f2c23/" width="437" height="289" type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" flashvars="fake=1" name="viddler" ></embed></object></center></p>

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		<title>[Podcast] RapaduraCast: Ben-Hur!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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		<description><![CDATA[Nessa semana, participei do podcast RapaduraCast falando sobre Ben-Hur, uma das maiores (em tamanho e relevância) realizações do cinema até hoje. Discutimos religião, origens da obra, estilo cinematográfico, o gênero épico e muitos detalhes sobre o clássico estrelado por Charlton Heston. Se você nunca viu, assista! Se você acha Gladiador legal, vai pirar com a [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/abc_rapaduracast216.jpg" alt="" title="abc_rapaduracast216" width="580" height="272" class="alignleft size-full wp-image-7392" /></p>
<p>Nessa semana, participei do podcast RapaduraCast falando sobre <strong>Ben-Hur</strong>, uma das maiores (em tamanho e relevância) realizações do cinema até hoje. Discutimos religião, origens da obra, estilo cinematográfico, o gênero épico e muitos detalhes sobre o clássico estrelado por Charlton Heston. Se você nunca viu, assista! Se você acha Gladiador legal, vai pirar com a tragetória de Judah Ben-Hur! É um filme marcante e obrigatório, gostando ou não, justamente por ser a melhor definição de um filme épico. Jurandir Filho e Thiago Siqueira formaram a mesa-redonda.</p>
<p>Clique <a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=6029"><strong>aqui </strong></a>e escute o programa! E não se esqueça de deixar seu comentário por aqui! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p></p>

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		<title>[Música] Bruce Springsteen e a Escuridão Urbana</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/musica-bruce-springsteen-e-a-escuridao-urbana/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 18:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Springsteen]]></category>
		<category><![CDATA[Darkness on the Edge of Town]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy]]></category>

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		<description><![CDATA[Darkness on the Edge of Town despertou meu interesse por músico que supera preconceitos e cuja mensagem transcende as fronteiras de seu país. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Enquanto conversava com L.L. Cool J outro dia, ele comentou que estava ouvindo muito Hendrix e analisando a coletânea Hazy Dreams, de 2003, se não [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/bruce_springsteen.jpg" alt="" title="bruce_springsteen" width="580" height="406" class="alignleft size-full wp-image-7379" /></p>
<blockquote><p><strong>Darkness on the Edge of Town</strong> despertou meu interesse por músico que supera preconceitos e cuja mensagem transcende as fronteiras de seu país.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Enquanto conversava com L.L. Cool J outro dia, ele comentou que estava ouvindo muito Hendrix e analisando a coletânea <em>Hazy Dreams</em>, de 2003, se não me engano. Batemos um papo sobre guitarra e a trajetória do instrumento. Foi legal, especialmente por ter tirado o foco das perguntas de <em>NCIS</em>, que era o tema da conversa e começava a ficar repetitiva. Sem perceber, exatamente no mesmo mês, estava fazendo a mesma coisa, mas meu objeto de estudo era outro: <strong>Bruce Springsteen</strong>. Ou melhor, <strong>Darkness on the Edge of Town</strong>, álbum de 1978 que desconhecia totalmente até pouco tempo. Chame de inexperiência ou de preconceito, fato é que não me sentia atraído pelo estilo de Springsteen na juventude e isso definiu muito minhas escolhas no futuro. Por muito tempo ele foi o cara que gritava no <em>We Are the World</em>. E pensar assim foi uma das maiores bobagens da minha vida.</p>
<p>Comecei esse estudo de <strong>Darkness </strong>por dois fatores: o show do Hall of Fame e o fantástico documentário <strong>The Promise: The Making of Darkness on the Edge of Town</strong>, produzido pela HBO, exibido no Festival de Toronto e, mais tarde, na grade do canal. Ver Bruce Springsteen naquele espetáculo alucinante que é sua turnê com a E Street Band (no Hall of Fame) despertou algo e quando vi o filme as dúvidas acabaram. Descobri o problema: sempre conheci <em>Born to Run, Born in the USA, Streets of Philadelphia</em>, mas não tinha a menor noção de músicas como T<em>he River, Badlands, The Promise Land e Thunder Road</em>. </p>
<p>Um momento específico decretou o interesse por Darkness. No documentário, Springsteen é mostrado como o garoto obstinado com uma visão específica de sua música. Ele sabia exatamente o som que gostaria de ouvir. “Eu queria ser um dos grandes!”, disse. Quando escrevi o artigo sobre <a href="http://www.soshollywood.com.br/grammy-o-nascimento-do-rei/">Michael Jackson no Grammy</a>, lembrei desse sentimento. Inicialmente, pode-se entender isso como ego ferido ou condição inerente a jovens sonhadores. Talvez ambas estejam corretas, mas prefiro entender como manifestação de uma vocação. A realização de um sonho. É preciso ter muito peito para dizer aos quatro cantos: vou fazer algo histórico! E conseguir. </p>
<p>Foi isso que Springsteen fez com <strong>Darkness</strong>, um disco que assustou e embasbacou críticos e fãs. Foi seu quarto álbum e todo mundo esperava o mesmo estilo à la <em>Born to Run</em>. O sujeito mergulhou num álbum conceitual, inventou, reinventou, escreveu trocentas músicas – uma das sobras, por exemplo, foi <em>Because the Night</em>, único hit de Patti Smith – e cumpriu sua promessa. Alguém me disse recentemente: o melhor de Bruce é quando ele não está gritando. Bingo. Atrás da cortina de fumaça dos hits depre ou da minha imagem de infância encontrei um estilo musical agradável, profundo e relevante. Gostei muito da organização dos instrumentos; bastante balanceada e permitindo que cada som faça sua parte de forma presente mesmo quando os vocais estão presentes. </p>
<p>Escute a música tema &#8211; Darkness on the Edge of Time &#8211; ao vivo:<br />
<center><object width="580" height="460"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wHQsz9tlkZg?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wHQsz9tlkZg?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="460"></embed></object></center></p>
<p>Quando fui à loja comprar o CD – velho, né? -, o vendedor não quis vender! Hilário! Peguei dois álbuns e fui seco para o caixa, mas o responsável pela área de música da Barnes&#038;Noble me chamou de lado e começou a falar sobre Springsteen. Tinha escolhido o <strong>Darkness </strong>e um <strong>Greatest Hits</strong>, especialmente para ouvir no carro com a família (<em>Streets of Philadelphia, Born to Run, Hungry Heart, Secret Garden</em>, etc). Jurava que o cara tentaria empurrar outra coisa, mas foi o contrário: “Então, você não vai comprar esse não!” Perguntei o que deveria levar no lugar, imaginando que a estratégia dele fosse substituir o produto. “Nada. Você vai voltar na semana que vem, ou comprar online na pré-venda, porque vai sair um box especial com DVD do documentário, 6 discos, shows, mais faixas excluídas e outras versões de 78. E se você levar esse, vai ficar com raiva de mim depois!”. Preciso dizer que comecei a rir da cena inusitada? Fiquei lembrando daquela cena em <em>Rebobine, Por Favor</em>, quando Danny Glover avalia o serviço dos atendentes da locadora de grife: “sem conhecimento específico”. Senti como se estivesse com meus amigos vendedores da Livraria Cultura, sinceramente. Claro, foi a estratégia do cara. Pergunta se eu não comprei o especial? Assim que sobrou a grana! </p>
<p>E valeu cada centavo, pois muito mais que ouvir as faixas, compreender seu processo criativo e ver onde as escolhas sonoras foram feitas faz diferença. Uma das coisas que Springsteen fez foi substituir instrumentos, modificar inserções – basicamente, tirar um saxofone de um intervalo e inserir noutro – e redefinir tempo de permanência de diversos elementos. O sujeito arquitetou o álbum. Só. Gosto de discos conceituais e esse é um dos melhores.</p>
<p>Curiosamente, não levou prêmios. Ficou em 5.o na Billboard de Pop Albums, em 78, e voltou às paradas em 2010 na 16.a posição, no Top 200 da Billboard! Springsteen só ganhou seu primeiro Grammy em 1984, por Melhor Vocal em <em>Dancing in the Dark</em>, e teve seu maior momento na premiação em 1995, quando abriu o show ao lado da E Street Band e levou quatro gramofones por <strong>Streets of Philadelphia</strong>. Só que foi com gosto meio amargo, pois depois de ganhar como Música do Ano, perdeu Melhor Álbum do Ano – prêmio que nunca levou – para a então novata <strong>Sheryl Crow</strong>, com <strong>Tuesday Night Music Club</strong>, que também foi eleita a Revelação do Ano. Até hoje, Springsteen levou 20 Grammy.</p>
<p>Mais que herói americano ou ícone cultura, Bruce Springsteen é um músico mais universal do que aparente. A temática local é grande influenciadora em suas canções, sem dúvida, mas basta ouvir com cuidado para perceber que os dilemas e tristezas de Jersey ou da cidadezinha interiorana de <em>The River </em>são os mesmos enfrentados por pessoas no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Springsteen é um poeta urbano. Folk e contemplativo. Mas poeta. Sempre poeta.</p>
<p>===</p>
<p>E a minha favorita, faixa título do álbum seguinte, The River:<br />
<center><object width="580" height="460"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nAB4vOkL6cE?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nAB4vOkL6cE?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="460"></embed></object></center></p>
<blockquote><p><strong>Quer Fazer parte da História do Grammy? Agora é sua Vez!</strong><br />
Participe da promoção Surpreenda, da <strong>MasterCard</strong>, e concorra <strong>8 pares de ingressos</strong>, passagens aéreas e hospedagem em Los Angeles para acompanhar à <strong>53.a Cerimônia do Grammy Awards</strong>, em 13 de fevereiro de 2011. <a href="http://bit.ly/gGr0hj"><strong>Clique aqui</strong></a> para se cadastrar e saiba mais sobre os extras para leitores do SOS Hollywood <a href="http://www.soshollywood.com.br/promocao-grammy/"><strong>clicando aqui</strong></a>!</p></blockquote>
<p></p>

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		</item>
		<item>
		<title>[SOSCollege #2] Contatos Imediatos antes das Aulas!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/soscollege-02/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 20:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOSCollege]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<description><![CDATA[As aulas só começam semana que vem, mas uma surpresinha iniciou os estudos antes do Natal! Parece sonho! Nada de antecipação pela virada do ano aqui, afinal, 2011 começou mês passado em termos de fechamentos e negócios e como não tenho férias, tudo normal no SOS Hollywood. De qualquer forma, o negócio começa a pegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/aliens.jpg" alt="" title="aliens" width="580" height="326" class="alignleft size-full wp-image-7367" /></p>
<blockquote><p>As aulas só começam semana que vem, mas uma surpresinha iniciou os estudos antes do Natal! Parece sonho! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />
</p></blockquote>
<p>Nada de antecipação pela virada do ano aqui, afinal, 2011 começou mês passado em termos de fechamentos e negócios e como não tenho férias, tudo normal no <strong>SOS Hollywood</strong>. De qualquer forma, o negócio começa a pegar na segunda-feira quando começam as aulas no primeiro módulo da faculdade: <strong>Cinema 3 – History of Motion Pictures</strong>, ou seja, História do Cinema, ou seriam das Imagens em Movimento? Hehe. Lembro do meu primeiro dia na universidade, no distante e dinossaurico ano de 1996, quando quase ninguém estava levando a coisa a sério e, no máximo, os professores davam a lista de livros. O doido de Psicologia, Osmar era o nome, fez uma atividade chapada e a galera achou que o Patropi arrumava o currículo daquela disciplina! Qual a ligação de 96 com 2011? Bem, a diferença gritante do tratamento. Como eu sei se as aulas ainda não começaram? A aula pode não ter começado, mas já estou falando com minha professora há pelo menos duas semanas! Show, né?</p>
<blockquote><p>Leia as outras matérias do <strong>SOSCollege </strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/category/soscollege/">clicando aqui</a>!</p></blockquote>
<p>Tomei um susto antes do Natal quando pintou um e-mail da professora, Michele. Ela enviou o currículo do curso, o programa de aulas, dois arquivos de referência, pediu os livros necessários e até explicou como “se deve tomar notas para referências durante a exibição dos filmes em aula”. Ri do arquivo, mas depois caiu a ficha que a faculdade não é apenas para “jornalistas atuantes”. Fiquei maravilhado! Orientação começou ANTES do primeiro dia de aula? Que fantástico!</p>
<p>Pensei que teria sido algum tipo de comunicado automático, como se minha inscrição tivesse batido no sistema e eu receberia algo básico. Não, não era. Respondi com algumas dúvidas e, em meia hora, recebi a resposta. Bati um bom papo sobre a dinâmica e sobre o livro principal da matéria: <a href="http://www.amazon.com/Short-History-Movies-Abridged-10th/dp/0205665926?&#038;camp=212361&#038;linkCode=wey&#038;tag=soho0ee-20&#038;creative=391817"><strong>A Short Story of the Movies, 10th Edition</strong></a>, de Gerald Mast e Bruce Kawin. Coisa de nerd, entrei na Amazon e vi que a 11th Edition tinha o Gollum na capa e, entre Gollum e Lawrence da Arábia, bem, preferiria o hobbit deformado! Sério, não é brincadeira não. E para que comprar a anterior se tem uma nova? Dois fatores: para fins de estudo em classe, a 10.a é mais prática por ser condensada (abridged) e mais prática para o programa; e também é mais barata. A professora inclusive disse onde o livro poderia ser alugado. É, você leu certo: alugado! Tem um esquema de locação de livros de 1 a 3 meses, com valores bem acessíveis. Entretanto, como sou rato de biblioteca e gosto de ter minhas pilhas de papel, resolvi comprar um novo. Assim mantenho minhas anotações – é, esse nasceu para ser rabiscado e ser atulhado de referências – e não preciso ficar paranóico com a Ariel derrubando alguma coisa dele.</p>
<p>Acabei comprando via Amazon e nem foi por eu ter programa de afiliados, mas pelo preço + praticidade. Queria ir até uma loja física, escolher um exemplar legal e já começar a ler, mas vejam só a situação tanto na Borders quanto na Barnes&#038;Noble: livro (usado em alguns casos) custando, no mínimo, US$ 70 e sem garantia de ter em estoque; caso comprasse online, o custo passaria de US$ 100. Aí fui ver na Amazon e com envio prioritário de 2 dias, garantido, ficou por US$ 62. Mais barato que os livros usados nas outras! Ok, só não contem pra ninguém que custava US$ 30 na livraria da escola, mas ela estava fechada nessa semana e dancei bonito! Vivendo e aprendendo.</p>
<p>Voltando ao contato com a professora. Como disse, ela mandou o programa. Aí vai a lista de filmes que vamos ver nesse módulo. Sim, ver. Em aula. Obrigatoriamente! Que tesão! Já vi a maioria e pedi uma penca pelo Netflix, mas o dia que eu reclamar de ver algum desses (pelo menos da maioria, que já vi), pode me bater! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><strong>A Trip to the Moon</strong> (Georges Méliès 1902, 15 m);<br />
<strong>The Great Train Robbery </strong>(Edwin S. Porter 1903, 15 m);<br />
<strong>Musketeers of Pig Alley</strong> (D. W. Griffith 1912, Biograph, 18 m); </p>
<p><strong>Nosferatu</strong>* (F. W. Murnau 1922, 64m);<br />
<strong>Battleship Potemkin</strong>* (Sergei Eisenstein 1925, Mosfilm, 75 m). [Note: this class might<br />
run a few minutes over.]<br />
ADOREI ESSE COMENTÁRIO! A alucinada vai exibir esses dois na seqüência e ainda tem esperanças que as pessoas saiam inteiras dali! </p>
<p><strong>Merrie Melodies cartoon, Smile, Darn Ya, Smile</strong> (Rudolf Ising 1931, Warner Bros., 6 m);<br />
<strong>The Public Enemy</strong>* (William Wellman 1931, Warner Bros., 86 m).<br />
<strong>The Music Box</strong> (James Parrott 1932, Hal Roach Studios, 29 m); It<br />
<strong>Happened One Night</strong> (Frank Capra 1934, Columbia, 105 m).<br />
<strong>The Red Rider</strong> (Louis Friedlander 1934,Universal, 20 m);<br />
<strong>Stagecoach</strong>* (John Ford 1939, United Artists, 97 m).<br />
<strong>The March of Time newsreel, “War, Peace &#038; Propaganda</strong>” (Louis de Rochemont June 1939, Time Inc., 19 m);<br />
<strong>Citizen Kane </strong>(Orson Welles 1941, RKO, 118 m).<br />
<strong>Laura </strong>(Otto Preminger 1944, 20th-Century Fox, 88 m);<br />
<strong>Bicycle Thieves</strong> (Vittorio de Sica 1947, 92 m).<br />
<strong>The Thing from Another World</strong> (Christian Nyby 1951, RKO, 87m).<br />
<strong>Seven Brides for Seven Brothers </strong>(Stanley Donen 1954, MGM, 102 m).<br />
<strong>Rear Window </strong>(Alfred Hitchcock 1954, Paramount, 112 m).<br />
<strong>The 400 Blows</strong> (Francois Truffaut 1959, 99 m);<br />
<strong>La Jetée </strong>(Chris Marker 1962, 28 m).<br />
<strong>Freiheit </strong>(George Lucas, 1966, 3 m);<br />
<strong>The Graduate</strong>* (Mike Nichols 1967, 106).<br />
<strong>The French Connection</strong>*(William Friedkin 1971, 20th-Century Fox, 104 m).<br />
<strong>Halloween</strong>* (John Carpenter 1978, 91 m).<br />
<strong>Vincent </strong>(Tim Burton 1982,Walt Disney Pictures &#038; Television, 6 m);<br />
<strong>Blood Simple</strong>* (Joel Coen 1984, 96 m).<br />
<strong>Do the Right Thing</strong>* (Spike Lee 1989, 120 m).<br />
<strong>Adventures of André &#038; Wally B. </strong>(Alvy Ray Smith 1984, Pixar/Lucasfilm, 3 m);<br />
<strong>Luxo Jr.</strong> (John Lasseter 1986, Pixar, 3 m);<br />
<strong>Red’s Dream </strong>(Lasseter 1987,Pixar, 4 m);<br />
<strong>Toy Story</strong> (Lasseter 1995, Pixar, 80 m).<br />
<strong>Spiderman </strong>(Sam Raimi 2002, Columbia, 121 m).</p></blockquote>
<p>Vão ser cinco semanas divertidíssimas! Mas inevitavelmente apertadas, pois, em algum momento, vou ter que encontrar tempo para trabalhar, cuidar do site e ainda ficar com a família. Se fosse só ver filmes, seria fácil, mas já tenho datas, formatos e tamanhos de 4 trabalhos obrigatórios e até mesmo a data da prova final. O bacana é que já estou me preparando para o <strong>Term Paper</strong>, ou seja, trabalho de conclusão de unidade. Escolhi o gênero Ficção Científica para comparar <strong>O Monstro do Ártico</strong> (<em>The Thing from Another World</em>, que originou o remake <em>O Enigma de Outro Mundo</em>, com Kurt Russell e direção do John Carpenter) e <strong>Aliens – O Resgate</strong>, do titio Camarão, que já tive a honra de entrevistar. Pensei muito em pegar <em>Nosferatu </em>e <em>Blade</em>, mas vou ficar na FC pura mesmo. Mais familiaridade com o termo e vai ajudar a entrar bem no maravilhoso mundo da redação em inglês.</p>
<p>Ah, uma pergunta: você sabe o que é um blue book? Respondo no próximo texto!</p>
<p>Game on, old friend! A brincadeira já começou!</p>
<p></p>

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		<title>[Grammy] O Nascimento do Rei</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/grammy-o-nascimento-do-rei/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/grammy-o-nascimento-do-rei/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 10:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Off the Road]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma derrota descomunal, uma promessa profética, um álbum histórico e Michael Jackson escreveu seu nome na história do Grammy e da música mundial! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Uma história inicialmente triste, mas nem por isso histórica, começou a ser escrita quando os indicados ao Grammy Awards de 1979 foram anunciadas. Michael Jackson [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/84.159_Michael_Jackson_win_sl.jpg" alt="" title="Michael Jackson_Grammy_1984" width="580" height="391" class="alignleft size-full wp-image-7353" /></p>
<blockquote><p>Uma derrota descomunal, uma promessa profética, um álbum histórico e Michael Jackson escreveu seu nome na história do Grammy e da música mundial!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Uma história inicialmente triste, mas nem por isso histórica, começou a ser escrita quando os indicados ao <strong>Grammy Awards</strong> de 1979 foram anunciadas. <strong>Michael Jackson</strong> vivia um momento de muito orgulho profissional depois de ter escrito “Don’t Stop Till You Get Enough” de ponta a ponta e ter visto seu trabalho estrear direto no topo das paradas de sucesso. Esse álbum lhe rendeu seu primeiro Grammy, de Melhor Vocalista de R&#038;B, mas também gerou muita frustração na estrela em ascensão que viu os demais aspectos de seu trabalho serem totalmente ignorados pela premiação. Esse momento, por mais egocêntrico que possa soar, foi simplesmente a gênese de um dos maiores álbuns da história e o primeiro passo da jornada que levou o nome Michael Jackson à lista de maiores vencedores da festa.</p>
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<p>A tristeza de Michael Jackson ao ser indicado apenas a Melhor Vocalista de R&#038;B é justificada. O álbum <strong>Off the Wall</strong> foi um fenômeno em 1979, quando a nova parceria com o produtor Quincy Jones (com quem Jackson trabalhou no filme <strong>The Wiz</strong>, aquela versão afro para O Mágico de Oz), estreou no topo das mais tocadas. De quebra, Paul McCartney deu as caras com, em Girlfriend, canção escrita a quatro mãos com Linda. Quando menciona o início da amizade com Paul, em seu livro Moon Walk, Michael Jackson orgulha-se ao saber que a música foi escrita para ele, antes mesmo do primeiro encontra dos músicos a bordo do cruzeiro Queen Mary, durante a turnê do britânico batizada Wings Over America. “’Don’t Stoy Till You Get Enough’ foi muito importante para mim, pois foi a primeira [música] que escrevi na íntegra; era minha primeira chance de cobrir todo o processo e, ainda por cima, me deu meu primeiro Grammy”, comenta Jackson. “Confesso que fiquei empolgado com o anúncio das indicações, mas só recebi uma. Senti como se tivesse sido ignorado. Machucou. E muita gente da indústria se disse surpreendida [pela decisão]”.</p>
<p>Veja alguns momentos históricos de Michael Jackson no Grammy:<br />
<center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7Nk_iUDyeIQ?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7Nk_iUDyeIQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>
<p>Sentado em seu sofá, acompanhando a premiação pela TV, Jackson sentiu a alegria da vitória por Melhor Vocalista de R&#038;B, mas cada minuto de exibição descia amargo. “Fiquei triste pela rejeição, mas, ao mesmo tempo, pensa: Da próxima vez&#8230; Da próxima vez. É difícil separar o indivíduo do artista nessas horas”. Obstinado e sem se esconder atrás de promessas vazias, Michael Jackson encontrou a motivação necessária para escrever seu nome na história para sempre. Qual seu próximo álbum? <strong>Thriller</strong>!</p>
<p>Vencedor de 7 Grammys, <strong>Thriller </strong>foi mais que um sucesso, ele representou uma profecia, ou uma promessa?, feita pelo próprio Jackson logo após a esnobada do Grammy em 79. “Comecei a trabalhar em Thriller querendo que fosse o maior Best-seller de todos os tempos”, diz. A meta profética foi cumprida com louvores e, mesmo sofrendo com atrasos de produção [maioria provocada pelo perfeccionismo do cantor] e feito ao mesmo tempo em que Michael trabalhava com Steven Spielberg no storybook de <em>E.T. – O Extraterrestre</em>, que ganhou o Grammy de Best Recording for Children, o álbum mudou o mundo da música. Pressionados pela gravadora, a Epic Records, Jackson e Jones (que produziu 3 de seus discos, <strong>Off the Wall</strong>, <strong>Thriller </strong>e <strong>Bad</strong>) precisaram refazer toda a mixagem e a edição em certo ponto. Jackson conta que a gravadora só entendeu quando ouviram. “Não podia apressar as coisas”, conta o Rei do Pop. Ele também assumiu ter se inspirado diretamente no filme <strong>Um Lobisomem Americano em Londres</strong> para pensar no conceito e, especialmente, no visual para o emblemático videoclipe que aterrorizou a vida de espectadores ao redor do mundo.</p>
<p>A festa do Grammy em 1984 foi totalmente diferente. Michael Jackson ganhou 7 Grammy [8 se contar E.T.], enquanto a premiação concorrente, o American Music Awards o premiou 8 vezes, consolidando seu nome, sua carreira e garantindo que sua música nunca mais fosse ignorada. O fantasma de 1979 havia sido exorcizado e agora era a figura zumbizada de MJ quem amedrontava concorrentes e inimigos. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/EXCLUSIV_michael_jackson.jpg" alt="" title="michael_jackson" width="580" height="396" class="alignleft size-full wp-image-7354" /></p>
<p>Ao todo, Michael Jackson recebeu 13 prêmios Grammy, além de duas honras especiais, e a inesquecível homenagem após sua morte [veja o vídeo abaixo]. Recebeu pessoalmente a homenagem em diversas ocasiões, mas sempre se recusou a ser apresentador. Tudo isso por influência direta das experiências ruins, e problemáticas, na TV ainda nos tempos de Jackson 5. “Recusei diversos convites para apresentar o Grammy”, explica em sua biografia. “Sou um músico, não apresentador ou comediante. As pessoas ririam das minhas piadas fracas só por eu ser Michael Jackson e eu saberia disso, pois não sou engraçado”. Especialmente logo após a saída de Jermaine Jackson do grupo, eles se envolveram com um programa semanal – “tapa buraco estúpido”, como descrito por Michael – e as vendas foram duramente afetadas. “Todo mundo me dizia que só iria ajudar e, mesmo dando errado, os discos não seriam afetados. Burrada enorme. E todos eles estavam errados. Paramos de vender e ninguém mais queria ver nossa cara na TV. Não é possível aperfeiçoar nada na TV, tudo é rápido, os índices da Nielsen [o IBOPE norte-americano] controlavam nossas vidas. Era uma rua sem saída e sem futuro”.</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cxb548Jpck0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cxb548Jpck0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p>Michael Jackson escreveu sua própria história, tentou inspirar o mundo com <strong>We Are the World</strong>, que escreveu ao lado de Lionel Richie, e construiu o título de Rei do Pop. Pensar em momentos marcantes, como essa decisão de “fazer o disco mais vendido do mundo” na hora de começar a pensar em <strong>Thriller </strong>diz muito sobre sua qualidade profissional, mas também mostra como exemplos podem nos inspirar. Controvérsias à parte, não conhecia esse trecho de sua história e fiquei muito emocionado ao saber que, em vez de ódio, ele nutriu uma revanche positiva e calou a boca de seus críticos de forma inconteste. Ainda mais em tempos de reclamões online e críticos de ocasião, saber que um álbum icônico surgiu dessa forma é brilhante. As dificuldades do mundo não diminuíram de 1979 para cá, mas nossa capacidade de superação e criação parece ter perdido terreno perante ao egocentrismo não-produtivo.  São exemplos como esse que fazem a gente pensar. Nunca mais ouvirei uma música de Michael Jackson da mesma maneira. E você?</p>
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		</item>
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		<title>[SOS Cast 19] Especial Hayao Miyazaki</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-19-hayao-miyazaki/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-19-hayao-miyazaki/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 22:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[SOS-Cast]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Chihiro]]></category>
		<category><![CDATA[Hayao Miyazaki]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Ponyo]]></category>
		<category><![CDATA[Princesa Mononoke]]></category>
		<category><![CDATA[SOSCast]]></category>

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		<description><![CDATA[Edição Especial de Natal aborda as mulheres, espiritualidade, psicologia e o cinema de Hayao Miyazaki! Promessa é dívida, mesmo que leve um tempão para acontecer! Aí está nosso Especial Hayao Miyazaki, o verdadeiro mestre da animação clássica, que vai muito além da popularidade de A Viagem de Chihiro e de um simples cineasta dedicado ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/post-soscast19-v4-580x306.jpg" alt="" title="post-soscast19-v4" width="580" height="306" class="alignleft size-large wp-image-7325" /></p>
<blockquote><p>Edição Especial de Natal aborda as mulheres, espiritualidade, psicologia e o cinema de Hayao Miyazaki!</p></blockquote>
<p>Promessa é dívida, mesmo que leve um tempão para acontecer! Aí está nosso Especial Hayao Miyazaki, o verdadeiro mestre da animação clássica, que vai muito além da popularidade de <em>A Viagem de Chihiro</em> e de um simples cineasta dedicado ao desenho animado. Você conhece seus filmes e, agora, vai conhecer suas motivações, sua devoção às mulheres, sua ligação espiritual e sua estrutura psicológica, além, de claro, mergulhar mais ainda em seu legado cinematográfico. Esse programa não é uma biografia, mas sim uma verdadeira viagem emocional e conceitual ao mundo mágico imaginado, ou simplesmente traduzido, pelo diretor. Três convidados especiais debatem cada um desses aspectos na discussão definitiva (ou não) sobre Hayao Miyazaki, com moderação de <a href="http://www.twitter.com/soshollywood"><strong>Fábio M. Barreto</strong></a> e, claro, participação de <a href="http://www.twitter.com/wikersonlandim"><strong>Wikerson Landim</strong></a>!</p>
<p>Qual seu momento favorito na obra? Que filme mais marcou? Participe e comente!</p>
<p><strong>CONVIDADOS</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/mafaldamonacast">Raquel Gompy </a>(Monalisa de Pijamas)<br />
<a href="http://www.twitter.com/falcaoazul">Daniel Wey </a>(Falcão Azul)<br />
<a href="http://www.twitter.com/passis">Pablo de Assis</a> (Nerd Express)</p>
<p><strong>FILMES COMENTADOS</strong><br />
A Princesa Mononoke<br />
Laputa &#8211; O Castelo no Céu<br />
Castelo Animado<br />
Ponyo<br />
A Viagem de Chihiro<br />
Nausicaä<br />
KiKi&#8217;s Delivery Service<br />
Porco Rosso<br />
Meu Vizinho Totoro</p>
<p></p>
<p><strong>LINKS RELACIONADOS</strong><br />
<strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-15-animacao/">SOS Cast 15: Uma Década de Animação em Hollywood</a></strong><br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cat-18-a-origem/"><strong>SOS Cast 18: A Origem</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.monalisadepijamas.com.br/podcasts/monacast-74-hayao-miyasaki-o-maior-diretor-vivo-de-animacao">MonaCast 74 &#8211; Hayao Miyazaki</a></strong><br />
<strong><a href="http://universonerd.com.br/nerdexpress/">Nerd Express</a></strong>, de Pablo Assis</p>
<p><strong>Duração</strong>: 2h14min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://twitter.com/marcelosalgado">Marcelo Salgado</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">Marcus Roberto</a></p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, PRECES AO ESPÍRITO DA FLORESTA</strong><br />
Envie e-mails para: <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
<p><strong>NO TWITTER:</strong><br />
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<p><strong>RSS e iTunes</strong><br />
ATUALIZADO: Adicione o <a href="http://feeds2.feedburner.com/sos-cast">feed </a>do SOSCast no seu iTunes ou outro serviço de download.</p>
<p></p>
<p><strong>GALERIA</strong><br />
E como todas as vezes o Marcus Roberto surpreende com grandiosas artes para o MP3 e para o post, então, a partir de agora, vocês terão acesso a todas as elas para customizar seu arquivo da maneira como achar melhor!</p>
<div class="photosmash_gallery"><div class='bwbps_gallery_div' id='bwbps_galcont_5'><span class='bwbps-rating-toggle'><a href='javascript: void(0);' onclick='bwbpsToggleRatings(5); return false;' title='Toggle image ratings'>Toggle ratings</a></span><div class='bwbps-toggle-ratings-clear' style=' margin: 0; padding: 0;'></div>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/post-soscast19-v1.jpg' rel='lightbox[album_5]' title='post-soscast19-v1'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/post-soscast19-v1-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/post-soscast19-v1.jpg' rel='lightbox[album_5cap]' title='post-soscast19-v1'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">post-soscast19-v1</span></a></div></li></ul>
				</td></tr></table>
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Edição Especial de Natal aborda as mulheres, espiritualidade, psicologia e o cinema de Hayao Miyazaki!
Promessa é dívida, mesmo que leve um tempão para acontecer! Aí está nosso Especial Hayao Miyazaki, o verdadeiro mestre da animação clássica, que [...]</itunes:subtitle>
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Edição Especial de Natal aborda as mulheres, espiritualidade, psicologia e o cinema de Hayao Miyazaki!
Promessa é dívida, mesmo que leve um tempão para acontecer! Aí está nosso Especial Hayao Miyazaki, o verdadeiro mestre da animação clássica, que vai muito além da popularidade de A Viagem de Chihiro e de um simples cineasta dedicado ao desenho animado. Você conhece seus filmes e, agora, vai conhecer suas motivações, sua devoção às mulheres, sua ligação espiritual e sua estrutura psicológica, além, de claro, mergulhar mais ainda em seu legado cinematográfico. Esse programa não é uma biografia, mas sim uma verdadeira viagem emocional e conceitual ao mundo mágico imaginado, ou simplesmente traduzido, pelo diretor. Três convidados especiais debatem cada um desses aspectos na discussão definitiva (ou não) sobre Hayao Miyazaki, com moderação de Fábio M. Barreto e, claro, participação de Wikerson Landim!
Qual seu momento favorito na obra? Que filme mais marcou? Participe e comente!
CONVIDADOS
Raquel Gompy (Monalisa de Pijamas)
Daniel Wey (Falcão Azul)
Pablo de Assis (Nerd Express)
FILMES COMENTADOS
A Princesa Mononoke
Laputa &#8211; O Castelo no Céu
Castelo Animado
Ponyo
A Viagem de Chihiro
Nausicaä
KiKi&#8217;s Delivery Service
Porco Rosso
Meu Vizinho Totoro

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SOS Cast 18: A Origem
MonaCast 74 &#8211; Hayao Miyazaki
Nerd Express, de Pablo Assis
Duração: 2h14min
EDIÇÃO:
Marcelo Salgado
IMAGENS:
Marcus Roberto
SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, PRECES AO ESPÍRITO DA FLORESTA
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		<title>Blu-Ray de Shrek: qualidade e bom preço!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 18:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coleção completa de Shrek em Blu-Ray é um desbunde tecnológico de áudio e vídeo, especialmente se comparado aos filmes em DVD. SOS Hollywood e SCI-FI NEWS foram até a DreamWorks para ver, e ouvir, as melhorias e fomos o primeiro veículo do Brasil a testar o box! por Fábio M. Barreto, de Glendale O ano [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2011/01/shrek-site-e1294079401994.jpg" alt="" title="shrek-site" width="580" height="273" class="alignleft size-full wp-image-7386" /></p>
<blockquote><p>Coleção completa de Shrek em Blu-Ray é um desbunde tecnológico de áudio e vídeo, especialmente se comparado aos filmes em DVD. SOS Hollywood e SCI-FI NEWS foram até a DreamWorks para ver, e ouvir, as melhorias e fomos o primeiro veículo do Brasil a testar o box! </p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Glendale</font></em></p>
<p>O ano de 2001 foi marcante para o cinema, pois recebeu as estréias de duas das séries mais bem sucedidas na telona: Harry Potter e Shrek. Enquanto o bruxo aquece os motores para concluir sua história, Shrek já encerrou o expediente no cinema e, finalmente, ganha um pack impressionante em Blu-Ray. Shrek – A História Completa é um lançamento de Natal da Paramount e traz os quatro filmes, uma porrada de extras e áudio original convertido para 7.1 e uma melhoria visual de deixar os DVDs antigos ficarem com vergonha de existirem. É o que Jeffrey Katzenberg chama de “novo padrão DreamWorks”, em entrevista exclusiva a nossa reportagem. “Demorou, mas encontramos uma assinatura visual e também um estilo tecnológico adequados aos nossos títulos; qualquer que ver um filme no cinema, ou um Blu-Ray na prateleira vai saber que é um produto nosso”.</p>
<p>Os quatro filmes de Shrek foram praticamente recriados para esse box, especialmente os dois primeiros. Enquanto a imagem ganhou novo tratamento, novos detalhes e muito mais brilho – por exemplo, quando Fiona se transforma definitivamente em Shrek, há mais efeitos especiais, novas cores e a transformação ficou mais rica em detalhes -, o som ganhou duas caixas adicionais. Num home theater comum, seria o mesmo que incluir duas caixas de som ao fundo, saindo do 5.1 para o 7.1. Entretanto, a exemplo da imagem, o som também foi aprimorado e ampliado com a inclusão de novas trilhas incidentais e melhor separação entre canais em cenas barulhentas como a luta de Shrek contra os cavaleiros em Dullock. Sem o ruído visual provocado pela compactação do DVD e com mais armazenamento no Blu-Ray, pode-se, finalmente, ter uma experiência similar à experimentada no cinema. E no caso de Shrek, faz tempo, o que nos deixa com a imagem residual mais ligada ao DVD que à projeção. O impacto é inevitável.</p>
<blockquote><p>Clique <a href="http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-blu-ray-shrek/"><strong>aqui </strong></a> e veja o unboxing exclusivo de <strong>Shrek &#8211; The Whole Story</strong>!</p></blockquote>
<p>“Todo mundo gosta de falar de números, da importância financeira de Shrek para a DreamWorks, mas só consigo pensar que foi esse personagem quem nos guiou para o caminho certo”, comenta Katzenberg, defensor apaixonado pelo 3D. “O estilo de humor do primeiro filme definiu a companhia, que depois pode encontrar voz em longas como Kung Fu Panda e, recentemente, Megamind”. Toda essa empolgação se reflete no pack, com extras que valorizam o trabalho dos artistas e animadores e custará apenas US$ 44,90 nos Estados Unidos; no Brasil, o Blu-Ray sai por R$ 199,90. Cada filme tem o Animator’s Corner, funcionalidade que pode ser habilitada durante a exibição e insere uma janela extra no canto direito inferior, abaixa o áudio original, e mostra a equipe do estúdio discutindo a cena em exibição, mostrando storyboards e outros recursos usados para  a composição do filme. </p>
<p>Aproveitando toda a conversão, Shrek – A História Completa também existe em Blu-Ray 3D, mas ainda não será comercializado. Para ter esse produto, é necessário comprar uma TV 3D Samsung, nos Estados Unidos e ganhar a versão especial. Pudemos assistir alguns trechos e o resultado foi primoroso. Unindo as melhorias dessa versão, a proximidade promovida pela TV e a alta definição do equipamento, ver Shrek Para Sempre em HD foi mais marcante, claro e divertido que o assistir no cinema. </p>
<p>Várias animações especiais integram esse lançamento, como, por exemplo, um karaokê no pântano de Shrek, com todos os personagens cantando trechos de músicas famosos num clima apoteótico e divertidíssimo. O Burro ganhou um especial de Natal, porém, esse filme – que foi exibido na TV aberta norte-americana pela ABC – só estará disponível na versão em DVD de Shrek – A História Completa, ficando de fora do blu-ray. Com tudo isso, nem precisa dizer que esse Pack foi o campeão de vendas no Natal norte-americano! Preço baixo e qualidade é sucesso na certa. A DreamWorks arriscou e ganhou a briga!</p>
<p></p>

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		<title>[Música] Tron: Alma Musicalmente Eletrônica</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 11:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[por Igor Oliveira, Especial para o SOS Hollywood Fiquei bem animado quando começaram a circular na Internet as primeiras notícias de que o Daft Punk seria o responsável pela trilha sonora do novo Tron. Os teasers, trailers e o vídeo do single “Derezzed” não deixaram dúvida: ao menos no campo musical Tron: O Legado seria [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Daft-Punk-Tron-Legacy.jpg" alt="" title="Daft-Punk-Tron-Legacy" width="580" height="352" class="alignleft size-full wp-image-7309" /></p>
<p><em><font size="-2">por Igor Oliveira, Especial para o SOS Hollywood</font></em></p>
<p>Fiquei bem animado quando começaram a circular na Internet as primeiras notícias de que o Daft Punk seria o responsável pela trilha sonora do novo Tron. Os teasers, trailers e o vídeo do single “Derezzed” não deixaram dúvida: ao menos no campo musical <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/tron/"><strong>Tron: O Legado</strong></a> seria uma experiência memorável.</p>
<p>Só para situar os leitores que não acompanham a música eletrônica de perto é importante lembrarmos que o Daft Punk, apesar de estar estreando na composição de uma trilha sonora para longa-metragem, não é exatamente um iniciante no campo da música como pano de fundo para uma peça visual. Em 2003 o duo francês lançou a animação <strong>Interstella 5555: The 5tory of the 5ecret 5tar 5ystem</strong>, em parceria com o artista de mangás Leiji Matsumoto, um herói de infância da dupla. Matsumoto é o criador de muitos mangás de sucesso nos anos 70, e alguns deles, como <em>Captain Harlock</em> e <em>Galaxy Express 999</em>, viraram animações que os dois músicos acompanhavam religiosamente quando crianças. <strong>Interstella 5555</strong> conta a história de uma banda pop interplanetária que é raptada por um ambicioso empresário que deseja explorar seu sucesso na Terra. Serviu de trilha sonora o álbum <em>Discovery</em>, lançado pelo Daft Punk dois anos antes.</p>
<p>A colaboração em <strong>Tron: O Legado</strong> teve início em uma manhã de Novembro de 2007, quando o diretor do longa, Joseph Kosinski, encontrou os músicos Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo em um café em Hollywood. Kosinski conta, em nota no encarte do CD da trilha, que ficou impressionado com o significado praticamente sagrado que o Tron original têm para a dupla. A possibilidade de o Daft Punk fazer parte de um universo que influenciara diretamente seu conceito artístico deixou o diretor entusiasmadíssimo, e o trabalho começou. </p>
<p>As filmagens ocorreram paralelamente às gravações, o que permitiu uma colaboração ativa e extremamente produtiva de uma mídia com a outra. O supervisor musical da trilha, Jason Bentley, trabalhara na trilogia Matrix e tem experiência considerável com música para propagandas e videogames, o que também ajudou. Particularmente curioso é o fato de que a música de <strong>Tron: O Legado</strong>, apesar de ter nascido em computadores, atravessou a fronteira dos zeros e uns e foi parar na orquestral convencional. Alguns momentos marcantes são amparados por solenes e imponentes temas orquestrais, executados pela London Orchestra com regência do maestro Gavin Greenaway, enquanto as cenas de ação estão ancoradas na batida eletrônica. O single “Derezzed” já deve estar freqüentando as pistas de dança de todo o mundo, e com certeza na minha próxima incursão como DJ amador não vai faltar.</p>
<p>Nos últimos tempos revi o Tron original e ouvi bastante a trilha de Wendy Carlos para conter a ansiedade enquanto o novo filme não vinha. A trilha de Wendy, o polêmico travesti que um dia fora Walter e também é o responsável por nada menos que a trilha sonora de <strong>Laranja Mecânica</strong>, é belíssima e coerente com o filme de 1982. Assim o é, da mesma forma, a trilha do Daft Punk em 2010. O Master Control e Clu são vilões de naturezas distintas, e as duas peças musicais foram compostas precisamente conforme a característica e a motivação de cada um desses personagens, que determinam<br />
para onde vai cada uma das duas histórias. A vantagem que o Daft acabou levando é foi a de terem passado de usuários do sistema a integrantes. É o próprio duo que a parece em uma das cenas do filme mandando ver nas pick ups.</p>
<p>Se andam afirmando por aí que <strong>Tron: O Legado</strong> é 50% visual, pode adicionar aí pelo menos uns 30% de contribuição para a música. E não se incomode com o fato de que só sobraram 20% para roteiro, diálogos, etc. No mundo contemporâneo dos videoclipes isso pode não ser necessariamente ruim. Veja, ouça, divirta-se e ponto final.</p>
<p></p>

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		<title>[Entrevista] Tron Conta sua História</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 04:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruce Boxleitner analisa a evolução de Tron, dos efeitos especiais e cita o capitão John Sheridan ao relembrar sua carreira e presença nos grandes momentos do entretenimento. Tudo exclusivo, claro! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles e San Diego As luzes intermitentes do Flynn’s Arcade criavam um clima melancólico, ainda mais com os fliperamas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tron-1982-sos.jpg" alt="" title="tron-1982-sos" width="580" height="257" class="alignleft size-full wp-image-7288" /></p>
<blockquote><p><strong>Bruce Boxleitner </strong>analisa a evolução de <strong>Tron</strong>, dos efeitos especiais e cita o capitão John Sheridan ao relembrar sua carreira e presença nos grandes momentos do entretenimento. Tudo exclusivo, claro!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles e San Diego</font></em></p>
<p>As luzes intermitentes do <strong>Flynn’s Arcade</strong> criavam um clima melancólico, ainda mais com os fliperamas espalhados pelo salão. Lembranças da infância. Memórias de um período mais simples, menos conectado, quando ainda era preciso sair de casa para se divertir eletronicamente. Uma máquina chamou mais a atenção por não fazer parte da vivência direta, mas sim de uma experiência cinematográfica. Muita gente se amontoava para ver, e jogar, Tron. Não era um deles. Algo melhor me esperava quando o jogo se moveu para revelar o portal para o mundo de Kevin Flynn (Jeff Bridges), o único caminho para o Grid, ou melhor, o mundo virtual de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado/"><strong>Tron: O Legado</strong></a>. Foi ali, ao lado do laboratório de Flynn, com seu canhão de digitalização, seus computadores abandonados e as fotos de Sam (Garrett Hedlund), sem filho, que conheci Tron. Ou melhor, <a href="http://www.soshollywood.com.br/meu-encontro-com-tron-em-pessoa/"><strong>Bruce Boxleitner</strong></a>, um herói de infância, um ícone da ficção científica televisiva e, acima de tudo, um ator agradecido pelo retorno da Odisséia Eletrônica aos cinemas. Para ele era mais uma entrevista sobre o filme, para este repórter, tratava-se de um momento inesquecível e, claro, exclusivo.</p>
<p>Não obstante sua carga profissional, os cabelos brancos de Bruce Boxleitner demandam respeito. Aos 60 anos, ele representa efetivamente uma das dicotomias de Tron: Jeff Bridges ficou famoso e ganhou Oscar, ele foi para a TV e virou ídolo de nicho por conta do capitão John Sheridan, de Babylon 5. A estréia de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado/"><strong>Tron: O Legado</strong></a> reúne esses dois extremos, essas duas realidades, como se nada tivesse acontecido desde 1982. Boxleitner volta a interpretar Alan Bradley e, como grande surpresa, Tron, o personagem título do filme. “E pensar que eu lutei contra um pião gigante e via David Warner correndo com a bunda de fora”, brinca Boxleitner. Assim era a personificação do Mal no lampejo futurista de Tron – Uma Odisséia Eletrônica. “Começamos a imaginar o mundo dos computadores em 1982, hoje tudo aquilo é realidade, mas muito mais evoluída e complexa. Nossos desafios originais parecem coisas de criança”.</p>
<blockquote><p>“Tron marcou minha vida, mas aquele ursinho de pelúcia disfarçado de E.T. [filme de Spielberg] roubou a bilheteria e a atenção de todo mundo” – Michael Sheen, que vive o influente, e meio maluco, Castor</p></blockquote>
<p>Se o primeiro Tron propunha a construção de um novo mundo, <a href="http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado/"><strong>Tron: O Legado</strong></a> postula a criação e, sem rodeios, a vida. É a evolução dentro do microcosmo de macroproporções possível somente dentro dos computadores onde o Grid existe. “A Ficção Científica tem que provocar e instigar o pensamento ao abordar temas grandiosos e distantes da nossa realidade”, analisa Boxleitner, que também é autor do gênero [escreveu <em>Frontier Earth</em>, em 1999, e Searcher, em 2001] e aparece com constância na TV, especialmente no seriado <em>NCIS</em>. “Gostei disso em <strong>Tron</strong>, mas desde então, tanta coisa que costumávamos tratar como FC se tornou ‘fato científico’ e ganhou outra conotação, outro uso, outra leitura. Especialmente a literatura precisou evoluir para fugir desses elementos superados pela sociedade e a tecnologia e o cinema demorou, mas aprendeu a seguir pelo mesmo caminho. Pode soar presunçoso, mas embora itens caiam em desuso, os mitos permanecem e esse é o material de trabalho dos atores. Acima de tudo, somos contadores de histórias e enquanto houver mitos, haverão histórias para serem contadas&#8230; seja no nosso mundo, dentro de um computador ou no espaço sideral”.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Bruce-Boxleitner_Jeff-Bridges_tron.jpg" alt="" title="Bruce Boxleitner_Jeff Bridges_tron" width="580" height="309" class="alignleft size-full wp-image-7290" /></p>
<h2>Um Homem de Família</h2>
<p>Há alguns metros de distância, Jeff Bridges concedia uma entrevista para um canal de TV. Bruce olhou e sorriu. “Nunca sabemos como as pessoas vão reagir depois de tanto tempo sem contato, mas Jeff parecia ter saído do set do primeiro filme uma semana antes de nos reencontrarmos. Cada vez que via um de seus filmes, ou mesmo quando ganhou o Oscar, sentia muito orgulho. Coisas boas acontecem no momento certo, sabe. Tron: O Legado fez isso por mim”, contou Boxleitner, cuja esposa passou por uma cirurgia dias antes da Comic-Con. O telefone tocou. Era ela, a atriz Melissa Gilbert. Carinhoso e atencioso, o ator resolveu alguma questão pessoal e, minutos depois, retomou a entrevista sorrindo. “Ela não me deixou ficar em casa, quase apanhei quando dei a idéia de cancelar essa visita a San Diego”.</p>
<p>Devoto da atuação e ainda uma criança quando entra no cinema, como se considera, Boxleitner é um elemento fundamental em <strong>Tron: O Legado</strong>, não apenas por viver o personagem título, mas também para representar a ligação do público entre aquela realidade exagerada oitentista com o mundo high-tech do novo filme. “Alan é o contador de histórias dessa dinâmica, que, além de conduzir o espectador, inspira Sam no momento necessário para o início da aventura”, diz, ainda empolgado com a idéia de voltar a trabalhar com seu “velho parceiro” – Bridges – e por ter ajudado a encontrar o representante da nova geração. “Testei todos os atores que tentaram ganhar o papel de Sam Flynn, então fui o primeiro a atuar com Garrett. Utilizamos nossa primeira cena no filme como material inicial e percebi os produtores olhando para mim de um jeito curioso. Decidiram rapidinho.”</p>
<blockquote><p>“Já tentou matar alguém com um freesbie?”- Steven Lisberger, criador de Tron, confrontado sobre a violência no filme.</p></blockquote>
<p>“O trabalho com cinema pode ser repetitivo e maçante, então precisamos encontrar meios de nos motivarmos, sabe; e se alimentar da empolgação de um jovem ator ou de algum efeito maluco que acabaram de inventar ajuda bastante”, ensina o veterano, que também ficou conhecido do público brasileiro com o seriado <strong>O Caçador de Aventuras</strong>, no qual ele vivia o aventureiro Frank Buck. “Imaginava o que passava pela cabeça de Andy Serkis quando ele fez Gollum; se eu fiquei maluco, imagine ele! Mas agora consegui incluir um pouco desse novo truque no meu repertório e, mesmo sem poder fazer os malabarismos, ver minha cabeça rejuvenescida em cena foi intrigante. Ah, a quem estou enganando. Fiquei empolgadão!”, disse, sorrindo.</p>
<h2>Astro Principal da Revolução Visual</h2>
<p>Embora impressionado pelo motion capture, Boxleitner viu dois grandes momentos do cinema feito por computador acontecer. De camarote. Tron pode ter sido o precursor e, como ele gosta de chamar, “quem começou com tudo”, mas Babylon 5 levou o CGI a um patamar invejável em suas cinco temporadas com batalhas espaciais de tirar o fôlego e naves orgânicas ou altamente tecnológicas com acabamento quase alienígena. Foram dois marcos possivelmente tão fundamentais quanto <strong>Tron: O Legado</strong>, que não encontrou a perfeição na recriação do rosto humano de forma constante e irrepreensível, mas, de acordo com o diretor Joe Kosisnki, “tem momentos de perfeição e rompimento da barreira entre efeito e realidade”. “Tron reflete as mudanças e fatos de seu tempo; foi assim em 82 e está sendo assim agora”, analisa Boxleitner. “O combate do primeiro filme era uma espécie de Paredão mais evoluído com freesbies, enquanto o novo filme está mais próximo de Halo 3 e de sua geração. Gosto de pensar em Flynn como um explorador que se embrenhou tanto na floresta ou uma versão de Alice que não voltou do espelho, preferiu ficar por lá e fazer as coisas do seu jeito; e tudo que vemos dessa nova geração é ela tentar moldar e personalizar um mundo recém-criado, não é mesmo?”</p>
<blockquote><p>“Levamos nossos erros para onde formos, seja o mundo virtual ou espaço; assim como também levamos nossa capacidade de aprender com eles” – Jeff Bridges, em resposta a nossa reportagem.</p></blockquote>
<p>Tranqüilo em relação a seu papel nesse retorno de <strong>Tron </strong>aos cinemas – “Jeff é a estrela, todo mundo sabe” – e apaixonado pelo cinema, Bruce Boxleitner foi um dos primeiros membros do elenco a chegar ao Rave 18, um cinema 3D IMAX nos limites de Los Angeles, para a primeira exibição pública de <strong>Tron: O Legado</strong>. Joe Kosinski avisou que era a primeira vez mesmo. Inclusive para o elenco. Os produtores Steven Lisberger e Sean Bailey também estavam lá, ao lado da escultural Beau Garrett. Boxleitner parece uma criança no parquinho: “Ainda sou um garoto, aliás, acredito que todos têm, obrigatoriamente, uma criança escondida por mais improvável que pareça; ver essa tecnologia moderna que me permite fazer coisas impensáveis há cinco anos – e de outro mundo há 20 anos – de forma melhor e mais interessante do que fazíamos na minha juventude me surpreende e motiva.”</p>
<p>Ouvir as palavras maduras e ponderadas por anos no discurso de Boxleitner faz pensar nos atuais rumos da atuação. Jeff Bridges profetiza que Tron: O Legado vai iniciar a era do “cinema sem câmeras”, mas esse artifício pode ser mais destrutivo que benéfico fora das mãos de atores ancorados no mundo da película e embasbacados pelas miríades tecnológicas. A exemplo do 3D, as técnicas de motion capture e criação de cenários vistas nesse novo Tron pode inspirar um novo estilo de cinema, mas, mais do que nunca, dependente da mentalidade dos envolvidos. Mais do que nunca, coração vai precisar superar orçamento ou fórmulas dos estúdios. Estamos diante de um marco, saber se é a Segunda Renascença da Matrix ou a gênese de algo maravilhoso é a grande pergunta. Uma dica da resposta mais adequada está num discurso do capitão John Sheridan, selecionado por Boxleitner; “Precisamos olhar para o horizonte; podemos tropeçar, mas sem nunca tirar nossos olhos das estrelas”. Sem alma e poesia, somos apenas programas redundantes. </p>
<blockquote><p>“Acredito na participação cívica e no poder da revolução; essa é uma das coisas que Tron: O Legado pode ensinar” – Olivia Wilde</p></blockquote>
<p>End of Line.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/boxleitner_tron_legacy.jpg" alt="" title="boxleitner_tron_legacy" width="580" height="607" class="alignleft size-full wp-image-7289" /></p>
<p><em><font size="-3">(publicado com autorização da revista Sci-Fi News)</font></em></p>
<p></p>

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		<title>[SOSCollege #1] O Surto</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/soscollege-o-surto/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 18:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além de comentar a indústria do entretenimento, o SOS Hollywood agora vai para a faculdade contar a vocês como funciona o sistema educacional de Los Angeles e, claro, o que rola numa faculdade de Cinema! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Na noite de quarta-feira fiz um anúncio no Twitter: &#8220;fui aceito na faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SoundstageC1_LACC.jpg" alt="" title="SoundstageC1_LACC" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7276" /></p>
<blockquote><p>Além de comentar a indústria do entretenimento, o SOS Hollywood agora vai para a faculdade contar a vocês como funciona o sistema educacional de Los Angeles e, claro, o que rola numa faculdade de Cinema!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Na noite de quarta-feira fiz um anúncio no Twitter: &#8220;fui aceito na faculdade de cinema&#8221;. Foi um momento especial e ficou mais interessante ainda quando os leitores se manifestaram em massa. Acho que ganhei mais parabéns nesse dia do que no meu aniversário, o que é uma coisa ótima, afinal, meu desejo parece se realizar e, a cada dia, uma geração de leitores preocupados com qualidade se forma aqui no <strong>SOS Hollywood</strong>. Enfim, essa reação motivou uma nova idéia maluca: SOSCollege, uma seção fixa dentro do site contando como vai ser essa jornada cinematográfica, agora, pelo ponto de vista acadêmico. Sempre que descobrir algo novo, vivenciar momentos relevantes ou aprender coisas interessantes, vou compartilhar com vocês, sem carga mínima de matérias por semana [a quem quero enganar? vou falar pelos cotovelos aqui] e estilo mais pessoal que o habitual. Bom, aí vai o primeiro.</p>
<p><strong>O Surto</strong></p>
<p>Na última vez em que pisei numa sala de aula como aluno, em 2005, terminei a pós-graduação e desencanei de mestrado por não ter verba suficiente. Teria que estudar na PUC-SP, que é onde minha orientadora de Análise de Discurso &#8220;sugeriu levemente&#8221; e eles cobram caro. Ficou como plano futuro. Agora avança para 2008. Já em Los Angeles, sempre bateu aquela vontade de fazer algum curso por aqui, mas tudo ainda era incerto: o fluxo de trabalho jornalístico, o pagamento, a família ainda estava no Brasil e como eu era recém-chegado, não podia pedir nem um copo d&#8217;água sem pagar o triplo ou correr o risco de ser negado. Chegar num país novo não é fácil, muito menos quando ninguém sabe que seu visto sequer existe, muito menos seus pormenores bacanas &#8211; do tipo: permissão para estudar e não ter data para ir embora!. Bom, ficou para o futuro. Novamente. Sempre esse futuro que nunca rolava. Isso sempre me incomodou, de qualquer forma, nunca abandonei a idéia. Avance mais um pouco, agora para 2010, especificamente no Thanksgiving. Já faz um mês que rolou o feriadão e NÃO ACONTECEU mais nada em termos jornalísticos, pois as exibições para a Academia começaram e a imprensa internacional fica de fora da brincadeira. Bom, tudo isso para dizer que rolou um marasmo. Deu tempo de terminar o primeiro draft do livro, trabalhar mais no site e aí a idéia de estudar voltou, ou melhor, aconteceu. Em menos de uma semana, decidi tentar a sorte, enviei minha inscrição e ontem passei o dia no campus fazendo matrícula e descobrindo como esse sistema funciona. A &#8220;experiência&#8221; começou ali mesmo. Fui do surto de decidir estudar ao pânico de não ter noção do que fazer em dois dias, praticamente. Ou seja, ontem, dia 16 de dezembro, foi, efetivamente, meu primeiro dia na Los Angeles City College (LACC), faculdade onde Clint Eastwood se formou. Só! </p>
<p>Ser aceito é apenas o princípio. Quer dizer que você se qualificou para estudar lá. E só. Eles sugerem que você passe por uma consulta com o Conselheiro, que vai analisar seu inglês, indicar cursos, horários, atividades extracurriculares e tirar dúvidas. Pelo menos na teoria. A consulta não demorou nem 5 minutos e só tirei dúvidas, que eram poucas, afinal, eu era claramente um peixe fora d&#8217;água. A recomendação foi de &#8220;seis unidades por trimestre&#8221; [trimestre = season, ou seja, vou começar no Winter Term - intensivão entre janeiro e fevereiro]. Adorei! Dava para fazer o básico do curso de Cinema, composto por 4 matérias [Intro, Equipamentos, História do Cinema e História do Documentário]. Então fui para o setor de inscrições [Admissions] e a diversão começou. Ou seria a confusão?</p>
<p>Recebi um livro cheio de matérias, que vão de Estudos Africanos até, sei lá, Ortodontia. O programa completo da LACC. Encontrei a área de Cinema que, por estar em ordem alfabética, se misturava com Chinês! E era tanto código que pirei. Também recebi um formulário amarelo com vários campos onde deveria inserir o código, nome e quantidade de unidades que gostaria de fazer. Preste atenção no &#8220;gostaria&#8221;. Selecionei as 4 básicas e fui todo feliz para o guichê. Cheguei lá e, logo de cara, &#8220;para qual trimestre?&#8221;. Hein? Pô, ganhei um livro aberto, anotei os números e parecia estar certo. Voltei lá e vi que era Spring/Primavera, ou seja, só começaria a estudar em 7 de fevereiro. Quero matar o básico logo, então, vamos ver algo antes. Aí encontrei o livro, menor, com as aulas de Winter/Inverno. Só duas aulas disponíveis em intensivão: Cinema 1 (básico) e 3 (história do cinema). Fiz duas filipetas, uma para cada trimestre. </p>
<p>Juro que queria rir quando a moça disse: &#8220;Ok, tem Cinema 3 para Winter. Cinema 1 está cheia&#8221;. Fuuuuuu! E piorou &#8220;E para Spring só tem 1 e 4&#8243;. Ou seja, Cinema 2, que é bom, nada né? É a aula de workshop, a mais prática das quatro. Ah, sim. Toda aula funciona assim &#8211; pelo que entendi: teórica nas primeiras duas horas e prática (laboratório) nas duas seguintes. Galera, é uma loteria! Você se matricula (bom, teoricamente, naquele momento, ainda não estava matriculado&#8230; LOL) e tem que dar sorte de ter vaga. Fiquei meio preocupado, afinal, se não tiver Cinema 2, não posso começar com Cinema 5,6,7 e 8 no segundo semestre, afinal, 1-4 são pré-requisitos. Aí ela me diz: &#8220;ah, aparece na aula e pede um Add Card para o professor&#8221;. Basicamente, vou chegar lá e convencer o cara de que sou legal o suficiente para entrar numa vaga que, eventualmente, estará disponível. Ou então fico de bicão até ele se encher e me aceitar.</p>
<p>Beleza, Cinema 1, 3 e 4 resolvidos no primeiro semestre. Cinema 2 vai ser na sorte, mas deve rolar. Só aí fui me matricular. Era um inscrito até o momento. Detalhe, ninguém pediu documento algum. Acreditaram em tudo que escrevi na ficha de inscrição e na carta de apresentação. \o/ Só fui apresentar documentos para conseguir meu desconto de morador da Califórnia &#8211; OBRIGADO, TIO ARNOLD! -, que abateu 80% do preço. Se fosse a tabela para aluno não-residente não conseguiria bancar. As coisas estão ruins financeiramente por aqui. Bão, tudo certo. Hora de me tornar aluno. Depois de ter feito tudo isso, poderia aparecer na Tesouraria e pagar a matrícula e tal. Faz sentido, pois já paguei matricula, estacionamento para o mês inteiro (US$ 10. hehe) e quitei cada uma das aulas. É, você paga cada unidade aprovada pelo sistema, ou seja, se fosse lá antes de escolher as matérias, não teria nada para pagar e precisaria voltar e pegar a fila quilométrica de novo. Mas nada disso adiantou, pois o sistema ainda me mostrava como &#8220;aluno de fora&#8221;. Dá-lhe voltar em Admissions e pedir para mudar o status no sistema, mas queriam comprovantes de residência e tive que voltar para casa. Cinco minutos depois, estava revirando caixas. Humm, cinco minutos? É, são 7 quarteirões daqui na faculdade. Não dá pra andar todo dia (especialmente com minha perna detonada), mas de carro é rapidão!  </p>
<p>Voltei lá, apresentei os documentos, mas, no fim das contas, ela usou minha Identidade e o Documento do Carro, que JÁ ESTAVA comigo. LOL. Não vou entrar em detalhes, mas a lógica brasileira, sem dúvida, não combina com a americana. Nunca tente fazer o que você acha que faz sentido. Eles provavelmente vão te considerar um alienígena deslocado até mesmo entre seus iguais! Sistema atualizado e eu, efetivamente, era um aluno residente. Peguei o comprovante e volteeeeeei em Admissions, mas agora para fazer a Student ID. Tiazinha armênia ou russa, vai saber, foi ao computador, preencheu tudo e disse: &#8220;senta ali&#8221;, apontando para uma cadeira com um pano branco atrás. Por segundos pensei que um gigante russo fosse vir me socar por ter enrolado demais com a documentação pro desconto, mas era só a foto. Foi a hora de eu ficar surpreendido. Click. Brasileiro que sou, repeti a pergunta que fiz pra mulher do guichê: &#8220;quanto tempo leva para aprovar o crédito/ID ficar pronta?&#8221;. Tiazinha quase riu da minha cara e só disse. &#8220;Fica aí&#8221;. Ok, camarada Kurilenka! 2 minutos! Só 2 minutos e ela pediu para eu assinar num pad e, instantaneamente, entregou o Student ID, com foto, nome, número e pan! Virei Bixo aos 32 anos! Ganhei meu LACC Cub Card!</p>
<p>As aulas começam em 3 de janeiro. Cinema, aí vou eu!</p>
<p>E chega por hoje, depois tem mais! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Espero que tenham gostado!</p>

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		<title>Stargate Universe: A Long and Winding Road</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 23:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Stargate]]></category>
		<category><![CDATA[Stargate Universe]]></category>
		<category><![CDATA[Syfy]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[SyFy cancels Stargate Universe ending a long spell of the Stargate franchise and jeopardizing it’s on promise of “imagining greater” by Fábio M. Barreto, Los Angeles [Aos leitores brasileiros um pedido de desculpas, mas esse texto tem que ser lido pelos gringos. Agradeço toda divulgação possível, não por mim, mas pela série, que merece! Escrevo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/stargate-universe.jpg" alt="" title="stargate-universe" width="580" height="368" class="alignleft size-full wp-image-7271" /></p>
<blockquote><p><strong>SyFy cancels Stargate Universe</strong> ending a long spell of the Stargate franchise and jeopardizing it’s on promise of “imagining greater”</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">by Fábio M. Barreto, Los Angeles</font></em></p>
<p>[Aos leitores brasileiros um pedido de desculpas, mas esse texto tem que ser lido pelos gringos. Agradeço toda divulgação possível, não por mim, mas pela série, que merece! Escrevo em português depois!]</p>
<p>Long ago, enduring the forsaken lands of Brazilian broadcast and the early steps of cable, I travelled to distant Florida and was bewitched by two great channels that, up until that moment, lived only in my wildest dreams: History Channel and Sci-Fi Channel. What a marvelous concept &#8211; history and good science fiction all day long. I’ve been dedicating my professional life to science fiction coverage and production – as reporter and editor – for the past 15 years and was one that cheered when, finally, Sci-Fi Channel was announced in Brazil. Then, I moved to Los Angeles where I had access to all the shows – Stargate Atlantis was still being produced, at the time – and things where falling in to place. Three months ago, MGM and Fox graciously invited a group of journalists to visit Vancouver, where <strong>Stargate Universe</strong> is [was, now] shot. What a massive and ingenious set with a brilliant cast. Come on, Robert Carlyle, Ming-Na and Lou Diamond Phillips on the same show? What about the newcomer David Blue&#8217;s awesome work? I was still being convinced by the story line, which producer Brad Wright himself says it was faulty and slow at first, but it was fixed. And it was Wright who flagged the shadow of cancellation over the show. He was worried. And he was working hard on it. You know, what? He pulled it off! Show was improving on a faster pace and hope was in the air. So, besides a mistake of epic proportions for both brand management and lack of trust in a household TV franchise for SyFy, the newly reinvented channel pulls the plug on Stargate Universe in order to open a slot to RAW. In the fight between intelligence and stupidity, the late wins. </p>
<p>SyFy was not happy with ratings. <strong>Caprica </strong>bought it a while ago, and SGU was the obvious next target. However, this cancellation says much more about SyFy’s confused and bizarre new way of thinking than the ratings. Isn’t the channels new motto: Imagine Greater? What’s greater than a massive ship pushing the boundaries of the universe and the limits of Humanity? Sure, a brute faking and awesome stunt will do that. Thumbs up, SyFy. You really nailed the way of brand construction and being true to values you hold true (?!?!). Brad Wright’s work has been flawless for the past 15 years and he has a plan for Stargate Universe, a good one, actually. After he told me, being as demanding and critic as I am, I was pleased and happy with the new path. But not of this will happen if the decision stands.</p>
<p>Leveling the audience from the bottom’s not a good idea, SyFy. Don’t we have enough of weird people chasing inexistent ghosts in their backyards? Anyone can shot in infrared, breath deep and say “I definitely felt something.. yeah, there’s something in here”. Come on! Science Fiction stands for intellect, for quality entertainment, for provocative concepts and brilliant minds. You are sure forsaking a genre, forgetting who gives you ratings and who also watches Sanctuary, Eureka, Warehouse 13 and.. oops, no more Sci-Fi on SyFy. </p>
<p>Network used to be the place for narrow minded executives. Now, I’m sorry to clearly see that it has contaminated the channel that could change it all. That could enlighten them all. Learn from your, now misleading marketing tag line, and Imagine Greater. Killing a classic is simple wrong and you know that. This decision’s a mistake that will live in infamy.</p>
<p>==</p>
<p>If you like the show, and agrees with the article, please spread the word. Not for any crazy attempt to get hits, but in order to help save a historic franchise. I wan&#8217;t to see where Destiny will taken the crew, don&#8217;t you? </p>

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		<title>[Fotos] Uma Noite eleTRONica</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 23:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[California Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[Disneyland]]></category>
		<category><![CDATA[Disneylândia]]></category>
		<category><![CDATA[eleTRONica]]></category>
		<category><![CDATA[Tron]]></category>
		<category><![CDATA[Tron: O legado]]></category>

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		<description><![CDATA[Música eletrônica, videogames, Flynn’s Arcade e construção de marca se misturam no maior empreendimento de marketing em favor de um filme da história recente da Disney. por Fábio M. Barreto, de Anaheim Cheguei a Hollywood em janeiro de 2008 e, pelo menos período, posso afirmar que a Walt Disney nunca investiu tanto em um filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_home.jpg" alt="" title="eletronica_home" width="580" height="213" class="alignleft size-full wp-image-7252" /></p>
<blockquote><p>Música eletrônica, videogames, Flynn’s Arcade e construção de marca se misturam no maior empreendimento de marketing em favor de um filme da história recente da Disney.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Anaheim</font></em></p>
<p>Cheguei a Hollywood em janeiro de 2008 e, pelo menos período, posso afirmar que a Walt Disney nunca investiu tanto em um filme quando fez com <a href="http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado/"><strong>Tron: O Legado</strong></a>. Deixe os anúncios de TV, internet e outdoors de lado, enquanto Joseph Kosinski e Steven Lisberger batalharam para romper a barreira virtual, a Disney ousou como nunca dentro do seu maior tesouro: seu parque de diversões. Filmes de sucesso ganham atrações fixas, participam das paradas iluminadas, mas nunca se viu um filme inédito remodelar a cara do parque, atrair milhares e ajudar a construir uma marca cada vez mais irresistível, independente da qualidade do longa-metragem em questão. Essa é a essência de <strong>eleTRONica</strong>, um espaço dedicado à música eletrônica, jogos de videogame, dança e até mesmo a versão mais atual do icônico Flynn’s Arcade, instalado temporariamente no California Adventure, o parque mais “adulto” do complexo da Disneylândia. <strong>SOS Hollywood</strong> visitou o evento, conta como é e ainda mostra fotos exclusivas! A cobertura em vídeo fica pronta até o fim da semana!</p>
<p>Desde o final de outubro fiquei curioso com um palco instalado na entrada do California Adventure, parque irmão da Disneylândia, em Anahein. O nome “<strong>eleTRONica</strong>” identificava a área e também avisava: funcionava nas noites de sexta, sábado e domingo. Tinha cara de balada, afinal, com a trilha de Daft Punk, <strong>Tron: O Legado</strong> renderia uma boa jogada para o público ligado ao estilo. Um pouco ousado para os padrões Disney, mas é o marketing da nova década mostrando a cara. Preparei um retorno noturno ao parque para tirar algumas fotos e compartilhar com o leitor do <strong>SOS Hollywood</strong>, mas, sinceramente, não esperava por uma das experiências mais malucas da minha vida.</p>
<p>Devo assumir, entrei de vez nessa onda de <strong>Tron: O Legado</strong>. Não no hype, que é baseado em informações de terceiros e em expectativas exageradas. Tenho vivido essa influência direta desde a Comic-Con, quando cantei a bola de que seria o “filme evento” da convenção e do ano. Durante a cobertura, visitei o Flynn’s Arcade – o fliperama do primeiro filme – e entrevistei o Bruce Boxleitner lá dentro, além de ver o escritório secreto de Flynn. Consegui jogar, ganhei algumas fichas comemorativas e lavei a alma lá dentro. Foi memorável. Carrego aquela lembrança até hoje e ela não vai embora. Especialmente por eu ter passado meses pensando que seria a primeira, e última vez, que vivenciei aquilo. Estava enganado. Ainda bem! Mas calma. Tudo a seu tempo.</p>
<p><strong>eleTRONica</strong> começa com uma apresentação de acrobacia, dança e música perto da entrada do parque. A encenação começa com vestimentas e cenário dos anos 80, depois evolui para o mundo digital do Grid e o “primo mais novo do Castor (Michael Sheen) depois da gripe” faz as vezes de mestre de cerimônia para apresentar o conceito de <strong>Tron: O Legado</strong> e convidar os espectadores para um “mundo eletrônico de festa e diversão”. Quando ele apontou para a esquerda, a ficha caiu. Logo em seguida foi o queixo que despencou.</p>
<p>Na área imediatamente à esquerda da entrada do parque, onde ficam os simuladores de <em>Monstros S/A</em>, Muppets 3D show, a montagem teatral de Alladin, o tour pelo processo de animação e algumas lojas, havia uma linha de contenção. Muita gente já se acumulava ali e as 18h20 o público foi liberado. Luzes, lasers, projeções nas paredes, cores e mais cores tomavam conta da área transformada. Imagens eram projetadas para todos os lados, padrões vetoriais, construções iluminadas, um verdadeiro show visual. A primeira porrada efetiva aconteceu quando vi um Recognizer em (possivelmente) tamanho natural servindo como portal. Dali para a frente era outro mundo, como se o setor anterior fosse um mero túnel de acesso.</p>
<blockquote><p>Veja o Especial <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/tron/"><strong>Tron: O Legado</strong></a>! Crítica, entrevistas e fotos na melhor cobertura brasileira sobre o filme!</p></blockquote>
<p>Muita gente já dançava com batidas eletrônicas inspiradas na trilha do filme. À esquerda, onde normalmente fica o cinema 3D dos Muppets, uma placa luminosa (ok, tudo em Tron é luminoso, logo, vai soar repetitivo) indicava: <strong>Sneak Peak Preview em 3D</strong>. Os 20 minutos que rodaram o mundo estão em exibição dentro da Disney! À direita, a balada, com uma ilha central controlada por três DJs e os dançarinos do teatrinho inicial fazendo o pagamento valer sem parar por um segundo. Dois palcos secundários permitiam apresentações de acrobacias e simulações de DiscWars, as lutas com os freesbies luminosos (eu avisei!) do filme.</p>
<p>Mais ao fundo, à esquerda, imediatamente ao lado do brinquedo de <em>Monstros S/A</em> – que ainda estava em operação – estava o bar <strong>End of Line</strong>, um dos cenários do filme. Visualmente fantástico! Entretanto, o melhor estava para o final. Gosto de pensar em coisas que geram reação espontânea e, especialmente, inesperada. Estava com a família e nunca vou me esquecer do sorriso da minha esposa na hora em que reagi à melhor das surpresas: “Eles montaram o <strong>Flynn’s Arcade</strong>! Aimeusantoyodadaimaculadashmiskywalker!”. Seus olhos brilharam e pude ver felicidade por, finalmente, poder curtir algo bacana e junto comigo. A vida aqui é sempre solitária. Um sai, o outro cuida da Ariel. Dessa vez tudo rolaria em conjunto.</p>
<p>Sem brincadeira, praticamente apostamos corrida para ver quem chegaria mais rápido ao fundo do espaço, onde um gigantesco galpão se transformou no Flynn’s. Quatro torres na entrada permitiam aos visitantes participar de competições do jogo temático para Wii, duas cabines na lateral direita – ao lado de um lounge de poltronas brancas – tinham os jogos em XBOX e PS3. No centro de tudo isso o luminoso brilhava desafiante. Um mundarél de nerds já estava lá dentro. </p>
<p>O espaço era maior que a versão de San Diego e, dessa vez, os jogos eram pagos. US$ 0,25 por ficha. As paredes de tijolos marrons decoradas com neon, música dos anos 80 tomando o ambiente e pelo menos umas 30 máquinas, inclusive uma mesa de Pebolim! Chegar perto de Tron era difícil, afinal, só há uma máquina disponível seguindo o conceito do filme. <strong>Space Paranoids</strong> tinha mais unidades, então foi mais fácil. Clássicos que, até então eram propriedades do Atari, se mostraram mais legais e desafiantes no fliperama como, por exemplo, <strong>Bezerk</strong>! Enquanto fugia desesperadamente da “bolinha” do labirinto de robôs, as luzes do lugar piscaram e apagaram. A voz de Alan Bradley (Bruce Boxleitner) tomou o ambiente enquanto ele contava a Sam (Garrett Hedlund) de que havia recebido uma mensagem do fliperama. Daquele fliperama! Tudo perfeito demais. Tudo nerd demais.</p>
<p>A sensação da primeira vez se manteve nessa segunda visita. O simples fato de estava novamente dentro de um fliperama já valia a pena. Há anos não encontro um ambiente decente e limpo para jogar, muito menos levar a família, fora de um shopping. A HotZone do Shopping Morumbi era legal, mas não tinha aquele clima. E as máquinas, nossa. As fichas personalizadas com o nome do Flynn&#8217;s Arcade. É aquela perfeição projetada da Disney, mas quem se importa, fez efeito e pronto. Viajei grandão.</p>
<p>Para completar o sonho, Ariel – devidamente acordada pelo barulho da coisa toda – deve ter achado que ainda estava sonhando pelo clima do lugar e pelo fato de eu deixar ela jogar o que quisesse! Assim, ela recebeu suas primeiras fixas de fliperama e foi jogar Bezerk, Donkey Kong Jr e Zaxxon! Chorei de emoção! Foi lindo! A Disney gosta de dizer que “constrói memórias”. Bom, foi a primeira vez que fez isso por mim. Marketing ou não, tudo isso me divertiu, me aproximou da minha família e explodiu minha cabeça! É uma experiência que todo nerd tarja preta deveria ter na vida!</p>
<p>Sábado que vem volto lá, pode apostar! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Veja as fotos (passe o mouse por cima de cada imagem para ler a legenda):</p>
<div class="photosmash_gallery">
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_23.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O túnel do tempo!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_23-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O túnel do tempo!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_22.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O show inicial é curioso, mas o espaço é pequeno e, como o povo não viu o filme, ele &quot;não faz muito sentido&quot;.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_22-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O show inicial é curioso, mas o espaço é pequeno e, como o povo não viu o filme, ele &quot;não faz muito sentido&quot;.'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_21.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Altas disputas de lightcicles no Wii com controle luminoso personalizado'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_21-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Altas disputas de lightcicles no Wii com controle luminoso personalizado'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_20.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Contagem Regressiva Misteriosa..'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_20-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Contagem Regressiva Misteriosa..'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_19.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Gostei da brincadeira com o nome... combinou muito bem!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_19-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Gostei da brincadeira com o nome... combinou muito bem!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_18.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O palco da apresentação inicial. Pessoal se reuniu ali na frente meia hora antes de começar.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_18-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O palco da apresentação inicial. Pessoal se reuniu ali na frente meia hora antes de começar.'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_17.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Os anos 80, suas luzes e estilo vergonhoso de vestimenta! :D'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_17-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Os anos 80, suas luzes e estilo vergonhoso de vestimenta! :D'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_16.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Pac Man neles!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_16-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Pac Man neles!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_15.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Veja o visual do moçoilo! E o vício por Space Paranoids, o videogame &quot;mais vendido da história&quot; de acordo com a mitologia de TRON.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_15-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Veja o visual do moçoilo! E o vício por Space Paranoids, o videogame &quot;mais vendido da história&quot; de acordo com a mitologia de TRON.'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_14.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O corredor de acesso. Luzes e mais luzes. Coisa de outro mundo praticamente.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_14-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O corredor de acesso. Luzes e mais luzes. Coisa de outro mundo praticamente.'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_13.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Até as paredes foram utilizadas no novo visual. Sinceramente, foi um show!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_13-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Até as paredes foram utilizadas no novo visual. Sinceramente, foi um show!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_12.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='End of Line Programs! Reenergize!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_12-125x125.jpg' class='ps_images' alt='End of Line Programs! Reenergize!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_11.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O Templo Supremo da Nerdice Eletrônica! Flynn&#039;s Arcade!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_11-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O Templo Supremo da Nerdice Eletrônica! Flynn&#039;s Arcade!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_10.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='&quot;The Home of Tron&quot;'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_10-125x125.jpg' class='ps_images' alt='&quot;The Home of Tron&quot;'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_09.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Memórias como essa não tem preço e olha que a MasterCard, nem a Disney, patrocinaram isso!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_09-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Memórias como essa não tem preço e olha que a MasterCard, nem a Disney, patrocinaram isso!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_08.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Momento Ego detected!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_08-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Momento Ego detected!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_07.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O clima era esse. Muita gente. Respeito. Fichas baratas. Muitos jogos!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_07-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O clima era esse. Muita gente. Respeito. Fichas baratas. Muitos jogos!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_06.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Icônico até mesmo em neon!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_06-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Icônico até mesmo em neon!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_05.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Flynn Lives! Flynn Lives!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_05-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Flynn Lives! Flynn Lives!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_04.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Space Paranoids! Fight for the User!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_04-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Space Paranoids! Fight for the User!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_03.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Recognizer ao ataque! '  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_03-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Recognizer ao ataque! '  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_02.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='Esse Preview 3D foi instalado no lugar do filminho antigo dos Muppets. Finalmente algo decente ali! Filas enormes para ver alguma coisa antes da estréia!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_02-125x125.jpg' class='ps_images' alt='Esse Preview 3D foi instalado no lugar do filminho antigo dos Muppets. Finalmente algo decente ali! Filas enormes para ver alguma coisa antes da estréia!'  height='125' width='125' /></a></div>
			
			<div class='bwbps_image'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_01.jpg' rel='lightbox[album_4]' title='O túnel interdimensional. Do Mundo real para o Grid! Imagina minha cara quando vi isso?! o.O'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/eletronica_01-125x125.jpg' class='ps_images' alt='O túnel interdimensional. Do Mundo real para o Grid! Imagina minha cara quando vi isso?! o.O'  height='125' width='125' /></a></div>
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		<title>Carta Aberta a Michael Bay</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 10:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando a verdade se torna relativa e a confiança desce ralo abaixo, como continuar acreditando no mundo utópico de uma cobertura jornalística válida? Caro Michael, Gostaria de lembrá-lo da primeira oportunidade em que conversamos. Foi antes da estréia de Transformes 2. Sei que você não gosta muito desse negócio de falar com a imprensa, afinal, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/michael-bay.jpg" alt="" title="M" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7242" /></p>
<blockquote><p>
Quando a verdade se torna relativa e a confiança desce ralo abaixo, como continuar acreditando no mundo utópico de uma cobertura jornalística válida?</p></blockquote>
<p>Caro Michael,</p>
<p>Gostaria de lembrá-lo da primeira oportunidade em que conversamos. Foi antes da estréia de <em>Transformes 2</em>. Sei que você não gosta muito desse negócio de falar com a imprensa, afinal, boa parte do pessoal desce a lenha em seus filmes &#8211; a maioria com razão &#8211; e alguns nem te consideram um diretor sério. Fato é, goste ou não, temos que conversar. Faz bem para os seus filmes e, alguns poucos jornalistas, incluindo esse humilde reporter, estão dispostos a entender os diretores e criadores capazes de inspirar respeito ao realizar filmes grandiosos como <em>Armageddon </em>e <em>Pearl Harbor</em>. Você gosta de editar e de trabalhar. Também sei disso. Você foi bem claro em nosso papo, embora não precisasse ter dito nada, afinal, aquela cara azeda logo cedo dentro da sala de projeção na Sony, lá em Culver City, disse tudo. Respeito sua posição, de verdade. Melhor deixar claro do que não gosta do que ficar tentando atuar e tratar a gente com falsidade. Mas não é sobre nada disso que quero falar. Quero te cobrar uma coisa. Aliás, quero cobrar de você e de seus colegas algo fundamental; algo distante da realidade do jornalismo cultural; algo capaz de colocar essa relação em risco. Quero cobrar um discurso próprio, a verdadeira postura, sua visão, ou melhor, você! E não essa lenga-lenga imposta pelo estúdio, pelo seu assessor pessoal e pela obrigatoriedade de fazer tipo contra sua vontade. O motivo da cobrança? Você foi categórico em uma declaração: &#8216;<strong>serei o último diretor de Hollywood a filmar em 3D; não gosto do formato</strong>&#8216;. Menos de dois anos depois o que aparece? Trailer de Transformers 3 em 3D! E além de cobrar, pergunto: como confiar em ti numa próxima entrevista?</p>
<p>Grato,<br />
Fábio M. Barreto, correspondente e sujeito que acreditou na sua palavra e contou para os outros!</p>
<p>Gostaria muito de mandar essa carta a Michael Bay, de verdade. Mas ele não seria o único. Zack Snyder mereceria uma cópia, assim como o picareta do <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-louis-leterrier-hulk/">Louis Leterrier</a> (que dirigiu <em>Hulk </em>e a aquela galhofa de <a href="http://www.soshollywood.com.br/furia-de-titas/"><em>Fúria de Titãs</em></a>), que fez alarde com a &#8220;aparição do Capitão América&#8221; no Hulk e nunca aconteceu, e muitos outros nomes de Hollywood. Depois de três anos encarando o ritmo pesado de Los Angeles e realizando dezenas de entrevistas por mês, fiquei estarrecido ao notar um dos piores elementos da dinâmica imprensa &#038; entrevistados. Poucos são os atores e diretores que realmente falam o que pensam. Já estava com isso em mente, mas resolvi escrever quando uma grande amiga chamou atenção ao fato de que <a href="http://www.soshollywood.com.br/depoimento-nas-alturas-com-coppola/">Coppola </a>fez questão de ficar sozinho na sala em cada uma de suas entrevistas e, acima de tudo, criticou, ousou, elogiou, falou pelos cotovelos sem medo de ser feliz. Em entrevista clássica à <em>Rolling Stone</em>, Marlon Brando reclamou desse sistema, no qual o &#8220;correspondente faria aquela matéria básica de correspondente, usaria 3 ou 4 aspas e pronto&#8221;. Nada mudou. </p>
<p>Quer dizer, piorou, pois agora achar uma mente hábil e corajosa para ser autêntica é tão difícil quando achar uma pepita de ouro em Serra Pelada nos dias de hoje. Michael Bay ficou com ódio da pergunta sobre o 3D. De verdade. Cerrou o punho e parecia ter sido ofendido pela minha colocação, afinal de contas, Transformers sempre pareceu uma boa ideia com a tecnologia, por razões óbvias. Fez um discurso a favor da película e sobre não gostar do 3D &#8211; que inclusive está registrado em áudio no <a href="http://www.soshollywood.com.br/category/sos-cast/"><strong>SOS Cast 12</strong></a>, sobre o <a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cast-12-mercado-3d/">Mercado 3D</a>, é só ir lá e ouvir! Pode ter sido sua verdade naquele momento, o que sentia naquele momento, mas nunca vi tanta convicção voar pela janela tão rápido. Agora ele elogia, diz que adorou, contra-ataca boatos de que teve problemas com o sistema ao dizer que <em>Transformers 3</em> é &#8220;o melhor 3D já feito&#8221;, e etc. Verdades eternas não existem, claro. Ele tem todo o direito do mundo de mudar sua opinião (especialmente se o estúdio mandar). Atire a pedra quem nunca reviu um conceito. Entretanto, essa atitude é sintomática numa Hollywood cada vez mais desgastada e falsa. É duro dizer e assumir. Vivo disso. Vivo do contato com essas pessoas. A imprensa internacional é tratada de forma secundária aqui, fato. Um blogueiro americano famosinho tem mais acesso que o maior jornal da Alemanha ou da Itália, por exemplo. Mesmo assim tem gente tentando o &#8220;furo&#8221; sobre um novo filme. Eles nunca falam. Ficamos com a sensação de sermos pessoas desinformadas ao tentar investigar algo interessante e basta sair do &#8220;roteiro ideal&#8221; de perguntas que estúdios picaretas como a Warner Bros., por exemplo, te colocam em listas negras. Já contei que a WB me acusou de ter dado em cima da Ashley Greene? Enfim.</p>
<p>Numa situação semelhante à de Michael Bay, cito a última entrevista com <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-zack-snyder/">Zack Snyder</a>. Ela aconteceu antes do anúncio de seu nome para a direção do <em>Superman</em>. Perguntei se ele tinha alguma negociação para adaptação da DC e, sem pensar muito, respondeu que não falava com a DC há um bom tempo. Nem uma semana depois, Chris Nolan anunciou seu nome. Isso é maior que meu ego ferido, pode apostar. Vejo acontecendo com repórteres de diversos países, especialmente os que tentam fazer algo fora da &#8220;pergunta genérica&#8221;, ou seja, &#8220;como você se envolveu com esse projeto? como foi trabalhar com fulano? foi legal filmar as cenas em 3D?&#8221;. Claro que Nolan pode ter ligado para Snyder um dia antes do anúncio, afinal, quem recusaria uma oferta dessas?  Mas a impressão de que impedir qualquer coisa fora do roteiro paira no ar. </p>
<p>Lembro de uma brincadeira que o Paul Guilfoyle, de <em>CSI</em>, fez quando o elenco da série foi ao Brasil pela primeira vez. Alguém perguntou sobre como cada personagem fazia para ter mais espaço, e ele disse que William Pettersen era sobrinho de Jerry Bruckheimer. Falou de forma séria, como se fosse fato verídico. Muita gente publicou. Erraram por não pesquisar, mas esse tipo de atitude é dúbia. Precisamos confiar no entrevistado assim como ele precisa confiar no entrevistador. Depois de submeter números de tiragem, tamanho de cobertura, datas de publicação, ser aprovados pelo escritório local, pelo escritório de Los Angeles e pelo assessor direto do artista em questão, assinar embargo sobre o filme, assinar embargo para a entrevista, não poder entrar com telefone no cinema, ser revistado com detector de metais, ser lembrado de que não é possível tirar foto com o artista e de que é proibido fazer perguntas pessoais, o mínimo esperado da outra parte seria sinceridade e informações úteis. Cansei de jogar entrevista de round-table ou coletiva de imprensa no lixo. Muitas vezes vai na sorte. Do sujeito gostar da sua pergunta e fazer valer todo o esforço, mas, ultimamente, a coisa está difícil. Como responsável pelas entrevistas, preciso ser o primeiro filtro de qualidade. Vender porcaria não existe, então, é preciso batalhar durante a entrevista, torcer para que o grupo da mesa-redonda seja bom e que o artista esteja de bom-humor. Diversos fatores para que meu trabalho possa, ou não, ser bem-sucedido. </p>
<p>Sinceramente, parece uma relação que chegou ao fim. Um casamento para inglês ver, no qual cada um dos lados pensa de um jeito e todo mundo faz de conta que está feliz. Quer mais um exemplo? Há uns dois anos, participei de uma coletiva com Dustin Hoffman e Matthew Broderick. Era perto do fim do ano, então sempre aparece um tablóide inglês ou jornalista sem noção que pergunta coisas sobre as Festas de Fim de Ano. Perguntaram ao Hoffman sobre seus planos. Prontamente, ele respondeu: não vou fazer nada, ficarei em casa, nada especial. Depois que tudo terminou, fui pegar um café com leite e, por coincidência, os dois atores estavam conversando ao meu lado. O papo corria solto e Hoffman estava contando ao Broderick que tinha altos planos para o Natal, que viajaria para encontrar a família, que fariam isso e aquilo. Como tenho interesse no lado profissional, pouco me importava, mas isso demonstra esse lado negro da imprensa cultural. Eles falam o que querem, a gente &#8211; os sérios &#8211; sofrem para justificar o investimento. Sim, investimento. O estúdio confiou em mim para fazer a entrevista, então tenho que devolver algo de igual valor para que o ciclo se renove. Mas os atores não confiam. É a superexposição.</p>
<p>Como o acesso está gigantesco ultimamente, eles precisam se proteger. Fato. A imprensa norte-americana é mal preparada, só sabe viver do sensacionalismo &#8211; algo que vários sites e revistas semanais brasileiros estão aprendendo a passos largos, infelizmente &#8211; e tem uma demanda volumosa. Precisam perguntar muito. Pensam pouco. Então, rapidamente, a vida pessoal entra na onda. Os artistas se retraem e todo mundo paga o pato. Amigo meu &#8211; que não é nerd e vive no mundo &#8216;sério&#8217; da política e da economia &#8211; diz que fazemos jornalismo de elevador. Recuso-me terminantemente a aceitar que ele esteja certo, primeiro por orgulho das minhas entrevistas, depois por não aceitar uma definição tão mortal para o trabalho. Se é distração passageira, nada do que faço ou penso faz diferença. O cinema mudou minha vida, me ensinou, me guiou e, de certa forma, foi a base da minha vida. Acreditar que viver em algo tão irrelevante seria o mesmo que destruir tudo aquilo que eu e você gostamos e apreciamos.</p>
<p>Estou em Hollywood para ajudar a levar cultura a um país tão carente de criatividade cinematográfica, de idéias simples, de coisas boas que podem melhorar uma vida. Um dia assisti a um filme e li uma revista sobre o tema. Decidi aprender inglês para ver filmes sem legenda. Acabei conhecendo minha esposa e, hoje, isso é minha vida. Como consumidor, acredito no cinema e em seus realizadores. Infelizmente, muitos deles não acreditam em ninguém que seus assessores não deixem que acreditem. Se um dos lados já perdeu a fé, quando o outro perder, o que vai acontecer? O jornalismo já sofre com a incapacidade de compreender o efeito do jornalismo2.0, os grandes periódicos americanos ainda se seguram frente ao levante dos blogs &#8211; que tem mais fontes que os veteranos -, mas por quanto tempo? Hollywood precisa de uma nova dinâmica e, acima de tudo, de fé nos profissionais que distribuem sua magia mundo afora.</p>

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		<title>[Grammy] Um Começo Nada Glamouroso</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 22:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[O Grammy pode ser o caldeirão das celebridades musicais da atualidade, mas começou com dificuldades e sem interesse dos músicos em se apresentar ao vivo. Dá para acreditar? por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Conhece o ditado: os fins justificam os meios? Às vezes isso funciona fantasticamente e até quando não se espera. Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/TPainSlashJamieFoxx.jpg" alt="" title="TPainSlashJamieFoxx" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7206" />	</p>
<blockquote><p>O <strong>Grammy </strong>pode ser o caldeirão das celebridades musicais da atualidade, mas começou com dificuldades e sem interesse dos músicos em se apresentar ao vivo. Dá para acreditar?</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Conhece o ditado: os fins justificam os meios? Às vezes isso funciona fantasticamente e até quando não se espera. Assim é Los Angeles, assim é Hollywood. Tudo acontece de maneira meio rápida, inesperada e, sem exageros, cada passo pode ser histórico. Logo que cheguei à Califórnia, ainda sem carro, sem conhecer absolutamente nada da cidade e cheio de vontade fui bater perna. Numa dessas caminhadas dei de cara com o <strong>Palladium</strong>, na Sunset Blvd, quase em frente aos estúdios da Nickelodeon. Aliás, até pensei em começar esse texto com aquele estilo americano &#8220;Enquanto caminhava pela Sunset, dei de cara com o Palladium; imponente, histórica e toda azul, a casa de shows blablabla&#8221;, mas preferi algo mais contextual, afinal, o que é o Palladium, por que eu estava ali e por que ele me empolgaria? Perguntas, perguntas&#8230; sempre as perguntas. O Korn faria um show ali em algumas semanas, mas a grana era curta e não consegui ir &#8211; e os ingressos estavam esgotados, para variar -, logo, meu encontro com aquele palco lendário aconteceu por causa do cinema, quando a Universal levou um grupo de jornalistas para entrevistar o elenco de <em>Land of the Lost</em>, o remake bisonho de <em>O Elo Perdido</em>, lá dentro. </p>
<p>Achei que fosse no lobby ou no estacionamento, algum cenário ou idéia maluca. Errei feio. O evento aconteceu lá dentro. Surtei! Estava lá dentro (e sem pagar, o que é melhor)! E conversando com Marty Krofft, criador de <em>O Elo Perdido</em>, ele manda uma pancada velha-guarda total: “sabe que estive aqui na noite de estréia com Frank Sinatra?” Como dizem por aí, foi de &#8220;explodir cabeças&#8221;. Um ciclo maluco havia colocado Sinatra, Marty e eu nas duas extremidades do tempo. Egocêntrico? Total! Mas pirei mesmo assim! Não falei que os fins justificavam os meios? Pois é, por causa de um filme fraco, vivi esse momento e pude passar algumas horas dentro lugar que recebeu a primeira edição transmitida ao vivo pela televisão do Grammy, em 1971, depois de amargar 12 anos &#8211; desde sua criação em 1957 &#8211; como um evento gravado e relativamente marginal no entretenimento norte-americano. Aretha Franklin, The Carpenters e Simon &#038; Garfunkel cantaram naquela noite de música na ABC, que se empolgou o suficiente para iniciar a tradição do <strong>Grammy </strong>na TV.</p>
<p>	Navegar pela história do maior prêmio da música é curioso, afinal de contas, com suas origens enraizadas na necessidade identificada por líderes do mercado fonográfico para sua versão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ou suas irmãs da TV e Teatro, o nascimento da National Academy of Recording Artists and Sciences foi algo bem simples, tanto que entre 1957 e 1963 não existia evento de premiação. Uma lista era divulgada e os ganhadores recebiam seus prêmios pelo correio. O primeiro programa realizado em 63 surgiu como mera formalidade. Sob o nome de The Best on Record, o especial era montado com apresentações gravadas dos ganhadores, e chegou a ser filmado sem platéia. Os vencedores, que já haviam sido escolhidos meses antes, eram anunciados e pronto. Havia um programa, mas, mesmo assim, o evento principal da premiação acontecia em cerimônias em Los Angeles e Nova Iorque, nas quais os ganhadores eram anunciados. </p>
<p>	Se para algumas pessoas o número 13 dá azar, para o Grammy ele é sagrado. A 13.a edição, em 1971, revitalizou tanto a associação quanto o jeito se ver o Grammy. Foi o ano da primeira exibição ao vivo! Pierre Cossete é o nome do maluco obstinado com a idéia e que fez tudo acontecer depois de conseguir os direitos de um programa de duas horas na ABC. Chamei de maluco, pois é a realidade. Grandes visionários sempre jogam tudo para o alto por causa de um sonho. Eles se arriscam e pedem favores para deus e o mundo em prol de suas idéias. Foi assim que ele conseguiu convencer boa parte dos artistas presentes no 13th Annual Grammy Awards, entre eles Duke Ellington, Andy Williams, Burt Bacharach e Herb Alpert. As dificuldades foram imensas e Cossete chegou a ponderar usar algumas gravações, mas isso poderia ser visto como quebra de contrato, então uma das soluções foi convencer alguns intérpretes a cantar covers cuja audiência seria garantida. Por isso Aretha Franklin cantou &#8220;Bridge Over Troubled Water&#8221;, de Simon&#038;Garfunkel (que ela regravaria oficialmente para, no ano seguinte, ganhar um Grammy como Melhor Vocal R&#038;B!) e Dionne Warwick encarou &#8220;Let it Be&#8221;, dos Beatles. Só dois indicados cantaram ao vivo: The Carpenters, com &#8220;We&#8217;ve Only Just Begun&#8221;; e Simon&#038;Garfunkel, que acabaram ganhando o prêmio de álbum do ano por &#8220;Bridge&#8221;. </p>
<p><center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AkqyLsDqgv0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AkqyLsDqgv0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>
<p>	O Oscar era referência clara em termos de prêmio na TV. Mesmo extremamente monótono &#8211; se você reclama dos recentes, procure vídeos das primeiras premiações! &#8211; todo mundo conhecia, tendo isso em mente, Cossete lutou por tentar ligar o mundo da música com o cinema. O resultado foi a presença do icônico e venerado John Wayne como um dos apresentadores. Os deuses da música ficaram felizes com as oferendas e sorriram para o programa, que teve platéia lotada e audiência exemplar. A ABC pirou com a idéia e deu sinal verde para a continuação no ano seguinte. Eram os primeiros passos de um evento que se transformaria numa referência mundial. Entretanto, os deuses são inconstantes e podem ser agradados por outros fiéis. Pouco tempo depois, menos de dois anos para ser específico, o Grammy teria sua primeira batalha com a chegada da concorrência, a implicância da imprensa e o preconceito do canal que o acolheu.</p>
<h2>Grammy x American Music Awards</h2>
<p>	Em 1972, o Grammy foi gravado em Nova Iorque, num dos auditórios secundários do Madson Square Garden, o Felt Forum. B.B. King tocou. The Carpeters repetiram a dose e Three Dog Night também deu as caras no show ao vivo. Mas esse foi ano mais marcante, pois a imprensa e parte da indústria iniciaram a tradição do &#8216;Grammy-bashing&#8217;, ou seja, &#8216;Desça-o-Cacete-no-Grammy&#8221;. Todas as escolhas pareciam erradas. Os críticos não concordavam com nada. Alguns produtores &#8211; muitos deles com produtos derrotados ou voto-vencidos &#8211; passaram a desacreditar as escolhas. Onde está o reconhecimento a Elton John?, alguns perguntavam. Como os Allman Brothers não ganharam nada? A ladainha começou ali e, de certo modo, nunca parou, seja com o Grammy ou qualquer outra grande premiação. Descontentes estão por todos os lados. &#8220;Eles praticamente republicavam a mesma matéria todo ano e só mudavam os nomes&#8221;, diz Ken Ehrlich, produtor-executivo do Grammy, a partir de 1980, e criador do MTV Movie Awards, em 1992. Falem Bem ou Mal, mas falem de mim. O ditado acabou funcionando, pois, por estar engatinhando na TV, era bom atrair a atenção do público e, de certa forma, os anos de críticas podem ter ajudado.</p>
<p>	O mesmo não se pode ser dito do primeiro grande racha envolvendo o Grammy. Depois do sucesso dos dois primeiros anos &#8211; em Los Angeles e Nova Iorque &#8211; a organização resolveu montar seu circo em Nashville, numa época em que o country ainda era considerado música de nicho (uma bola de cristal ali teria feito toda a diferença, não?) e faria mal tanto aos índices de audiência quanto à imagem da emissora. Foi exatamente isso que a ABC pensou e ameaçou cancelar a transmissão se ela viesse do Tennessee. Cossete aceitou a negativa e foi para cima da NBC numa missão meio suicída e desesperada, afinal, ele tinha um programa sem lar, num tempo em que TV a cabo não existia, logo, o Grammy &#8220;não-existiu&#8221; por alguns meses. A pressão deu certo e a NBC topou quando o executivo Bob Wood, amigo de Cossete, que, mesmo assim, relutou um bocado, aceitou a proposta. </p>
<p>	Nem é preciso dizer que a audiência disparou mesmo com o palco repleto de astros country. George Harrison ganhou como Melhor Álbum do Ano com &#8220;Concert for Bangladesh&#8221; na frente de 53% dos espectadores norte-americanos. NBC feliz estourando rolhas de champagne, ABC puta e enfurecida ouvindo o fantasma de Cossete dizendo &#8220;eu te disse, eu te disse, eu te disse&#8221;. Pagaram feio pelo preconceito e a falta de visão, entretanto não ficaram muito tempo remoendo e, pouco depois, iniciaram as negociações para a criação de um concorrente. Assim surgiu o American Music Awards.</p>
<p>	Em princípio, a concorrência foi boa, pois &#8220;ajudava à indústria&#8221;, depois a coisa ficou feia e a briga por atenção e, acima de tudo, pelos músicos que cantariam ao vivo se tornou predatória. O troco da ABC veio na data da exibição, pois realizavam o AMA semanas antes do Grammy, que sofria com a repetição ou negativas de cantores que não poderiam abrir datas são próximas em suas turnês ou agendas lotadas. A briga durou praticamente 30 anos até que o AMA foi transferido de fevereiro para o final do ano anterior.</p>
<p>E essa história não terminou, mas isso fica para o próximo texto. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>======</p>
<blockquote><p><strong>Quer Fazer parte da História do Grammy? Agora é sua Vez!</strong><br />
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		<title>[Depoimento] Nas alturas com Coppola</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 18:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em texto especial para o SOS Hollywood, que pedi à amiga Alessandra Guidoni, responsável pelos eventos de imprensa envolvendo Francis Ford Coppola em São Paulo e Rio, ela comenta como é o diretor, conta algumas curiosidades e compartilha uma foto exclusíva do diretor passeando de helicóptero por Sampa! Atuando em assessoria de imprensa desde o [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Coppola_helicoptero.jpg" alt="" title="Coppola_helicoptero" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7198" /></p>
<blockquote><p>Em texto especial para o <strong>SOS Hollywood</strong>, que pedi à amiga <strong>Alessandra Guidoni</strong>, responsável pelos eventos de imprensa envolvendo Francis Ford Coppola em São Paulo e Rio, ela comenta como é o diretor, conta algumas curiosidades e compartilha uma foto exclusíva do diretor passeando de helicóptero por Sampa!</p></blockquote>
<p>Atuando em assessoria de imprensa desde o início dos anos noventa &#8211; em especial na área de entretenimento -, tive diversas oportunidades de trabalhar com celebridades de vários cantos do planeta. Minha mais recente experiência aconteceu no início deste mês quando o cineasta Francis Ford Coppola (&#8220;Apocalipse Now&#8221;, &#8220;O Poderoso Chefão&#8221;, etc) veio ao Brasil para divulgar seu filme <strong>TETRO</strong>, escrito, produzido e dirigido por ele e lançado hoje (10/12) nos cinemas brasileiros pela Imovision. Pude ver de perto como a fama não afetou a cabeça do cineasta e até passeamos de helicóptero pelos céus de São Paulo a caminho da Rede Globo, onde foi entrevistado por Jô Soares, e ele estava devidamente ambientado às alturas, afinal, fez 6 meses de aula de pilotagem naquele aparelho.</p>
<p>Em geral, os &#8220;talents&#8221; estrangeiros (como nos referimos às personalidades artísticas) costumam ser bastante tranqüilos de se trabalhar. São impecavelmente profissionais, respeitosos e educados, raros são os casos de estrelismo por parte deles. Com o Coppola, um tranquilo senhor de 71 anos de idade, não foi diferente. Atencioso, gentil, paciente mesmo com os fãs (e jornalistas) mais eufóricos. Atendeu à imprensa com respostas longas, completas, distribuiu autógrafos, tirou fotografias com todos que solicitaram (muitas vezes somos nós da equipe de divulgação que temos que controlar o público, pois eles, os astros, geralmente não conseguem dizer &#8220;não&#8221;) apesar de confessar que não gosta muito de fotografias. </p>
<p>No Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro, Francis Ford Coppola participou de eventos de imprensa, pré-estréias, encontros educativos. Numa de nossas conversas, o diretor comentou que gosta de atender aos jovens jornalistas em vez de só falar com os medalhões, assim como é claro quando diz ficar mais empolgado por viver rodeado por gente nova para dar conselhos profissionais e idéias. Não fez nenhuma exigência, comentou que não se sente confortável em ter seguranças particulares por perto (ele não permite que os seguranças afastem as pessoas que tentam se aproximar), gosta de feijoada e caipirinha, disse que tudo no Brasil está muito mais evoluído, mas também muito mais caro desde que esteve aqui há muitos anos, e não deixou de exibir uma de suas peculiaridades: meias diferentes, um pé de cada cor. Ao ser questionado sobre o porquê de tal hábito, algum tipo de superstição talvez, Coppola sorriu maroto e respondeu &#8220;because I can&#8221;. Com certeza, ele pode. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tetro_coppola.jpg" alt="" title="tetro_coppola" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7197" /></p>

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		<title>SOS no NerdOffice!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 16:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<category><![CDATA[Hollywood]]></category>
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		<description><![CDATA[Um momento histórico acontece na esfera nérdica brasileira. O JovemNerd publicou na última madrugada mais um vídeo da série NerdOffice e incluiu sua passagem pelos domínios do SOS Hollywood e adivinhem que apareceu por lá? Este repórter intrometido que quebrou galho como cinegrafista, teve seus momentos como convidado e recebeu 40 moedas de prata para [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/barreto_jovemnerd-580x435.jpg" alt="" title="barreto_jovemnerd" width="580" height="435" class="alignleft size-large wp-image-7192" /></p>
<p>Um momento histórico acontece na esfera nérdica brasileira. O <strong>JovemNerd </strong>publicou na última madrugada mais um vídeo da série NerdOffice e incluiu sua passagem pelos domínios do <strong>SOS Hollywood </strong>e adivinhem que apareceu por lá? Este repórter intrometido que quebrou galho como cinegrafista, teve seus momentos como convidado e recebeu 40 moedas de prata para ser guia turístico do JovemNerd em pessoa pelas ruas e pontos turísticos de Los Angeles! YAY!</p>
<p>Como o <strong>JovemNerd </strong>não conhecia a cidade, acabamos indo nos pontos mais famosos, mas a empolgação do sujeito a chegar em cada uma delas vale cada segundo. Foi fantástico! E eu ganhei uma camiseta NerdPower! Hahaha. Tudo bem que ainda não rolou convite para NerdCast, mas um dia eu chego lá! =D<br />
Assistam, comentem e sintam-se liberados de qualquer pressão psicológica para torrar o saco do Jovem Nerd e do Azaghal para fazerem mais coisas com o SOS!</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6QnG29YC-p8?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6QnG29YC-p8?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>

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		<title>[Literatura] Um Criador, Várias Criaturas</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 12:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[A Mão que Cria]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Octavio Aragão]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro anos depois de seu lançamento, A Mão que Cria, de Octavio Aragão, começa a ganhar traços de marco de gênero e aspira ao Olímpo dos clássicos nacionais! Em texto pessoal, revelo alguns segredos e pensamentos envolvidos na produção desse livro cheio de zumbis, homens-peixe e personagens da literatura mundial! por Fábio M. Barreto, editor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1810172&#038;sid=61752328212129209181904174&#038;k5=2FBC9CF8&#038;uid="><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ilustra-steampunk.jpg" alt="" title="ilustra-steampunk" width="580" height="403" class="alignleft size-full wp-image-7173" /></a></p>
<blockquote><p>
Quatro anos depois de seu lançamento, <strong>A Mão que Cria</strong>, de Octavio Aragão, começa a ganhar traços de marco de gênero e aspira ao Olímpo dos clássicos nacionais! Em texto pessoal, revelo alguns segredos e pensamentos envolvidos na produção desse livro cheio de zumbis, homens-peixe e personagens da literatura mundial!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, editor especial na Lemúria</font></em></p>
<p>Um braço misterioso desceu na Catedral de Notre Dame e alguns homens morreram antes de um duelo épico entre a Criatura de Frankenstein e o Aquaman, mas era só o preâmbulo para a invasão dos zumbis, da França mecanizada presidida por Júlio Verne e duas Guerras Mundiais marcadas por conflitos entre homens-golfinho, criados pelos conceitos do Dr. Moreau e os desmortos da Alemanha. Quanta coisa misturada, não? Bem, decidi publicar <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1810172&#038;sid=61752328212129209181904174&#038;k5=2FBC9CF8&#038;uid="><strong>A Mão que Cria</strong> </a>quando o braço desceu e não precisei passar do segundo parágrafo para ter certeza da impressão inicial. Era meio de 2006, minha esposa já estava grávida e eu acabava de iniciar um período curto, mas intenso, de trabalho na Editora Mercuryo, em São Paulo. Recebi um pedido idealista &#8211; que mais tarde se mostraria essencialmente desesperado &#8211; por novas idéias, novos temas, novos autores para uma editora dependente da obra de J.J.Benitez. A primeira escolha foi imediata e só informei a Gerson Lodi-Ribeiro que <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1808981&#038;sid=61752328212129209181904174&#038;k5=CD18CA2&#038;uid="><strong>Outros Brasis</strong></a> seria, finalmente, publicado na pátria mãe. A segunda, da qual gosto de me considerar um pouco responsável, foi <strong>A Mão Que Cria</strong>, de Octavio Aragão. Um telefonema, algumas linhas de texto e, naquele momento, minha era a mão criadora. À época, preocupei-me com o presente e arrisquei classificar o livro como &#8220;a primeira ficção alternativa brasileira&#8221;, alcunha que lhe é de direito, mas não fiz nenhum exercício de futurologia e mesmo que tivesse feito, não imaginaria sua relevância para as bases do que hoje conhecemos como steampunk e toda essa zumbizada na literatura fantástica brasileira. Quatro anos e meio depois de meu primeiro contato com a proposta de Aragão, revisitei a obra e, de maneira assustadora, pude constatar que, na verdade, nossa maior realização foi a gênese de um admirável mundo novo, do qual todos podem, e devem usufruir, seguindo os preceitos mais que definidos pelo autor em sua outra criação, a <em>Intempol</em>. Pode ter sido fruto de um rompante de romantismo em prol da FC, mas resultou num livro fundamental!</p>
<p>	Sou suspeito para falar? Possivelmente, mas meu senso crítico costuma jogar contra e elevar os padrões aceitáveis em termos de leituras ou filmes. Basta ler qualquer análise publicada nos veículos com os quais me correspondo, não há o que esconder. E confesso que temia pelo efeito dos anos e da maior experiência quando reiniciasse a leitura de <strong>A Mão que Cria</strong>, mas o primeiro parágrafo fez as vezes da máquina de H.G. Wells para resgatar não a lembrança da história &#8211; essa nunca desapareceu -, mas a empolgação desperta pelo primeiro contato. Precisava ler. Queria ler. Não conseguia parar de ler. A cada novo personagem a curiosidade quase adolescente despertava para situá-lo no mundo real ou no literário, suas referências, suas motivações e o modo como Octavio (chamá-lo pelo sobrenome, Aragão, soa estranho num texto tão pessoal) costurou tudo isso de forma alucinante. Você está certo, meu caro leitor, se considera tudo isso um discurso de fanboy, mas o que é o editor se não um fanboy com meios e crença suficiente para acreditar que uma obra merece ser compartilhada e tem fôlego suficiente para dar lucro nas livrarias? Aliás, é preciso acreditar mais do que o normal para assumir esse tipo de responsabilidade. </p>
<p>	Misturar elementos fictícios com realidade é obrigatoriedade no gênero da Ficção Alternativa, mas Octavio merece os louros por sua criação mais brutal: os desmortos. Todo mundo tem alguma idéia do que sejam zumbis &#8211; seja algo ligado ao vodu ou a imagem mais moderninha, do zumbi popular de <em>The Walking Dead</em> &#8211; e vincular esse não-ser tão vinculado à imagem de George Romero foi algo estarrecedor, ainda mais quando o &#8220;paciente zero&#8221; se tratava da Criatura de Frankenstein. Muitos autores que se arriscam com o tema queimam muitos neurônios para encontrar, normalmente na biologia, explicações plausíveis para a infestação zumbi. <strong>A Mão que Cria</strong> já apresentava uma nova proposta para o gênero lá atrás, numa mescla de influência alienígena com conceitos deturpados de uma criatura amargurada e abandonada. Se zumbi é sinônimo de vida sem ordem e desestruturação, os desmortos de Octavio já nasceram mais avançados, como o princípio de uma sociedade sedenta e sem dor. O caos dos filmes, gibis e séries de TV é básico. O Ariano &#8211; também conhecido com a Criatura &#8211; é a pós-graduação nas possibilidades desse tema.</p>
<p>	Sempre mantive uma referência velada de William Forrester à relação que Octávio Aragão tem com os autores de quem empresta idéias e personagens. Tão fictício quanto o cenário de <strong>A Mão que Cria</strong>, Forrester permite que um pupilo use algumas de suas palavras e as transforme em algo seu. Próprio. Diferente. Nunca se abre a mesma porta, ou se vira a mesma página. Octávio fez o que todo autor de ficção científica tem obrigação informal &#8211; afinal, inserir obrigações estruturais é paradoxal por natureza &#8211; pelo caráter inovador e exploratório do gênero: deixou uma idéia se construir e a explorou. O zumbi como condição social e não como pestilência inexplicável permite muito mais criatividade, especialmente quando seu patriarca é um gigante deformado extremamente intelectualizado e com o coração partido. Penso em <em>The Walking Dead</em> e nos livros sobre o assunto sem encontrar repentes de criatividade no senso estrito da palavra. Há releituras, novas roupagens ou linguagens servindo para reapresentar um mesmo personagem. Todo mundo pensa em como, e se, os sobreviventes vão se safar; Octavio lhes deu uma nova origem. Uma opção de existência, uma continuidade alternativa. </p>
<p>	<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/amqc-200x300.jpg" alt="" title="A Mão que Cria" width="200" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-7144" /> Curioso falar de origem num livro cuja própria origem está espalhada por séculos de literatura. Cada nova esquina desbravada pelo estilo empolgante e ininterrupto de <strong>A Mão que Cria</strong> abastece a imaginação que acelera a todo vapor. Por falar nisso, finalmente, o Brasil vive o levante do <strong>SteamPunk</strong>, com diversos autores explorando o mundo retrô alimentado pela tecnologia robusta das máquinas à base de motores a gás, e mesmo nisso Octavio foi pioneiro. Seguindo os passos do mestre Verne, cuja influência como cientista teria possivelmente despertado um gigantesco renascimento a vapor na Europa pré-Primeira Guerra, o romance estabelece uma boa base para o visual rebuscado condizente com os cenários do gênero assim como suas máquinas e armamentos. Pensar no Celacanto &#8211; o opressivo submarino em forma de castelo &#8211; com quem o Nautilus trava combate ou a parafernália usada para tentar conter os desmortos na embaixada da Lemúria remete aos primórdios de uma identidade visual inevitavelmente herdada da literatura estrangeira que há anos explora o suas possibilidades, mas se apropriando dos conceitos com descrições espartanas e efetivas. </p>
<p>	Cada autor tem imaginado o seu mundo repleto de máquinas a vapor, engenhocas miraculosas e visual antigo, batalhas entre aeronaves e zeppelins, grandes realizações de uma cultura que nunca existiu. Isso sempre me maravilhou na FC, poder imaginar tanto em tão pouco espaço de tempo. E daí que <em>2001</em> errou em sua previsão? Nada muda o impacto da sugestão de Arthur C. Clarke. O steampunk preserva o sentimento da &#8220;saudade de algo que não vivemos&#8221;, com sua classe embutida e cafonice visual obrigatória. É no exagero que está o segredo e tem coisa mais exagerada que um colosso submarino com torres móveis, armamento pesado, mísseis tripulados e um bando de zumbis, ou futuros desmortos, como tripulação? Em tempo, em momento algum quero forjar uma imagem falsa de que <strong>A Mão que Cria</strong> seja uma bíblia do steampunk ou dos zumbis, mas, como co-responsável, devo ressaltar sua importância e, especialmente, seu arrojo num momento em que os autores nacionais ainda não haviam se embebedado nos vapores fumegantes ou no diesel corrompido.</p>
<p>	Se dele é a mão que cria, nossa é a mão que vira a página. E, deuses, como não parei de virá-las durante essa releitura que, de fato, foram duas em seqüência. Arrisco um palpite: tudo por causa de tantos desdobramentos espontâneos de idéias ali reunidas num balaio de gato literário, criativo e aterrorizante para bichos grilo amantes de golfinhos. E como ninguém mais o fará, decreto aqui: A Mão que Cria é um clássico – no mínimo, uma obra seminal de uma variável do gênero –, um caixa de pandora pronta a ser aberta por quem se atrever. Considerar apenas unanimidade como fator determinante nesse caso não se aplica, pois vivemos uma transição tanto de leitores quanto de autores. Há muita gente desgostosa em relação à obra e bons argumentos e criticam, entretanto, foram gerados a partir de um livro capaz de provocar e ousar quando nenhum outro teve a coragem. E isso não é surto de editor não, faço uso das palavras de <a href="http://vimana.com.br/vimana/vimana_verConteudo.aspx?tipo=livro&#038;id=000520">Gilberto Schoereder</a>, pesquisador do gênero, que considera esse “um livro que não pode deixar de ser lido, porque de fato traz um novo tipo de proposta para a FC nacional, e com muita qualidade”. Não sei bem se é o devaneio do vapor ou a revisita à Lemúria e às mazelas da família McKenzie, mas a chegada de 2011 tem cheiro de peixe com feijoada, de guerra retrô nos céus, tem cheiro de dor e punição, afinal, dele também é a <strong>Mão que Pune</strong>.</p>

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		<title>[Fotos] Devaneios sobre Lennon e a Neve</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 02:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A nevasca ainda assustava os passageiros do vôo que acabará de cruzar o país. Era noite quando o avião pousou em Nova Iorque e deixou todos em silêncio ao passar ao lado de uma montanha de neve empilhada no JFK. Assim conheci a neve, na última etapa de um dia que parecia não ter fim. [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-imagine-lennon.jpg" alt="" title="ny-imagine-lennon" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7162" /></p>
<p>A nevasca ainda assustava os passageiros do vôo que acabará de cruzar o país. Era noite quando o avião pousou em Nova Iorque e deixou todos em silêncio ao passar ao lado de uma montanha de neve empilhada no JFK. Assim conheci a neve, na última etapa de um dia que parecia não ter fim. A tempestade de neve assolou NY no final de 2009 e mudou a cara de cidade, pelo menos para mim, já familiarizado com as ruas repletas de turistas, vapores inesperados, taxistas estranhos e eletricidade no ar. Tudo estava branco ou marrom, afinal, a neve depositada no chão inevitavelmente fica suja e se transforma numa lama escorregadia e esquisita. Era um cenário de filme digno para o encontro do dia seguinte. A noite avançava e mesmo com o cansaço, olhei pela janela do 12º andar do Four Seasons para conhecer o lado congelante de Nova Iorque. A neve havia parado de cair, mas seus efeitos, assim como as lembranças, parecem nunca ter fim. No dia seguinte, visitei John Lennon.</p>
<p>Diferente da minha primeira visita ao Central Park, marcada por um hot dog sem graça, muita caminhada e descobertas solitárias, o passeio da manhã seguinte teve um charme adicional. Sem dinheiro, ignorei a Apple Store da extremidade Sul e deixei a relativa limpeza das ruas para entrar no labirinto de branco intenso e intocado. O parque se transformou. Conhecia as ruas e os principais marcos, mas aquele visual me inspirou. Finalmente, a neve! Havia arriscado encostar numa pilha na noite anterior, mas ainda não havia me aclimatado, preferi manter as luvas. O encontro aconteceria no centro verde da cidade. Fria, fofa e, quando compacta, impressionante densa e pesada. Claro que pulei na neve e me diverti fazendo um snowman meio capenga, afinal, era marinheiro de primeira viagem, mas logo segui meu caminho. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-strawberry-fields.jpg" alt="" title="ny-strawberry-fields" width="580" height="773" class="alignleft size-full wp-image-7163" /></p>
<p>O objetivo era um ponto turístico no meio do Central Park, em frente ao prédio onde John Lennon morava e também onde estava quando foi baleado por um imbecil fanático. Nunca havia me preocupado com o Strawberry Fields, mas estava influenciado por mais um período de análise do disco Memory Almost Full, de Paul McCartney e pensei, por que não dar uma paradinha ali? Era dezembro, 2009. Hoje, um ano depois, penso naquela meia hora que passei olhando para o prédio, estudando a estrutura onde videiras crescem na primavera e o grande memorial cravado no chão. Muita gente passava direto, mas todos davam pelo menos uma olhadela para o circulo com a palavra Imagine em seu centro. Não sabia da proximidade com a efeméride, aliás, poucos antes a morte de Lenon havia completado 29 anos. Minha memória não tem registros da morte do cantor. Talvez uma frase perdida na neblina da minha infância, talvez uma referência futura de um repórter da Globo comentando o fato. Mas, naquele dia, algo mudou. Provavelmente a paternidade e a possibilidade de ver o potencial em outra pessoal depois de passar anos buscando a realização de minhas propostas.</p>
<p>Imagine, diz o monumento. A palavra nem precisa de tradução. Imaginei muito, especialmente um mundo sem imbecis com armas, sem ignorância emocional e repleto de boas pessoas. Faltam-me referências para dizer se Lennon era uma pessoa boa ou não, mas esse é o mito que conheci, o cantor que admirei nas primeiras compilações de K7 que tive, nas quais The Beatles dividia espaço com Queen, até que ganhei duas coletâneas ótimas só com os garotos de Liverpool. O Álbum Branco do meu pai sempre esteve presente, ao lado de dois discos do Creedence e um single da Suzie Quatro, mas escutar I Wanna Hold Your Hand, Yellow Submarine e Lucy in the Sky With Diamonds sozinho, no fone de ouvido capenga e tentar entender as letras sem saber uma palavra de inglês foi algo especial. Imaginei coisas boas e isso já deve valer de alguma coisa, especialmente num mundo cheio de gente perversa, destrutiva e vingativa. O sonho pode estar apenas começando. Imagine só.</p>
<p>Preparei algumas fotos para vocês darem uma olhada. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="photosmash_gallery"><div class='bwbps_gallery_div' id='bwbps_galcont_2'>
			<table><tr><td><ul id='bwbps_stdgal_2' class='bwbps_gallery'><li class='psgal_2 ' id='psimg_18' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_18' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lennon-building-ny2.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Lennon morava nesse prédio. Foi morto na porta de entrada. É triste pensar, especialmente de frente para ele.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lennon-building-ny2-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lennon-building-ny2.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Lennon morava nesse prédio. Foi morto na porta de entrada. É triste pensar, especialmente de frente para ele.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Lennon morava nesse prédio. Foi morto na porta de entrada. É triste pensar, especialmente de frente para ele.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_17' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_17' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea-2.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Vista aérea dos andares mais altos do Four Seasons, de Nova Iorque, logo após a nevasca.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea-2-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea-2.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Vista aérea dos andares mais altos do Four Seasons, de Nova Iorque, logo após a nevasca.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Vista aérea dos andares mais altos do Four Seasons, de Nova Iorque, logo após a nevasca.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_16' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_16' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Essa vista me maravilhou, mesmo porque a vi pela primeira vez de noite, sob outra luz e perspectiva.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-vista-aerea.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Essa vista me maravilhou, mesmo porque a vi pela primeira vez de noite, sob outra luz e perspectiva.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Essa vista me maravilhou, mesmo porque a vi pela primeira vez de noite, sob outra luz e perspectiva.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_15' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_15' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-strawberry-fields.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Strawberry Fields forever... placa que marca a área do memorial a John Lennon.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-strawberry-fields-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-strawberry-fields.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Strawberry Fields forever... placa que marca a área do memorial a John Lennon.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Strawberry Fields forever... placa que marca a área do memorial a John Lennon.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_14' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_14' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-imagine-lennon.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Imagine um mundo com mais poetas como Lennon e menos babacas com armas.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-imagine-lennon-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-imagine-lennon.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Imagine um mundo com mais poetas como Lennon e menos babacas com armas.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Imagine um mundo com mais poetas como Lennon e menos babacas com armas.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_13' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_13' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-3.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Animais sempre ajudam boas fotos, pois eles não posam. Ou acontece ou fica horrível! :) E tá vendo aquela placa vermelha no topo? Foi meu primeiro &quot;endereço&quot; nos Estados Unidos: Essex House! Junket de Cloverfield!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-3-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-3.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Animais sempre ajudam boas fotos, pois eles não posam. Ou acontece ou fica horrível! :) E tá vendo aquela placa vermelha no topo? Foi meu primeiro &quot;endereço&quot; nos Estados Unidos: Essex House! Junket de Cloverfield!'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Animais sempre ajudam boas fotos, pois eles não posam. Ou acontece ou fica horrível! :) E tá vendo aquela placa vermelha no topo? Foi meu primeiro "endereço" nos Estados Unidos: Essex House! Junket de Cloverfield!</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_12' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_12' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-2.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Já vi esse lago em três estações. Falta só o Verão! :p'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-2-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-2.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Já vi esse lago em três estações. Falta só o Verão! :p'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Já vi esse lago em três estações. Falta só o Verão! :p</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_11' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_11' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='A foto era do Red Robin, mas o Esquilo resolveu aparecer. '  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-fauna.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='A foto era do Red Robin, mas o Esquilo resolveu aparecer. '  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">A foto era do Red Robin, mas o Esquilo resolveu aparecer. </span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_10' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_10' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-aerea.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Tem como não se apaixonar? '  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-aerea-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-aerea.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Tem como não se apaixonar? '  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Tem como não se apaixonar? </span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_9' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_9' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-2.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Pontes são emblemáticas. Talvez pela cena de Grandes Esperanças, filmada ali, mas gosto do visual delas no Central Park.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-2-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-2.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Pontes são emblemáticas. Talvez pela cena de Grandes Esperanças, filmada ali, mas gosto do visual delas no Central Park.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Pontes são emblemáticas. Talvez pela cena de Grandes Esperanças, filmada ali, mas gosto do visual delas no Central Park.</span></a></div></li><li class='psgal_2 ' id='psimg_8' style='margin: 15px;'>
					<div id='psimage_8' style='width: 129px' class='bwbps_image_div'><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park.jpg' rel='lightbox[album_2]' title='Ver um cenário mudar da noite para o dia é magnífico. Fiquei deslumbrado.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ny-central-park.jpg' rel='lightbox[album_2cap]' title='Ver um cenário mudar da noite para o dia é magnífico. Fiquei deslumbrado.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Ver um cenário mudar da noite para o dia é magnífico. Fiquei deslumbrado.</span></a></div></li></ul>
				</td></tr></table>
				</div>
				</div>
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		<title>[Tron] O Legado e o Futuro</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 09:49:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Bridges]]></category>
		<category><![CDATA[Tron]]></category>
		<category><![CDATA[Tron: O legado]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Disney]]></category>

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		<description><![CDATA[Deus descansou ao sétimo dia, então Flynn assumiu o comando e não parou por 200 anos. Flynn Lives! Tron: O Legado chegou com deslumbre visual e deslizes de roteiro, mas dá conta do recado pela empolgação e trilha sonora. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Flynn está vivo! Desapareceu, mas vive como um criador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tron_city.jpg" alt="" title="tron_city" width="580" height="247" class="alignleft size-full wp-image-7119" /></p>
<blockquote><p>Deus descansou ao sétimo dia, então Flynn assumiu o comando e não parou por 200 anos. Flynn Lives! <strong>Tron: O Legado</strong> chegou com deslumbre visual e deslizes de roteiro, mas dá conta do recado pela empolgação e trilha sonora.
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Flynn está vivo! Desapareceu, mas vive como um criador ausente no Grid, mundo virtual resultante de sua primeira aventura, em <strong>Tron – Uma Odisséia Eletrônica</strong>. Seu legado é o tema da nova visita a esse universo criado por Steven Lisberger, a partir de uma arte conceitual nos primeiros estudos de efeitos gerados por computador, no início dos anos 80. Inicialmente, foi regido pelo espírito aventureiro vanguardista; hoje responde a uma deidade maior, o marketing, ferramenta capaz de transformar um universo cult adorado por gerações de programadores e nerds num fenômeno cultural com influências na moda, tecnologia e, claro, cinema. Mas <strong>Tron: O Legado</strong> se apóia na mesma estrutura de roteiro do original, especialmente nos deslizes, ao estipular novos mitos e salvar um mundo conceitualmente perfeito, mas efetivamente tão falho e imperfeito quanto a índole de seu mentor.</p>
<p>O tempo passou, mas os conceitos de Lisberger continuam os mesmos. Uma situação negativa precisa ser reparada, um herói se faz necessário e o prêmio é a maior compreensão, entregue sob forma de liberdade do mundo computadorizado. Portanto, <strong>Tron: O Legado</strong> continua o mesmo, num efeito similar ao obtido por George Lucas ao revitalizar a história de <em>Guerra nas Estrelas</em> em<em> O Retorno de Jedi</em>. Variações do mesmo tema com nova roupagem e mais urgência, afinal, o Master Control original era tirano do sistema fechado de uma empresa, a ameaça atual pode subverter o mundo real.</p>
<p>Mas a passagem do tempo é a grande chave, pois ela permitiu amadurecimento a Flynn – que testemunha, impassível, o resultado de sua própria busca por perfeição, assim como deu ao mundo de Tron, o chamado Grid, tempo suficiente – cerca de 200 anos, nas medidas humanas – para se desenvolver e gerar sua própria vida. Diferente das máquinas da Matrix, a vida oriunda do Grid é pura e positiva e, por definição, deveria ser boa. E por um tempo tudo foi bom, até a pureza ameaçar a perfeição e o caos se instaurar. Tudo isso centrado na figura obstinada de Clu, avatar virtual de Flynn, uma cópia cuja função é criar o mundo perfeito com a mesma obstinação de seu criador.</p>
<blockquote><p>Para saber mais sobre <strong>Tron: O Legado</strong>, compre a <strong>Sci-Fi News</strong> de dezembro (que chega às bancas em 1 semana), com entrevista exclusiva com Bruce Boxleitner, e a revista <strong>INFO Exame</strong>, que já está nas bancas, com matéria exclusiva sobre o filme e entrevistas com Kosinski e Lisberger.
</p></blockquote>
<p>Curiosamente, esse personagem é uma espécie de mistura entre os lados negros de Steve Jobs e Bill Gates, figuras inevitavelmente comparáveis ao Flynn pós-Tron. Todos buscando uma equação perfeita que nunca é totalmente satisfeita, num eterno vir-a-ser. É a tragédia humana transposta até mesmo para as barreiras virtuais. A partir do momento que o Grid foi capaz de gerar sua própria vida – representada pela raça chamada de “ISOs”, algoritmos isomórficos – essa condição manifesta se faz presente, pois elementos não frutos da engenharia humana ou virtual são passíveis tanto de falha gigantesca quanto de milagres insuperáveis. Esse é o dilema imperceptível a Clu, ponderado ao extremo por Flynn e apenas uma pequena equação na acelerada passagem de Sam pelo Grid. A vida, seja lá qual sua forma ou natureza, tem começo caótico e imprevisível por definição. Controlá-la nesse estágio primário pode trazer repercussões catastróficas. </p>
<p>Em termos estruturais, essa busca por balanço é o grande tema de <strong>Tron: O Legado</strong>. Três forças se digladiam numa disputa que resultará na nova ordem para o Grid. Flynn acreditou ter libertado aquela sociedade, mas apenas substituiu a mão de ferro do Master Control pelo seu próprio sonho perfeccionista. Sam é motivado pela saudade do pai, que desapareceu misteriosamente anos atrás. O conflito é necessário, inevitável e, embora previsível, serve a um propósito maior. É o ciclo se completando, doa a quem doer. É um dilema mais complexo que o proposto pelos Wachowski ao questionar origens e razões, em vez de oferecer um crescendo armamentístico e apocalíptico à conclusão. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tron_clu.jpg" alt="" title="tron_clu" width="580" height="245" class="alignleft size-full wp-image-7120" /></p>
<p>Visualmente não há dúvidas da colaboração ímpar de <strong>Tron: O Legado</strong>, mas é em sua maior bandeira que reside seu ponto de quebra. Jeff Bridges foi digitalizado e atuou duas vezes, em algumas ocasiões contracenou com si mesmo graças a novas técnicas de motion capture, mas não impressiona tanto quanto deveria. A inevitável comparação com os Na’vi de <em>Avatar</em> e Gollum de <em>O Senhor dos Anéis</em> vai ser inevitável e, em primeira impressão, negativa. Clu pode causar desconforto por suas claras imperfeições. Joseph Kosinski defende que em alguns momentos, a feição humana foi captada e refletida, mas nunca foi seu objetivo encontrar a perfeição e, já respondendo às comparações, alega que James Cameron foi mais efetivo por criar figuras e feições alienígenas, portanto, de mais fácil aceitação. De fato, há lampejos de identificação humana em Clu, mas, claramente, trata-se de um personagem gerado por computador, que lembra Jeff Bridges. Pela estratégia de Kosinski e Lisberger, o filme vai ser inovador justamente nessas poucas ocasiões de sucesso e determinará as novas bases para a atuação com fins digitais. É uma aposta de risco, mas com sustentação tecnológica. Entretanto, esse tipo de argumentação não atinge o público final, que vai ser responsável pela manutenção da gigantesca campanha de marketing da Walt Disney Pictures, que transformou essa seqüência de um filme cult no dos filmes mais divulgados do ano. Um detalhe importante: a Disney optou por não relançar o filme original para aproveitar o embalo do marketing e a decisão foi certa, afinal, o ritmo (ou falta) do primeiro longa poderia afastar muita gente dos cinemas, o que seria uma pena.</p>
<p>Felizmente, sem excessos em termos de imagem em si. Em conversa com o produtor Sean Bailey, na Comic-Con 2008, falamos sobre a importância de se manter o filme imaculado tanto para público quanto para imprensa. Exposição exagerada tem saído pela culatra recentemente, vide <em>Procurados</em> e até mesmo <em>Watchmen – O Filme</em>, que foram tão picotados e explorados pelo marketing que, quando assistidos na íntegra, perdem seu potencial para surpresa por não ser nada novo, afinal, não passa da amarração de algo já visto de modo desmembrado. <strong> Tron: O Legado</strong> segui um caminho positivo e a prévia de 20 minutos que correu o mundo em novembro serviu como tacada estratégica para começar a espalhar opiniões. Funcionou na maioria das vezes, mas sofreu com a falta de contexto e instigou as mentes ávidas por “erros” dos “críticos da internet” a questionar a essência da obra sem mesmo vê-la. </p>
<blockquote><p>Saiba como foi a Primeira Exibição Mundial de Tron: O Legado, em Los Angeles!<a href="http://www.soshollywood.com.br/tron-o-legado-screening/"> Clique aqui!</a>
</p></blockquote>
<p>Filmes são feitos para serem assistidos em sua completude. Um dia o marketing aprende, mas já demonstraram estar no caminho da contenção. E isso ajuda a esse filme, cujo roteiro é simples e óbvio, com algumas cenas inspiradas diretamente no seu original, e direção meticulosa adequada a um grande supervisor de projetos que um diretor de cinema. É a realidade desse megaprojeto entregue a um talentoso novato, Joseph Kosinski, que deu vazão a sua visão e concluiu uma tarefa impressionante, deixando o visual trabalhar e pecando na hora de exigir mais de Garret Hedlund, ainda limitado, especialmente para uma eventual, e provável, continuação. Para sorte de Kosinski, Hedlund está no Canadá filmando <em>On the Road</em> com Walter Salles Jr., que provavelmente vai lapidar bastante o garoto. Bridges sobra na tela e fez o que bem entendeu. Conhece seus personagens. Michael Sheen brilha, subverte, brinca, inspira e assusta como Castor, uma mistura do Coelho de Alice, que, curiosamente, o ator dublou no filme de Tim Burton, com o Merovingian da Matrix. Olivia Wilde acaba sendo o grande respiro aliviado com sua Joana D’Arc virtual inocente pelas circunstâncias e ávida por conhecimento.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tron_lighcicles.jpg" alt="" title="tron_lighcicles" width="580" height="325" class="alignleft size-full wp-image-7121" /></p>
<p>Um capítulo à parte é a participação da dupla <strong>Daft Punk</strong>, que garantiu a vida e a intensidade do filme com a trilha sonora. O ritmo eletrônico dos músicos nasceu de Tron e agora se completa, com batidas tão &#8211; ou mais &#8211; intensas que o roteiro e tamanha identificação que fica difícil imaginar esse longa sem a presença de Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter, que fizeram por merecer suas presenças em cena [veja o vídeo no final do texto]. Uma união perfeita que beneficia o filme de maneira arrebatadora.</p>
<p>Uma coisa é certa! <strong>Tron: O Legado</strong> vai empolgar com seus gladiadores iluminados &#8211; DiscWars! DiscWars! &#8211; e realizará o objetivo de seu comandante: deixará o espectador intrigado com a pergunta-chave. Que mudanças uma ação impulsiva pode causar a um mundo? Seja ele real ou virtual? Que cada um encontre sua própria resposta.</p>
<p>End of line.</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_6Afc2uzw4g?fs=1&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_6Afc2uzw4g?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p></p>

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		<title>[Cisne Negro] Um Sonho Despedaçado</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 12:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Black Swan]]></category>
		<category><![CDATA[Cisne Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Darren Aronofsky]]></category>
		<category><![CDATA[Mila Kunis]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Portman]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela só queria ser perfeita. Ele só queria mostrar uma vida sem barreiras. Eles só criaram uma análise incômoda da vida sob os holofotes em Cisne Negro, com Natalie Portman e Vincent Cassel. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Darren Aronofsky é um estudioso dos holofotes. Nenhum detalhe da vida constantemente sob escrutínio público, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/black-swan-pb.jpg" alt="" title="black-swan-pb" width="580" height="314" class="alignleft size-full wp-image-7093" /></p>
<blockquote><p>Ela só queria ser perfeita. Ele só queria mostrar uma vida sem barreiras. Eles só criaram uma análise incômoda da vida sob os holofotes em Cisne Negro, com Natalie Portman e Vincent Cassel.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Darren Aronofsky é um estudioso dos holofotes. Nenhum detalhe da vida constantemente sob escrutínio público, independente de seu tamanho, lhe escapa. Cada momento de terror, cada sorriso vencedor, cada lágrima que cai quando ninguém olha para aquele canto escuro onde a alma busca refúgio da luz onipresente e da necessidade de ser bem-sucedido; da perfeição. Esses detalhes o abastecem. Entretanto, para estudar brilho, é preciso reconhecer a sombra. Ela pode não estar presente de forma definida e constante, mas está lá. Essa é uma certeza da vida. Dois lados, duas facetas, luz e sombra, uma dualidade eterna representada no conto do Cisne Negro e, agora, subvertido pelo estudioso Aronofsky, numa visita incômoda ao lado mais escuro da consciência: aquele que não reconhece limites ou ameaças. E é na penumbra do palco, sempre solitário e opressivo, que o balé soturno de Natalie Portman se inicia em <strong>Cisne Negro</strong> (Black Swan) dando origem a um ciclo intenso, mas possivelmente segmentado demais, de trevas. </p>
<p>Embora muita gente vá invocar <strong>O Lutador</strong> para avaliar <strong>Cisne Negro</strong>, o que não deixa de ser uma referência válida e necessária, tendo em vista a proximidade dos trabalhos de Darren Aronofsky, outra linha de raciocínio cinematográfico pode ser envolvida nesse debate: a metalinguagem apresentada por Christopher Nolan em <strong>A Origem</strong>, isso sem contar uma referência ou outra à comunicação de Tarantino com seu público em<strong> Bastardos Inglórios</strong>. Há duas forças maiores em conflito: a busca pela perfeição e o autoconhecimento. Seria simples, até mesmo prático, encarar essas duas motivações como elementos complementares e, se colocados na ordem [auto-conhecimento e busca pela perfeição], como a trajetória natural e produtiva do processo de amadurecimento. Porém, processos levam tempo. E o tempo é escasso, ou melhor, inexiste em <strong>Cisne Negro</strong>. Um acontecimento está em progresso, ou melhor, O acontecimento. Mas sua natureza é dúbia e propositalmente confusa numa ininterrupta mescla de realidade, realismo, super-realismo e devaneio descarado. </p>
<p>Entretanto, o engodo não tem por objetivo gerar uma reviravolta grandiosa aos moldes de <strong>Clube da Luta</strong>, por tratar-se de uma ferramenta dramática, quase uma dimensão paralela acontecendo simultaneamente à trama principal. Diferente de seus personagens, Aronofsky nunca mente ou tem dúvidas como todo comandante ideal. Atravessar a tormenta de Nina, personagem de Natalie Portman, é tarefa árdua em todos os aspectos da criação &#8211; desde a estrutura até a forma manifesta de seus conflitos &#8211; e o simples fato de concluir a jornada sem perder o rumo é algo digno de elogios.</p>
<p>Restringir os acontecimentos ao mero dualismo soa simplista demais, mas, de fato, é a pura verdade dessa dinâmica. A face pública que todos vêem contrapondo-se à face escondida, revelada apenas nos poucos momentos de solidão; no banheiro, na cama, numa rara tentativa de prazer ao se masturbar. Ambas buscando reconhecimento e satisfação, seja com a admiração pública, seja com a simples chance de existir. Duas personas no mesmo espaço físico. Esse é o dilema do <em>Cisne Negro</em> &#8211; apaixonadamente apresentado por Vincent Cassel, brilhando como o diretor teatral no roteiro, mas, na verdade, a personalização do juiz e carrasco do entretenimento. Seus olhos direcionam o desejo das platéias com a mesma arrogância com a qual decide quem morre e quem sobrevive no seu palco. Tamanha presunção tem sua função, pois ela é fundamental para instigar e provocar, confrontar e desequilibrar, exigir e exigir mais ainda. Sua postura é o elemento transformador, a fagulha que determina a liberação de uma energia devastadora em Natalie Portman. Espera-se violência de homens, glorifica-se o surto esquizofrênico de Tyler Durden, idolatra-se o sacrifício &#8220;saco cheio&#8221; de Randy The Ram, mas o assombro causado por uma delicada bailarina pode ser maior que a queda de um bruto. Perde-se tudo quando a mente se perde.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/black-swan-01.jpg" alt="" title="Black Swan" width="580" height="387" class="alignleft size-full wp-image-7090" /></p>
<p>E tudo por causa das luzes. Dos holofotes. Nolan e Aronofsky parecem compartilhar do desejo pela discussão da importância da estrutura cinematográfica e sua influência na sociedade moderna. Enquanto Nolan cria um castelo de idéias sobrepostas para maximizar os efeitos de um conceito simples, fazendo da jornada algo memorável, Aronofsky não mede esforços para construir um calabouço de mágoas e, pouco a pouco, apresenta os elementos de uma bomba-relógio. Diferente do dilema dos sonhos, <strong>Cisne Negro</strong> é a realidade manifesta &#8211; em diversos níveis de compreensão &#8211; e com conclusão incontestável, cujas feridas vão além da transformação imposta sem dó nem piedade (seja por Cassel ou pelos holofotes que atraem a juventude).  </p>
<p>Entrar em contato com a natureza instintiva e desregrada da versão sombria da personagem corrompe ideais e propõe uma realidade mais crua e sem limites. Nina tem um sonho e idolatra a bailarina que substitui. A nova e jovial promessa que idolatra a estrela decadente e autodestrutiva vivida por Wynona Rider, procurando meios de retraçar seus passos e repetir sua glória. Como encontrar sanidade se o objetivo em si é algo corrupto e falho por natureza? É um dos perigos da busca por um momento de satisfação e brilho intenso, mas momentâneo. Crítica social mais que válida, entretanto bastante afetada pela escolha de um meio já repleto de preconceitos e dramas pessoais, o balé feminino. Nina entra na espiral decisiva em sua vida, já devidamente marcada pelas privações do ofício, da paranóia pela concorrência e da piedade depreciativa pela mãe, ex-bailarina afastada pela gravidez precoce, mas ainda maravilhada pelo poder do palco. </p>
<h2>“Perfeição técnica não supera a necessidade da emoção.”</h2>
<p>Constantemente pontuado pela incisiva trilha de Clint Mansell, <strong>Cisne Negro</strong> levanta várias discussões e questiona uma sociedade de exageros &#8211; mentais e físicos. Mostra as reações desconexas de uma mente decida a criar sua própria versão da realidade, liberando desejos reprimidos, sonhos selvagens e atitudes impensáveis. Natalie contribui com fragilidade ímpar e explosão arrebatadora de sensualidade, enquanto Mila Kunis não foge muito de suas limitações. Barbara Hershey é a grande surpresa como a mãe devota e esperançosa. Trabalho admirável e digno de mais atenção que a alardeada cena de sexo entre Portman e Kunis. Natalie consegue ser mais sensual sozinha, ou numa mescla de sedução e dança com Cassel do que no rompante de luxúria com Mila.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/black-swan-03.jpg" alt="" title="Cisne Negro" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7092" /></p>
<p>Entretanto, para que tudo isso se encaixe, é necessário aceitar o pano de fundo. O balé e suas demandas, muito mais conhecidas na base do preconceito que no contato com sua realidade. É um cenário mais ficcional que a própria fábula para os desavisados. Conversava com o escritor Douglas Marques Comito [autor do romance Necrópolis, da Editora Draco] quando ele mencionou um possível paralelo ao “Clube da Luta para mulheres”, mas as semelhanças são pontuais. Embora provoque efeitos físicos, a violência de <strong>Cisne Negro</strong> é outra; muito mais resultado de pressão exagerada que da mente dividida do filme de David Fincher. Aronofsky mostra a queda de cada mecanismo de defesa, de cada passo em direção à treva. São duas histórias simultâneas colaborando para o final apoteótico. Tudo isso proveniente da dança com sua carga elitista e sonhos frágeis. Como se compadecer pela jovem bailarina que, diferente de outros dramas, consegue o que busca? Sua conquista é sua ruína. É o cão que finalmente mordeu o próprio rabo ou o pneu do automóvel que perseguiria. “E agora o que eu faço com ele?”, perguntaria o Coringa. Nina optou pela busca da absoluta perfeição permitindo que a ficção tomasse conta de sua vida. Seu desfecho é grandioso e, como mencionado, apoteótico. Perfeito por suas próprias palavras. E assim poderia ser <strong>Cisne Negro</strong> – perfeito –, mas a chave está na principal fala de Cassel: “perfeição técnica não supera necessidade a emoção”, ou algo assim. Aronofsky leva o espectador a buscar a perfeição e deixa a emoção nas mãos de Natalie Portman, que permanece meramente técnica até o final. O julgamento fica nas mãos da platéia. E da posteridade.</p>
<p>A música deixou de tocar. Os holofotes não se apagam. The show must go on.</p>
<p>=====</p>
<p>Nota pessoal: <strong>A Fonte da Vida</strong> é e sempre será meu filme favorito de Darren Aronofsky. Brilhantemente insuperável e profundo.</p>

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		<title>[Promoção] Quer vir a LA assistir ao Grammy? :)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 21:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy Awards]]></category>
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		<description><![CDATA[Gosta de música? Quer incluir na sua história pessoal a noite em que você, e um acompanhante, assistiram à entrega do maior prêmio da música mundial? Agora você tem uma chance e nem precisa morar em Los Angeles para isso! Em 13 de fevereiro de 2011, ou seja, em exatos 69 dias, Los Angeles receberá [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/grammy_beyonce.jpg" alt="" title="grammy_beyonce" width="580" height="334" class="alignleft size-full wp-image-7084" /></p>
<blockquote><p>Gosta de música? Quer incluir na sua história pessoal a noite em que você, e um acompanhante, assistiram à entrega do maior prêmio da música mundial? Agora você tem uma chance e nem precisa morar em Los Angeles para isso!</p></blockquote>
<p>Em 13 de fevereiro de 2011, ou seja, em exatos 69 dias, Los Angeles receberá a 53.a Cerimônia de entrega do <strong>Grammy Awards</strong>, o grande momento da música norte-americana. Toda aquela patota de músicos famosos sempre aparece, afinal, imagem é tudo mesmo no mundo da música, e 16 brasileiros vão se juntar ao grupo na faixa! Óia! Tudo bancado pela <strong>MasterCard</strong>, com a promoção “<strong>Surpreenda na Festa do Grammy</strong>”. Como concorrer a esse prêmio estelar? Vamos à mecânica da brincadeira:</p>
<p>- Clientes MasterCard Black e Platinum precisam entrar <a href="http://bit.ly/gGr0hj">nessa página</a> [<a href="http://bit.ly/gGr0hj"><strong>clique aqui</strong></a>] e se cadastrar na promoção, que acaba à meia noite do dia 8 de janeiro, e se cadastrar. </p>
<p>- Quem usar os cartões Black (como crédito) e Platinum (como crédito e débito) vai ganhar pontos; cada ponto vai equivaler a um número para sorteio na Loteria Federal.</p>
<p>- Quanto mais pontos, mas chances. E, convenhamos, o Natal está chegando, então todo mundo vai gastar mesmo, logo, por que não gastar em algo que pode render uma visitinha à sede do SOS Hollywood?</p>
<p>- Serão sorteados 8 clientes, que poderão trazer um acompanhante para a festa.</p>
<p>- Quem ganhar fatura hotel 5 estrelas, passagens de ida e volta, transporte e dinheiro para encher a barriga nos restaurantes de Hollywood! Que beleza!</p>
<p>E como o <strong>SOS Hollywood</strong> está nessa jogada, se o ganhador for leitor do site ou ouvinte do <strong>SOS Cast</strong>, tem um prêmio extra: Tour de Los Angeles e região personalizado comigo fazendo as vezes de guia turístico! E alguns brindes nerds no pacote! =D</p>
<p>Tá esperando o que? Corre lá e se cadastre!</p>
<p>Aproveitando o tópico, o mês de dezembro será dedicado também à música aqui no SOS, com diversas matérias sobre momentos importantes do Grammy e seus vencedores. </p>

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		<title>Avatar em BD: info sobre legendas em PT-BR</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 22:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda não comprou o Blu-Ray de Avatar? Quer saber se a versão da Amazon US tem legendas em português? Suas dúvidas serão respondidas agora! Muita gente tem se perguntado sobre a quantidade de legendas em português-Brasil presentes no Blu-Ray de Avatar, vendido pela Amazon. O site norte-americano informa que o português é um dos idiomas [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.amazon.com/dp/B0044XV3QY?tag=soho0ee-20&#038;camp=213381&#038;creative=390973&#038;linkCode=as4&#038;creativeASIN=B0044XV3QY&#038;adid=057BS99B7B4MPRY31BNR&#038;"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/avatar_neitiry-580x325.jpg" alt="" title="avatar_neitiry" width="580" height="325" class="alignleft size-large wp-image-7077" /></a></p>
<blockquote><p>Ainda não comprou o Blu-Ray de <strong>Avatar</strong>? Quer saber se a versão da Amazon US tem legendas em português? Suas dúvidas serão respondidas agora!</p></blockquote>
<p>Muita gente tem se perguntado sobre a quantidade de legendas em português-Brasil presentes no Blu-Ray de <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar"><strong>Avatar</strong></a>, vendido pela Amazon. O site norte-americano informa que o português é um dos idiomas nas legendas, mas são três discos e ninguém sabia ao certo quanto disso estava efetivamente legendado. A dúvida acaba agora.</p>
<p>Meu pack acabou de chegar. É uma beleza externamente, meio esquisito por dentro, com os discos dentro de gavetinhas de papel, mas com acabamento superior. Bem bacana. Depois de um quebra-pau com o PS3, que dizia precisar de atualização para rodar <strong>Avatar</strong>, mesmo com o sistema devidamente atualizado, consegui checar os três discos.</p>
<p>No <strong>Disco 1</strong>, no qual está o filme, tudo está legendado em Português-Brasil. E com dublagem em 5.1 inclusive nas cenas extras, o que é uma ótima notícia, pois vale a pena ver as novidades. Uma das melhores coisas dele é um menu que permite a escolha entre cenas da Edição Especial do Cinema e da Collector&#8217;s Edition (bem mais rica e ampla) na tela principal.</p>
<p>Vejam a foto do menu (não sei tirar a varredura, então, vai assim mesmo):<br />
<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/avatar_menu_bd.jpg" alt="" title="avatar_menu_bd" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7078" /></p>
<p>Entretanto, nos <strong>Discos 2</strong> e <strong>3 </strong><strong>não há sinal de legenda</strong>. E não estou falando da versão brasileira, <strong>não há legenda alguma</strong>, nem mesmo em inglês e o áudio está disponível apenas em inglês. Ou seja, é a versão mais pura possível em termos multitarefa, inclusive sem a opção para deficientes auditivos dos Estados Unidos.</p>
<p>Bom, é isso. No filme, onde a legenda realmente faz a diferença, ela está presente, mas os extras deixam a desejar nesse aspecto. Sinceramente, não vejo tanto problema pelo fato de já se conhecer os diálogos e, até onde vi, os documentários serem bastante auto-explicativos. Claro que o consumidor vai perder informação, mas dá para sacar boa parte do que está acontecendo.</p>
<p>Os menus são lindíssimos, sempre em movimento com trechos do filme e dos personagens. A caixa ficou linda na prateleira! hehe.</p>

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		<title>[Fotos] Visões de Hollywood</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[California Adventure]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais legais de se morar em Hollywood é o visual fantástico. O pôr-do-sol aqui é fabuloso e, acredite se quiser, a cada nova esquina, uma surpresa. Por conta disso, e também por eu ter ganhado uma câmera poderosíssima de presente de aniversário da minha querida esposa, Lu Costa, a cobertura fotográfica vai [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/california_adventure_destaque.jpg" alt="" title="california_adventure_destaque" width="580" height="435" class="alignleft size-full wp-image-7069" /></p>
<p>Uma das coisas mais legais de se morar em Hollywood é o visual fantástico. O pôr-do-sol aqui é fabuloso e, acredite se quiser, a cada nova esquina, uma surpresa. Por conta disso, e também por eu ter ganhado uma câmera poderosíssima de presente de aniversário da minha querida esposa, Lu Costa, a cobertura fotográfica vai começar de vez por aqui!</p>
<p>Ainda estou testando alguns programas de edição e também a galeria, portanto, os comentários são fundamentais! Quais fotos ficaram mais legais? Conseguiram ver tudo? Alguma sugestão? Querem legendas em cada foto? Ou aqueles concursos de legendas? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Enfim, mande sugestões. Essa área vai mudar um pouco ao longo do mês de dezembro até que encontre o modelo ideal. </p>
<p>Chega de falar e aí vão as fotos! Atualização será semanal e com mais fotos! =D</p>
<div class="photosmash_gallery"><div class='bwbps_gallery_div' id='bwbps_galcont_1'><span class='bwbps-rating-toggle'><a href='javascript: void(0);' onclick='bwbpsToggleRatings(1); return false;' title='Toggle image ratings'>Toggle ratings</a></span><div class='bwbps-toggle-ratings-clear' style=' margin: 0; padding: 0;'></div>
			<table><tr><td><ul id='bwbps_stdgal_1' class='bwbps_gallery'><li class='psgal_1 ' id='psimg_6' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/thegrove.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Luminoso no cinema do The Grove, shopping turístico em Beverly Hills.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/thegrove-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/thegrove.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Luminoso no cinema do The Grove, shopping turístico em Beverly Hills.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Luminoso no cinema do The Grove, shopping turístico em Beverly Hills.</span></a></div></li><li class='psgal_1 ' id='psimg_5' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/santabarbara.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Entardecer em Santa Barbara, ao norte de Los Angeles. Havia acabado de entrevistar Jeff Bridges.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/santabarbara-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/santabarbara.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Entardecer em Santa Barbara, ao norte de Los Angeles. Havia acabado de entrevistar Jeff Bridges.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Entardecer em Santa Barbara, ao norte de Los Angeles. Havia acabado de entrevistar Jeff Bridges.</span></a></div></li><li class='psgal_1 ' id='psimg_4' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/hollywoodtower_disney.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Terra de Gigantes: vista da área infantil do California Adventure para a Torre do Terror! '  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/hollywoodtower_disney-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/hollywoodtower_disney.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Terra de Gigantes: vista da área infantil do California Adventure para a Torre do Terror! '  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Terra de Gigantes: vista da área infantil do California Adventure para a Torre do Terror! </span></a></div></li><li class='psgal_1 ' id='psimg_3' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/citywalk.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Paraíso cinematográfico no Universal Studios, com salas IMAX e 3D, da AMC'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/citywalk-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/citywalk.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Paraíso cinematográfico no Universal Studios, com salas IMAX e 3D, da AMC'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Paraíso cinematográfico no Universal Studios, com salas IMAX e 3D, da AMC</span></a></div></li><li class='psgal_1 ' id='psimg_2' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/california_adventure.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Anoitecer no California Adventura, parque irmão da Disney, em Anaheim.'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/california_adventure-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/california_adventure.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Anoitecer no California Adventura, parque irmão da Disney, em Anaheim.'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Anoitecer no California Adventura, parque irmão da Disney, em Anaheim.</span></a></div></li><li class='psgal_1 ' id='psimg_1' style='margin: 15px;'>
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		<a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ariel_sos.jpg' rel='lightbox[album_1]' title='Minha paixão, Ariel. Caçando abelhas no Griffith Park. Ela vai ser uma penetra constante por aqui!'  target='_blank' ><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ariel_sos-125x125.jpg' class='ps_images' alt=''  height='125' width='125' /></a><br/><a href='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ariel_sos.jpg' rel='lightbox[album_1cap]' title='Minha paixão, Ariel. Caçando abelhas no Griffith Park. Ela vai ser uma penetra constante por aqui!'  target='_blank' ><span  class="bwbps_caption">Minha paixão, Ariel. Caçando abelhas no Griffith Park. Ela vai ser uma penetra constante por aqui!</span></a></div></li></ul>
				</td></tr></table>
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		<title>[Entrevista] True Blood: Alan Ball</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Ball]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[True Blood]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[O grande limite é um reality show no qual, se você perder, você morre. E pelos reality shows que tenho visto, não seria nada mal se algumas daquelas pessoas morressem ao vivo [risos]. Se a Bachelorette escolhesse alguém em quem ela fosse atirar toda semana, pode apostar que eu seria o primeiro a assistir! &#8211; [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alan-ball-directing-2.jpg" alt="" title="alan-ball-directing-2" width="580" height="264" class="alignleft size-full wp-image-7045" /></p>
<blockquote><p><em>O grande limite é um reality show no qual, se você perder, você morre. E pelos reality shows que tenho visto, não seria nada mal se algumas daquelas pessoas morressem ao vivo [risos]. Se a <em>Bachelorette </em>escolhesse alguém em quem ela fosse atirar toda semana, pode apostar que eu seria o primeiro a assistir!</em> &#8211; Alan Ball</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Ouvir as histórias de Alan Ball é sempre uma tarefa interessante por alguns fatores. Ele tem certeza de suas criações, não foge de assuntos controversos e encara seu trabalho, ao mesmo tempo, com seriedade e diversão. Uma boa mescla num mundo pontuado por diretores arredios, estrelas vazias e regido pela mão de ferro dos infames publicists – os gerentes de relações públicas, imprensa e qualquer assunto relativo a imagem – que suplantam até mesmo os assessores de imprensa dos estúdios e canais na hora de guiar seus clientes. Ball se garante e tem conteúdo para manter uma boa conversa, não importa o assunto, contanto que esteja no âmbito da TV. O cara é bom, essa é a verdade. E quem é bom mesmo se destaca nessa mesmice de Hollywood, que está começando a mostrar sinais de cansaço. Mas ele não se preocupa com isso e nem eu, afinal, nosso negócio é bater papo! =D Portanto, esse correspondente, em nome do SOS Hollywood e da Sci-Fi News, teve a oportunidade de conversar, novamente, com o criador de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/true-blood/"><strong>True Blood</strong></a>, que já está envolvido nas filmagens da quarta temporada, que estréia no primeiro semestre de 2011! Esquente sua garrafa de True Blood e aproveite mais esse papo com o mestre dos vampiros para adultos na TV!</p>
<p><strong>Criar cliff hangers ainda é uma obrigação das séries? O final da terceira temporada foi algo muito bem planejado ou vocês meio que tropeçaram nele? </strong><br />
Não foi intencional, aconteceu organicamente. Sempre que criamos histórias busco algo que gosto de chamar de “what the fuck moment/momento PQP!”, onde basicamente quem está olhando pensa: “PQP!”, e sinto que todo episódio precisa de pelo menos um desses, ou não é um episódio digno e fica fácil deixar o espectador indeciso sobre ter gostado, ou não. Então, acho que nosso trabalho como roteiristas é tentar fazer um episódio “PQP!”, com uma base emocional, e dentro do arco da história e da mitologia daquele mundo. Especialmente agora, que o programa continua a crescer, sinto que quando trabalho com os roteiristas, não é suficiente alguém ter uma conversa sincera sobre como ele se sente, eu preciso ver algumas cabeças rolarem.</p>
<p><strong>Reinventar a série a cada temporada é uma preocupação fundamental?</strong><br />
Acho que tentamos não nos repetir. Tentamos muito. Usamos os livros como uma base para o programa, mas os acontecimentos se distanciam especialmente entre os vampiros literários e nossas modificações. Os livros estão centrados em Sookie, contam a história dela. Então, quando ela sai de Bom Temps e ela vai a algum lugar, e ela tem uma história. Nos livros, não vemos Jason, não vemos Sam –precisamos continuar a história e contar quem são eles. Eu não tenho um plano, eu simplesmente tento descobrir qual história que é mais atraente, e com sorte, ela funciona.</p>
<p><strong>A TV é limitadora ou libertadora?</strong><br />
Não sei, quer dizer, podemos contar praticamente qualquer história que der na telha. Contanto que não seja pornográfico; essa é fronteira que ainda não foi ultrapassada. O grande limite é um reality show no qual, se você perder, você morre. E pelos reality shows que tenho visto, não seria nada mal se algumas daquelas pessoas morressem ao vivo [risos]. Se a <em>Bachelorette </em>escolhesse alguém em quem ela fosse atirar toda semana, pode apostar que eu seria o primeiro a assistir! [risos]</p>
<p><strong>Como você separa pornografia do apelo sexual de True Blood?</strong><br />
Pornografia tem a ver com exploração dos corpos. Arte tem a ver com almas. Não estou dizendo que True Blood seja um trabalho de arte, mas estou dizendo que não tem a ver com os corpos, tem a ver com relacionamentos. Parte do que adorei nos livros foi a mistura tão boa de horror, romance, drama, comédia e sexo em Bom Temps. Vampiros são basicamente uma metáfora para o sexo: há penetração, fluidos corporais; uma metáfora extremamente erótica, aliás. E há bastante sexo nos livros da Charlaine Harris. Acho as vidas sexuais dos personagens interessantes, aprende-se muito sobre a psique e alma de uma pessoa através do sexo. Senti que era uma parte muito orgânica e central daquele mundo e tinha que estar lá. Jason é sexualmente compulsivo, porque ele é um menininho traumatizado, e esta é uma história clássica, mas para ter um personagem que é sexualmente compulsivo, é preciso mostrar o sexo, senão, não faz sentido, né? E isso que é interessante nele, que essa é maior fonte de auto-estima para ele. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alan-ball-directing.jpg" alt="" title="alan-ball-directing" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7044" /></p>
<p><strong>Balancear o sexo foi algo complicado ou ocorreu naturalmente?</strong><br />
O sexo faz parte dos personagens e de suas vidas emocionais, além de ser parte do apelo da série. Pense bem, Sookie era virgem quando a serie começou e porque não podia fazer sexo? Pois podia ouvir os pensamentos do parceiro. Então o sexo entre ela e Bill foi uma grande parte da historia dela, uma parte importante de seu emocional; novamente, Jason é sexualmente compulsivo, então o sexo terá um papel importante na historia dele. Vampiros são criaturas que são o sexo, basicamente. E parte do que me atraiu no fato da serie se passar numa cidadezinha sulista – e eu sou de uma cidadezinha sulista -, quando se tem aquele puritanismo característico de uma cidade pequena, o sexo acaba tendo uma ênfase muito maior – os americanos não conseguem relaxar quando o assunto é sexo.</p>
<p><strong>É por causa desse “teor incômodo” que <em>True Blood </em>precisa ser mais visceral que, digamos, Crepúsculo?</strong><br />
As fãs <em>Crepúsculo </em>são garotas de 13 anos de idade. Acho que se garotas de 13 anos que assistem <em>Crepúsculo </em>e o tipo de sexo que acontece lá, fossem ver <em>True Blood </em>e o tipo de sexo que há em <em>True Blood</em>, seria traumatizante. Não, True Blood é para um público diferente, True Blood é para adultos. Ponto.</p>
<p><strong>Quando os vampiros deixaram de ser criaturas monstruosas e se transformaram em seres românticos, e adorados?</strong><br />
Bom, muita gente acha que começou com “Dark Shadows” [novela dos anos 60 que será levada aos cinemas por Johnny Depp]. Certamente, houve os livros da Anne Rice e a produção de Drácula com Frank Langella na Broadway, nos anos 70. Acho que houve um ponto em que eles se tornaram heróis românticos, “vampiros relutantes”.</p>
<p><strong>Como manter o suspense se o material base é tão difundido e avançado em relação ao seriado?</strong><br />
Não posso me preocupar com isso, preciso criar um programa e presumir que as pessoas o estão vendo pela primeira vez. Também fazemos algumas mudanças, então não é exatamente igual ao que acontece nos livros. É muito mais fácil, de várias maneiras. O trabalho pesado foi feito. Mas é mais difícil porque não podemos seguir qualquer caminho, porque precisamos permanecer fiéis, até certo ponto, ao mundo dos livros, pois a maioria dos fãs dos livros são fãs do programa. </p>
<p><strong>E isso te libertou para poder fazer as alterações que quisesse? Como, por exemplo, a etnia de Tara e a expansão de Lafayette.</strong><br />
Sim, decidi que Tara seria afro-americana, porque afinal se estamos falando de Louisiana, como não teríamos uma negra? E eu achei que seria mais interessante se Sookie e Tara tivessem essa relação de irmãs, um pouco excluídas do resto da população e não fossem da mesma cor. Sobre Lafayette, na primeira cena que filmei com Nelson, eu sabia que não poderia matar o personagem, ele é fantástico demais. Todo mundo acaba querendo ver Lafayette se dar bem, e a partir do momento que você começa a entendê-lo, pois há uma barreira enorme envolta dele, ele se prostituiu, era um traficante, as coisas mudam. Tudo isso me diz que essa pessoa tem medo de intimidade, então incluímos uma pessoa que o force a ter essa intimidade, e foi aí que Jesus apareceu – e essa história não terminou.</p>
<p><strong>Sua orientação sexual afetou a abordagem do programa? Fez com que <em>True Blood</em> fosse mais liberal e sensível ao homossexualismo? Houve tentativa de censura?</strong><br />
Não sou fã da censura. Cresci sendo gay, então o mundo dos privilegiados caucasianos, heterossexuais, não é o mundo em que eu vivo. Certamente tenho sido mais sensível aos de fora (outsiders). Definitivamente, acho que me influencia, acho que sou mais sensível na abordagem. Lafayette é gay, mas também vemos mais sobre quem ele é, porque pra mim ser apenas gay não é suficiente pra um personagem, não é tão interessante.</p>
<p><strong>Quando o 3D vai chegar à produção de TV? </strong><br />
Adoro o fato de <a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/"><strong>A Origem</strong></a> tenha sido um sucesso sem ser lançado em 3D. A HBO quer fazer uma experiência com 3D, e eu fui abordado sobre isso. A minha impressão é de que, para fazer no programa, teríamos de filmar das duas maneiras, e ter uma versão 3D, e uma versão não-3D, e eu acho que é demais, já é difícil fazer o seriado do jeito que fazemos hoje. Pessoalmente, acho que 3D é interessante, mas é apenas um efeito, entende? Quer dizer, adorei <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar"><strong>Avatar</strong></a> em 3D, mas no fim, não achei que foi mais como ir a um parque de diversões, não parecia que tinha ido ao cinema. Foi divertido, mas depois você não pensa muito nele. Quase todas as televisões que são produzidas hoje têm um cabo 3D, mas não sei, eu tenho certeza de que se há possibilidade de se fazer dinheiro com isso, então acontecerá.</p>
<p><strong>Por que tantos não americanos no elenco?</strong><br />
Não é intencional. Respondo a atores que são treinados, que tenham técnica, que saibam como ler a cena. Muitos atores americanos são muito atraentes e carismáticos, mas não tem técnica. Quando se faz um filme e tem 2 ou 3 páginas de roteiro, dá para filmar tomada após tomada, e juntá-las para conseguir uma performance. Nós não podemos nos dar a esse luxo, temos que filmar sete páginas por dia. Então, preciso de pessoas que possam entregar uma boa performance, que saibam como atuar na cena logo de cara. O elenco de <em>True Blood</em> trouxe muitas coisas interessantes aos seus personagens.</p>
<p><strong>Quais os critérios para escolher James Frain [Franklin] e Joe Manganiello [Alcide]?</strong><br />
Já tínhamos testado muitas pessoas e eu estava ficando com medo. Então, o James apareceu e leu o texto com sotaque americano, e eu disse “não se preocupe com o sotaque, apenas seja você mesmo” e ele leu. Foi elétrico! E foi isso. Alcide era possivelmente o novo cara romântico da série. Na verdade, Joe veio fazer um teste para o papel de Cooter, e eu me lembro de dizer que tinha que ser Alcide. Precisávamos de alguém que fosse gostoso, bonito, mas que também fosse decente, que tivesse esse heroísmo relutante, ele trouxe isso ao personagem.</p>
<p><strong>Como anda a quarta temporada?</strong><br />
Começamos a filmar agora em novembro. A première acontecerá em junho.</p>
<p><strong>Como você vê o vampiro ideal? É o de <em>True Blood</em>?  </strong><br />
Não sei o que um vampiro deve ser, não sei o que é isso. No fim, é tudo faz de conta. Não sei como responder a isso, porque não acho que há algo definitivo no que um vampiro deve ser.  Antes dos anos 70, antes do personagem de “Dark Shadows” no final dos anos 60, eles eram monstros, havia sempre um outro cara que estava lá para resgatar a garota. Depois, o vampiro se tornou o herói romântico e tudo mudou.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/12/alan_ball.jpg" alt="" title="alan_ball" width="580" height="386" class="alignleft size-full wp-image-7043" /></p>
<p></p>

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		<title>[Tóquio] Exposição “DC Comics – Super Heroes”</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 01:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[75 anos de DC Comics]]></category>
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		<description><![CDATA[É tempo de festa na DC Comics, que comemora seus 75 aninhos cheia de celebrações, inclusive uma exposição fantástica no Japão. O SOS Hollywood foi visitar e conta tudo! por Graziela Kazuma, de Tóquio Estive na exposição em sua homenagem DC Comics &#8211; Super Heroes, que acontece em Shibuya, Tóquio, até 19 de dezembro, para [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DC-Comics-4-580x433.jpg" alt="" width="580" height="433" class="alignright size-large wp-image-7005" /> </p>
<blockquote><p>É tempo de festa na DC Comics, que comemora seus 75 aninhos cheia de celebrações, inclusive uma exposição fantástica no Japão. O SOS Hollywood foi visitar e conta tudo!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Graziela Kazuma, de Tóquio</font></em></p>
<p>Estive na exposição em sua homenagem <strong>DC Comics &#8211; Super Heroes</strong>, que acontece em Shibuya, Tóquio, até 19 de dezembro, para celebrar os 75 anos do resultado final das publicações More Fun Comics, Action Comics e Detective Comics [onde nasceu o Batman]. A ansiedade era grande, mas fui surpreendida por vários ítens históricos inesperados quando vasculhei cada cantinho da mostra. Isso sem contar que meu lado consumidor quase surtou quando encontrei uma bíblia maravilhosamente diagramada e bem-feita. Mas tudo a seu tempo. Comecemos pelo começo. </p>
<p>Na primeira sala, painéis em forma de grandes revistas em quadrinhos cujas páginas contavam a história de uma de suas Eras: Ouro, Prata, Bronze e Moderna. Além do passado, também eram apresentados os personagens que foram criados e que sobreviveram as Eras seguintes. Várias capas das revistas de sucesso de cada época ajudavam a ilustrar essa evolução. </p>
<p>As paredes também estavam tomadas pela magia dos quadrinhos e exibiam diversas edições de HQs modernas para que o público pudesse não apenas observar de longe, mas fazer parte e ler. Afinal, esse é o objetivo de tudo, não? A sala inicial ainda tinha espaço para expôr itens de figurino e cenário dos filmes do Batman e do Superman, como os óculos do Clark Kent, pedaços de Kriptonita, o emblema usado no uniforme, o desenho do filho da Lois, com o Superman segurando o mundo e a sua família e um jornal do Planeta Diário anunciando a volta do Homem de aço, ambos de Superman Returns. A máscara usada pelos palhaços no assalto ao banco no começo de <em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em> também estava lá ao lado de algemas e armas em forma de morcego, a arma usada pelo Charada de Jim Carey em <em>Batman Eternamente</em> e a réplica miniatura do Batmóvel de 89, e do Batwing. Esse estilo de seleção garante que o fã de cinema não se sinta perdido nas páginas que, na maioria das vezes, nunca leu. É um bom modo de mesclar as mídias e mostrar para o pessoal que filme sobre quadrinho é mais legal justamente por ter uma gigantesca base de conteúdo.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DC-Comics-2.jpg" alt="" width="320" height="209" class="aligncenter size-full wp-image-7007" /></p>
<p>Na segunda sala, obras de 22 artistas japoneses que homenagearam personagens da série, como um emblema do Batman, estilizado com rosas, inspirado em uma canção da trilha sonora de Batman Eternamente, de 95, “Kiss for a Rose” cantada pelo Seal. Outros personagens também foram homenageados, como a Mulher Maravilha, e o Lanterna Verde, assim como os vilões, em especial, uma banda de rock liderada por Coringa, Pingüim, Duas Caras, e outros vilões. Sim, vários líderes, ou você acha que esses três deixariam alguém mandar neles?</p>
<p>Doze dessas obras foram expostas em formato 3D, com ajuda de uma TV de LCD grandona. Óculos 3D estavam disponíveis na sala e cada um das 12 imagens era exibida na tela, com os efeitos da nova tecnologia 3D. Algumas delas eram bem influenciadas pelos traços do animê, outras nem tanto, mas o resultado foi sensacional, como, por exemplo, Batman se equilibrando em escombros em formato de uma águia que caía do alto de um prédio. Noutra, Superman olhava a paisagem, mas o 3D conseguia mostrar o relevo de sua capa. Os vilões também tiveram vez com o Coringa encarando os bravos e valentes. O mais impressionante é conseguir imaginar como seriam os desenhos animados da DC neste formato, em 3D, seja para TV ou cinema. </p>
<p>O futuro está mais próximo do que nunca. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DC-Comics-1.jpg" alt="" width="580" height="433" class="alignright size-full wp-image-7006" /></p>
<p>Para finalizar, claro, sempre tem a lojinha! Muitos colecionávies à disposição, incluindo action figures, revistas encadernadas, camisetas, pôsteres, um boneco gigante do estilo Kubrick personalizado como morcego. Mas um item em especial me chamou a atenção. O recém-lançado livro gigante de comemoração da DC, <strong>75 Years of DC Comics: The Art of Modern Mythmaking</strong> (75 anos da DC Comics- A arte moderna da criação de mitos). Tive a oportunidade de folhá-lo e mesmo que eu não seja uma fã inveterada, fiquei impressionada. Um belo item de coleção, de fazer brilhar os olhos de qualquer fã de quadrinhos. A começar pelo seu tamanho, de 39 x 29 cm, quase feita para ser carregada por apenas por aqueles dignos de possuí-lo. Produzida pela editora alemã Taschen, e escrito pelo ex-presidente da DC, Paul Levitz. Pela descrição são mais de 2.000 imagens distribuídas entre as 722 páginas que contam a história da DC e da arte dos quadrinhos desde seu início, até as mais recentes produções do cinema. Você pode ver algumas dessas páginas <a href="http://www.taschen.com/lookinside/06749/index.htm">aqui</a>, ou <strong><a href="http://www.amazon.com/gp/product/383651981X?ie=UTF8&#038;tag=soho0ee-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=383651981X">comprar o livro aqui pela Amazon US</a></strong>, mas a versão online definitivamente não consegue transmitir a delicadeza de textura do material utilizado ou o sensação de nostalgia que o capricho que a editora teve.</p>
<p>O livrão foi com material de boa qualidade, que provavelmente não vai deteriorar tão fácil, e as folhas são de um material plastificado, com a coloração mais vintage remetendo aos quadrinhos antigos, de modo a perceber a nostalgia dos tempos sendo passados pelos seus dedos. As Eras dos quadrinhos são separadas por folhas inteiras metalizadas em ouro, prata e bronze tão vivas e brilhantes quanto os olhos de um fã ao folhá-lo (e se a minha memória não falha, há relevo nestas páginas) dando o devido valor a cada um desses períodos significativos para as histórias de heróis. Infelizmente, não pude comprar, mas se pudesse, faria sem pensar duas vezes, por conta do respeito que a editora teve pela história da DC Comics, e a vontade de poder ver com calma aquelas páginas tão bem diagramadas. Absolutamente um livro que consegue comportar importância e a relevância da empresa DC Comics e de seus heróis. </p>
<p>Para o alto e avante, DC Comics. </p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/383651981X?ie=UTF8&#038;tag=soho0ee-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=383651981X"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DC-Comics-3.jpg" alt="" width="580" height="777" class="aligncenter size-full wp-image-7008" /></a></p>
<p></p>

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		<title>Morte x Ego: O Dilema da Internet</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/morte-x-ego/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 22:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Alec Guinness]]></category>
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		<description><![CDATA[O ato de comunicar mudou de mãos, mas quem é mais importante: quem comunica ou o que é comunicado? por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Era noite de domingo, 5 de agosto de 2000. A Internet ainda era discada e vivia o auge da minha devoção a Guerra nas Estrelas, editando o fanzine e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/kershner.jpg" alt="" title="kershner" width="580" height="459" class="alignleft size-full wp-image-7015" /></p>
<blockquote><p>O ato de comunicar mudou de mãos, mas quem é mais importante: quem comunica ou o que é comunicado?</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Era noite de domingo, 5 de agosto de 2000. A Internet ainda era discada e vivia o auge da minha devoção a <em>Guerra nas Estrelas</em>, editando o fanzine e site <strong>Intrepid </strong>e ainda no comando do Conselho Jedi São Paulo que crescia em velocidade assustadora. Listas de discussão e, claro, sites – afinal, blogs ainda engatinhavam e serviam apenas como diários e disseminadores de futricas – eram os meios de comunicação dos fãs. Nessa noite, voltei para casa depois de um dia inteiro de vida offline, inclusive sem TV, para descobrir que <strong>Alec Guinness</strong> havia morrido. Deu no Fantástico. A notícia chegou pelo ICQ. Caio Donini disse: “você deveria deixar as senhas do Intrepid comigo também [...], o Alec morreu e todo mundo falou menos o Intrepid”. Fato, a informação havia se disseminado rapidamente pelos núcleos Jedi e todo mundo ficou triste. Bem, por mais distante ou amargurado que fosse em relação à Saga, ele sempre seria Obi-Wan Kenobi. Mais tarde, ele seria objeto de uma das edições mais primorosas do Intrepid impresso, com colaboração de Igor de Oliveira e ilustração de capa de Hermes Barreto III. Entretanto, a grande lembrança dessa noite foi algo ruim e mais triste que uma morte: o sensacionalismo canalha oriundo de uma notícia lamentável. Um site concorrente na época, o JediBrasil, estampava com destaque “Em Primeira Mão: Morreu Alec Guinness”. À época me perguntei até onde nossa necessidade de se destacar supera o bom senso na Internet? A pergunta permanece sem resposta e tão atual quanto há dez anos. Basta olhar o modo como as mortes de <strong>Leslie Nielsen</strong> e <strong>Irvin Kershner</strong> foram tratadas. </p>
<p>Quando a Internet se descobriu como meio de informação dinâmica em massa, especialmente quando os primeiros fóruns entraram em operação e de forma definitiva com as mídias sociais, o jornalismo começou a ser questionado. Uma reação óbvia e necessária, afinal, pela primeira vez, de forma efetiva e clara, a informação começava a sair das mãos dos veículos – que passaram a servir apenas como fonte inicial – e se desenvolveram extensivamente na rede. Em quem acreditar? Como ler? Quem está certo: o jornal, a TV ou o internauta que recebeu a informação de uma fonte gringa antes de qualquer meio oficioso da imprensa divulgá-lo? Muitas dessas perguntas morreram sem resposta, afinal, o jogo mudou muito depressa e a informação perdeu valor ao ganhar exposição. Perdeu valor financeiro, pois antes podia ser mantida na manga e vendida a bom preço ao maior pagador; não mais, afinal, agora tudo isso pode ser encontrado gratuitamente, em diversos formatos, línguas, mídias (podcast, texto, videolog, etc) e graus de credibilidade – desde o pequeno blog iniciante que copia tudo que vê pela frente, até a webcelebrity tosca que tuita para milhares e “estabelece” a verdade do momento. O que isso tem a ver com o parágrafo inicial? Tudo. Quando a notícia perdeu o status de material privilegiado, brigar por sua autoria ou velocidade de publicação se tornou o novo pote de ouro da informação. Todo mundo quer ser fonte, poucos se contentam em ser leitores e a Internet vive um curioso momento de eco ad infinitum quando alguma coisa relevante acontece. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/leslie_nielsen-200x300.jpg" alt="" title="leslie_nielsen" width="200" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-7016" /> Nem mesmo os sites e blogs conseguiram suplantar os jornais nesse aspecto perdendo a briga, rapidamente, para o indivíduo como informante e analista. Leslie Nielsen morreu e, só na minha timeline do Twitter, 84 pessoas noticiaram o fato. Não por RT da notícia inicial ou de algum texto mais completo sobre o falecimento do comediante, mas de forma própria. <em>Leslie Nielsen morreu</em>. <em>Frank Drebin morreu.</em> <em>Só agora fiquei sabendo que o Leslie Nielsen morreu?</em> <em>Quase furo, Leslie Nielsen Morreu </em>foram alguns dos tweets que recebi. Isso sem contar nas confusões provocadas pela “necessidade da velocidade”, com “críticos virtuais de cinema” trocando nome de filmes, confundindo <em>Loucademia de Polícia</em> com <strong>Corra que a Polícia Vem Aí</strong>, por exemplo, ou os inúmeros tuiteiros que erraram o nome do ator. Mais reação do que ação planejada. O pensamento parece ser o de: “Putz, morreu. Vou tuitar/postar”. 140 caracteres ou um parágrafo com foto depois, está feito, numa velocidade impressionante.  Quando Michael Jackson morreu foi diferente. Todo mundo falava do <strong>TMZ</strong>, afinal, era uma notícia difícil de se acreditar pela grandiosidade da figura. Com “gente menor” fica mais fácil, se morreu, dois ou três sites famosos falaram, então morreu mesmo. O ponto é: o internauta não se contenta como receptor e faz de tudo para se envolver, para se relevante, para ter significância nessa nova ordem.</p>
<p>O resultado é essa dinâmica extrema que se vê há mais de um ano: discussões polarizadas sem disposição para entendimento de argumentação; queda drástica e latente na capacidade de leitura – com respostas radicais baseadas na não compreensão da mensagem inicial –; e um cenário preocupante até mesmo para as novas mídias: a pesquisa e análise estão caindo em desuso. Elas existem e muitos blogs as praticam, mas olhando para a massa e sem precisar dos conceitos psicohistóricos de Hari Seldon, não é preciso de muito para notar que o nivelamento por baixo já aconteceu e foi culpa direta das celebridades virtuais, que, na maioria das vezes, nunca fizeram nada digno de fama. Mas abriram precedentes para novas gerações de malucos, radicais, desbocados, puxa-sacos, alucinados, piadistas de ocasião e oportunistas continuem o ciclo.</p>
<p>Saber ouvir ensina muito. Quando pouca gente está disposta a ouvir e só quer falar, o ruído é inevitável e aprende-se menos. Diversos estudos sociais apontam o fato óbvio do “nunca tivemos tanto acesso a informação”, entretanto começo a suspeitar de um erro no foco dessa declaração. Olhando só para a produção virtual brasileira, proponho que nunca produzimos tanto para tão poucos. Dezenas de podcasts são gravados, editados e publicados semanalmente; milhares de posts feitos em blogs, centenas de milhares de tuites, mensagens no Facebook e Orkut. E digo mais, essa produção é auto-gerada. Distante da pesquisa bibliotecária, muito do que é dito se origina na impressão do autor, no desejo reprimido ou superado do comunicador, no interesse pessoal &#8211; ou corporativo, no caso dos posts patrocinados – e na necessidade de se criar uma grife pessoal, de ficar famoso, de se manter relevante, portanto, ser pago por isso.</p>
<p>Ouvir falar em Orkutização do Twitter ou coisas do gênero chega a ser hilário, pois é apenas mais um daqueles conceitos vazios adotados por uma classe dominante auto-proclamada que já nasceu orkutizada, não reconhece seus limites, tem certeza que sabe de tudo e não percebe lutar diariamente para encontrar validação, criar seus heróis e difundir sua cultura, que, na maioria das vezes, não passa de uma sombra do que restou dos anos 80 e 90. </p>
<p>Falar sobre Leslie Nielsen é o mesmo que “lamentar” a morte do Papai Papudo, uma emoção emprestada e exagerada pela força do texto. Gostávamos do personagem, do ator, de suas piadas, mas alguém realmente ficou triste ou chorou com isso? Não. Nada de errado com isso. Mas que tristeza é essa que dura 15 segundos, a não ser que seu post exploda ou você consiga colocar uma tag nos Trending Topics? E isso só funciona com gente bem famosa, que passa na Sessão da Tarde, ou que a “elite” virtual abrace. <strong>Irvin Kershner</strong> morreu e quase ninguém falou. Morreu hoje, em Paris (o Hollywood Reporter diz Paris, a Veja.com diz Los Angeles, acho que erro de tradução, outras fontes falam Flórida). Morreu no ano em que <strong>O Império Contra-Ataca</strong> completa 30 anos. Morreu sem voltar a dirigir <em>Guerra nas Estrelas</em> privando muita gente da sensibilidade que fez um marionete – Yoda – emocionar e se tornar inesquecível. </p>
<p>É a questão levantada anteriormente. Quem são os heróis e figuras que realmente emocionam essa geração? Michael Cera (cópia bizarra do Ferris Bueller), Lady Gaga (cópia bizarra da Madona), Justin Bieber (erro bizarro da existência), aquele pessoal de <em>Crepúsculo</em>? Ninguém sabe ao certo. É difícil julgar o presente ou encontrar real significado na cultura do “mais foda e awesome da semana às 4 da tarde”. Complicado saber o que é bom quanto tudo é fabuloso! Talvez Robert Downey Jr. Seja o exponencial dessa equação, mas, mesmo ele, é a reinvenção de sua versão fracassada; que tinha feito <em>Chaplin </em>e mais nada tão efetivo. E é seu personagem mais marcante que define tudo isso: Eu sou o Homem de Ferro. Equivalente a dizer, Eu sou Relevante, Eu sei mais do que você, Eu tenho um blog, Eu sou podcaster, Eu sou Twitteiro do Ano, Eu comunico, Eu&#8230; Eu&#8230; Eu. Andy Warhol ficaria assustado com a simplicidade de sua profecia midiática perto da realidade atual. Com tanto eu, há espaço para a verdadeira tristeza ou pelo trabalho em prol do próximo? Comunicar é transmitir, informar, educar, ajudar e, acima de tudo, respeitar. Quando o ego reina, nada disso existe.</p>

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		<title>[Exclusivo Blu-Ray] Shrek – A História Completa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 04:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DreamWorks e Paramount lançam caixa completa com todos os filmes de Shrek em Blu-Ray e com surpresa para brasileiros! Depois de um belíssimo dia de passeio e trabalho dentro da DreamWorks, em Glendale, Eis que o SOS Hollywood publica seu primeiro unboxing, também conhecido como “olha eu abrindo a caixinha de Blu-Rays novinhos e compartilhando [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/B0046A9RMC?ie=UTF8&#038;tag=soho0ee-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=390957&#038;creativeASIN=B0046A9RMC"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/shrek_blu-ray_2.jpg" alt="" title="shrek_blu-ray_2" width="580" height="217" class="aligncenter size-full wp-image-6986" /></a></p>
<blockquote><p>DreamWorks e Paramount lançam caixa completa com todos os filmes de Shrek em Blu-Ray e com surpresa para brasileiros!</p></blockquote>
<p>Depois de um belíssimo dia de passeio e trabalho dentro da <strong>DreamWorks</strong>, em Glendale, Eis que o <strong>SOS Hollywood</strong> publica seu primeiro unboxing, também conhecido como “olha eu abrindo a caixinha de Blu-Rays novinhos e compartilhando com vocês!”. Aperte o Play e tenha fique atento às informações técnicas dos discos.</p>
<p><center><object width="580" height="326"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=17104666&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=17104666&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="580" height="326"></embed></object></center></p>
<p>O Natal pode ser mais verde em 2010. Numa das jogadas mais acertadas do ano, a dobradinha DreamWorks e Paramount lança o Pack <strong>Shrek – A História Completa</strong> (Shrek – The Whole Story) em Blu-Ray pela bagatela de US$ 44,90 &#8211; mas a Amazon já tem promoção de US$ 40,49, aliás, quem quiser comprar, clique no link aí embaixo! No Brasil, o produto vai custar R$ 199,90 [a versão em DVD sai por R$ 84,90]. Os detalhes completos do box serão publicados na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a> de dezembro [que tem exclusividade da matéria completa], mas já posso adiantar uma informação fundamental e interessante para os colecionadores brasileiros.</p>
<p><strong>Shrek – The Whole Story</strong> converteu todos os filmes do ogro para áudio 7.1, entretanto, nas faixas de áudio 5.1 existe uma banda para dublagem em Português, assim como legendas para o público brasileiro. Bussunda na parada! De quebra, o Blu-Ray ainda tem o especial de Natal do Burro!</p>
<p>Os extras estão legendados com alguns deslizes por conta de não ter sido feita no Brasil, mas dá para o gasto. </p>
<p>Uma correção em relação ao vídeo: fui ver o Karaoke Party e, na verdade, é um vídeo com todos os personagens cantando músicas famosas num mega medley, ou seja, o espectador não participa do karaoke.</p>
<p></p>

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		<title>[TRON: O Legado] Primeira Exibição Mundial!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 10:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empolgação, atores e um admirável mundo novo se misturaram na primeira exibição mundial de Tron: O Legado, ontem, em Los Angeles! E adivinha quem foi? Exclusivo é pouco! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Dirigi muito até chegar ao Rave, um cinemão de ponta perto do aeroporto de Los Angeles. Foi lá que assisti [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Tron.jpg" alt="" title="Tron" width="580" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-6967" /></p>
<blockquote><p>Empolgação, atores e um admirável mundo novo se misturaram na primeira exibição mundial de Tron: O Legado, ontem, em Los Angeles! E adivinha quem foi? Exclusivo é pouco!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Dirigi muito até chegar ao Rave, um cinemão de ponta perto do aeroporto de Los Angeles. Foi lá que assisti <strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-o-cavaleiro-das-trevas/">Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</a></strong>, no IMAX, e local escolhido pela Disney para mostrar – pela primeira vez – <strong>Tron: O Legado</strong> (Tron Legacy). A imprensa norte-americana estava presente em peso e, claro, tive a honra de participar do evento. Foi um longo caminho. Muito trânsito, GPS do celular entrando em pane, muitas voltas para fugir dos engarrafamentos e, finalmente, o cinema. Tudo isso faz parte do processo; do fascínio pela descoberta; do DNA fanboy afoito por participar de mais um capítulo da história da cultura mundial, afinal, fui um dos primeiros jornalistas do mundo a conhecer a Grade e, sem medo de ser feliz, dizer:<strong> Flynn Lives!</strong> Em 3D IMAX!</p>
<p>Quero compartilhar a noite de com vocês. Foi mágico. A começar pela expectativa. Era grande, confesso. Só vi um trailer, não li nada e não vi os tais 20 minutos que estão rodando pelo Brasil. Felizmente, quer saber? Esse negócio de ficar vendo filme pela metade não dá certo, mas isso é assunto para outro artigo. Enfim, estava cheio de esperanças. E elas aumentaram quando, numa atitude pouco comum em Hollywood, o diretor Joseph Kosinski, o produtor Steven Lisberger e alguns integrantes do elenco assistiram ao filme com a imprensa. Cerca de 80 jornalistas estavam presentes. Descobri que seria uma apresentação especial quando fui pegar pipoca e dei de cara com <strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/meu-encontro-com-tron-em-pessoa/">Bruce Boxleitner </a></strong>chegando acompanhado de seu empresário. Em seguida vi Kosinski e Lisberger apareceram na escada rolante. Pirei. Só faltava o Jeff Bridges!</p>
<p>Mas ele não apareceu. Quem chegou em seguida foram as moças. Beau Garrett é um avião e Olivia Wilde, bem, é Olivia Wilde. Elas combinaram tão bem com aquele visual estilizado e feito para tirar o fôlego do espectador. Impressionante. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Enfim, dá outra impressão notar que esses caras confiaram tanto no taco deles que deram a cara a tapa. Óbvio que quem mais foi aplaudido foi Boxleitner, ídolo por várias razões. Sentou-se há duas fileiras de mim, ao lado de Beau, numa área reservada aos convidados mais que especiais. Foi curioso ver Lisberger sair para fazer alguma coisa e, na volta, o sujeito que controlava a entrada nas fileiras bloqueadas tentando barrá-lo e pedindo o tal “ticket azul”, que dava acesso ao local. Ele levou na esportiva, mas o cidadão ouviu um belo “o filme é meu”. E é mesmo, ele criou o primeiro e repetiu a dose agora.</p>
<p>Bati um papo com o Frosty, do Collider, depois com o pessoal do SyFy e, finalmente, a sessão começou. Kosinski agradeceu aos presentes, rasgou seda para sua equipe de “milhares de pessoas envolvidas” e respirou aliviado quando disse: “bem, é isso!” [querendo dizer, o filme está pronto e seja lá o que deus quiser!]. </p>
<p>Luzes apagadas. Mensagem em fonte de programação surge. Um recado sobre a natureza 3D do filme. Coloquem seus óculos. Começa a projeção. A vinheta de abertura da Disney aparece, mas há algo diferente. O castelo pertence a outro mundo. Seus traços são estruturais. Suas cores são etéreas. Eles pertencem à Grade. Pertencem a TRON. Foi o primeiro “WOW!”, da platéia. Respirei feliz e mergulhei num novo mundo. Quero mais!</p>
<p>E chupa Scott Pilgrim! (risada malígna mode on).</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/tron_03.jpg" alt="" title="tron_03" width="580" height="240" class="aligncenter size-full wp-image-6968" /></p>

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		<title>[Análise] O Efeito Dobby</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 22:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1]]></category>
		<category><![CDATA[HP7]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou você morre como herói ou vive o suficiente para se tornar vilão – Harvey Dent por Fábio M. Barreto, de Los Angeles !CONTÉM SPOILERS! Emoção é tudo. Pelo menos no entretenimento. Atingir os sentidos do espectador e colocá-lo em contato com a obra é fundamental, seja pelo humor ou pela tristeza. Mas é preciso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/dobby_hp7.jpg" alt="" title="dobby_hp7" width="580" height="346" class="aligncenter size-full wp-image-6951" /></p>
<blockquote><p>Ou você morre como herói ou vive o suficiente para se tornar vilão – Harvey Dent
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><center><strong>!CONTÉM SPOILERS!<br />
</strong></center></p>
<p>Emoção é tudo. Pelo menos no entretenimento. Atingir os sentidos do espectador e colocá-lo em contato com a obra é fundamental, seja pelo humor ou pela tristeza. Mas é preciso haver um relacionamento e, na maioria das vezes, pré-disposição do público-alvo para garantir a maior efetividade da emoção em questão. <a href="http://www.soshollywood.com.br/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1/"><strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</strong></a> tem tudo isso e pode agradar ao espectador casual, mas seu maior compromisso é com o fã fiel, pois sofrer e chorar baldes com a conclusão dessa primeira parte só é possível para quem leu avidamente os livros e sabe quem é <strong>Dobby</strong>, o grande herói do filme.</p>
<p>Harry Potter, Hermione e Rony embarcaram na viagem que empresta ao filme um aspecto de road movie emotivo, com clima adulto e aquela incerteza a cada novo acampamento, cada passo, cada decisão, mas a realidade os encontra de forma dura: são jovens; hábeis, mas medem forças com assassinos experientes e malévolos. Um herói inesperado se fez necessário. Alguém com habilidade suficiente e lealdade inquestionável, um Sancho Pança mais crente que o próprio Don Quixote. A formula não é nova, afinal, é Sam quem salva Frodo da perdição, por exemplo, mas extremamente útil. Contanto que espectador e personagem estejam em sincronia. Como esperar isso de Dobby, um elfo doméstico que ficou longe do público cinematográfico por 8 anos? Considerando apenas os filmes, a lembrança de sua existência é ligada diretamente à natureza infantil do início da série, quando as escadas de Hogwarts ainda eram maravilhosas e Snape ainda era apenas mal-compreendido. </p>
<p><strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-1/"><br />
<blockquote>Leia também: análise completa de Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 1!</p></blockquote>
<p></a></strong></p>
<p>Com efeito aprimorado e a mesma devoção de sempre, o surgimento de Dobby é um passe de mágica em si. Lá estava ele, pronto a ajudar Harry Potter, a ajudar seus amigos e, acima de tudo, a estar com seus queridos amigos. Essa ligação se perdeu no cinema. Ficou escondida pelo “assombriamento” que a “crítica online” tanto falou nos últimos anos, perdeu importância  com o aumento da força de Voldemort e a construção do clima de guerra de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</strong>. </p>
<p>Se a invenção das Relíquias da Morte – elementos grandiosos e relevantes demais para serem incluídos no final do jogo – já garantem novidade, a volta de Dobby é arriscada, mas inevitável. Arriscada para o público casual. Ainda há ligação com ele? Reconhecimento? Mera lembrança do nome? Sinceramente, pouco importa em termos de resultado, mas importa – e muito – para reforçar o conceito de que David Yates não levou necessidades de mercado em consideração nas filmagens. Dobby está na história e se sacrifica. Ponto. Ele precisa estar presente. Logo, lá estava ele. Sem reintrodução, sem artifício inserido apenas para situar o espectador desatento. O filme, sem dúvida, ganhou com isso. Sempre vão faltar cenas, mas todas as escolhidas são necessárias.</p>
<p>Essa é a maior prova de comprometimento de Yates com seu material base, que renderá uma das melhores adaptações literárias do cinema justamente pela escolha em dividir o filme em duas partes, e seus fãs &#8211; afinal, sendo claro, HP7 não é filme para aventureiro, seja imprensa ou público. A coisa séria, mas os não-leitores podem considerar isso como ponto fraco e &#8220;problema&#8221;, logo, sua mera presença é um marco na obra, pois aceitá-lo ou não, provavelmente, definirá a opinião sobre o filme. Outra boa decisão foi gerada pela intervenção divina que acometeu os executivos gananciosos da Warner Bros., que desistiram da conversão para 3D. Dobby é tão importante quanto tudo isso, pois o fã conhece. O fã se importa. O fã chora. Mas, narrativamente, ele faz algo impressionante: relembra um passado já distante, de beleza, deslumbre e problemas ínfimos, em perspectiva. E, exatamente por isso, seu destino acaba por enterrar de vez todos esses sentimentos, espanta essas emoções e relembra da realidade violenta. E sempre vai ajudar a levar mais leitores aos livros, que podem querer saber como e por que ele continua por ali, como conseguiu suas cicatrizes e etc.</p>
<p>Harry Potter, novamente, é o “garoto que sobreviveu” por conta do sacrifício de outra pessoa. Sua mãe foi a primeira e Dobby foi o mais recente [no cinema], mas, da próxima vez, ele não terá escudos. Voldemort é o adversário e não vai haver cena melancólica na beira do mar para marcar o final. Dobby morreu em paz e feliz. Estava com os amigos, que acabara de salvar. Para um verdadeiro herói não há dúvida, há ação. Ele agiu. Morreu, mas sorriu. </p>
<p></p>

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		<title>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 10:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[david yates]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1]]></category>
		<category><![CDATA[J.K.Rowling]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles !!! Contém Spoilers Leves !!! Hollywood conhece bem suas regras e sabe segui-las. É um negócio lucrativo, capaz de resistir a crises e, até o momento, as grandes mudanças na tecnologia. Os estúdios de Los Angeles foram os [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/harry_potter_7_01.jpg" alt="" title="harry_potter_7_01" width="580" height="345" class="aligncenter size-full wp-image-6935" /></p>
<blockquote><p>Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><center><strong>!!! Contém Spoilers Leves !!!</strong></center></p>
<p>Hollywood conhece bem suas regras e sabe segui-las. É um negócio lucrativo, capaz de resistir a crises e, até o momento, as grandes mudanças na tecnologia. Os estúdios de Los Angeles foram os responsáveis pela criação dos blockbusters, pelos grandes épicos e sabem o que entregar ao público, pois foram eles quem escolheram os elementos desse cenário lá atrás, quando os grandes épicos da MGM levavam nossos pais e avós ao cinema, um tempo em que ainda se vestia terno e chapéu no programão de domingo. A inspiração nos clássicos e na Bíblia abasteceu essa indústria antes da onda de originalidade dos blockbusters no finzinho dos anos 70, mas a ligação entre cinema e literatura nunca terminou. É mais seguro levar uma obra conhecida, e, normalmente, admirada aos cinemas do que criar algo totalmente novo. Vivemos um novo momento nesses ciclos hollywoodianos com as histórias e quadrinhos, mas também com as adaptações literárias. E elas são muitas. Entretanto, não é só ao sucesso inquestionável de Peter Jackson com <em>O Senhor dos Anéis</em> que essa dinâmica se construiu ao longo dos últimos dez anos, mas também a <strong>Harry Potter</strong>, assumidamente uma maçaroca cultural e literária montada por J.K. Rowling e que, depois de nove anos nos cinemas, inicia sua conclusão com <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 1</strong>. É um filme evento, claro, mas David Yates faz uso do precedente aberto por Zack Snyder, em <em>Watchmen &#8211; O Filme</em>, e banca o diretor birrento ao ignorar as leis de Hollywood, seu formato &#8220;garantido&#8221; de sucesso e, no primeiro ato de sua conclusão, entregar um festival de atuações marcantes, com um ritmo próprio e, felizmente, despreocupado com as caraminholas inventadas pelos executivos do estúdio. Mais que conhecer sua indústria, Yates e Rowling sabem que têm público cativo, têm o interesse mundial nas mãos e, acima de tudo, têm a chance de mostrar que a dobradinha cinema &#038; literatura só resulta numa adaptação fraca quando se pensa no dinheiro antes da qualidade.</p>
<p>Relembrar do final anticlimático de <em>Harry Potter e o Enigna do Príncipe</em> pode ser um primeiro passo na preparação para o clima de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</strong> [HP7]. A queda de Dumbledore desintegrou qualquer resquício da bolha de segurança ao redor dos personagens, mas, de forma mais efetiva, lançou Harry, Ron e Hermione num mergulho sem volta em um mundo inseguro e regido pela morte. Medo deixou se ser uma preocupação. Na guerra, vida e morte são separadas por instantes ou um leve descuido; duas constantes aplicadas a uma família forjada à base de muita dor, perda e um futuro sombrio. Ele retornaria. Ele retornou e futuro é agora. E o agora, é o fim. O início melancólico de <strong>HP7 </strong>não engana e nem precisa de meias palavras para apresentar tanto sofrimento latente. Uma última olhada no quartinho embaixo do armário; um triste adeus a sua própria identidade; um olhar por uma janela estranha e nada reconfortante. Escolhas acertadas por conta do grande trunfo do longa: o público conhece demais os personagens e, logo de cara, já sente suas escolhas e mazelas. O sentimento brota logo de cara e não para nem por um instante ao longo das 2h26 de duração.</p>
<p><strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/hp-7-o-efeito-dobby/"><br />
<blockquote>Leia também: O Efeito Dobby em Harry Potter e as As Relíquias da Morte!</p></blockquote>
<p></a></strong></p>
<p>Seguindo a mesma assinatura visual dos últimos dois filmes, David Yates construiu bem sua guerra &#8211; que acontece mais no plano psicológico do que no físico, em termos de tempo dedicado no filme. De qualquer forma, não era sem tempo, afinal, Rowling vinha anunciando o grande embate entre Harry e Voldemort desde o começo da saga do bruxinho. Ha! Bruxinho! Bons tempos. Harry deixou a inocência de lado, mas, guiado pelo idealismo de sua criadora, ainda insiste no caminho da bondade suprema. Amigos, colegas, familiares&#8230; todos morrendo a sua volta e, nem mesmo assim, Potter é capaz de devolver na mesma moeda. O matar ou morrer não funciona para os mocinhos de Rowling, sempre dispostos representar seus dogmas mesmo que isso lhes custe a vida. O Lado Negro é indesejável, mas o extremo bom mocismo soa tão caricato quanto a malevolência constante, porém, como Bellatrix Lestrange é doida de pedra &#8211; além de dar a impressão de que, se puder, mata seu almoço todo dia só para o prazer de tirar uma vida sempre que possível &#8211; esse extremo do espectro é menos sentido. É o diretor respeitando a autora &#8211; e produtora. Respeito, um dos grandes diferenciais de HP7 para outras adaptações, especialmente as que tentam desesperadamente preencher o iminente vazio que será deixado pela saga. <em>Eragon </em>caiu no esquecimento rapidamente, <em>Percy Jackson</em> deve seguir o mesmo caminho, <em>Coração de Tinta</em> não funcionou e <em>Cirque Du Freak </em>foi uma vergonha. Não é preciso ser ágil, ninguém precisa ser convencido, final feliz está fora de cogitação e mesmo quem não leu os livros quer saber o que vai acontecer com Harry, Ron e Hermione. Fato. Esse trio entrou para o imaginário popular, logo, seu destino é interessante. Além de ser uma compensação por todos os anos de dedicação à série de filmes, iniciada em 2001. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/harry_potter_7_03.jpg" alt="" title="Harry Potter and the Deathly Hallows: Part I" width="580" height="327" class="aligncenter size-full wp-image-6937" /></p>
<p>Sem pressa, tudo pode acontecer com profundidade. Seja um período pensativo de Harry, um lamento solitário de Hermione ou um rompante de fúria de Ron. A guerra parece ser mais pessoal, mais profunda, absolutamente íntima dentro dos personagens principais. Yates garantiu ao trio Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint todo o tempo necessário para seus &#8216;monólogos&#8217; solitários, um prêmio por anos de dedicação à franquia. Cada um deles pode ampliar seus horizontes, e reconhecer limitações, em algo &#8211; na ausência de comparação melhor &#8211; similar a uma pequena peça individual dentro do filme. Toda essa contemplação, aliada um trabalho de fotografia belíssimo, natural e, pasme, simples, é a maior prova da &#8220;insurreição&#8221; de Yates às regras hollywoodianas. Se a história pedia, ele entregou. Simples assim. Exatamente como Zack Snyder fez quando pisou no freio em <em>Watchmen </em>para que o Dr. Manhattan fosse a Marte e contasse sua história. É o cineasta a serviço da história, independente do que pense o público menos envolvido. <strong>HP7 </strong>pode soar lento por esse aspecto, porém, jamais perde seu ritmo. É a conclusão de uma saga literária programada e extensa, não um final de trilogia criado às pressas e por demanda financeira. Faz sentido e tem suas próprias regras.</p>
<p>A magia circunda aquele mundo e seus personagens, cujas vidas são mais surpreendentes quando as varinhas estão guardadas e notícias, normalmente tristes, chegam do campo de batalha ou de um amigo querido. Se a gênese de Harry Potter era repleta de truques, ensinamentos e deslumbre com escadarias inquietas, sua conclusão é implacavelmente crua e violenta. Rowling defende alguns conceitos de forma bem clara: heróis não matam (por enquanto); vilões são deformados ou traiçoeiros; e política e nobreza são instituições falidas (vide as constantes falcatruas atribuídas ao Ministério da Magia e a decadência dos Malfoy). A queda de Lucius Malfoy poderia ser digna de pena, não fosse a conduta subserviente e lacaia adotada pelo personagem &#8211; em grande momento de Jason Isaacs &#8211; e seu inevitável reflexo no inexoravelmente covarde Draco, inicialmente pintado como o arquiinimigo de Potter, mas que, efetivamente, nunca passou de um mauricinho mimado e incapaz de ameaçá-lo de verdade. É a vitória dos mestiços, os half-bloods; o eterno sonho da plebe britânica em se unir à realeza, a síndrome de Diana. Aliás, o racismo e o preconceito contra trouxas e mestiços são abordados em <strong>HP7</strong>, mas de forma tão aleatória e ineficaz quanto as aparições de Voldemort, mais presente como ameaça psicológica que como inimigo efetivo. O grande vilão ainda não teve sem momento, ainda é uma ameaça assustadora, mas arisca e distante. Assim como num jogo de videogame, Harry parece precisar superar todos os obstáculos do mundo para poder lutar contra o chefão.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/harry_potter_7_05.jpg" alt="" title="Harry Potter and the Deathly Hallows: Part I" width="580" height="327" class="aligncenter size-full wp-image-6939" /></p>
<h2>Presenças Relâmpago e as tais Relíquias</h2>
<p>Longa duração, grande atenção para dilemas pessoas do trio principal, mas, como em toda reta final, muita gente precisa aparecer e o resultado são participações relâmpago. Alan Rickman é uma delas, tendo apenas duas cenas; assim como Imelda Staunton, que retorna como Dolores Umbridge, e o recém-chegado, e logo despachado, Bill Nighy, como Ministro da Magia. Brendan Gleeson é uma das maiores lástimas, primeiro pelo descaso com que o destino de Olho-Tonto é apresentado, segundo pela perda do último personagem disposto a lutar de igual para igual contra os Comensais da Morte. Hagrid também aparece pouco. Menção honrosa para Edwiges, que tem dois momentos e ganha a eternidade com seu sacrifício supremo. No final das contas, fica a impressão de um grande desfile de rostos conhecidos, novos nomes que não chegam a ser relevantes o suficiente para serem lembrados e o embate com o aspecto sem face da maldade de Voldemort. Seus agentes provocam o caos, matam sem piedade, mas usam máscaras; não tem identidade; apenas simbolizam sua opressão e sangue frio. </p>
<p>Claro, reflexo direto da opção pelo foco total em Potter, Hermione e Weasley e sua jornada para encontrar e destruir os horcruxes de Voldemort e também da natureza binária da narrativa. são duas partes de um gigantesco último filme, o que modifica a estrutura e, no futuro, ganhará mais força quando for possível assistir aos dois, em seqüência, e sem meses de intervalo. Analisando <strong>HP7 </strong>como produto independente &#8211; sem apoiar suas escolhas no roteiro do livro e nos detalhes dos personagens &#8211; nota-se grande preocupação com a ambientação e a construção do verdadeiro clímax dessa história, que só acontece na Parte 2. Entretanto, a simples noção do embate entre Harry e Voldemort desintegrou-se com a destruição das varinhas irmãs e a introdução das Relíquias da Morte, um conceito apresentado apenas no livro final. Três artefatos feitos pela Morte. Dois deles conhecemos: a capa da invisibilidade usada por Harry e a varinha de Dumbledore, um deles ainda é um mistério; a pedra capaz de ressuscitar os mortos. Sua descoberta é tão importante quando a destruição dos horcruxes &#8211; que tornará Voldemort mortal novamente -, pois quem reunir as três peças, terá o controle sobre a Morte.</p>
<p>Enquanto nada disso acontecer, ser amigo de Harry Potter significa poder morrer a qualquer instante. Trouxa ou elfo doméstico, coruja ou bruxo. Nenhum lugar é seguro. Nenhuma lágrima é contida. É a dura realidade da vida humana, enfrentar a mortalidade. Cabe a cada um escolher se o fará com honra e dignidade, ou desespero e sangue nas mãos. </p>
<p>No universo de Harry Potter, vida e morte sãs as únicas constantes. Os bruxos se digladiam pela eternidade, enquanto David Yates mostra a Hollywood que é possível viver sem futilidade; dirigir sem destruir o material base; matar sem pensar no licenciamento; e ousar em benefício do público. <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 1</strong> é uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito. É a magia a serviço do cinema.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/harry_potter_7_06.jpg" alt="" title="Harry Potter and the Deathly Hallows: Part I" width="580" height="327" class="aligncenter size-full wp-image-6940" /></p>
<p></p>

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		<title>[TV] A Marcha dos Mortos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 11:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>
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		<description><![CDATA[A TV aberta procurou a solução para a ausência de Lost, mas quem encontrou a resposta foi o AMC ao apostar na primeira série de zumbis. The Walking Dead promoveu o reencontro entre o espectador e a inovação televisiva, com muitos tiros na cabeça e tensão semanal. Tudo isso sem o hype. por Fábio M. [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/The-Walking-Dead-cavalo.jpg" alt="" title="The-Walking-Dead" width="580" height="349" class="aligncenter size-full wp-image-6920" /></p>
<blockquote><p>A TV aberta procurou a solução para a ausência de <em>Lost</em>, mas quem encontrou a resposta foi o AMC ao apostar na primeira série de zumbis. <strong>The Walking Dead </strong>promoveu o reencontro entre o espectador e a inovação televisiva, com muitos tiros na cabeça e tensão semanal. Tudo isso sem o hype.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>A pergunta do momento é: &#8220;como manter o ritmo e a novidade em uma série semanal sobre zumbis?&#8221;. Ninguém sabe a resposta mais efetiva, mas é inegável reconhecer que a equipe criativa de <strong>The Walking Dead</strong>, liderada por Frank Darabont, está no caminho certo. O piloto foi um tiro certeiro, especialmente com sua exibição brasileira no Dia de Finados que, mesmo com os cortes desnecessários promovidos pelo CanalFox, deu resultado positivo na audiência brasileira que acompanhou pela TV [em vez do download ilegal] e fez barulho indesejado, mas, falou &#8211; e muito &#8211; sobre a série. Desde o último episódio de <em>Lost </em>não se debatia tanto uma série em exibição quanto <strong>The Walking Dead</strong>. E há uma razão muito boa: zumbis na TV, toda semana. Historicamente, ótimos episódios piloto não garantem uma boa série, logo, ficar apreensivo era compreensivo, especialmente depois das frustrações com <em>FlashForward </em>e <em>The Event</em>, que prometeram demais e entregaram de menos. A reposta veio no último domingo, com o segundo episódio mantendo o ritmo do piloto, assustando como o piloto e causando a mesma tensão do piloto. Há salvação na TV e ela está nas mãos desses mortos-vivos e o pequeno grupo de sobreviventes do apocalipse. E dá-lhe pesadelos.</p>
<p>Além de aparente fenômeno popular, <strong>The Walking Dead </strong>carrega uma responsabilidade gigantesca. Zumbis e grande público nunca se deram bem. George Romero sempre foi cult e nem mesmo <em>Todo Mundo Quase Morto</em> conseguiu aproximar o gênero da massa, repelida imediatamente por dois elementos: repúdio e descrédito. Afinal, zumbis são bobos, chatos e feios. É a verdadeira festa estranha com gente esquisita, que arregimentou seguidores ao longo das últimas décadas, mas nunca de forma tão descarada, como se existisse uma convenção social informal na qual quem gostava ficava quieto, enquanto quem tem nojo fazia de conta que não existia. Bem, esse cenário acabou. De vez.</p>
<p>Se a trajetória de sucesso de <em>Battlestar Galactica</em> reintroduziu a possibilidade de seriedade na ficção científica televisiva [que defendo nunca ter deixado de existir com a longa empreitada de Stargate] de acordo com a crítica norte-americana, <strong>The Walking Dead</strong> rompe essa convenção de forma perturbadoramente acertada, corajosa e definitiva. Acertada por ter escolhido uma boa fonte, na HQ de Robert Kirkman e Tony Moore; corajosa por não diminuir a seriedade e o visual do ambiente povoado por zumbis; e definitiva por iniciar a exploração desse gênero com uma qualidade técnica tão alta, que qualquer canal vai pensar umas vinte vezes antes de tentar imitar o formato. Claro, desde que encontrem coragem suficiente para encarar o assunto, afinal, um canal aberto certamente encontraria oposição religiosa imediata e, especialmente nos Estados Unidos, aquele bando de desocupados politicamente corretos cairia matando. É o preço pela vanguarda. E ela veio tarde.</p>
<p>Abordar não o fim do mundo, mas o fim da sociedade moderna parece ser tabu na TV gringa. <em>Jericho </em>tentou e dançou feio. Aliás, conversei com um dos criadores da série, Jonathan E. Steinberg, outro dia, e ele disse que ainda sonha com um filme e já tem um roteiro de trabalho, mas nenhum canal parece interessado. O cinema pode fazer o que bem entende, pois ainda está &#8220;protegido&#8221; pela censura por faixa etária, mas quando a TV pensa no caso levanta todos os alertas possíveis, como clichê, bobagem de FC retrógada, insegurança dos roteiristas e, acima de tudo, medo, muito medo, dos executivos dos canais, cada vez mais dependentes da TV formuláica e previsível que nos brinda com obras de arte descartáveis como <em>Glee </em>e <em>Gossip Girl</em>.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/The-Walking-Dead-epI.jpg" alt="" title="The-Walking-Dead" width="580" height="372" class="aligncenter size-full wp-image-6921" /></p>
<h2>Quando não há esperança</h2>
<p>&#8220;Espectadores querem se sentir seguros; protegidos&#8221;, disse <b>Shane Brenan</b>, produtor de <em>NCIS </em>e <em>NCIS: Los Angeles</em>, com exclusividade ao <strong>SOS Hollywood</strong>. Ele tem razão. A TV é boa para fazer isso, garantir segurança e dar tudo aquilo que a vida real é incapaz de entregar atualmente. &#8220;É nisso que a maioria das séries aposta atualmente, pois é isso que tem funcionado há anos&#8221;. Heróis, policiais, investigadores, super médicos e tantos outros personagens já arquetípicos povoam os roteiros previsíveis de Hollywood e, em certo ponto, o mesmo acontece com <strong>The Walking Dead</strong>, que aposta em clichês do gênero. Mas, essencialmente, a série de Frank Darabont é incômoda, não entrega nenhuma perspectiva de tempos melhores e cada nova cena é tão perigosa quanto a anterior. A bolha está estourada e ninguém está a salvo.</p>
<p>Essa dinâmica é providencial, pois permite a <strong>The Walking Dead </strong>que seu nível de tensão se mantenha constante e atenua a presença das cartas marcadas como o sobrevivente acordando após o Apocalipse, o grupo de sobreviventes contando os dias até serem descobertos pelos mortos-vivos, as cidades evacuadas e tomadas por zumbis e aquela eterna sensação de que cada esquina estará repleta de monstros. São as regras do jogo. O modo como são apresentadas define o tipo de produto a ser consumido e nesse caso, trata-se de algo sério, cru e, pelo menos até o momento, nada humorado. Sobra medo e angústia nessa versão destruída dos Estados Unidos; não há explicações sobre o levante dos mortos; há apenas a certeza de que a sobrevivência depende da criação de novas regras. Mas restam dúvidas sobre a capacidade dos humanos em superar preconceitos e seus próprios demônios para vislumbrar essa nova realidade.</p>
<p>Essa é a estrada de tijolos amarelos traçada pelo estilo de Darabont, apostando pesado na construção de personagens que, mesmo batidos, precisa ser relevante para dar algo mais que &#8220;gente matando zumbis&#8221; ao espectador, e também na ampliação do universo onde os sobreviventes estão inseridos para, eventualmente, abordar temas mais amplos. No primeiro episódio viu-se um drama na cidade pequena, algo intimista e extremamente triste, com um homem conhecendo os limites do amor mesmo depois de uma tragédia familiar; no segundo, a cidade grande entrou em cena e com ela as diferenças sociais tão latentes na Atlanta pré-Apocalipse quanto em sua versão mortal. A formação do grupo fixo de sobreviventes vai redefinir dinâmicas familiares, assim como traçar as novas regras de sobrevivência. &#8220;Não mate os vivos&#8221;, será o mandamento máximo. Um mantra esperançoso contra um cenário desolado e desprovido de futuro, e severamente afetado pelo hype de internet. Entretanto, sua qualidade supera o boca a boca e há méritos em <strong>The Walking Dead</strong>; há relevância no programa e isso basta.</p>
<p>Discutir a Humanidade é óbvio, mas propor respostas sociais a partir da quebra da sociedade é tarefa complicada. Nesse aspecto, a ficção pode ser mais incômoda que um bando de mortos-vivos vagueando pelas ruas. As escolhas de <strong>The Walking Dead</strong> precisam ser baseadas no reflexo da natureza humana, em suas possíveis reações num ambiente hostil e na improvável migração da Humanidade de Raça Dominante para Minoria Indefesa e em Extinção. Bebendo pesado nas regras de Romero e pincelando os mortos que matam de Matheson, esse programa difere do fim do mundo proposto por Cormac McCarthy, que, literalmente, matou o planeta em <em>A Estrada</em>, ou do fim social provocado pelo holocausto nuclear visto no recente <em>O Livro de Eli</em>, com um cenário catastrófico armado de forma infernal para a vida em si. O cheiro da vida atrai os mortos em sua fome insaciável. E é essa dinâmica que incomoda, sem afastar o público da série. Sem a perspectiva de conforto, o que resta é o contexto ideal para avaliarmos o cerne da sociedade, quem somos quando as máscaras caem, quando os paradigmas mudam e, acima de tudo, quando deuses caem.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/The-Walking-Dead-epI-01.jpg" alt="" title="The-Walking-Dead" width="580" height="389" class="aligncenter size-full wp-image-6922" /></p>
<h2>A Mancada da Fox </h2>
<p> Na estréia da série no Brasil, na noite de 2 de novembro, houve movimentação pesada para assistir ao programa na TV, deixando de lado a praga do download. Entretanto, o que parecia ser um momento histórico e positivo transformou-se numa crise de imagem quando boa parte das pessoas que assistiram ao piloto pela internet – quando ele ‘vazou’, uma semana antes – notou a presença de cortes. Muitos cortes, aproximadamente 15 minutos reduzidos para que a première se encaixasse no slot de 1 hora na programação do Canal Fox. Nada gritante e que mudasse o conteúdo, mas o suficiente provocar a ira do Twitter e justificar a adesão ao download. A questão mais relevante não é a existência, ou não, de cortes, afinal, a Rede Globo tesoura os filmes há anos e nunca houve cobrança, mas sim o dilema enfrentado pelo canal: há tanta coisa boa assim, na grade do Canal Fox, no horário de <strong>The Walking Dead</strong> para que a série precise ocupar apenas um slot? Talvez por conta da incerteza do resultado, o canal não tenha pensado em dedicar um pouco mais de sua grade aos zumbis, mas agora que o resultado não é mais incerto, seria a decisão mais lógica. Os executivos de TV a cabo vivem reclamando dos calhaus, da falta de produtos de primeira grandeza – como foi <em>Lost </em>– e, às vezes, se perdem quando tem tudo que pediram. É o caso de <strong>The Walking Dead</strong>. Como disse no Twitter, a Fox teve a chance de ouro e o tiro saiu pela culatra. Agora terá uma nova oportunidade, ao poder encarar esse seriado com a relevância e potencial comercial. Para isso, só precisa tomar uma atitude: exibir o conteúdo na íntegra. É obrigação do canal fornecer a melhor qualidade possível a seu assinante, que paga pelo conteúdo. Se não o fizer, o download ganha força e não há argumento que vença um cliente desiludido. </p>

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		<title>[TV] Migrações: A Grande Jornada da Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 01:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes Migrações]]></category>
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		<category><![CDATA[NatGeo]]></category>

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		<description><![CDATA[NatGeo lança hoje seu projeto mais ambicioso com Grandes Migrações, evento televisivo mundial que acompanha as rotas migratórias de inúmeras espécies, por todos os continentes e com uma trilha sonora brilhante. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles O ser humano abandonou há muito suas origens nomades e, exceto em momentos pontuais em sua evolução, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/great-migrations-ep-1.jpg" alt="" title="Great Migrations" width="580" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-6909" /></p>
<blockquote><p>NatGeo lança hoje seu projeto mais ambicioso com <strong>Grandes Migrações</strong>, evento televisivo mundial que acompanha as rotas migratórias de inúmeras espécies, por todos os continentes e com uma trilha sonora brilhante.
</p></blockquote>
<p>por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</p>
<p>O ser humano abandonou há muito suas origens nomades e, exceto em momentos pontuais em sua evolução, tem exercido a função de observador no fluxo de vida que continua movendo o planeta, de forma ininterrupta e ciclica, conforme as estações mudam, as chuvas chegam e a vida animal da Terra segue seu ritmo. Coube aos observadores profissionais da National Geografic registrar esse processo e mostrar umas das vocações óbvias, mas pouco exploradas, das câmeras de alta definição. Nunca foi tão impressionante ter contato com a natureza como em <strong>Grandes Migrações</strong>, documentário dividido em sete partes, que o <strong>NatGeo</strong> estréia mundialmente hoje. Além do deslumbre causado pela proximidade garantida pelo HD, a narração original de Alec Baldwin é marcante e encontra apoio ímpar com a trilha sonora composta de forma brilhante e precisa por Anton Sanko, que assina a trilha de <em>Amor Imenso</em>, da HBO.</p>
<p>Know how não falta à NatGeo, mas há algo especial em <strong>Grandes Migrações</strong>. Há um senso de grandiosidade até mesmo nas cenas mais ínfimas e detalhistas. Esse detalhamento difere, e muito, da lupa proposta por Microcosmos. Nada de pausa ou análise minuciosa, pois, pela proposta do programa, tudo sempre está em movimento. Nada de descanso, nada de câmera lenta. Tudo é registrado com uma velocidade só, a da natureza, seja nas grandes savanas africanas ou no início minúsculo de uma gigantesca procissão de carangueijos vermelhos, que nascem no mar e, logo de cara, precisam escalar uma gigantesca parede de rocha e retraçar o caminho perigoso que seus pais percorreram semanas antes. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/great-migrations-ep-1-01.jpg" alt="" title="Great Migrations" width="580" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-6910" /></p>
<p>Uma das escolhas mais acertadas da NatGeo foi não se limitar a um tipo de estilo ou técnica. As equipes visitaram 20 países e acompanharam diversas espécies, em diferentes habitats, mas todas num momento singular: migração. Logo, é possível acompanhar a longa jornada de ida e volta de quatro gerações de Borboletas Monarca, do México para o Canadá; passando pelas rotas provocadas pelas chuvas na África; ou mesmo a solitária peregrinação das Baleias Cachalote até os Açores. São vários estilos de fotografia, várias visões de diretores distintos, o que provoca uma boa mescla na interpretação de cada uma dessas grandes movimentações em massa. O primeiro capítulo, que estréia hoje, é Born to Move [Nascidos para se Mover], que o <strong>SOS Hollywood </strong>assistiu em evento de gala do canal há duas semanas, o foco está nas novas gerações e sua bruta recepção no mundo. Filhotes são presas fáceis e alimentação faz parte do ciclo, por isso algumas espécies apostam em grandes números para sobreviver e dar continuidade à coisa toda. </p>
<p>Grandes Migrações inova no estilo de documentários sobre a natureza, por apostar no bom-humor garantido pelas características inusitadas de algumas espécies, especialmente os Caranguejos Vermelhos, que mostram a gênese da bizarra &#8216;dança do siri&#8217;. É hilário! Observar é apenas o início e a contextualização das motivações de cada uma das estrelas dos episódios e seus efeitos no meio ambiente envolvem o espectador, que, além da incredulidade inicial, se vê curioso perante a complexidade envolvida nessas jornadas. Sem o tom professoral de seu texto ou de qualquer traço de engajamento político ou ecológico, o programa mostra uma realidade já afetada e transformada pela influência humana. Vale mais compreender os efeitos de uma estrada no meio de uma rota migratória com uma simples cena do que horas de blablablá em prol da causa. Mesmo por que Alec Baldwin tem voz marcante, mas não impressiona tanto. Talvez de forma proposital, para não tirar o foco das belas imagens e da imensa quantidade de informação oferecida. O  mundo muda constantemente para as espécies migratórias e, a cada novo ciclo, adaptações são necessárias. É questão de vida ou morte, literalmente. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/great-migrations-ep-1-02.jpg" alt="" title="Great Migrations" width="580" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-6911" /></p>
<p>Felizmente, até agora, os instintos de sobrevivência e o impulso biológico para propagar a espécie mantém o fluxo em andamento. É inspirador. </p>
<p><strong>Grandes Migraçõe</strong>s será exibido todos os domingos, em 166 países, 34 linguagens e deve atingir 330 milhões de espectadores, incluindo o Brasil.</p>

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		<title>Harry Potter: Encontro Marcado!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 23:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<category><![CDATA[Harry Potter e as Relíquias da Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Chinês]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de chegar meu convite para a exibição de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1! Sim, estou empolgado! Embora saiba de um ou dois spoilers, consegui me manter longe das fofocas e, por não ter lido o livro, serei totalmente surpreendido pelo desfecho da série! Vou ver alguns dias antes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Acabou de chegar meu convite para a exibição de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</strong>! Sim, estou empolgado! Embora saiba de um ou dois spoilers, consegui me manter longe das fofocas e, por não ter lido o livro, serei totalmente surpreendido pelo desfecho da série! Vou ver alguns dias antes da estréia mundial, o que é bom e vai dar tempo para escrever a matéria antes de o filme chegar nos cinemas brasileiros.</p>
<p>O mais legal vai ser ver esse evento cinematográfico dentro do Teatro Chinês, o cinema principal. Foi o mesmo lugar onde vi <em>Speed Racer</em> e <a href="http://www.soshollywood.com.br/o-mundo-imaginario-do-dr-parnassus/"><strong>O Imaginário do Dr. Parnassus</strong></a>. Adorei a experiência e poder estar ali é algo mágico por natureza. Fiquei tão empolgado que resolvi compartilhar o convite com vocês, mas, por razões de segurança, retirei os detalhes da exibição!</p>
<p>Aí está e que venha a última peleja!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/potter_invite.jpg" alt="" title="potter_invite" width="580" height="419" class="aligncenter size-full wp-image-6902" /></p>
<p><em>Para evitar engraçadinhos com spoilers, não vou permitir comentários nesse texto. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p></p>

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		<title>Expo Kurosawa: A Sensibilidade de um Samurai</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/expo-kurosawa-toquio/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 19:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Akira Kurosawa]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Este é o centenário de um de nossos maiores artistas. Espero que todos que vierem a esta exibição juntem-se a mim para desejar um feliz aniversário a Akira Kurosawa, nosso mestre, nosso sensei&#8221; &#8211; Martin Scorsese por Grazi Kazuma, de Tóquio Estive na exposição “Akira Kurosawa Centenary Exhibition &#8211; All For Cinema” no Museu Metropolitano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/AK4.jpg" alt="" width="580" height="435" class="alignright size-full wp-image-6842" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Este é o centenário de um de nossos maiores artistas. Espero que todos que vierem a esta exibição juntem-se a mim para desejar um feliz aniversário a Akira Kurosawa, nosso mestre, nosso sensei&#8221; &#8211; Martin Scorsese</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Grazi Kazuma, de Tóquio</font></em></p>
<p>Estive na exposição “Akira Kurosawa Centenary Exhibition &#8211; All For Cinema” no Museu Metropolitano de Fotografia de Tóquio que exibiu 148 dos mais de 2.000 storyboards pintados por ele para compor as cenas de seus filmes. E foi de grande surpresa conhecer em forma de pinturas, as obras do cineasta que produziu este trabalho brilhante e é considerado como uma das maiores referências da história do cinema. </p>
<p>Em 2010, o cineasta japonês Akira Kurosawa completaria cem anos. Em várias partes do mundo ele foi homenageado em exposições e exibições de seus filmes em mostras de cinema, inclusive no Brasil onde 80 delas estão foram exibidas na “34ª Mostra Internacional de Cinema” em São Paulo. </p>
<p>Moro no Japão há bastante tempo e a primeira coisa que me chamou a atenção ao admirar aqueles desenhos foi a tentativa de procurar entender o seu legado tanto para o mundo ocidental quanto oriental, e fiquei intrigada ao tentar enxergar sua obra por ambos os lados, pois com certeza cada um deles tem uma maneira diferente de ver o cineasta. A segunda é a preciosidade daquelas obras que por si já impressionam, o tom forte das cores, com expressões sombrias. E ao compará-las com suas obras cinematográficas, se tornam provas de seu perfeccionismo e intensidade que transparece tanto na pintura quanto no cinema. </p>
<p><strong>Influências e Inspiração </strong></p>
<p>Apesar do seu estilo marcante e contando histórias da cultura e mitologia japonesas, suas obras mostram a sensibilidade de seus personagens que o Japão deixou guardados por muito tempo. A cultura do povo japonês é emocionalmente fria por definição. Diferente do ocidente onde a família e os sentimentos são importantes, no Japão, esses valores foram renegados a um segundo plano, sendo substituídos pela honra e pelo trabalho. Uma questão cultural. Sendo assim, para o mundo, Akira Kurosawa descreveu o japonês tradicional, com a sua cultura forte, seus valores e conceitos. No entanto, para o Japão, o cineasta mostrou um japonês atípico, da maneira que nunca os seus antecessores exibiram, expressando sentimentos que entram conflito com os valores com os quais ele nunca foi ensinado a dar maior importância que os princípios que aprendera.  E talvez a exposição da fragilidade emocional tenha feito com que em sua época os próprios japoneses tenham desdenhado suas obras, não se identificando e não querendo reconhecer a si mesmo. Algo que, atualmente, com a influência ocidental na cultura esteja começa a ser aceito. Por outro lado, no ocidente, esta consideração com as questões fundamentais do ser humano, independente da cultura conseguiram conquistar e fazer-se identificar um público não inteirado deste estilo de vida. Para entender como ele conseguiu esse efeito nesses dois mundos, é preciso entender as suas influências. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/AK5.jpg" alt="" width="580" height="397" class="alignright size-full wp-image-6879" /></p>
<p>O Japão e sua vasta cultura já são por si de grande influência nos conceitos que transparecem em suas obras, onde a ordem de importância coloca a honra acima de tudo. Outra influência é a espiritualidade com uma crença totalmente diferente da nossa, politeísta, com base em deuses e demônios, e é regada de histórias fantasiosas e místicas. Entretanto, seu conhecimento e interesse por outras culturas é outra parte das suas características que formam uma grande bagagem para a formação de suas obras, que misturam a força destes princípios em conflito com os nossos conflitos internos. A família do cineasta tinha dinheiro acima da média, e seu pai gostava da cultura e do cinema ocidental, levando-os a ver filmes quando podia. Seu irmão, Heigo era seu ídolo, e trabalhava como “narrador de filmes”, mas com o advento dos filmes sonoros perdeu o emprego. Isso o levou a cometer suicídio e marcou profundamente o cineasta, conseqüentemente influenciando no peso sombrio de suas obras. </p>
<p>Outra influência importante foi a sua educação artística. Influenciado por um professor, Akira Kurosawa com seu dom para as artes, estudou em uma escola de arte que enfatizava estilo ocidental, se aprofundando no conhecimento de ídolos da pintura como Michelangelo e Leonardo da Vinci e a sua mais evidente inspiração Van Gogh, artista que ele homenageou no filme <b>Sonhos</b>. Também se interessava pelo mundo literário &#8211; da leitura de alto nível como Shakespeare e Dostoievski, até a popular, com romances policiais americanos.<br />
No cinema, filmes de faroeste de John Ford, e do cinema russo de Eisenstein. Toda essa miscelânea de influencias aliadas ao seu dom artístico, resultaram nos filmes que ele produziu. Também moldaram suas características, seu perfeccionismo e intensidade e relevância com que encarava o seu trabalho. E assim como um artista que não consegue fazer um quadro sobre pressão de uma maneira industrial, Kurosawa era rígido quanto a perfeição de suas obras, algo que o fez com que a indústria japonesa se afastasse de seus trabalhos e a falta de patrocínio e a insatisfação o levaram a tentar suicídio. Felizmente sem seqüelas, o cineasta afastado do Japão foi acolhido por Hollywood e pelas pessoas que ele influenciou. </p>
<p>Se ele teve muitas influências para criar suas obras, ele compensou sua dívida inspirando muitos outros: uma das inspirações para <em>Guerra nas Estrelas</em> foi <strong>A Fortaleza Escondida</strong>; Steven Spilberg diz ter usado os filmes de Kurosawa como inspiração para fazer <em>Indiana Jones e a Arca Perdida</em>, <em>A Lista de Schindler</em> e o <em>Resgate do Soldado Ryan</em>; Francis Ford Coppola bebeu no cinema de Kurosawa na cena do casamento de <em>O Poderoso Chefão</em>. Clint Eastwood define perfeitamente: “Os filmes de Kurosawa são a origem da sua vida”. Precisa de mais?</p>
<p><strong>Storybords</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Há uma infinidade de coisas que penso quando  desenho os  storyboards.<br />
Defino os locais, o aspecto psicológico e emocional dos personagens, seus movimentos, ângulos de câmera necessários para captá-los, condições de iluminação, figurinos e adereços. E a menos que ache que os detalhes de todas essas coisas, eu não posso desenhar a imagem. Ou, talvez seja mais correto dizer, que desenho os storyboards, a fim de pensar sobre essas coisas.<br />
Desta forma, solidifico, enriqueço, e capturo a imagem de cada cena em um filme até que consiga vê-la claramente. Só então posso prosseguir com as filmagens reais. No entanto, parece que este processo já está tomando forma em minha mente quando estou escrevendo o roteiro, porque muitas vezes eu encontro todos os tipos de desenhos em meus antigos projetos rejeitados.&#8221; &#8211; Akira Kurosawa</p></blockquote>
<p>Ao entrar na exposição a visão era de Lady Kaede, a vilã de <b>Ran</b> em uma reprodução em um painel em torno de 2 metros de altura. E a variedade cores e riqueza de detalhes impressiona. Sua habilidade com as cores só não impressionam mais que a capacidade de expressar a frieza da vilã. A habilidade que ele tinha com as tintas e os pincéis poderia facilmente seguir a carreira se quisesse. Akira Kurosawa, quando jovem, expressou seu primeiro contato com a arte na pintura, e suas obras foram admitidas na prestigiada Exposição de Nika. Mas percebendo que não poderia seguir dois caminhos, decidiu seguir a carreira no cinema, se afastando da pintura. Mas meio século depois, com a produção do filme <b>Kagemusha</b> prestes a ser arquivado devido a restrições orçamentárias, ele pegou seu pincel novamente para pintar storyboards, com o intuito de não perder aquelas cenas de seu imaginário que talvez não se concretizassem em filme. Pinturas que se tornaram uma parte importante do seu trabalho como cineasta desde então, tendo registros de mais de 2000 storyboards de seus últimos filmes. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/AK2.jpg" alt="" width="580" height="422" class="alignright size-full wp-image-6843" /></p>
<p>Os storyboards pintados pelo cineasta impressionam tamanha a variedade cores e riqueza de detalhes. Porém essas características não são maiores que a capacidade de imprimir em tela a expressão emotiva de cada personagem e momento. As obras por si são obras extraordinárias mesmo a qualquer pessoa que não tenha conhecimento sobre a sua história cinematográfica. Para os apreciadores de sua arte nos cinemas, os storyboards ganham valor fascinante ao permitir ao fã tentar desvendar como ele conseguia reproduzir com fidelidade a imagem criada em sua mente. </p>
<p>Na exposição, separados por filmes, as primeiras pinturas eram de “Kagemusha, a sombra de um samurai”, com demonstrações detalhadas das batalhas, e das marchas dos guerreiros japoneses que estão em busca de conquista Kyoto. Em seguida os desenhos de <b>Ran</b>, filme que ele considerava a sua obra-prima, com detalhes dos chapéus dos clãs e uniformes, e demonstração dos personagens. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Akira-Kurosawa.jpg" alt="" width="580" height="410" class="alignright size-full wp-image-6835" /></p>
<p>Em seguida, os storyboards de <b>Sonhos</b>, filme baseado em seus próprios sonhos e as pinturas que mais me impressionaram devido ao tom fantasioso e lúdico. O cenário da imagem de &#8220;The Field: A Rainbow goes away from me&#8221; com o campo, o arco-íris, as cores e a chuva, foi construída depois de sua pintura, e praticamente idêntica a idéia que ele tinha, parecendo que as pinturas tivessem sido feitas após as filmagens. Ainda havia pinturas do casamento da raposa, com mostras de figurino e maquiagem. Os cenários de Pessegueiros, a dança das bonecas, os homens na neve, o terceiro pelotão&#8230;<br />
A grande atração da exposição era os storyboards cedidos da coleção de Martin Scorcese, participação dele em um dos sonhos, interpretando Vincent Van Gogh. Martin Scorcese, grande admirador do cineasta, diz nunca se cansar de se surpreender ao ver os desenhos, e o faz lembrar do envolvimento intenso de Akira Kurosawa com o cinema. Ainda em “Sonhos”, “O Monte Fugi vermelho”, a &#8220;Vila de Moinhos d’Água&#8221;, passando por desenhos de sonhos que foram imaginados por ele, mas não chegaram a se concretizar, três histórias: “Azura”, com um personagem da mitologia hindu, e “I Fly” um homem cai de uma corda por cima de uma avenida e é levado por um anjo, e “A Wonderfull Dream”, com uma avenida lotada e em festa comemorando a paz. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/AKdreams.jpg" alt="" width="580" height="408" class="alignright size-full wp-image-6840" /></p>
<p>Na seqüência, storyboards de <b>Rapsódia em Agosto</b>, filme  mostram a diferença de gerações, uma que viveu a guerra e a sua angústia e outra pós-guerra que ignora esse sentimento, discutindo a perda da memória do povo.  Um dos desenhos mostra um grande olho, subindo por trás da montanha como o sol, representando o grande cogumelo nuclear que devastou Hiroshima.</p>
<p>E por fim, <b>Madadayo</b>, último filme do cineasta,  e apresentado por ele como seu testamento. Se auto-representa como um professor e a ligação dele com seus alunos, seus admiradores. Ele esperava que as pessoas que vissem esse filme deixassem o cinema com um sorriso em seu rosto, E mesmo que orgulhoso de seu passado, o olhar triste das pinturas anunciasse talvez a tristeza de deixar aquilo que tanto amava fazer. </p>
<blockquote><p>&#8220;Todos, por favor, procurem algo que realmente gostem. Algo que seja verdadeiramente importante para você. E quando encontrar, trabalhe duro por isso. Neste momento, você terá algo pelo qual deseja dar o seu melhor. Então, certamente, será um trabalho nobre, cheio de coração e alma.&#8221; &#8211; Roteiro de Madadayo</p></blockquote>
<p>Cineasta, escritor, pintor, pensador. Akira Kurosawa era um sensei, um mestre em expressar as emoções e conflitos humanos, interpretá-los, debatê-los, exibi-los. Na importância da sua mensagem, a habilidade é um dom dedicado a ser seu meio de comunicação ao mundo. Mais que apenas entretenimento, os filmes eram tratados como obras de arte, como uma pintura intrigante que consegue te colocar em contato com o seu lado emocional e que te atraem por sua beleza enigmática e minúcia. Um dom que muda a percepção humana de olhar, e que desenvolve a sensibilidade. Uma mensagem que une, ensina e ressalta o que há de mais significativos das culturas que ele conheceu. E não é para menos, já que este cineasta japonês era tomado pela alma e o coração de artista. </p>

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		<title>Vanguarda Tecnológica na TV</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/cnn-vanguarda-tecnologica/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 18:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[CNN]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[FoxNews]]></category>

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		<description><![CDATA[CNN investe pesado no uso de recursos 3D na cobertura das eleições. É a &#8220;nova cara&#8221; do jornalismo televisivo. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles O controle da audiência não é mais o mesmo. O estilo não é mais o mesmo. Nem mesmo o visual que consolidou a CNN como um dos maiores canais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/11/CNN-Election-Matrix.jpg" alt="John King analisa a linha do tempo política na CNN / Foto: Lorenzo Bevilaqua" title="CNN Election Matrix" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6889" /></p>
<blockquote><p>CNN investe pesado no uso de recursos 3D na cobertura das eleições. É a &#8220;nova cara&#8221; do jornalismo televisivo.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>O controle da audiência não é mais o mesmo. O estilo não é mais o mesmo. Nem mesmo o visual que consolidou a <strong>CNN </strong>como um dos maiores canais de TV do mundo sobreviveu à complicada briga pelo atenção nacional, e internacional, no noticiário televisivo. O radicalismo descarado da FoxNews fez frente à CNN sem respeito ou aviso prévio e abalou as estruturas. Sem Ted Turner no comando, a Cable News Network precisou encontrar um novo modo de ser relevante e uma tragédia ajudou a mostrar que, mesmo com tudo isso, o nome ainda é forte e dita as certezas do mundo. Quando Michael Jackson morreu, o fato só se tornou oficial quando o canal confirmou. Ser relevante foi a receita encontrada &#8211; por vezes usada em excesso, como no caso do Balloon Boy -, mas ter uma embalagem bonita sempre ajudou. A FoxNews parece uma bancada de campanha do partido Republicano e tenta ser tão conservadora quanto seus espectadores, sempre dispostos a gritar e criticar seus inimigos políticos. Logo, a CNN apostou na vanguarda, que sempre lhe foi característica e deu resultado. Em 2008, o músico Wil.i.am, do Black Eyed Peas, foi a primeira pessoa a ser transmitida holograficamente ao vivo na TV mundial e agora, novamente nas eleições, o canal resolveu brincar com os recursos 3D e redefiniu os conceitos para uso do cenário do estúdio. É um admirável, e belo, mundo novo.</p>
<p>Faz algum tempo que a CNN usa alguns recursos moderninhos em suas transmissões, como, por exemplo, o painél interativo que permite ao apresentador selecionar imagens, ampliá-las, clicar em sites ou acionar vídeos. Imagine um iPad tamanho família pregado na parede, pronto. No início esse sistema era usado para se fazer diagramas, traçar rotas e destacar áreas num mapa, o que resultava numa bagunça de traços grossos na tela. Todo começo é truncado, fato. Logo isso ficou de lado e a equipe gráfica de Atlanta melhorou na técnica interativa e o resultado se viu nessas eleições. Gráficos flutuando ao lado do apresentador, o mesmo conceito da TV do exemplo anterior agora alongada e capaz de produzir coisas como uma gigantesca linha do tempo horizontal controlável pelo toque de John King, ou mesmo uma Casa Branca 3D com gráficos dinâmicos mudando conforme cada voto era apurado pairando na frente do careca Ali Welshi. Todos exemplos das estrepulias visuais que o canal utilizou para a cobertura das eleições legislativas, na última terça-feira, nos Estados Unidos.</p>
<p>É uma mudança positiva parte de uma linha de pensamento maior cujo objetivo é atrair a nova geração para o jornalismo televisivo. O público já colabora com o iReporter [canal online para onde os espectadores podem mandar fotos e vídeos, cujos mais relevantes são exibidos na programação da TV] e encontrou no irrelevante <a href="http://www.soshollywood.com.br/cnn/">Rick Sanchez</a> seu &#8220;porta-voz&#8221;, levando seu programa ao horário nobre, depois de um bom tempo na grade da hora do almoço, lendo comentários do Twitter e Facebook, mostrando vídeos e fotos engraçadas, e, as vezes, arriscando algumas entrevistas na qual falava mais que o entrevistado. É o estereótipo da maioria dos internautas: quer aparecer, ser ouvido, ter seguidores. Até mesmo lançou um livro, amplamente divulgado na maior rede de notícias do mundo.</p>
<p>A CNN quer ser jovem enquanto fala sobre a Casa Branca, quando debate o futuro da nação sem diminuir sua carga analítica e pesada, quando ainda consegue manter sua parcialidade apenas nas pautas escolhidas, já que o tratamento dado pelos veteranos Wolf Blitzer, John King e Candy Crowley é o mais profissional e distante possível. É a velha tática de continuar dizendo a mesma coisa, mas com roupagem diferente e, quem sabe, mais apelo a um público que não gosta muito de pensar, quer opinião pronta e, de fato, está pronto para seguir quem tiver o discurso mais atraente e o terno mais bonito.</p>
<p>Ser vanguardista tem suas vantagens e a CNN sabe disso. Luta contra o radicalismo da concorrência, o aumento dos espectadores favoráveis à ultra-direita e dispostos a ouvir Sarah Palin &#8211; que só fala com a FoxNews. Os Democratas estão perdendo espaço e a CNN também, entretanto, o canal tem uma vantagem em relação ao partido: na hora da verdade, ainda é respeitava e relevante. E a manutenção dessa condição é questão de vida ou morte.</p>

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		<title>[Entrevista] Zack Snyder – Corujas e Vigilantes</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-zack-snyder/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 21:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[300]]></category>
		<category><![CDATA[A Lenda dos Guardiões]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Watchmen]]></category>
		<category><![CDATA[Xerxes]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja de forma positiva ou odiosa, todo mundo tem opinião formada sobre Zack Snyder. O Rei do Slow Motion e atual diretor de Superman: Man of Steel não liga para os surtos dos xiitas, faz questão de mostrar sua visão para seus filmes e deixa claro: não mudaria nada em Watchmen. Distante do exagero de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/guardians.jpg" alt="" title="A Lenda dos Guardioes" width="580" height="247" class="aligncenter size-full wp-image-6851" /></p>
<p>Seja de forma positiva ou odiosa, todo mundo tem opinião formada sobre <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/zack-snyder/"><strong>Zack Snyder</strong></a>. O Rei do Slow Motion e atual diretor de <strong>Superman: Man of Steel</strong> não liga para os surtos dos xiitas, faz questão de mostrar sua visão para seus filmes e deixa claro: não mudaria nada em <a href="http://www.soshollywood.com.br/watchmen-critica/"><strong>Watchmen</strong></a>. Distante do exagero de seus pôsteres, o ‘visionário’ é um diretor certo de suas convicções, apaixonado por seus temas e fruto de gerações criadas à base de muita HQ, filmes de ação e paixão pelos arquétipos sociais. Em nova entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>, Zack Snyder explica muito de seu processo criativo, fala sobre Joseph Campbell, suas corujas de <strong>A Lenda dos Guardiões</strong> e, mesmo fazendo de conta que não sabia nada sobre Superman, permite mais uma visita à sua mente criativa que pode funcionar em câmera lenta, mas, até agora, não errou.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles<br />
Colaborou: Nicole Roth</font></em></p>
<p><strong>É interessante ver você abordar um assunto de família. Esperava algo com mais ação, mas dei de cara com um filme totalmente familiar em <em>A Lenda dos Guardiões</em>. </strong></p>
<p>É, 100%. Por alguns motivos: para começar, não queria fazer um filme que meus filhos não pudessem ver. Queria fazer algo assim há muito tempo. Mas também, por outro lado, assim que entrei na história – nos livros de Kathryn Lasky, e tentei entendê-los &#8211; dá percebi o que ela estava tentando fazer. Não tentei deixar algumas coisas com uma cara “mais família”, o conteúdo já é assim. Não precisei mudar nada. As pessoas dizem “você adora filmes com classificação indicativa alta. Foi difícil não cortar a cabeça da coruja fora?”. E eu digo, “na verdade, não”.</p>
<p><strong>Você poderia ter usado muito mais slow motion e aplicar seu estilo visual, especialmente nas cenas de luta. Mas não diminui as questões fraternais, especialmente aquela coisa toda com os irmãos e a irmã.</strong></p>
<p>Não, não, claro. Olha, a outra coisa em relação a esse filme que eu gosto, é que tudo é bem exato. A maneira com a qual ela trata dessas questões, a rivalidade entre os irmãos, que travam um combate mortal. Ela não se esquiva dessas questões.  Acredito no drama que ela propõe e também naquele mundo, então decidi fazer o filme da melhor maneira que podia. </p>
<p><strong>Você também acredita nesse tipo de história por que elas são realmente básicas? Esse é um momento importante para diretores como você trazerem à tona essas histórias repetidas, apenas atualizando-as? Cameron fez isso com <em>Avatar </em>e Nolan fez isso com <em>A Origem</em>.</strong></p>
<p>Realmente quis fazer um tipo de Jornada do Herói de Joseph Campbell. É como um tipo bem clássico de arquétipo – o escudeiro se torna um cavaleiro. Sou um grande fã de mitos. Há uma razão para termos sentado em volta de fogueiras por centenas de anos e contado uns aos outros a mesma história, porque ela é real, ela nos toca. Desde o começo, achei que não deveríamos tentar fazer todas aquelas histórias paralelas ou aquelas reviravoltas malucas na trama. Talvez um pouco, mas&#8230;</p>
<p><strong>Ir direto ao ponto.</strong></p>
<p>É, ir direto ao ponto.</p>
<p><strong>Por que é preciso recontar essas histórias? Lembro de <em>Avatar</em>, quando muita gente criticava Jim [Cameron] por ser <em>Pocahontas </em>ou&#8230; </strong></p>
<p><em>Dança com Lobos</em> ou algo assim.</p>
<p><strong>É, era um mito básico. </strong></p>
<p>Pois é, mas esse é o tipo de história que proporciona mais imersão e é o tipo de história mais universal, porque todos entendem o aspecto Bem vs. Mal que há nela. Então essas coisas são fundamentais, especialmente para as crianças. Não quero fazer coisas que são moralmente ambíguas, e você fica pensando: “quem é o bandido?” Gosto quando não há dúvida, esses caras querem escravizar e matar a todos. Os outros querem que todos vivam para sempre em harmonia e que todos sejam iguais.</p>
<p><strong>O ambiente de <em>Guardiões </em>lembra muito os elfos de Tolkien.</strong></p>
<p>Sim, cem por centro.</p>
<p><strong>A árvore de Ga’Hoole ficou bem parecida com Valfenda. </strong></p>
<p>(risos) Sim, um pouco. Sou um grande fã e eu achei que era legal. Quero dizer, a maneira que Kathryn descreve uma árvore nos livros dela é muito baseada numa cultura antiga. Por exemplo, quis dar a sensação de que os capacetes de combate estivessem por aí há milhares de anos e que cada geração herdasse esse legado, mostrando que aquelas corujas tinham uma cultura. </p>
<p><strong>Você se lembra da primeira vez que ouviu um desses mitos fundamentais que marcou você?</strong></p>
<p>Provavelmente, o primeiro foi <em>A Odisséia</em>, que é provavelmente o primeiro na escola. Lendo <em>A Odisséia</em> se entende aquele tipo de jornada mítica. A idéia de que um herói pode partir para uma jornada, e quando ele retorna, todas aquelas coisas pelas quais ele passou na jornada estão com ele, e agora ele está mais forte por isso. Ele é um homem diferente daquele que era quando partiu. É engraçado, enquanto eu estava crescendo, estava apaixonado por <em>O Hobbit</em>. Lia várias vezes. Sentia que era um mundo real, sabe, o jeito que é descrito, é tão profundo e entra na sua psique, que tanto os conflitos e aquelas aventuras me tocaram. De muitas maneiras, é isso que eu queria tentar fazer com Guardiões.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/snyder-gahoole.jpg" alt="" title="snyder-gahoole" width="580" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-6853" /></p>
<p><strong>Você não sente que começa uma jornada toda vez que começa a trabalhar em um filme?</strong></p>
<p>Sim, com certeza. É um bom paralelo, é preciso enfrentar muitos problemas e lutar contra eles. </p>
<p><strong>O quão diferente são as coisas após ter terminado essa jornada?</strong></p>
<p>Você fica diferente toda vez.  Sinto como se crescesse toda vez. Toda vez que começo um filme, é o gênesis de um projeto. Sempre sou atraído pelas imagens. A primeira coisa que vejo é uma imagem, e então – ou isso me pega, ou não me pega. Sempre foi assim. Acho que com os <em>Guardiões</em>, alguém criou a série de pinturas para vender o negócio. Eu vi essas pinturas e pensei: “Ok, isso seria legal”. Eu não precisei pensar muito depois daquilo. </p>
<p><strong>Falando nesse processo de aprendizado, qual foi a grande lição que você tirou de Watchmen? Aliás, defendo você fervorosamente.</strong></p>
<p>Muito bom. Gostei disso (risos). Fico agradecido. Sabe, em relação a Watchmen, alguém me perguntou outro dia, “O que você faria de diferente?” e eu disse “Eu não faria nada de diferente. O filme é exatamente aquilo que quis fazer”.  Mas o que aprendi com ele foi o processo de se fazer esse filme. Acho que as pessoas não perceberam que é praticamente um filme arte. As pessoas sempre dizem: “Você fica decepcionado que mais pessoas não tenham gostado?” E eu respondo: “Eu fico surpreso que tantos pensaram assim”. O estúdio fez um grande trabalho em enganar as pessoas e fazê-las pensar que era um filme de super-heróis, porque na verdade não é. Na verdade, é um filme subversivo. Acho que o que aprendi foi que ainda é possível fazer um filme pessoal que seja um grande filme. Parece um filme indie, não deveria ser divulgado apenas em proporções enormes.</p>
<p><strong>Tenho que ser honesto com você – toda vez que vejo [<em>Watchmen</em>], e eu vi o director’s cut algumas semanas atrás –fico fascinado. Choro toda vez que assistia ao funeral do Comediante, toda vez.  Tenho essa idéia de que não era apenas um filme, é como se você estivesse lendo um livro. Você pára o filme para falar sobre Marte, por exemplo; ninguém tem a coragem de fazer isso atualmente.</strong></p>
<p>Quando faço um filme ou leio um livro, eu tenho uma experiência. Eu tive uma experiência. Realmente, o que eu estava tentando fazer, era duplicar essa experiência no filme. Não importo se as pessoas não gostaram dessa ou daquela parte. Não me importo. Eu me satisfiz com o fato de ter tido a experiência que estava procurando ter. Acho interessante às vezes, quando as pessoas dizem, “Fãs puristas da graphic novel não gostaram dele”. Eu digo, “Como isso é possível? Que versão do filme vocês acharam que Hollywood faria?”. O filme que fizemos é muito diferente daquele que eles queriam fazer. O que eles queriam fazer era, honestamente, um filme de uma hora e meia do Quarteto Fantástico, sobre o qual eles poderiam falar mal. Jamais deixaria isso acontecer. Quando aceitei fazer o filme, sabia que eu faria um filme que eles não queriam que eu fizesse. Eu sabia. </p>
<p><strong>É ótimo que você tenha pensado assim.</strong></p>
<p>Todo mundo deve ser muito agradecido a <em>300</em>, pois, literalmente, sem <em>300 </em>não teríamos um filme de <em>Watchmen </em>que não fosse como <em>Quarteto Fantástico</em>. Isso é um fato. Porque eu não o teria feito, e quem quer que seja que eles teriam contratado para fazê-lo, não teria se importado. Teriam feito o filme transformando o Coruja no Batman e pronto. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/zack_snyder_camera.jpg" alt="" title="zack_snyder_camera" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6852" /></p>
<p><strong>Mudando de assunto um pouco – em todos os seus filmes, há um olhar interior; com <em>300</em>, você está olhando para a história. Com <em>Watchmen</em>, é a sociedade, mas num universo paralelo. Mesmo com Os Guardiões, dá para se pensar que aquilo aconteceu em algum lugar deste mundo.</strong></p>
<p>Sim, cem por cento. </p>
<p><strong>Em <em>Guardiões </em>você queria estudar sociedade ou os diferentes formatos do individualismo? É um paralelo direto com nosso mundo, no passado ou no futuro, ou é outro universo?</strong></p>
<p>Na cena onde, bem no início do filme, Eglantine e Soren estão falando com Kludd. De fato, na segunda cena, Kludd está dizendo “Sabe, você é um sonhador, mas eu tenho meus sonhos quando durmo.” E entao Eg diz “Sabe, seus sonhos são quem você é”. Então, eles se abraçam e há a lua – uma cena fabulosa, a lua está subindo, e dá para ver a silueta da Estátua da Liberdade (risos). Logo&#8230;</p>
<p><strong>Deixando a referência a <em>Planeta dos Macacos</em> de lado, quando vai começar a trabalhar em material original?</strong></p>
<p>Há alguns projetos que não vou mencionar, mas estou trabalhando em algumas coisas que seriam consideradas como um mundo de ficção científica, que não teria nada a ver com a Terra.  </p>
<p><strong>Original ou mais adaptações?</strong></p>
<p>Originais. Há também algumas coisas em que estamos trabalhando que misturam um pouco de alienígenas, mas porque está no DNA da criatura. Acho que, a razão de Star Wars me encantar tanto na primeira vez que vi, foi porque era completamente de outro mundo, da melhor maneira possível. É tão arrogante dizer, vamos trazer os alienígenas aqui e fazê-los beber um Starbucks. Aliás, se você pode voar de um planeta distante até aqui, o quão difícil é nos derrotar numa guerra? Seria fácil.</p>
<p><strong>Você está envolvido em algum projeto da DC, ou adaptação de alguma outra história em quadrinhos? [entrevista feita antes do anúncio de Snyder como diretor do Superman]</strong></p>
<p>Não, ainda não estou envolvido com os DCs. Nós realmente não falamos a respeito disso [<em>fui oficialmente enrolado, mas antes do anúncio oficial, ele não falaria sobre o assunto mesmo</em>]. Ando trabalhando em Xerxes, então estou bem ocupado tentando escrever isso, e estive negociando com Frank [Miller], e recebendo suas páginas, coisas assim, pra tentar conseguir montar o script.</p>
<p><strong>Vocês estão trabalhando juntos nisso, escrevendo juntos?</strong></p>
<p>Não estamos escrevendo juntos, mas ele está escrevendo a HQ e então ele irá mandar algumas páginas para mim. Kurt [Johnstad] e eu estamos escrevendo o roteiro, e então nós apenas pegamos as páginas e tentamos encontrar uma maneira de torná-las um bom filme. </p>
<p></p>

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		<title>[Extra] Zumbis Infectam São Paulo Hoje!!</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 16:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[AMC]]></category>
		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[SOSTV]]></category>
		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Falta pouco para a chegada de The Walking Dead à TV mundial e a infecção inicial acontece amanhã, em 26 cidades ao redor do mundo, incluindo São Paulo! [ATUALIZADO] 24 horas de zumbis infectando o mundo! Essa é a promessa da campanha mundial que o AMC e o FIC (Fox International Channels) realizam amanhã/HOJE, terça-feira, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/The-Walking-Dead.jpg" alt="" title="The-Walking-Dead" width="580" height="316" class="aligncenter size-full wp-image-6829" /></p>
<blockquote><p>Falta pouco para a chegada de <strong>The Walking Dead</strong> à TV mundial e a infecção inicial acontece amanhã, em 26 cidades ao redor do mundo, incluindo São Paulo!</p></blockquote>
<p>[ATUALIZADO] 24 horas de zumbis infectando o mundo! Essa é a promessa da campanha mundial que o AMC e o FIC (Fox International Channels) realizam amanhã/HOJE, terça-feira, dia 26, em 26 cidades ao redor do mundo para promover a série <strong>The Walking Dead</strong>. Tudo começa em Taipei e Hong Kong, depois a infecção se alastra pelo mundo, passando pelo Brasil, e terminando em Los Angeles, com a première oficial da série. A zumbizada vai se reunir as 18h30 no MASP, na Avenida Paulista, e depois segue em direção à Rua Augusta com direito a zumbis infectando o público e, óbvio, divulgando a série.</p>
<p>Diversos pontos turísticos mundiais vão ser vítimas da infecção dos zumbis, entre eles o Big Bem, em Londres, o Museu Prado, em Madrid, e a Acrópole, em Atenas. Para quem está acostumado à Zumbi Walk, o visual está garantido, pois quem orientou os maquiadores do mundo todo foi Greg Nicotero, que assina o estilo da série e com quem o SOS Hollywood bateu um papo durante as filmagens de Predadores, em Austin. </p>
<p>A idéia do evento é gerar fotos e repercussão pública ao longo dessas 24 horas. O <strong>SOS Hollywood</strong> vai ficar de olho nesse desenvolvimento e publicar as fotos mais legais ao longo do dia, culminando com a cobertura fotográfica da première de Los Angeles. Pena que o evento acontece numa terça-feira, dia em que a maioria dos zumbis brasileiros trabalha. Aproveitamos para convidar os leitores que participarem do evento a mandarem suas fotos para <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a> ou mandem links para o twitter <a href="http://www.twitter.com.br/soshollywood">@soshollywood</a>.</p>
<p>Cérebroooss!</p>
<p>Aproveitando: <strong>The Walking Dead</strong> estréia em 31 de outubro, aqui nos Estados Unidos, e será uma das séries prioritárias do #sosTV. Fiquem ligados!</p>

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		<title>Efeitos Especiais: entre ilusão e falsidade</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 23:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[CGI]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Machete]]></category>
		<category><![CDATA[Onde Vivem os Monstros]]></category>
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		<category><![CDATA[Toy Story 3]]></category>
		<category><![CDATA[Wall-E]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O público sabe a verdade. O mundo é simples, miserável (&#8230;). Mas se você pode enganá-los, mesmo que por um segundo, então pode deixá-los maravilhados.&#8221; Hoje em dia a tecnologia nos permite fazer pequenas mudanças a criar elementos inteiros, nas mais variadas áreas. Desde fazer pequenos ajustes em imagens, vídeos e sons ou mesmo, o [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/ilm-3.jpg" alt="" title="ilm-3" width="580" height="401" class="aligncenter size-full wp-image-6805" /></p>
<blockquote><p>&#8220;O público sabe a verdade. O mundo é simples, miserável (&#8230;). Mas se você pode enganá-los, mesmo que por um segundo, então pode deixá-los maravilhados.&#8221;</p></blockquote>
<p>Hoje em dia a tecnologia nos permite fazer pequenas mudanças a criar elementos inteiros, nas mais variadas áreas. Desde fazer pequenos ajustes em imagens, vídeos e sons ou mesmo, o mais espetacular, criá-los a partir do nada. O exemplo mais recente e impressionante disso é <em>Avatar</em>. Toda a fauna e flora de Pandora só existem por conta de efeitos especiais e milhares de horas de criação computadorizada em três dimensões, mesmo que inspirados em plantas e animais que existem ou existiram. E o que dizer dos filmes da Pixar? Personagens inteligentes e carismáticos como Buzz Lightyear e Wall-E certamente não fariam parte do nosso imaginário sem a influência da tecnologia. </p>
<p>Outros elementos extremamente importantes em diversos filmes só existem quando esses recursos entram em ação, muitas vezes na pós-produção. Sabres de luz, carros que se transformam em robôs, homens que voam, garras de adamantium, planetas que explodem. Muitos desses efeitos sequer são visíveis aos atores em cena, mas constroem grande parte da ilusão diante da telona.</p>
<p>Há filmes que só foram possíveis por conta deles. <em>Sin City é </em>um exemplo. Inteiramente filmado em tela verde, a transposição do cenário desenhado por Frank Miller só foi possível por conta do avanço tecnológico. E o resultado foi único.</p>
<p>Existem casos &#8220;intermediários&#8221;, como a captura de movimento, que utiliza a movimentação dos atores e aplica posteriormente o personagem. É o caso do Gollum em <em>O Senhor dos Anéis</em>, ou as animações dirigidas por Robert Zemeckis, como <em>O Expresso Polar</em> e <em>A Lenda de Beowulf</em>. No caso das animações de Zemeckis, ainda é possível alterar a estrutura corporal real dos atores – na maioria dos casos, lembrando que Ray Winstone reviveu seus dias de glória física ao ver seu rosto no corpo atlético de Beowulf.</p>
<p>O grande problema da utilização da tecnologia é o uso em situações que seriam dispensáveis, seja para baratear o custo, ou para fazer algo que alguém se negue. Esse foi o caso de Jessica Alba em <em>Machete</em>. Mesmo sendo conhecida por se recusar a tirar a roupa em filmes, Alba aparece despida em uma imagem que circula na internet há semanas, ao lado de outra, que mostra como isso foi possível: ela vestiu um biquíni feito com tecido especial, retirado na pós-produção, que permitiu o efeito e a alegria de muitos homens. Entre os filmes que ela se recusou a fazer cenas de nudez, está <em>Sin City</em>, também de Robert Rodriguez, no qual, apesar de interpretar uma stripper, aparece vestida. Vale lembrar que Machete foi rodado após a gravidez da atriz, o que poderia ter motivado a recusa [nota do editor: ela continua gostosa e nem parece ter passado pela gravidez!]</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/no-nudity2-431x580.jpg" alt="" title="no-nudity2" width="431" height="580" class="aligncenter size-large wp-image-6803" /></p>
<p>Mas há situações nas quais o ator se torna desnecessário. Por exemplo, a participação de Arnold Schwarzenegger em <em>O Exterminador do Futuro: A Salvação</em> ou Marlon Brando em <em>Superman: O Retorno</em>, lançado dois anos após a sua morte. Em Exterminador, foram utilizadas imagens dos filmes anteriores, que foram digitalizadas e aplicadas em um dublê. Já em Superman, a aparição foi possível com filmagens de <em>Superman  &#8211; O Filme </em>e uma réplica do rosto do ator em CGI, com modificações somente na área da boca. Aliás, a &#8220;aparição&#8221; dos dois atores nesse filmes busca um resgate com um público conhecedor das franquias, no sentido de homenagem, mas sem deixar de chamar a atenção daqueles que nunca tiveram contato com esses filmes.</p>
<p> Num passado não muito distante, driblar situações adversas pedia outros tipos de invenções, especialmente quando os efeitos especiais eram muito caros ou simplesmente não existiam. Tomadas de longe, uso de luz e sombra, bonecos mecânicos, batatas gigantescas flutuando num espaço de mentirinha e outras saídas engenhosas eram utilizadas. Tanto o Mestre Yoda quanto Jabba The Hutt, na Trilogia Clássica de <em>Guerra nas Estrelas</em>, foram criados fisicamente e manipulados por um (no caso de Yoda) ou diversos titereiros (no caso de Jabba) um boneco de manipulação e na nova trilogia, foi produzido digitalmente. Henry Selick e Tim Burton são entusiastas no stop motion, estilo de animação em que as mudanças em cenas são feitas quadro a quadro. <em>O Estranho Mundo de Jack</em> é a produção mais famosa nesse estilo, e também a pioneira, com condução conjunta da dupla, mas direção de Selick, embora muita gente a atribua a Burton por uma simples questão de nome mais conhecido.</p>
<p>Em meio ao superaproveitamento dos efeitos visuais, há ainda quem utilize recursos antigos para manter a magia. E muitos deles estão nos sons. A Disney tem tradição na produção sonora de seus filmes aliados a elementos musicais para diversas situações nas histórias, tudo isso feito com orquestras e engenhocas que possibilitavam isso. Um exemplo de que como a empresa do Mickey ainda preserva essa tradição está em <em>Wall-E</em>, em que o som de uma mola pendurada em uma escada é utilizado no filme. E em A Origem, onde o som das derrapadas dos carros, trovões e outros elementos são reais, captados fora de estúdio.</p>
<p>Pequenos resgates no uso de saídas mais mecânicas aparecem de vez em quando, como por exemplo em <em>Onde Vivem os Monstros</em>, mas o cresce constantemente o público cada vez mais familiarizado com os efeitos e que possivelmente não percebe as diferenças entre cenários normais e computadorizados, artificiais, que pode perceber o uso dos recursos mais tradicionais como toscos. Esse tipo de visão pode educar diversas pessoas a se deslumbrarem somente com o aspecto plástico das produções. Resta aos estúdios perceber em que situação o limite entre a autenticidade de um filme pode ser quebrado em nome da rapidez, do menor custo ou viabilidade. Afinal, nos primórdios do cinema a ilusão só era possível por conta de elementos e truques simples. E o abuso de recursos pode causar a perda da identidade cinematográfica. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/ilm-2.jpg" alt="" title="ilm-2" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6804" /></p>

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		<title>[TV] Fringe e Seus Andróides Sonhadores</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/tv-fringe-e-seus-androides-sonhadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 19:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Torv]]></category>
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		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiros quatro episódios da terceira temporada de Fringe arriscam com foco em Olivia, mas também entregam uma pequena obra de arte da Ficção Científica com Do Shapeshifters Dream of Eletric Sheep? por Fábio M. Barreto, de Los Angeles [Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/anna-torv_01.jpg" alt="" title="anna torv_01" width="580" height="410" class="aligncenter size-full wp-image-6787" /></p>
<blockquote><p>Primeiros quatro episódios da terceira temporada de <strong>Fringe </strong>arriscam com foco em Olivia, mas também entregam uma pequena obra de arte da Ficção Científica com <strong>Do Shapeshifters Dream of Eletric Sheep</strong>?</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><strong><br />
<blockquote>[Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados anteriormente]</p></blockquote>
<p></strong></p>
<p>Elogio <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/fringe"><strong>Fringe </strong></a>desde sua estréia por uma razão simples: o roteiro deixa de lado as tendências de mercado e busca a consolidação de uma série 100% dedicada à Ficção Científica. Questão de ideal, aliás, um pensamento compartilhado com os produtores da série J.H.Wyman e Bryan Burke, os responsáveis pela manutenção do argumento elaborado ao lado de J.J. Abrams e seu triunvirato criativo  (Bob Orci e Alex Kurtzman). <strong>Fringe </strong>é a única idéia original desse gênero que existe na TV aberta norte-america. <em>Supernatural </em>aborda o fantástico, mas de outras formas, acaba bebendo muito na fantasia, folclore e, recentemente, na religião. <strong>Fringe </strong>tem uma religião: a ciência das maluquices. </p>
<p>Depois de duas temporadas dedicadas a estabelecer um confronto de proporções inimagináveis &#8211; envolvendo dois muitos literalmente em choque -, a série começou o mergulho em direção ao cerne desse conflito e escolha Oliva Dunham como a pessoa cuja trajetória vai guiar o público nessa viagem. Querem matar dois problemas com uma porrada só: a falta de interesse na personagem, habitualmente sem graça, por conta da atuação morna de Anna Torv e mostrar que existe vida fora da família Bishop, o mote principal da série até agora. A decisão é mais arriscada que dividir um sorvete com Walter!</p>
<p>Fringe já está em seu breve intervalo os primeiros 4 episódios foram dedicados a ambientar as super gêmeas em seus novos mundos. Duas farsas. Duas histórias que serão desmascaradas, eventualmente. Diferente do antecipado clímax criado pelo encontro entre William Bell (Leonard Nimoy) e Walter Bishop (John Noble) na temporada anterior, a recomposição da equipe real de Fringe &#8211; em qualquer um dos lados &#8211; vai servir como alívio. A cada cena, Anna Torv se esforça inutilmente para trocar aquele sorriso bobo da Olivia Alternativa pela cara séria da Olivia Chata. Ela falha da mesma forma que sua personagem, numa simulação tão falsa que irrita e só se manteve até agora por preciosismo do roteiro. Saber que Darth Vader é pai de Luke e que, certo dia, foi Anakin Skywalker justifica passar um tempo assistindo à construção daquele momento, mas Fringe forçou a barra &#8211; pela primeira vez &#8211; ao criar algo desnecessário e de conclusão óbvia. </p>
<p>Os efeitos podem ser piores que um arco descartável, pois, por conta disso, Peter caiu para o segundo plano e Walter está saindo de seu elemento, ao começar a dividir seu tempo entre o laboratório de Harvard e as instalações da Massive Dynamics. Tchau, vaquinha! Pelo aspecto criativo, isso é bom, pois tira os personagens de suas bolhas de seguranças e provoca estranhamento no público, que já podia se sentir &#8220;entendido&#8221; nas maluquices de <strong>Fringe</strong>. Muita coisa mudou e o grau de imprevisibilidade aumentou, mas no caso das duas Olivias, não há tanta impossibilidade assim. </p>
<p>Vejamos:<br />
- Num cenário óbvio, Olivia Alternativa seria descoberta e, de alguma forma, trocada com a Olivia Chata e tudo voltaria ao &#8220;normal&#8221;; </p>
<p>- Alternativa também poderia concluir sua missão, que, pelo jeito, envolve Peter construir a tal da Máquina do Fim do Mundo no nosso lado (ou resolver algum problema fundamental que tenha impedido Walternativo de acabar com o nosso lado), e a guerra poderia guinar em favor do Outro Lado;</p>
<p>- Olivia Chata vai se lembrar de quem realmente é já já, logo, se for esperta, poderia tentar sacanear o lado de lá enquanto tenta voltar para casa;</p>
<p>- E no cenário ideal &#8211; e, sim, impossível &#8211; as duas poderiam criar um paradoxo tão grande que seriam desintegradas em ambos os mundos, permitindo, assim, que a série que todo mundo quer ver começasse: Guerra dos Mundos &#8211; Walter contra a Rapa!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/anna-torv_02.jpg" alt="" title="anna torv_02" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6788" /></p>
<p>Implicância com Olivia? É. Os arcos de história envolvendo a loirinha não empolgam, sua atuação é desinteressante e nem mudando de personalidade ela funcionou. Toda série tem pontos fracos, mas quando seu calcanhar de Aquiles é a atriz principal, a coisa complica. Entretanto, isso reforça a força do roteiro e a aura criada em torno da série, que consegue se manter &#8211; e bem &#8211; mesmo com essa constante jogada de risco. Os primeiros episódios da terceira temporada quebraram muito o ritmo construído para o apoteótico encontro dos mundos e o sacrifício de William Bell que, facilmente, pode ser considerada a última grande atuação de Leonard Nimoy.</p>
<p>As regras de Fringe renascem ao ponto em que Olivia Chata é convertida no Outro Lado e até mesmo a constante ameaça dos Transmorfos chega ao fim no nosso lado. É um período de transição, de busca de um novo clímax capaz de reenergizar a narrativa e o primeiro sinal claro, embora possivelmente um formato que não voltará a ser utilizado, <strong>Do Shapeshifters Dream About Eletric Sheep?</strong> &#8211; último antes do hiato &#8211; entrou imediatamente na lista de três melhores capítulos da série e entre os grandes momentos da Ficção Científica na TV moderna. Muito além da menção óbvia, e justa, ao livro de Philip K. Dick [em português, <em>O Caçador de Andróides</em>, que deu origem ao filme Blade Runner], o episódio discutiu a essência de muitos dos personagens, especialmente dos transmorfos, e abordou um assunto necessário e já tardio nesse ponto da construção da mitologia. Nenhum dos dois lados é Mal. Não há &#8220;guerra&#8221; como Walternativo defende. Tudo é questão de lealdade e sobrevivência, tanto é que os metamorfos infiltrados no nosso mundo há anos descobrem a emoção. A monstruosidade está nos olhos de quem vê, não no coração. Quando Thomas Jerome Newton (Sebastian Roché, recentemente visto em <em>Supernatural</em>, como o anjo Baltazar) confronta essa possível convivência entre os dois mundos, sua fidelidade diminui o impacto emocional, mas não o blinda totalmente de vislumbrar um outro tipo de realidade. Um terceiro tipo, no qual monstros e soldados como eles poderiam viverm em paz. Sem guerra.</p>
<p>De certa forma, Newton foi uma ameaça problemática para a Fringe Division, um sujeito praticamente infalível, responsável pelas grandes ameaças oriundas do outro lado. Pudemos conhecê-lo e, finalmente, presenciar a história contada, ou melhor, vivida, por outros olhos. Os olhos de um ser criado com um propósito, mas capaz de perceber um mundo muito melhor ao seu redor. Mas como todo monstro, sua percepção não modifica sua essência e seu destino é um só. Conclusão. Fim. Destruição.</p>
<p>Ele. A máquina. O monstro. Ele tinha mais coração que Olivia Alternativa, representante de uma estirpe sem compaixão. Isso possibilita a pergunta: o robô com coragem e coração tem menos direito à vida que uma menina assustada e enganada?</p>
<p>O fim é árduo e, dessa vez, não há estrada de tijolos amarelos ou a companhia reconfortante de Deckard na hora do último suspiro. </p>
<p>Todas as criaturas morrem sozinhas. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/anna-torv-sebastian-roche_01.jpg" alt="" title="anna torv sebastian roche_01" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6786" /></p>
<p></p>

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		<title>[TV] Boardwalk Empire + Entrevista: Scorsese</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/tv-boardwalk-empire/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 20:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Boardwalk Empire]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[SOSTV]]></category>

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		<description><![CDATA[Boardwalk Empire estréia amanhã na HBO, com direção de Martin Scorsese, que falou ao SOS Hollywood sobre sua estréia no mundo dos seriados! A série é imperdível; um clássico instantâneo e incontestável. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Na semana em que brasileiros debatem os efeitos de Tropa de Elite 2, um outro aspecto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/boardwalk-empire-intro.jpg" alt="" title="boardwalk-empire-intro" width="580" height="328" class="aligncenter size-full wp-image-6772" /></p>
<blockquote><p><strong>Boardwalk Empire</strong> estréia amanhã na HBO, com direção de Martin Scorsese, que falou ao SOS Hollywood sobre sua estréia no mundo dos seriados! A série é imperdível; um clássico instantâneo e incontestável.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Na semana em que brasileiros debatem os efeitos de <em>Tropa de Elite 2</em>, um outro aspecto do crime chega à televisão por assinatura com a abertura de uma janela no tempo e na cultura norte-americana para se mostrar a gênese dos gângsteres em <strong>Boardwalk Empire</strong>, nova série da HBO, que estréia amanhã na grade brasileira com direito a episódio duplo. Tecnicamente impecável, elenco cinematográfico e roteiro de Terrence Winter &#8211; criador de <em>Família Soprano</em> &#8211; são os maiores trunfos desse programa que, acima de tudo, tem direção e produção de Martin Scorsese. <strong>Boardwalk Empire</strong> é mais uma prova de que mesmo momentos negros e tristes podem inspirar grandes peças de criatividade. Especialmente num ano em que a TV luta para encontrar substitutos para grandes séries, esse programa nasce como clássico e não precisa ir além de sua abertura para tal.</p>
<p>Veja o Trailer:<br />
<center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yWzP3wVDGG0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yWzP3wVDGG0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p>A evolução da criminalidade nos Estados Unidos e no Brasil trilharam caminhos muito distintos por razões óbvias &#8211; segregação, diferentes graus de militarização e dinheiro disponível, etc &#8211; mas a maior delas acontece por conta da curiosa relação que o americano tem com as &#8220;lendas do crime&#8221;. Billy The Kid, Jesse James, John Dillinger e até mesmo Al Capone sempre tiveram uma aura especial, causavam medo, respeito e atiçavam o imaginário por suas grandes realizações. Eram caçados mas, especialmente Dillinger e Capone, nunca deixavam o interesse público. Praticamente celebridades do Lado Negro da Força numa época em que admirar tais pessoas ainda era possível; quando o politicamente correto ainda não existia. Mas de onde vem tudo isso? Bem, esses criminosos construíam sua fama com arrojo e estilo. Eram homens bem vestidos, Dillinger fazia de tudo para conquistar as pessoas, enquanto Capone as recompensava muito bem. </p>
<p>Construíram sua fama em momentos conturbados política e economicamente entre as duas Grandes Guerras, quando Hollywood ainda pensava o que fazer com a fama. Corrupção e crime já existiam, mas quando a Lei Seca entrou em vigor nos Estados Unidos em 1920, a prática foi praticamente institucionalizada para manter os antros de jogatina, bordéis e redes de negócios dos até então criminosos do colarinho branco em funcionamento. Tudo funcionava à base de bebida. <strong>Martin Scorsese</strong> concorda: &#8220;As boas intenções da Lei Seca permitiu que criminosos como Capone, Lucky Luciano e Torrio existissem e ficassem mais poderosas&#8221;, diz o diretor ao <strong>SOS Hollywood</strong> e à revista <strong>Sci-Fi News</strong>. &#8220;As gangues de Gangues de Nova Iorque não eram organizadas, elas eram políticas&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Boardwalk-Empire-c02.jpg" alt="" title="Boardwalk-Empire-c02" width="580" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-6771" /></p>
<p>E é aí que Terrence Winter, criador de <em>Família Soprano</em>, resolveu mergulhar em sua nova criação. <strong>Boardwalk Empire</strong> recria aquele momento. Mostra para o mundo quando e como os gângsteres nasceram. Como deixaram de ser criminosos submissos a seus chefes e passaram a sonhar com fortuna e fama.</p>
<p>O cenário é o calçadão [o boardwalk do título] de Atlantic City, uma espécie de cassino a céu aberto que recebia famílias durante o dia e se transforma num antro de perversão, jogatina e bebida durante a noite. Nucky Thompson é o rei local, mas régia mesmo é a interpretação de Steve Buscemi que, merecidamente, tem seu primeiro papel principal e o realiza com brilhantismo. &#8220;Não quero dizer que esteja cansado dos meus personagens anteriores, mas considero esse papel como minha chance; é a minha hora de brilhar um pouco (risos)&#8221;, brinca Buscemi, em entrevista exclusiva ao <strong>SOS Hollywood</strong>, no histórico hotel Beverly Hilton. &#8220;Nucky tem bom coração, mas seus negócios vêm em primeiro lugar; matar e manipular não são necessariamente características de uma boa pessoa, só que era a realidade na qual ele viveu&#8221;. O personagem foi inspirado num chefão verídico de Atlantic City [até hoje uma das cidades mais corruptas e degeneradas dos Estados Unidos], mas, propositalmente, Winter modificou sua trajetória para garantir o interesse do espectador.</p>
<p>Numa dessas mudanças surgiu a personagem de Kelly MacDonald, bela, mas tímida. Lembro da primeira vez que vi Kelly, no filme <em>Assassinato em Gosford Park</em>, como uma das empregadas da mansão; recentemente, fiquei impressionado pelo show dela e de Sam Rockwell em <em>Choke</em>. &#8220;Margareth nasceu de uma simples passagem da biografia de Nucky, na qual era mencionado que, certa vez, ele ajudou uma mulher grávida, que era mulher de um ajudante de banqueiro&#8221;, conta a atriz escocesa, que não esconde o forte sotaque de Glasgow, onde ainda vive com a família. &#8220;Podemos inventar muito a partir daí, pois toda a construção da personagem é original; gosto disso, pois, diferente de uma peça, na qual preciso repetir a mesma coisa N vezes, posso ir mudando e amadurecendo algumas idéias aos poucos. Gostei dessa mudança no modo de trabalho&#8221;.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Boardwalk_Empire_01.jpg" alt="" title="Boardwalk_Empire_01" width="580" height="387" class="aligncenter size-full wp-image-6769" /></p>
<p>Criatividade não falta, mas isso só é possível por, novamente, Winter ter encontrado um elenco forte o suficiente para segurar a bucha. <strong>Boardwalk Empire</strong> é uma série intensa e incômoda em alguns momentos, pela simples lembrança da exploração desnuda e a desvalorização da vida; algo muito mais latente naquela época. Steve Buscemi, Kelly MacDonald, Michael Pitt e Michael Shannon brilham. Simples assim. E, especialmente no piloto, dirigido por Martin Scorsese [que também produziu 12 episódios], a sensação é de se estar diante de um filme que o espectador não conseguiu ver no cinema. <strong>Martin Scorsese</strong> explica: &#8220;Tudo que vem acontecendo ao longo da última década é muito interessante e era nosso objetivo no meio da década de 60, quando os filmes eram feitos para a TV primeiro; aspirávamos por essa liberdade para criar novos mundos e aplicá-los em narrativas longas, mas não aconteceu nos anos 70, nos 80 e nem nos 90&#8243;, explica Scorsese, que foi recrutado por Mark Wahlberg, produtor executivo da série, durante as filmagens de <em>Os Infiltrados</em>. &#8220;Finalmente encontrei uma oportunidade para desenvolver personagens a longo prazo, com um número de episódios similar a qualquer outra série, mas sempre de forma inteligente, pensada e brilhante. Por isso aceitei esse trabalho.&#8221;</p>
<p>E o público agradece, Martin. Pode apostar.</p>
<p>A cobertura do <strong>sosTV</strong> vai seguir a exibição brasileira da série, então, a partir da semana que vem, começam as críticas individuais.</p>
<p></p>

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		<title>Harry Potter, a Morte e suas Relíquias</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 19:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo termina aqui Esta é a frase escrita no primeiro pôster de Harry Potter e as Relíquias da Morte, acompanhada da imagem da estimada escola de magia Hogwarts em chamas. E é nesse tom dramático que entramos no clima tenso de despedida da série. Quais os maiores medos dos fãs? O que não pode ficar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Harry2.jpg" alt="" width="580" height="379" class="alignright size-full wp-image-6722" /></p>
<blockquote><p>
<em>Tudo termina aqui</em><br />
Esta é a frase escrita no primeiro pôster de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte</strong>, acompanhada da imagem da estimada escola de magia Hogwarts em chamas. E é nesse tom dramático que entramos no clima tenso de despedida da série. Quais os maiores medos dos fãs? O que não pode ficar de fora? Saiba tudo! <strong>PODE CONTER SPOILERS</strong></p></blockquote>
<p>Cada vez se torna mais próxima a hora de enfrentar o fim de <strong>Harry Potter</strong>. E a mistura de medo e ansiedade contagia os apaixonados por esta saga que já dura 14 anos, tempo que para maioria dos fãs é mais que a metade de suas próprias vidas. Harry Potter marca uma geração, assim como <em>Guerra nas Estrelas</em> marcou nos anos 80. E assim como <strong>George Lucas</strong> deu vida ao espaço, <strong>J. K. Rowling</strong> deu vida ao mundo mágico, revelando coexistência com a nossa realidade e nos permitindo fazer parte dessa experiência, cujo único limite é nossa imaginação. Mas o fim desta Era está prestes a acabar e isso tem aterrorizado todos que foram encantados em algum momento e acompanham essa magia.<br />
<strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1</strong> estréia dia 19 de novembro fechando a franquia que mais lucrou na história do cinema.  As adaptações que tiveram início em 2001 completam nove anos de história (no total, serão dez anos, com a estréia da parte 2, em 2011). Logo, tanta empolgação e ansiedade não surpreendem. E assim como não se pode cutucar um dragão adormecido, o monstro da expectativa pode criar grandes estragos. </p>
<p>As críticas dos leitores às adaptações não são de hoje. Começou lá atrás, em A Pedra Filosofal, quando precisaram ignorar a importância da cor verde dos olhos de Harry, pois <strong>Daniel Radcliffe</strong> não se acostumou às lentes de contato. Mas desde que <strong>David Yates</strong> assumiu a direção das adaptações em <em>Harry Potter e A Ordem da Fênix </em>, conseguiu balancear a magia com o tom sombrio e acompanhar a evolução da trama, dos personagens e dos atores, que os fãs passaram a confiar e defender as adaptações. Com o tempo também amadureceram como críticos e passaram a entender que cortes são necessários, visto a dificuldade de espremer as mais de quinhentas páginas em duas horas de filme.<br />
Ainda assim, há um grande medo quando o assunto é adaptação (se você não leu o livro, cuidado com os spoilers). Medo que cenas sejam cortadas em prol de um filme dinâmico, mas tidas como fundamentais pelos leitores. No entanto a <strong>Warner</strong> parece ter feito questão de tranqüilizar os fãs colocando flashes de grande parte dos lugares citados no livro, que não são poucos. Começando pela saída de Harry em sua última estadia na Alfeneiros nº4, passando pela Toca no casamento de Gui e Fleur, o encontro com o Monstro no Largo Grimmauld, a invasão ao Ministério da Magia atrás de uma das horcruxes, a visita ao túmulo de seus pais no cemitério em Godric&#8217;s Hollow, a estranha moradia de Xenofílio Lovegood, conhecedor do símbolo das relíquias, a captura do trio que é levado a Mansão dos Malfoy, a fuga para o Chalé das Conchas de Gui e Fleur, por fim a volta a Hogwarts, somam 9 lugares importantes que o trio irá visitar, além dos acampamentos na floresta e outros lugares pelos quais não estamos acostumados a vê-los, como as ruas de Londres. Aliás, é grande a expectativa da passagem dos bruxos pela cidade e como se comportarão em fuga fora de Hogwarts. <strong>David Yates</strong> diz que sair dos limites da escola deu novos ares e frescor as cenas, sendo um grande acréscimo ao filme. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Harry5jpg1.jpg" alt="" width="580" height="406" class="alignright size-full wp-image-6724" /></p>
<p>As lutas e perseguições devem dar o tom caótico a busca pelas Horcruxes. A perda inesperada de Dumbledore os deixa com a responsabilidade não só de destruir os pedaços de alma escondidos por Voldemort como também a maneira de destruí-los. Mesmo distante, o querido diretor parece saber de suas reações e lhes deixa em testamento itens úteis como se soubesse da personalidade e da capacidade de cada um. </p>
<p>Para quem não leu o livro, o grande mistério se encontra em quem é R.A.B., iniciais que aparecem no bilhete junto ao medalhão falso encontrado por Harry e Dumbledore no sexto filme. Algo que os leitores estão cansados de saber. Para nós (e eu me incluo nos que já leram) conhecer as outras horcruxes é a mais tentadora. Outra expectativa e rever itens mágicos, como a moto de Sírius, o apagueiro, o pomo de ouro, a capa de invisibilidade, além de conheceremos novos itens como o livro “Os Contos de Beedle, o Bardo”. </p>
<p>Litros de poção polissuco devem ser usados nesse filme, visto o número de transfiguração que tem nos livros. Além disso, o número de magias utilizadas deve substituir a falta que o cenário mágico de Hogwarts fará. A produção sempre milionária já disse que teve mais trabalho que o normal, assegurando que não haverá economia de efeitos para os feitiços. Teremos também a apresentação dos itens que fazem parte das relíquias da morte. Sua história deverá ser contada em forma de animação diferente de tudo que já foi visto. </p>
<p>As perdas e mortes são inevitáveis e dolorosas tanto para os personagens quanto para nós que nos apegamos, então eles devem ter grande destaque, afinal lidar com elas se torna ponto crucial para Harry, que precisa contornar a ira, mesmo que por instinto, para não se igualar seu oponente. Entre estas perdas estarão personagens que são símbolo de força e poder, companheirismo e devoção, e que por maior carinho que tenhamos, em uma guerra não há como contê-las. Uma morte em especial é uma das grandes curiosidades dos fãs, por ser uma das passagens do livro mais emocionantes e simbólicas.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Harry6.jpg" alt="" width="580" height="441" class="alignright size-full wp-image-6726" /></p>
<p>O elenco se empolgou bastante com o resultado das gravações, afirmando terem se dedicado ao máximo e que os dois últimos filmes são os que mais exigiram tanto do físico quanto do emocional. E essa é uma das partes mais importantes em relação ao filme. A interpretação dos atores principais, <strong>Daniel Radcliffe</strong>, <strong>Emma Watson</strong> e <strong>Rupert Grint</strong> e <strong>Tom Felton</strong>, que cresceram e aprenderam com as filmagens precisam mostrar seu amadurecimento e capacidade de interpretação no limite das emoções com o clímax dos últimos filmes.  Em especial a Daniel que interpretará as variadas faces de Harry com todas as dificuldades pelas quais ele vai enfrentar. Passar pelo processo faz parte da formação de seu caráter. Sua relação de amizade com os companheiros, a maturidade para tomar decisões, a capacidade de controlar suas emoções e canalizá-las de forma correta,  coragem de enfrentar seus medos e definir seus princípios e escolher o caminho do bem, por mais tortuoso que ele seja. Daniel terá de apresentar o seu melhor, e nós ficamos na ansiedade. </p>
<p>Mas o maior de todos os medos a ser enfrentado é o medo da morte. Após o lançamento do último livro, esperar pelos filmes é como prolongar um pouco do encantamento. E por mais a história não vá cair no esquecimento, a apreensão em torno do encerramento parece paralisar os fãs. Relendo um pouco do livro me vi tomada pela emoção, talvez maior que a primeira vez. A magia presente em cada linha, a saudade de cada personagem, reviver isso é surpreendentemente bom. E como uma história que se tornou base para a interação de pessoas de todo o mundo, assistir a sua estréia é participar desses momentos de grande magia de proporção mundial. Não me admirarei se houverem muitos olhos inchados no fim da seção. Harry Potter é uma experiência mágica que ultrapassa as linhas das páginas e telas. E deixa com legado milhares de fãs aprendizes do amor pela leitura e cinema e sedentos por boas histórias. E aquele pôster apesar de uma Hogwarts destruída, trás um significativo céu iluminado pela luz do sol. O fim de Harry Potter, assim como Dumbledore disse sobre a morte, é apenas a passagem para a aventura seguinte.  </p>
<p></p>

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		<title>[TV] The Event: 1-4</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 22:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[The Event oferece suspense, ação, seres não-humanos e se considera o &#8220;novo fenômeno&#8221; da TV. Exagero do marketing ou título merecido? por Fábio M. Barreto, de Los Angeles [Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título] Uma nuvem de desespero paira sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/the-event-pilot-nbc.jpg" alt="" title="t" width="580" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-6753" /></p>
<blockquote><p>The Event oferece suspense, ação, seres não-humanos e se considera o &#8220;novo fenômeno&#8221; da TV. Exagero do marketing ou título merecido?
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><strong><br />
<blockquote>[Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título]</p></blockquote>
<p></strong></p>
<p>Uma nuvem de desespero paira sobre Hollywood, pelo menos quando se trata das produções de TV. O fim das temporadas em 2010 foi catastrófico para os dramas e deu-se início o reinado das comédias, com Modern Family sendo a melhor opção na grade de programação em termos de novidades qualitativas e grandes sucessos de público. Veteranos como House mantém seu ritmo, mas já soa como um sobrevivente de uma era encerrada pelos términos de <em>24 Horas</em>, <em>Lost</em>,<em> Battlestar Galactica</em> e incapaz de se renovar com o fracasso retumbante de <em>FlashForward</em>. Como nenhum canal reencontrou a fórmula de sucesso no line up desse ano, sobrou para The Event o título de &#8220;novo fenômeno&#8221; &#8211; de acordo com as campanhas de marketing da NBC, assim como a ABC fez com o falecido <em>FlashFoward </em>-, com traços de mistério, Ficção Científica e garantia do inexperado. Bem, em seus primeiros quatro episódios, <strong>The Event</strong> se mostrou interessante e relativamente contido, mas ainda está muito distante de alcançar o nível de expectativa tão solenemente divulgado pela NBC. Se é &#8220;24 Horas encontrando Lost&#8221;, por enquanto, só conseguiu levandar um gigantesco número de perguntas, mas sem o ritmo de Jack Bauer e um irritante número de flashbacks e flashforwards na vida dos personagens.</p>
<p>O que é <strong>The Event</strong>, ou em português, O Evento? Não se sabe. Coisas estranhas acontecem nessa série por conta da existência de uma raça humanóide aparentemente alienígena, que chegou à Terra há cerca de 60 anos. Esse pode ter sido o tal evento, mas trata-se de apenas um elemento na contextualização dessas pessoas lideradas por Sophia, vivida por <strong>Laura Innes</strong>, de <em>ER</em>. Eles têm poderes. Ninguém sabe quais. E sua tecnologia é amplamente superior, com capacidade para teletransportar um avião de Miami para o Arizona num piscar de olhos. Logo, devem ser temidos.</p>
<p>Por esse aspecto, <strong>The Event </strong>aborda um tema batido, de forma inusitada, pois, se a diferença dessa raça para a nossa é de apenas 1% no código genético, as óbvias perguntas sobre suas origens e sua ligação com a Humanidade já renderiam um bom programa. Mas, embora o mainstream norte-americano beba descaradamente da Ficção Científica, apostar totalmente no gênero não é visto com bons olhos &#8211; vide a tentativa desesperada de Michael Chicklis e os criadores de <em>No Ordinary Family</em> tentarem, a todo custo, desvincular sua, até agora, boa série desse rótulo &#8211; e algo mais dinâmico e, real, era necessário. Logo, uma teoria da conspiração entra em cena para ameaçar a vida do Presidente negro, casado com uma imigrante cubana, e que pretendia soltar os prisioneiros alienígenas. </p>
<p>É a aplicação máxima do bordão &#8220;trust no one&#8221; [não confie em ninguém], que <em>Arquivo-X</em> defendia. Tudo é uma grande conspiração, todos podem estar envolvidos, ninguém sabe de nada e o espectador fica desesperado tentando unir as poucas peças disponíveis do quebra-cabeça. <strong>The Event </strong>investiu mais em personagens e menos em efeitos megalomaníacos &#8211; um dos grandes erros de <em>FlashForward</em>, aliás &#8211; para criar esse universo, que vende velocidade e dinamismo, mas colhe bastante confusão. Testam-se limites familiares, barreiras políticas e, acima de tudo, fidelidade. Sofia é a visitante do Bem; quer a paz; quer liberdade. Entretanto, por conta de algum laço não explicado, coloca inúmeras vidas em risco para manter o segredo de seu povo. Sean (Jason Ritter), o herói da história, se transformou praticamente num super-herói para salvar a vida da namorada. Assim como Michael Buccanan, Scott Patterson, o Luke de <em>Gilmore Girls</em>, decidiu jogar um avião na cabeça do Presidente para salvar as filhas. Uma discussão sempre bem-vinda, mas extremamente trabalhada por 24 Horas. E o quão diferentes são as pessoas do universo de Jack Bauer para as desse? </p>
<p>Essencialmente, nada. Os estímulos podem ser diferentes, mas o desejo de sobrevivência e a proteção da família superam qualquer convicção política. Mas isso permite aos roteiristas que cada personagem seja devidamente recheado de razões &#8211; mesmo que desconhecidas até o momento &#8211; para tomar suas decisões. A TV está cansada do clichê &#8220;estava apenas seguindo ordens&#8221;, justamente pelo fato de o mundo ter desistido dessa dinâmica no momento em que cada um se viu suficientemente importante em seu círculo para agregar valor, justificativa e idealismo a cada ato. É a geração que quer ser ouvida, mesmo antes de aprender a ouvir. </p>
<p><strong>The Event</strong> é um amálgama dos últimos anos da TV. Quer o dinamismo ininterrupto de <em>24 Horas</em>, cria mais dúvidas do que respostas assim como <em>Lost</em>, tenta investigar o inexplicável como Fringe &#8211; que tem efeitos melhores, roteiros mais certeiros e maior comprometimento com o assunto &#8211; ou <em>Arquivo-X</em>, de quem também pegou emprestada a paranóia conspiratória. Aposta em heróis jovens, como Heroes, e quer assustar em escala global, do mesmo modo que <em>FlashForward</em>. Tanta mistura não é necessariamente ruim, pois na medida certa pode combinar os melhores aspectos de cada uma dessas produções e trilhar um caminho de sucesso, mas é na constante referência a <em>Lost </em>e a comparação com <em>FlashForward </em>que está seu calcanhar de Aquiles. Se o período de descompressão por conta de <em>Lost </em>ainda não passou, será a audiência capaz de aceitar um novo labirinto de proporções épicas? <em>Lost </em>aconteceu. FlashForward foi arquitetado e falhou. <strong>The Event</strong> segue o mesmo processo, mas tem a obrigação de ser realmente surpreendente e viciante.</p>
<p>O que é &#8220;o evento&#8221;? Até o momento, é uma boa idéia. Nada mais, nada menos.</p>

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		<title>[TV] CSI: Blood Moon</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 19:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CSI entra no Mundo das Sombras quando o exagero rompe barreiras e nem mesmo a eternidade é capaz de esconder a verdadeira essência humana. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles [Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título] Nova Iorque pode [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/csi-logo.jpg" alt="" title="csi-logo" width="580" height="336" class="aligncenter size-full wp-image-6695" /></p>
<blockquote><p><strong>CSI</strong> entra no Mundo das Sombras quando o exagero rompe barreiras e nem mesmo a eternidade é capaz de esconder a verdadeira essência humana.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><strong><br />
<blockquote>[Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título]</p></blockquote>
<p></strong></p>
<p>Nova Iorque pode ser a cidade que nunca dorme, mas Las Vegas é a cidade que nunca deixa de surpreender, seja por seus grandiosos shows ou por suas experiências bizarras. <strong>CSI </strong>sabe aproveitar dessa mescla de tribos, eventos, conceitos e pessoas para criar seus episódios. O formato já é repetitivo e como todo mundo copia o chamado &#8220;procedural drama&#8221;, ou seja, o drama sobre procedimentos policiais, acabei me afastando do programa, mas tudo faz sentido nesse mundo. Coincidências não existem, pode apostar. Bem, no episódio mais recente,<strong> Blood Moon</strong>, finalmente pude ver Laurence Fishburne, ou melhor, Langson, substituindo o Grisson tudo por conta dos anúncios: vampiros e lobisomens estariam envolvidos! Não podia perder por nada!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/csi-fishburne-vamp.jpg" alt="" title="csi-fishburne-vamp" width="578" height="466" class="aligncenter size-full wp-image-6694" /></p>
<p>Imediatamente lembrei do episódio Furry, da quarta temporada, quando a equipe do CSI investigou um assassinato bizarro envolvendo um sujeito vestido de cachorro. Com isso, infelizmente, fui apresentado ao universo das pessoas que incorporam animais para suprir suas carências afetivas e até mesmo sexuais. Foi bizarro. Mas é Las Vegas e o que acontece em Vegas, fica em Vegas. A não ser que alguém morra no processo e foi isso que aconteceu com os vampiros e lobisomens que se encontraram numa gigantesca convenção, ou melhor, um duelo de estilos de vida. Alguns se comportando e realmente acreditando ser vampiro, ou melhor, aristocratas chatos e pedantes; outros deixando o lado animal tomar conta e se comportando da maneira mais imprópria possível &#8211; com ou sem cerveja &#8211; para representar o jeito lobisomem de ser. É aquela história que todo mundo conhece, independente do nível de exagero. Trekkies x Jedi, Nintendo x Sony, Time A x Time X, Religião Y x Religião U. </p>
<p>Somos uma raça boa em brincar com extremos, especialmente quando essa brincadeira permite a remodelação do mundo. É a mesma dinâmica dos cultos radicais, que se aproveitam de pessoas frustradas e tristes para incutir sua mensagem. A ligação pode parecer forçada, mas a verdadeira linha que separa o &#8220;ser fã&#8221; do &#8220;ser maluco que se mata para pegar a calda do cometa&#8221; é bem frágil, afinal, quando se decide abraçar 100% os preceitos do vampirismo ou do lobismo (hehe) &#8211; seja ele energético, físico ou místico &#8211; uma carga indesejada de sensação de poder inexistente vem junto, mas não a habilidade de se transformar ou iludir seus inimigos e as autoridades. A natureza humana se revela mais brutal e assustadora quando se veste uma máscara capaz de alienar o indivíduo de vínculos sociais habituais.</p>
<p>Foi o que aconteceu quando a polícia encontrou um corpo decapitado por 18 golpes de machadinha. Machete pode ser descartado imediatamente como suspeito, afinal, o mexicano osso duro de roar precisa de uma só para terminar o serviço. E o detalhe mais inusitado: ele era um vampiro! <strong>CSI </strong>mergulha na mitologia dos conflitos entre vampiros e lobisomens para tentar descobrir as razões do assassinato, mas aproveitam para tirar uma casquinha dos personagens que povoam o circuito das convenções; seja ele o dono da loja de armas ou os membros dos clãs, completamente imersos em suas identidades sobrenaturais. Fishburne resolve derrubar a cortina do faz de conta quando confronta os &#8220;vampiros&#8221;, na melhor cena do episódio. Tamanha era a convicção daquelas pessoas, que a luz do Sol realmente as incomodava, inicialmente, mas, aos poucos, as palavras do investigador e a percepção de que a encenação tinha limites &#8211; afinal alguém tinha morrido &#8211; provocou mudanças imediatas nos pseudo-chupadores de sangue. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/csi-vampire-01.jpg" alt="" title="csi-vampire-01" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6697" /></p>
<p>Mudança é algo sempre almejado nesse tipo de dinâmica. Seja pela pessoa que opta por viver outra vida, seja pelo cético que quer reaproximá-las da realidade. E o escapismo também é habitual, afinal, entre ser um lorde vampírico cheio de seguidores ou um mecânico de xerox a escolha parece óbvia, não? Essa é a base da estrutura social virtual em muitos casos, mas teve sua gênese no fandom de ficção científica e seriados. Supernatural brincou com isso, em <em>The Real Ghostbusters</em>, quando deu a medida exata dessa fuga. <em>Trekkies</em>, filme de Denise Crosby, mergulha no social e se posiciona como observador, nada mais. E a realidade é feia. Entretanto, é essa mesma realidade que nos impede de fazer idiotices, pois uma coisa nunca muda: a emoção.</p>
<p>O ser humano é extremamente emocional e, devidamente instigado, vai agir de forma instintiva para dar vazão a sua emoção. Os vampiros podem ser contidos e reclusos por trás de suas capas e olhares blasé, e os lobisomens podem alegar expor sua verdadeira índole ao ignorar as regras, mas no fundo de cada um deles, sempre existe aquilo que renegam. O ser humano. Uma pessoa assustada, infeliz e descontente. As razões não importam. Mas todos têm limites e quando fantasia e realidade se misturam, o próximo passo pode ser o último.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/csi-vampire.jpg" alt="" title="CSI: Blood Moon" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6696" /></p>
<p></p>

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		<title>[TV] Supernatural: Temp 6 – 1,2,3</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 22:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[CW]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Kripke]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Padalecki]]></category>
		<category><![CDATA[Jensen Ackles]]></category>
		<category><![CDATA[SOSTV]]></category>
		<category><![CDATA[Supernatural]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexta, e última, temporada de Supernatural busca reinvenção e trilha um perigoso caminho em direção ao final. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles [Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título] Lendas urbanas, demônios, monstros, vampiros, anjos renegados, Apocalipse e quase [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/logo-spn.jpg" alt="" title="logo spn" width="580" height="332" class="aligncenter size-full wp-image-6685" /></p>
<blockquote><p>Sexta, e última, temporada de Supernatural busca reinvenção e trilha um perigoso caminho em direção ao final.
</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><strong><br />
<blockquote>[Importante! A cobertura de TV do SOS Hollywood contém spoilers, portanto, sugiro a leitura após acompanhar os episódios identificados no título]</p></blockquote>
<p></strong></p>
<p>Lendas urbanas, demônios, monstros, vampiros, anjos renegados, Apocalipse e quase tudo que se possa imaginar já passou pelas telas na criação de Eric Kripke nesses seis anos de existência de <strong>Supernatural</strong>. Sempre munida de boa qualidade técnica e uma história atraente, a saga dos irmãos Winchester tem sido a melhor produção na fraca e descartável programação do CW, que aposta na futilidade do público adolescente. Mas não nesse caso, não com <strong>Supernatural</strong>. Mais próximo do espectador adulto e, até certo ponto, disposto a ser envolvido nas tramas espirituais da série, o programa atingiu seu apogeu no final da quinta temporada, quando Dean (Jensen Ackles) e Sam (Jared Padalecki) Winchester impediram o Apocalipse Bíblico. Tanto o lado fã quanto o profissional apostavam nesse final bombástico e digno, entretanto, a equipe queria manter seus empregos (muito bem merecidos, aliás) e o CW queria continuar aproveitando os bons resultados da série, logo, um sexto ano foi encomendado e as preocupações começaram. Quando <strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-jensen-ackles/">entrevistei Jensen</a></strong>, há alguns meses, fiquei preocupado quando ele comentou sobre a série saltar no tempo e mostrar o lado &#8220;civil&#8221; de Dean. Ele até comparou a situação a uma das cenas de <em>Guerra ao Terror</em>: o soldado diante de uma situação corriqueira; sem saber o que fazer. Esse é o novo Dean, desconhecido de si mesmo e, por enquanto, do público. E redefinir uma série depois de tanto tempo é a jogada mais arriscada dos últimos anos, especialmente já se sabendo que tudo acaba agora.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/supernatural_boys-sam-2.jpg" alt="" title="Exile on Main St." width="580" height="445" class="aligncenter size-full wp-image-6673" /></p>
<p>Uma das definições feitas por Kripke e Ackles ainda na primeira temporada apontava Dean e Sam como Luke Skywalker e Han Solo, numa road trip, matando demônios. Eles têm até mesmo a Millenium Falcon, também conhecida como Impala. É uma boa definição, pois essas parcerias funcionam bem, especialmente quando se tem toda a história familiar por trás, no caso dos Winchesters. Muito disso foi construído e explorado, aliás, família sempre foi um dos grandes pontos chave de <strong>Supernatural</strong>. De certo modo, os demônios são uma família meio macabra, enquanto os anjos são a mais disfuncional das famílias &#8211; com o eterno complexo de rejeição do papai que, em tese, desapareceu &#8211; e os caçadores tendem a formar grupos meio esquisitos, extremos e de curta duração. Gastou-se muito tempo para definir quem é Dean, quem é Sam e, especialmente, para se traçar as linhas de confiança entre os dois. Tudo parte da preparação para os devidos sacrifícios e escolhas feitas no fim da jornada, para a conclusão do plano do Demônio de Olhos Amarelos, do Apocali&#8230;. bem, não necessariamente. Pois isso aconteceu e toda essa construção já serviu ao seu propósito, logo, o histórico também.</p>
<p>Nos três primeiros episódios da sexta-temporada &#8211; <strong>Exile in Main Street</strong>, <strong>Two and a Half Men</strong> e <strong>The Third Man</strong> &#8211; houve uma quebra na estrutura. Ou melhor, uma total reviravolta em conceitos e definições, numa espécie de descompressão para a alucinação anterior. Entretanto, uma coisa que o time criativo deixou escapar foi o intervalo entre temporadas. Os personagens podiam estar cansados e precisando de novo ritmo, mas o espectador mantinha a expectativa alta depois do embate entre Miguel e Lúcifer e pela obvia curiosidade: e agora?</p>
<p>Até esse momento, a sexta temporada desconstruiu a relação dos irmãos, manteve o icônico Impala fora de circulação &#8211; até <em>The Third Man</em> &#8211; e explorou o aspecto psicológico que a vida de caçador teve sobre Dean. Ele é o mesmo soldado de Guerra ao Terror, como Ackles exemplificou em sua entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>, mas, diferentemente do personagem de Jeremy Reiner, Dean pode experimentar uma vida dupla. Como sua família civil ainda se mantém, especialmente pela dedicação incomum de Lisa (Cindy Sampson), e seu desejo e paixão pelo que faz de melhor, o Winchester mais velho pareceu saído de outra série. Complicado imaginar que um ano fora da estrada transformaria Dean num sujeito despreparado, como apontado pelos seguidores de Samuel Campbell (Mitch Pileggi). Deslocado, sim. Paranóico, talvez. Indefeso, nunca. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/supernatural_boys-sam.jpg" alt="" title="Supernatural" width="580" height="445" class="aligncenter size-full wp-image-6673" /></p>
<p>Três são as perguntas a serem respondias até o final da série: quem resgatou Sam e Samuel do inferno, como a iminente Guerra Civil entre os Anjos vai afetar a vida na Terra, e, a dúvida remanescente da temporada anterior, onde está Deus? Essa última pode ter sido respondida no final do quinto ano, quando Chuck  se mostrou ser mais que um simples profeta. Mas a indecisão permanece e como o Todo Poderoso ainda não deu as caras no Céu, tudo pode acontecer.</p>
<p>Em termos de Sam e Dean o futuro não parece nada promissor. O fantasma da dúvida vai assombrar os irmãos por um tempo, pelo menos até o episódio <strong>You Can’t Handle the Truth</strong>, que promete ser repleto de revelações bombásticas sobre a verdadeira índole de cada personagem. A idéia é boa, especialmente por sempre se saber da autenticidade de Dean &#8211; especialmente depois que ele abriu o jogo sobre suas férias no Inferno -, mas questionar cada história ou justificativa de Sam, Castiel  e até mesmo Bobby. </p>
<p>Se a relação dos dois foi minada novamente, há possibilidade de renovação? Na TV tudo é possível, mas esse vai e vem já cansou e se esse será mesmo o último ano de Supernatural, deveríamos estar vendo um festival de episódios memoráveis. E até quando o espectador vai engolir o &#8220;confia/não confia&#8221; entre os irmãos. O que não é o caso. Boas piadas começaram a surgir apenas em <strong>The Third Man</strong>, Padalecki continua apagado e canastra, Ackles vive uma versão alternativa de Dean, e as escolhas de Transmorfos [e a existência de um Super Shapeshifter, meio que o Conde Drácula dos transmorfos], Gênios e pelajas pelo poder entre os Anjos como os elementos sobrenaturais até agora podem ter gerado curiosidade, mas nada perto do nível de grandiosidade merecido&#8230; e esperado.</p>
<p>Depois do episódio de sexta-feira, <em>Weekend at Bobby&#8217;s</em>, tem mais <strong>SOSTV: Supernatural</strong>!</p>
<p></p>

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		<title>[Análise] The Runaways</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 18:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Dakota Fanning]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[The Runaways]]></category>

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		<description><![CDATA[Biografia da banda The Runaways retrata um momento importante o rock, mas escolhe protagonista errada e perde força que poderia tê-lo transformado num hit instantâneo! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Cherie Currie estava sentava ao meu lado quando o monitor foi ligado e Dakota Fanning apareceu. Vestida com roupa de balada e maquiagem [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/the-runaways_site.jpg" alt="" title="the runaways_site" width="580" height="377" class="aligncenter size-full wp-image-6655" /></p>
<blockquote><p>Biografia da banda <em>The Runaways</em> retrata um momento importante o rock, mas escolhe protagonista errada e perde força que poderia tê-lo transformado num hit instantâneo!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p><strong>Cherie Currie</strong> estava sentava ao meu lado quando o monitor foi ligado e <strong>Dakota Fanning</strong> apareceu. Vestida com roupa de balada e maquiagem brilhante, Dakota incorporava um estilo de vida encerrado há muito tempo, mas não esquecido. O Rock&#8217;n Roll fazia sua mágica e, especialmente entre as mulheres, mostrava que agressividade podia ser canalizada de forma construtiva, mas nada aconteceria com facilidade, afinal, o mundo das guitarras e bateras alucinadas era dos homens. Tudo mudou quando uma banda californiana chamada The Runaways estarreceu os roqueiros. Era um marco, mas, ao mesmo tempo, nascia uma lenda: <strong>Joan Jett</strong>. Mas e Cherie Currie? Bem, ela ficou relegada aos livros de história e à curta carreira da banda retratada em <strong>The Runaways &#8211; As Garotas do Rock</strong>, que estréia hoje no Brasil, muito tempo depois que a exibição nos Estados Unidos. A disputa por atenção entre Jett e Jones se vê no filme, reflete na vida real e até mesmo no set de filmagens, no centro de Los Angeles &#8211; as duas pouco se falam e não ficam juntas por mais tempo que o necessário &#8211; e decretou um dos maiores erros do longa-metragem: o roteiro escolheu a Runaway errada. Focou em Cherie e preteriu a real estrela. É de Joan que todos se lembram. Foi Joan que revolucionou o rock com seus Blackhearts. Foi Joan quem não sucumbiu às drogas. E é Joan quem observa tudo à distância, sentada com sua cópia do roteiro, ouvindo seu iPod. Uma presença opressiva que ainda assombra a vida de Cherie Currie.</p>
<p>Há cerca de um ano, fui convidado para participar das filmagens de <strong>The Runaways</strong>, que aconteciam numa antiga boate no centrão de Los Angeles. Era um dos locais mais emblemáticos da história da banda, pois ali aconteceu o encontro entre Fowler, Joan Jett e Cherie Currie, ou seja, a gênese do grupo formado apenas por garotas. Kim Fowler chama a atenção, com seu visual glam rock e atitude de manager e produtor extremo, e, claro, atuação inspirada e irrepreensível de <strong>Michael Shannon</strong> (atualmente no elenco de BoardWalk Empire), um profissional aparentemente incapaz de errar, com seu jeito seco, de humor peculiar e voz de comando. &#8220;O rock&#8217;n roll podia mudar o mundo naquela época e mudou&#8221;, comenta o ator, em entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>. &#8220;Acredito que a música devia reencontrar aquele espírito e voltar a acreditar no seu potencial modificador, no que podemos fazer com uma canção&#8221;. Ninguém se engana ao ignorar o aspecto comercial que, mesmo na época de The Runaways, já motivava a indústria fonográfica, mas é fato que o idealismo era mais efetivo naquele período. &#8220;Precisamos concordar que se não houvesse qualidade elas não teriam vingado, certo? E tem o efeito do estilo de comunicação naquele tempo; uma banda começava em Los Angeles ou em Nova Iorque, aí ela ia caminhando em direção ao outro lado do país, de forma gradual, dando tempo para que músicos e fãs ganhassem maturidade. Hoje é em dia é instantâneo, logo, boas idéias acabam morrendo rápido demais&#8221;. </p>
<p>Radicais e inovadoras para sua Era, as cinco integrantes de The Runaways &#8211; Joan Jett, Cherie Currie, Lita Ford, Jaquie Fox e Sandy West &#8211; provaram que a mulherada sabia fazer rock, coisa que o filme retrata com exatidão, seja com Joan peitando seu professor de violão, que insistia em lhe ensinar a tocar músicas &#8220;para mulher&#8221; ou pelos surtos raivosos de Cherie, contratada pela aparência e que precisou aprender a cantar no calor da batalha. A diretora italiana Floria Sigismundi tem bom ritmo, experiente com comerciais, e, por razões óbvias, bastante ligada às necessidades e reações femininas que norteavam as integrantes; garotas ansiando pela vida adulta, experimentando sensações físicas, sexuais e psicológicas.</p>
<p>A música das The Runaways atravessou fronteiras, especialmente quando chegou ao Japão e as transformou em estrelas instantâneas, mas a maior barreira que encontrou foi o inevitável conflito de egos, carência por atenção e inveja. É o lado negro do rock, especialmente depois de muito sexo, drogas e música &#8211; considerados parte do pacote, especialmente naquela época -, uma situação já caótica e sem volta para músicos experientes, e intransponível para um grupo que foi além do esperado.</p>
<p>Inspirado na biografia de Cherie Currie, The Runaways não exime a vocalista de culpa. Ela afundou o navio, mas havia salvação. Musicalmente falando. Enquanto Cherie se afundava numa egotrip absurda, mesmo depois de deixar a banda e se achar a dona do mundo, era Joan Jett quem decolava. Em sua &#8220;armadura de batalha&#8221;, como Kristen Stewart definiu a vestimenta da roqueira, ela usou a plataforma criada pela banda para dar o verdadeiro salto em termos musicais ao emplacar clássicos eternos como <em>I Love Rock&#8217;n Roll</em> e <em>Bad Reputation</em>, com sua própria banda: Joan Jett and the Blackhearts.</p>
<p>Essa é a história que todo mundo conhece, por seu sucesso e valor histórico. Essa é a banda que embalou gerações. Joan Jett é a Runaway que merecia um filme. Kristen Stewart faz seu trabalho de forma sólida e bem construída, devolvendo a sensação de ter uma carreira produtiva pela frente, mesmo depois de tanto tempo irritando com Crepúsculo. Dakota encara seu primeiro papel como mulher. Nada mais da garotinha gritona que aprendemos a odiar e convence, mas numa história autodestrutiva. Afinal, Cherie/Dakota é a Runaway que fugiu, que se afundou, que foi esquecida. E sem uma grande reviravolta para mostrar seu talento.</p>
<p>Hoje, décadas depois, fica mais claro do que nunca: Joan Jett enfrentou o mundo e ganhou a briga. E salva o filme, que passou perto de ser totalmente desnecessário.</p>
<p>I Love Rock&#8217;n Roll!</p>
<p></p>

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		<title>[Rush] Cobertura Exclusiva da turnê &#8220;Time Machine&#8221;!</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 09:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[O show do Rush, em Irvine, foi uma inesquecível Viagem com os Poetas da Música. Texto e Fotos: Fábio M. Barreto, de Irvine Há momentos marcantes na vida. Alguns acontecem por acaso, outros sempre estiveram ali, simplesmente esperando para deixar o campo dos sonhos e entrar no feliz grupo das realizações, das memórias, das experiências. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rush-irvine-06.jpg" alt="" title="rush-irvine-06" width="580" height="359" class="aligncenter size-full wp-image-6633" /></p>
<blockquote><p>O show do <strong>Rush</strong>, em Irvine, foi uma inesquecível Viagem com os Poetas da Música.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">Texto e Fotos: Fábio M. Barreto, de Irvine</font></em></p>
<p>Há momentos marcantes na vida. Alguns acontecem por acaso, outros sempre estiveram ali, simplesmente esperando para deixar o campo dos sonhos e entrar no feliz grupo das realizações, das memórias, das experiências. Moro em Los Angeles há quase três anos e sempre morro de inveja ao ver a quantidade de artistas bacanas que toca na região, mas nunca posso ir pois, como não cubro a área musical, falta verba &#8211; e tempo &#8211; para curtir a cena musical. Mas dessa vez foi diferente. O <strong>Rush </strong>faria três show aqui perto. Era a turnê <em>Time Machine</em>, que passa hoje por São Paulo e amanhã pelo Rio de Janeiro; era a chance de ouvir os clássicos de uma das minhas bandas favoritas. A chance de parar de sonhar com os refrões e poder, finalmente, me lembrar deles ao vivo. Comprei o ingresso. Tinha um encontro marcado com os canadenses no Verizon Amphitheater, em Irvine, em Orange County.</p>
<p>Não exagero quando digo que o <strong>Rush</strong> é a banda mais poética do rock&#8217;n roll. Suas canções impactam e influenciam. Marcam nossas mentes com facilidade e, para aqueles dispostos a escutar com o coração, abrem caminho para uma nova percepção; e não estou apenas parafraseando <em>Closer to the Heart</em>. É um fato. Tanto é que o modo como esse encontro com o <strong>Rush</strong> aconteceu parecia saído de uma crônica literária, não de um simples concerto de rock.</p>
<p>O Sol ainda brilhava acima da colina onde está instalada a arquibancada do Verizon Amphitheater. Era fim da tarde e um mundarél de gente caminhava pelo vasto estacionamento, já praticamente lotado, para aquela distante área onde o show aconteceria em minutos. A cada passo uma nova experiência. Carros chegando com Rush no volume máximo; gente bebendo, gente já bêbada; e, lentamente, a luz foi ganhando tonalidades avermelhadas e assim, de repente, sumiu. O alvorecer nunca foi tão lindo. Especialmente pelo barulho que a platéia já fazia e pelo clima eletrizante desse encontro que, mesmo sendo repetido para muitos, ainda parecia tão empolgante quanto da primeira vez.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.soshollywood.com.br/especial-rush-conceito/">Leia Artigo Exclusivo de Ock-Tok sobre as visitas do Rush ao Brasil e o conceito da turnê!</a></p></blockquote>
<p>Conheço grandes estádios e casas de shows, mas tomeu um susto quando notei que o &#8220;barranco&#8221; era, de fato, gigantesco, formando uma concha acústica perfeita. O lugar estava abarrotado, mas como todos os lugares eram marcados, encontrei minha cadeira, lá no topo. Ao lado estava meus amigos Brandon e Thaís. Eles curtiriam daquele jeito especial que só os casais conhecem e nem se deram conta da minha presença. Estava em transe, pois, conforme subia a íngreme rampa de acesso, o show começou.</p>
<p>E eu delirei!</p>
<p>Foram anos de espera. Décadas de convencimento de que nunca presenciaria aquele momento. Confesso que demorou para cair a ficha. Ok, só um pouquinho, pois <em>The Spirit of Radio</em> me acordou para a feliz realidade. Estava, de fato, no show do <strong>Rush</strong>! E que show!</p>
<p>Um palco steampunk ou seria laundrypunk? Pois misturava torres cujo estilo retrofuturista entretia, mas as características de máquinas de lavar-roupa quebravam as possibilidades de uma análise monotemática. Nada surpreendente, afinal, o fato de o <strong>Rush </strong>reunir seus maiores clássicos e percorrer sua carreira com uma felocidade, voracidade e resistência sobrehumanas mostram que eles são tudo, menos previsíveis. Dois telões laterais e um gigantesco painél no fundo do palco permitiam que todos ficassem mais perto dos ídolos. Especialmente no meu caso, que estava há cerca de 150 metros do palco, e uns 50 metros de altura, ao lado esquerdo da torre de som.</p>
<p>Acostumado com o estilo brasileiro de assistir a show &#8211; exceto <strong>Iron Maiden</strong> e, forçando um pouco, <strong>U2 </strong>- sempre reclamei de as pessoas saberem dois ou três hits e ficarem com cara de paisagemem 90% do espetáculo. Vi isso acontecer com Eric Clapton, no Pacaembú, Echo and the Bunnymen e Red Hot Chilly Peppers, ambos no Credicard Hall, e de forma estarrecedora no Kiss, em Interlagos. Inicialmente, levei um susto e pensei que o mesmo acontecia em Irvine. Mas como? A barreira da língua não existia. Eram só clássicos. </p>
<p>Foi então que por alguma razão misteriosa, deixei o jornalista de lado e comecei a curtir. Ou melhor, viajar, usando o bom e velho jargão roqueiro. Deixei minha mente se perder pelos arranjos do <strong>Rush </strong>e, minutos depois, quando resolvi olhar ao redor e ver se as pessoas cantavam, notei que todos haviam caído vítimas do mesmo transe que me afetou. Aquela massa de espectadores ouvia cada nota e não precisava cantar, ou berrar, pois o show acontecia no palco e à nossa volta. Era o ato da apreciação musical acontecendo em tempo real. Sem forçar a barra, sem querer bancar o intelectual. Apenas um bando de gente apaixonada por aquelas canções.</p>
<p>Claro que nesse clima de catarse coletiva, não demorou muito para a marola começar. </p>
<p>E mais uma constatação curiosíssima me chocou: a galera viaja, mesmo, com Rush; logo, a erva se faz presente de forma contundente nos shows do grupo. Viajo nas letras, piro nos arranjos e a mistura desses elementos é razão suficiente para curtir a viagem, mas muita gente não pensa assim. Cada um na sua.</p>
<p>O <strong>Rush </strong>tocou por quase duas horas! Duas horas! Até que Geedy Lee, depois de terminar <em>Subdivisions</em>, agradeceu ao público e, sabendo ter apoio total, brincou: &#8220;Vamos fazer uma pausa por causa de nossa idade avançada&#8221;. Foi a chance dos velhinhos canadenses descansaram e, pela primeira vez, eu tentar assimilar a jamanta interminável que havia me atropelado. </p>
<p>Se alguém precisa de uma definição para &#8220;show de rock&#8217;n roll progressivo&#8221; de uma banda ainda em operação, é só presenciar o trabalho desses caras. É uma enchurrada de construções brilhantes, solos aprimorados ao longo dos anos e as melhores letras do gênero. Longe das parábolas alucinógenas do Pink Floyd e bem perto do lirismo do Yes, <strong>Rush </strong>é uma banja engajada com algo maior que as bandinhas de nicho. Seu engajamento é com a Humanidade, com uma raça mais consciente e pé no chão, com gente que pensa, mas sem exigir ou agredir. A oferta está na mesa, aceita quem quer. Pratica quem entende.</p>
<p>Nesse primeiro set de doze músicas [veja o set list completo no final da matéria], chamo atenção para <em>Faithless</em>, que me levou à loucura. Conhecia a música, mas a versão de estúdio não me atraiu tanto. Mudei de opinião depois de ouvir ao vivo. Que espetáculo. Por alguma razão, eles estavam inspirados naquela noite e depois de procurar outras versões ao vivo, nenhuma chegou perto da execução em Irvine. Simplesmente brilhante.</p>
<p>E quando um dos melhores momentos não é um dos maiores clássicos é que se entende o grau de complexidade e relevância do <strong>Rush</strong>, uma banda comprometida com sua música e seus efeitos. Mesmo depois de tanto tempo na estrada, ainda há muita paixão naquele trio, uma espécie de relação simbiótica entre canção e artista, na qual um lado alimenta o outro deixando o público de queixo caído.</p>
<p>Eles voltaram do intervalo botando a casa abaixo com <em>Tom Sawyer</em>. Aí todo mundo berrou e perdeu a noção. Eu só conseguia sorrir de felicidade. O fantasma do MacGyver finalmente foi exorcizado. A memória da versão de estúdio deixou de ser única. E um dos maiores hinos do rock&#8217;n roll invadiu minha mente sem dó nem piedade. Entretanto, não imaginava que algo ali ainda conseguiria estraçalhar com meus parâmetros roqueiros. Bem, era o Rush, tudo podia acontecer.</p>
<p>E aconteceu. </p>
<p>Depois de <em>Red Barchetta</em>, <em>YYZ</em>, <em>Limelight</em>, <em>Caravan</em>, <em>The Camera Eye </em>e <em>Witch Hunt</em> (escrever os nomes já parece set list dos sonhos, mas enfim) veio um momento mágico. Ou melhor, um momento de elevação musical. Algo que atualmente reside no topo da minha lista de acontecimentos históricos: o solo de bateria de Neal Peart. Já vi Lars Ulrick, já vi Peter Criss, já vi Scott Columbus, já vi Chad Smith, já vi e entrevistei Eric Kretz, mas eles que me desculpem. Peart é fenomenal quando domina o palco, e nossas mentes, por 7 minutos. Solos podem ser chatos e repetitivos, seja qual for o instrumento. Esse solo é simplesmente uma obra-prima. Parece uma big band tocando tamanha a complexidade e grandiosidade da composição. Claro que usa alguns recursos para enriquecer a performance, mas isso não diminui seu efeito. Simplesmente brilhante.</p>
<p>Daí para a frente eles não tiraram o pé e foi uma porrada atrás da outra. Logo na seqüência emendaram com uma versão bastante diferenciada para <em>Closer to the Heart</em>, com uma pegada meio reague no começo e o estilão Rush da metade para o final.  Inspiradora ao extremo. A viagem no tempo tomou forma real quando as duas partes de 2012 levaram o público &#8211; já devidamente entorpecido &#8211; até Júpiter numa ode à boa música de um futuro que poderia ser, mas só existe nessas mentes vanguardistas.</p>
<p>Mais de três horas depois, embora o <strong>Rush </strong>continuasse brilhando sem sinais de cansaço e o público não arredasse o pé, era hora de fechar as cortinas e o golpe de misericórdia foi <em>Far Cry</em>, muito mais poderosa e incisiva ao vivo. Há músicas que nasceram para a execução ao vivo e essa é uma delas. A barulheira das caixas de som ajuda um bocado, sem bem que aquela sensação de agradecimento ao trio também ajudou a apreciar cada segundo como se o mundo fosse explodir quando eles dissessem boa noite.</p>
<p>Eles ainda voltaram para um bis com<em> La Villa Strangiato</em> e <em>Working Man</em>, afinal de contas, nada mais justo do que lembrar a todos que eles trabalharam duro nesses últimos 30 anos e, de forma inesquecível, nas últimas três horas.</p>
<p>Não tocaram <em>The Trees</em>, que é minha canção favorita. Mas tudo bem. Saí do lugar em êstase, especialmente depois do divertidíssimo vídeo de encerramento com Paul Rudd e Jason Segel levando suas piadas do filme <strong>I Love You, Man </strong>para os bastidores do show, dando um ar hollywoodiano a um show já digno das estrelas.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rush-irvine-04.jpg" alt="" title="rush-irvine-04" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6632" /></p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rush-irvine-03.jpg" alt="" title="rush-irvine-03" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6631" /></p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rush-irvine-02-577x580.jpg" alt="" title="rush-irvine-02" width="577" height="580" class="aligncenter size-large wp-image-6630" /></p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rush-irvine.jpg" alt="" title="rush-irvine" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6629" /></p>
<p>Set List:<br />
The Spirit Of Radio<br />
Time Stand Still<br />
Presto<br />
Stick It Out<br />
Workin&#8217; Them Angels<br />
Leave That Thing Alone<br />
Faithless<br />
BU2B<br />
Freewill<br />
Marathon<br />
Subdivisions </p>
<p>[Intervalo]<br />
Tom Sawyer<br />
Red Barchetta<br />
YYZ<br />
Limelight<br />
The Camera Eye<br />
Witch Hunt<br />
Vital Signs<br />
Caravan<br />
Drum Solo<br />
Closer To The Heart<br />
2112 Part I: Overture<br />
2112 Part II: The Temples Of Syrinx<br />
Far Cry </p>
<p>[Bis]<br />
La Villa Strangiato<br />
Working Man </p>
<p>Você foi ao show? Compartilhe suas impressões! Esse espaço é seu, Rushmaníaco! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p></p>

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		<title>[Rush] A Máquina do Tempo Canadense</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/especial-rush-conceito/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 00:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Rush]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[Time Machine é um convite deste trio de nerds talentosos para seus fãs mergulhares de cabeça numa aventura temporal com suas músicas! por Leonardo “Ock-Tock” Paiva, jornalista profissional, músico amador, apresentador do podcast Máquina do Tempo e rushmaníaco em tempo integral. Especial para o SOS Hollywood. Oito anos após sua primeira e, até então, única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/003.jpg" alt="" title="003" width="580" height="387" class="aligncenter size-full wp-image-6611" /></p>
<blockquote><p><strong>Time Machine</strong> é um convite deste trio de nerds talentosos para seus fãs mergulhares de cabeça numa aventura temporal com suas músicas!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Leonardo “Ock-Tock” Paiva, jornalista profissional, músico amador, apresentador do podcast <strong><a href="http://www.maquinadotempo.blog.br">Máquina do Tempo</a> </strong>e rushmaníaco em tempo integral. Especial para o SOS Hollywood.</font></em></p>
<p>Oito anos após sua primeira e, até então, única visita pelo Brasil, o trio canadense Rush pisará novamente em solo tupiniquim, dessa vez, para apresentar a turnê<strong> Time Machine</strong> nos dias 08/10 no Morumbi (SP) e 10/10 na Sapucaí (RJ). A tour não promove nenhum lançamento do grupo – se muito, eles antecipam duas músicas que estarão no CD <em>Clockwork Angels</em>, previsto para ser lançado apenas em 2011 &#8211; mas não é por causa de BU2B e Caravan (pré-lançadas através da Internet) que suas apresentações têm lotado estádios.</p>
<p><strong>Time Machine</strong> é mais do que um show de uma banda de rock: é um convite que este trio de talentosos nerds faz aos seus fãs para mergulhar de cabeça em uma aventura pelo tempo através de suas músicas. Nada de DeLoreans voadores ou cabines telefônicas desta vez: o cenário decorado com tema steampunk nos faz sentir dentro da clássica máquina do tempo de H.G. Wells com seus diversos tons de cobre, amplificadores que parecem rádios valvulados e uma bateria com ferragens e engrenagens que encheriam o viajante temporal de Herbert George de orgulho.</p>
<p>Nas palavras do baterista e letrista Neil Peart, trata-se do “futuro como deveria ter sido” – um futuro hipotético que vemos e nos deslumbramos nas telas do cinema e também nos significados de suas canções. Ainda mais na turnê <strong>Time Machine</strong>, onde Peart, Geddy Lee (baixo, teclado e voz) e Alex Liefison (guitarra) tocam o seu trabalho de maior sucesso na íntegra, Moving Pictures, o disco mais cinematográfico da banda.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/movingpictures_frente.jpg" alt="" title="movingpictures_frente" width="580" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-6619" /></p>
<p>A escolha deste título de inúmeros significados para o LP de 1981 que é cultuado até hoje foi proposital: a expressão “moving pictures” pode ser interpretada ao pé da letra como “movendo pinturas”, como bem mostra a capa da obra, retratando uma equipe de mudança levando embora quadros diversos enquanto uma família chora emocionada pela perda de suas gravuras – tudo isso em um cenário montado bem em frente ao Prédio da Legislatura de Ontário, no Queen’s Park. Na contracapa do disco, descobrimos que tudo não passa de um grande set de filmagem, revelando que tudo não passa da gravação de uma cena das “pinturas em movimento” &#8211; lembrando também que “moving pictures” também pode ser uma gíria para, simplesmente, “cinema”. Com tais informações, sua mente pode viajar muito longe ao inventar (descobrir?) inúmeros significados ocultos no encarte da obra.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.soshollywood.com.br/rush-cobertura-time-machine/">Leia Crítica Exclusiva do Show, por Fábio M. Barreto</a></p></blockquote>
<p>E que roteiro fantástico este disco-filme nos apresenta: ele já começa apresentando de forma marcante o personagem principal, <em>Tom Sawyer</em>, que não gosta de ser confundido com seu homônimo das obras de Mark Twain, apesar de suas leves semelhanças. O guerreiro dos dias modernos é reservado e muitas vezes confundido como arrogante, mas possui um grande amor pelo mundo e pela liberdade. Mesmo que as músicas não sejam co-ligadas como em muitas obras de bandas progressivas, podemos imaginar este mesmo personagem em todas elas como, por exemplo, na futurista <em>Red Barchetta</em>, claramente inspirada no conto <em>A Nice Morning Drive</em>, sobre um fazendeiro que, numa época em que a “lei dos motores” é clara sobre ser proibido o uso de veículos de motor à combustão, mantém uma Ferrari Barchetta vermelha em seu celeiro e desobedece as regras levando seu sobrinho adolescente para correr nas velhas estradas.</p>
<p>A instrumental <em>YYZ </em>é a trilha sonora perfeita para uma emocionante cena de perseguição de carros, ou melhor, para uma épica batalha aérea, visto que sua marcante introdução é o código Morse das letras que formam seu título. O significado remete ao código IATA de aeroportos – nesse código, cada aeroporto do mundo é representado por três letras; “YYZ” representa o aeroporto de Toronto. Em <em>Limelight</em>, chegamos ao momento introspectivo e filosófico da história, onde nosso herói se sente desconfortável diante dos holofotes, do sucesso e da atenção obtida por seu repentino sucesso e conquistas. Uma mensagem otimista e muito útil para os dias de hoje é deixada aqui: não deixe o sucesso subir sua cabeça, pois tão depressa quanto ele te eleva, também vai te derrubar. Afinal, se o mundo inteiro é um palco e todos nós somos meros músicos, estamos todos sob a luz da mesma ribalta.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/001.jpg" alt="" title="001" width="580" height="874" class="aligncenter size-full wp-image-6616" /></p>
<p><em>The Camera Eye</em> é um daqueles momentos de contemplação do filme-disco, daqueles que os efeitos especiais com direito a 3D e tudo fazem valer seu preço no orçamento. Na tentativa da banda de captar, em forma de música, as diferentes energias, características e culturas de duas das maiores metrópoles do mundo, Nova Iorque e Londres, conseguimos imaginar claramente a criação de uma terceira megalópole, uma junção dessas cidades e muitas outras dentro de um cenário em constante movimento (será que&#8230; ?). Tudo isso registrado pelos olhos deslumbrados de nosso personagem que começa a enxergar o lado bom de suas conquistas: grande é o esforço, mas o mundo é seu prêmio. É fácil sentir-se um Super-Homem nessa situação, ainda mais quando o início da canção usa, como sons de ruas, buzinas e rotina movimentada da selva de concreto, alguns minutos do filme do homem de aço, quando o tímido Clark Kent dirige-se ao Planeta Diário.</p>
<p>O filme vai chegando ao fim com <em>Witch Hunt</em>, trazendo a esperada queda de nosso herói. Inspirada na caça às bruxas de Salem, episódio retratado no filme dirigido por Nicholas Hytner em 1996, a música fala de preconceito, perseguição, acusações e julgamentos injustos, situações que o protagonista pode muito bem viver para causar sua derrocada ao fundo do poço. A lição é aprendida, o glamour do mundo dissipa-se de seus olhos e a verdade é revelada: uma verdade mecânica, onde máquina e homem vivem em uma relação de dependência, criada pelas imposições de ambos. Essa é a sensação que<em> Vital Signs</em>, a última música do disco, nos deixa. Com um gosto de “to be continued”, a obra deixa clara de que todos temos que reverter nossas polaridades, sermos persistentes em deixar a ficção e arrastar o sonho para a existência.</p>
<p>O filme pode chegar ao fim com uma revelação e uma mensagem, mas a história continua por, pelo menos, mais 30 anos de carreira do trio canadense e vai ficando cada vez melhor. É por isso que os fãs de cinema, literatura e ficção em geral estão mais que intimados a comparecer na Apoteose ou no Morumbi e embarcar nesta viagem fantástica. Uma viagem musical que encantará seus ouvidos e seus olhos. Todos a bordo!</p>

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		<title>Novo Trailer para “Avatar” em DVD e BD!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 18:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
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		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fox ACABOU de publicar um novo trailer mostrando várias cenas inéditas e making ofs que estarão nas versões em DVD e Blu-Ray de Avatar, que será lançado no dia 16 de novembro. Agora a coisa é séria e quem gastou dinheiro com aquela versão caça-níqueis vai morder os cotovelos! Pelo nível de qualidade desse [...]]]></description>
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<p><a href="http://amzn.to/9bY2Pd"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/avatar_neitiry-580x325.jpg" alt="" title="avatar" width="580" height="325" class="aligncenter size-large wp-image-6594" /></a></p>
<p>A Fox ACABOU de publicar um novo trailer mostrando várias cenas inéditas e making ofs que estarão nas versões em DVD e Blu-Ray de <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar">Avatar</a>, que será lançado no dia 16 de novembro. Agora a coisa é séria e quem gastou dinheiro com aquela versão caça-níqueis vai morder os cotovelos! Pelo nível de qualidade desse vídeo, podemos esperar uma das melhores edições da história, com direito a começo alternativo! Bom, chega de falar e assista! ACHO que é primeira mão! YAY!</p>
<p><center><object width="580" height="351"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nTtBXpw8db4?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nTtBXpw8db4?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="351"></embed></object></center></p>

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		<title>[Literatura] Jedi Path: A saga do “Livro Perdido”</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 18:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra nas Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Jedi Path]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que um review do Jedi Path, o primeiro em português, aliás, vou contar a SAGA desde a compra até a abertura do pacote mais alucinado que a Lucas inventou até hoje! por Fernando &#8220;The Jedi Master&#8221; Dias Netto, especial para o SOS Hollywood Lembro que assim que acessei a internet pela primeira vez, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://amzn.to/brINnX"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/jedipath.jpg" alt="" title="jedipath" width="580" height="295" class="aligncenter size-full wp-image-6550" /></a></p>
<blockquote><p>Mais do que um review do <strong>Jedi Path,</strong> o primeiro em português, aliás, vou contar a SAGA desde a compra até a abertura do pacote mais alucinado que a Lucas inventou até hoje!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fernando &#8220;The Jedi Master&#8221; Dias Netto, especial para o SOS Hollywood</font></em></p>
<p>Lembro que assim que acessei a internet pela primeira vez, a PRIMEIRÍSSIMA COISA que fiz foi procurar sobre &#8220;Star Wars&#8221;. Acho que isso já mostra um pouco o quanto eu &#8220;gosto&#8221; deste universo! Há muito tempo, numa galáxia muito distante acesso diariamente o site oficial de <a href=http://www.starwars.com/ target=_blank>Star Wars</a>, e numa bela tarde de Julho, mais especificamente 18 de julho de 2010, entro no site e me deparo com uma noticia sobre &#8220;<a href=http://www.starwars.com/vault/books/jedipath/index.html target=_blank>The Jedi Path</a>&#8220;!!</p>
<p>Sabe quando uma criança recebe o &#8220;<a href=http://www.youtube.com/watch?v=pFlcqWQVVuU target=_blank>tão sonhado presente do Papai Noel</a>&#8220;? Então, foi quase assim que fiquei quando vi do que se tratava o tal &#8220;Jedi Path&#8221;. =)</p>
<p>Acho que não fiquei tão ansioso com algo, desde quando comprei uma estatueta <a href=http://www.mwctoys.com/REVIEW_122408a.htm target=_blank>Kotobukiya especial de 30 anos de Star Wars</a>, com o <a href=http://www.kotous.com/artfx-statue/luke-vs-vader/ target=_blank>Luke e o Vader conceituais</a>.</p>
<p>Bem, como era de se esperar, comprei na pré-venda da <a href="http://amzn.to/brINnX">Amazon </a>no MESMO DIA (aliás, mal li o texto no site oficial e já comprei). Isto porque eu já não gosto de compras caras no exterior, por conta dos impostos brasileiros toda vez que algo para na alfândega.</p>
<p>Passaram os dias, e o desespero aumentava.<br />
Final de ano no Brasil, sempre é complicado para todos que importam, pois vem tanta coisa do exterior (principalmente por conta do Natal e ferias), que há um risco maior de extravio das encomendas (por isso eu evito compras após outubro). Com isto, resolvi mudar o frete: inicialmente tinha colocado o mais demorado (uns 20 a 30 dias uteis), então mudei para o mais rápido (2 a 3 dias, com número de rastreio).</p>
<p>O dia do envio se aproximava. No site da Amazon, dizia que o Jedi Path seria lançado no dia 28 de setembro. Na tarde do dia 27, entrei no site, e penso em mudar novamente o frete para o &#8220;tempo médio&#8221; (afinal, não queria gastar muito também, né).</p>
<p>ENTÃO LEVEI UM SUSTO!!!! O pacote já havia sido enviado!</p>
<p>Faço meus cálculos: O Jedi Path saiu de Nevada meio dia -> Iria pra alguma outra cidade ainda, para &#8220;pegar o avião&#8221; -> chegaria em Sampa -> e logo em minhas mãos. Portanto, se tudo corresse bem, me entregariam essa pérola em até 4 dias, na pior das hipóteses.</p>
<p>Mas é claro que, à partir do dia 27, eu fiquei acessando o site da Amazon de 5 em 5 minutos para ver se já chegou em casa!! =P</p>
<p>A viagem foi a seguinte: Sparks, NV -> San Francisco, CA -> (conexão no dia 28) Cincinnati, OH -> Miami, FL.<br />
Ficou parado em Miami um tempinho até o próximo vôo, e então chegou no Brasil no dia 29 de manhã. Saiu da alfândega no inicio da tarde, e até a noite já estava tudo certo e ele chegou.</p>
<p><center>Veja o vídeo:<br />
</center></p>
<p>Agora a melhor parte:<br />
Qual o conteúdo desse <a href=http://starwars.wikia.com/wiki/The_Jedi_Path:_A_Manual_for_Students_of_the_Force target=_blank>ali dentro</a>?</p>
<p>- Uma carta explicando como este livro passou de mão em mão;<br />
- Uma <a href=http://starwars.wikia.com/wiki/Padawan_braid target=_blank>trança</a> de um Padawan;<br />
- Uma Moeda (<a href=http://starwars.wikia.com/wiki/Jedi_Credit target=_blank>Um Medalhão de Jedi</a>, tipo um pingente);<br />
- Um Patch de tecido, com um símbolo de um Jedi Starfighter;<br />
- Um pôster (queimado) com o <a href=http://starwars.wikia.com/wiki/Jedi_Code target=_blank>Código Jedi</a><br />
- Um mapa do <a href=http://starwars.wikia.com/wiki/Jedi_Temple target=_blank>Templo Jedi</a><br />
- Um guardanapo (sim.. um simples guardanapo), do <a href=http://starwars.wikia.com/wiki/Dex%27s_Diner tarhet=_blank>restaurante do Dex</a>, manchado de café (?), com um rascunho da construção de um sabre de luz;<br />
- Uma nota do Luke, explicando que umas folhas do manual (sobre o &#8220;Escolhido&#8221;) foram arrancadas por algum Sith.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/jedipath_img.jpg" alt="" title="jedipath_img" width="580" height="595" class="aligncenter size-full wp-image-6585" /></p>
<p>A caixa em si, é outro show a parte! Aliás, é o SHOW PRINCIPAL!!<br />
Como já visto em MUITOS vídeos por aí, ela abre, acende, faz barulho&#8230; e só não faz café!<br />
Interessante são todas as instruções que vieram, de como &#8220;manusear&#8221; o produto. Isso me lembra histórias de pessoas que processam as empresas nos EUA, porque no manual do micro-ondas não estava escrito que não podia lavar o gato na lava-louças.</p>
<p>Agora, sobre o livro THE JEDI PATH:<br />
É muito interessante o fato deste manual ter sido escrito por vários mestres jedi, e ter passado de &#8220;mão em mão&#8221;, e alguns Jedi, como Yoda, Dooku, Qui-Gon, Obi-Wan, Anakin, entre outros, terem deixado anotações em todo manual, marcando coisas importantes, ou até mesmo escondendo algo (como o caso das páginas rasgadas).</p>
<p>O livro foi feito para mostrar muitas coisas novas (como naves, criaturas e personagens), e para explicar a fundo sobre o treinamento Jedi.</p>
<p>Capa de couro, folhas que parecem serem rústicas (olhando de lado, elas não são simétricas), anotações feitas por cada um dos &#8220;donos&#8221; anteriores. Cada detalhe do livro é uma surpresa e alegria!</p>
<p>Poderia falar sobre os mínimos detalhes do livro, mas estragaria a graça de quem vai ler. E ele merece ser lido!! Garanto uma experiência única!</p>
<p>Esta é uma peça obrigatória, para colecionadores e fãs do universo de Guerra nas Estrelas. Alias, a própria caixa do <strong>Jedi Path</strong> é de encher os olhos.</p>
<p><a href="<a href="http://amzn.to/brINnX">&#8220;>COMPRE AQUI!</a></p>
<p>Veja as fotos da abertura da caixa:<br />

<a href='http://www.soshollywood.com.br/jedi-path/jedipath/' title='jedipath'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/jedipath-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="jedipath" title="jedipath" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/jedi-path/attachment/30092010059/' title='30092010059'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/30092010059-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="30092010059" title="30092010059" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/jedi-path/attachment/30092010060/' title='30092010060'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/30092010060-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="30092010060" title="30092010060" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/jedi-path/attachment/30092010061/' title='30092010061'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/30092010061-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="30092010061" title="30092010061" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/jedi-path/attachment/30092010062/' title='30092010062'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/30092010062-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="30092010062" title="30092010062" /></a>
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</p>

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Mais do que um review do Jedi Path, o primeiro em português, aliás, vou contar a SAGA desde a compra até a abertura do pacote mais alucinado que a Lucas inventou até hoje!
por Fernando &#8220;The Jedi Master&#8221; Dias Netto, especial para o SOS H[...]</itunes:subtitle>
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Mais do que um review do Jedi Path, o primeiro em português, aliás, vou contar a SAGA desde a compra até a abertura do pacote mais alucinado que a Lucas inventou até hoje!
por Fernando &#8220;The Jedi Master&#8221; Dias Netto, especial para o SOS Hollywood
Lembro que assim que acessei a internet pela primeira vez, a PRIMEIRÍSSIMA COISA que fiz foi procurar sobre &#8220;Star Wars&#8221;. Acho que isso já mostra um pouco o quanto eu &#8220;gosto&#8221; deste universo! Há muito tempo, numa galáxia muito distante acesso diariamente o site oficial de Star Wars, e numa bela tarde de Julho, mais especificamente 18 de julho de 2010, entro no site e me deparo com uma noticia sobre &#8220;The Jedi Path&#8220;!!
Sabe quando uma criança recebe o &#8220;tão sonhado presente do Papai Noel&#8220;? Então, foi quase assim que fiquei quando vi do que se tratava o tal &#8220;Jedi Path&#8221;. =)
Acho que não fiquei tão ansioso com algo, desde quando comprei uma estatueta Kotobukiya especial de 30 anos de Star Wars, com o Luke e o Vader conceituais.
Bem, como era de se esperar, comprei na pré-venda da Amazon no MESMO DIA (aliás, mal li o texto no site oficial e já comprei). Isto porque eu já não gosto de compras caras no exterior, por conta dos impostos brasileiros toda vez que algo para na alfândega.
Passaram os dias, e o desespero aumentava.
Final de ano no Brasil, sempre é complicado para todos que importam, pois vem tanta coisa do exterior (principalmente por conta do Natal e ferias), que há um risco maior de extravio das encomendas (por isso eu evito compras após outubro). Com isto, resolvi mudar o frete: inicialmente tinha colocado o mais demorado (uns 20 a 30 dias uteis), então mudei para o mais rápido (2 a 3 dias, com número de rastreio).
O dia do envio se aproximava. No site da Amazon, dizia que o Jedi Path seria lançado no dia 28 de setembro. Na tarde do dia 27, entrei no site, e penso em mudar novamente o frete para o &#8220;tempo médio&#8221; (afinal, não queria gastar muito também, né).
ENTÃO LEVEI UM SUSTO!!!! O pacote já havia sido enviado!
Faço meus cálculos: O Jedi Path saiu de Nevada meio dia -&#62; Iria pra alguma outra cidade ainda, para &#8220;pegar o avião&#8221; -&#62; chegaria em Sampa -&#62; e logo em minhas mãos. Portanto, se tudo corresse bem, me entregariam essa pérola em até 4 dias, na pior das hipóteses.
Mas é claro que, à partir do dia 27, eu fiquei acessando o site da Amazon de 5 em 5 minutos para ver se já chegou em casa!! =P
A viagem foi a seguinte: Sparks, NV -&#62; San Francisco, CA -&#62; (conexão no dia 28) Cincinnati, OH -&#62; Miami, FL.
Ficou parado em Miami um tempinho até o próximo vôo, e então chegou no Brasil no dia 29 de manhã. Saiu da alfândega no inicio da tarde, e até a noite já estava tudo certo e ele chegou.
Veja o vídeo:

Agora a melhor parte:
Qual o conteúdo desse ali dentro?
- Uma carta explicando como este livro passou de mão em mão;
- Uma trança de um Padawan;
- Uma Moeda (Um Medalhão de Jedi, tipo um pingente);
- Um Patch de tecido, com um símbolo de um Jedi Starfighter;
- Um pôster (queimado) com o Código Jedi
- Um mapa do Templo Jedi
- Um guardanapo (sim.. um simples guardanapo), do restaurante do Dex, manchado de café (?), com um rascunho da construção de um sabre de luz;
- Uma nota do Luke, explicando que umas folhas do manual (sobre o &#8220;Escolhido&#8221;) foram arrancadas por algum Sith.

A caixa em si, é outro show a parte! Aliás, é o SHOW PRINCIPAL!!
Como já visto em MUITOS vídeos por aí, ela abre, acende, faz barulho&#8230; e só não faz café!
Interessante são todas as instruções que vieram, de como &#8220;manusear&#8221; o produto. Isso me lembra histórias de pessoas que processam as empresas nos EUA, porque no manual do micro-ondas não estava escrito que não podia lavar o gato na lava-louças.
Agora, sobre o livro THE JEDI PATH:
É muito interessante o fato deste manual ter sido escrito por vários mestres jedi, e ter passado de &#8220;mão em mão&#8221;, e alguns Jedi, como [...]</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Literatura</itunes:keywords>
		<itunes:author>Fabio M. Barreto</itunes:author>
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		<title>Joaquin Phoenix: Mais Estranho que a Ficção</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/joaquin-phoenix/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/joaquin-phoenix/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 06:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Casey Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[I'm Still Here]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquin Phoenix]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pegadinha, um estudo sobre a mídia e as celebridades, ou apenas uma performance artística? Chame do que quiser, mas o fato é que “I’m Still Here”, o documentário de Casey Affleck sobre a loucura de Joaquin Phoenix, nada mais é do que uma das ficções mais controversas do ano. No ano de 2008, o [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/6a00d8341c630a53ef0133ed64dab0970b-600wi-580x290.gif" alt="" width="580" height="290" class="aligncenter size-large wp-image-6519" /></p>
<blockquote><p>Uma pegadinha, um estudo sobre a mídia e as celebridades, ou apenas uma performance artística? Chame do que quiser, mas o fato é que “<em>I’m Still Here</em>”, o documentário de Casey Affleck sobre a loucura de Joaquin Phoenix, nada mais é do que uma das ficções mais controversas do ano.</p></blockquote>
<p>No ano de 2008, o ator <strong>Joaquin Phoenix</strong>, indicado duas vezes ao <em>Oscar</em>, surpreendeu a todos quando anunciou que estava se aposentando da carreira de ator. Aproveitando um tapete vermelho, deu essa declaração á um reporte da E!, que tomou um belo susto. O repórter pensou ser uma brincadeira e descontraiu, Phoenix foi duro: “Por que está rindo?”. Depois, em meio a divulgação de seu filme &#8220;Amantes&#8221; no começo de 2009, Joaquin foi barbudo e de óculos escuro ao programa de <strong>David Letterman</strong> e concedeu uma das entrevistas mais bizarras do ano, declarando que seguiria a carreira de rapper. Dando respostas sem sentido e se comportando como se estivesse extremamente drogado, o ator virou alvo de comentários e brincadeiras no mundo todo. Parecia que ele havia pirado de vez.</p>
<p>No meio disso, <strong>Casey Affleck</strong>, que é cunhado de Phoenix, anunciou que faria um documentário sobre essa nova fase de Joaquin.</p>
<p>Pronto, a isca estava lançada.</p>
<p>A partir do vexame em rede nacional, Phoenix passou a ser alvo dos tablóides e humoristas. Incluindo <strong>Ben Stiller</strong>, que o imitou durante a entrega do Oscar causando certo desconforto na platéia.</p>
<p>A estréia do documentaria aconteceu esse ano, no Festival de Veneza. Lá todos puderam ver as imagens de Phoenix atravessando os EUA atrás do produtor <strong>P. Diddy</strong>, para convencê-lo a produzir seu primeiro CD, usando vários tipos diferentes de drogas, xingando e maltratando seus assistentes, além de passar por situações tão embaraçosas e degradantes que chegam a ser doloridas de assistir. Após a sessão, começaram a surgir especulações sobre a veracidade dos fatos. </p>
<p>Nas semanas seguintes a discussão continuou acalorada, e nem Affleck nem Phoenix apareceram para dar explicações. A dupla também não compareceu á exibição do filme no Festival de Toronto, realizado no final de setembro. No entanto, Casey mandou uma declaração oficial que foi lida por um dos organizadores do evento antes da exibição, onde lamentava que as pessoas estavam &#8220;tendo a discussão errada&#8221;, pois não se interessaram pelo filme, e sim em saber o que era real e o que não era. </p>
<p>Atacado pela crítica e pela imprensa e tendo sua índole questionada por ter adotado uma postura profissional diante da desgraça do irmão de sua própria esposa, Affleck não teve outra escolha, a não ser revelar o que alguns já desconfiavam: era tudo mentira.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/stillhere1-e1286329552442.jpg" alt="" width="580" height="353" class="aligncenter size-full wp-image-6520" /></p>
<p>A confissão fez com que a discussão sobre o filme saísse dos tablóides e revistas de fofoca e fosse para os cadernos de cultura e colunas de cinema. Afinal, o filme parou de ser tratado apenas um documentário sobre a triste decadência de um ótimo ator, e virou uma arriscada performance artística que durou mais de um ano e meio. Enquanto uns chamavam de genial, outros consideravam uma grande palhaçada.</p>
<p>Em entrevista a <strong>Roger Ebert</strong>, Casey afirmou que a intenção não era enganar os espectadores, mas sim fazê-los vivenciar algo diferente. Ele achava que depois de assistirem ao filme as pessoas entenderiam que se tratava de uma ficção, apenas um filme sobre um ator que resolve abandonar a carreira para tentar algo completamente diferente, falha, e se afunda cada vez mais em sua decadência. Um filme que os espectadores já vinham assistindo a bastante tempo.</p>
<p>Mas, todo este circo era realmente necessário? Sim.</p>
<p>Casey e Joaquin estudaram e calcularam tudo friamente. A tão comentada encenação no programa do desavisado Letterman foi inspirada em outra entrevista polemica, concedida ao mesmo apresentador pelo comediante <strong>Andy Kaufman</strong>, muitos anos antes. Ben Stiller, que além de sua piada no Oscar, também aparece no filme tentando salvar o protagonista do ostracismo, sabia de tudo, assim como a família de ambos. Mas eram os únicos.</p>
<p>Até os donos da distribuidora que bancou o projeto assistiram a tudo pela primeira vez tendo certeza de que era real. E decidiram manter o segredo.</p>
<p>A manipulação da mídia foi parte crucial do projeto, que contava com os comentários maldosos e preocupados &#8211; não só dos grandes veículos, mas também dos pequenos blogs e das pessoas comuns &#8211; para funcionar. Fazer com que ninguém suspeitasse era fundamental e relativamente fácil. A máquina de dinheiro de Hollywood engole, mastiga e cospe ícones descartáveis. A mídia atual está obcecada em vender cada vez mais exemplares com a desgraça alheia estampada na capa. Alvos fáceis para uma dupla de atores inteligentes.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/stillhere2-e1286329664319.jpg" alt="" width="580" height="277" class="aligncenter size-full wp-image-6521" /></p>
<p>Porém, reduzir o filme a uma única lição de moral seria diminuir o excelente e criativo trabalho de Casey e Joaquin. Como diretor disse em sua entrevista, não é sobre o que você aprendeu com o filme, mas sim, o que você se perguntou ao assisti-lo.</p>
<p>Quando questionado do porque de tanta violência e sangue em seus filmes, <strong>Quentin Tarantino</strong> diz que gosta de fazer as pessoas rirem de coisas absurdas e depois se sentirem culpadas por estarem rindo daquilo.</p>
<p>Isso se encaixa na perspectiva de Affleck, que tira o expectador da sua zona de conforto e provoca as mais diferentes reações ao se aproveitar do conhecimento prévio sobre a vida de Joaquin Phoenix e jogá-lo em situações extremamente degradantes e absurdas. Tão absurdas que beiram o cômico.</p>
<p>Em tempos de adaptações em massa e reboots infinitos, o público se desacostumou a projetos ousados e originais. Não que eles não existam, mas o grande público não vai procurá-los. Esse é um dos maiores trunfos de <em>“I’m Still Here”</em>. Se aproveitando da mídia e da fama de Joaquin, eles conseguiram levar o projeto de encontro ao expectador, sem que esse soubesse o que lhe atingiu.</p>
<p>Quando estava em público, Joaquin não saiu de seu personagem uma única vez, se transformando de maneira gradativa e fantástica na persona idealizada pelo roteiro (sim, há um roteiro). Uma atuação multimídia em um projeto vanguardista, um engodo imperceptível aos olhos de Hollywood e as lentes dos paparazzi.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/6064.ByeGood.jpg-550x0.jpg" alt="" width="560" height="291" class="aligncenter size-full wp-image-6522" /></p>
<p>Considerando que no fim tudo não passa de um filme de ficção, por que não afirmar que a atuação de Joaquin Phoenix é digna de Oscar? Infelizmente é difícil acreditar que a Academia levará em consideração esse tipo de projeto. O ditado popular &#8220;se mudar a cor do pasto a vaca morre de fome&#8221; se aplica bem aos princípios empregados pelos membros da Academia, que costumam não celebrar nenhum tipo de performance que não conseguem compreender.</p>
<p>Talvez o Oscar não seja digno da atuação de Joaquin Phoenix.</p>
<p>Se o ator teve que abrir mão de sua vida para abraçar esse personagem por mais de um ano antes do lançamento do filme, quem está tendo problemas em sua vida pessoal pós-lançamento é Affleck. O diretor foi processado por duas mulheres da sua equipe por maus tratos e assédio sexual, e foi obrigado a fazer acordos para não levar o caso adiante. </p>
<p>Para encerrar de vez o assunto e toda a encenação, Casey foi ao programa de <strong>Jay Leno </strong>e mostrou sua frustração com a falta de compreensão das pessoas. Já Joaquin voltou ao programa de Letterman, parecendo mais normal do que nunca e mostrando que, felizmente, ele ainda está aqui. Já Letterman não perdeu a chance de dar o troco: &#8220;Eu não dou a mínima para você&#8221;. </p>

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		<title>Chris Nolan escolhe Zack Snyder! O que esperar?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 03:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[300]]></category>
		<category><![CDATA[Batman]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[Superman]]></category>
		<category><![CDATA[Watchmen]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o fim de Harry Potter, a grande aposta da Warner para os próximos verões são os filmes baseados nos personagens da DC Comics. Em andamento oficialmente, estão Lanterna Verde, que estréia em junho do ano que vem, Batman 3, em julho de 2012, e Superman, que especula-se que deve voltar aos cinemas em dezembro [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6497" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/superman-forever1.jpg" alt="" width="573" height="430" /></p>
<p>Com o fim de Harry Potter, a grande aposta da Warner para os próximos verões são os filmes baseados nos personagens da DC Comics. Em andamento oficialmente, estão Lanterna Verde, que estréia em junho do ano que vem, Batman 3, em julho de 2012, e <strong>Superman</strong>, que especula-se que deve voltar aos cinemas em dezembro de 2012, seis anos após Bryan Singer render sua homenagem a <strong>Richard Donner</strong> em <em>Superman &#8211; O Retorno</em>.</p>
<p>Em meio a um processo judicial envolvendo as famílias de Jerry Siegel e Joe Shuster, criadores do Homem de Aço, cujo acordo determina que o estúdio comece a produzir um filme do personagem até o ano que vem, a primeira pessoa envolvida no novo filme é <strong>Christopher Nolan</strong>. Responsável por redefinir a franquia Batman no cinema com <em>Batman Begins</em> e <em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em> &#8211; a maior bilheteria da história do estúdio -, Nolan é uma espécie de &#8220;padrinho&#8221; do projeto, participando desde como será a nova abordagem do Superman, apresentada por<strong> David Goyer</strong>, chegando a escolha do diretor do filme. Nolan costuma assumir mais de uma função em seus filmes. Com exceção de Insônia, escreveu todos os roteiros de seus projetos e produziu metade deles.</p>
<p>Certamente a Warner confia nas decisões do diretor. <strong>A Origem</strong> é uma grande prova disso, já que o estúdio &#8220;comprou&#8221; a idéia de Nolan, inclusive com um orçamento alto e sem lançar o filme em 3D, fator que nos últimos anos têm influenciado muito nos valores das maiores bilheterias. E a aposta foi certeira: A Origem é, até então, a terceira maior arrecadação do ano mundialmente e a mais bem colocada que não utiliza o 3D.</p>
<p>Mesmo sem dirigir, Nolan deve assumir em Superman a responsabilidade de adaptar, de acordo com as características de cada personagem, o que funcionou com Batman. Se foi necessário recomeçar do zero no caso do Homem Morcego, com o Superman, provavelmente deve-se avaliar se é preciso voltar a Krypton e mostrar como tudo começou, já que a origem do personagem foi muito bem contada em <em>Superman: O Filme</em>, apesar dos mais de 30 anos de lançamento. Ou ainda, recontar sua história no contexto atual, tanto da sociedade em geral, quanto no que funciona no cinema hoje. Afinal, cabia em 1978 o personagem dizer que lutava &#8220;pela paz, justiça e modo de vida americano.&#8221;</p>
<p>Para assumir a direção do filme, especulou-se seis nomes: Duncan  Jones (<em>Lunar</em>), Jonathan Liebesman (<em>O Massacre da Serra Elétrica</em>, os vindouros <em>Battle: Los Angeles</em> e a continuação de <em>Fúria de Titãs</em>),  Matt Reeves (<em>Cloverfield</em> e o remake<em> Let Me In</em>), Tony Scott (<em>Deja Vu</em>,<em>Top Gun</em>, <em>o  Roubo do Trem 123</em>), Darren Aronofsky (<em>Requiem para um Sonho</em>, <em>O Lutador</em>) e, o escolhido, <strong>Zack Snyder</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6496" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/WMD-06905.jpg" alt="" width="576" height="386" /></p>
<p>Snyder tem no currículo a direção de duas adaptações de quadrinhos, que, em alguns  aspectos, foram quase literais: <strong>300</strong> e <strong>Watchmen</strong>, a última considerada por  muitos a melhor HQ de todos os tempos. Em ambas, destaca-se a  fidelidade visual com o material de origem e em algumas situações, até na narrativa dos dois. Porém, aqui surge um desafio ao diretor. Os dois filmes são versões de obras fechadas, cujos protagonistas e suas características pertencem àquele universo, seja a Esparta de Frank Miller ou os EUA de Alan Moore. E Superman, é sinônimo de super heróis, pertence a cultura geral, tem mais de 70 anos de HQs publicadas,  desenhos animados, séries de TV, cinco filmes, entre outros. Portanto, nesse caso, é preciso escolher um recorte de um personagem-ícone a ser abordado. </p>
<p>Possivelmente é na escolha da abordagem que entra a principal função de Nolan, por duas razões: a primeira, pelo projeto ter começado  justamente por ele ter concordado com determinada abordagem que ainda  não sabemos, e a segunda, pela construção do universo da DC nas telonas. Por mais que o diretor negue a intenção de juntar Batman e Superman em um filme, os personagens coexistirão e semelhanças no mundo em que vivem existirão.</p>
<p>Uma das tarefas de Nolan também é atribuir relevância e seriedade a um projeto que já foi engavetado e foi dúvida por alguns anos. Ao lado de diretores como <strong>Peter Jackson</strong> e <strong>James Cameron</strong>, Christopher Nolan é um dos nomes mais relevantes e respeitados do cinema moderno e sua chancela já é um primeiro passo sólido nessa nova jornada do Super-Homem, que, pelo ponto de vista estratégico, é uma das principais propriedades na estratégia da <strong>DC</strong> para combater o franco domínio da <strong>Marvel</strong> no campo cinematográfico.</p>
<p>Há um grande tabuleiro imaginário de xadrez definindo os rumos das gigantes dos quadrinhos no cinema. Um lado já definiu suas peças e, agora, finalmente a concorrência apresenta seus principais jogadores e, sem dúvida, Christopher Nolan é o Rei das peças negras, que até agora só tinha seu Cavaleiro das Trevas. A partida já começou e a DC já precisa correr atrás do prejuízo!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6495" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/batnolan.jpg" alt="" width="580" height="368" /></p>

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		<title>Liberdade de Expressão ou Falta de Noção?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 17:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Liberdade de expressão ou falação sem noção? Quando é possível se expressar em todos os lugares da forma que bem entende, o respeito alheio, ou sua curiosidade, podem estar por um fio. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Gosto de ser surpreendido, e você? Penso assim quando vou ao cinema, quando assisto uma série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/shut_up.jpg" alt="" title="shut_up" width="580" height="363" class="aligncenter size-full wp-image-6484" /></p>
<blockquote><p>Liberdade de expressão ou falação sem noção? Quando é possível se expressar em todos os lugares da forma que bem entende, o respeito alheio, ou sua curiosidade, podem estar por um fio.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Gosto de ser surpreendido, e você? Penso assim quando vou ao cinema, quando assisto uma série ou até mesmo quando dedico algumas horas a um jogo de futebol. Quero aproveitar aquela &#8220;viagem&#8221; e curtir suas surpresinhas e, claro, a grande revelação do final. É com esse intuito que escritores, roteiristas, diretores, atores, jogadores e todos os profissionais do entretenimento se mobilizam para criar um produto, para que um consumidor feliz, e interessado no assunto em questão, resolva gastar um dinheirinho para ser entretido. Bem, foi assim que minha geração aprendeu. Quer boa cultura e diversão, pague por ela. As coisas não são bem assim e, especialmente por muitos metidos a espertinhos consumirem gratuitamente, fica muito mais fácil opinar a respeito só para &#8220;dizer que viu/leu&#8221; primeiro. É uma corrida relativamente inútil, mas com tanta futilidade por aí, é a menos pior (sic). A pessoa resolve escrever no Twitter, postar no Facebook, visitar fóruns, listas, liga para os amigos, manda SMS, manda pombo correio para a mãe e faz de tudo para compartilhar sua opinião. Não é fantástico? É o milagre da liberdade de expressão, a rave falastrona do consumidor moderno, o chamado fórum de idéias, no qual todos querem falar, mas poucos estão dispostos a ouvir.</p>
<p>Tem o lado bom: ainda se consome música, literatura e obras audiovisuais. Fato. Se pagam por isso, ou não, é outra discussão. Mas o ser virtual anda arrumando para sua própria cabeça e, de tabela, estragando o prazer alheio por se sentir livre e protegido pela tal liberdade de expressão para dizer o que quiser. Já vi gente brigando por alguém ter contado o final de <em>O Senhor dos Anéis </em>em listas e fóruns. Ok, estamos falando de um livro com mais de 40 anos de existência, cujo desfecho é um legado cultural e desconhecê-lo fica difícil, especialmente se a pessoa se dispõe a participar de uma comunidade composta por fãs da obra. O assunto vai aparecer mais cedo ou mais tarde, então, ler acaba se tornando condição sine qua non para a boa convivência num meio desse tipo. E perdi a conta das vezes em que presenciei pessoas brigando por alguém ter contado o fim de filme ou mesmo de episódios de séries, afinal, vale o dedo mais rápido no gatilho.. oops, download. No meu caso, vale o lugar onde a pessoa mora. A Costa Leste sempre assiste tudo com 3 horas de antecedência, então é perigoso ficar na internet quando se deseja garantir essas surpresinhas deliciosas que o entretenimento nos propõe.</p>
<p>Com esse pensamento, decidi há semanas que leria o livro <strong>Never Let Me Go</strong>, de Kazuo Ishiguro, cujo filme está em cartaz. Quero ler antes de assistir. Pura opção. Ele foi capa do Los Angeles Times, gerou discussão por ai &#8211; mas não muita, afinal, é nascido no Japão e criado na Inglaterra e, aparentemente, inteligente&#8230; e o internauta americano não é o sujeito mais brilhante da face da terra, convenhamos &#8211; fiquei longe de qualquer leitura relacionada à obra. Fiz isso em alguns casos com sucesso absoluto, como <em>Avatar </em>e <em>A Origem</em>, por exemplo. Só vi os trailers e encarei as obras sem pré-conceitos. Gosto disso, afinal, como disse, gosto de surpresas.</p>
<p>Mas, dessa vez, não será possível. Ontem de tarde, fui à Barnes&#038;Nobles do shopping The Grove, em Beverly Hills, para comprar um livro infantil para Ariel e, por sorte, acabei dando de cara com um exemplar de <strong>Never Let Me Go</strong>, que não estava achando nas livrarias melhores e está com reservas até o final da Copa de 3028 na biblioteca do bairro [e ainda tem gente que reclama de adaptações; faz um bem danado ao livro]. Fiquei empolgado, ainda mais sabendo que não poderia esperar por mais 3 horas para participar de uma Noite de Autógrafos com <strong>Guillermo Del Toro</strong>, que está lançando <em>The Fall</em>. Enfim, uma pena, mas achei o livro.</p>
<p>E era uma versão em paperback, a famosa capa mole. Fui procurar pela hardcover, também conhecida como capa dura, e estava analisando outros títulos quando um ser maligno se aproximou.</p>
<p>Não era uma garota.</p>
<p>Era uma criatura anciã que aterrorizou as noites de H.P. Lovecraft.</p>
<p>Uma entidade que tirou o sono de Del Toro.</p>
<p>Algo saído do purgatório do Hellraiser.</p>
<p>Devia ter percebido e corrido dali, mas a fé nas pessoas foi minha ruína.</p>
<p>Ela chegou, falando com um sujeito que parecia extremamente entediado. Ela não parava de falar.<br />
Tocava num livro, algo estalava em sua mente e começava a discorrer sobre o título, como um hiperlink vocalizado por um programa que usava a voz e a velocidade das personagens de <em>Gilmore Girls</em>.</p>
<p>Devia ter percebido.  Mas não percebi.</p>
<p>Sabia o que aconteceria em seguida. Não havia tempo. Apenas esperei pelo golpe.</p>
<p>Que veio. Ah, e como veio.</p>
<p>Ela chegou. Aplicou seu Toque de Merdas a outra cópia de <strong>Never Let Me Go</strong>.</p>
<p>E Bang: &#8220;ah, esse livro é ótimo! Eles são [insira aqui twist da história] e fizeram um filme sobre&#8230;&#8221;<br />
Confesso que tentei segurar o impulso, mas não deu, e interrompi, em português alienígena: &#8220;P$#$% que pariu!!!!&#8221;</p>
<p>O casal ficou sem ação.</p>
<p>Eu segurava minha cópia. E mostrei para a matraca, que já tinha contado o final de três clássicos, dois do Stephen King e tentado explicar algo do Gaiman, mas não conseguiu, antes de estragar meus planos. Ok, eu já suspeitava do twist, mas queria saber isso do modo como o autor deseja, não assim. A primeira vez tem que acontecer de maneira magnífica, não rapidinho no banco de trás do Fusca, pô!</p>
<p>Ela fez cara de quem não sabia o que estava acontecendo e aí precisei me comunicar na língua daquele ser desprezível: &#8220;Obrigado pelo Maldito Spoiler, senhorita!&#8221;. E apontei para o livro. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/10/shut_up_21.jpg" alt="" title="bla-bla-bla" width="580" height="387" class="aligncenter size-full wp-image-6485" /></p>
<p>Nem toda a vergonha que ela sentiu foi capaz de aplacar minha indignação. Se falar tudo que seu cérebro pensa sem o menor controle já é algo que deveria ser uma abominação, e muita gente pratica esse esporte no Twitter e no Facebook diariamente, fazer isso dentro de uma livraria, ao lado de outras pessoas que estão ali para comprar livros deveria valer uma noite dentro de uma iron maiden. Imagino a cabeça do sujeito que estava com ela: “ok, já não vou comprar nada, por que ela me contou o final de todos os livros, e agora ainda estou passando vergonha”. </p>
<p>O sangue subiu e para não dar com a cópia na cabeça da cidadã, resolvi virar as costas e sair. Fui até o caixa pagar e pude ouvir enquanto ela continuava tentando convencer o sujeito a comprar alguma coisa, mas SEMPRE tentando cativá-lo pelo twist ou pelo final.</p>
<p>Ler é uma experiência complexa, longa e que precisa acontecer na medida certa. Esse tipo de informação reduz o impacto obviamente, mas não com todo mundo. Cada um reage de um jeito. Mas a escolha é pessoal e intransferível. Tagarelar num blog ou no Twitter já incomoda demais, em alguns casos, mas achar que isso também pode ser feito ao vivo e a cores é um erro absurdo. A vida não tem filtros; e quem fala demais, invariavelmente, vai falar bobagem. Não podemos confundir liberdade com falta de respeito. </p>
<p>Eu gosto de surpresas, e você?</p>

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		<title>O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 17:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terry Gilliam abre as portas para O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus no coração de Hollywood, emociona e faz valer sua inestimável colaboração para o cinema fantástico mundial. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles As luzes do Chinese Theatre atraiam as atenções de turistas e convidados naquela noite de sexta-feira. Entretanto, nem sinal do [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/6/21863373/blu-ray+o+mundo+imaginario+do+dr.+parnassus/?franq=273879"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/parnassus_01.jpg" alt="" title="parnassus_01" width="580" height="441" class="aligncenter size-full wp-image-6472" /></a></p>
<blockquote><p>Terry Gilliam abre as portas para <strong>O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus</strong> no coração de Hollywood, emociona e faz valer sua inestimável colaboração para o cinema fantástico mundial.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>As luzes do Chinese Theatre atraiam as atenções de turistas e convidados naquela noite de sexta-feira. Entretanto, nem sinal do tradicional e longo tapete vermelho de estrelas concedendo entrevistas, em vez disso, um trajeto curto e respeitoso com os nomes, assinaturas e impressões cravados pela eternidade na calçada de Sid Grauman. O clima era de gala, mas a estrela da noite não pisaria no veludo. A noite de abertura do Festival de Cinema do American Film Institute (AFI Film Festival) celebrava uma composição única e impossível de se repetir: a mistura entre o surrealismo de <strong>Terry Gilliam</strong>; a última interpretação de Heath Ledger; e o resultado disso tudo, <strong>O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus</strong> (The Imaginarium of Doctor Parnassus). E a casa estava cheia.</p>
<p>Os 1162 lugares do Chinese Theatre estavam tomados e a expectativa era latente entre os presentes; muitos deles acreditavam estar preparados para a projeção. Enganaram-se. É impossível antecipar a criatividade de Terry Gilliam que, antes do início da maior de suas premières, foi ao palco. Estava sobrecarregado com tamanha reação, mas sabia que Heath Ledger era o maior atrativo para boa parte dos espectadores. Reverenciou o jovem talento, compartilhou o momento de maior perda – quando soube do falecimento, jogou-se no chão e pensou “o filme acabou” – responsabilizou a filha, Amy Gilliam, pela continuidade do projeto e trouxe seu elenco, incluindo o brilhante Christopher Plummer, e os produtores para o palco. Foram aplaudidos de pé antes mesmo do início do filme. A felicidade de Gilliam era inigualável. Praticamente um garoto diante de sua primeira bicicleta. Também pudera, não importa quão adorados sejam seus filmes, continua com fama de diretor de filmes inacabados ou projetos arrojados demais.</p>
<p>Não poderia ser diferente com <strong>O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus</strong>. As luzes caem e, tão qual o roteiro do filme, a tela de cinema faz as vezes de portal para um mundo visualmente cru e, ao mesmo tempo, provocativo. Nesse lugar, a magia e a realidade se cruzam numa luta eterna pela pureza, ou eterna danação, das almas. Transformação e aceitação. Sonhos magníficos e desejos medíocres. Luz e sombra. Dualidades e inter-relações presentes na vida do personagem título (Plummer), ainda disposto a pregar a iluminação do pensamento em meio à modernidade caótica e desprovida de alma e objetividade. Parnassus é o Bem corrompido pela frivolidade da modernidade, enquanto Mr. Nick (o demônio de Tom Waits, em brilhante interpretação) passeia e se diverte com a superficialidade humana.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/parnassus_02.jpg" alt="" title="parnassus_02" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6473" /></p>
<p>Heath Ledger surge. O enforcado. Homem morto capaz de retornar à vida. Um presságio de assombro para Parnassus e, enquanto isso, na platéia, o desejo de que a vida imite a arte. A própria tela responde com a negativa, ao trazer Johnny Depp, Jude Law e, por fim, Colin Farrell para substituí-lo. Eles cruzam o espelho, enfrentam sua mortalidade e, inevitavelmente, pagam por seus pecados. Aqui se faz, aqui se paga. Dentro ou fora do espelho. </p>
<p>Essa é a mensagem de Gilliam, que prega o reino da imaginação; a libertação da tecnologia que poda a criatividade infantil e a manutenção da mente moderna; o consumo desenfreado como objetivo de vida. O Imaginário do Dr. Parnassus é visualmente maravilhoso e conceitualmente desafiador. Provoca seu espectador ao retirá-lo da zona de conforto, incentivando – ou não – uma reavaliação pessoal. E é um desafio para o qual dificilmente existem respostas, muito menos as fáceis. </p>
<p>O filme termina. As palmas empolgadas do início não se repetem. Os fiéis permanecem até o último crédito. O clima é de reverência, em vez da sempre exagerada bajulação hollywoodiana. Sair do Chinese reativa o contato com a realidade. A placa de vidro do espelho de Parnassus ficou para trás. Suas idéias acompanham pela caminhada no Hollywood Blvd. Tudo parece diferente, ou melhor, seria diferente caso o diretor da vida real fosse um tal Terry Gilliam. Brilhante no desenho e revolucionário em suas idéias.</p>
<p>A volta para casa comprova, mais uma vez, que o verdadeiro brilho de Hollywood é mais forte quando as luzes se apagam.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/gilliam.jpg" alt="" title="gilliam" width="580" height="385" class="aligncenter size-full wp-image-6471" /></p>
<p><strong>O Mundo Imáginário do Dr. Parnassus </strong>já está disponível em DVD e <a href="http://www.submarino.com.br/produto/6/21863373/blu-ray+o+mundo+imaginario+do+dr.+parnassus/?franq=273879">Blu-Ray</a>.</p>

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		<title>&#8230; Arqueiro Verde e Dean Winchester</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 18:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dei um pulinho em Vancouver há algumas semanas para visitar o set de filmagens de Stargate Universe, que foi uma experiência fabulosa e você vai ficar sabendo nas páginas da Sci-Fi News a partir da edição 150, mas quando estava voltando para Los Angeles, num agradável vôo às 6 da manhã, num sábado, dei de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Arqueiro_Fabio_Dean_site.jpg" alt="" title="Arqueiro_Fabio_Dean_site" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6465" /></p>
<p>Dei um pulinho em Vancouver há algumas semanas para visitar o set de filmagens de <strong>Stargate Universe</strong>, que foi uma experiência fabulosa e você vai ficar sabendo nas páginas da <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a> a partir da edição 150, mas quando estava voltando para Los Angeles, num agradável vôo às 6 da manhã, num sábado, dei de cara com um bando de atores que filmam na cidade voltando para passar o fim de semana com suas famílias. Ashley Tisdale (com pelo menos umas 4 malas Louis Vuitton, haha) e o pessoal de <em>HellCats </em>estava lá, mas resolvi bancar o fã quando vi <strong>Jensen Ackles</strong> e <strong>Justin Hartley,</strong> também conhecidos como Dean Winchester (<a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/supernatural">Supernatural</a>) e Arqueiro Verde (Smallville).</p>
<p>Quando entrevistei <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-jensen-ackles/">Ackles</a>, o ambiente não permitia fotos e respeitei a orientação do estúdio, claro. Mas por ser meu personagem favorito de Supernatural, bateu aquela vontade de registrar o momento. Entretanto, os caras estavam com sono. E eu também. Logo, curti o momento e pensei que renderia até um texto por aqui quando entrei no avião da Alaska Air (apertado para caramba, aliás). Tudo bem, os caras ficaram na primeira classe e eu fui pro fundão. </p>
<p>Mas o destino queria que o fanboy se manifestasse, pois, pouco depois, o piloto avisou que havia um problema e precisariam arrumar alguma coisa sem passageiros presentes. Logo, todo mundo precisou sair. Voltamos à área de espera e, de repente, os dois se sentaram ao meu lado. Bom, não precisa dizer mais, né? Resolvi tirar a foto. Foi divertido. Jensen estava meio grogue ainda. “A essa hora?”, disse, quando pedi a foto. Sou fã mesmo, tirei um barato, disse que também estava com sono e joguei a carta da “esposa”. “Minha esposa vai adorar”, aí rolou. Nisso o Justin ficou sentado, mas logo escalei o sujeito também. “Você também, Arqueiro Verde!”. Ele deu risada e veio tirar a foto.</p>
<p>Os caras foram bacanas. Podiam ter dito não e pronto. Acho legal ver que eles tratam bem os fãs, mesmo às 6 da madrugada, num avião quebrado, depois de uma semana de trabalho pesado em Vancouver.<br />
Pronto, agora já entrevistei e tirei foto com os três Winchesters: <a href="http://www.soshollywood.com.br/watchmen-comediante/">John</a>, <a href="http://www.soshollywood.com.br/jared-padalecki/">Sam </a>e Dean. Fanboy mode off. </p>

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		<title>Ornitóptero: avião movido à força humana!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Ornitóptero]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro avião movido a pedaladas voa por 19 segundos no Canadá! Veja o vídeo! Num mundo cada vez mais carente de verdadeiras novidades, um estudante maluco de engenharia do Canadá resolveu provar o improvável e inventou um avião movido à força humana. É o ornitóptero, basicamente, um planador que bate as asas. O vôo inaugural, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/ornitoptero.jpg" alt="" title="ornitoptero" width="580" height="388" class="aligncenter size-full wp-image-6452" /></p>
<p>Primeiro avião movido a pedaladas voa por 19 segundos no Canadá! Veja o vídeo!</p>
<p>Num mundo cada vez mais carente de verdadeiras novidades, um estudante maluco de engenharia do Canadá resolveu provar o improvável e inventou um avião movido à força humana. É o ornitóptero, basicamente, um planador que bate as asas. O vôo inaugural, que manteve o Snowbird no ar por 19.3 segundos e percorreu uma distância de 145 metros a 25 km/h, aconteceu em 2 de agosto, mas só agora o vídeo começou a aparecer nos noticiários norte-americanos. <a href="http://ornithopter.ca">Todd Reichert</a> é o nome do sujeito, que desenhou, construiu e pilotou o avião.</p>
<p>O Snowbird tem uma envergadura de asa de 32 metros, praticamente o mesmo tamanho de um Boing 737, e funciona a pedaladas. Um sistema de cordas conectado ao pequeno cockpit movimenta as asas e ajudam a aeronave a se manter no ar. Construído com fibra de carbono e com peso de aproximadamente 42 quilos, a invenção não é capaz de levantar vôo por conta própria. Aliás, esse foi o problema encontrado por Da Vinci quando ele desenhou o primeiro ornitóptero humano, que não saiu do lugar por conta de força insuficiente para tirar o veículo do chão.</p>
<p>No caso do Snowbird, uma pickup foi utilizada para puxar a aeronave e permitir seu vôo. </p>
<p>Os norte-americanos tentam, tentam e tentam, mas, mesmo séculos depois, ainda não conseguem ser primeiros a tirar um avião do chão por conta própria. Uma vez catapultado, sempre catapultado. Com ou sem motor. Santos Dumont still rules! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p><center><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ipoLkay4vjM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ipoLkay4vjM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="385"></embed></object></center></p>

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		<title>[Exclusivo] Snyder explica “Xerxes” e Santoro pode retornar!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 18:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[300]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Miller]]></category>
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		<category><![CDATA[Super-Homem]]></category>
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		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>

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		<description><![CDATA[Zack Snyder conta como vai ser o visual de Xerxes e como está o trabalho ao lado de Frank Miller! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Lembra quando o SOS Hollywood anunciou exclusivamente no mundo todo [risada malévola mode on] que uma continuação de 300 seria feita? Pois bem, hoje já se sabe muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/xerxes_santoro.jpg" alt="" title="xerxes_santoro" width="580" height="272" class="aligncenter size-full wp-image-6436" /></p>
<blockquote><p>Zack Snyder conta como vai ser o visual de Xerxes e como está o trabalho ao lado de Frank Miller! </p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Lembra quando o <strong>SOS Hollywood</strong> anunciou exclusivamente no mundo todo [risada malévola mode on] que uma <a href="http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-novo-300-vem-ai/">continuação de <strong>300</strong></a> seria feita? Pois bem, hoje já se sabe muito mais sobre o projeto. Ano passado, Frank Miller me disse que estava começando a rascunhar e que a graphic novel ficaria pronta antes do filme e “tudo a seu tempo”, ou seja, sem correr. Fez bem. Gosto muito de <em>300 </em>em seus dois formatos e, por se tratar de continuação, todo cuidado é pouco. No início dessa semana, tive a oportunidade de conversar com <strong>Zack Snyder</strong>, que lança hoje <strong>A Lenda dos Guardiões</strong>, e ele comentou alguns detalhes do processo de trabalho envolvido em <strong>Xerxes</strong>, título do novo filme, que não é nem prévia nem seqüência, mas sim uma obra historicamente contemporânea à Batalha das Termópilas, mas, dessa vez, numa batalha marítima travada entre as frotas de Atenas e da Pérsia. “Estou bastante ocupado trabalhando num projeto de ficção científica e também lidando com Frank [Miller]; ele me manda algumas páginas e já estou bolando um roteiro”, comentou com exclusividade. “Não estamos escrevendo juntos, mas ele está trabalhando na graphic novel e me manda algumas páginas. Kurt [Johnstad] e eu estamos escrevendo o roteiro, então usamos o material do Frank para já ir imaginando o filme”. </p>
<p>Com todo esse trabalho, o diretor nega qualquer envolvimento com a DC, ou seja, aparentemente, a lista de Christopher Nolan para os 5 eventuais diretores do novo filme do <strong>Super-Homem</strong> [Tony Scott, Matt Reeves, Jonathan Liebesman, Duncan Jones e Snyder] deve ter sido tão surpreendente para ele quanto para o resto do público: “não estou envolvido com nada da DC, por enquanto. Para ser sincero, não conversamos sobre nenhuma parceria e meu tempo anda muito escasso”.</p>
<p>[<strong>Atualização</strong>: Snyder escondeu bem o jogo, pois, em 4 de outubro, foi CONFIRMADO como o diretor do Superman]</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/zack_snyder.jpg" alt="" title="Zack Snyder" width="580" height="361" class="aligncenter size-full wp-image-6437" /></p>
<p>Uma das informações mais interessantes sobre <strong>Xerxes </strong>diz respeito a sua assinatura visual que, assim como 300, vai ser bastante forte e, de acordo com Snyder, seguirá o mesmo estilo gráfico. E também uma esperança para o persa mais brasileiro de todos, Rodrigo Santoro. Perguntei a Snyder se ele manteria tanto estilo quanto o deus-rei, vivido pelo brasileiro. “Vamos manter aquela cara, 100% de certeza (risos). Especialmente por ser o modo como Frank está desenhando o livro. Então, vamos manter tudo como está”, conta, sorrindo quando insisti sobre Santoro. “O mais legal é a batalha do ápice do filme, quando a frota de Atenas enfrenta as forças de Xerxes no combate épico. Vamos ver um monte de triremes batendo umas nas outras, quebrando, pegando fogo, cavalos correndo pelos decks dos navios e lutando conta a nave ao lado, ou seja, a pancadaria vai rolar em movimento, tanto dos soldados quanto dos cenários. É doido!”</p>
<p>Ou seja, se vai manter tudo 100% em termos visuais, as chances de que Santoro ganhe seu primeiro blockbuster como ator principal aumentam gigantescamente. E o fato de não ter negado, já é um bom presságio!</p>
<p>In Snyder I Trust! E você?</p>
<p></p>

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		<title>Lula: (des)Esperança Brasileira no Oscar?</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 00:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Academy Awards]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Anúncio do filme Lula &#8211; O Filho do Brasil como pré-candidato brasileiro ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro surpreende [pouco] e desagrada [muito]. Em meio a tantas teorias envolvendo maquinações políticas e até mesmo conspirações, a reação da imprensa mostra uma certeza aparente: não teremos chances na lista dos 5 candidatos oficiais. E os efeitos [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Lula-filme.jpg" alt="" title="Lula-filme" width="580" height="357" class="aligncenter size-full wp-image-6425" /></p>
<blockquote><p>Anúncio do filme <em>Lula &#8211; O Filho do Brasil</em> como pré-candidato brasileiro ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro surpreende [pouco] e desagrada [muito]. Em meio a tantas teorias envolvendo maquinações políticas e até mesmo conspirações, a reação da imprensa mostra uma certeza aparente: não teremos chances na lista dos 5 candidatos oficiais. E os efeitos podem ser catastróficos.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Esperava não ter que dar atenção a <strong>Lula &#8211; O Filho do Brasil</strong>, do meu homônimo Fábio Barreto (o diretor). Desgosto da idéia de mesclar política eleitoreira com cinema, ou mesmo com qualquer outra mídia. Cada um na sua. Por isso, esse Fábio Barreto paulista (o repórter) procura manter distância do trabalho do Fábio Barreto carioca, que ainda convalesce de seu grave acidente. Entretanto, hoje, a jornada sofrida de Luiz Inácio da Silva rompeu a barreira que me mantinha distante e, ao vincular-se com Hollywood, com pretensões ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, não teve jeito. Assisti ao filme e não é questão de “não ter gostado”. Para deixar claro: é desgosto mesmo. A situação não me agrada e seus resultados também não. De qualquer forma, o destino &#8211; e uma bancada &#8220;independente&#8221; de votantes &#8211; trabalhou para unir, pela primeira vez, os dois Fábios Barreto. </p>
<p>A escolha de <strong>Lula &#8211; O Filho do Brasil</strong> como nosso candidato é, primeiramente, infrutífera, mas potencialmente perigosa. Infrutífera pela inconsistência narrativa, pela sua indecisão sobre ser documentário ou mocumentário, e, acima de tudo, por sua natureza morna. O filme não ofende, tampouco empolga. E colocar tal quadro contra a nata da cinematografia internacional, com seu aprumo visual e técnico, é pedir para perder. É ressuscitar o tal complexo de vira-latas apregoado por Nélson Rodrigues. A decisão é política. Ponto. Contudo, deixarei essa discussão para outros veículos, outras mentes mais capacitadas que a minha em termos de motivações do Planalto.</p>
<p>Dediquei boa parte do dia de hoje à análise dessa obra e a repercussão de sua indicação. A primeira reação é de assombro: ter sido malhado pela crítica nacional e ignorado nas bilheterias deveria ser termômetro suficiente para desqualificá-lo como o representante da indústria brasileira. Nem todo filme sobre Kennedy ou outros presidentes norte-americanos é digno de grandes louros e, infelizmente, este ainda não é o primeiro filme sobre um presidente brasileiro digno de elogios. Alinhamentos políticos, claro, aumentaram ou diminuíram sua receptividade – que, em realidade, deveria ter sido mediana e nada mais. </p>
<p>Vale lembrar que ele foi retirado de uma lista sem grandes destaques, num ano com uma safra bastante fraca. Logo, é possível compreender a facilidade para se confundir duas coisas importantes aqui: o desejo (que se tornou quase paranóico desde que <em>Central do Brasil</em> perdeu para <em>A Vida é Bela</em>) do Brasil em conquistar um Oscar de Filme Estrangeiro, e a idolatria &#8211; ou seria imaginário? &#8211; deslocada atribuída ao presidente em fim de mandato.</p>
<p>No Brasil não se vota em plataforma. Muito menos, em partidos. Vota-se no sujeito. Lula transformou-se no Camisa 10, o sujeito que poderia mudar. Mudou no cinema, pois motivou o primeiro filme biográfico de grande escala sobre um presidente. Os americanos fazem desses às dúzias, os ingleses também – seja sobre seus primeiros-ministros, seja sobre a família real &#8211; e foi preciso um fenômeno popular, construído ao longo de praticamente 40 anos, para motivar a realização de uma película desse estilo. </p>
<p>Por que as comparações entre Lula e Kennedy, o grande mito presidencial de Hollywood? Americanos e brasileiros? Bem, o Oscar acontece a 10 quarteirões da minha casa e a jornada do migrante Luiz Inácio será vista pelos americanos. Em outras palavras, o filme estará entrando no terreno deles. Idolatrar, ou destruir, presidentes é algo que Hollywood faz com o pé nas costas há muito tempo, talvez um tempo maior do que o dedicado por Lula ao seu sonho, tão dramaticamente retratado, com seus violinos exagerados, por Fábio Barreto.</p>
<p>E é justamente aí que mora o perigo dessa indicação. Vamos fazer de conta que o dinheiro público não será usado para o lobby em favor do filme e nos concentrarmos no fato de que <strong>Lula – O Filho do Brasil </strong>vai ser a primeira retratação de um estadista brasileiro realmente apresentada aos norte-americanos. Nada contra a violência familiar e a dura realidade dos retirantes &#8211; de quem também sou descendente &#8211; ou mesmo do exagero meio dramalhão mexicano, mas sou contra criar uma imagem base da liderança nacional, do modo brasileiro de pensar, da índole de uma nação, inspirada num único homem, que, como personagem principal de uma biografia, tem mais falhas que méritos. Presidente é coisa séria por aqui, nos Estados Unidos. Sempre polarizador. Muitos querem &#8220;a América de volta&#8221;, uma América que Obama tomou ou modificou. Os outros acreditam na mudança prometida, nos novos rumos, numa nova identidade, distante de guerras, com economia sólida e melhores saúde e educação. </p>
<p>A decisão mais acertada de Fábio Barreto pode ser pivô desse efeito colateral indesejado e longevo.<br />
Ganhando ou não. E com esse lobby governamental, não duvidaria da indicação e eventual vitória, afinal, se o lobby da Miramax favoreceu <em>Shakespeare Apaixonado</em>&#8230; E Obama gosta do Lula. O americano menos alienado, não. Para essa classe, somos uma nação de esquerda, praticamente uma filial da Venezuela. Basta perguntar a Rick Sanchez, da CNN. O Lula fictício não é herói; líder sim, herói, não. Seu sofrimento é o do homem comum, que perde, fraqueja, ama e prossegue. É o famoso <em>self-made man</em>, sujeito que se construiu sozinho, algo que os americanos tanto adoram, entretanto, com um desfecho diferente. Sem nenhuma realização palpável e relevante, além de se tornar líder sindical (mais de três décadas atrás) e, eventualmente, presidente, Lula sentiu muito, sofreu muito e construiu pouco. Além de – ao menos no que é mostrado no filme – ter piorado em termos intelectuais, deixando de ser um garoto prodígio e com ótima pronúncia para se transformar num adulto de língua presa e as falhas gramaticais que conhecemos. </p>
<p>Tudo isso constrói uma imagem. Tudo isso ensina sobre um povo e seus heróis.</p>
<p><strong>Lula – O Filho do Brasil </strong>vende o presidente petista como merecedor incontestável do comando de uma nação, do mesmo modo que o Ministério da Cultura anunciou, orgulhoso e de peito estufado, a &#8220;unanimidade&#8221; para a escolha do nosso representante na briga pela estatueta.</p>
<p>Bem, na Era da Informação e com tantos elementos contrários à qualidade atribuída ao filme, o ditado volta a se fazer presente. Hoje, mais que nunca, toda unanimidade é burra. E os estereótipos brasileiros estão cada vez mais unânimes. Faça as contas.</p>
<p><em><font size="-2">Colaborou: Ricardo Rigotti</font></em></p>

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		<title>[Trailer] Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 20:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Radcliffe]]></category>
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		<category><![CDATA[Emma Watson]]></category>
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		<category><![CDATA[Rupert Grint]]></category>
		<category><![CDATA[Warner]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho muito prazer em dar esta notícia aqui no SOS Hollywood, já que sou fã da saga e conheci muita gente por causa desta história. A data e horário da divulgação do trailer foram anunciadas antecipadamente, o que cansou a espera e a atenção toda voltada para ela na hora marcada. E tão esperado trailer [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HPRDM.jpg" alt="" width="580" height="346" class="aligncenter size-full wp-image-6404" /></p>
<p>Tenho muito prazer em dar esta notícia aqui no SOS Hollywood, já que sou fã da saga e conheci muita gente por causa desta história. </p>
<p>A data e horário da divulgação do trailer foram anunciadas antecipadamente, o que cansou a espera e a atenção toda voltada para ela na hora marcada. E tão esperado trailer de <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte I</strong> finalmente foi divulgado ontem, exatamente às 10 da noite. A direção é de <strong>David Yates</strong> e o elenco principal continua com <strong>Daniel Radcliffe</strong>, <strong>Rupert Grint</strong> e <strong>Emma Watson</strong>, além de grande elenco como <strong>Helena Bonham Carter</strong>, <strong>Ralph Fiennes</strong>, <strong>Michael Gambon</strong>,  traz várias cenas inéditas e referentes à passagens do livro que instigavam a curiosidade dos fãs, como os sete Potters, o ataque ao casamento de Gui e La Fleur, Dobby na mansão dos Malfoy, Harry e Hermione visitando o túmulo dos Potter, para citar alguns. E com ele também traz a expectativa crescente de que os próximos 2 meses passem como um passe de mágica. Como era de se esperar causou euforia e entusiasmo, mas também a angústia de perceber esta história está para terminar. </p>
<p>A <strong>Warner</strong> demorou para realmente colocar seu marketing pesado sobre o filme, mas nas últimas semanas tem divulgado, pouco a pouco, várias fotos e alimentando a contagem regressiva para a sua estréia. Harry Potter deixou de ser uma estréia qualquer para se tornar um grande evento, que inclui não só o filme si, mas a espera pela sua chegada, movimentando sites, blogs, fóruns (oi, HPB) e conectando pessoas, e a empresa de cinema parece saber usar isso muito bem a seu favor. </p>
<p>Mas a saga do garoto que sobreviveu ao Lord das Trevas que começou em 1997, e nos cinemas em 2001, está chegando ao fim. Em novembro a primeira parte da adaptação do sétimo livro estréia em 3D, certamente tornando ainda mais palpável a magia que o cinema tradicional já havia nos proporcionado. E aí é só esperar pelo derradeiro <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte II</strong>, para fechar (eu espero) fantasticamente seu caminho pelo mundo cinematográfico. </p>
<p>Estão empolgados com <strong>Harry Potter e as Relíquias da Morte- Parte I</strong>? Fará jus ao seu original em letras impressas? O 3D vai conseguir deixar o mundo mágico se tornar mais próximo do espectador? </p>
<p>Accio, novembro.</p>
<p><center><object width="450" height="237"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/27629"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/27629" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="237" allowFullScreen="true"></embed></object><center></p>

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		<title>[Entrevista] Julie Andrews</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-julie-andrews/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 18:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Despicable Me]]></category>
		<category><![CDATA[Julie Andrews]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Malvado Favorito]]></category>

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		<description><![CDATA[Silêncio e incapacidade de abrir a boca. Foi assim reagi quando Julie Andrews entrou na sala de entrevistas. São 15 anos de carreira e, pela primeira vez, fiquei imóvel, embasbacado pela beleza de Julie e pela simples razão de sua presença. Não esperava isso, confesso. Sempre gostei de A Noviça Rebelde e Mary Poppins, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/julie_andrews_novica.jpg" alt="" title="julie_andrews_novica" width="580" height="383" class="alignleft size-full wp-image-6381" /></p>
<p>Silêncio e incapacidade de abrir a boca. Foi assim reagi quando <strong>Julie Andrews</strong> entrou na sala de entrevistas. São 15 anos de carreira e, pela primeira vez, fiquei imóvel, embasbacado pela beleza de Julie e pela simples razão de sua presença. Não esperava isso, confesso. Sempre gostei de <em>A Noviça Rebelde</em> e<em> Mary Poppins</em>, mas nunca antecipei tal reação. Mistério. E dos bons, afinal de contas, descobrir nutrir uma paixão subliminar mudou meus planos para o papo a seguir. Embora não tenha lido a biografia de Julie, sabia dos elogios recebidos e também de sua grande paixão por livros infantis, o que foi curioso, pois a razão da entrevista era o filme <strong>Meu Malvado Favorito</strong> (Despicable Me), um apaixonante filme familiar com Steve Carrell e Miranda Cosgrove, no qual Julie interpreta vocalmente a mãe de Gru, o personagem principal. Inevitável falar sobre musicais, mas me surpreendeu uma boa análise do atual momento da Broadway e a avaliação de Julie sobre os resultados do último Tony Awards. A conversa foi ótima, mas me peguei várias vezes de queixo caído ao apreciar aquele charme e beleza digna de realeza que Julie Andrews exibe sem esforço. Um verdadeiro paradoxo em meio aos modelitos fúteis e bizarros habitualmente escolhidos pelas atrizes mais novas. Julie Andrews é uma verdadeira dama e sua voz continua deliciosa de se ouvir.</p>
<p>Por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</p>
<p><strong>A sua personagem em Meu Malvado Favorito têm um gênio ruim, mas também é adorável. Quão difícil foi quebrar essa imagem ideal que temos?</strong><br />
Ela é a pior mãe do mundo. Foi difícil fazer com que ela fosse adorável. Ela era tão desprezível! Ela é terrível. A única coisa que consegui encontrar é que o fato de ela ser tão egocêntrica faz com que ela não seja cruel de propósito. Acho que não conseguiria fazer algo do tipo. Ela é tão voltada para si como mãe, tão centrada em si mesma.</p>
<p><strong>Como foi a criação da personagem, como você conseguiu deixá-la má? Foi o sotaque?</strong><br />
A parte do sotaque foi fascinante porque eu não fazia idéia disso quando comecei. Eu dizia: “Acho que não consigo fazer isso. Eu não sei quem ela é, não consigo me identificar.” E o diretor disse: “Por favor, venha e apenas interprete. Tente. Se não der certo, nós te liberamos, se você não quiser fazer o papel. Mas venha e tente.” E uma das coisas que me levou a isso foi o Steve Carell. Em 30 segundos, ele fez dez vozes para o personagem. E quando ouvi o que ele fez, pensei: “Agora eu sei que, por ser a mãe do personagem dele, viemos de algum lugar do leste europeu ou algo do tipo.” Não tenho idéia como, não sou boa em sotaques, mas comecei a encontrar&#8230; Mudei minha voz. Tentei ser bem diferente, para mim. Foi um exercício interessante.</p>
<p><strong>Por que nós amamos pessoas grandiosas e&#8230; </strong><br />
Pessoas más. É o que fazemos nos filmes. Você gosta do Capitão Gancho ou do Peter Pan?</p>
<p><strong>Mas você prefere o Peter Pan!</strong><br />
Sim, é verdade. E a Sininho. Você sabe que os vilões vão fracassar. Em 90% das vezes. Como deixar um vilão vencer e dizer isso para uma criança? E eles são todos vilões&#8230; A mãe, do seu jeito, e Gru também. Mas ele encontra o caminho do coração, e essa é a parte doce da história. Três órfãs entram na sua vida e o transformam.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/julie_andrews.jpg" alt="" title="julie_andrews" width="268" height="342" class="alignleft size-full wp-image-6380" /><strong>Mary Poppins tem um lado sombrio?</strong><br />
Sempre achei que, em algum nível, algumas das coisas que ela fazia eram muito sombrias. Mas graças a Deus, ela nunca seguiu esse caminho. Como posso dizer? Eu não sei.</p>
<p><strong>Não precisa fazer média (risos)</strong><br />
(risos)Não, não é isso. Estou tentando dizer que ela se livrava das coisas, mas sempre sabia o que queria alcançar. É o que eu acho. É uma visão geral sobre ela. Não acho que ela era cruel. Nos livros, ela era mais cruel. Em P. L. Travers isso era mais acentuado.</p>
<p><strong>Geralmente quando uma obra literária é transposta para o cinema, ela perde um pouco de seu lado sombrio.</strong><br />
Às vezes. Depende. </p>
<p><strong>Você disse que nós sabemos que os vilões vão fracassar e que os bonzinhos vão se dar bem&#8230;</strong><br />
Principalmente em filmes infantis.</p>
<p><strong>Acha que existe espaço para surpresas nos filmes? Há algo que possa nos surpreender? </strong><br />
Acho que <strong>Meu Malvado Favorito</strong> é uma surpresa deliciosa. É um filme com uma estética visual bem incomum. A animação é muito especial. Acho que será bem-sucedido. Desde que as coisas não sejam feitas de modo oportunista. Fazer as coisas apenas para chamar a atenção ou pensando nos lucros com a audiência é errado. Mas veja o que o Tim Burton faz. Ele faz coisas incrivelmente boas.</p>
<p><strong>Viu <em>Alice no País das Maravilhas</em>?</strong><br />
Ainda não. Eu estou morrendo de vontade de ver, mas ainda não tive oportunidade.</p>
<p><strong>E qual foi o último filme que te surpreendeu?</strong><br />
Acredito que nesse ano <em>Avatar </em>foi surpreendente, foi feito de um modo incrível. Eu não assisti a muitos filmes nesse ano, tenho viajado muito. Mas assisti a <em>Avatar</em>. Todos haviam me dito que esse filme iria me surpreender. A história não é tão surpreendente, mas sim a forma como o filme é feito.</p>
<p><strong>Viu em 3D?</strong><br />
Sim.</p>
<p><strong>O que você pensa sobre o cenário atual da comédia musical?</strong><br />
Assisti à última edição do Tony, e – quero ser muito honesta em relação ao que disser – acho que nesse ano a Broadway não está especialmente original. Existem dois&#8230; “Fela!” e “Memphis” são bons musicais novos. Mas de certa forma – especialmente em “Memphis” – a produção é baseada em materiais antigos. Não é criado da forma como os musicais antigos eram. Eu torci por musicais durante toda a minha vida, porque eles são um prazer. E acho que eles vão melhorar conforme os anos. Só que esse ano foi meio parado nesse sentido. </p>
<p><strong>Você está interessada em trabalhar com musicais?</strong><br />
Sim, eu estou. Não necessariamente atuando tanto, porque eu não faço mais tanto isso. Mas minha paixão por música, minha missão na vida é levar alegria às crianças&#8230; Muitas pessoas não sabem quem Rodgers e Hammerstein [os responsáveis por musicais como South Pacific, O Rei e Eu, e A Noviça Rebelde] são ou eram. Mas é importante que as pessoas conheçam esses nomes e que a maravilha da sua música seja trazida novamente de tempos em tempos. Mas, por exemplo, dois dos livros dos meus filhos têm sido um presente maravilhoso para mim. Um deles chama-se “Simeon’s Gift”, e eu o incluo na apresentação como uma narração, com uma orquestra sinfônica. Eu nunca imaginei, quando escrevi aquela história com a minha filha, que esse seria o resultado. Outro livro que escrevemos foi “The Great American Mousical”. Não “musical”, mas “mousical”. É sobre uma trupe de ratos que moram em um teatro da Broadway e estão montando seu próprio show. É tudo o que você pode saber sobre teatros, mas com ratos.</p>
<p><strong>E a sua autobiografia?</strong><br />
A autobiografia que saiu foi muito bem-sucedida. Minha filha Emma – minha filha biológica e do meio – é minha sócia em uma pequena editora e agora temos escrito e trabalhado juntas nessa editora por 13 anos. Escrevo há 35 anos, mas fundamos essa editora juntas e ela tem produzido muito bem. Publicamos cerca de 25 livros até agora. </p>
<p><strong>Parabéns!</strong><br />
Eu sei! Nunca pensei que faria uma autobiografia. Fui juntando pedaços.</p>
<p><strong>E como foi isso?</strong><br />
Profundamente satisfatório. Tentei ser o mais honesta possível, mostrar um panorama geral&#8230; Queria expor uma parte específica da minha vida, o primeiro um terço da minha vida, mas queria que as pessoas – se elas se interessassem por isso – soubessem o que foi, como criança, aparecer em musicais. Mostrar um pouco da história que elas não conhecem. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/julie_andrews_shrek.jpg" alt="" title="julie_andrews_shrek" width="580" height="385" class="aligncenter size-full wp-image-6382" /><br />
<strong>Você mencionou as conseqüências do tempo. A maioria dos filmes de sucesso é baseada em livros&#8230;</strong><br />
Sim, isso sempre ocorreu, na verdade.</p>
<p><strong>Buscar material estabelecido é a garantia para ter filmes, ou musicais, bem-sucedidos hoje em dia?</strong><br />
Antigamente os grandes musicais eram adaptados a partir da Broadway. “O Rei e Eu” e “A Noviça Rebelde” eram peças da Broadway. Não sei se isso ocorre atualmente. <em>Chicago</em> é um filme e um musical, e o filme foi feito a partir do musical, bem como <em>Nine</em>. Então várias investidas musicais da Broadway chegam às telas do cinema, mas filmes clássicos como <em>Guerra ao Terror</em> são originais. E há muito disso. Um musical originalmente feito para o cinema é bem raro, e “Mary Poppins” foi um deles.</p>
<p><strong>Qual foi o último musical original do qual você se lembra?</strong></p>
<p>Essa é uma boa pergunta. Provavelmente <em>O Calhambeque Mágico</em>. Eu adoraria fazer um musical original para o cinema, mas não posso te dizer honestamente qual dos recentes se encaixa.</p>
<p><strong>O último do qual me lembro é “Moulin Rouge – o amor em vermelho”. Era bem original.</strong></p>
<p>Esse mesmo! Você está certo. Mas ainda assim, a música não era original.</p>
<p>Não a música, mas o conceito. </p>
<p>Sim, o conceito era muito interessante e lindamente filmado. Mas fiquei brava pelas músicas não serem originais (sorriso).</p>
<p><strong>Nesse ano temos Denzel Washington, Scarlet Johannson na Broadway.</strong><br />
Não é bacana que eles estejam se dando bem na Broadway? É maravilhoso. Eles estão trocando de ambiente. Antigamente os artistas iam da Broadway para o cinema, e agora o caminho é inverso: do cinema para a Broadway. Isso é muito bom.</p>
<p><strong>Mas exista uma necessidade de a Broadway atrair artistas de cinema?</strong><br />
Sim. E vários artistas da televisão também estão indo para a Broadway atualmente. Porque as pessoas os conhecem, então eles atraem público para o teatro. </p>
<p><strong>Os musicais ficam, de certa forma, um pouco empoeirados às vezes. Você poderia comentar um pouco sobre isso e sobre o retorno dos musicais?</strong><br />
Eu espero que eles retornem. Tudo passa por ciclos. Isso acontece com qualquer coisa. Filmes passam por ciclos, as modas retornam, e retornam novamente. </p>
<p><strong>É preciso ter sorte para conseguir um bom orçamento, não?</strong><br />
Sim, às vezes, se você tiver sorte. Se você tiver sorte. Mas sinceramente espero que os musicais continuem a aparecer. Eu lembro que antigamente eles diziam: “Você não pode mais fazer algo que precise de um grande orçamento. É ridículo.” Bem, olhe o que tem se feito atualmente! Mas por um tempo eram filmes de baixo orçamento. Não sei exatamente o que isso refletia na época, se era o momento&#8230; É tão caro fazer uma produção dar certo. É incrível para mim que algum filme grande ou que uma grande produção da Broadway seja realizada. </p>
<p><strong>Por onde você tem viajado atualmente?</strong><br />
No começo desse ano, estive em Londres. No começo do ano que vem, vou viajar para um show que estou fazendo – não posso dizer que canto, mas que contribuo para um show incrível. Canto algumas canções, mas em uma voz que mistura o cantado e o falado, por causa da cirurgia que eu fiz. Mas a segunda parte da apresentação é de um livro meu que foi adaptado para o palco e para uma orquestra sinfônica, então eu narro. A apresentação se chama “The Gift of Music”. É antigo e novo. Na primeira metade, temos músicas com as quais sempre fui associada.</p>
<p><strong>Qual música retrata sua personalidade?</strong><br />
Minha personalidade! Nossa, são tantas. Já me disseram – não sei se é verdade – que “A Noviça Rebelde” é o filme que mais captura parte da minha essência, mas eu realmente não sei. Acredito que cada projeto que fazemos tenha uma parte de nós. Como um pintor, ou seu estilo de escrita.</p>
<p><strong>Você mencionou que adoraria participar de alguns musicais&#8230;</strong><br />
Eu adoraria contribuir. Por exemplo, meu livrinho, o “The Great American Mousical”, ser desenvolvido como um musical me deixaria muito feliz. E espero que haja outros também. E o fato de que o outro livro que escrevi foi desenvolvido é um milagre. Para mim, escrever incorpora a parte musical também. Quando eu escrevo, vejo a peça e penso no tipo de música, na entrada que o personagem teria. É baseado em tudo o que eu sei, mas em formato de livro. </p>

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		<title>Favreau Explica os Easter Eggs de Homem de Ferro 2</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 15:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HDF1.jpg" alt="" width="580" height="343" class="aligncenter size-full wp-image-6314" /></p>
<p>O Blu-Ray de <strong>Homem de Ferro 2</strong> só será lançado em algumas semanas, mas alguns dos mais importantes destaques dos extras já estão aparecendo na Internet. Entre eles, um vídeo de <strong>Jon Fraveau</strong> falando sobre eater eggs que aparecem no final do filme, em particular, a cena que acontece nos domínios da S.H.I.E.L.D., na qual vários monitores servem de pano de fundo para a conversa de Tony Stark e Nick Fury. Um dos monitores apresenta a destruição de um campus universitário, a outra apresenta uma cratera no deserto e a terceira, e mais interessante, um mapa do mundo indicando sete locais diferentes. </p>
<p>Leia a transcrição do que o Jon Favreau diz no video foi feita pelo <strong>The Daily Blam!</strong>:</p>
<blockquote><p>O primeiro é referência ao Hulk, que significa que <em>Homem de Ferro 2</em> acontece antes de <em>O Incrível Hulk</em>. Se você olhar a cratera no outro monitor, você verá algo relacionado a <em>Thor</em>. É aí que o martelo é recuperado. Isto aqui é só um &#8220;paraíso&#8221; nerd. </p>
<p>E se você acha que qualquer coisa que apareça nestes monitores não foram discutidos por nós da <strong>Marvel</strong> por horas, você é maluco! Veja, há um mapa lá em cima, se você olhar para eles, cada um destes locais, corresponde a algo no universo Marvel. Eu não deveria dizer isso. </p>
<p>E se você olhar cada um, eu sei o que eles querem dizer, mas eu não vou contar. Mas vou dizer isto: Dois deles dizem respeito de <em>Capitão América: O Primeiro Vingador</em> , um deles refere-se a &#8220;Thor&#8221;. E aquele na África diz respeito ao <strong>Pantera Negra</strong>.</p></blockquote>
<p>O Pantera Negra é o Rei de Wakanda no Universo Marvel e também um membro do pró-registro e do anti-registro em <em>Os Vingadores</em>. Os fãs da Marvel já haviam deduzido este easter egg há algum tempo, mas a confirmação oficial deve solidificar ainda mais a alegação de que o estúdio tem planos para o personagem. Comentários do alto escalão da empresa sugerem que a <strong>Marvel Studios</strong> tem um projeto de live-action para o Pantera Negra, embora ainda não seja revelado quando ou como seria. </p>
<p>E especulando um pouco, as áreas no meio do Atlântico e na Escandinávia, podem ser associadas ao Capitão América. O vilão do filme, o Caveira Vermelha, passa um pouco de tempo procurando artefatos Asgardianos na região Norte da Europa, enquanto no atlântico, pode ser Namor, o Príncipe Submarino, personagem aquático que pode fazer uma aparição na Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Ainda há outros pontos, que os mais viciados na HQ podem tentar descobrir. Mas o fato é que todos estes detalhes só nos fazem ficar cada vez mais ansiosos para os próximos filmes que compõe <strong>Os Vingadores</strong> e o mundo da <strong>Marvel</strong>. </p>
<p>Referência ao <em>Incrível Hulk</em>: </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HDF4.jpg" alt="" width="580" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-6317" /></p>
<p>A cratera deixada pelo <em>Thor</em>, como visto cenas dos créditos do Homem de Ferro 2:</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HDF3.jpg" alt="" width="580" height="362" class="aligncenter size-full wp-image-6316" /></p>
<p>O Mapa do mundo com círculos vermelhos em destaque:  </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HDF1.jpg" alt="" width="580" height="343" class="aligncenter size-full wp-image-6314" /></p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/HDF2.jpg" alt="" width="580" height="307" class="aligncenter size-full wp-image-6315" /></p>

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		<title>Tim Burton escala elenco para Frankenweenie</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 21:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Catherine O'Hara]]></category>
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		<category><![CDATA[Frankenweenie]]></category>
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		<description><![CDATA[A animação Frankenweenie, baseada no curta de 1984 dirigido Tim Burton, escalou os atores que emprestarão suas vozes aos personagens. Catherine O&#8217;Hara, Martin Landau, Martin Short e Winona Ryder. Em comum, todos eles já trabalharam com Burton antes: O&#8217;Hara, além de ser a mãe de Macaulay Culikin em Esqueceram de Mim, dubla Sally em O [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6352" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/frankenweenie.jpg" alt="" width="576" height="432" /></p>
<p>A animação<strong> Frankenweenie</strong>, baseada no curta de 1984 dirigido <strong>Tim Burton</strong>, escalou os atores que emprestarão suas vozes aos personagens. <strong>Catherine  O&#8217;Hara, Martin Landau, Martin Short e Winona Ryder</strong>. Em comum, todos eles já trabalharam com Burton antes: O&#8217;Hara, além de ser a mãe de Macaulay Culikin em <em>Esqueceram de Mim</em>, dubla Sally em <em>O Estranho Mundo de Jack</em>, Martin Landau interpretou Bela Lugosi em<em> Ed Wood</em>, Martin Short participou de <em>Marte Ataca </em>e Winona Ryder volta a trabalhar com Burton vinte anos depois de <em>Edward Mãos de Tesoura</em>.</p>
<div>À exemplo de outras animações de Burton, <strong>Frankenweenie  </strong>será feito em stop motion e será lançado em 3D. No curta original, um  garoto chamado Victor reanima o seu cachorro, morto após ser atropelado  por um carro. Assim como <em>Alice</em>, <strong>Frankenweenie </strong>é produzido pela <strong>Walt Disney</strong>.</div>
<p>Assista ao curta:<br />
<center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r34yz-xC4xQ?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/r34yz-xC4xQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>

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		<title>Super 8: Elenco anunciado e fotos do set</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 21:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mestre dos segredos J.J. Abrams tem guardado a sete chaves os detalhes de sua próxima produção Super 8. O filme que já teve até seu trailer divulgado na mídia sem que soubéssemos de coisa alguma, agora começa ter suas primeiras informações reveladas. Kyle Chandler (Friday Night Lights) e a pequena Elle Fanning (O Curioso [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Super8.jpg" alt="" width="580" height="317" class="aligncenter size-full wp-image-6331" /><br />
O mestre dos segredos <strong>J.J. Abrams</strong> tem guardado a sete chaves os detalhes de sua próxima produção <strong>Super 8</strong>. O filme que já teve até seu trailer divulgado na mídia sem que soubéssemos de coisa alguma, agora começa ter suas primeiras informações reveladas. </p>
<p><strong>Kyle Chandler</strong> (<em>Friday Night Lights</em>) e a pequena <strong>Elle Fanning </strong>(<em>O Curioso Caso de Benjamin Button</em>) foram as primeiras contratações que vazaram na mídia esta semana e logo em seguida o <strong>The Hollywood Reporter </strong>divulgou também outros atores que se juntarão ao elenco: <strong>Ron Eldard</strong>, <strong>Noah Emmerich</strong>, <strong>Gabriel Basso</strong>, <strong>Joel Courtney</strong>, <strong>Riley Griffiths</strong>, <strong>Ryan Lee</strong> e <strong>Zach Mills</strong>.</p>
<p>Sobre a trama, tudo o que sabemos é que o filme é focado no governo americano realocando a misteriosa Área 51, passando por uma pequena e tranquila cidade. E nem isso é totalmente confirmado. De qualquer forma, a <strong>Ain&#8217;t It Cool</strong> publicou algumas fotos das locações. Nelas há detalhes das mudanças em uma vila em West Virginia para que ela se torne rapidamente uma cidade de Ohio de 1.979 e você confere abaixo.</p>
<p><strong>Super 8 </strong>está previsto pra chegar aos cinemas na temporada de verão americano de 2011. </p>

<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/super8/' title='Super8'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Super8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Super8" title="Super8" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s81/' title='S81'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S81-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S81" title="S81" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s82/' title='S82'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S82-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S82" title="S82" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s83/' title='S83'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S83-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S83" title="S83" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s84-copy/' title='S84 copy'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S84-copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S84 copy" title="S84 copy" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s85-copy/' title='S85 copy'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S85-copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S85 copy" title="S85 copy" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s86/' title='S86'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S86-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S86" title="S86" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s87/' title='S87'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S87-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S87" title="S87" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s88/' title='S88'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S88-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S88" title="S88" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/super-8-elenco-anunciado-e-fotos-do-set/s89/' title='S89'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/S89-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="S89" title="S89" /></a>


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		<title>Scott Pilgrim no Brasil: Datas Confirmadas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 00:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Scott Pilgrim vs the World]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de toda a campanha encabeçada pelo Thiago Siqueira, com a tag #ScottPilgrimNoBrasilNOW para que Scott Pilgrim Contra o Mundo fosse lançado nos cinemas brasileiros, a Paramount Brasil confirmou que os filmes serão lançados. Agora é hora de começar a colocar datas no cronograma de estréias. De acordo com a distribuidora, as cópias chegarão primeiro [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/scott_pilgrim.jpg" alt="" title="Scott Pilgrim vs. the World" width="580" height="441" class="aligncenter size-full wp-image-6302" /></p>
<p>Depois de toda a campanha encabeçada pelo <a href="http://twitter.com/thiagosiqueiraf">Thiago Siqueira</a>, com a tag #ScottPilgrimNoBrasilNOW para que <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/scott-pilgrim-vs-the-world/"><strong>Scott Pilgrim Contra o Mundo</strong></a> fosse lançado nos cinemas brasileiros, a Paramount Brasil confirmou que os filmes serão lançados. Agora é hora de começar a colocar datas no cronograma de estréias. De acordo com a distribuidora, as cópias chegarão primeiro às cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, em 29 de outubro, e, depois, iniciarão o rodízio pelas demais capitais. Pelo que parece, o filme vai ter sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro.</p>
<p>Bem, programem-se para não perder a chance. A campanha deu certo, mas a exibição será curta. Assim que a Paramount divulgar as datas das demais cidades, vamos divulgando. Aliás, fui informado que a <strong>Sci-Fi News </strong>vai publicar uma matéria bem grande sobre o filme na próxima edição. Fiquem de olho nas bancas!</p>
<p>E aí, qual sua expectativa para o filme?<em></em></p>

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		<title>[Entrevista] Wentworth Miller</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 20:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>
		<category><![CDATA[Prison Break]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil: Recomeço]]></category>
		<category><![CDATA[Wentworth Miller]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebo roteiros aos quais não respondo, necessariamente, mas agora que fiz o meu próprio tenho um melhor entendimento e respeito pelo o que aquela pessoa alcançou &#8211; Wentworth Miller A voz de Wentworth Miller é serena e pacífica. Sem pressa de se expressar e dotado de grande habilidade, encarou uma bateria de perguntas alucinadas sobre [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/wentworth-miller-2.jpg" alt="" title="wentworth-miller-2" width="580" height="460" class="aligncenter size-full wp-image-6291" /></p>
<blockquote><p><em>Recebo roteiros aos quais não respondo, necessariamente, mas agora que fiz o meu próprio tenho um melhor entendimento e respeito pelo o que aquela pessoa alcançou</em> &#8211; Wentworth Miller </p></blockquote>
<p>A voz de Wentworth Miller é serena e pacífica. Sem pressa de se expressar e dotado de grande habilidade, encarou uma bateria de perguntas alucinadas sobre <strong>Resident Evil: Recomeço</strong> e <strong>Prison Break</strong>, mas, acabou surpreendendo ao demonstrar inteligência acima da média e se revelar como roteirista apaixonado pela arte da escrita e também pela literatura de Stephen King e Bram Stoker. Talvez seja por conta da ocupação de Michael Scofield, que o distanciava de sua verdadeira persona, ou talvez seja a simples noção que bom senso tem desaparecido de Hollywood, mas, de qualquer forma, Miller deu um baile sem recusar perguntas, sempre sorrindo e com um par de olhos que, ao vivo, deixaria muitas mulheres simplesmente sem reação. O poder do cinema não é nada para quem não sabe usar, mas, no caso de Wentworth Miller, vemos o melhor dos dois mundos: criação de família inglesa com a exposição mundial por conta de uma série de sucesso.</p>
<p>Leia a entrevista exclusiva e inédita:</p>
<p><strong>Como você reagiu quando viu que seu personagem começaria o filme preso?</strong><br />
Obviamente acho divertido. Quando vi pela primeira vez no roteiro, pensei “você só pode estar brincando!”, mas depois eu ri, pois achei que havia lugar para humor. Gosto da idéia dos fãs de Prison Break vindo ver esse filme e tendo esse momento de referência. Praticamente uma piada interna. Se você não viu a série, não me conhece por <em>Prison Break</em>, então quando me vê na tela é tudo normal, nada especial. Também achei que era importante que, num contexto de terror, suspense e tensão, podia haver momentos de sorte, de humor. Algo que faça nossa experiência mais satisfatória.</p>
<p><strong>Ninguém confia no seu personagem e tenho visto isso em muitos filmes. Considera a confiança como um item raro hoje em dia?</strong><br />
Interessante pergunta. Isso está no cerne do que é o filme. É sobre zumbis, é ação, é dar ao público a pancadaria. Mas é também sobre um grupo de seres humanos, com diferentes experiências e agendas concorrentes, lá fora sendo forçados a confiar uns nos outros, a encarar essa maluquice enorme e sem fim. Dessa forma, esse filme e outros filmes de zumbis se aprofundam na necessidade da valorização da Humanidade. De um jeito leve, mas aborda esse aspecto sim.</p>
<p><strong>Agora que entrou de vez no radar dos filmões de Hollywood, acha que conseguirá se desvincular, de alguma maneira, de Michael Scofield?</strong><br />
Não acho que eu possa virar a página. Para algumas pessoas, sempre serei Michael Scofield. E tudo bem. Respeito o que a série me proporcionou, respeito o fato de que por conta dela ganhei fãs internacionais.  Foi uma forma de ficar conectado com todas essas pessoas ao redor do mundo. </p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/resident-evil-recomeco/"><br />
<blockquote>Leia o Especial Resident Evil: Recomeço, com mais entrevistas e crítica!</p></blockquote>
<p></a></p>
<p><strong>Como as reações a essa conexão chegam a você?</strong><br />
(sorriso) O primeiro jornalista que sentou para me entrevista essa manhã me fez duas perguntas. E aí começou a fazer uma re-interpretação palavra por palavra de uma cena de Prison Break. Ele interpretou a mim, meu irmão, e de repente abriu o zíper de seu casaco e revelou uma camiseta com uma tatuagem completa. Nesses momentos você percebe que <em>Prison Break</em> te acompanhará sempre, pode aparecer a qualquer momento. E acho importante honrar isso e não tentar apagar, até porque não é possível. O objetivo é construir uma carreira sólida em diversos aspectos do entretenimento. Não só tenho o <strong>Resident Evil</strong> saindo, como também estou me aventurando como roteirista. </p>
<p><strong>Pode comentar?</strong><br />
Trata-se de um roteiro chamado “<strong>Stoker</strong>“. Esse nome está relacionado a Bram Stoker e, é claro, também significa “alguém que atiça (stoke, em inglês)”.  É meio que um thriller gótico, um drama familiar, uma história insana de amor. Há vários nomes fortes envolvidos, mas ainda não posso confirmar. Tem sido uma experiência poderosa, pois acho que um ator que apenas atua entende uma fração da atividade. É importante explorar o máximo possível de lados da indústria, até para que você aprecie num nível básico o trabalho de outras pessoas. Recebo roteiros aos quais não respondo, necessariamente, mas agora que fiz o meu próprio tenho um melhor entendimento e respeito pelo o que aquela pessoa alcançou. Mesmo se ele não for do meu gosto, compreendo que há uma ciência, uma arte, e a pessoa correu atrás e deu tudo por aquilo, atravessou barreiras. O que muita gente não faz, porque não queremos correr riscos, com medo do que há do outro lado.</p>
<p><strong>Há comparação entre a dedicação e o nível de criatividade envolvido na atuação e na composição de um roteiro?</strong><br />
Ainda não passei por todo o exercício de escrever, para mim ainda é algo novo e interessante. Amo o fato de que é assustadoramente uma produção própria. Eu vou para a cama e trabalho numa idéia, nos meus termos, da minha forma, no meu tempo. Trabalhar atuando na TV e cinema é inteiramente colaborativo. Os atores respeitam as idéias dos roteiristas e diretores, e há um monte delas vindo. Então você senta e espera cem pessoas fazerem seus trabalhos até que possa fazer o seu. Às vezes essa pode ser uma experiência frustrante, portanto, embarcar num projeto que estava completamente sob meu controle, onde era o mestre do universo que estava criando, era, ou melhor, é muito empolgante.</p>
<p><strong>Você se considerava “mestre do universo” em <em>Prison Break</em>? Caso a resposta seja não, foi isso que te motivou a escreve?</strong><br />
Eventualmente todo ator entende que ele pode fazer o que quiser enquanto estão filmando o longa-metragem ou programa de TV, tentar coisas diferentes. Mas não são eles que estão na sala de edição, editando suas atuações. Eu não era completamente responsável pelo personagem do Michael Scofield que era apresentado ao público toda segunda-feira à noite durante aqueles quatro anos. Acho que o desejo de ter maior controle criativo é natural. </p>
<p><strong>Felizmente, nunca vi seu nome em revistas de fofoca ou envolvido em escândalos. Isso foi uma decisão consciente? Como isso mudou sua vida em termos de encarar a profissão?</strong><br />
Sinto que me eram permitidas algumas coisas que não são a alguns outros atores, o que é muito difícil e recompensador. Penso que estamos vivendo em um tempo, culturalmente, em que você pode ir de zero a dezesseis em sessenta segundos. Vivenciar a criação de um filme e, de repente, estou carregando o filme seguinte nas costas. É o seu nome no título. Se funcionar, ótimo. Se não, a queda pode ser bem significante. Então eu podia quebrar barreiras e cometer erros, mas num contexto em que ninguém estava assistindo, ou não se importava por algum tempo para que, quando o sucesso viesse, eu estivesse preparado para esse grau de responsabilidade, resultando em atenção. Não vou mentir, não é fácil ter gente preocupada com cada passo seu. É uma experiência perturbadora. É estranho, é esquisito, é incomum. É anormal também. Mas ao mesmo tempo eu estava ciente das armadilhas da fama. Uma deles é super exposição, outra é ficar conhecido mais como uma personalidade do que como um artista ou ator. Especialmente acabando de sair de quatro anos de <em>Prison Break</em>, previ a dificuldade de tentar me reinventar para o público. Todos já vimos atores que não conseguem e acabam se destruindo por causa desse estigma. Então, mantive meus pés no chão. Também ajuda o fato de que não acho o cenário hollywoodiano fascinante, não há nada sobre premières, festas, bares e clubes que me atraia. Mesmo se eu fosse um contador não estaria fazendo essas coisas ou tentando ser parte desse cenário. Estou ativamente envolvido na construção de uma persona que não vai ficar no seu caminho de curtir a mim como Michael Scofield ou Chris Redfield [personagem de Resident Evil: Recomeço]. Especialmente hoje em dia com uma máquina de cultura popular que precisa ser alimentada em tempo integral, é importante manter algumas coisas pra si mesmo. </p>
<p><strong>E a nova onde de interação online, que muitos atores usam para manter suas bases de fãs?</strong><br />
Você certamente é incentivado a isso (tuitar, blogar, facebook, etc). Essas se tornaram parte das ferramentas de marketing de Hollywood. É um fenômeno poderoso ter no Twitter pessoas seguindo um ator, um diretor, tendo uma “espiada” prévia no projeto que for. É uma ferramenta poderosa, sem dúvida. Mas não é porque me vejo interessado nisso que vou transmitir online meus movimentos diários para centenas, talvez milhares de estranhos. Simplesmente parece esquisito para mim. Acho mais interessante quando estou no set, interpretando um personagem. É parte da razão pela qual entramos nesse negócio. Tive um excelente treinador que uma vez me disse que a pessoa mediana passa sua vida correndo de experiências humanas intensas e emoções, pois existe a ameaça de ser oprimido. E o trabalho do ator é correr na direção dessas coisas, é o que somos pagos para fazer. Então, não preciso enlouquecer no supermercado e tuitar sobre isso. Vou guardar meus ataques para os sets de filmagem, quando for o ambiente mais seguro possível e eu estiver sendo pago para tal. </p>
<p><strong>Já se interessou em saber quantas pessoas te seguiriam ou se interessariam pelo seu dia a dia?</strong><br />
Entrei na internet uma vez para ver essas coisas, porque me disseram que há muitos “eus” online. Muitas páginas do Facebook e MySpace e contas do Twitter no meu nome, e não estou associado a nenhuma delas. De repente senti o potencial risco de uma fã de 13 anos de algum país distante se comunicando com alguém que ela pensa ser eu. Isso para mim pareceu potencialmente perigoso. Então, criei uma página oficial para evitar esse tipo de problema. Não sei até que ponto as pessoas acreditam que sou eu, mas fiz minha parte.</p>
<p><strong>Gosta de games?</strong><br />
Sem vídeo-games. Nunca fui um gamer.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/wentworth-miller.jpg" alt="" title="wentworth-miller" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6290" /></p>
<p><strong>O que tem ocupado sua vida no momento?</strong><br />
Escrever. Estou num trabalho intenso. É parte do motivo pelo qual Prison Break foi uma experiência tão desafiadora para mim, pois era um sucesso e precisava ser sustentado, e eu estava muito feliz por fazer isso. Filmava a série dez meses por ano e a promovia nos outros dois. Era praticamente minha vida durante quatro anos, e eu dei tudo por aquilo com satisfação. O processo de escrever o roteiro estava nos planos há muito tempo. Disse a mim mesmo por quatro anos que eu não poderia escrevê-lo e então sentei um dia e, de repente, lá estou eu, escrevendo. E quatro semanas depois já tinha terminado, porque eram de dez a doze horas de trabalho por dia, todos os dias. Era meio obsessivo, algo muito poderoso, eu adorei a experiência.</p>
<p><strong>Você mencionou Bram Stoker como forte influência para seu roteiro. De onde vem essa ligação com o terror e o fantástico?</strong><br />
Cresci lendo os romances de Stephen King. Eu não podia jogar vídeo games nem ler histórias em quadrinhos, era sempre só dever de casa. Mas ler livros me era permitido, desde que fossem realmente livros. Sempre tive gosto por esse gênero. Acho que essas figuras sombrias, como vampiros, a criatura de Frankenstein, zumbis, representam, conscientemente ou inconscientemente, as partes mais obscuras e sinistras de nós mesmos, da experiência humana. É alucinante mergulhar nesse mundo e vivenciá-lo da segurança da sua poltrona no cinema. </p>
<p><strong>Em termos de gênero, o que podemos esperar de <em>Stoker</em>?</strong><br />
Há elementos de um drama familiar, mas em primeiro lugar foi intencionado um suspense, algo para causar arrepios. </p>
<p><strong>Sentiu segurança ao entregar o roteiro ou concorda com aquela idéia de que roteiros nunca ficam prontos&#8230; o deadline chega e não há mais o que ser feito?</strong><br />
Sabia que em algum momento teria que entregar a “criança”, e estaria na posição de ter outra pessoa responsável pelo desenvolvimento da minha cria. Estava ciente de tudo isso graças a Prison Break, pois os roteiristas vinham com alguma coisa que fazia sentido para eles numa sala com ar condicionado em Los Angeles, e aí estávamos no deserto do Texas num calor de quarenta graus, prestes a filmar, nos dando conta de que certas coisas poderiam não funcionar quando tentássemos torná-las realidade em cena, não agüentariam. Então os atores, naquele instante, tinham que rearranjar uns movimentos e falas. Era um processo bastante colaborativo, no qual os roteiristas confiavam na nossa participação ativa, montando a história semana a semana. Olhando para trás, esse foi parte do meu treinamento, definitivamente. </p>
<p><strong>Como encarou a conclusão de <em>Prison Break</em>? Missão cumprida?</strong><br />
Não estou triste com o fim de Prison Break, sinto que contamos a história, eu honrei aquele personagem, demos início, meio e fim e agora acabou. O que eu sinto falta é a sensação de comunidade e a continuar vendo os mesmos rostos no curso dos quatro anos, o que é bem diferente de estar em filmes, se reunir, ter essas rápidas e intensas conexões por dois meses e aí se despedir. Tem algo no aspecto familiar de fazer TV, ainda mais se for um longo programa, que é único, e disso eu sinto saudades. </p>
<p><strong>O que você valoriza mais como ator? Aproveitando, agora é hora de focar em cinema ou a TV ainda é uma opção?</strong><br />
É o papel, a história do personagem, que importa. Amanhã posso estar de volta fazendo televisão, teatro ou cinema. Estou tentando me manter aberto às opções, e não decidir que minha carreira deve ser da forma A, B ou C. Até porque penso que essa é uma garantia de que vá parecer com D, E e F. </p>
<p><strong>Gosta do 3D?</strong><br />
Desde que a história que está sendo contada valha a pena, o 3D enriquece essa experiência. Se não há história no centro, é só truque.</p>
<p><em><font size="-2">Reportagem: Fábio M. Barreto, de Los Angeles<br />
Tradução: Isabela Cabral e Gustavo Dornas</font></em></p>

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		<title>[Análise] Resident Evil: Recomeço</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 18:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>
		<category><![CDATA[Paul W.S. Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil: Recomeço]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi News]]></category>

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		<description><![CDATA[Resident Evil Afterlife ganhou brinquedo novo e faz questão de mostrar para todo mundo: câmeras 3D! por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Como diria um célebre político brasileiro, a Umbrela Corporation é imorrível. Milla Jovovich sempre se esforça para fazer sua Alice superar os tentáculos da empresa que contaminou o mundo e transformou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/resident-evil-alice.jpg" alt="" title="Resident Evil:  Afterlife" width="580" height="274" class="aligncenter size-full wp-image-6284" /></p>
<blockquote><p>Resident Evil Afterlife ganhou brinquedo novo e faz questão de mostrar para todo mundo: câmeras 3D!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Como diria um célebre político brasileiro, a Umbrela Corporation é imorrível. <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-milla-jovovich/"><strong>Milla Jovovich</strong></a> sempre se esforça para fazer sua Alice superar os tentáculos da empresa que contaminou o mundo e transformou a Humanidade num bando de zumbis sanguinários sem pestanejar, mas essas duas forças estão dispostas a baterem de frente pela eternidade. Logo, a porrada continua em <strong>Resident Evil: Recomeço </strong>(Resident Evil: Afterlife), que tem menos zumbis e mais malabarismos feitos para aproveitar ao máximo o novo brinquedinho de <strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-paul-w-s-anderson/">Paul W.S. Anderson</a></strong>: câmeras 3D de última geração. Ele resolveu criar a maior incidência de cenas em câmera lenta e três dimensões que o cinema já viu, mas errou na dose de emoção e acabou com um filme vazio em mãos. Bem, por ser um filme de zumbis não se deve esperar profundidade além das balas ou espadadas no crânios dos mortos-vivos, certo? Certo, entretanto, precisa ser divertido. E, dessa vez, não é.</p>
<p>Milla Jovovich cravou seu lugar no imaginário nérdico há anos, com Leeloo Dallas, e não precisa se provar. Diz se divertir com Alice e quer continuar repetindo a personagem até o momento em que os fãs da franquia disserem chega. “O pessoal mais velho lembra de <em>O Quinto Elemento</em>, mas essa molecada que faz de tudo para ir ao cinema me ver quer saber de zumbis e de Alice; tenho noção disso”, avalia a atriz, em entrevista ao SOS Hollywood. “Podemos ter mostrado menos zumbis dessa vez, mas tem aquele maluco com o machadão que dá trabalho (risos); e também precisamos deixar os outros atores fazerem algo no filme e não ficarem ali parados feito bobos esperando para morrer.. duh!”, descontrai, com seu habitual senso de humor. Alice enfrente menos mortos-vivos dessa vez, no aspecto mano-a-mano, e ela se refere à ajuda dos dois novatos na franquia: Boris Kodjoe e Wentworth Miller, de <em>Prision Break</em>, os únicos destaques do elenco além de Milla. </p>
<p>Por ser o quarto filme, impossível ignorar o sucesso da cinessérie, mas tudo tem limite. Já se sabe que Alice não corre perigo real, mas a obviedade se supera nesse novo capítulo. Muito por conta de um vilão digitalizado aos moldes daqueles marionetes de Neo e o Agente Smith em <em>Matrix Reloaded</em>, que é tão monotemático que faz o público torcer por sua morte para ver se o filme melhora. Tudo é gratuito e mesmo desrespeitador com o jogador de Resident Evil. De que adianta Ali Larter ser capaz de fazer um impressionante malabarismo em câmera lenta no combate com a o Executor, se a personagem falha ao ter carisma ou relevância? É uma sucessão de escolhas visuais superando qualquer compromisso com roteiro ou relevância da história. E justamente uma série que vinha bem até agora. Anderson caiu no truque do 3D no qual escolheu se meter. “Sabe que ainda não sei como fiquei em 3D? Paul levava muitas cenas pra casa e assistíamos em nossa TV gigante (risos), mas nada em 3D. Vou ver só na première”, contou Milla, que não se incomoda do marido, e diretor, levar trabalho para casa. “Se ele gostou de me ver em 3D, acho que posso confiar!”, brincou.</p>
<p>Zumbis morrem com tiros na cabeça, filmes problemáticos precisam de um simples tiro no pé para se complicar e <strong>Resident Evil: Recomeço</strong> faz isso com estilo. Ou melhor, como diria Boris Casoy, é uma vergonha.</p>

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		<title>Sacha Baron Cohen será Freddie Mercury</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sacha-baron-cohen-sera-freddie-mercury-no-cinema/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 16:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Borat]]></category>
		<category><![CDATA[Brüno]]></category>
		<category><![CDATA[Freddie Mercury]]></category>
		<category><![CDATA[Queen]]></category>
		<category><![CDATA[Sacha Baron Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Sweeney Todd]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecido por dois de seus personagens polêmicos, Brüno e Borat, Sacha Baron Cohen pode viver Freddie Mercury em um filme biográfico do cantor, vocalista da banda Queen, falecido em 1991. O roteiro da produção será de Peter Morgan, autor do script de A Rainha, também uma biografia. O foco da produção deve se concentrar nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6278" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sacha-baron-cohen-31.jpg" alt="" width="580" height="870" /></p>
<p>Conhecido por dois de seus personagens polêmicos, <strong>Brüno</strong> e <strong>Borat</strong>,<strong> Sacha Baron Cohen</strong> pode viver<strong> Freddie Mercury </strong>em um filme biográfico do cantor, vocalista da banda <strong>Queen</strong>, falecido em 1991. O roteiro da produção será de Peter Morgan, autor do script de <em>A Rainha</em>, também uma biografia.</p>
<p>O foco da produção deve se concentrar nos anos da formação da banda, até 1985. Entre as músicas do Queen com direitos de adaptação, estão &#8216;We Are The Champions&#8221;, &#8220;Bohemian Rhapsody&#8221;, &#8220;We Will Rock You&#8221; e &#8220;Another One Bites The Dust&#8221;. Sacha Baron Cohen já teve uma experiência que envolvia música no musical<strong> Sweeney Todd</strong>.</p>

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		<title>Hoje é dia de Fábio M. Barreto</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 13:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio M. Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Hollywood]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é aniversário do Fábio M. Barreto, criador do SOS Hollywood e nossa ligação mais próxima com aquilo que amamos: o cinema, o entretenimento, o mundo nerd, a ficção científica. Este é um post clandestino, mas o que é a vida sem um pouco de emoção e ousadia? Enfim, é por uma boa causa. Sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Fabiobarreto.jpg" alt="" width="580" height="365" class="aligncenter size-full wp-image-6248" /><br />
Hoje é aniversário do <strong>Fábio M. Barreto</strong>, criador do <strong>SOS Hollywood </strong>e nossa ligação mais próxima com aquilo que amamos: o cinema, o entretenimento, o mundo nerd, a ficção científica. Este é um post clandestino, mas o que é a vida sem um pouco de emoção e ousadia?  Enfim, é por uma boa causa. Sou colaboradora do SOS Hollywood, mas antes de tudo sou fã do site e do trabalho do Fábio. Já disse isso pra ele, mas queria que mais pessoas soubessem e marcar esta data especial. </p>
<p>Movido pela paixão pelo seu trabalho e pelo compromisso com o seu país, Fábio Barreto se tornou correspondente internacional em Los Angeles, capital mundial do cinema e entretenimento, para que o Brasil pudesse ter mais acesso a informações exclusivas e de qualidade sobre esse mundo tão fascinante. Nerd de carteirinha e especialista em ficção científica, escreve para <strong>Sci-Fi News</strong> desde 1999 além de fazer matérias para os mais diversos veículos de comunicação brasileiros. Em 2008 criou o <strong>SOS Hollywood</strong> para nos deixar frente a frente com a maior industria cinematográfica da Terra. De lá para cá, se tornou quase um mito, indo a lugares “onde nenhum outro homem jamais esteve”:</p>
<blockquote><p><strong>Fatos de Fábio Barreto &#8211; #fabiobarretofacts</strong></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-milla-jovovich/"> -Você foi assistir Resident Evil, Fábio Barreto foi tomar café com a Milla  Jovovich.<br />
</a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/um-dia-dentro-da-pixar/"> -Você achou Toy Story 3 o melhor filme do ano, Fábio Barreto falou isso pro próprio Woody. </a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-sylvester-stallone/">-Você imagina a força de Silvester Stallone, Fábio Barreto já apertou a sua mão. </a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-kevin-jonas-no-brasil/"> -Você gosta do Jonas Brothers? Fábio Barreto é seu vizinho. </a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/depp-johnny-depp/"> -Você suspira por Jonny Depp, Fábio Barreto pregou botões com o Chapeleiro maluco.<br />
</a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/homem-de-ferro-elenco/"> -Você sonha em ser o Tony Stark, Fábio Barreto já deu uma volta na Armadura de Ferro.<br />
</a></p>
<p>-Você é Trekker de carteirinha, Fábio Barreto subiu na Interprise. (em produção)</p>
<p>-Você já quis matar a Kate de Lost, Fábio Barreto quase conseguiu. (Losties, oi!)</p>
<p><a href="http://http://www.soshollywood.com.br/entrevista-neil-gaiman/">-Você já leu os livros do Neil Gaiman, Neil Gaiman já leu o livro do Fábio Barreto.<br />
</a></p></blockquote>
<p>Brincadeiras à parte (ou não tão brincadeiras assim), o fato é que todas as vezes que o Fábio entrevista alguém ou cobre algum evento é como se nós estivéssemos lá. São centenas de entrevistas com as mais diversas celebridades e ele nos relata de forma a nos sentirmos tão presentes aquele momento, que de fato nos sentimos com ele. E ele não esconde nada. Seja bom ou ruim o que ele encontrar, nós também saberemos, quer gostemos ou não. Este é o compromisso com a verdade e com a notícia, que de vez em quando trazem mais dor de cabeça que satisfação. Às vezes é um pouco incompreendido, exatamente porque não subestima o que ele julga ser os leitores do <strong>SOS Hollywood</strong>, pessoas inteligentes com capacidade de compreender, debater e tirar suas próprias conclusões sobre os assuntos e sobre as pessoas. E quando questionamos ou divergimos, ele se dispõe a responder, debater os assuntos, sejam nos comentários do SOS ou no Twitter. Consistente em suas opiniões, não facilita em sua escrita e a enriquece com referências e pontos de vista que sempre te tomam mais tempo para pensar, refletir, visando te acrescentar algo mais a sua bagagem cultural. </p>
<p>A distância do Brasil e todas as dificuldades que existem ao morar fora, além das saudades, o fazem mais patriota e mais engajado em seu objetivo de deixar algo relevante para o seu país e para o mundo, sabendo a importância de seu papel na mídia. No <strong>SOS-Cast</strong>, Fábio se diz a um grau de distância de qualquer astro do cinema e isso faz de nós leitores no máximo a dois graus de ligação de qualquer um de nossos ídolos e destas pessoas que nos empolgam e inspiram nas telas do cinema e TV. Deixando tudo tão mais perto e cumprindo o que promete, tornar Hollywood mais perto de você. E é por tudo isso que ele merece de verdade um <strong>#fabiobarretoday</strong>.</p>
<p>E eu estou aqui representando esse leitor que viaja com você a cada entrevista, em cada evento e que agradece por compartilhar conosco todos esses momentos. Se você, leitor ,é como eu, deixe também as suas felicitações. </p>
<blockquote><p>Feliz Aniversário, <strong>Fábio Barreto</strong>. Que a Força sempre esteja com você.
</p></blockquote>

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		<title>[Trailer] Wahlberg e Bale em &#8220;The Fighter&#8221;</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/trailer-the-fighter/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 22:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Wahlberg]]></category>
		<category><![CDATA[The Fighter]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o primeiro trailer oficial de The Fighter dirigido por David O. Russell e estrelado por Mark Wahlberg, Christian Bale e Amy Adams. O drama é baseado na história verídica do boxeador &#8220;Irish&#8221; Micky Ward (Wahlberg), que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve. Teve uma ascensão estilo Rocky, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/The-Fighter.jpg" alt="" width="580" height="336" class="aligncenter size-full wp-image-6236" /></p>
<p>Este é o primeiro trailer oficial de <strong>The Fighter</strong> dirigido por <strong>David O. Russell</strong> e estrelado por <strong>Mark Wahlberg</strong>, <strong>Christian Bale</strong> e <strong>Amy Adams</strong>. O drama é baseado na história verídica do boxeador &#8220;Irish&#8221; Micky Ward (Wahlberg), que percorreu um difícil trajeto até chegar ao título mundial de peso leve. Teve uma ascensão estilo <em>Rocky</em>, e teve o apoio de seu meio-irmão Dicky (Bale), ex-lutador que se tornou treinador após se envolver com drogas e crimes.</p>
<p>Ao que parece, este é um daqueles filmes de superação que acabam sondados para a premiação do Oscar. É esperar para conferir. <strong>The Fighter</strong> estréia nos Estados Unidos dia 10 de dezembro, e no Brasil, 24 de dezembro deste ano. </p>
<p><center><object width="450" height="243"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/27354"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/27354" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="243" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>

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		<title>Sci-Fi News 149</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 16:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi News]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Pilgrim vs the World]]></category>
		<category><![CDATA[Tron Legacy]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova edição chega às bancas com Tron Legacy e Scott Pilgrim na capa! Hora de correr para as bancas, pessoal! Mais uma edição da Sci-Fi News foi lançada e entre os destaques está a cobertura do embate cultural, temporal e comercial entre Tron Legacy e Scott Pilgrim durante a Comic-Con 2010. Muita coisa interessante vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/SFN-149-Capa.jpg" alt="" title="SFN 149_final.indd" width="580" height="772" class="aligncenter size-full wp-image-6218" /></p>
<blockquote><p>Nova edição chega às bancas com Tron Legacy e Scott Pilgrim na capa!</p></blockquote>
<p>Hora de correr para as bancas, pessoal! Mais uma edição da <a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a> foi lançada e entre os destaques está a cobertura do embate cultural, temporal e comercial entre <strong>Tron Legac</strong>y e <strong>Scott Pilgrim</strong> durante a Comic-Con 2010. Muita coisa interessante vai surgir desse conflito positivo para os nerds e muito interessante em termos de futuro cinematográfico. Analisamos todas as vertentes desse acontecimento Épico! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Também tem matérias sobre <strong>Battle Los Angeles</strong>, <strong>Priest</strong>, <strong>Resident Evil 4</strong> e, finalmente, o <strong>SOS Hollywood</strong> conta como foi a visita à <strong>ILM</strong>, para descobrir como os efeitos de <strong>O Último Mestre do Ar</strong> foram feitos! Logo mais, publicarei todas as fotos aqui! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Prestigie a revista independente de cinema e nerdices mais longeva do Brasil! Há 15 anos batalhando pelo fã!</p>

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		<title>[Entrevista] Milla “Leeloo Dallas” Jovovich</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-milla-jovovich/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 08:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil: Afterlife]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil: Recomeço]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi News]]></category>
		<category><![CDATA[Sony Pictures]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca houve nem haverá outra Leeloo. É um personagem muito excepcional &#8211; Milla Jovovich. Não é de hoje que Milla Jovovich é uma surtada. No bom sentido, claro. Com dinheiro vindo do mundo da moda, de seus filmes e, claro, da carreira do maridão – Paul W.S. Anderson – ela pode se dar ao luxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/milla-jovovich-2.jpg" alt="" title="milla-jovovich-2" width="580" height="388" class="aligncenter size-full wp-image-6210" /></p>
<blockquote><p>Nunca houve nem haverá outra Leeloo. É um personagem muito excepcional &#8211; Milla Jovovich.</p></blockquote>
<p>Não é de hoje que <strong>Milla Jovovich</strong> é uma surtada. No bom sentido, claro. Com dinheiro vindo do mundo da moda, de seus filmes e, claro, da carreira do maridão – <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-paul-w-s-anderson/">Paul W.S. Anderson</a> – ela pode se dar ao luxo de curtir a vida, mas nunca deixa de trabalhar. E faz isso dando muita risada e sem fazer pose na hora de bater-papo, o que garante uma aparente sinceridade e alucinação a cada pergunta. Conheci Milla nas minhas andanças pela Comic-Con e fiquei impressionado com sua simpatia com os fãs, mas como lá todo mundo é gente boa, não dei veredito algum, mas depois de entrevistá-la com exclusividade para o <strong>SOS Hollywood</strong>/<a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a>, tive a certeza de que se o mundo tivesse mais umas 20 iguais a ela, a vida seria muito mais tranqüila. Ou pelo menos mais engraçada. </p>
<p>Por questões logísticas que sempre afetam as junkets, fiquei com medo da entrevista com Milla, pois demorou mais de 1h30 para que ela chegasse ao quarto de hotel que funcionava como sala de entrevistas. Acontece e reclamar é fora de contexto, mas, normalmente, isso acaba com o clima e pode prejudicar o trabalho. Às vezes, o ator aparece macambúzio ou doido para ir embora, mas não foi o caso. E uma exigência da assessora pessoal da atriz quebrou o gelo. “Por favor, nada de fotos com sua câmera pessoal”. Bem, não perdi a bola pulando. “Então se usar a máquina da revista, que é corporativa, pode?”. Milla ouviu e já entrou rachando o bico.</p>
<p>A senhora Leeloo Dallas Multipass adora rir, se veste como dá na telha, não foge da raia e não gosta mesmo é de atirar em zumbis na franquia <strong>Resident Evil</strong>, cujo quarto filme, <strong>Recomeço</strong>, estréia hoje nos cinemas brasileiros. Longe da profundidade dos grandes diretores e sem correr riscos de se fazer de boba, Milla aposta no que sabe: ser graciosa. E, ao vivo e de pertinho, essa mulher é nota dez. Uma heroína que não decepciona. </p>
<p>Leia os melhores momentos:</p>
<p><strong>Todas as revistas femininas que te entrevistam só querem saber da sua maternidade. Agora até eu fiquei curioso, isso mudou muita coisa? </strong><br />
(gargalhadas) Homens não me perguntam muito sobre isso! (mais gargalhadas) Mudou tudo. Agora meus focos são minha filha e meu trabalho; o resto fica um pouco de fora. Ela está comigo e faço as coisas que amo. Espero inspirá-la para que ela tenha uma paixão e faça aquilo que realmente gostar. Ela sempre me acompanha ao trabalho. Ela gosta bastante do set, sabe todas as regras. Temos um jogo que é ótimo. Quando sua filha tem um ano, você pode dar a ela tarefas para fazer: “Pegue a xícara.” E ela vai pegar a xícara. Se você disser: “Pegue a xícara e coloque-a lá.”, ela pode esquecer, após pegar a xícara, que você disse outra coisa. Então tento ensiná-la a fazer as coisas em ordem consecutiva. Funciona assim, eu digo: “Eu sou o diretor, você é a atriz. Quando eu disser ‘ação’, você vai pegar o bule de chá, colocar chá na xícara e dizer ‘Hora do chá!’. E então vou dizer ‘Corta!’.” Então, quando eu falei “ação”, ela começou a fazer as coisas em ordem consecutiva de acordo com o que ela lembrava. A cada vez eu adicionava um item para ela cumprir. E ela se acostumou com essa interação. Eu pintava minhas unhas de azul, mas para esse filme, elas estão naturais. Um dia, ela disse: “Quero pintar as suas unhas de azul.” E respondi: “Não, a mamãe precisa trabalhar.” Então ela ficou muito brava comigo e falou: “Tudo bem, eu sou a mamãe e você é o diretor.” E eu, como diretor: “Milla, por que você pintou suas unhas de azul?” e ela respondeu: “Porque eu gosto.” E eu: “Isso demonstra falta de profissionalismo. Que irresponsabilidade! Você está demitida!”. E ela “Oh, eu estou despedida?” e correu. Foi um grande desempenho.</p>
<p><strong>Ela não fica assustada em ficar em um set como o desse filme? Zumbis para todo lado&#8230;</strong><br />
Fazia questão de checar o cronograma antes de levá-la ao set. Com certeza, nada de zumbis por perto quando ela aparecia por lá.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/milla-jovovich.jpg" alt="" title="milla-jovovich" width="580" height="582" class="aligncenter size-full wp-image-6209" /></p>
<p><strong>Nos filmes anteriores, havia mais zumbis do que neste. Digamos que você dedique menos tempo à matança em si.</strong><br />
Achou mesmo? Eu ainda não vi o filme finalizado, mas quando eu pulo do prédio, há muitos zumbis atrás de mim (risos). É tudo muito espontâneo e natural, então talvez eu não mate tantos zumbis neste filme. Mas, definitivamente atiro em muitos deles. Tentamos fazer esse filme ser diferente dos anteriores e também dos vídeo games, e também abrir mão de algo para dar uma oportunidade para que outra pessoa também tenha um papel para interpretar (risos). Nesse caso, Wentworth Miller e Boris Kodjoe precisavam compartilhar a ação também. Se for sempre a mesma coisa, ficará entediante. Apenas uma matança de zumbis. </p>
<p><strong>Trabalhar com o maridão é bom ou ruim?</strong><br />
É ótimo! Fazemos filmes divertidos juntos. Tem um profissional da maquiagem que é muito amigo da Gena Rowlands, e ela sempre tem histórias sobre eles [Gena Rowlands e John Cassavetes] hipotecarem a casa pela segunda vez para conseguirem fazer um filme, ou sobre as vezes em que ela dizia: “Ou eu ou ele”, sendo que ‘ele’ era algum ator que ele havia escolhido. Ele dizia: “Pare!”, e ela gritava, batia a porta e ele tinha que gastar três horas passando bilhetes tentando convencer Gene a sair do quarto, pois ele hesitou quando ela disse “Ou eu ou ele”. Acho que isso deve ter sido muito difícil, mas havia tanto amor entre eles. E eles provavelmente são um dos times mais bem sucedidos de diretor/ator que faz esse tipo de filmes. Mas eu não sei se conseguiria continuar casada com o John Cassavetes depois do que ele fez Gena passar. Com Paul, fazemos esses filmes divertidos com monstros, ação, explosões, vôos. Então não é algo tenso. É cansativo, mas não é algo emocionalmente desgastante.</p>
<p><strong>Agora que vocês casaram no papel, além das datas adicionais para lembrar, o jeito de celebrar mudou?</strong><br />
Essas datas acabam comigo! (risos) Escrevi um “romance” para ele, uma carta de seis páginas. E sabe o que é engraçado? Escrevi à mão e quando não sabia a grafia correta de uma palavra, ficava esperando três opções aparecerem na tela. Oops. Mania por causa do computador e do iPhone, eu estranhava, e então lembrava: “Ah, estou escrevendo a mão.” É incrível como nos acostumamos com essas correções automáticas. E você pensa: “Ué, por que ele não está me corrigindo? Ah, porque eu devo corrigir a mim mesma.” Eu escrevi a carta para ele, ele me levou para jantar&#8230;</p>
<p><strong>Qual sua sensação quando nota que se tornou um nome forte no mundo nerd e que tem uma franquia de sucesso nas mãos? </strong><br />
Isso incrível! É tão raro. Quando você pensa em quantas mulheres participaram de uma franquia de ação e chegaram ao quarto filme&#8230; <em>Alien</em> é o único filme que me vem à cabeça. E é incrível que as pessoas gostem tanto da minha personagem. Isso nos permite continuar fazendo filmes, pois os fãs voltam. Eles me dão a chance de voltar a esse mundo e dão a chance ao meu marido de continuar dando vida a esse mundo. Tenho 34 anos e todos os adolescentes do país sabem quem eu sou por causa de <strong>Resident Evil</strong>. Garotos de 16 anos pronunciam meu nome de forma errada – aquela Milla Ioiovoiiich (risos) -, mas sabem que eu sou Alice.</p>
<p><strong>Mas esse reconhecimento também se deve a <em>O Quinto Elemento</em>, não é?</strong><br />
Sim, mas com pessoas mais velhas. E algumas crianças, mas os pais precisam mostrar o filme a elas para isso. Viu o que aconteceu na Comic-Con?</p>
<p><strong>O sujeito pediu para você falar “Multipaaaas!”. Adorei! Devo assumir que fiquei muito feliz! Aliás, <em>O Quinto Elemento</em> é um dos favoritos da família. Assistimos sempre que algum canal reprisa!</strong><br />
Nossa, que legal! Mas <strong>Resident Evil</strong> é um filme recente. Eu não sou a atriz de um filme feito 15 anos atrás; eu sou atual para essa garotada. Eles irão me ver no cinema no dia 10 de setembro. Entende o que quero dizer? É diferente. <em>O Quinto Elemento</em> é um filme que eu fiz há muito tempo, e as pessoas da minha idade ainda me reconhecem por isso. <em>O Quinto Elemento</em> mudou minha vida, foi a melhor coisa do mundo. Nunca houve nem haverá outra Leeloo. É um personagem muito excepcional.</p>
<p><strong>Como é seu estilo pessoal?</strong><br />
Não sei. Provavelmente é um mundo de fantasia. Minha mãe estava maluca ontem porque voltei para casa depois passar meses usando as roupas que tinha em uma mala. Eu descobri uma calça que não usava há muito tempo, encontrei uma capa bonita e pensei: “A capa, o calça e a corrente no cabelo iriam funcionar.” E minha mãe disse: “Ei, onde você está indo?” e eu respondi: “A lugar nenhum, só estou descansando em casa.” [risos]</p>
<p><strong>Como sua história e esses fatores te influenciaram?</strong><br />
Acredito que todos os aspectos da minha vida artística contribuíram para eu ser a pessoa que sou hoje. Sendo uma modelo, não só conheci os melhores fotógrafos e diretores de arte, como também conheci garotas que me inspiraram muito, estilistas, pessoas que me ensinaram sobre o mundo da moda, da estética, da fotografia, da arte. Lidar com esse mundo excêntrico definitivamente me ajudou a ser quem eu sou no que diz respeito ao meu estilo pessoal e ao que eu aprecio no mundo da moda. Isso me deu a oportunidade de ser uma designer. Talvez sem isso, eu estaria com uma capa e com uma calça como a que eu vesti. Minhas correntes e meu cabelo arrumado para a hora do chá! [risos]</p>
<p><strong>Quando você conheceu Christoph Waltz? Foi por causa da revista de cinema?</strong><br />
Conheci Christoph no ano passado, logo antes dele ganhar o Oscar. O encontro rolou numa festa para festejar o início da produção de “Three Mosqueteers”, aliás, ensaiamos na semana passada.</p>
<p><strong>Você começa a filmar em setembro, é isso?</strong><br />
Assim que eu acabar de promover esse filme, as coisas voltam ao normal.</p>
<p><strong>Qual foi a última vez que um filme te surpreendeu?</strong><br />
Um filme que me surpreendeu? [pausa pensativa] </p>
<p><strong>“Toy Story 3”?</strong><br />
Não. Não tenho visto filmes recentes, mas assisti a um filme antigo chamado “O sopro do coração” [em inglês, “Murmur of the Heart”], e o final foi bem chocante.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/milla_jovovich.jpg" alt="" title="milla_jovovich" width="580" height="379" class="aligncenter size-full wp-image-6208" /></p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>

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		<title>Scorsese pode reunir De Niro, Al Pacino e Joe Pesci</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/scorsese-reunir-de-niro-al-pacino-e-joe-pesci/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 21:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Al Pacino]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Pesci]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[Robert De Niro]]></category>
		<category><![CDATA[The Irishman]]></category>

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		<description><![CDATA[O próximo projeto de Martin Scorsese, The Irishman,  pode reunir novamente dois atores que já trabalharam com o diretor em seus filmes sobre a máfia: Joe Pesci e Robert de Niro, de Os Bons Companheiros e Cassino. Além dos dois, Al Pacino também pode dar as caras. The Irishman é a adaptação cinematográfica do livro [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6200" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/martin-scorsese.jpg" alt="" width="580" height="676" /></p>
<p>O próximo projeto de<strong> Martin Scorsese</strong>, <strong>The Irishman</strong>,  pode reunir novamente dois atores que já trabalharam com o diretor em seus filmes sobre a máfia: <strong>Joe Pesci</strong> e <strong>Robert de Niro</strong>, de <em>Os Bons Companheiros</em> e <em>Cassino</em>. Além dos dois, <strong>Al Pacino</strong> também pode dar as caras.</p>
<p><strong>The Irishman</strong> é a adaptação cinematográfica do livro <em>I Heard You Paint Houses</em>, de Charles Brandt, e será produzida por De Niro. O livro conta a história de um ex-líder sindical, Frank &#8220;The Irishman&#8221; Sheernan, que é acusado do assassinato de Jimmy Hoffa, já vivido no cinema por Jack Nicholson no filme <em>Hoffa</em>.</p>
<p>Gostou da escalação? Comente!</p>

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		<title>[Trailer] Novo promo de &#8220;Never Let Me Go&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 16:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Carey Mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[Keira Knightley]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Romanek]]></category>
		<category><![CDATA[Never Let me Go]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu um novo trailer de Never Let Me Go, uma mistura de romance e ficção científica dirigido por Mark Romanek. O roteiro foi adaptado do livro de Kazuo Ishiguro que no Brasil se chama Não me Abandone Jamais. O filme não só tem sido bastante elogiado após a sua exibição no Festival de Toronto como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Never-Let-Me-Go.jpg" alt="" width="580" height="265" class="aligncenter size-full wp-image-6170" /></p>
<p>Saiu um novo trailer de <strong>Never Let Me Go</strong>, uma mistura de romance e ficção científica dirigido por <strong>Mark Romanek</strong>. O roteiro foi adaptado do livro de <strong>Kazuo Ishiguro</strong> que no Brasil se chama <em>Não me Abandone Jamais</em>. O filme não só tem sido bastante elogiado após a sua exibição no Festival de Toronto como foi escolhido para abrir o Festival de Londres no próximo mês. No elenco estão <strong>Carey Mulligan</strong>, indicada ao Oscar ano passado por <em>Educação</em>, <strong>Keira Knightley</strong> (<em>Desejo e Reparação</em>), e <strong>Andrew Garfield</strong>, o novo <em>Homem-Aranha</em>. Na história, Kathy, Ruth e Tommy cresceram juntos em um internato na Inglaterra. Já jovens adultos, os três têm de encarar a verdade sobre a infância e a vida que levam agora. Estréia dia 15 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão no Brasil.  </p>
<p><center><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Vf6YtN_y9Ao?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Vf6YtN_y9Ao?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="580" height="350"></embed></object></center></p>

]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>[Entrevista] Paul W.S. Anderson</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-paul-w-s-anderson/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-paul-w-s-anderson/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 16:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comic-Con]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Comic-Con 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>
		<category><![CDATA[Paul W.S. Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Evil: Recomeço]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>

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		<description><![CDATA[Diretor apaixonado, heroína efetiva e um bando de fãs alucinados transformaram Resident Evil num produto rentável, e lá vem o quarto filme! SAN DIEGO, CA &#8211; Em tempo de superexploração vampírica, o casal Anderson – Paul W.S. Anderson e Milla Jovovich – continua apostando nos zumbis e numa das franquias mais surpreendentes da última década. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/resident-evil-paul-milla.jpg" alt="" title="Resident Evil: Afterlife" width="580" height="387" class="aligncenter size-full wp-image-6178" /></p>
<blockquote><p>Diretor apaixonado, heroína efetiva e um bando de fãs alucinados transformaram <strong>Resident Evil </strong>num produto rentável, e lá vem o quarto filme!</p></blockquote>
<p>SAN DIEGO, CA &#8211; Em tempo de superexploração vampírica, o casal Anderson – Paul W.S. Anderson e Milla Jovovich – continua apostando nos zumbis e numa das franquias mais surpreendentes da última década. <strong>Resident Evil: Recomeço</strong> (Resident Evil: Afterlife) é fraquinho, mas chuta o balde em termos de tecnologia com 3D saindo pelo ladrão e uma Alice mais dramática. O <strong>SOS Hollywood</strong> entrevistou o diretor e comandante dessa brincadeira que deu certa. Leia as melhores partes!</p>
<p><em><font size="-2">Entrevista: Fábio M. Barreto, da San Diego Comic-Con<br />
Tradução: Renata Primavera</font></em></p>
<p><strong>Quarto filme, quem diria! Você não está se cansando um pouco disso? (risos)</strong><br />
Cansando? Não! A única razão pela qual eu faço <em><strong>Resident Evil </strong></em>é porque eu amo os jogos de video game; e a Milla (Jovovich), porque o irmão dela era apaixonado por eles. A franquia inteira é baseada nessa paixão. Eu ainda sinto essa paixão e a Mila também. E, se essa paixão um dia deixar de existir, daí, nós não faremos mais um filme de <em><strong>Resident Evil</strong></em>. Para nós, não se trata de negócios ou estratégias de carreira. Eu amo <em><strong>Resident Evil </strong></em>e, enquanto amar, vou continuar fazendo. Não há outra franquia baseada em vídeo game tão longeva quanto essa, e acredito que isso ocorre porque os filmes são feitos com paixão. Eles têm integridade, isso não se compra. </p>
<p><strong>Como você compete com as grandes produções dos estúdios de ponta, já que <em>Resident Evil</em> não é bancada por nenhum deles. Você tem que ser mais criativo para poder agradar a seu público?</strong><br />
Sim, definitivamente. É uma arte, eu acho [sorri]. Na Europa, onde comecei fazendo filmes independentes, você aprende isso muito rápido. Lá, não há tanto dinheiro quanto em Hollywood. E, se você quiser fazer cinema de qualidade, mas com um orçamento menor, tem que aprender a fazer coisas com menos dinheiro. Minhas produções custam uma pequena fração do que os filmes de estúdio. Mas o último <em><strong>Resident Evil</strong></em> fez tanto quanto <a href="http://www.soshollywood.com.br/watchmen-critica/"><em>Watchmen – O Filme</em> </a>no mercado internacional, por exemplo.</p>
<p><strong>No decorrer da franquia, Milla amadureceu muito. Como você vê isso – no campo pessoal e profissional?</strong><br />
Foi fantástico. No primeiro filme, ela era uma garota que mal sabia seu próprio nome. Agora ela é uma mulher independente, nos filmes e na vida. Nós temos uma filha, o que dá outra dimensão para nossa vida. Nós dizemos, brincando, que <em><strong>Resident Evil</strong></em> é um negócio familiar. E é. Nós sempre trabalhamos com os mesmos produtores e a mesma equipe. É um prazer nos reunirmos após alguns anos para trabalharmos juntos novamente.</p>
<p><strong>Seu estilo como diretor de <em>Resident Evil </em>é diferente dos outros diretores de franquia. Por que será?</strong><br />
Tenho sorte de estar envolvido na criação do roteiro. Preciso de seis meses para escrever um e é como se eu tivesse seis meses a mais de pré-produção. Essa é uma vantagem que tenho: mais tempo para visualizar as cenas. Por isso meus filmes têm um visual diferenciado. </p>
<p><strong>Que mudanças você teve que fazer no seu estilo de direção para se adaptar ao 3D?</strong><br />
Mudou meu estilo completamente. Meu último filme [<em>Corrida Mortal</em>] é completamente diferente em termos visuais por conta do 3D. Se você está planejando uma tomada em 3D, tem que pensar com muito mais profundidade e precisa de um set que reflita isso. Por exemplo, túneis estreitos e claustrofóbicos. Poço de elevador. Por isso que Milla tem um avião nesse filme, sabia que a fotografia aérea fica ótima em 3D. Outra coisa que ficam ótima no 3D são pequenas partículas, como gotas de chuva e fumaça. Então, chove bastante no filme. Eu deliberadamente escrevi o roteiro para o 3D. Para mim, o formato começa no roteiro.</p>
<p><strong>De onde vem essa fascinação sobre 3D?</strong><br />
Sempre fui muito interessado em 3D, sempre achei uma ótima idéia, mas tecnicamente inviável. Agora, com a Pacer-camera, a tecnologia está no ponto certo, se você utilizá-la corretamente. Vi muitos filmes, os ruins também, para saber o que fazer e o que evitar, além de conversar com especialistas. Para o tipo de filme que eu faço, de ação e terror, o 3D se encaixa muito bem. A cada quarenta ou cinqüenta anos, há uma mudança significativa no cinema. Por exemplo, com a invenção dos filmes sonoros. Depois vieram os filmes coloridos. Agora, o 3D. Para mim, como cineasta, é um momento muito excitante na História.</p>

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		<title>Sherlock Holmes 2 contrata sua protagonista</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 20:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
		<category><![CDATA[Noomi Rapace]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock Holmes 2]]></category>

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		<description><![CDATA[A continuação de Sherlock Holmes, prevista para estrear em dezembro de 2011, já tem a sua protagonista feminina. A personagem será uma cigana francesa, vivida por Noomi Rapace, atriz sueca que está no filme sueco Os homens que não amavam as mulheres, que deverá ser refeito em Hollywood, sob direção de David Fincher. Sherlock Holmes [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6146" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/noomi_rapace.jpg" alt="" width="580" height="450" /></p>
<p>A continuação de <strong>Sherlock Holmes</strong>, prevista para estrear em dezembro de 2011, já tem a sua protagonista feminina. A personagem será uma cigana francesa, vivida por <strong>Noomi Rapace</strong>, atriz sueca que está no filme sueco <em>Os homens que não amavam as mulheres</em>, que deverá ser refeito em Hollywood, sob direção de David Fincher.</p>
<p>Sherlock Holmes 2, que também será dirigido por Guy Ritchie, ainda terá Mycroft Holmes, irmão do protagonista, além do Professor Moriarty, que não chega a ter sua identidade revelada no primeiro filme. <strong>Robert Downey Jr.</strong> e <strong>Jude Law</strong> devem voltar aos seus papéis.</p>

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		<title>Novos pôsteres de Tron Legacy</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 19:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Tron Legacy]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquele sentimento de querer muito ver um filme, mas estar com medo dele ser extremamente ruim? É isso que eu sinto a respeito de Tron Legacy, a super esperada continuação de Tron. Como a história é baseada em tecnologia e no mundo virtual, meu maior receio é que a modernidade e os recursos disponíveis [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/kinogallery.com_tron2_poster_37-580x402.jpg" alt="" width="580" height="402" class="aligncenter size-large wp-image-6147" /></p>
<p>Sabe aquele sentimento de querer muito ver um filme, mas estar com medo dele ser extremamente ruim? É isso que eu sinto a respeito de <em>Tron Legacy</em>, a super esperada continuação de <em>Tron</em>. Como a história é baseada em tecnologia e no mundo virtual, meu maior receio é que a modernidade e os recursos disponíveis hoje em dia acabem arruinando o visual do filme de 1982.</p>
<p>Estou falando isso porque a Disney lançou novos posters de Tron Legacy, apresentando Quorra (<strong>Olivia Wilde</strong>), e o fato dela ter cabelo me incomoda. Caso você não se lembre ou não tenha visto, em Tron os programas femininos – como a Yori (<strong>Cindy Morgan</strong>) – usavam uma espécie de capuz, que os deixava menos “humanos”. Acredito que esses esforços para modernizar o mundo virtual podem acabar estragando o que havia de mais legal nele. Espero estar errada.</p>
<p><strong>Tron Legacy</strong> conta a história de Sam Flynn (<strong>Garrett Hedlund</strong>) que entra no mundo virtual em busca do seu pai. O filme estréia 17 de dezembro.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/kinogallery.com_tron2_poster_35-262x580.jpg" alt="" width="262" height="580" class="aligncenter size-large wp-image-6145" /></p>
<p>==<br />
Nota do Editor:<br />
A primeira foto foi transformada em outdoor e está entupindo Los Angeles. Aliás, a campanha por Tron Legacy está pesada desde a Comic-Con. A Disney está gastando horrores com o filme!</p>

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		<title>NFL: Anos-luz do Brasileirão</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 18:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais rico, mais relevante e com mais dedicação da imprensa. Essa é uma curta análise de como a NFL pode ser comparada ao nosso grande campeonato. Nova temporada oferece lições a serem aprendidas por todos, especialmente a Rede Globo. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Norte-americano leva o futebol dele a sério. Demais. E [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/romo-cowboys-vs-redskins.jpg" alt="" title="romo-cowboys-vs-redskins" width="580" height="419" class="aligncenter size-full wp-image-6152" /></p>
<blockquote><p>Mais rico, mais relevante e com mais dedicação da imprensa. Essa é uma curta análise de como a NFL pode ser comparada ao nosso grande campeonato. Nova temporada oferece lições a serem aprendidas por todos, especialmente a Rede Globo.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Norte-americano leva o futebol dele a sério. Demais. E por ser um fenômeno cultural, uma obrigação quase religiosa, que envolve paixões e fortunas, o início da temporada 2010/2011 &#8211; que começou na semana passada &#8211; gerou um gigantesco movimento de mídia. Jogos no Facebook, milhares de novas Fantasy Leagues, propagandas, grade de TV repleta de filmes ambientados no universo do futebol americano e, muita, mais muita promoção de venda de televisores HD. É uma festa, mas, analisando friamente a transmissão das partidas, eles dão um baile no que a Rede Globo considera a &#8220;melhor cobertura&#8221; do Campeonato Brasileiro. Estou confundindo alhos com bugalhos? Não. Em importância, os dois esportes são equiparáveis e, se os gringos fazem o melhor pela NFL, bem, os brasileiros devem fazem o melhor pelo Brasileirão. E dinheiro é o menor dos problemas.</p>
<p>Ontem aconteceu o embate entre <strong>Washington Redskins</strong> e <strong>Dallas Cowboys</strong>, em Washington. Com início programado para 5h15 (horário do Pacífico), o jogo ocupava o horário nobre do esporte, o chamado <strong>Sunday Night Football</strong>. Entretanto, chamou minha atenção o fato de que a NBC começou a falar de futebol americano 1h30 antes do jogo. Achei estranho e pensei que só veria bobeira ou propaganda, mas foi um dos programas pré-jogo mais completos que já tive oportunidade de assistir. E tudo isso durante a primeira rodada do campeonato.</p>
<p>Cresci acostumado com aquele lero-lero de 20 minutos de pré-análise feita pela equipe da Globo, com muita opinião e, quando mundo, Leo Batista narrando aqueles gols do Pirapora de Bom Jesus contra Marrequinhos do Oeste, no regional do Tocantins! [repararam que nunca tinha gol do Acre? o_O]. E, por questão de criação, pensei que esse era o melhor jeito. Ou melhor, o jeito certo. Como fui tolo.</p>
<p>Durante o pré-jogo da NBC &#8211; que é um canal aberto, assim como a Globo -, a equipe tratou do início da temporada, mostrou matérias, entrevistas com os principais jogadores [incluindo Tony Romo, o QB dos Cowboys], stats e, só bem perto do começo do jogo, especulou sobre os resultados. Seria algo como colocar um Globo Reporter, ou um dos programas da ESPN, antes do jogo. </p>
<p>Apreciei demais o respeito, e devida exploração comercial, feita em cima do principal jogo do fim de semana. No total, foram mais de 4h de futebol americano &#8211; repletos de intervalos, claro &#8211; em alta definição. Em termos de edição das partidas, ainda fazemos frente. Os editores da Globo são bons e, pela natureza confusa dos lances do futebol americano, os caras não sabem o que procurar, às vezes. Ponto pros brazucas.</p>
<p>Mas em termos de pacote completo, levamos uma lavada. Especialmente quando o jogo acaba. A reportagem de campo é similar, e divertida, afinal ver a repórter da NBC ao lado dos brutamontes do Redskins foi engraçado pela desproporção física. Entretanto, o canal continuou cobrindo o jogo até o término da entrevista coletiva e aquele trabalho de vestiários, que, no Brasil, sempre foi trabalho exclusivo das rádios. Ah, mas a NFL tem mais dinheiro! Tem e nem vale a pena comparar patrocinadores [só o que as montadoras de automóveis gastam é uma barbaridade], mas construiu essa força ao longo de anos. É tara pura. Esses caras respiram futebol [público e profissionais] e, como sabemos, ganham muito mais que os brasileiros. Seja no campo ou fora dele. Quantas vezes não vimos jogos serem encaixados no meio daquele espetáculo de boçalidades promovido pelo Faustão?</p>
<p>É um reflexo da fragilidade do futebol brasileiro, que se contenta em ser celeiro de talentos e de, agora com a perspectiva americana, um mero passatempo perdido em meio ao desespero por índices de IBOPE obtidos em lutas homéricas para, sempre que possível, reduzir o nível de seu público e apostar em sua ignorância.</p>
<p>Não sei o que é pior, considerar o público burro ou não fazer nada para ajudá-lo. Por aqui, todo fã de futebol é a pessoa mais esclarecida, fanática e dedicada do mundo. Não importa se é classe C, D, E, A ou B. Não importa a música que gosta. Domingo é dia de Futebol Americano. E não se fala mais nisso. A ESPN Brasil entende disso, mas dói muito saber que o conteúdo de TV aberta nos Estados Unidos só é encontrado na TV a cabo brasileira.</p>

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		<title>[Trailer] Hereafter, de Clint Eastwood</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 15:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>
		<category><![CDATA[Hereafter]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon]]></category>

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		<description><![CDATA[O trailer do mais recente trabalho do diretor Clint Eastwood, Hereafter, foi disponibilizado pelo iTunes Movie Trailers. Seus filmes que seguem sempre uma linha de reflexão, propõe um olhar ao sobrenatural, a nossa relação com a morte e suas possibilidades. E ele repete a parceria com Matt Damon que teve grande atuação em Invictus. O [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/hereafter.jpg" alt="" width="580" height="286" class="aligncenter size-full wp-image-6111" /></p>
<p>O trailer do mais recente trabalho do diretor <strong>Clint Eastwood</strong>, <strong>Hereafter</strong>, foi disponibilizado pelo <strong>iTunes Movie Trailers</strong>. Seus filmes que seguem sempre uma linha de reflexão, propõe um olhar ao sobrenatural, a nossa relação com a morte e suas possibilidades. E ele repete a parceria com <strong>Matt Damon</strong> que teve grande atuação em <em>Invictus</em>. O trailer se mostra interessante também na produção, com cenas convincentes de um tsunami, além de grande expectativa para cenas dramáticas bem desenvolvidas. </p>
<p>O filme conta a história de três pessoas que são tocadas pela morte de maneiras diferentes. <strong>Matt Damon</strong> é George, um trabalhador braçal americano que tem uma conexão especial com a vida após a morte. Do outro lado do mundo, Marie (<strong>Cécile de France</strong>), uma jornalista francesa, tem uma experiência de quase-morte que mexe com a sua realidade. Em quanto isso, Marcus, um garoto em Londres, perde a sua pessoa mais próxima e precisa desesperadamente respostas. Cada um caminha em busca da verdade, suas vidas se cruzam, mudando para sempre o que eles acreditam que pode &#8211; ou deve &#8211; existir no futuro.</p>
<p>O filme estréia em outubro nos cinemas norte-americanos e tem previsão para 11 de fevereiro de 2011 no Brasil. </p>
<p><center><object width="450" height="251"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/27077"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/27077" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="450" height="251"></embed></object></center></p>

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		<title>Cantar, Dançar, Atuar. Precisa de tanto?</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 22:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Muita gente pergunta: por que os atores americanos sempre se metem a cantar, pintar, dirigir e etc? A resposta é simples, quanto mais qualificado, mais trabalho pela frente, especialmente se você foi aluno da Juilliard, de Nova Iorque! Para entender a relevância desse processo, entrevistei Rosário Dawson, Julie Andrews, Nelsan Ellis e Morena Baccarin! por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/singing-in-the-rain.jpg" alt="" title="singing-in-the-rain" width="580" height="401" class="aligncenter size-full wp-image-6118" /></p>
<blockquote><p>Muita gente pergunta: por que os atores americanos sempre se metem a cantar, pintar, dirigir e etc? A resposta é simples, quanto mais qualificado, mais trabalho pela frente, especialmente se você foi aluno da Juilliard, de Nova Iorque! Para entender a relevância desse processo, entrevistei Rosário Dawson, Julie Andrews, Nelsan Ellis e Morena Baccarin!</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Olhando a grade de programação da TV norte-americana, existe um ponto em comum entre os destaques na atuação das melhores séries, sejam elas inéditas ou veteranas: versatilidade dos atores e atrizes. Para citar alguns exemplos, <strong>Nelsan Ellis</strong> e <strong>Rutina Wesley </strong>(<em>True Blood</em>), Morena Baccarin (<em>V</em>) e <strong>Laura Linney </strong>(<em>The Big C</em>) tem um trunfo em comum no treinamento que receberam na <strong>Escola Juilliard</strong>, de Nova Iorque. Esse celeiro de talentos tanto de Hollywood quanto da Broadway é um dos principais elementos que permite à maioria dos atores norte-americanos navegar tão bem entre gêneros, estilos e até se dar bem tanto na música quanto nos palcos. </p>
<p>Não há exagero quando se fala da Juilliard, pois mesmo entre atores de sucesso, mas que não passaram por seu processo, existe grande respeito e valor. Ontem, conversando com <strong>Rosário Dawson</strong> &#8211; que nunca estudou atuação e aprendeu tudo na prática &#8211; falamos sobre o modo como o mercado recebe os profissionais e como isso influencia na escolha de papéis. &#8220;Muita gente duvidou que eu conseguiria alguma coisa por não ser treinada, mas aí descobriam que eu já atuava desde os 10 anos de idade, então as coisas mudaram um pouco&#8221;, diz a belíssima estrela de <em>Unstoppable</em>, com Denzel Washington e Chris Pine, dirigido por Tony Scott, ao <strong>SOS Hollywood</strong>. Preparação é fundamental por aqui e, cada vez menos, existe espaço para pessoas &#8220;descobertas&#8221; no meio da rua, nos shoppings e em situações cotidianas. </p>
<p>E é aí que essa geração treinada pela Juilliard entra em cena. Eles atuam no teatro, no cinema e na TV. Sabem cantar com habilidade e dançam bem, conseguindo sucesso na Broadway e em Hollywood, quando alguém encara o desafio de fazer um musical; e, em muitas vezes, despontam como coadjuvantes fundamentais para seus projetos. Essa é uma das razões pelas quais essa versatilidade pode ser vista na atuação norte-americana, que não é apenas limitada a Hollywood. Aliás, os espetáculos da Broadway e off-Broadway são responsáveis pela maior quantidade de talentos revelados que as câmeras de Los Angeles. A razão é simples: embora custoso e, muitas vezes luxuoso, teatro ainda é infinitamente mais barato de se produzir que o cinema, especialmente quando se fala na produção dos Estados Unidos</p>
<p>O ator norte-americano precisa ser multitarefa, ou perde chances e, rapidamente, desaparece. Vez por outra Hollywood surpreende com um ator principal cantando na trilha sonora &#8211; sempre gosto de lembrar de Fever Dog, cantada por Jason Lee, em <em>Quase Famosos</em> e do fabuloso trabalho de Joaquin Phoenix [antes do surto] e Reese Whiterspoon em <em>Johnny &#038; June</em>. É um formato que precisa ser seguido e, convenhamos, garante bons resultados para o público. É a capacidade de adaptação, de ser artístico em diversos aspectos do entretenimento e, acima de tudo, fazer isso bem. Até por falha pessoal e pouco contato com o cinema nacional, coisa que piorou desde que assumi o cargo aqui em Los Angeles, tenho apenas uma boa recordação dessa mescla de música com cinema, que foi o filme <em>Os Desafinados</em>. É uma peça rara na nossa produção, pelo menos pelo que sei. Rodrigo Santoro sempre me surpreende [ok, exceto <em>Red Belt</em>, que é fundamentalmente ruim e nada se salva].</p>
<p>Essa natureza valoriza muito o trabalho do ator que, embora continue sendo o sujeito que entrega os diálogos e os interpreta, pode executar suas tarefas com mais complexidade. &#8220;Cantei e atuei muito no teatro e, por sorte, meus trabalhos de TV foram mais focados na ficção científica; nada de devoção ao gênero ou coisa parecida&#8221;, diz <strong>Morena Baccarin</strong>, agora com cabelo totalmente tingido de loiro, que trabalhou com Joss Whedon na série <em>Firefly </em>e agora é a alienígena Anna, em <em>V</em>. &#8220;Os trabalhos mais populares acabam exigindo apenas fidelidade de roteiro, mas quem pagou as contas por muito tempo foram papéis dramáticos e musicais em Nova Iorque&#8221;. </p>
<p>Quem mais tira proveito dessa supercapacitação é a TV, que consolidou sua posição como meio de qualidade e relevância incontestável. Com o cinema cada mais circulando em torno de nomes veteranos confiáveis como Denzel Washington ou sujeitos rentáveis como Shia LaBeouf. Sempre com pilotos a serem filmados, minisséries e a constante produção de filmes para TV [curiosamente, a HBO pode ter os filmes mais marcantes, mas o SyFy Channel é um dos que mais investe com seus longas-metragens B; Dean Cain que o diga, pois é onde ele consegue emprego atualmente] e propagandas esse meio pode assimilar parte dessa força de trabalho com mais facilidade que o cinema. </p>
<p>Países como Inglaterra e Austrália também apostam muito nessa dinâmica. Inclusive, os europeus levam vantagem na briga. O último Oscar principal para um musical foi de <strong>Marion Cotillard</strong>, por <em>Piaf</em>; a última americana a ser premiada com algo similar foi <strong>Jennifer Hudson</strong>, anos antes por <em>DreamGirls</em>, mas como coadjuvante. Por falar em Oscar, Hugh Jackman cantou na festa e sabia o que estava fazendo, especialmente por sua boa experiência com musicais no início da carreira. E chega a ser óbvio citar exemplos clássicos como <strong>Julie Andrews</strong>, de <em>A Noviça Rebelde</em>. &#8220;Mesmo os musicais no cinema caíram um pouco de qualidade e ritmo&#8221;, diz a veterana à nossa reportagem. &#8220;O último que me marcou foi <em>Moulin Rouge</em> [de Baz Luhurman], gosto de pensar na habilidade musical como uma ótima ferramenta de trabalho, pois, no meu caso, ela ajudou a viabilizar muitos sonhos, inclusive o meu lado escritora de livros infantis&#8221;, explica. &#8220;Ser artista é se expressar da forma mais bela que você conhece, do melhor modo possível. Todos somos capazes de fazer quase tudo, mas encontrar força para ser flexível e efetivo é quase um dom; adoro ouvir novas vozes&#8221;.</p>
<p>Dom ou trabalho duro, não importa, pois, na prática, diretores de elenco e os comandantes dos projetos querem gente apta e dinâmica tanto no ramo prioritário do produto em questão, mas também capacitada para tentar maluquices como um episódio musical [cada vez mais comum na TV, especialmente depois do fenômeno supervalorizado de <em>Glee</em>] ou alguma transformação cômica e com surtos dramáticos como <strong>Nelsan Ellis</strong>, de <em>True Blood</em>, cuja terceira temporada termina hoje, nos Estados Unidos. &#8220;Não há mais espaço para atores de um estilo único. Cada vez mais, ouvimos diretores exigindo diversidade e inovação&#8221;, diz Ellis. &#8220;John Wayne sempre dizia que ele tinha apenas um personagem: John Wayne; e que os diretores queriam ver aquele sujeito, entretanto, hoje em dia, o público exige muito mais. Por exemplo, se Lafayette manter o mesmo comportamente por muitos episódios, as pessoas perdem o interessente, então, manter a reinvenção acontecendo e sempre estar aberto a novas descobertas sobre ele é fundamental. Muito mais para o público do que para o ator.&#8221;</p>
<p>Definitivamente, é o modelo a ser seguido por qualquer mercado disposto a se tornar uma potência cinematográfica. </p>
<blockquote><p>Alguns famosos que se formaram pela Juilliard:<br />
Robin Williams (<em>O Homem Bicentenário</em>)<br />
Kevin Spacey (<em>K-PAX</em>)<br />
William Hurt (<em>A.I.</em>)<br />
Laura Linney (<em>John Adams</em>)<br />
Bradley Whitford (<em>The West Wing</em>)<br />
Eric La Salle (<em>E.R.</em>)
</p></blockquote>
<p>(texto feito em resposta à pergunta da leitora Sarita, no <a href="http://www.soshollywood.com.br/pergunte-ao-sos/comment-page-1/#comment-9512">Pergunte ao SOS Hollywood!</a>)</p>

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		<title>Willis, Mirren e Cage em Capitão América?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 16:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América: O Primeiro Vigador: Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren e Nicholas Cage]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícias como essas não passariam despercebidas pela mídia, mas às vezes alguns estúdios tentam reter informações para nos surpreender em filmes esperados como este. Acontece que a IMBD, a maior base de dados sobre cinema na internet, adicionou 3 novos nomes na lista de elenco do filme Capitão América: O Primeiro Vigador: Bruce Willis, Helen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Capitão-America.jpg" alt="" width="580" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-6094" /></p>
<p>Notícias como essas não passariam despercebidas pela mídia, mas às vezes alguns estúdios tentam reter informações para nos surpreender em filmes esperados como este. </p>
<p>Acontece que a <strong>IMBD</strong>, a maior base de dados sobre cinema na internet, adicionou 3 novos nomes na lista de elenco do filme <strong><em>Capitão América: O Primeiro Vigador</em></strong>: <strong>Bruce Willis</strong>, <strong>Helen Mirren</strong> e <strong>Nicholas Cage</strong>, que estão ajustados para aparecer em papéis confidenciais no filme. Todos os outros atores estão marcados como seus respectivos papéis, apenas os três não tem nenhuma definição. </p>
<p>Por mais que não haja nenhuma base para confirmação além desta aparicão repentina na IMBD e dificilmente algo assim conseguiria se manter em tanto sigilo, e se for verdade? Poderiam esses três atores consagrados aparecerem em um filme que já um dos mais esperados de 2011? Com as filmagens ocorrendo no Reino Unido, Helen Mirren poderia fazer um papel de realeza como já fez antes. Mas e Cage e Willis? Poderiam aparecer no campo de batalha fazendo pequenos papéis como muitos atores já fizeram em <em>O Resgate do Soldado Ryan</em>, por exemplo? Só o tempo dirá ou quando a <strong>Paramount</strong> ou a <strong>Marvel</strong> resolverem nos contar o que está acontecendo. </p>

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		<title>Sombras no Horizonte</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 23:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um bobão! Nunca se esqueça disso, pois as conseqüências podem ser catastróficas. Como comentei no texto anterior, aqui na seção Blog, o mês de julho foi uma das coisas mais infernais e intensas pelas quais passei nesses quase três anos de Los Angeles. E o velhinho aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/olhos.jpg" alt="" title="olhos" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-6102" /></p>
<blockquote><p>Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um bobão! Nunca se esqueça disso, pois as conseqüências podem ser catastróficas.</p></blockquote>
<p>Como comentei no texto anterior, aqui na seção Blog, o mês de julho foi uma das coisas mais infernais e intensas pelas quais passei nesses quase três anos de Los Angeles. E o velhinho aqui sentiu o baque, físico e emocional. Adicione a isso um mês de muito trabalho dedicado ao site, que vem crescendo bem com o acordo com o Portal MTV, e o resultado não podia ser outro: kaput! O tal do problema na perna piorou e, para ajudar, uma coisa que estava tentando esconder de mim mesmo se tornou algo tão complicado que não adianta mais torcer para melhorar -porque não vai, afinal, não tem cura. Meus olhos estão começando a trilhar um caminho assustador e incerto e tem piorado a cada semana, pois tenho uma coisa chamada “floaters”. Basicamente, umas manchas negras resultados de stress na gelatina do olho, que provoca o contato entre diversos pontos nervosos e eles se manifestam como essas manchas. Todo mundo tem uma pequena parcela disso, especialmente quando olha para o Sol, aí aparecem aquelas coisinhas se movendo no campo de visão, pelo menos foi o que médico disse. No meu caso, porém, essas manchas são fixas e estão crescendo. Muito. Começou com uma pequena manchinha, na viagem para os Estados Unidos, em 2008, e agora há uma colônia de férias delas. Faça chuva, faça Sol, lá estão as maledentas.</p>
<p>Como disse, claridade é um agravante e qual é a cor da página do Word? Branca. Ou seja, trabalhar de óculos escuros tem sido a solução por mais ridículo que aparente. De qualquer forma, isso tem desmotivado – e muito – no trabalho, pois tem causado certo desespero ter que lidar com isso e saber, por pelo menos 3 médicos, que não tem cura, nem tratamento, nem previsão de melhora. A única orientação é “você tem que agüentar”. Bom, fácil falar quando não é o seu campo de visão que fica cheio de pontos pretos. O negócio é, em português, claro: tá foda! </p>
<p>Torço para que você nunca saiba o que é não poder olhar para o céu claro e vê-lo pelo que ele é, ou mesmo olhar para as pessoas que ama sem ter aqueles pontos se movendo e atrapalhando cada momento. Com a maldição da internet, corri para pesquisar mais sobre o assunto e descubro casos de tanta intensidade que ler fica difícil ou mesmo impraticável. Se o estado atual já me desconcentra pesadamente, imagina, sei lá, 20% a mais que isso? Medo, muito medo. Esse problema foi relatado pelos romanos, ou seja, danou-se. Vou morrer com isso, mas espero chegar lá enxergando, o que não é algo muito provável, especialmente sabendo que minha avó tinha problemas sérios com catarata e minha irmã mais nova já teve que operar os olhos.</p>
<p>E o que isso tem a ver com o começo desse texto? Bem, meu trabalho é minha diversão, minha paixão. Amo escrever. Faço tudo isso por crença na utilidade do jornalismo, na evolução pela divulgação da cultura e da História. Não sou um aventureiro tentando fama ou fortuna na Internet, como a maioria de sites ou vlogs por aí. Essa vertente visual é apenas mais um canal para voz que há 15 anos se faz presente em jornais e revistas brasileiros, logo, minha perspectiva é diferente. E por isso levo a sério cada linha que escrevo. Questão de profissionalismo.</p>
<p>Mas esse profissionalismo está sendo muito afetado pelo aspecto físico. Os remédios para as dores na perna me deixam sonolento e as manchinhas me tiram do sério muito mais que comentários infantilóides e agressivos – que não faltam, aliás, por exemplo, acabei de ver um sujeito me chamando de “escroto”, nos comentários do RapaduraCast, vai entender. Tranqüilidade é a maior das forças de um escritor, pois, por mais complexo que seja gravar um podcast, a palavra dita tem mais flexibilidade, a escrita é definitiva (claro, na internet, dá para mudar imediatamente, mas quando se aprende e é treinado no mundo impresso, o senso de responsabilidade aumenta, assim como a necessidade pela boa apuração); logo, com as manchas, a tranqüilidade tem desaparecido e com ela foi o fluxo de escrita.</p>
<p>A viagem ao Canadá ajudou um bocado, mas não o suficiente e o resultado foram duas semanas de desaceleração no começo de setembro. Para quem acredita em inferno astral, a explicação está aí; para quem não acredita, a bola caiu e agora preciso retomar o ritmo de trabalho e encontrar um jeito de ignorar as dores e o incômodo para voltar a produzir em escala. Silenciosamente, ou melhor, secretamente, tenho gravado o SOSCast sobre Hayao Miyasaki, que vai ter um formato especial e, até onde sei, único na podosfera, e vai analisar muito da obra desse japonês genial! E também, como alguns sabem, estou trabalhando efetivamente no meu primeiro romance. Teoricamente seria o quarto, mas como nunca finalizei nenhum dos anteriores, esse vai ser “o livro”. Quero terminar a primeira metade antes do meu aniversário, ou seja, em uma semana. Veremos, veremos. Mostrei para algumas pessoas que gostam, e valorizam, leitura e os resultados foram bons. Agora está nas minhas mãos. </p>
<p>Por conta de tudo isso, e de minhas obrigações com o mundo impresso – que paga as contas da casa – o ritmo do site caiu. Ou fator foi o SOS ter começado a &#8220;precisar publicar todo dia&#8221;, e isso não me agradou. Visitas são importantes, mas valorizo MUITO MAIS duzentas pessoas que leiam realmente, do que 5000 que passem, olhem a manchete e nunca mais voltem. Já tem gente demais abastecendo esse pessoal. O trabalho das meninas (obrigado Luiza, Grazi e Vicky) foi fantástico e elas mantiveram pelo menos algum movimento por aqui, durante essa ressaca. Esse texto, além de lavar um pouco a alma e aliviar a mente, serve como pontapé inicial da segunda quinzena de setembro que, se tudo der certo, vai ser grandiosa! Começando hoje de noite, com uma exibição de Spaceballs no cinema, que verei no Vista Theatre, e continuando amanhã, quando novamente entrevistarei Denzel Washington! :p</p>
<p>Obrigado pela paciência e pelo apoio! </p>
<p>Um abraço a todos!</p>

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		<title>Natalie Portman pode subsituir Angelina em Gravity</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 16:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alfonso Cuarón]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
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		<category><![CDATA[Gravity]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Portman]]></category>
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		<description><![CDATA[Em meio a boa repercussão de seu papel em Black Swan, exibido  no Festival de Veneza, Natalie Portman está sendo cotada para ser a protagonista de Gravity, ficção científica sob a direção de Alfonso Cuarón, de Filhos da Esperança. O papel, a princípio, seria de Angelina Jolie, que recusou o projeto. O roteiro de Gravity, [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6045" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2037405703_7a8f04d3d8_o.jpg" alt="" width="580" height="457" /></p>
<p>Em meio a boa repercussão de seu papel em<strong> Black Swan</strong>, exibido  no Festival de Veneza, Natalie Portman está sendo cotada para ser a protagonista de<strong> Gravity</strong>, ficção científica sob a direção de <strong>Alfonso Cuarón</strong>, de <em>Filhos da Esperança</em>. O papel, a princípio, seria de <strong>Angelina Jolie</strong>, que recusou o projeto.</p>
<p>O roteiro de <strong>Gravity</strong>, de co-autoria de Cuáron, relata um casal que trabalha numa estação espacial, que sobrevive à explosão de um satélite, enquanto o restante da equipe não tem a mesma sorte. <strong>Robert Downey Jr.</strong> já está confirmado no projeto, que deve começar a ser rodado ainda este ano.</p>

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		<title>&#8220;Enrolados&#8221; usa paródia para se promover</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 01:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Enrolados]]></category>
		<category><![CDATA[Rapunzel]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo vídeo promocional de Enrolados foi divulgado pela Disney esta semana. O estúdio, que aposta em uma versão adolescente para recontar a história da Rapunzel, decidiu também aproveitar a moda dos memes. E se é para ser atual, por que não parodiar um vídeo popular do Youtube? O vídeo é inspirado no viral Double [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Tangled.jpg" alt="" width="580" height="305" class="aligncenter size-full wp-image-6070" /></p>
<p>Um novo vídeo promocional de <strong><em>Enrolados </em></strong>foi divulgado pela <strong>Disney</strong> esta semana. O estúdio, que aposta em uma versão adolescente para recontar a história da Rapunzel, decidiu também aproveitar a moda dos memes. E se é para ser atual, por que não parodiar um vídeo popular do Youtube? </p>
<p>O vídeo é inspirado no viral <em>Double Rainbow</em>, que já foi tema para outras campanhas de marketing na internet como a da <em>Microsoft</em> e da <em>Cartoon Network</em>. Batizado como <em>Double Tower</em>, a animação é feita em forma de pseudo-documentário, onde o cinegrafista um pouco alterado encontra a torre da Rapunzel. Aquém de seu original, engraçado ou não, ver a conservadora <strong>Disney</strong> se rendendo a um hype da internet é muito curioso.</p>
<p><center><object width="480" height="272"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/video/xeqh89?additionalInfos=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.dailymotion.com/swf/video/xeqh89?additionalInfos=0" width="480" height="272" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br /><b><a href="http://www.dailymotion.com/video/xeqh89_tangled-double-tower_shortfilms">Tangled Double Tower</a></b><br /><i>Uploaded by <a href="http://www.dailymotion.com/teasertrailer">teasertrailer</a>. &#8211; <a href="http://www.dailymotion.com/us/channel/shortfilms">Check out other Film &amp; TV videos.</a></i><center></p>

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		<title>Mais um candidato a Bilbo Baggins</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 00:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Bilbo Baggins]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Freeman]]></category>
		<category><![CDATA[MGM]]></category>
		<category><![CDATA[O Hobbit]]></category>
		<category><![CDATA[O Senhor dos Anéis]]></category>
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		<description><![CDATA[Em meio a incertezas por conta da saída de Guillermo Del Toro da direção, e do futuro financeiro da MGM, surge mais um candidato para ser Bilbo Baggins em O Hobbit. Depois de atores como Tobey Maguire e James McAvoy, o favorito para o papel seria Martin Freeman, de O Guia Mochileiro das Galáxias. Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6081" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/77376805.jpg" alt="" width="577" height="744" /></p>
<p>Em meio a incertezas por conta da saída de<strong> Guillermo Del Toro</strong> da direção, e do futuro financeiro da <strong>MGM</strong>, surge mais um candidato para ser <strong>Bilbo Baggins</strong> em <strong>O Hobbit</strong>. Depois de atores como Tobey Maguire e James McAvoy, o favorito para o papel seria <strong>Martin Freeman</strong>, de <em>O Guia Mochileiro das Galáxias</em>.</p>
<p>Apesar dos impasses financeiros da MGM, que deve coproduzir o filme com a <strong>Warner Bros.</strong>, é provável que<strong> Peter Jackson</strong>, diretor da trilogia<strong> </strong><em>O Senhor dos Anéis</em><strong>, </strong>e que somente produziria o filme, assuma a direção.</p>
<p>Quem seria o seu favorito ao papel de Bilbo Bolseiro de Bolsão? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Andrew Garfield revela paixão pelo Aranha!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 23:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Never Let me Go]]></category>
		<category><![CDATA[The Social Network]]></category>

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		<description><![CDATA[Andrew Garfield, que foi escolhido para interpretar o Homem-Aranha no reboot da série, tem demonstrado talento com suas participações em filmes de destaque como Never Let Me Go e The Social Network e está atraindo todos os olhares da mídia. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro falou sobre estar se preparando há muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Andrew-Garfield.jpg" alt="" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-6011" /></p>
<p><strong>Andrew Garfield</strong>, que foi escolhido para interpretar o <em><strong>Homem-Aranha</strong></em> no reboot da série, tem demonstrado talento com suas participações em filmes de destaque como <em>Never Let Me Go</em> e <em>The Social Network</em> e está atraindo todos os olhares da mídia. Em entrevista ao <strong>The Hollywood Reporter</strong>, o astro falou sobre estar se preparando há muito tempo para estrelar o filme do herói: </p>
<blockquote><p>Estou a espera deste telefonema há 24 anos, alguém que me ligue e diga: &#8220;Ei, queremos que você finja ser o personagem que você sempre quis ser em toda sua vida e vamos fazê-lo com as melhores câmeras e e os melhores efeitos possíveis e você vai sentir como se estivesse balançando por Nova Iorque. Você quer fazer isso?&#8221;&#8230; (risos)&#8230; &#8220;Deixe-me consultar o meu eu de sete anos de idade e ver o que ele pensa &#8230; &#8221; Assim, meu eu de sete anos começou a gritar em minha alma, dizendo &#8220;É isto que estávamos esperando&#8221;. Como todo garoto que se sente mais forte por dentro do que quando se olha por fora, qualquer garoto magro que deseja que seus músculos se igualem ao sentimento de injustiça, Deus, é deste material que os sonhos são feitos, com certeza. É uma verdadeira honra fazer parte deste símbolo que acho realmente ser muito importante, que significa muito para mim e continua a significar para muitas pessoas. Então sim, sinto como se estivesse preparado para isso há muito tempo. Desde de os 4 anos de idade quando coloquei minha primeira fantasia do Homem-Aranha no Halloween. </p></blockquote>
<p><strong>Andrew</strong> ainda falou que terá que se preparar e treinar muito e que está focando na flexibilidade, mas como está no início não há muito o que dizer.</p>
<p>E vocês, o acham desta combinação de talento e entusiasmo que parece ter tomado conta do ator? Expectativa para o reboot da série? </p>

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		<title>Don Quixote de Terry Gilliam ainda no limbo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 23:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[don quixote]]></category>
		<category><![CDATA[ewan gregor]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Duvall]]></category>
		<category><![CDATA[Terry Gilliam]]></category>

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		<description><![CDATA[The Man Who Killed Don Quixote, projeto que Terry Gilliam tenta levar aos cinemas há mais de vinte anos, está com novos problemas. De acordo com o próprio diretor, durante homenagem recebida no Festival de Deauville, o projeto enfrenta problemas financeiros e procura novos financiadores. De saída de atores do projeto a perda de parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6049" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Desktop8.jpg" alt="" width="580" height="390" /></p>
<p><strong>The Man Who Killed Don Quixote</strong>, projeto que <strong>Terry Gilliam</strong> tenta levar aos cinemas há mais de vinte anos, está com novos problemas. De acordo com o próprio diretor, durante homenagem recebida no Festival de Deauville, o projeto enfrenta problemas financeiros e procura novos financiadores. De saída de atores do projeto a perda de parte do cenário em enchentes, o esforço de Gilliam já rendeu um documentário, <strong>Lost in La Mancha</strong>, lançado em 2002. No elenco de The Man Who Killed Don Quixote, estariam <strong>Robert Duvall</strong> e <strong>Ewan McGregor</strong>.</p>
<p>Ou seja, nada mudou e o filme caminha cuidadosamente para ser uma das grandes lendas do cinema. </p>

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		<title>Gemma Arteton no novo Alien?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alien]]></category>
		<category><![CDATA[Damon Lindelof]]></category>
		<category><![CDATA[Gemma Arteton]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais novo filme da franquia Alien, um prequel que será dirigido por Ridley Scott, pode ter Gemma Arteton no elenco. Em entrevista ao The Sunday Times, ela disse que o diretor teria se interessado em chamá-la após vê-la no inédito The Disapperance of Alice Creed. O novo Alien se passará 30 anos antes de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6033" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/gemma-arterton-bond-22-05.jpeg" alt="" width="578" height="768" /></p>
<p>O mais novo filme da franquia <strong>Alien</strong>, um prequel que será dirigido por <strong>Ridley Scott</strong>, pode ter <strong>Gemma Arteton</strong> no elenco. Em entrevista ao <em>The Sunday Times</em>, ela disse que o diretor teria se interessado em chamá-la após vê-la no inédito <em>The Disapperance of Alice Creed</em>.</p>
<p>O novo Alien se passará 30 anos antes de <em>Alien &#8211; O Oitavo Passageiro</em> e vai abordar a terraformação espacial [transformar a atmosfera de outros planetas em algo semelhante à Terra]. Além de Scott na direção,<strong> Damon Lindelof</strong> está reescrevendo o roteiro do filme, com previsão de estreia para 2011 ou 2012.</p>

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		<title>J. J. Abrams planeja série sobre prisão de Alcatraz</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Alcatraz]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Sarnoff]]></category>
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		<category><![CDATA[Lost]]></category>
		<category><![CDATA[Série de TV]]></category>

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		<description><![CDATA[J. J. Abrams parece ter planos para uma nova ilha. Em parceria com a produtora-executiva de Lost, Elizabeth Sarnoff, está desenvolvendo uma série sobre a prisão de Alcatraz. Elizabeth Sarnoff já escreveu um roteiro para o episódio-piloto e vai produzi-lo através da produtora do J.J. Abrams, Bad Robot, que estaria a procura de redes de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/J.J.-Abrams.jpg" alt="" width="580" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-6026" /></p>
<blockquote><p><strong>J. J. Abrams</strong> parece ter planos para uma nova ilha. Em parceria com a produtora-executiva de <em>Lost</em>, <strong>Elizabeth Sarnoff</strong>, está desenvolvendo uma série sobre a prisão de Alcatraz.</p></blockquote>
<p>Elizabeth Sarnoff já escreveu um roteiro para o episódio-piloto e vai produzi-lo através da produtora do J.J. Abrams, <strong>Bad Robot</strong>, que estaria a procura de redes de TV que queiram cuidar de sua exibição. A prisão de Alcatraz, localizada em San Francisco, já abrigou alguns dos criminosos mais famosos dos Estados Unidos, incluindo Al Capone, antes de ser fechada em 1963. A ilha reabriu como uma atração turística em 1973 e é visitado por milhões de turistas todos os anos.</p>

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		<title>Microsoft ainda está interessada em fazer um filme de &#8220;Halo&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 18:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Frank O'Connor]]></category>
		<category><![CDATA[Halo]]></category>
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		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um artigo sobre a popular franquia de jogos Halo, a Variety publicou citações do diretor de desenvolvimento de franquias da Microsoft Frank O&#8217;Connor sobre a possível produção de um filme baseado no jogo. O diretor diz que a Microsoft ainda está desenvolvendo roteiros com Alex Garland, Stuart Beattie, DB Weiss e Josh Olson, além [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Halo.jpg" alt="" width="580" height="397" class="aligncenter size-full wp-image-5999" /></p>
<p>Em um artigo sobre a popular franquia de jogos <strong><em>Halo</em></strong>, a <strong>Variety</strong> publicou citações do diretor de desenvolvimento de franquias da Microsoft <strong>Frank O&#8217;Connor</strong> sobre a possível produção de um filme baseado no jogo. O diretor diz que a <strong>Microsoft</strong> ainda está desenvolvendo roteiros com <strong>Alex Garland</strong>, <strong>Stuart Beattie</strong>, <strong>DB Weiss</strong> e <strong>Josh Olson</strong>, além de potenciais modelos do projeto. </p>
<p>&#8220;Nós ainda estamos interessados em fazer um excelente filme de Halo&#8221;, disse <strong>O&#8217;Connor</strong>. &#8220;Criamos uma enorme quantidade de documentos e material de apoio para um filme. Temos uma boa idéia de que tipo de história queremos contar, mas não vamos mexer nela até que haja uma ótima razão para fazê-lo. Particularmente, não temos pressa&#8221;. </p>
<p>&#8220;O filme provavelmente será uma história independente e não uma recontagem integral do jogo&#8221;, ainda acrescentou o diretor.</p>
<p>A <strong>Microsoft</strong> também considera a possibilidade de <strong>Halo</strong> se tornar uma série de TV. </p>

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		<title>Pôster e Trailer de &#8220;Beautiful Boy&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 17:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Beautiful Boy é um filme de Shawn Ku, cineasta chinês, e apresenta a atuação de Michael Sheen que já teve destaque em filmes como A Rainha, Frost/Nixon e estará em Tron &#8211; O Legado. O filme também conta com interpretações de Maria Bello, Moon Bloodgood, Kyle Gallner, Austin Nichols, Meat Loaf e Alan Tudyk. Um [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/beautiful-boy.jpg" alt="" width="580" height="861" class="aligncenter size-full wp-image-5988" /><br />
<strong><em>Beautiful Boy</em></strong> é um filme de <strong>Shawn Ku</strong>, cineasta chinês, e apresenta a atuação de <strong>Michael Sheen</strong>  que já teve destaque em filmes como <em>A Rainha</em>, <em>Frost/Nixon</em> e estará em <em>Tron &#8211; O Legado</em>. O filme também conta com interpretações de <strong>Maria Bello</strong>, <strong>Moon Bloodgood</strong>, <strong>Kyle Gallner</strong>, <strong>Austin Nichols</strong>, <strong>Meat Loaf </strong>e <strong>Alan Tudyk</strong>.</p>
<p>Um casal (Sheen e Bello) à beira da separação é surpreendido com a  notícia que seu filho de 18 anos cometeu um massacre em seu colégio, em seguida, tirou a própria vida. A considerar a premissa do filme e a interpretação de <strong>Maria Bello </strong>no trailer, há boas chances de ser um filme interessante.  </p>
<p>Escrito em parceria com Michael Armbruster, <em><strong>Beautiful Boy</strong></em> será exibido este ano no <strong>Festival Internacional de Cinema de Toronto</strong>, que começa no final deste mês.</p>
<p>Confira o <a href='http://www.youtube.com/watch?v=mt0Wa4KcQtA'>trailer</a></p>

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		<title>Novidades no elenco de Missão: Impossível 4</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Renner]]></category>
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		<category><![CDATA[Paula Patton]]></category>
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		<description><![CDATA[Missão: Impossível 4 vai mesmo acontecer. Na verdade, os produtores J.J. Abrams e Tom Cruise estão afirmando que esse não será o nome do filme, pois está mais para um recomeço do que para uma continuação. Praticamente um reboot da franquia M:I. Jeremy Renner (Guerra ao Terror) e Tom Cruise estrelarão o filme, que agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/paula_patton-580x350.jpg" alt="" width="580" height="350" class="aligncenter size-large wp-image-5954" /><br />
<em>Missão: Impossível 4</em> vai mesmo acontecer. Na verdade, os produtores<strong> J.J. Abrams</strong> e <strong>Tom Cruise</strong> estão afirmando que esse não será o nome do filme, pois está mais para um recomeço do que para uma continuação. Praticamente um reboot da franquia M:I.<br />
<strong>Jeremy Renner</strong> (<em>Guerra ao Terror</em>) e Tom Cruise estrelarão o filme, que agora também conta com a presença de <strong>Paula Patton</strong> (<em>Preciosa</em>) como mocinha.<br />
A produção da Paramount de $140 milhões deve ser iniciada em meados de setembro de 2011.</p>

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		<title>Toy Story 3 passa US$1 bilhão de bilheteria</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 02:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alice]]></category>
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		<category><![CDATA[Titanic]]></category>
		<category><![CDATA[Toy Story 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Toy Story 3 se tornou a animação com maior bilheteria de todos os tempos e, logo em seguida, alcançou a  arrecadação de US$1 bilhão no mundo todo. Com o recorde, a Disney se torna o primeiro estúdio a atingir a marca duas vezes no mesmo ano, já que Alice também teve arrecadação superior a US$ [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5944" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/new-toy-story-3-poster-01-800-75.jpg" alt="" width="580" height="856" /></p>
<p><strong>Toy Story 3</strong> se tornou a animação com maior bilheteria de todos os tempos e, logo em seguida, alcançou a  arrecadação de US$1 bilhão no mundo todo. Com o recorde, a<strong> Disney</strong> se torna o primeiro estúdio a atingir a marca duas vezes no mesmo ano, já que <strong>Alice</strong> também teve arrecadação superior a US$ 1 bilhão.</p>
<p>No ranking das maiores bilheterias de todos os tempos, o filme ocupa agora o sexto lugar, atrás de <em>Avatar</em>, <em>Titanic, O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei</em>, <em>Piratas do Caribe: O Baú da Morte</em> e <em>Alice</em>.</p>

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		<title>Novo Pôster e Trailer de &#8220;The Next Three Days&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Haggis]]></category>
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		<category><![CDATA[Russell Crowe]]></category>
		<category><![CDATA[THe Next Three Days]]></category>

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		<description><![CDATA[Após cinco anos de sua estréia como diretor em Crash &#8211; No Limite em que ganhou o Oscar de melhor filme, Paul Haggis volta com seu terceiro longa, The Next Three Days. O pôster do filme é bastante expressivo, aproveitando colagens de fotografias para formar uma impressionante imagem de Russell Crowe. A história é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/next_three_days_poster.jpg" alt="" width="580" height="857" class="aligncenter size-full wp-image-5931" /> </p>
<p>Após cinco anos de sua estréia como diretor em <em>Crash &#8211; No Limite</em> em que ganhou o Oscar de melhor filme, <strong>Paul Haggis</strong> volta com seu terceiro longa, <em>The Next Three Days</em>. O pôster do filme é bastante expressivo, aproveitando colagens de fotografias para formar uma impressionante imagem de Russell Crowe.</p>
<p>A história é um remake do filme francês, <em>Pour Elle</em> de 2007, que conta que o marido quer tomar medidas extremas para libertar sua esposa da prisão depois de ter sido injustamente acusada de assassinato.</p>
<p>Com sua esposa (<strong>Elizabeth Banks</strong>) prestes a enfrentar vinte anos de prisão pelo assassinato de seu patrão, Crowe vai atrás de Liam Neeson, que já fez a sua própria fuga bem sucedida, na esperança de ajudar a planejar uma fuga da prisão. </p>
<p>O filme também conta com <strong>Brian Dennehy</strong>, <strong>Olivia Wilde</strong>, <strong>Lennie James</strong>, <strong>Aisha Hinds</strong>, <strong>Jason Beghe</strong> e <strong>Daniel Stern</strong> no elenco e está previsto para ser lançado e distribuído pela Lionsgate em 19 de novembro. </p>
<p>Confira também o <a href='http://www.youtube.com/watch?v=lti0vfCPZns&#038;feature=player_embedded'>Trailer de &#8220;The Next Three Days&#8221;</a></p>

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		<title>Sandman pode ser adaptado para TV</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sandman-pode-ser-adaptado-para-tv/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<category><![CDATA[HBO]]></category>
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		<category><![CDATA[Série de TV]]></category>
		<category><![CDATA[Supernatural]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros.]]></category>

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		<description><![CDATA[Nerds em todos os lugares, alegrem-se! A Warner Bros TV está em negociações com a DC Entertainment para adquirir os direitos televisivos de Sandman, o livro clássico de quadrinhos Neil Gaiman, diz o site The Hollywood Reporter. O estúdio está considerando muitos escritores e produtores, mas há um nome que está no topo da lista: [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sandman2-580x430.jpg" alt="" width="580" height="430" class="aligncenter size-large wp-image-5913" /></p>
<p>Nerds em todos os lugares, alegrem-se!</p>
<p>A <strong>Warner Bros TV</strong> está em negociações com a <strong>DC Entertainment</strong> para adquirir os direitos televisivos de <em> Sandman</em>, o livro clássico de quadrinhos <strong>Neil Gaiman</strong>, diz o site  <strong>The Hollywood Reporter</strong>. O estúdio está considerando muitos escritores e produtores, mas há um nome que está no topo da lista: <strong>Eric Kripke</strong>, criador de <em>Supernatural</em>. E esse cara sabe como lidar com os super-heróis na televisão.</p>
<p> <strong>Sandman</strong> conta a história de Morpheus, uma divindade que personifica o sonho e o livro trata de gêneros de fantasia, terror e mitologia.</p>
<p>Nos anos 90, houveram rumores sobre um filme de Sandman , mas depois de problemas no projeto, essa idéia fracassou e evoluiu para levar a história à televisão. Atualmente, a única rede que foi mencionada foi a <strong>HBO</strong>, mas ainda é muito cedo para dizer. </p>
<p>Independentemente do que realmente aconteça, <strong>Sandman</strong> a adaptação para TV é uma idéia realmente interessante. Principalmente porque os escritores e produtores não vão ter os mesmos problemas da maioria das adaptações de quadrinhos: &#8220;como é que contamos essa história toda em apenas duas horas?&#8221;. Em uma série de TV haverá tempo suficiente para desenvolver tanto personagens como a linha narrativa.</p>
<p>Empolgados com a notícia? </p>

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		<title>Fúria de Titãs 2 contrata diretor. Medo!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/furia-de-titas-2-contrata-diretor-medo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 01:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Clash of the Titans]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria de Titãs]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria de Titãs 2]]></category>
		<category><![CDATA[Louis Leterrier]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Wortinghton]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de arrecadar US$ 500 milhões pelo mundo, o estúdio deu sinal verde para a continuação do remake de Fúria de Titãs. Porém, sai Louis Leterrier da direção e entra Jonathan Liebesman. Apesar de ter poucos trabalhos conhecidos no currículo, ele dirige Battle: Los Angeles, filme ainda inédito, mas que desde já tem chamado atenção em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5902" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Clash-of-the-Titans-Photo-2.jpg" alt="" width="577" height="882" /></p>
<p>Depois de arrecadar US$ 500 milhões pelo mundo, o estúdio deu sinal verde para a continuação do remake de <strong>Fúria de Titãs</strong>. Porém, sai<strong> Louis Leterrier</strong> da direção e entra <strong>Jonathan Liebesman</strong>. Apesar de ter poucos trabalhos conhecidos no currículo, ele dirige <strong>Battle: Los Angeles</strong>, filme ainda inédito, mas que desde já tem chamado atenção em Hollywood.</p>
<p>Convertido para 3D na pós-produção, a continuação já será rodada no formato, com o começo das filmagens previsto para o começo do ano que vem. Sam Worthington, Liam Neeson e Ralph Fiennes devem voltar aos seus papéis.</p>
<p>===</p>
<p>Nota do Editor: e os deuses do cinema se reviram em suas covas ou altares esquecidos pelos infiéis que apostam nessas atrocidades. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Continuação de Kick-Ass recebe sinal verde</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sequencia-de-kick-ass-recebe-sinal-verde/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[John Romita Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Kick-Ass]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Millar]]></category>
		<category><![CDATA[Matthew Vaughn]]></category>

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		<description><![CDATA[Era inevitável que saíssem a versão cinematográfica de Matthew Vaughn para a sequência da HQ de Kick-Ass de John Romita Jr. e Mark Millar. De acordo com a Rádio 5, no Reino Unido, aparentemente, o próprio Millar confrmou alegando que a sequência estaria garantida devido ao grande sucesso de vendas que apresentou o DVD. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Kick-ass-580x401.jpg" alt="" width="580" height="401" class="aligncenter size-large wp-image-5891" /></p>
<p>Era inevitável que saíssem a versão cinematográfica de <strong>Matthew Vaughn</strong> para a sequência da HQ de <em>Kick-Ass</em> de <strong>John Romita Jr.</strong> e <strong>Mark Millar</strong>. De acordo com a Rádio 5, no Reino Unido, aparentemente, o próprio Millar confrmou alegando que a sequência estaria garantida devido ao grande sucesso de vendas que apresentou o DVD. </p>
<p>Isso não é exatamente uma surpresa. <strong>Kick-Ass </strong>apesar de não ter ido muito bem nas bilheteria como todos imaginavam, parecia destinado a ser um daqueles filmes de quadrinhos que iria encontrar a sua audiência no home vídeo. Uma vez que isto esteja acontecendo de fato, agora é uma questão de trazer de volta ao estúdio Vaughn e o elenco para o novo projeto.</p>
<p>No momento Matthew Vaughn está no meio das filmagens de <em>X-Men: First Class</em> para a 20th Century Fox, que estará nos cinemas em 3 de junho de 2011. </p>

]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Trilogia de Robocop em Blu-Ray em Outubro!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 01:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[BD]]></category>
		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[MGM]]></category>
		<category><![CDATA[Robocop]]></category>
		<category><![CDATA[Robocop 2]]></category>
		<category><![CDATA[Robocop 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você gosta do policial cibernético comedor de papinha de neném prepare seus bolsos, pois os três filmes do Robocop vão ser lançados num box em Blu-Ray em outubro! Dia 5 de outubro marca a chegada da trilogia Robocop ao mundo do Blu-Ray, com o lançamento da trinca numa Edição de Colecionador, com a estréia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/robocop-abre.jpg" alt="" title="robocop" width="580" height="396" class="aligncenter size-full wp-image-5884" /></p>
<blockquote><p>Se você gosta do policial cibernético comedor de papinha de neném prepare seus bolsos, pois os três filmes do Robocop vão ser lançados num box em Blu-Ray em outubro!</p></blockquote>
<p>Dia 5 de outubro marca a chegada da trilogia <strong>Robocop </strong>ao mundo do Blu-Ray, com o lançamento da trinca numa <strong>Edição de Colecionador</strong>, com a estréia de <strong>Robocop 2</strong> <strong>e Robocop 3 </strong>no formato pela primeira vez. Só pelo fato de poder ter os três chama a atenção e com esse visual bacana do Murphy (Peter Weller) na capa, sem arma e de perfil, torna o box numa boa opção para a prateleira. Deveria haver uma versão dark side, com o Clarence Boddiker (Kurtwood Smith) da capa! Já pensou?</p>
<p>Entretanto, a Fox Home Entertainment – que está distribuindo essa propriedade da MGM – não divulgou os extras e só informou alguns detalhes técnicos do disco. Eles mencionam “pacote cheio de momentos memoráveis e citações inesquecíveis do Robocop”, o que pode significar documentários especiais ou pode ser apenas um jeito de dizer “os filmes estão aqui dentro”. Infelizmente, pelo menos na versão norte-americana, nada de legendas em português-br. Uma pena.</p>
<p>A pré-venda estará disponível a partir do dia 8 de setembro e custará US$ 59,99.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/packshot-robocop.jpg" alt="" title="packshot-robocop" width="580" height="700" class="aligncenter size-full wp-image-5886" /></p>
<p><strong>Veja as especificações técnicas:</strong></p>
<p>Formato: Widescreen</p>
<p>Áudio:<br />
Inglês 5.1 DTS HD Master Audio<br />
Francês 5.1 Dolby Digital<br />
Espanhol 5.1 Dolby Digital</p>
<p>Legendas: Inglês, Francês e Espanhol</p>
<p>Classificação Indicativa: R</p>
<p>Duração: 103 minutos</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Darren Aronofsky na direção de Wolverine 2?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 00:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Darren Aronofsky]]></category>
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		<category><![CDATA[Fox]]></category>
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		<description><![CDATA[A continuação de X-Men Origens: Wolverine pode ser dirigida por Darren Aronofsky (na foto acima com Mickey Rourke), de A Fonte da Vida e O Lutador. De acordo com o site Deadline, a Fox estaria disposta apostar nele ou em David Slade, diretor de Eclipse. Ambos já teriam se encontrado com Hugh Jackman, que também [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/see-8-oscar-nommed-partnerships-shot-by-annie-liebowitz-00-800-75.jpg" alt="" width="580" height="774" /></p>
<p>A continuação de <strong>X-Men Origens: Wolverine</strong> pode ser dirigida por <strong>Darren Aronofsky</strong> (na foto acima com Mickey Rourke), de <em>A Fonte da Vida</em> e <em>O Lutador</em>. De acordo com o site Deadline, a Fox estaria disposta apostar nele ou em <strong>David Slade</strong>, diretor de<em> Eclipse</em>. Ambos já teriam se encontrado com <strong>Hugh Jackman</strong>, que também é produtor do filme.</p>
<p>Ambos podem assumir o filme por razões distintas. Enquanto Slade dirigiu o terceiro filme da Saga Crepúsculo, Aronofsky já trabalhou com Jackman em<em> A Fonte da Vida</em>, de 2006. Além disso, o diretor quase dirigiu a versão da HQ <em>Batman: Ano Um</em>, antes de Christopher Nolan assumir a franquia Batman. Outro projeto recente dele que não saiu do papel seria um novo filme do Robocop.</p>

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		<title>… com Demi Lovato</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criticar paixões é algo complicado. Apaixonados são pessoas abastecidas pela devoção e nem mesmo a mais sensata das opiniões contrárias cai bem, portanto, eis o risco em se abordar tais assuntos. Sei bem como é, passei minha adolescência rechaçando trekkers e suas teorias de supremacia para cima de Guerra nas Estrelas no circuito de convenções [...]]]></description>
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<p>Criticar paixões é algo complicado. Apaixonados são pessoas abastecidas pela devoção e nem mesmo a mais sensata das opiniões contrárias cai bem, portanto, eis o risco em se abordar tais assuntos. Sei bem como é, passei minha adolescência rechaçando trekkers e suas teorias de supremacia para cima de <em>Guerra nas Estrelas</em> no circuito de convenções paulistano e, mais tarde, na internet. O nível de envolvimento diminuiu, mas a paixão continua por aqui e dá vontade de subir pelas paredes quando vejo coisas do tipo “Saga Crepúsculo”, que de saga não tem porra nenhuma, mas tudo pelo marketing. E se fã Guerra nas Estrelas tem deuses, um deles é o marketing&#8230; o outro é George Lucas, mesmo com suas besteiras costumeiras. Enfim, fã é um bicho complicado. Mas algumas coisas precisam ser ditas para quem tem disposição para compreender e realmente se importar com o objeto de sua paixão. Se você gosta, é preciso apreciar e, especialmente, respeitar defeitos e erros. É como ser cristão, ao acreditar em Deus é impossível dizer que o Diabo não existe. Pensei muito, mesmo, se publicava, ou não, esse texto. Tudo isso para falar sobre Demi Lovato, cantora, atriz e ídolo mundial.</p>
<p>É difícil entrevistar esse tipo de gente, especialmente os treinados pela Escola Disney Channel de Respostas Prontas e Sorrisos Maravilhosos. Conseguir algo autêntico é um parto e isso, em parte, é culpa da imprensa, que tem certeza que sabe o que o leitor/espectador quer saber e fazem as mesmas perguntas. Alguém deveria fazer estatísticas sobre a quantidade de “quando foi seu primeiro beijo?”, “como é ser amigo(a) de tanta gente famosa?”, “o que você faz quando não está trabalhando?”, “quando tiver que escolher entre ser ator ou cantor, o que vai ser?”, e por aí vai. O resultado é um só: respostas ensaiadas e chatas para diabo. É a escravidão do “soundbite”, aquela frase bonitinha feita para aparecer no meio da reportagem de TV.<br />
A Disney é craque nisso, mas depende muito do astro em questão. Lembro de minha primeira entrevista com Miley Cyrus, em 2008. Mesmo com todo esse direcionamento, a menina tinha espírito e estava disposta a, literalmente, mudar o mundo&#8230; aos 16 anos! Algumas perguntas esbarraram nos ensaios, mas com o incentivo certo, conseguiu expor suas idéias. E é isso que entrevistas representam: pessoas expondo idéias, tentando convencer seu público ou reforçando suas crenças.</p>
<p>Depois de entrevistar Miley, Selena Gomez, Vanessa Hudgens e a querida Miranda Cosgrove, foi a vez de conhecer Demi Lovato. E foi um horror. Isso a transforma numa má pessoa? Não, mas coloca seu profissionalismo e relevância em questão. Exagero meu? Prefiro chamar de impressão em primeira mão. Enquanto assistia a Camp Rock 2 [que é ruim de doer], não tirava os olhos de Demi para ver se em algum momento ela conseguiria parar com aquele sorriso forçado, típico da Disney. Ok, compreensível, pois, como a coreógrafa de High School Musical me disse, “sorrir é melhor que ficar sofrendo e precisamos alegrar nosso espectador”. Concordo em partes. Ponderação é fundamental. E isso falta na atuação de Lovato, artificial ao extremo num filme artitificial e desnecessário por natureza. No show ao vivo, que assisti na noite anterior à entrevista, ela foi bem, sabe se conectar com o público e entrega o deslumbre e carisma que esperam dela. Por mais previsível que possa parecer, essa é a dinâmica daquela negociação entre fã e artista. Eles querem, ela entrega e todo mundo sai feliz.</p>
<p>Assim como os Jonas Brothers, Demi digitava alucinadamente ao telefone enquanto meu microfone era instalado. Seu semblante era sério e, de certo modo, maduro. O telefone era seu mundo. Tentei brincar perguntando se estava no Twitter, mas, sem olhar, respondeu que não. Até comentei de uma foto que ela havia enviado um dia antes e que o Borbs, da MTV, fez questão de compartilhar com seus amigos. Deu uma risadinha e só. Tudo bem, ninguém tem obrigação de ser simpático, pessoas tem dias ruins e nunca se sabe. O que me surpreendeu foi a transformação que aconteceu quando o produtor disse “Estamos no Ar”. Ela guardou o telefone com a mesma velocidade em que escondeu o rosto sério e abriu aquele sorrisão de orelha a orelha. É o milagre da TV.</p>
<p>A entrevista será publicada em algum momento nessa semana, no portal que me enviou, mas o resultado me entristeceu. Tratei de alguns assuntos recebidos muito bem pelas estrelas anteriores, mas o festival de respostas da linha “adoro meus fãs, faço tudo por eles, canto o que eles gostam” foi meio chato. Mesmo na Disney, é possível ter seu orgulho artístico e acreditar na sua relevância individual, afinal, os fãs gostam do resultado de uma combinação [mensagem+embalagem+sonho] e não de algo meramente composto para agradar. Quando se faz tudo para agradar outros, não se faz nada para construir ou aprimorar o indivíduo. Não sei se foi o desinteresse da moça, que mesmo no breve intervalo de 1 min para troca de fita, fechou a cara e voltou a teclar alucinadamente, ou a mão de ferro de algum agente linha dura, mas Demi Lovato cometeu um dos maiores pecados do mundo artístico: mostrou ter uma cara sorridente para os fãs e outra nada simpática fora das câmeras. </p>
<p>Não espero perfeição de ninguém e nem é o caso. Trabalho com entretenimento há quase 15 anos – quase a idade dela, aliás – e conheço as regras do jogo. Nós perguntamos, eles respondem. É uma relação profissional e que merece respeito, tanto meu quanto dela. Não me senti desrespeitado, foi apenas fria e impessoal, mas pensei em escrever tudo isso para ponderar esse novo “preço da fama”. Ela sabe que qualquer coisa que disser será exibida por conta de seu apelo comercial, logo, parece tratar esse aspecto de seu trabalho de forma automática, sem pensar muito.</p>
<p>Talvez seja o reflexo de uma vida ensaiada e coreografada, na qual mandar mensagens de texto pelo telefone seja a única vertente ainda não controlada ou vigiada pela imprensa. É algo a se pensar. Todos temos direitos a dias ruins, mas depois de ter visto e conversado com tantas estrelas teens como Demi, e ver todo mundo comprovando as declarações de diversão e família nos sets de filmagem, dar de cara com uma garota rabugenta e vazia foi inesperada. Sempre cobro autenticidade dos atores e pode soar contraditório reclamar de alguém, aparentemente, autêntico – para bem ou para mal –, entretanto esse comportamento robotizado do séria/sorridente pelo click da câmera que chamou a atenção. É difícil manter credibilidade quando se vive dessa maneira&#8230; com duas caras e nenhuma mensagem. Só mesmo fã desmiolado pra cair no conto do vigário.</p>

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		<title>Vencedores do Emmy 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:17:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[Modern Family e Mad Men foram os grandes vencedores do Emmy 2010. Modern Family conquistou 3 troféus: melhor comédia, melhor ator coadjuvante e roteiro, enquanto Mad Men ganhou seu terceiro Emmy consecutivo de melhor drama na 62ª premiação do Emmy, realizada neste domingo em Los Angeles e transmitida pela NBC. A HBO, como de costume, [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Emmy1.jpg" alt="" width="580" height="392" class="aligncenter size-full wp-image-5839" /></p>
<p><strong><em>Modern Family</em></strong> e <strong><em>Mad Men</em></strong> foram os grandes vencedores do <strong>Emmy 2010</strong>. Modern Family conquistou 3 troféus:  melhor comédia, melhor ator coadjuvante e roteiro, enquanto Mad Men ganhou seu terceiro Emmy consecutivo de melhor drama na 62ª premiação do Emmy, realizada neste domingo em Los Angeles e transmitida pela NBC.<br />
A HBO, como de costume, reinou nas categorias de filmes, com as vitórias de <em>Temple Grandin</em> e da minissérie <em>The Pacific</em>. <strong>Al Pacino</strong> também venceu por <em>You Don&#8217;t Know Jack</em>.</p>
<p>Confira a lista completa de vencedores: </p>
<p><strong>Melhor Série &#8211; Drama</strong><br />
<em>Mad Men</em></p>
<p><strong>Melhor Série &#8211; Comédia</strong><br />
<em>Modern Family</em></p>
<p><strong>Melhor Direção em Série – Drama</strong><br />
<strong>Steve Hill</strong>, pelo episódio &#8220;The Getaway&#8221; em <em>Dexter</em></p>
<p><strong>Melhor Direção em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Ryan Murphy</strong>, pelo episódio &#8220;Pilot – Director’s Cut&#8221; em <em>Glee</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em Série – Drama</strong><br />
<strong>Bryan Cranston</strong>, em <em>Breaking Bad</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Jim Parsons</strong>, em <em>The Big Bang Theory</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em Série – Drama</strong><br />
<strong>Kyra Sedwick</strong>, em <em>The Closer</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Edie Falco</strong>, em <em>Nursie Jackie</em></p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama</strong><br />
<strong>Aaron Paul</strong>, em <em>Breaking Bad</em></p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Eric Stonestreet</strong>, em <em>Modern Family</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama</strong><br />
<strong>Archie Panjabi</strong>, em <em>The Good Wife</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Jane Lynch</strong>, em <em>Glee</em></p>
<p><strong>Melhor Roteiro em Série – Drama</strong><br />
<strong>Mathew Weiner</strong> e <strong>Erin Levy</strong>, pelo episódio &#8220;Shut the Door. Have a Seat&#8221; da série <em>Mad Men</em></p>
<p><strong>Melhor Roteiro em Série – Comédia</strong><br />
<strong>Steven Levitan</strong> e <strong>Christopher Lloyd</strong>, pelo episódio &#8220;Pilot&#8221; da série <em>Modern Family</em></p>
<p><strong>Melhor Minissérie</strong><br />
<em>The Pacific</em></p>
<p><strong>Melhor Filme para TV</strong><br />
<em>Temple Grandin</em></p>
<p><strong>Melhor Direção em Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>Mick Jackson</strong>, em <em>Temple Grandin</em></p>
<p><strong>Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>Al Pacino</strong>, em <em>You Don’t Know Jack</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>Claire Danes</strong>, em <em>Temple Grandin</em></p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante e Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>David Strathairn</strong>, em <em>Temple Grandin</em></p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>Julia Ormond</strong>, em <em>Temple Grandin</em></p>
<p><strong>Melhor Roteiro em Minissérie ou Filme para TV</strong><br />
<strong>Adam Mazer</strong>, em <em>You Don’t Know Jack</em></p>
<p><strong>Melhor Série de Comédia, Variedades ou Musical</strong><br />
<em>The Daily Show with Jon Stewart</em></p>
<p><strong>Melhor Programa de Reality Show</strong><br />
<em>Top Chef</em></p>

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		<title>Temple Grandin: Brilho Eterno de Uma Mente Autista</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Clarie Danes]]></category>
		<category><![CDATA[Emmy]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Temple Grandin]]></category>

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		<description><![CDATA[Longe de ser dramalhão biográfico cheio de clichês, Temple Grandin emociona, diverte e reconta uma história incomum, cujo final feliz depende, exclusivamente, dos resultados obtidos por uma autista que se tornou Doutora e expandiu horizontes para milhares. por Fábio M. Barreto, de Los Angeles Quando Temple Grandin se vê diante de um estímulo, ela responde [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/temple02.jpg" alt="" title="Temple Grandin" width="580" height="406" class="aligncenter size-full wp-image-5827" /></p>
<blockquote><p>Longe de ser dramalhão biográfico cheio de clichês, <strong>Temple Grandin</strong> emociona, diverte e reconta uma história incomum, cujo final feliz depende, exclusivamente, dos resultados obtidos por uma autista que se tornou Doutora e expandiu horizontes para milhares.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>Quando Temple Grandin se vê diante de um estímulo, ela responde de forma diferente que eu ou você. Sua mente busca referências, mostra imagens e exemplos concretos do assunto tratado, seja uma mera menção a sapatos ou a mecânica envolvida no ato de se abrir um portão. Sua mente funciona de forma concreta, logo, evoluiu na direção da obtenção de resultados como conclusão de qualquer idéia. Ela é incapaz de abstrair. Ela é uma respeitada especialista na engenharia agropecuária. Ela é autista. Diagnosticada com autismo em meados da década de 50, quando ser autista significava ser internado sem expectativas de melhora, a Dra. Temple Grandin trilhou um caminho improvável e, em fevereiro de 2010, ganhou uma telebiografia produzida pela HBO e estrelada de forma brilhante por Claire Danes. Assim como a mente concreta de Temple, tantas variáveis positivas levaram a um resultado palpável e incontestável: o Emmy de Melhor Filme, na noite de ontem.</p>
<p>Felizmente, conheço essa pequena obra-prima da televisão há um tempo. Desde fevereiro, para ser exato. Assisti à estréia de <strong>Temple Grandin</strong>, na HBO norte-americana, sem querer e fui surpreendido pela fisionomia transformada de Claire Danes, sempre com sua aura de princesa medieval ou personagem deslocada de um romance shakespeariano. Claire era outra pessoa, alguém atípico. Hora e meia depois, chorava copiosamente em frente à TV. Totalmente afetado pela história, mas, acima de tudo, orgulhoso pelas disposição e bondade presente nas pessoas que permitiram a Temple uma vida plena, a começar por sua mãe, vivida por Julia Ormond; e pelo apaixonante trabalho de David Strathairn, um ator de mão cheia e poucos louros pela grande imprensa, sempre carismático e competente em seus filmes.</p>
<p>Por conta de grande discussão sobre o autismo e suas possíveis razões, que inflamou a imprensa norte-americana em 2008, rendendo até mesmo uma capa da revista Time, li muito sobre o assunto. Entretanto, analisava-se apenas o aspecto social e científico dessa condição. Pouco aprendi sobre a natureza do autismo. Poder ver, compreender e mensurar os efeitos desses elementos na vida de uma pessoa, de forma tão inesperada, teve seu efeito e, instantaneamente, passei a admirar o filme e o assisto pelo menos uma vez por semana. Tudo graças ao sistema On Demand, que a Time Warner oferece aos assinantes HBO. É cômodo e embutido na mensalidade, até poder comprar o DVD. Gostei tanto que cantei essa bola diversas vezes ao recomendar esse filme, especialmente durante as gravações do RapaduraCast. É um filme que deve ser assistido, assimilado e aprendido.</p>
<p>O cinema e a TV estão repletas de [ótimas] histórias de superação racial, dramas pessoais, vitórias contra as improbabilidades, entretanto, a maioria delas deixa como legado seus ideais e suas jornadas. Temple Gradin tem um resultado tão concreto quanto sua imaginação, uma vez que sua relevância para os mundos médico e acadêmico é mensurada e existe única e simplesmente por suas realizações. Sua contribuição para a engenharia agropecuária lhe garantiu suporte para conquistar respeito profissional, independente de sua condição, e a partir daí construiu uma reputação como defensora dos direitos animais e porta-voz fundamental para pais e mães cujos filhos sofrem desse mal. </p>
<p>Acertadamente, a HBO deixou de lado qualquer entrevero familiar ou corações partidos que tenham acontecido na vida de Temple Grandin – e eles foram muitos – para focar nos momentos chave e na experiência de uma infância e juventude num mundo despreparado para suas necessidades e alienígena ao seu intelecto. Temple assume que não conseguiria ter desenvolvido a maioria de suas teorias não fosse por sua facilidade e sensibilidade ao compreender as relações animais e suas demandas. Logo, a ciência e a Humanidade devem muito a alguém, ou melhor, à soma de diversos fatores que ambas tentaram repelir e cercear em sua gênese.</p>
<p>Ver Claire Danes recriar tal mescla especial de sentimentos e reações de maneira tão genuína é um deleite. Não ficou feia como Charlize Theron, transformou-se totalmente em outra pessoa e permitiu que uma heroína – a seu modo – ganhasse vulto e, mesmo sem necessitar, reconhecimento nacional fora de seu ramo com o Emmy. </p>
<p>É de histórias assim que nosso cinema e nossa TV precisam. Sem fabricar heróis, sem dramatizar desgraças. Apenas lembranças de que bondade, força de vontade e a engenhosidade de algumas pessoas pode mudar o mundo, uma pessoa por vez, contanto que se abram as portas. Boas histórias sempre devem ser contatas e nisso a HBO é craque. Ponto.</p>
<p><strong>Temple Grandin</strong> estréia essa semana na HBO brasileira. Estréia amanhã, terça-feira, às 22h05 e com reprises a partir de domingo, às 20h05.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/temple06.jpg" alt="" title="temple06" width="580" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-5849" /></p>

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		<title>Brad Pitt em Red Dead Redemption?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Brad Pitt]]></category>
		<category><![CDATA[Faroeste]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[Megan Fox]]></category>
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		<description><![CDATA[De acordo com o site Showbizspy, Brad Pitt estaria interessado em participar da versão cinematógráfica de Red Dead Redemption, game em que o personagem prnicpal, o fora-da-lei John Marston, busca antigos companheiros criminosos para levá-los às autoridades. O site informou que o filme seria um faraoste com alguns toques modernos. Pitt já esteve em um [...]]]></description>
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<p style="text-align: left"><img class="aligncenter size-full wp-image-5805" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/2006_the_assassination_of_jesse_james_002.jpg" alt="" width="580" height="386" /></p>
<p style="text-align: left">
<p>De acordo com o site Showbizspy, Brad Pitt estaria interessado em participar da versão cinematógráfica de <strong>Red Dead Redemption</strong>, game em que o personagem prnicpal, o fora-da-lei John Marston, busca antigos companheiros criminosos para levá-los às autoridades. O site informou que o filme seria um faraoste com alguns toques modernos.</p>
<p>Pitt já esteve em um faroeste,<em> O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford</em>, e recentemente, um outro filme de temática semelhante, <em>Jonah Hex</em>, estrelado por <strong>Josh Brolin</strong> e<strong> Megan Fox</strong>, que ainda não estreou no Brasil, não foi bem na bilheteria norte-americana.</p>

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		<title>Coppola e Godard receberão Oscar honorário</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/coppola-e-godard-receberao-oscar-honorario/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 18:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Francis Ford Coppola]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Luc Godard]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Anualmente, a Academia de Ciência e Artes do Cinema escolhe alguns profissionais que marcaram suas épocas e foram de grande importância na história cinematográfica para receberem um Oscar honorário. De alguns anos pra cá, essa premiação é feita em uma cerimônia própria, meses antes da grande festa do Oscar. Dessa vez os homenageados serão os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/jean-luc-godard-e1282930741330.jpg" alt="" width="580" height="388" class="aligncenter size-full wp-image-5802" /></p>
<p>Anualmente, a Academia de Ciência e Artes do Cinema escolhe alguns profissionais que marcaram suas épocas e foram de grande importância na história cinematográfica para receberem um Oscar honorário.<br />
De alguns anos pra cá, essa premiação é feita em uma cerimônia própria, meses antes da grande festa do Oscar. Dessa vez os homenageados serão os diretores <strong>Francis Ford Coppola</strong> e <strong>Jean-Luc Godard</strong>, o ator <strong>Eli Wallach</strong> (Três homens em conflito) e o historiador de cinema <strong>Kevin Brownlow</strong>.</p>
<p>Coppola havia sido indicado 14 vezes e ganhou cinco Oscars (três deles por <em>Poderoso Chefão II</em>), já Godard, apesar de sua brilhante carreira nunca foi indicado a uma estatueta, nem como melhor filme estrangeiro. </p>
<p>Mesmo com reconhecimento da Academia sendo a honra máxima para a maioria dos diretores, Godard, que sempre disparou farpas contra o cinema hollywoodiano e sua indústria, parece não fazer muita questão de receber a homenagem. A organização do Oscar não consegue se comunicar com o diretor francês para avisá-lo do prêmio. “Já ligamos, mandamos telegramas oficiais, e-mails, falamos com amigos e pessoas próximas, mas ainda não sabemos se ele aparecerá ou não.” disse <strong>Bruce Davis</strong>, diretor executivo da Academia.</p>
<p>Vale lembrar que Godard também cancelou sem explicações sua visita a Cannes, onde divulgaria seu último filme <em>“Film Socialisme”.</em></p>

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		<title>EXCLUSIVO: Avatar 2 não será filmado no Brasil!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-avatar-2-nao-sera-filmado-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 19:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>

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		<description><![CDATA[James Cameron deixa claro que a Amazônia está fora dos planos de filmagem. Em entrevista ao SOS Hollywood, na semana passada, James Cameron foi claro ao definir a participação do Brasil nas filmagens de Avatar 2 e 3, que serão produzidos simultaneamente. Ele tem planos de fazer filmes na região norte, mas apenas para fins [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/james-cameron.jpg" alt="" title="james-cameron" width="558" height="361" class="aligncenter size-full wp-image-5808" /></p>
<blockquote><p>James Cameron deixa claro que a Amazônia está fora dos planos de filmagem.</p></blockquote>
<p>Em entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>, na semana passada, <strong>James Cameron</strong> foi claro ao definir a participação do Brasil nas filmagens de <strong>Avatar 2</strong> e <strong>3</strong>, que serão produzidos simultaneamente. Ele tem planos de fazer filmes na região norte, mas apenas para fins de conscientização para as questões ambientais e indígenas, entretanto, nenhum deles está vinculado a Pandora. “Não vamos filmar, já está decidido. Há demandas mais urgentes a serem tratadas na Amazônia, especialmente ligadas às relações indígenas e é nisso que vou focar ali”, diz Cameron, com exclusividade. “Avatar 2 vai ser mais focado na vida marinha, mas será um híbrido entre cenários terrestres e aquáticos. E vamos aproveitar para fazer tudo ao mesmo tempo, como fizeram <em>O Senhor dos Anéis</em>, e facilitar o processo”.</p>
<p>E deixo uma pergunta: você acha necessário uma continuação para a história de Pandora?</p>

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		<title>Novo Pôster de Tron: O Legado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 15:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Beau Garetts]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Tron: O legado]]></category>

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		<description><![CDATA[O pôster húngaro de Tron: O Legado, da Disney, apareceu online no kinopoisk.ru. A atriz em destaque é Beau Garretts, que irá interpretar Jem, um entre os quatro programas conhecidos como Sereias. A estréia de Tron está prevista para 17 de dezembro em 3D, 2D e IMAX 3D, conta com estrelas como Jeff Bridges, Garrett [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Tron.jpg" alt="" width="550" height="780" class="aligncenter size-full wp-image-5775" /></p>
<p>O pôster húngaro de <em>Tron: O Legado</em>, da  <strong>Disney</strong>, apareceu online no <strong>kinopoisk.ru</strong>. A atriz em destaque é <strong>Beau Garretts</strong>, que irá interpretar Jem, um entre os quatro programas conhecidos como Sereias. A estréia de Tron está prevista para  17 de dezembro em 3D, 2D e IMAX 3D, conta com estrelas como <strong>Jeff Bridges</strong>, <strong>Garrett Hedlund</strong>, <strong>Olivia Wilde</strong> e <strong>Michael Sheen</strong>. O filme de ficção-cientifica é um dos mais esperados do ano e o <strong>SOS Hollywood </strong>vai fazer um especial sobre o assunto! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Pequenos Espiões 4 terá Jessica Alba</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 13:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Alba]]></category>
		<category><![CDATA[Machete]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos Espiões]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Rodriguez]]></category>
		<category><![CDATA[Sin City]]></category>
		<category><![CDATA[Spy Kids]]></category>

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		<description><![CDATA[Jessica Alba estará em Spy Kids 4: All Time in the World, filme que retomará a franquia Pequenos Espiões, do diretor Robert Rodriguez. Alba será será uma espiã aposentada que volta à ativa. No filme, ela será a mãe de um bebê e madrastra de outras duas crianças, que serão os pequenos espiões da vez, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5754" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Jessica-Alba-144.jpg" alt="" width="580" height="435" /></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-jessica-anta-alba/"><strong>Jessica Alba</strong></a> estará em <strong>Spy Kids 4: All Time in the World</strong>, filme que retomará a franquia Pequenos Espiões, do diretor <strong>Robert Rodriguez</strong>. Alba será será uma espiã aposentada que volta à ativa. No filme, ela será a mãe de um bebê e madrastra de outras duas crianças, que serão os pequenos espiões da vez, vividos nos outros filmes por Alexa Vega e Daryl Sabara.</p>
<p>Além de Alba, outros atores serão escalados para os papéis do vilão Guardião do Tempo, cujo objetivo é parar o tempo, e o marido de Jessica, que será um reporter investigativo. Esse será o terceiro trabalho da atriz com Robert Rodriguez. O primeiro foi <em>Sin City &#8211; Cidade do Pecado</em> e outro, <em>Machete</em>, que deve estrear esse ano [e que o <strong>SOS Hollywood</strong> assiste hoje e entrevista o elenco, incluindo Alba, amanhã].</p>
<p>O último <em>Pequeno Espiões</em> foi lançado em 2003, inclusive com algumas cópias em 3D. Entre os atores da produção, estavam Antonio Banderas, Sylvester Stallone, Salma Hayek, George Clooney, Ricardo Montalban e Steve Buscemi.</p>

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		<title>Dustin Hoffman refilmará cenas de Little Fockers</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Stiller]]></category>
		<category><![CDATA[Dustin Hoffman]]></category>
		<category><![CDATA[Entrando Numa Fria]]></category>
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		<category><![CDATA[Robert De Niro]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família (Little Fockers), terceiro filme da franquia estrelada por Ben Stiller e Robert De Niro, terá cenas refilmadas que incluem a aparição do personagem de Dustin Hoffman, até então fora da produção por não ter entrado num acordo financeiro. Para quem não lembra, Hoffman é Bernie, pai de [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5757" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/meet-the-parents-little-fockers.jpg" alt="" width="580" height="859" /></p>
<p><strong>Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família</strong> (Little Fockers), terceiro filme da franquia  estrelada por <strong>Ben Stiller</strong> e <strong>Robert De Niro</strong>, terá cenas refilmadas que  incluem a aparição do personagem de <strong>Dustin Hoffman</strong>, até então fora da produção por não ter entrado num acordo financeiro. Para quem não lembra, Hoffman é Bernie, pai de Greg, personagem de Ben Stiller.</p>
<p>A participação de Hoffman acontecerá ao lado de <strong>Barbra Streissand</strong>, numa sequência que envolve os personagens principais. Ainda estão previstas adições de outras cenas de Ben Stiller com as crianças, que vivem seus filhos. Entre os novos atores do elenco estão Harvey Keitel, Jessica Alba e Laura Dern. A direção é de Paul Weitz. O filme estreia no Brasil em dezembro deste ano.</p>

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		<title>Jim Carrey atuará com Pingüins</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 01:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Desventuras em Série]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Carrey]]></category>
		<category><![CDATA[Os Fantasmas de Scrooge]]></category>
		<category><![CDATA[Popper's Penguins]]></category>

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		<description><![CDATA[Jim Carrey estará na versão cinematográfica do livro infantil Mr. Popper&#8217;s Penguins. A obra, de 1938, conta a história do Sr. Popper do título, um pintor de casas que troca cartas com exploradores e que sonha em ser um. Um dia, um deles lhe envia um pingüim de presente, e o Sr. Popper cuida do [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5760" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/JIM.jpg" alt="" width="580" height="435" /></p>
<p><strong>Jim Carrey</strong> estará na versão cinematográfica do livro infantil <em>Mr. Popper&#8217;s Penguins</em>. A obra, de 1938, conta a história do Sr. Popper do título, um pintor de casas que troca cartas com exploradores e que sonha em ser um. Um dia, um deles lhe envia um pingüim de presente, e o Sr. Popper cuida do animal em uma caixa de gelo. Com o passar do tempo, mais pingüins chegam e quando se dá conta, já são 12 pinguins. Com as aves, ele monta o grupo Popper&#8217;s Performing Penguins, que fazem performances.</p>
<p>Porém, no filme, será outra versão: Sr. Popper será um empresário e receberá de herança seis pingüins. À medida que se apega aos animais, sua vida começa a desmoronar. Mas, com os pingüins, o personagem passa a perceber a importância de ter uma família. A direção será de Mark Waters, de <em>As Crônicas de Spiderwick</em>. Jim Carrey já esteve em outros filmes que adaptam histórias infantis. São eles <em>Desventuras em Série</em> e <em>Os Fantasmas de Scrooge</em>.</p>

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		<title>&#8220;Escola do Rock 2&#8243; pode acontecer? Jack responde!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[As Aventuras de Gulliver]]></category>
		<category><![CDATA[Escola do Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Black]]></category>

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		<description><![CDATA[Jack Black vira um gigante em Gulliver, mas reconhece a força de Escola do Rock. Vai haver seqüência? Jack Black está prestes a estrear o maior papel de sua carreira, literalmente. Em tamanho. Proporcional a um elenco minúsculo. Coisa bem física. Maior que King Kong! As Aventuras de Gulliver só estréia no Natal, mas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Jack_Black_school_of_rock.jpg" alt="" title="Jack_Black_school_of_rock" width="580" height="338" class="aligncenter size-full wp-image-5732" /></p>
<blockquote><p>Jack Black vira um gigante em Gulliver, mas reconhece a força de <em>Escola do Rock</em>. Vai haver seqüência?</p></blockquote>
<p><strong>Jack Black </strong>está prestes a estrear o maior papel de sua carreira, literalmente. Em tamanho. Proporcional a um elenco minúsculo. Coisa bem física. Maior que King Kong! <strong>As Aventuras de Gulliver</strong> só estréia no Natal, mas de acordo com o comediante, o maior não significa melhor em sua filmografia. Ontem, a reportagem do <strong>SOS Hollywood</strong> esteve exclusivamente com Jack Black, em Santa Monica, e ele comentou um ponto mais alto em sua carreira. Com todo mérito, escolheu bem. “<em>Escola do Rock</em> é meu melhor filme, não tenho dúvidas”, afirma. “Se é para iniciar uma franquia ou fazer uma continuação, precisamos fazer algo muito melhor que anterior. Não vejo sentido em filmar só por necessidade”. </p>
<p>Diferente de seu personagem em <em>Trovão Tropical</em>, que ficou famoso com uma cinessérie de comédia de baixo calão, Black – seja por força das circunstâncias ou escolha consciente – tem pulado de projeto em projeto com originalidade, pelo menos dentro de seu porfólio. “Muita gente pergunta sobre uma continuação e só consigo ver isso acontecendo cada todas as pessoas envolvidas no primeiro filme voltem para um segundo. Mas nunca pensei em fazer uma série ou algo que pareceria forçado até para mim”.</p>
<p>A entrevista completa você poderá ler perto do lançamento de <strong>As Aventuras de Gulliver</strong>, ainda em 2010!</p>
<p>Leia minha entrevista anterior com Jack Black <a href="http://www.soshollywood.com.br/entrevista-jack-black/">clicando aqui</a>!</p>

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		<title>Rumores sobre o novo Quarteto Fantástico</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/rumores-sobre-o-novo-quarteto-fantastico/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 22:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Adrien Brody]]></category>
		<category><![CDATA[Amber Heard]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Rhys Meyers]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Pennington]]></category>
		<category><![CDATA[Quarteto Fantástico]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana Hollywood voltou a um de seus passatempos preferidos: especulações sobre elenco dos filmes de super-heróis. Dessa vez os rumores são sobre o reboot de Quarteto Fantástico. A informação é de que, apesar da Fox estar esperando para saber como será o desempenho de X-Men: Primeira Classe para dar início a qualquer coisa relacionada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/fantastic-four-new-logo-580x204.jpg" alt="" width="580" height="204" class="aligncenter size-large wp-image-5715" /></p>
<p>Essa semana Hollywood voltou a um de seus passatempos preferidos: especulações sobre elenco dos filmes de super-heróis. Dessa vez os rumores são sobre o reboot de <em>Quarteto Fantástico</em>.<br />
A informação é de que, apesar da Fox estar esperando para saber como será o desempenho de <em>X-Men: Primeira Classe</em> para dar início a qualquer coisa relacionada a quadrinhos, o estúdio já fez algumas escolhas para o novo elenco do quarteto. </p>
<p>Para o papel de Johnny Storm, anteriormente interpretado por Chris Evans, o preferido da FOX seria o desconhecido <strong>Kevin Pennington</strong>, que pode ser visto apenas em alguns episódios da série <em>90210</em>. O papel de Sue Storm, que no passado foi de <strong>Jessica Alba</strong> (uma das piores escolhas de elenco nos últimos tempos. Alba é latina e Sue tem feições nórdicas, o que deu um grande problema pro departamento de maquiagem que ao invés de uma maquiagem normal, teve que fazer uma maquiagem de efeitos especiais na atriz para diminuir o nariz, maxilar, colocar lentes de contato azuis e tingir o cabelo de loiro), já teria sido oferecido a <strong>Amber Heard</strong>, também chegou a ser cogitada para papéis em X-Men: Primeira Classe. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/quarteto_sue_tocha-e1282594742469.jpg" alt="" width="580" height="397" class="aligncenter size-full wp-image-5716" /></p>
<p>Já para o líder da equipe Reed Richards, dois nomes de peso estão concorrendo: <strong>Adrien Brody</strong> (O Pianista) e <strong>Jonathan Rhys Meyers</strong> (The Tudors) . </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/quarteto_reed.jpg" alt="" width="580" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-5717" /></p>
<p>O Coisa será feito totalmente em CGI, mas ainda não se sabe quem poderá encarnar sua versão humana Ben Grimm. </p>

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		<title>Sandra Bullock e Tom Hanks vão trabalhar juntos!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sandra-bullock-e-tom-hanks-confirmam-novo-filme/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 19:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[11 de setembro]]></category>
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		<category><![CDATA[Extremely Loud and Incredibly Close]]></category>
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		<category><![CDATA[sandra bullock]]></category>
		<category><![CDATA[stephen daldry]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>

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		<description><![CDATA[A dupla de atores Sandra Bullock e Tom Hanks será protagonista da versão cinematográfica do livro Extremely Loud and Incredibly Close, de Jonathan Safran Foer, cujo título em português é &#8220;Extremamente Alto e Incrivelmente Perto&#8221;. Na história, um garoto de nove anos chamado Oskar Schell procura durante anos a fechadura que pode ser aberta pela [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5708" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sbullockthanks.jpg" alt="" width="580" height="398" /></p>
<p>A dupla de atores<strong> Sandra Bullock</strong> e <strong>Tom Hanks</strong> será protagonista da versão cinematográfica do livro <strong>Extremely Loud and Incredibly Close</strong>, de Jonathan Safran Foer, cujo título em português é &#8220;Extremamente Alto e Incrivelmente Perto&#8221;. Na história, um garoto de nove anos chamado Oskar Schell procura durante anos a fechadura que pode ser aberta pela chave que encontra no armário de seu pai, vítima dos atendados terroristas de 11 de setembro de 2001. É a primeira vez que Hanks e Bullock trabalham juntos.</p>
<p>A direção será de <strong>Stephen Daldry</strong>, de <em>O Leitor</em>, com roteiro de <strong>Eric Roth</strong>, de <em>O Curioso Caso de Benjamin Button</em> e <em>Forrest Gump</em>. As filmagens começam em janeiro de 2011.﻿</p>

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		<title>[SOS Cast 18] A Origem</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 17:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[SOS-Cast]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[A Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Inception]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando a mente se transforma no novo campo exploratório da Ficção Científica, homens criativos surgem com suas idéias para maravilhar as platéias modernas. Christopher Nolan brinca com o público, cria seus labirintos visuais e conceituais em A Origem (Inception), um filme cheio de pegadinhas, responsável por muitas discussões e representante atual do cinema autoral ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/post-soscast18-v1-580x306.jpg" alt="" title="post-soscast18-v1" width="580" height="306" class="aligncenter size-large wp-image-5696" /></p>
<p>Quando a mente se transforma no novo campo exploratório da Ficção Científica, homens criativos surgem com suas idéias para maravilhar as platéias modernas. <strong>Christopher Nolan</strong> brinca com o público, cria seus labirintos visuais e conceituais em <strong>A Origem</strong> (Inception), um filme cheio de pegadinhas, responsável por muitas discussões e representante atual do cinema autoral ainda resistindo em Hollywood. Para debater essas influências, <a href="http://www.twitter.com/soshollywood">Fábio M. Barreto</a>, <a href="http://www.portaldecinema.com.br">Wikerson Landim</a> e <a href="http://www.cumecamao.com.br">Marcelo Salgado</a> se reúnem com o convidado mais que especial <strong>James Cameron</strong> e analisam as facetas desse longa-metragem. </p>
<p>E um aviso: está REPLETO DE SPOILERS!</p>
<p>Participe desse debate com sua teoria, compreensão e análises sobre um dos filmes mais falados do ano e responda às perguntas da equipe para tentarmos desvendar a verdade por trás dos sonhos e medos de Cobb e seus amigos.</p>
<p>ERRATA: ao final do cast, solto minha teoria sobre a conclusão de A Origem. Seja qual foi o motivo, troquei as bolas, então aí vai um pequeno ajuste. Toda vez em que falo &#8220;Com Aliança&#8221;, leia-se &#8220;Sem Aliança&#8221;. Ou seja, Real = sem aliança / Sonho = com aliança. A teoria é a mesma, só é preciso inverter esses valores.<br />
Peço desculpas pela confusão. </p>
<p><strong>LINKS RELACIONADOS</strong><br />
<a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/">Análise: A Origem, por Fábio M. Barreto</a><br />
<a href="http://cumecamao.com.br/cine-camao/cine-camao-a-origem-inception-2010/">Crítica: A Origem, por Marcelo Salgado</a></p>
<p>Preste atenção nesse vídeo! Siga as instruções!<br />
<center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iKf8MyHg1qA?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iKf8MyHg1qA?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><strong>Duração</strong>: 1h14min</p>
<p><strong>EDIÇÃO:</strong><br />
<a href="http://twitter.com/marcelosalgado">Marcelo Salgado</a></p>
<p><strong>IMAGENS:</strong><br />
<a href="http://www.twitter.com/marcusroberto">Marcus Roberto</a></p>
<p><strong>SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, TEORIAS CONSPIRATÓRIAS E OPINIÕES SOBRE O PIÃO</strong><br />
Envie e-mails para: <a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></p>
<p><strong>NO TWITTER:</strong><br />
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<p><strong>RSS e iTunes</strong><br />
ATUALIZADO: Adicione o <a href="http://feeds2.feedburner.com/sos-cast">feed </a>do SOSCast no seu iTunes ou outro serviço de download.</p>
<p></p>

]]></content:encoded>
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Quando a mente se transforma no novo campo exploratório da Ficção Científica, homens criativos surgem com suas idéias para maravilhar as platéias modernas. Christopher Nolan brinca com o público, cria seus labirintos visuais e conceituais em A Orig[...]</itunes:subtitle>
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Quando a mente se transforma no novo campo exploratório da Ficção Científica, homens criativos surgem com suas idéias para maravilhar as platéias modernas. Christopher Nolan brinca com o público, cria seus labirintos visuais e conceituais em A Origem (Inception), um filme cheio de pegadinhas, responsável por muitas discussões e representante atual do cinema autoral ainda resistindo em Hollywood. Para debater essas influências, Fábio M. Barreto, Wikerson Landim e Marcelo Salgado se reúnem com o convidado mais que especial James Cameron e analisam as facetas desse longa-metragem. 
E um aviso: está REPLETO DE SPOILERS!
Participe desse debate com sua teoria, compreensão e análises sobre um dos filmes mais falados do ano e responda às perguntas da equipe para tentarmos desvendar a verdade por trás dos sonhos e medos de Cobb e seus amigos.
ERRATA: ao final do cast, solto minha teoria sobre a conclusão de A Origem. Seja qual foi o motivo, troquei as bolas, então aí vai um pequeno ajuste. Toda vez em que falo &#8220;Com Aliança&#8221;, leia-se &#8220;Sem Aliança&#8221;. Ou seja, Real = sem aliança / Sonho = com aliança. A teoria é a mesma, só é preciso inverter esses valores.
Peço desculpas pela confusão. 
LINKS RELACIONADOS
Análise: A Origem, por Fábio M. Barreto
Crítica: A Origem, por Marcelo Salgado
Preste atenção nesse vídeo! Siga as instruções!

Duração: 1h14min
EDIÇÃO:
Marcelo Salgado
IMAGENS:
Marcus Roberto
SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECLAMAÇÕES, TEORIAS CONSPIRATÓRIAS E OPINIÕES SOBRE O PIÃO
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		<itunes:author>Fabio M. Barreto</itunes:author>
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		<title>[Trailer] Fair Game</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 17:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Summit Entertainment lançou online o primeiro trailer oficial do filme Fair Game, um fascinante filme de ação baseado na autobiografia de Valerie Plame, agente disfarçada da CIA, que teve sua carreira destruída e seu casamento levado ao limite quando sua identidade secreta foi exposta pela imprensa, por motivos políticos. Em Fair Game, Naomi Watts [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/fair_game_doug_liman-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-5670" /></p>
<p>A <strong>Summit Entertainment</strong> lançou online o primeiro trailer oficial do filme <em>Fair Game</em>, um fascinante filme de ação baseado na autobiografia de Valerie Plame, agente disfarçada da CIA, que teve sua carreira destruída e seu casamento levado ao limite quando sua identidade secreta foi exposta pela imprensa, por motivos políticos. </p>
<p>Em <em>Fair Game</em>, <strong>Naomi Watts</strong> interpreta Valerie, agente da CIA que trabalha Divisão Anti-Proliferação que conduz uma investigação sobre a existência de armas de destruição em massa no Iraque. Seu marido, o diplomata Joe Wilson (<strong>Sean Penn</strong>), é envolvido na  investigação para dar fundamento a uma suposta venda de urânio enriquecido do Niger. Mas quando o governo ignora as suas conclusões e usa o tema para apoiar a chamada para a guerra, Joe escreve um editorial no New York Times descrevendo suas conclusões que desencadeiam em infindáveis polêmicas.</p>
<p>O filme é dirigido por <strong>Doug Liman</strong>(<em>Identidade Bourne</em>) e estrelado por <strong>Naomi Watts</strong>(<em>Senhores do Crime</em>) e o ator premiado <strong>Sean Penn</strong>(<em>Milk, A voz da igualdade</em>), requisito que já torna o filme imperdível devido ao a seu sempre show de interpretação. A filme ainda conta com <strong>Noah Emmerich</strong>, e <strong>Liraz Charhi</strong>. <em>Fair Game</em> será lançado em 05 novembro de 2010 nos Estados Unidos e 11 de novembro no Brasil. </p>
<p><center><object width="450" height="242"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/26159"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/26159" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="242" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>

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		<title>Fotos e info de Capitão América: O Primeiro Vingador</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 16:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa semana, a HeyUGuys.co.uk publicou uma descrição da gravações de cenas do Capitão América: O Primeiro Vingador. O relato foi feito por figurante do set de filmagens. Além disso eles publicaram uma série de fotos interessantes que ilustram muitas das descrições. As filmagens estão sendo feitas em Surrey, Inglaterra. No primeiro dia, estávamos no set [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/captain-america-poster.jpg" alt="" width="580" height="348" class="aligncenter size-full wp-image-5665" /></p>
<p>Nessa semana, a <strong>HeyUGuys.co.uk</strong> publicou uma descrição da gravações de cenas do <em>Capitão América: O Primeiro Vingador</em>. O relato foi feito por figurante do set de filmagens. Além disso eles publicaram uma série de fotos interessantes que ilustram muitas das descrições. As filmagens estão sendo feitas em Surrey, Inglaterra.  </p>
<blockquote><p>No primeiro dia, estávamos no set filmando uma cena da ocupação da Itália pelos nazistas, na qual um grupo de prisioneiros de guerra marchavam de volta ao acampamento com o Capitão América e mais algumas pessoas. Um dos rapazes era interpretado por <strong>Neal McDonough</strong>, de <em>Band of Brothers</em>, além de um japonês e mais uma outra pessoa. Todos estavam de uniforme militar. <strong>Chris Evans</strong> vestia uma jaqueta de couro com parte do uniforme do Capitão América por baixo e a calça militar. </p>
<p>Durante todo o dia filmamos diferentes pontos de vista das tropas marchando. Enquanto marchávamos, passávamos por tanques e caminhões que tinham logotipos de um crânio com tentáculos de polvo por cima.</p>
<p>No final do dia, filmamos uma cena onde todos estavam em torno de Chris Evans. <strong>Hayley Atwell</strong>, em uma roupa de enfermeira foi até ele e falou algo baixinho. Perguntei, mas ninguém ouviu o que ela disse. Depois disso, <strong>Tommy Lee Jones</strong> se aproximou, disse: &#8220;Fé, hein!&#8221; e afastou-se. </p>
<p>No segundo dia, filmamos o show da USO (United Service Organizations), em torno do palco. Foi muito chato, mas conseguimos ver Chris Evans no traje do Capitão América.</p>
<p>Eles fizeram o uniforme estilo anos 40, com uma parte superior acolchoada, um shorts azul pequeno, calças azuis e botas vermelhas.
</p></blockquote>
<p>As fotos mostram muitas das descrições acima, como o tanque de guerra, palco do show e a logo da USO.</p>

<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/mhuflv/' title='mhuflv'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mhuflv-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="mhuflv" title="mhuflv" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/20jk4g9/' title='20jk4g9'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/20jk4g9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="20jk4g9" title="20jk4g9" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/2wfinbk/' title='2wfinbk'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/2wfinbk-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2wfinbk" title="2wfinbk" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/16c0ygg/' title='16c0ygg'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/16c0ygg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="16c0ygg" title="16c0ygg" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/294rq1g/' title='294rq1g'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/294rq1g-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="294rq1g" title="294rq1g" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/2s1vpxd/' title='2s1vpxd'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/2s1vpxd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2s1vpxd" title="2s1vpxd" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/2ugh30n/' title='2ugh30n'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/2ugh30n-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2ugh30n" title="2ugh30n" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/2vv2qzp/' title='2vv2qzp'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/2vv2qzp-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2vv2qzp" title="2vv2qzp" /></a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-e-detalhes-de-capitao-america-o-primeiro-vingador/captain-america-poster/' title='captain-america-poster'><img width="150" height="150" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/captain-america-poster-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="captain-america-poster" title="captain-america-poster" /></a>

<p>De acordo com a sinopse oficial, Steve Rogers, criado durante a Grande Depressão, cresceu uma frágil juventude em uma família pobre. Mas resolveu se alistar no exército Horrorizado pelas imagens dos Nazistas invadindo a Europa, mas foi rejeitado. General Chester Phillips oferece a Rogers a oportunidade de participar de um experimento especial… A Operação: Renascimento. Rogers recebe uma dose do soro Super-Soldado e é atingido por raios Vita. Seu tratamento o deixa com um físico perfeito e ainda humano. Após um treinamento rigoroso ele recebe a sua primeira missão como Capitão América e com seu escudo indestrutível, parte para combater o mal sozinho e como o líder dos Vingadores.</p>
<p>Com a direção de <strong>Joe Johnston</strong> e <strong>Chris Evans</strong> como Capitão América o elenco ainda conta com <strong>Hugo Weaving</strong> (Caveira vermelha), <strong>Tommy Lee Jones</strong> (General Chester Philips), <strong>Sebastian Stan</strong> (Bucky), <strong>Stanley Tucci</strong> (Abraham Erskine), <strong>Hayley Atwell</strong> (Peggy Carter), <strong>Toby Jones</strong> (Arnim Zola), <strong>Dominic Cooper</strong> (Howard Stark), <strong>Neal McDonough</strong> (Dum Dum Dugan), and <strong>Samuel L. Jackson</strong> (Nick Fury). </p>
<p>Com todas essas informações, dá pra se empolgar com o que vem por aí, além da construção que a Marvel tem feito para finalmente lançar o tão esperado filme <em>Os Vingadores</em>. A estreia de <em>Capitão América: O Primeiro Vingador</em> está prevista para julho de 2011. </p>

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		<title>Novo pôster da ficção científica Skyline</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 21:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Los Angeles será alvo de invasões alienígenas nos próximos anos, pelo menos no cinema. Battle: Los Angeles, estrelado por Michelle Rodriguez e Aaron Eckhart, abordará o tema pelo lado militar da coisa. Enquanto isso, em Skyline, o tema será a abdução alienígena em massa, como mostra o cartaz acima. No filme, os seres humanos são [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5644" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/skyline_poster.jpg" alt="" width="580" height="859" /></p>
<p>Los Angeles será alvo de invasões alienígenas nos próximos anos, pelo menos no cinema. <strong>Battle: Los Angeles</strong>, estrelado por Michelle Rodriguez e Aaron Eckhart, abordará o tema pelo lado militar da coisa. Enquanto isso, em <a href="http://www.soshollywood.com.br/trailer-skyline/"><strong>Skyline</strong></a>, o tema será a abdução alienígena em massa, como mostra o cartaz acima.</p>
<p>No filme, os seres humanos são atraídos para luzes misteriosas que ameaçam &#8220;engolir&#8221; todos os seres humanos da face da Terra. A direção é da dupla Colin e Greg Strause, diretores da franquia <em>Alien vs. Predador</em>. O filme deve estrear no Brasil em novembro deste ano.</p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/trailer-skyline/">Clique aqui para ver o trailer</a>.</p>
<p>== </p>
<p>Nota do editor: Se depender do cinema, escolhi a pior cidade do mundo para morar! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>[Trailer] Tropa de Elite 2</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 14:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SOS&#8230; Rio de Janeiro! Tropa de Elite 2 estréia em 08 de outubro nos cinemas de todo o Brasil. Dirigido por José Padilha (mesmo de Tropa de Elite), o filme mostrará a realidade do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) em um Rio de Janeiro contemporâneo, treze anos depois do original. A tropa dos &#8220;farda-preta&#8221; cresceu [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/tropa21.jpg" alt="Tropa de Elite 2" title="Tropa de Elite 2" width="580" height="435" class="alignnone size-full wp-image-5629" /></p>
<blockquote><p>SOS&#8230; Rio de Janeiro! <strong>Tropa de Elite 2</strong> estréia em <strong>08 de outubro</strong> nos cinemas de todo o Brasil.</p></blockquote>
<p>Dirigido por <strong>José Padilha</strong> (mesmo de <em>Tropa de Elite</em>), o filme mostrará a realidade do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) em um Rio de Janeiro contemporâneo, treze anos depois do original. </p>
<p>A tropa dos &#8220;farda-preta&#8221; cresceu para se tornar um pequeno exército, tendo à frente Nascimento (<strong>Wagner Moura</strong>), agora Secretário de Segurança Pública. Entre os problemas que Nascimento terá de enfrentar, está o crescimento das milícias, a corrupção no meio político, e as dificuldades em criar um filho adolescente no Rio do século XXI.</p>
<p>Boa parte do elenco original está de volta, incluindo <strong>André Ramiro</strong>, <strong>Maria Ribeiro</strong> e <strong>Milhem Cortaz</strong>. À eles juntam-se <strong>Irandhir Santos</strong>, <strong>André Mattos</strong> e <strong>Seu Jorge</strong> como o bandido Beirada.</p>
<p>Faca na caveira!</p>
<p><center><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-JbE6rjjyD8?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-JbE6rjjyD8?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></center></p>

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		<title>Veja a primeira imagem de True Gift, dos irmãos Coen</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 01:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O remake de True Grit, Bravura Indômita em português, faroeste dirigido e com roteiro adaptado pelos Irmãos Coen, teve a primeira imagem oficial divulgada. Nela, Jeff Bridges aparece como Rooster Cogburn, xerife que foi intepretado no longa de 1969 por John Wayne, além da jovem Hailee Steinfield. Baseado no livro de mesmo nome de Charles [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5603" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/True_Grit_03.jpg" alt="" width="580" height="386" /></p>
<p>O remake de <strong>True Grit</strong>, <em>Bravura Indômita</em> em português, faroeste dirigido e com roteiro adaptado pelos<strong> Irmãos Coen</strong>, teve a primeira imagem oficial divulgada. Nela, <strong>Jeff Bridges</strong> aparece como Rooster Cogburn, xerife que foi intepretado no longa de 1969 por <strong>John Wayne</strong>, além da jovem Hailee Steinfield.</p>
<p>Baseado no livro de mesmo nome de Charles Portis, <em>True Grit</em> conta a história de uma garota de 14 anos que busca o assassino de seu pai ao lado de um xerife. No elenco, ainda estão <strong>Matt Damon</strong> e <strong>Josh Brolin</strong>, que já trabalhou com os Coen em <em>Onde Os Fracos Não Têm Vez</em>. O filme estreia nos EUA no Natal e, no Brasil, em janeiro de 2011.</p>

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		<title>Megan Fox com asas em Passion Play</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 23:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é a primeira foto divulgada de Megan Fox com suas asas em Passion Play. O filme se passa nos anos 50 e conta a história de Nate, interpretado por Mickey Rourke, um trompetista que vai a um circo de aberrações e se apaixona por Lily (Fox), apresentada como &#8220;mulher pássaro&#8221;. Atrapalhando essa história de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mf_1282088263-580x294.jpg" alt="" width="580" height="294" class="aligncenter size-large wp-image-5611" /></p>
<p>Essa é a primeira foto divulgada de <strong>Megan Fox</strong> com suas asas em <strong>Passion Play</strong>. O filme se passa nos anos 50 e conta a história de Nate, interpretado por <strong>Mickey Rourke</strong>, um trompetista que vai a um circo de aberrações e se apaixona por Lily (Fox), apresentada como &#8220;mulher pássaro&#8221;. Atrapalhando essa história de amor existe Happy Shannon (o sempre ótimo <strong>Bill Murray</strong>), o gângster cafetão das aberrações. </p>
<p>Alem da história curiosa, o filme ainda nos dará a oportunidade de, finalmente, ver se Megan Fox é apenas um rostinho (muito) bonito ou se realmente sabe atuar. <strong>Passion Play</strong> terá sua primeira exibição no próximo mês, durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto. </p>

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		<title>X-Men: First Class tem novos atores no elenco</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 12:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria de Titãs]]></category>
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		<category><![CDATA[X-Men First Class]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos poucos, o elenco de X-Men First Class, com previsão de início das filmagens para este mês, começa a se formar. Os novos atores são Jason Flemyng, de Fúria de Titãs, que será o mutante Azazel,  pai de outro mutante já conhecido da franquia, o Noturno. Também estão no filme Rose Byrne (Presságio), no papel [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5589" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/X_Men_First_Class_Finals_Cover_by_valstaples.jpg" alt="" width="580" height="220" /></p>
<p>Aos poucos, o elenco de <strong>X-Men First Class</strong>, com previsão de início das filmagens para este mês, começa a se formar. Os novos atores são <strong>Jason Flemyng</strong>, de <em>Fúria de Titãs</em>, que será o mutante <strong>Azazel</strong>,  pai de outro mutante já conhecido da franquia, o <strong>Noturno</strong>. Também estão no filme Rose Byrne (<em>Presságio</em>), no papel da cientista <strong>Moira</strong> e <strong>Oliver Platt</strong> (<em>2012</em>), que será o &#8220;<strong>Homem de Preto</strong>&#8220;.</p>
<p>O restante do elenco inclui James McAvoy como Xavier, Michael Fassbender como Magneto, Kevin Bacon, entre outros. X-Men First Class estreia em junho de 2011, sob direção de <strong>Matthew Vaughn</strong> e produção de <strong>Bryan Singer</strong>.</p>

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		<title>James Cameron recriará &#8220;Hiroshima&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 22:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Last Train of the Hiroshima]]></category>

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		<description><![CDATA[O que você prefere: ver Cameron fazer primeiro a sequência de Avatar ou um drama sério sobre a guerra nuclear? James Cameron falou com a Entertainment Weekly sobre estar trabalhando discretamente em um filme com potencial para ser sua &#8220;Lista de Schindler&#8220;. Entitulado “Last Train from Hiroshima&#8220;, o projeto é focado num japonês que milagrosamente [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/James-Cameron-Retrato.jpg" alt="" title="James Cameron" width="580" height="434" class="aligncenter size-full wp-image-5544" /></p>
<blockquote><p>O que você prefere: ver Cameron fazer primeiro a sequência de Avatar ou um drama sério sobre a guerra nuclear? </p></blockquote>
<p><strong>James Cameron</strong> falou com a <strong>Entertainment Weekly</strong> sobre estar  trabalhando discretamente em um filme com potencial para ser sua &#8220;<em>Lista de Schindler</em>&#8220;. Entitulado “<em>Last Train from Hiroshima</em>&#8220;, o projeto é focado num japonês que milagrosamente sobreviveu à explosão atômica em Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial; pouco depois, pegou um trem para Nagasaki e &#8211; boom! &#8211; sobreviveu à segunda explosão nuclear. Sorte é pouco, né?</p>
<p>&#8220;Conheci Yamaguchi [o sobrevivente], poucos dias antes dele morrer este ano&#8221;, diz Cameron. &#8220;Ele estava no hospital. Era como se ele entregasse o bastão de sua história para nós, então eu tenho que fazer. Não posso me afastar disso&#8221;.  </p>
<p>Mas Cameron ainda tem um monte de perguntas à responder antes de começar a filmar. &#8220;A questão é o tom&#8221;, diz ele. &#8220;Com certeza, poderia mostrar como era estar em Hiroshima e Nagasaki de uma forma forense. Mas, provavelmente, ninguém aturaria nem metade do filme. E depois há a questão de saber se farei isso em 3D. Declarei de modo geral que todos os meus filmes serão em 3D a partir de agora, mas não poderia fazer isso em 3D. Seria muito sensacionalista&#8221;.</p>
<p>Quanto tempo ainda vai levar para que ele resolver esses problemas e fazer o filme? É possível que tudo aconteça antes da seqüência de Avatar? Cameron não tem certeza. &#8220;Gostaria de encarar essa tarefa em algum momento antes da próxima guerra nuclear&#8221; é a tudo o que ele se compromete. 2012 vem aí, então é bom correr, Jim!</p>

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		<title>Star Wars em Blu-Ray: o que esperar?</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/star-wars-em-blu-ray-o-que-esperar/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra nas Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Blu-Ray com todos os filmes e novas cenas chega ao mercado em 2011, mas o que pode estar lá dentro? Anos depois de virar piada interna nos círculos nérdicos, novos lançamentos de Guerra nas Estrelas para o mercado de vídeo se tornaram algo trivial. A cada década, pelo menos, George Lucas resolvia lesar nossos bolsos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/starwars_bluray_2011.jpg" alt="" title="starwars_bluray_2011" width="580" height="295" class="aligncenter size-full wp-image-5580" /></p>
<blockquote><p>Blu-Ray com todos os filmes e novas cenas chega ao mercado em 2011, mas o que pode estar lá dentro?</p></blockquote>
<p>Anos depois de virar piada interna nos círculos nérdicos, novos lançamentos de <strong>Guerra nas Estrelas</strong> para o mercado de vídeo se tornaram algo trivial. A cada década, pelo menos, George Lucas resolvia lesar nossos bolsos com alguma novidade. O resultado são pelo menos 17 versões lançadas até o momento, das quais tenho 15, englobando versões desde a distante primeira opção para VHS, lançada pela Abril Vídeo, até as recentes versões em DVD com o filme no formato original e a maldita Edição Especial com Jabba CGI, Greedo atirando primeiro e aquela palhaçada toda. Haja dinheiro e material nos arquivos da LucasFilm. Quer dizer, sempre soubemos que Lucas guarda um bocado de coisa para ficar abastecendo os fãs aos poucos. Com a chegada do Blu-Ray, era de se esperar um anúncio de mais um re-re-re-relançamento e ele veio durante a última <strong>Star Wars Celebration</strong>, realizada na Flórida na semana passada. Finalmente, todos os filmes serão lançamos simultaneamente e com cenas novas – que surpresa &#8211; em 2011! O trecho foi exibido para os felizardos presentes ao Orange County Convention Center e mostra como Luke Skywalker construiu seu sabre-de-luz antes de partir para encarar Darth Vader. Legal, né?</p>
<p>Antes de mais nada, veja:<br />
<center><object width="580" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UdJ0E7HbTKc&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UdJ0E7HbTKc&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="580" height="295"></embed></object></center></p>
<p>Mas ainda falta material. E muito. Documentários sempre são relevantes, trazem muita informação sobre os bastidores, criação das trilhas sonoras, efeitos e de todo aquele mundo magnífico da Santa Trilogia, entretanto, muitas das cenas mais aguardadas pelos fãs tarja preta continuam escondidas como, por exemplo, o encontro de Luke com Biggs na Toshi Station, em <em>Guerra nas Estrelas</em>, o reencontro antes da Batalha de Yavin, no mesmo filme, e a cena da tempestade de areia em Tatooine pouco depois do resgate de Han Solo em <em>O Retorno de Jedi</em>. Lendas urbanas ou preciosismo? Fotos existem e relatos também, logo, elas estão por ali. E o Blu-Ray seria a grande oportunidade para termos a versão mais completa de toda a Saga. É sonho imaginar esse produto vindo da parceria LucasFilm e Fox Home Entertainment. Da parte do flanelado, manter sigilo e sempre ter uma razão para vender mais filmes é questão fundamental, enquanto, pelo lado da distribuidora, ainda vale a lei do menor esforço, especialmente no Brasil. A Fox sabe que o produto vende e, protegida pelas “diretrizes da LucasFilm, que nunca permitem modificações no produto” continua simplesmente lançando do jeito que recebem e pronto.</p>
<p>Nada de ficar chorando ou reclamando. Essa é a realidade e ponto. E é verdade, triste, mas verdade. A base de fãs cresceu muito nos últimos 15 anos, especialmente pelo trabalho de base que ajudei a iniciar em 99, e também com os desenhos animados do Cartoon Network, que não são obra-primas, mas mantém a Saga viva. É uma era muito próspera para os fãs, especialmente quando se vem de uma geração que tinha que importar quadrinhos e livros para ter algum acesso às novidades do Universo Expandido. Hoje basta ligar a TV e pronto. Fácil e prático para todo mundo, especialmente na hora do lançamento de novos produtos, que fazem uso do marketing internacional para ganhar relevância mundial.</p>
<p>Curiosamente, <em>Guerra nas Estrelas</em> tem um histórico de grande número de relançamentos, mas sempre com um custo mais acessível. Afinal, sempre foram pacotinhos de três filmes ou, no caso da nova trilogia, aqueles lançamentos individuais em VHS; assim como aconteceu com a versão mais recente, em DVD. Uma das versões mais caras que adquiri foi o VHS de <em>A Ameaça Fantasma</em>, que foi vendido individualmente por cerca de US$ 90 pela Amazon e continha fita, fotograma original do longa-metragem e um livreto ilustrado com fotos e desenhos do filme. Foi interessante na época. Filme ruim e formato que entrou pelo cano. Belo investimento, não? </p>
<p>Aparentemente, é essa opção pela acessibilidade que molda a estratégia de vendas, já que nem mesmo o mercado norte-americano é abastecido com extravagâncias como uma Estrela da Morte gigante ou a cabeça de Darth Vader [que foi oferecida à Fox Home Entertainment do Brasil, com protótipo e tudo há alguns anos, mas foi recusada sem grandes justificativas]. De qualquer forma, a hora do lançamento se aproxima. Vejamos os produtos que podem integrar esse pacote dos sonhos cheio de Schwartz!</p>
<blockquote><p>
- Seis filmes da Saga<br />
- A série animada “Droids”<br />
- A série animada &#8220;Ewoks&#8221;<br />
- Star Wars: Guerras Clônicas, de Gendy Tartakovsky<br />
- Star Wars: The Clone Wars, de David Filloni [filme e temporadas]<br />
- Star Wars in Concert, apresentado por Anthony Daniels<br />
- e sem contar o Star Wars: Holiday Special, que George Lucas odeia e queimaria todas as cópias, se pudesse!</p></blockquote>
<p>Ou seja, pelo menos 13 conteúdos que poderiam compor uma coletânea de Blu-rays, com embalagem temática e, claro, preço salgado. Venderia como água nos Estados Unidos e os brasileiros poderiam ter a opção da importação, já que esse produto não teria mercado certeiro e os custos seriam proibitivos. Bem, em tese, pois há o caso de sucesso com as edições superespeciais de <em>James Bond</em>, <em>Arquivo X</em> e <em>24 Horas</em>, cujas embalagens de luxo esgotaram mesmo com valor bastante acima da média no Brasil. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/draftLuke-yoda-580x247.jpg" alt="" title="draftLuke-yoda" width="580" height="247" class="aligncenter size-large wp-image-5579" /></p>
<p>De qualquer forma, precisa partir dos americanos. Se a LucasFilm quiser, pode ser que exista luz no fim do túnel, mas pelo andar da carruagem, o negócio é levar um prejuízo a cada 7 ou 8 anos, pagar para ver mais documentários e melhorias na imagem – que nunca me incomodaram mesmo no VHS, embora o ganho seja claro e justificado – e som. Esse é o legado da Força, um ciclo eterno de marketing localizado, com público fiel e que sempre quer mais, porém, diferente de outras marcas, é abastecido em doses homeopáticas e discretas. O verdadeiro teste da devoção. É pura paixão.</p>
<p>Para mais informações sobre o DVD, visite nosso amigo, <a href="http://bjc.uol.com.br/2010/08/14/confirmado-star-wars-em-blu-ray-para-2011/">Blog do JC</a>!</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Nova Iorque</font></em></p>

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		<title>[Entrevista] Sylvester Stallone</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/entrevista-sylvester-stallone/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Os Mercenários]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvester Stallone]]></category>
		<category><![CDATA[The Expandables]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tudo e todos estavam contra mim; era uma piada&#8221; &#8211; Sylvester Stallone, sobre o começo da carreira como diretor. O coração palpitou, o sangue subiu e a ansiedade quase tomou conta. Foi assim que iniciei a conversa com Sylvester Stallone. Depois de praticamente 15 anos entrevistando celebridades mundiais, essa foi a primeira vez em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sylvester-stallone.jpg" alt="" title="sylvester-stallone" width="580" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-5531" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Tudo e todos estavam contra mim; era uma piada&#8221; &#8211; Sylvester Stallone, sobre o começo da carreira como diretor.</p></blockquote>
<p>O coração palpitou, o sangue subiu e a ansiedade quase tomou conta. Foi assim que iniciei a conversa com <strong>Sylvester Stallone</strong>. Depois de praticamente 15 anos entrevistando celebridades mundiais, essa foi a primeira vez em que algo desse tipo aconteceu, também pudera, Sly estava ali na minha frente e, em instantes, responderia minha primeira pergunta sobre <a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-os-mercenarios/"><strong>Os Mercenários</strong></a>. Por mais que fosse algo profissional e ele fosse obrigado a bater papo, o lado fã disparou feito maluco. Claro que, em instantes, o instinto jornalístico entrou em funcionamento e a conversa transcorreu sem problemas. Claro, tudo isso antes do episódio do macaco na Comic-Con e as acusações de calote feitas pela O2 Filmes, que me deixou triste, mas não muda o faço de ele ser um dos maiores astros da minha infância e, ainda hoje, um rosto reconhecido em qualquer canto do mundo. Foi interessante e foi engraçado ver que aquele jeitão meio lesado do Rocky e Rambo é um espelho do italianão cheio de botox. </p>
<p>Divirta-se! Adrieeeeeeeeeeeeeeeeen!</p>
<p><strong>Como você conseguiu juntar todos esses caras em um único filme?</strong><br />
Foi sorte, no começo a historia era diferente. Falava sobre a CIA e o elenco tinha Ben Kingsley e Forest Whitaker, mas alguém sugeriu que eu tirasse essa parte da historia e eu pensei: “Vamos fazer um filme bem cheio de cara fudido, com machões mesmo. Faz tempo que eu não vejo um desses. Pode ser um desastre ou bastante interessante. Pedi alguns favores, mexi uns pauzinhos e deu no que deu.<br />
Agora que você está mais velho, seu corpo está diferente de quando era jovem para fazer todas as cenas de ação, mas mesmo assim você acaba deixando muito novato pra trás. </p>
<p><strong>Você percebe onde a idade atrapalha, quais as diferenças em relação ao que você conseguia fazer antes e hoje não consegue?</strong><br />
Eu não conseguiria fazer o primeiro <em>Rocky </em>hoje, com todos aqueles socos e quedas, você perde flexibilidade, então tudo dói um pouco mais. Mas aprendi que é tudo uma questão de manter a calma e pensar bem; antes de fazer uma cena sempre penso: “Isso vai doer! Mas eu tenho que fazer mesmo assim”. Os tendões ficam mais duros e não existe mais tanta energia e oxigênio, então agora é um jogo mental, está tudo na cabeça, de quão longe você quer chegar. Eric (Roberts) se machucou um pouco, coisas no quadril e ele tinha que correr e agora eu também tenho problema no ombro que é um saco, mas as coisas funcionam assim. Então, em vez de usar uma quantidade não saudável de peso para ganhar músculos agora eu tenho que treinar reflexos, flexibilidade, velocidade. No auge eu costumava treinar duas vezes por dia, seis vezes por semana. Jamais conseguiria fazer isso hoje. Atualmente, treino duas vezes por semana e faço exercícios que são um pouco mais “científicos”, com novo equipamento e menos impacto nas juntas.</p>
<p><strong>Qual sua impressão sobre o trabalho com Giselle Itie?</strong><br />
Ela foi fantástica, não existem muitas mulheres por aí que deixam você afogá-la no primeiro encontro [numa das cenas, Giselle realmente sofre com a técnica de waterboarding, utilizada por torturadores, inclusive norte-americanos], ela é especial, e sexy também nas cenas de ação. Era durona, praticamente uma dos homens, e não queria usar dubles nas cenas.</p>
<p><strong>Quando você olha para sua carreira como diretor do que você mais se orgulha? E o prazer de dirigir? O que isso mudou pra você?</strong><br />
Queria ter começado antes, mas já foi difícil o suficiente, já que tudo estava contra mim e era meio que uma piada. Além de ninguém ter investido em <em>Rocky </em>(Balboa). Se eu te dissesse que iria fazer um filme sobre um lutador de boxe de 60 anos que ainda luta você não iria acreditar, ainda mais sendo que o ultimo filme foi um desastre. Então, conseguir o dinheiro pra isso foi a coisa mais difícil que eu já tive que fazer. No fim das contas é um filme muito mais pessoal, mais ainda do que o primeiro <em>Rocky &#8211; O Lutador</em>, é a minha jornada pessoal. <strong>Os Mercenários</strong> é, de longe, meu melhor trabalho como diretor, o que eu tenho mais orgulho e também foi o mais difícil em termos de direção mesmo. Todo mundo tem um momento nesse filme, não é só sobre um cara. Rocky foi simples, era só Stallone. Nesse você segue a jornada de vários personagens e não tem nem comparação. Tentei fazer o mesmo tanto de ação que inseri no último <em>Rambo </em>e na verdade saiu mais ou menos cinco vezes mais. Acho que me empolguei um pouco (risos). Então, esse é o meu grande momento. Adoro dirigir caras como esses, pois entendo o que eles podem fazer e o quão louco eles são e o quão bom eles são, e como atores estão cada vez melhores. </p>
<p><strong>Quais as novidades sobre a biografia de Edgar Allan Poe?</strong><br />
Vou filmar, mas acho que agora não é a hora certa. Do jeito que o mercado está seria difícil conseguir financiamento e distribuição para um projeto como esse, seria perda de tempo. Talvez daqui aos 10 anos, mas não agora. E também, por mais que eu adore drama, por enquanto eu espero continuar fazendo filmes como <strong>Os Mercenários</strong>, filmes de puro entretenimento. [Dias depois, Stallone disse à MTV norte-americana que imagina alguém como Johnny Depp para o papel. <a href="http://www.soshollywood.com.br/stallone-fala-sobre-a-biografia-de-edgar-allan-poe/">Leia aqui</a>].</p>
<p><strong>Pretende continuar com os filmes de ação ou acha que para crescer precisa fazer algum papel mais dramático?</strong><br />
Obviamente as pessoas me conhecem como um cara de ação, mas eu já dirigi alguns uns 4 ou 5 filmes menores e sinto que se você dirige um filme de ação, você faz um trabalho diferente de quando está só atuando, então há mais desafios e desse jeito você aprende mais. Mesmo que você esteja fazendo “só” um filme de ação um filme de ação. </p>
<p><strong>Você vê esse filme como uma espécie de Álamo da geração em que você cresceu?</strong><br />
É um tipo de filme simples e que está em falta, como disse: um bando de caras, uma trama simples, uma missão; eles vão até lá e resolvem a parada, em situações que poderiam acontecer na vida real, sem gente escalando prédio ou vestindo roupa colada (risos). Não gosto desse tipo de filme, por isso faço filmes como <strong>Os Mercenários</strong> (risos). </p>
<p><strong>Porque você escolheu a America do Sul como pano de fundo para o seu filme?</strong><br />
Escolhi a America do Sul porque é tão interessante visualmente e amo a idéia da floresta. Odeio trabalhar no deserto, já tentei, não funciona. E nunca vou voltar para a neve, não faria isso, esses homens também não, então ficaria sozinho. Tem alguma coisa nos trópicos que tem sido muito boa para nós, é bom para mim, tem muita ação, e a America do Sul esta cheia desses personagens caricatos que são resultado de alguma revolução, logo são substituídos por alguém, e depois voltam. Existe um tipo diferente de cultura que me interessa, mas não como na União Soviética que é muito mais urbana. Gosto de ar livre. </p>
<p><strong>E como convenceu o governador Schwarzenegger?</strong><br />
Era para termos trabalhado junto umas dez vezes, mas nunca deu certo porque não nos gostávamos, éramos muito competitivos, e depois que nossas carreiras se acalmaram e ele se tornou governador, de repente começamos a ser amigos e eu percebi que éramos competidores gananciosos, realmente adversários. Ele me provocada, e incentivava, e eu fazia o mesmo. Finalmente, quando tudo isso acabou ele disse: &#8220;quer saber? eu gosto de você, você é como eu”. Somos praticamente a mesma pessoa, porque começamos juntos. Nunca vou esquecer de 1976, no Globo de Ouro, ele ganhou o premio de Melhor Novato, nós ganhamos Melhor Filme e eu fiquei maluco, jogando um monte de flores lá em cima e ele estava lá sentado, me olhando tipo: &#8220;eu vou destruir você&#8221; (imitando a voz de Arnold). Perguntei se ele queria fazer o filme e tive que chamá-lo umas cinco vezes, até que pedi para que fizesse por mim. E ele respondeu: &#8220;ok! sem problema&#8221;. Ele teve muita atenção da mídia com gente dizendo que o governador não deveria fazer isso e respondi: &#8220;qual é, todo político é um ator, vamos lá.&#8221;</p>
<p><strong>Falando nisso, você é cidadão americano e pode se tornar presidente, isso é algo que lhe interessa? </strong><br />
Você realmente quer ver esse país indo para o inferno, não? Você é maluco? (gargalhadas). É só ver os meus filmes, eu bombardearia tudo, inclusive eu mesmo. A primeira coisa que eu faria seria tornar a política ilegal!</p>
<p><strong>O que há há de tão especial nos filmes de ação dos anos 80 que os faz melhores que os de hoje em dia?</strong><br />
Não fizemos esse filme para jogar na cara de ninguém ou mostrar que os 80 eram melhores. Viemos dessa época, eu sou mais velho que esses caras, mas 80 e 90 foram realmente boas décadas para o cinema. Excelentes roteiros&#8230; então não foi um posicionamento em relação aos filmes atuais. Isso é só o que a gente faz. Isso é o nosso passado e não sabemos fazer de outro jeito. Não entraria em um traje espacial, até tentei em Pequenos Espiões e não funcionou. Nossos filmes sempre vão ser assim.</p>
<p><strong>Como os filmes de ação mudaram em termos de atuação, produção e essência? </strong><br />
Hoje em dia é tudo feito para um público muito novo e meio romântico, como quando o Homem-Aranha beija a garota de cabeça para baixo. Essas coisas adolescentes. E é dramaticamente diferente do que o cara durão, que nem sempre fica com a garota. É um tipo mais ousado de cinema onde no fim nem sempre estamos felizes, nem sempre conseguimos o que queremos. Enfim, assim que o Batman colou seus músculos com velcro, o mundo se tornou um lugar diferente. Quando ele ficou amarrado naqueles fios, voando por aí, a coisa mudou. Eles fizeram ótimos filmes como <em>O Tigre e o Dragão</em>, mas é um planeta diferente. Eu não posso criticar porque algumas pessoas olham para <em>O Poderoso Chefão</em> e acham que é antiquado, mas é um ótimo filme que só não é desta geração. Sabe qual é a maior diferença? Ação hoje é muito grande, incorpora um espetáculo gigante. A ação da minha geração era muito próxima, um contra um ou mano a mano. Nunca foi homem contra monstro, contra nave espacial, contra o mundo. Era muito simples. É a mesma coisa que aconteceu em 1969, os estúdios estavam entrando em crise financeira com os musicais enormes de 60, 70 milhões, naquela época eram como 400 milhões hoje em dia. E eles estavam caindo, caindo&#8230; De repente eles vieram com Sem Destino e mudou tudo. É um grande ciclo, e eu acho que a bolha está pronta para estourar. Depois de Avatar acho que todos deviam se aposentar, de verdade. Ok é brilhante, agora vamos voltar para as coisas pequenas como um cara no cavalo, que toma um soco na cara e luta com outro cara numa barbearia. Vamos manter tudo bem simples. Sério. Depois de Avatar eu disse “pronto, não vou fazer mais um filme”. É brilhante. Acho que isso vai acontecer, acho mesmo. Na verdade o que está acontecendo é o filme de Christopher Nolan, <a href="http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/"><em>A Origem </em></a>é uma mescla dos dois estilos, não é um exagero que pode funcionar. É dentro da mente, não é real. É interno&#8230; </p>
<p><strong>Já considerou fazer outra coisa em algum ponto da sua carreira? E, o quanto é complicado envelhecer no mundo do cinema?</strong><br />
É difícil, você ainda se sente uma criança, mas você tem artrite. Você ainda se sente jovem porque está interpretando. Por dentro se pergunta: &#8220;Como meu pai chegou ali?&#8221;, mas é o meu rosto. A maioria dos atores age como grandes crianças, tem o coração jovem. É assim que somos. Não são as pessoas mais maduras porque não é isso que é nosso negócio. Sabemos fingir, atuar, ficar soltos. E quando você percebe que sua vida tem sido esta fantasia, é trágico. Eu sempre disse: o artista morre duas vezes. E a segunda vez é mais fácil. A morte da carreira é brutal. É inevitável, mas é triste. Mas muitos de nós têm sorte porque estão presos a isso. Por exemplo, todos falam que eu só faço ação, nunca faço drama. Ação é muito mais difícil que drama. De verdade. É muito mais difícil. É legal fazer ação, mas estou esperando Pacino interpretar Rambo (risos).</p>
<p><strong>Em um ponto do filme o seu personagem volta para salvar a moça da qual ele havia desistido, mesmo sem receber nenhum tipo de pagamento. Como roteirista, acha importante esse senso de Humanidade do personagem? Da onde vem isso?</strong><br />
Todos aqui cometeram grandes erros em sua vida e queriam ter a chance de se redimir, mas normalmente não podemos. Sempre uso isso, especialmente no ultimo Rocky. Em <strong>Os Mercenários</strong> falamos sobre homens de negócios e esse tipo de gente sempre está querendo mais e mais e mais dinheiro e quando conseguem ser milionários percebem que não tem nada. A esposa foi embora, as crianças viraram drogados, o cara não tem amigos, então, esse cara quando tinha cem mil podia ter parado para ficar com a família, mas não, ele queria um milhão.Quantos deles não pensam “abriria mão de metade disso para ter uma vida de verdade?” O filme fala sobre isso, o encontro do comércio com a moral, como ser um homem de negócios e manter sua Humanidade. Esse é o mundo de hoje. O personagem de Mickey é um cara deprimido que em um momento pensa “Sabe, eu poderia ter uma alma”. É salvando outra pessoa que você consegue ter uma alma. Todo mundo quer se salvar, isso é natural, mas salvar outra pessoa é sobrenatural.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles<br />
Tradução: Vicky Fernandes</font></em></p>

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		<title>[Trailer] Avatar &#8211; Edição Especial</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 15:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 20th Century Fox lançou um novo trailer para anunciar o relançamento próximo de Avatar de James Cameron. Para aqueles que não sabem, o filme está sendo relançado nos cinemas em 3D, com nove minutos extras de filmagem, que foi concluído apenas para esta edição especial. Eles estão chamando de &#8220;Avatar: Special Edition.&#8221; O filme [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/210110_avatar-580x386.jpg" alt="" width="580" height="386" class="alignright size-large wp-image-5518" /></p>
<p>A <strong>20th Century Fox</strong> lançou um novo trailer para anunciar o relançamento próximo de <em>Avatar</em> de <strong>James Cameron</strong>. Para aqueles que não sabem, o filme está sendo relançado nos cinemas em 3D, com nove minutos extras de filmagem, que foi concluído apenas para esta edição especial. Eles estão chamando de &#8220;<em>Avatar: Special Edition</em>.&#8221; O filme será exibido novamente a partir de dia 27 de agosto nos Estados Unidos.</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8mp5_p2ykmM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8mp5_p2ykmM?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>

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		<title>Toy Story 3 é maior bilheteria de animação de todos os tempos</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 18:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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		<description><![CDATA[Toy Story 3 supera Shrek 2 e se torna a maior bilheteria de filmes de animação de todos os tempos. No início desta semana, Toy Story 3 superou Procurando Nemo e se tornou o filme de maior bilheteria da história da Pixar. Hoje, a seqüência de Lee Unkrich ultrapassou outro marco importante, tornando-se a maior [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/toy-story-3-580x325.jpg" alt="" title="toy-story-3" width="580" height="325" class="aligncenter size-large wp-image-5523" /></p>
<blockquote><p>Toy Story 3 supera Shrek 2 e se torna a maior bilheteria de filmes de animação de todos os tempos.</p></blockquote>
<p>No início desta semana, <a href="http://www.soshollywood.com.br/especial-toy-story-3/"><strong><em>Toy Story 3 </em></strong></a>superou <em>Procurando Nemo</em> e se tornou o filme de maior bilheteria da história da <strong>Pixar</strong>. Hoje, a seqüência de Lee Unkrich ultrapassou outro marco importante, tornando-se a maior bilheteria dos filmes de animação. O filme arrecadou mais de US$ 920 milhões em todo o mundo, superando <em>Shrek 2</em> da <strong>DreamWorks</strong> (US$ 919 milhões). O filme é atualmente classificado como a 14ª maior bilheteria de todo o mundo. </p>
<p>Não tirando o mérito do filme, é preciso se levar em conta que os filmes 3D que aumentam o preço dos ingressos não estava disponível para filmes de animação antes dos últimos quatro anos (e a quantidade de telas 3D que triplicaram nos últimos dois anos). Além disso, a inflação no preço do ingresso também contribui para que o filme chegasse a esse valor. <em>Rei Leão</em>, por exemplo, fez 783,8 milhões dólares em todo o mundo em 1994, um número que poderia ser ajustado para 1.540 milhões dólares hoje.</p>
<p>Mesmo assim a excelente história de <em><strong>Toy Story 3</strong></em> é mais do que suficiente para que ela receba com honra todos os créditos de seu feito no cinema mundial. </p>
<p>==</p>
<p>Nota do editor: Não é à toa que Toy Story 3 é, e deve continuar a ser, o Melhor Filme de 2010!</p>

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		<title>[Análise] Os Mercenários</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 23:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[“É um tipo de filme simples e que está em falta, como disse: um bando de caras, uma trama simples, uma missão; eles vão até lá e resolvem a parada&#8221; &#8211; Sylverster Stallone, diretor e roteirista de Os Mercenários. Por sua natureza duradoura e influente, constantemente, a cultura cria gerações de pessoas que gostariam de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/os-mercenarios-elenco-580x386.jpg" alt="" title="os mercenarios elenco" width="580" height="386" class="aligncenter size-large wp-image-5493" /></p>
<blockquote><p>“É um tipo de filme simples e que está em falta, como disse: um bando de caras, uma trama simples, uma missão; eles vão até lá e resolvem a parada&#8221; &#8211; <em>Sylverster Stallone</em>, diretor e roteirista de <em>Os Mercenários.</em></p></blockquote>
<p>Por sua natureza duradoura e influente, constantemente, a cultura cria gerações de pessoas que gostariam de viver em outras Eras. Verdadeiros anacronismos cada vez mais gritantes especialmente com a velocidade do avanço tecnológico e também dos estilos de linguagem escrita e audiovisual. São pessoas saudosas por uma época que não viveram, idólatras de shows que não assistiram, guerras que não lutaram, mulheres que não amaram. Logo, a cada oportunidade, tentam recriar seus grandes marcos. Woodstock tentou e falhou miseravelmente, o Rock’n Rio se transformou numa franquia anos-luz de distância de seu original, felizmente, ninguém resolveu reencenar a Segunda Guerra Mundial, mas os videogames suprem essa demanda e, quando se fala em anos 80, ou apela-se para o DVD, reality shows com os astros daquela época ou, no mais recente revival, <strong>Os Mercenários</strong> (The Expandables, 2010), escrito e dirigido por Sylvester Stallone, que tem estréia mundial hoje. É a celebração máxima do cinemão da pancadaria corpo-a-corpo, de um gênero superado pela tecnologia fadado à manutenção da assustadora carreira de Steven Segall, por exemplo.</p>
<p>Os Mercenários pode ser bem resumido pelo Coringa, de Heath Ledger. É um filme de gosto simples, que usa punhos, dinamite e gasolina para atingir seu objetivo. Assim é Sly, cuja fama e fortuna lhe permitem transpor suas idéias para telona sem precisar mendigar para os grandes estúdios. Ligou pessoalmente para cada um de seus colegas de cena: Dolph Lundgren, Jason Statham, Steve Austin, Randy Coulture, Jet Li, Terry Crews, Eric Roberts e, por último, mas não menos importante, Mickey Roarke. Isso sem contar no trio de ferro que, finalmente, se reuniu: Stallone, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger. A cena é curta, mas memorável. Os três maiores astros da ação reunidos, fazendo piadas internas e realizando um sonho. “Quando mudei o roteiro, pensei em fazer algo cheio de machões mesmo. Faz tempo que não vejo um filme desses; pode ser um desastre ou algo muito interessante”, diz Sylvester Stallone ao <strong>SOS Hollywood</strong>, em Los Angeles, semanas antes de fazer a famosa <a href="http://www.soshollywood.com.br/sly-nocauteia-o-brasil-e-o-twitter-contra-ataca/">piada do macaco</a>, na Comic-Con.  “Não precisamos ensaiar nem nada desse tipo, só discutimos um pouco a cena antes, cada um definiu o que falaria e filmamos; Bruce achou estranho a gente fumar charuto dentro de uma igreja, mas ninguém estava ligando muito”.</p>
<p>Stallone nega que<strong> Os Mercenários </strong>seja o Álamo do gênero que o consagrou. “É um tipo de filme simples e que está em falta, como disse: um bando de caras, uma trama simples, uma missão; eles vão até lá e resolvem a parada, em situações que poderiam acontecer na vida real, sem gente escalando prédio ou vestindo roupa colada (risos)”, comenta Sly. A jornada desse grupo de mercenários altamente treinados os leva a uma amizade incomum, recheada de cicatrizes e desentendimentos, tomando suas vidas pessoas e os transformando em párias cheios de dinheiro e doidos para encher alguém de porrada. É o que acontece com o personagem de Dolph Lundgren, o gigante sueco de voz suave e eloqüente que, mesmo dedicado à carreira de diretor e vivendo na Espanha, ainda atua de vez em quando [participou da série <em>Chuck</em>, recentemente] e discordou do chefe. “Vejo esse filme como uma mensagem direta àquela época sim [os anos 80 e início dos 90], pois muita gente se esqueceu do que fizemos e, acima de tudo, de como fizemos”, diz.</p>
<p>Com a segunda parte, Stallone concorda: “nossa geração foi mano-a-mano, nada de efeitos, nada de atirar há 50 metros, nada de tela azul; tudo acontecia realmente e precisávamos participar da ação”. Pensando assim, Sly encarou cada segundo do racha com Steve Austin com tanta seriedade que foi parar no hospital, recebeu ordens estritas para não filmar mais e jogou tudo para alto em nome do filme. É Stallone heroicizando sua própria trajetória com o filme sobre o sujeito que resolve colocar a vida em risco para salvar um ideal, representado pela personagem de Giselle Itié, disposta a morrer pela pátria – uma república de bananas inventada por Stallone, com o clichê do ditador militarizado e controlado pela CIA, filmada nas matas do Rio de Janeiro.</p>
<p>A relação com as mulheres é inusitada em <strong>Os Mercenários</strong>. Bem, nem tanto, afinal, é coisa para Macho com M maiúsculo. Stallone está bem resolvido nesse aspecto e o único valentão que ainda morre de amores é Jason Statham, um romântico incompreendido, que não consegue conquistar o amor de Charisma Carpenther [desaparecida desde que <em>Buffy </em>e <em>Angel </em>acabaram], que continua bonita, mas não melhorou nem um pouco na atuação. Nesse filme, elas são assumidamente coadjuvantes, servem para motivar, mesmo sem os brucutus precisando.</p>
<p>Seguindo o pensamento de Stallone, tudo é autêntico, desde a pancadaria até as explosões. É uma outra escola de produção, uma quase arte no mundo do computadorizado e 3D. Enquanto pensamos em cenários giratórios de Christopher Nolan, vôos rasantes em mundos imaginários de James Cameron e o mergulho tecnológico proposto por <em>Tron – O Legado</em>, Sly e seus amigos saem no braço. Literalmente. A combinação é fantástica no papel e, até certo ponto, se traduz para a tela, especialmente na dinâmica entre Sly e Statham, que ainda arrisca no aspecto dramático. Para um ator de ação, o inglês faz bonito. Em terra de cego, quem tem um olho é rei, não é mesmo?</p>
<p>Se o roteiro é simples e a pancadaria é fundamental, o mesmo nível de complexidade pode ser esperado da montagem. É uma viagem visual no tempo, com aqueles rostos e aquele estilo repetitivo em suas explosões, com vários ângulos a cada boom, e a grandiosa cena de batalha no final. Sly conhece seus limites e, depois de endeusar seu poder de superação em <em>Rocky</em>, resolveu aceitar a realidade da idade em Os Mercenários. Talvez a maior surpresa desse filme seja um de seus duelos. “Se acredito num mundo real para o filme, com coisas que realmente acontecem, para que forçar a barra onde pareceria mais absurdo”, questiona o diretor.</p>
<p>Claro que é divertido, mas, obviamente, desnecessário na época em que se espera tudo de <em>Scott Pilgrim</em>, o herói raquítico e relapso da geração alternativa. Falha em sua promessa de ser grandioso, especialmente quando Stallone opta por transformar cada cena de ação em algo maior, mais barulhento e mais épico que a anterior; e quando tudo é épico, nada mais é. Pecado compreensível perante o potencial de seu elenco, com direito a luta de David e Golias entre amigos, e a assinatura obrigatória dos bons filmes porrada: tudo vai explodir, o espectador vai dizer “uau”, e o vilão dança no final.</p>
<p>Assistir a <strong>Os Mercenários</strong> é como comprar aquele vinil do qual você gosta muito. O ruído da agulha, os intervalos de silêncio enquanto o disco roda e a sonoridade das caixas de som te transportam a outro momento, quando tudo era mais simples, as explosões eram de verdade e Sly ainda era o grande herói. Sobreviveu aos tempos, é respeitado e idolatrado, mas, assim como seu filme, é um homem simples; de gostos simples; com idéias simples e divertidas. E um título sem pé nem cabeça.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>

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		<title>Pernalonga terá seu próprio filme</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 18:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5487" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/pernalonga.jpg" alt="" width="580" height="435" /></p>
<p>Sete anos após a sua última aparição nas telonas, em <em>Looney Tunes De Volta à Ação</em>,<strong> Pernalonga</strong>, que completa 70 anos em 2010, ganhará um novo filme misturando computação gráfica e atores reais, a exemplo do que a Warner já está fazendo com o filme do <em>Zé Colmeia</em>. O roteiro será escrito por David Berenbaum, de <em>As Crônicas de Spiderwick</em>.</p>
<p>Além do Pernalonga, outros <strong>Looney Tunes</strong> estão ganhando novas versões, aos poucos. <strong>Papa-Léguas</strong> e<strong> Coyote </strong>ganharam um curta metragem em 3D que está sendo exibido com<em> Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Galore</em> e outros já estão em produção.</p>

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		<title>Stallone fala sobre a biografia de Edgar Allan Poe.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 16:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem só de sangue e explosões vive Sylvester Stallone. O ator, diretor e roteirista vem há muito tempo querendo realizar uma cine biografia do sombrio poeta Edgar Allan Poe. Em entrevista a MTV americana durante a divulgação de seu último filme Os Mercenários, Stallone falou um pouco sobre essa produção: “Vou dirigir, mas nunca será [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Sylvester_Stallone_-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" class="aligncenter size-large wp-image-5483" /></p>
<p>Nem só de sangue e explosões vive <strong>Sylvester Stallone</strong>. O ator, diretor e roteirista vem há muito tempo querendo realizar uma cine biografia do sombrio poeta <strong>Edgar Allan Poe</strong>.<br />
Em entrevista a MTV americana durante a divulgação de seu último filme <em>Os Mercenários</em>, Stallone falou um pouco sobre essa produção:</p>
<p>“Vou dirigir, mas nunca será o que as pessoas esperam. Não importa o quão bom seja, vai ser uma bomba! Quando você fala sobre uma coisa durante 30 anos é impossível superar as expectativas.”<br />
Sobre sua escolha para o papel principal, <strong>Robert Downey Jr</strong>., estar muito ocupado para se envolver com o filme. “Tem que ser como o Downey, esse papel foi feito pra ele. Acho que eu posso mexer um pouco no roteiro&#8230; talvez <strong>Johnny Depp</strong>. Precisa ser um ator especial assim&#8221;, diz Sly.</p>
<p>Tomara que esse projeto saia logo do papel. Tanto Downey quanto Depp ficariam ótimos como Poe, e ver Stallone dirigindo algo pelo qual ele é tão apaixonado e ao mesmo tempo é tão diferente do que estamos acostumados a ver dele vai ser bem interessante.</p>

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		<title>[Trailer] Trailer e Pôster de Due Date</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 18:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Due Date]]></category>
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		<description><![CDATA[Se existem dois atores que realmente se destacaram nesse último ano, são Robert Downey Jr. e Zach Galifianakis. Agora, os dois estão juntos na comédia Due Date, do mesmo diretor de Se beber não case, e que acaba de ganhar um novo pôster. O filme conta a história de Peter (Downey Jr.) que precisa chegar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/PH1LjYH7kNGR54_1_m-e1281632589704.jpg" alt="" width="580" height="386" class="aligncenter size-full wp-image-5467" /></p>
<p>Se existem dois atores que realmente se destacaram nesse último ano, são <strong>Robert Downey Jr.</strong> e <strong>Zach Galifianakis</strong>. Agora, os dois estão juntos na comédia <em>Due Date</em>, do mesmo diretor de <em>Se beber não case</em>, e que acaba de ganhar um novo pôster.</p>
<p>O filme conta a história de Peter (Downey Jr.) que precisa chegar a sua cidade natal a tempo de ver o nascimento do primeiro filho. Em meio a muitos contratempos ele é obrigado a pegar uma carona com Ethan (Galifianakis), um aspirante a ator que transformará a tranquila viajem de Peter em uma sucessão de eventos absurdos.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/4521_8635923083-e1281632501521.jpg" alt="" width="580" height="858" class="aligncenter size-full wp-image-5465" /></p>
<p><center><object width="450" height="237"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/24436"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/24436" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="237" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>
<p><strong>Due Date </strong>estreia em novembro nos cinemas norte-americanos.</p>

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		<title>[Trailer] A Lenda dos Guardiões</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 04:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Weaving]]></category>
		<category><![CDATA[Legend of the Guardians]]></category>
		<category><![CDATA[Lenda dos Guardiões]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>

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		<description><![CDATA[Vem aí A Lenda dos Guardiões, novo longa de animação em 3D dirigido por Zack Snyder (300, Watchmen) e desenvolvido pelos mesmos responsáveis pelo sucesso Happy Feet &#8211; O Pinguim, de 2006. Baseado na série Guardians of Ga&#8217;Hoole, escrita por Kathryn Lasky, A Lenda dos Guardiões retrata a história dos três primeiros livros e tem [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/trailer-a-lenda-dos-guardioes/gahoole/" rel="attachment wp-att-5445"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/gahoole.jpg" alt="A Lenda dos Guardiões" title="A Lenda dos Guardiões" width="580" height="245" class="alignnone size-full wp-image-5445" /></a></p>
<p>Vem aí <em>A Lenda dos Guardiões</em>, novo longa de animação em 3D dirigido por <strong>Zack Snyder</strong> (<em>300</em>, <em>Watchmen</em>) e desenvolvido pelos mesmos responsáveis pelo sucesso <em>Happy Feet &#8211; O Pinguim</em>, de 2006.</p>
<p>Baseado na série <em>Guardians of Ga&#8217;Hoole</em>, escrita por <strong>Kathryn Lasky</strong>, <em>A Lenda dos Guardiões</em> retrata a história dos três primeiros livros e tem como protagonista uma jovem e sonhadora coruja chamada Soren, em sua busca para provar que os Guardiões do título são mais que uma lenda &#8211; são, na verdade, a única esperança de salvar o reino das corujas de uma terrível ameaça.</p>
<p>O filme traz as vozes de <strong>Hugo Weaving</strong>, <strong>Geoffrey Rush</strong> e <strong>Helen Mirren</strong>, entre outros, e tem previsão de estréia para <strong>08 de outubro</strong> no Brasil.</p>
<p><center><object width="450" height="252"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/19276"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/19276" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="450" height="252"></embed></object></center></p>

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		<title>Os Vingadores começa a ser rodado em fevereiro</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/os-vingadores-comeca-a-ser-rodado-em-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 01:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América]]></category>
		<category><![CDATA[Homem de Ferro]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel Studios]]></category>
		<category><![CDATA[Os Vingadores]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da reunião do elenco no painel da Marvel durante a Comic-Con e de um teaser trailer, Os Vingadores deve começar a ser rodado em fevereiro de 2011, após o filme do Capitão América. A exemplo de Homem de Ferro, por exemplo, a produção será da Marvel Studios e Paramount, com estreia marcada para 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5438" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Vingadores_01.jpg" alt="" width="580" height="373" /></p>
<p>Depois da <a href="http://www.soshollywood.com.br/os-vingadores-finalmente-reunidos/" target="_blank">reunião do elenco</a> no painel da <strong>Marvel</strong> durante a Comic-Con e de um teaser trailer, <strong>Os Vingadores</strong> deve começar a ser rodado em fevereiro de 2011, após o filme do<strong> Capitão América</strong>. A exemplo de Homem de Ferro, por exemplo, a produção será da <em>Marvel Studios </em>e <em>Paramount</em>, com estreia marcada para 4 de maio de 2012.</p>
<p>Vingadores reunirá em um só filme os já conhecidos <strong>Homem de Ferro</strong> (Robert Downey Jr.), <strong>Viúva Negra</strong> (Scarlett Johansson), <strong>Nick Fury</strong> (Samuel L. Jackson), <strong>Agente Coulson</strong> (Clark Gregg), além de Capitão América (Chris Evans), <strong>Thor</strong> (Chris Hemsworth),<strong> Gavião Arqueiro</strong> (Jeremy Renner) e Mark Ruffalo como <strong>Hulk</strong>. A direção é de Joss Whedon.</p>

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		<title>[Trailer] Skyline</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 18:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Strause]]></category>
		<category><![CDATA[Sci-Fi]]></category>
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		<description><![CDATA[Exibido na Comic-con, este é o primeiro trailer do filme de ficção-científica Skyline, escrito e dirigido pelos Irmãos Strause. O filme de invasão alienígena foi feito com pouco orçamento, mas tem grandes ambições frente ao público. O trailer demora um pouco para ganhar ritmo, em compensação as cenas finais criam boas expectativas. Estranhas luzes aparecem [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/skyline1.jpg" alt="" width="580" height="315" class="alignright size-full wp-image-5407" /></p>
<p>Exibido na Comic-con,  este é o primeiro trailer do filme de ficção-científica <em>Skyline</em>, escrito e dirigido pelos <strong>Irmãos Strause</strong>. O filme de invasão alienígena foi feito com pouco orçamento, mas tem grandes ambições frente ao público.</p>
<p>O trailer demora um pouco para ganhar ritmo, em compensação as cenas finais criam boas expectativas. Estranhas luzes aparecem na cidade de Los Angeles, atraindo pessoas como moscas para a luz e essa força extraterrestre ameaça engolir toda a população da face da Terra. Um grupo de sobreviventes consegue se refugiar em uma montanhas e tentam fazer frente a esses misteriosos ataques de origens sobrenaturais. O elenco inclui a Eric Balfour, Donald Faison, Scottie Thompson e Brittany Daniel. Estréia prevista para 12 de Novembro de 2010 nos Estados Unidos, <em>Skyline</em> além dos mesmos diretores de <em>Alien vs Predator: Requiem</em>, a produção conta com a  <strong>Hydraulx</strong>, mesma empresa responsável pelos efeitos visuais de<em> Avatar</em>, <em>Homem de Ferro 2</em>, <em>O Curioso Caso de Benjamin Button </em>e <em>300</em>. </p>
<p><center><object width="450" height="251"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/25795"><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/25795" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="450" height="251"></embed></object></center></p>

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		<title>Emerson e O&#8217;Quinn juntos em um nova série de TV</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/emerson-e-oquinn-juntos-em-um-nova-serie-de-tv/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 17:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Emmy Awards]]></category>
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		<category><![CDATA[Michael Emerson]]></category>
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		<description><![CDATA[Qual dos dois vai terminar morto dessa vez? Michael Emerson e Terry O&#8217;Quinn juntos traz uma certeza: qualidade de atuação! Michael Emerson e Terry O&#8217;Quinn, Ben e Locke em Lost, confirmaram que estão fazendo planos para estrelar uma nova série de TV lado a lado. Emerson disse à Associated Press que ele e seu ex-companheiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/john-locke-ben-linus.jpg" alt="" title="john-locke-ben-linus" width="580" height="430" class="aligncenter size-full wp-image-5432" /></p>
<blockquote><p>
Qual dos dois vai terminar morto dessa vez? Michael Emerson e Terry O&#8217;Quinn juntos traz uma certeza: qualidade de atuação!</p></blockquote>
<p><strong>Michael Emerson</strong> e <strong>Terry O&#8217;Quinn</strong>, Ben e Locke em <em>Lost</em>, confirmaram que estão fazendo planos para estrelar uma nova série de TV lado a lado.</p>
<p>Emerson disse à <strong>Associated Press</strong> que ele e seu ex-companheiro de trabalho &#8220;estão a procura de um novo projeto que vai reuni-los novamente na televisão&#8221;. </p>
<p>Mas os fãs não devem esperar que o programa seja tão repleto de ação como <em>Lost</em>. Aos 55 anos, Emerson, insiste que ele e O&#8217;Quinn, 58 anos, querem um programa que reflita a sua idade &#8220;e fragilidade&#8221;.</p>
<p>Ele admite que o programa ideal seria se os seus personagens fossem atingidos no rosto e eles &#8220;não se levantassem durante um mês&#8221;.</p>
<p>A próxima reunião da dupla provavelmente será no final deste mês. Tanto O&#8217;Quinn e Emerson foram indicados para melhor ator coadjuvante <em>Emmy Awards</em>.</p>

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		<title>Christoph Waltz pode ser vilão do novo Homem-Aranha</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Reis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de perseguir o grupo de Aldo Rayne em Bastardos Inglórios, o austríaco Christoph Waltz pode ser o antagonista de Peter Parker no próximo filme do Homem-Aranha. De acordo com o site Playlist, a Sony tem interesse em Waltz como o vilão da história, que, dessa vez, seria o Lagarto, identidade assumida pelo pesquisador Curt [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5393" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inglourious-basterds-inglorious-basterds-19-08-2009-21-08-2009-18-g.jpg" alt="" width="580" height="387" /></p>
<p>Depois de perseguir o grupo de Aldo Rayne em <em>Bastardos Inglórios</em>, o austríaco <strong>Christoph Waltz</strong> pode ser o antagonista de Peter Parker no próximo filme do <strong>Homem-Aranha</strong>. De acordo com o site Playlist, a Sony tem interesse em Waltz como o vilão da história, que, dessa vez, seria o <strong>Lagarto</strong>, identidade assumida pelo pesquisador Curt Connors, que se torna meio réptil e meio humano ao injetar em si mesmo um soro desses animais. Um dos próximos trabalhos de Waltz é <strong>Besouro Verde</strong>, filme onde também será o vilão da história.</p>
<p>Antes da confirmação de reboot da franquia Homem-Aranha, <strong>John Malkovich</strong> chegou a comentar que poderia interpretar o personagem. Em <em>Homem-Aranha 2</em>, Curt Connors faz uma pequena aparição, interpretado pelo ator Dylan Baker. O novo Homem-Aranha estreia em 3 de junho de 2012, com direção de <strong>Marc Webb</strong> e <strong>Andrew Garfield</strong> no papel principal.</p>

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		<title>Lanterna Verde será uma trilogia?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 19:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As filmagens de Lanterna Verde acabaram oficialmente ontem e o filme só estreará em julho de 2011, mas a apressadinha Warner já acertou com o roteirista Michael Goldenberg (Harry Potter e a Ordem da Fênix) para uma seqüência. O plano é que Lanterna Verde 2 comece a ser filmado antes mesmo de seu antecessor chegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/normal_green_lantern-e1281467961875.jpg" alt="" width="580" height="368" class="aligncenter size-full wp-image-5389" /></p>
<p>As filmagens de<em> Lanterna Verde</em> acabaram oficialmente ontem e o filme só estreará em julho de 2011, mas a apressadinha Warner já acertou com o roteirista <strong>Michael Goldenberg</strong> (<em>Harry Potter e a Ordem da Fênix</em>) para uma seqüência. O plano é que <em>Lanterna Verde 2 </em>comece a ser filmado antes mesmo de seu antecessor chegar aos cinemas.</p>
<p>Como se não bastasse, ainda rola um rumor de que se o primeiro filme for bem de bilheteria teremos uma trilogia! O terceiro filme começaria a ser rodado imediatamente após a produção do segundo e seria lançado em 2013. Ou seja, teríamos 3 filmes do Lanterna Verde em 3 anos, assim como foi com <em>Senhor dos Anéis</em>.</p>

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		<title>[Trailer] Unstoppable</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Inspirado em uma história real, Unstoppable é o próximo filme de ação e suspense dirigido por Tony Scott. O filme conta com Denzel Washington, Chris Pine e Rosario Dawson nos papéis principais. Na trama, um experiente engenheiro ferroviário (Denzel Washington) está prestes ser despedido e um jovem maquinista (Chris Pine) recém-contratado se juntam para tentar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Unstoppable-Official-Trailer35720p_HQ00-51-37.jpg" alt="" width="580" height="233" class="alignright size-full wp-image-5366" /></p>
<p>Inspirado em uma história real, <em>Unstoppable</em> é o próximo filme de ação e suspense dirigido por <strong>Tony Scott</strong>. O filme conta com <strong>Denzel Washington</strong>, <strong>Chris Pine</strong> e <strong>Rosario Dawson</strong> nos papéis principais. Na trama, um experiente engenheiro ferroviário (Denzel Washington) está prestes ser despedido e um jovem maquinista (Chris Pine) recém-contratado se juntam para tentar evitar uma tragédia: um trem desgovernado que está a 800 Km/h, transportando líquido inflamável e gás tóxico e prestes a se chocar com uma cidade. É impossível não pensar em Denzel Washington em <em>Seqüestro do Metro 123</em>, mesmo assim <em>Unstoppable</em> é uma nova história: o roteiro foi escrito por <strong>Mark Bomback</strong> (<em>Duro de Matar</em>) e é levemente baseado em um acidente que aconteceu em Ohio em 2007. Estréia nos cinemas americanos em 12 de novembro de 2010. </p>
<p><center><object width="450" height="235"><param name="movie" value="http://www.traileraddict.com/emd/25591"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.traileraddict.com/emd/25591" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" width="450" height="235" allowFullScreen="true"></embed></object></center></p>

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		<title>[Promoção] Ingressos para &#8220;Predadores&#8221; &#8211; Encerrada!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/promocao-ingressos-para-predadores/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 20:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Nimrod Antál]]></category>
		<category><![CDATA[Predadores]]></category>
		<category><![CDATA[Promo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Rodriguez]]></category>

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		<description><![CDATA[Predadores já está nos cinemas e, quem ainda não viu, pode assistir na faixa pelo SOS Hollywood! Saiba como participar! Ainda não viu Predadores, dirigido por Nimród Antal e produzido por Robert Rodriguez? Então agora é sua chance de ir ao cinema na faixa. Basta enviar um email para contato@soshollywood.com.br com o Título: Promoção Predadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/predators_01.jpg" alt="" title="PRED-146" width="580" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-5350" /></p>
<blockquote><p>Predadores já está nos cinemas e, quem ainda não viu, pode assistir na faixa pelo SOS Hollywood! Saiba como participar!</p></blockquote>
<p>Ainda não viu <a href="http://bit.ly/bM6ZE6"><strong>Predadores</strong></a>, dirigido por Nimród Antal e produzido por Robert Rodriguez? Então agora é sua chance de ir ao cinema na faixa. Basta enviar um email para <strong><a href="mailto:contato@soshollywood.com.br">contato@soshollywood.com.br</a></strong> com o Título: <strong>Promoção Predadores</strong> e responder à pergunta nerd: &#8220;<strong>Qual o nome da atriz brasileira que está no elenco de Predadores?</strong>&#8221;</p>
<p>O sorteio acontecerá na segunda-feira, dia 9 de agosto, às 20h (horário de Brasília). E-mails serão aceitos até as 19h do mesmo dia. [Prazo prorrogado para hoje, terça-feira, às 20h].</p>
<p>Participe e concorra!</p>
<p>===</p>
<p><strong>VENCEDORES:</strong><br />
Wiker Medeiros<br />
Helena Souza<br />
Mark Miller<br />
Museu Judaico<br />
Wagner Resende</p>
<p>Respondam ao e-mail com seus endereços e os convites serão enviados o quanto antes. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Obrigado e parabéns!</p>

]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Pergunte a James Cameron! [ENCERRADO!]</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/pergunte-a-james-cameron-corre/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 18:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro de 4 horas, vou entrevistar James Cameron, o Rei do Mundo! E desta vez, você pode participar da entrevista! Envie suas perguntas como comentários nesse post até as 20h (horário de Brasília). Algumas delas serão utilizadas na conversa exclusiva com o diretor de Avatar, O Exterminador do Futuro, Titanic e o sujeito que deixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/James-Cameron-on-Avatar-set.jpg" alt="" title="James-Cameron-on-Avatar-set" width="580" height="354" class="aligncenter size-full wp-image-5342" /></p>
<p>Dentro de 4 horas, vou entrevistar James Cameron, o Rei do Mundo! E desta vez, você pode participar da entrevista!</p>
<p>Envie suas perguntas como comentários nesse post até as 20h (horário de Brasília). Algumas delas serão utilizadas na conversa exclusiva com o diretor de <strong>Avatar</strong>, <strong>O Exterminador do Futuro</strong>, <strong>Titanic </strong>e o sujeito que deixou todo mundo com vontade de fazer filmes em 3D!</p>
<p>Não perca tempo e participe, já! As respostas serão publicadas com os devidos créditos! Pergunte!</p>
<p>==</p>
<p>PRAZO ENCERRADO</p>

]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>[A Origem] O Imaginarium do Dr. Nolan</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/critica-a-origem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 11:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[A Origem]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Page]]></category>
		<category><![CDATA[Inception]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo DiCaprio]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Trata-se de um simulacro simulando um simulacro contido dentro da simulação que é o cinema. Tudo ali é tão real quanto a sensação que a arte nos transmite, ao enganar os olhos com a projeção seqüencial e a mente com a história hiper-realista&#8221; Era uma vez um gênero literário e cinematográfico completamente sonhador. Analisava as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception_leonardo_dicaprio.jpg" alt="" title="inception_leonardo_dicaprio" width="580" height="314" class="aligncenter size-full wp-image-5324" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Trata-se de um simulacro simulando um simulacro contido dentro da simulação que é o cinema. Tudo ali é tão real quanto a sensação que a arte nos transmite, ao enganar os olhos com a projeção seqüencial e a mente com a história hiper-realista&#8221;</p></blockquote>
<p>Era uma vez um gênero literário e cinematográfico completamente sonhador. Analisava as estrelas, homens e seres que nelas viviam; arriscavam um futuro, com ou sem carros voadores; ousava ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. O futuro se tornou presente, parte de suas promessas não se concretizaram e, numa inesperada, mas compreensível, crise de meia-idade a Ficção Científica assumiu seu aspecto mais popular, ganhou as mídias mainstream e passou a mergulhar na mente humana. A fronteira final mudou de lugar nessa inversão de papéis na ponte das estrelas, na qual armadilhas sociais e tecnológicas disputam ferrenhamente o comando tanto do gênero quanto dos espectadores com nossos maiores medos e pesadelos. É nesse cenário que <strong>A Origem</strong> (<em>Inception</em>), novo filme de <strong>Christopher Nolan</strong>, se enquadra com maestria visual e perfeição técnica, assumindo papel de coadjuvante de luxo na evolução de um gênero carente de uma estrela incontestável.</p>
<p>“Quão pesada é a alma humana?”, sugeria William Blake. A resposta deve ser proporcionalmente ligada à complexidade da mente dos homens.  Limitada pela natureza finita da existência e as viagens egocêntricas capazes de imaginar as situações [de sucesso] mais absurdas e inverossímeis, nossa raça tem uma relação curiosa com o imaginário. Sonhos já foram fundamentais na previsão do futuro em civilizações antigas com direito a menções famosas na Bíblia cristã e grande relevância na Visão dos sacerdotes druídicos. Com o passar dos anos, sonhar perdeu força e seus significados ficaram notoriamente relegados aos ditos populares. Normalmente, o estado de sonho é ligado à ausência de barreiras, quando o subconsciente toma conta, medos desaparecem ou ganham força extrema e, efetivamente, a natureza de cada indivíduo se manifesta em esplendor.</p>
<p>Campo perfeito para a Ficção Científica, cuja existência se deve a essa fantástica capacidade. O simples ato de sonhar. H.P. Lovecraft causa assombro com seus pesadelos irracionais; Philip K. Dick procura a alma numa mente robótica teoricamente incapaz de sonhar, mas imbuída de desejo e imaginação própria; Isaac Asimov encontrou amor num cérebro positrônico; Arthur C. Clarke vislumbrou um futuro da lógica sobrepondo a emoção. Entretanto, a maioria dessas histórias projetava um futuro e novas formas de vida – biológicas ou não – quando o homem desbravasse suas fronteiras físicas. William Gibson guinou essa equação quando <em>Neuromancer </em>deixou clara a nova avenida de possibilidades: a mente. </p>
<blockquote><p>
<strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/sos-cat-18-a-origem/"> Clique e ouça o SOS Cast 18, sobre A Origem e com participação de James Cameron!</a></strong></p></blockquote>
<p>Explorar os subconsciente sempre foi elemento presente no gênero [entre tantos exemplos, vale citar <em>Matadouro 5</em>, de Kurt Vonnegut], mas o cinema das últimas décadas percebeu o potencial comercial desse viés. Na década de 80, Dennis Quaid enfrentou um assassino mental em <em>Morte Nos Sonhos </em>[Dreamscape, de 1984, curiosamente, mesmo ano do lançamento de Neuromancer]. Tudo era possível. Definitivamente, era a gênese da exploração da dinâmica simulação versus simulacro; a luta entre realidade e enganação e a deliciosa, e irresistível, brincadeira para convencer o leitor e espectador de que a realidade era falsa e a mentira poderia ser tão real se bem construída e inserida na mente dos envolvidos.</p>
<p>Entretanto, esse debate deixou as prateleiras dos sebos e conversas entre fãs especializados quando Matrix chegou aos cinemas em 1999. Foi a explosão comercial responsável por difundir esses conceitos em todos os meios possíveis. Questionar a realidade ganhou as conversas de botecos mais intelectualizados, desvendar as motivações e referências de Neo e as possibilidades de um mundo completamente simulado se tornou algo acessível. Quase banal tamanho foi sua influência. Jean Baudrillard [que morreu em 2007] nunca foi tão lido e citado, mas, pouco depois, precisou se manifestar dizendo que os diretores não entenderam sua proposta. Os professores de semi-ótica e análise de discurso foram ao delírio. Era bom demais para ser verdade. Tanto é que, no mesmo ano, <em>13.o Andar</em> estreou e passou batido, mesmo tendo um roteiro igualmente poderoso, questionador e até mais arrojado que a <em>Matrix </em>dos Wachowski. Na realidade simulada dos agentes, havia uma guerra; no outro filme [inspirado no livro <em>Simulacron 3</em>, publicado em 1963 por Daniel F. Galouye], os questionamentos eram mais profundos, com camadas de realidade se sobrepondo num sutil labirinto de mentes, personalidades e possibilidades. Mera questão de embalagem melhor preparada e a irresistível vertente de ação misturada com jornada messiânica. Outro aspecto misturando tecnologia e questionamento sobre a realidade foi <em>eXistenZ</em>, de David Cronenberg, também lançado em 1999. Um videogame meio-biológico/meio-tecnológico servia como porta de entrada para uma simulação subconsciente tão real e ameaçadora que assustava mais que a tentativa de assassinato principal do argumento. Enquanto testavam um jogo, na verdade, seus personagens confrontavam as barreiras da imaginação e despistavam seus mecanismos de defesa – hora manifestos como alertas, hora como forças agressivas. Um perigoso jogo de gato e rato, já que as regras da mente são confusas, mutantes e imprevisíveis.</p>
<p>Seria fácil demais unir todas essas características e acusar Christopher Nolan de plágio barato. Entretanto, criticar competência e perfeccionismo profissional ganha camadas de complexidade quando seu objeto de estudo é <strong>A Origem</strong>. Esse filme é possivelmente um dos maiores tratados cinematográficos sobre a investigação do subconsciente humano, com tantas possibilidades de trajetória quanto nossas ligações sinápticas. O roteiro de Nolan extrapola em suas interligações, subtextos e pequenas surpresas distribuídas ao longo da narrativa, sempre apoiada num visual singular; seja pelo recurso acertado da câmera lenta ou do posicionamento estratégico dos efeitos especiais, que roubam a cena nas horas exatas e se retiram instantaneamente quando necessário. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception-ellen-page.jpg" alt="" title="inception-ellen-page" width="580" height="243" class="aligncenter size-full wp-image-5325" /></p>
<p>Trata-se de um simulacro simulando um simulacro contido dentro da simulação que é o cinema. Tudo ali é tão real quanto a sensação que a arte nos transmite, ao enganar os olhos com a projeção seqüencial e a mente com a história hiper-realista. Nolan navega com maestria nessas águas turbulentas e cumpre seu papel como realizador. Entrega uma obra admirável, especialmente aos olhos de uma nova geração desprovida de grandes ícones nessa temática. Conceitualmente faz o mesmo que James Cameron fez com <strong>Avatar</strong>: reconta uma história impactante e relevante, porém, desprovida de novidade. Nada disso desmerece A Origem em sua jornada repleta de elogios e maravilhamento, mas pouco revolucionária em termos de novos conceitos dentro de seu gênero. É um filme simples.</p>
<p>Com sua dose calculada de momentos grandiosos, e icônicos, o longa-metragem escrito e dirigido por Nolan sabe se posicionar. Desde os primeiros trailers, espera-se muito da cena em que uma cidade se movimenta como um espelho gigantesco. Inserida em seu contexto, ela ganha muito mais força e razão. É imbatível. A tela se torna um parque de diversões visuais para a habilidade de Nolan e seu elenco, em especial Ellen Page, com sua mescla de devaneio, curiosidade infantil e beleza adulta. O mesmo vale para a escolha da trilha presente e agressiva similar a <strong>Batman – O Cavaleiro das Trevas</strong>. Nesse caso, mais contextualizada do que no filme do Homem Morcego. Tratam-se de sonhos, onde tudo pode ser mais exagerado e distorcido. As relações de tempo e espaço mudam, assim como o som e sua função. </p>
<p>Zack Snyder poderia aprender algumas lições em termos de uso de câmera lenta, especialmente quando ela serve de ferramenta dramática. Nolan cria uma das quedas mais longas e angustiantes do cinema, num salto interminável e sincronizado em seus diversos planos narrativos. É coisa para poucos. O cinema em sua forma máxima, com cada centímetro do frame fazendo a diferença, cada movimento, cada reação. Impressionante.</p>
<h2>Influências para o Gênero</h2>
<p>Atualmente, a discussão entre a necessidade de uma definição para a Ficção Científica moderna e sua relação com o chamado mainstream [<a href="http://octavioaragao.blogspot.com/2010/06/em-1987-como-toda-minha-geracao-creio.html">leia ótimo texto de Octavio Aragão sobre o assunto</a>] provoca coceiras nos produtores especializados, mas filmes como <strong>A Origem</strong> mostram – com força, grande efetividade e exposição de público – que assim como num grande sonho, essas barreiras também devem cair para se encontrar a essência da relação. A influência da FC já é notória no cinema comercial e precisa definir o canal correto para liberar as águas amargas represadas na tensa relação entre escritores e público para fazer o mesmo na literatura brasileira. </p>
<p>Nem estúdio, nem diretor têm a necessidade de classificar <strong>A Origem</strong> como Ficção Científica. O Oscar não gosta e se acredita que parte do público também não, mas nada muda o fato. Esse longa-metragem desponta como um dos grandes, porém, não ameaça o reinado dos maiores ícones justamente por não ousar estruturalmente. Ousadia maior em <strong>A Origem</strong> deve ser atribuída a Leonardo DiCaprio, cuja coragem permitiu dar a cara a tapa ao viver um personagem deveras similar com seu fantástico trabalho em <a href="http://www.soshollywood.com.br/ilha-do-medo/"><strong>A Ilha do Medo</strong></a>. Dois estilos diferentes, dois diretores com mentalidades e visual distintos, mas um personagem estruturalmente semelhante. </p>
<p>DiCaprio questiona sua realidade. Sua sanidade. Confronta seus medos, esconde seu segredos. Seu trabalho é tão intenso em ambos os filmes que barreiras caem, os rastros de pão pela floresta desaparecem e cada trilha se torna igualmente atraente. Mas para qual desfecho? Ninguém sabe. Os conceitos valem mais que respostas. Plantar uma idéia é infinitamente superior a simples descoberta. Tudo isso é <strong>A Origem</strong>, um filme necessário, primorosamente realizado e fruto de uma vida de exposição de Christopher Nolan a diversas realidades, simulações, simulacros, ficções dramáticas e dramas ficcionais. Acredite no que sentir, separe memória de imaginação e nunca se esqueça de sua constante.</p>
<p>Na verdade, <strong>A Origem</strong> é muito mais conclusão do que seminal. É o preço pago pelos bravos, quando se imagina demais e o pião não para de rodar. </p>
<p>See you in another life, brotha!</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception_cidade.jpg" alt="" title="inception_cidade" width="580" height="243" class="aligncenter size-full wp-image-5322" /></p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles<br />
O SOS Hollywood pagou ingresso para assistir a esse filme, no AMC IMAX, em Burbank</font></em></p>

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		<title>Scott Pilgrim Vs. The World  ganha &#8220;Trailer Interativo&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 13:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Grazi Kazuma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Pilgrim vs the World]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer interativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Scott Pilgrim Vs. The World acaba de marcar mais um grande ponto com o público lançando um Trailer Interativo. É praticamente um jogo no qual cada item encontrado vem com uma informação especial relacionada. Sua criatividade em conjunto com a proposta do filme fascina, tornando-se mais um presente para os ansiosos pela adaptação. Enquanto o [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Scott-Pilgrim.jpg" alt="" width="580" height="364" class="alignright size-full wp-image-5266" /></p>
<p><em><strong>Scott Pilgrim Vs. The World</strong></em> acaba de marcar mais um grande ponto com o público lançando um <strong><a href="http://movies.yahoo.com/feature/scott-pilgrim-interactive-trailer.html">Trailer Interativo</a></strong>. É praticamente um jogo no qual cada item encontrado vem com uma informação especial relacionada. Sua criatividade em conjunto com a proposta do filme fascina, tornando-se mais um presente para os ansiosos pela adaptação. </p>
<p>Enquanto o trailer passa, você vai clicando e tentando descobrir os itens e easter eggs. O trailer é carregado de comentários em áudio do co-produtor e diretor <strong>Edgar Wright</strong>, assim como vídeos de bastidores, história em quadrinhos, informações sobre a trilha sonora e outras coisas como em um vídeo-game mesmo.  </p>
<p>Se quiser poupar tempo clicando infinitamente para encontrar todos os presentes escondidos, você pode apenas pular para o final do trailer e clicar em &#8220;Reveal All&#8221;. Então, basta percorrer a lista abaixo do vídeo. Ao lado de cada item há um link que direciona para a parte que item faz referência. Há também várias de cenas do filmes e  downloads de papéis de parede disponíveis na parte de cima em &#8220;Achievements&#8221;. </p>
<p>Divirta-se:</p>
<p><center><object width="416" height="354"><param name="movie" value="http://www.scottpilgrimthemovie.com/itrailer/spmain.swf"></param><param scale="exactfit" name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.scottpilgrimthemovie.com/itrailer/spmain.swf" type="application/x-shockwave-flash" showheader="true" scale="exactfit" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="416" height="354"></embed></object></center></p>

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		<title>Ritmo Acelerado em Hollywood</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguém pode fazer o favor de apertar o botão de “Pause” do mundo por uns dois dias? As últimas semanas têm sido realmente malucas e ininterruptas para quem está baseado na Costa Oeste. Começou com aquela loucura da Comic-Con, mas, diferente de outros anos, a semana de descanso não aconteceu, pois era hora de entrar [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Garfield-Sleepy.jpg" alt="" title="Garfield Sleepy" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-5257" /></p>
<p>Alguém pode fazer o favor de apertar o botão de “Pause” do mundo por uns dois dias? As últimas semanas têm sido realmente malucas e ininterruptas para quem está baseado na Costa Oeste. Começou com aquela loucura da <strong><a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/comic-con">Comic-Con</a></strong>, mas, diferente de outros anos, a semana de descanso não aconteceu, pois era hora de entrar na maratona televisiva do <strong>TCA </strong>e das entrevistas da <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/hbo"><strong>HBO</strong></a>. A expressão “o tempo não pára” nunca foi tão real. Nem é questão de reclamar, mas sim de enfrentar a exaustão e a dor.</p>
<p>Quase ninguém sabe, mas tive uma lesão feia no pé esquerdo há um tempo e ela piorou durante a Comic-Con. Andei tudo aquilo no sacrifício, muitas vezes esquecendo a dor e a existência do machucado. Lembrava dele nos poucos intervalos ou quando ficava em pé nas longas filas do Hall-H. Nada disso interrompeu o trabalho. Reduziu o ritmo, mas as entrevistas foram todas realizadas. Aos poucos, elas vão sendo publicadas aqui, na <a href="http://www.scifinews.com.br">Sci-Fi News</a>, no Terra e em outros veículos que tiverem interesse. Adoro aquele ritmo, mesmo que encontre rostos indesejáveis pelo caminho. A politicagem ainda domina o jornalismo brasileiro, mas enfim, é legal saber que meu trabalho é respeitado mesmo com tanto safado inventando mentira ou falando abobrinha pelos bastidores. Coisas do jornalismo. Eu pelo menos tenho revista, publicada todo mês, com capacidade de cumprir promessas aos distribuidores e atores.</p>
<p>Mas falemos de coisas boas. A cobertura foi ótima do ponto de vista impresso. Queria ter feito mais coisa no âmbito online, mas acabei focando o trabalho no Twitter e nas fotos enviadas direto da feira. Foi um aspecto inesperado e nada planejado, porém, responsável por bom resultado. O número de seguidores subiu bastante e, pelo que recebi de feedback, valeu a pena. Vou me programar melhor para os próximos eventos nesse aspecto. </p>
<p>Ver a força de <strong>Scott Pilgrim vs. The World</strong> me espantou, mas nada se compara ao saber que o filme foi transferido para o fim do ano no Brasil. Cada vez mais, vejo o hype como uma coisa norte-americana e online. Não se traduz para outros países.  <strong>Kick Ass</strong> sofreu do mesmo e não importou o fato de ter capa de Empire, milhares de pessoas na internet e uma baita campanha de marketing para dar força ao filme no Brasil. Entrou e saiu de cartaz rapidinho. Acho que Scott, Ramona e seus amigos indies e videogamemaníacos vão sofrer do mesmo problema. De qualquer forma, o Scott Pilgrim Experience foi fantástico, as entrevistas mais ou menos – grande problema de muita gente na mesma mesa, mas rendeu; especialmente o papo com Brandon Routh, que já tinha conversado sobre o filme de World of Warcraft comigo antes desses boatos começarem a sair, mas enfim, tem mais surpresa guardada aqui – e o filme é bastante divertido. Por outro lado, <strong>Tron </strong>foi fantástico. Entrar no <strong>Flynn’s Arcade</strong> foi algo lindo. E valeu cada segundo.</p>
<p>Isso tudo cansa um bocado. Claro que a companhia da Laura Buu e do Borbs aliviou bastante o peso, pois quando as coisas acontecem de forma divertido, elas valem mais a pena. Foi ótimo! Momentos de grande amizade ali. Quando voltei, apenas um dia de descanso. Set visit de Big Love estava agendado, depois entrevistas de True Blood, um dia inteiro vendo séries e entrevistando atores da ABC, outro dia com séries do Sony e AXN e algumas séries do AMC. Muita coisa? Bem, não acabou. Sexta-feira tem <strong>James Cameron</strong>, no lançamento do Avatar Special Edition [atualizado: que já está nos cinemas]. E, para fechar com chave-de-ouro, sabadão vai rolar entrevista com Martin Scorsese e elenco de <strong>Boardwalk Empire</strong>. Essa vai ser exclusiva para a América Latina. Muito animal! </p>
<p>Nesses períodos, o trabalho é movido por pura adrenalina e paixão. Não há outra explicação. É algo similar àquilo que vemos nos filmes, quando um sujeito toma um tiro ou uma porrada, mas termina de fazer o que precisa fazer e só depois percebe que está arrebentado. É mais ou menos assim que me sinto nessas horas.</p>
<p>A cabeça fica meio alucinada. Numa hora estou dormindo num albergue; na outra entrevistando <strong>Chevy Chase</strong>, enquanto <strong>Matthew Pery</strong> e <strong>Malcolm McDowell</strong> tomam uísque ao meu lado. As horas se embaralham, os lugares se misturam. Sobram as histórias e as emoções. Fiz uma conta rápida e estimo mais de 85 entrevistas feitas em duas semanas. É conversa demais, mas é sempre por uma boa causa. E a maioria dessas entrevistas marcam minha vida. </p>
<p>É um bom momento profissional e, por que não, pessoal. Encontrar com gente como Chase, Robert Carlisle, Bruce Boxleitner, Matthew Perry, Alan Ball, Jeff Bridges, enfim, uma série de grandes nomes fundamentais para minha criação cinematográfica e televisiva. É uma daquelas situações em que os fins justificam os meios. Pessoalmente, a conclusão é o encontro, o momento, aquele pequeno intervalo de tempo em que o ator precisa – por obrigação ou contrato – falar e responder. Por instantes somos amigos, temos uma relação próxima, e sorrimos no processo. Quando termina, voltamos a ser perfeitos estranhos. Tantos rostos, tantas perguntas. Impossível de lembrar. </p>
<p>A perna ainda dói muito. Os analgésicos têm me derrubado nos últimos dias. Muito sono e pouca melhora. Mas a vida continua, as entrevistas também e agora com a <strong>MTV</strong>, o <strong>SOS Hollywood </strong>cresce mais a cada dia. Só espero que o corpo acompanhe o ritmo. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas descansar um pouco viria a calhar. Ufa!</p>

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		<title>Amy Adams e Viggo Mortensen em &#8220;On The Road&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 05:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vicky Salles</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Amy Adams e Viggo Mortensen se juntarão a Sam Riley, Kristen Dunst e Kristen Stewart na adaptação do clássico livro de Jack Kerouac. On The Road, pecado cinematográfico cometido por Walter Salles (esse livro jamais deveria ser adaptado pro cinema!,) terá Viggo e Amy interpretando o casal problemático Bull Lee e Jane. Ambos são ótimos [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Amy-Adams-amy-adams-712598_1600_1200-580x435.jpg" alt="" width="580" height="435" class="aligncenter size-large wp-image-5251" /></p>
<p><strong>Amy Adams</strong> e <strong>Viggo Mortensen</strong> se juntarão a <strong>Sam Riley</strong>, <strong>Kristen Dunst </strong>e <strong>Kristen Stewart </strong>na adaptação do clássico livro de <strong>Jack Kerouac</strong>.<br />
<em>On The Road</em>, pecado cinematográfico cometido por <strong>Walter Salles</strong> (esse livro jamais deveria ser adaptado pro cinema!,) terá Viggo e Amy interpretando o casal problemático Bull Lee e Jane. Ambos são ótimos atores, mas isso não me deixa menos preocupada com a qualidade filme.<br />
Aliás, Amy Adams parece ser a atual queridinha dos diretores brasileiros que estão fazendo projetos arriscados: <strong>Fernando Meirelles </strong>dirigirá a cinebiografia de <strong>Janis Joplin</strong>, e a atriz terá a difícil tarefa de encarnar uma das melhores e mais emblemáticas cantoras de todos os tempos. Espero que ela se saia bem nos dois papéis!</p>

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		<title>Divulgado pôster de &#8220;Demônio&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 01:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Assis</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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		<category><![CDATA[Chris Messina]]></category>
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		<description><![CDATA[O Último Mestre do Ar ainda nem estreou no Brasil, mas já podemos conferir o pôster do sobrenatural Demônio, filme escrito por M. Night Shyamalan, em parceria com Brian Nelson e, também, produzido por Shyamalan. O filme, protagonizado por Chris Messina (Julie &#38; Julia) conta a história de um grupo de pessoas que ficam presas [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5243" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/devilposter-e1280970861480.jpg" alt="" width="580" height="859" /></p>
<p><em>O Último Mestre do Ar</em> ainda nem estreou no Brasil, mas já podemos conferir o pôster do sobrenatural <em>Demônio</em>, filme escrito por <strong>M. Night Shyamalan,</strong> em parceria com <strong>Brian Nelson</strong> e, também, produzido por Shyamalan.</p>
<p>O filme, protagonizado por <strong>Chris Messina</strong> (<em>Julie &amp; Julia</em>) conta a história de um grupo de pessoas que ficam presas dentro de um elevador, porém uma dessas pessoas é ninguém menos do que o próprio<strong> Diabo</strong>.</p>
<p>O elenco também conta com <strong>Logan</strong> <strong>Marshall-Green</strong> (<em>The O.C.</em>), <strong>Matt Craven</strong> (<em>Inimigos Público</em>s, <em>The Pacific</em>), <strong>Geoffrey Arend</strong> (<em>500 Dias com Ela</em>) e <strong>Bojana Novakovic </strong>(<em>O Fim da Escuridão</em>). A direção é de <strong>John Erick</strong> e <strong>Drew Downdle</strong>, que escreveram e produziram <em>Quarentena</em>.</p>
<p>Apesar das últimas bombas do diretor indiano, quem sabe dessa vez algo dá certo? Mas ainda vamos esperar bastante para conferir. Apesar do longa pintar nos cinemas americanos <strong>17 de setembro</strong>, só chegará ao Brasil em <strong>29 de abril de 2011</strong>!!</p>

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		<title>[Entrevista] Matthew Perry e seu &#8220;Mr. Sunshine&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 19:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Gosto de dizer que esse personagem sou eu cinco anos atrás, antes de descobrir que precisava mudar, antes de ter um momento de iluminação&#8221; &#8211; Matthew Perry BEVERLY HILLS, CALIFÓRNIA - Uma multidão de jornalistas se reúne para descobrir as novidades da ABC para a próxima temporada, é o TCA &#8211; TV Critics of America [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/08/matthew_perry_mr_sunshine_abc.jpg" alt="" title="matthew_perry_mr_sunshine_abc" width="580" height="302" class="aligncenter size-full wp-image-5230" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Gosto de dizer que esse personagem sou eu cinco anos atrás, antes de descobrir que precisava mudar, antes de ter um momento de iluminação&#8221; &#8211; Matthew Perry</p></blockquote>
<p><strong><br />
BEVERLY HILLS, CALIFÓRNIA </strong>- Uma multidão de jornalistas se reúne para descobrir as novidades da ABC para a próxima temporada, é o TCA &#8211; TV Critics of America &#8211; um evento monstruoso que acontece duas vezes por ano na área de Los Angeles. Ano passado foi em Passadena e, nesse ano, o palco foi o Beverly Hilton, ontem que serviu de cenário para inumeros filmes, entre eles o fantástico <em>Frost/Nixon</em>. Um dos destaques do dia da ABC foi <strong>Mr. Sunshine</strong>, escrito, produzido e estrelado por <strong>Matthew Perry</strong>, que retorna à televisão depois de não ter encontrado muito sucesso na telona. </p>
<p>Conversei com Perry, que foi uma das pessoas mais ativas durante as duas semanas do evento. Promovendo seu programa em todas as oportunidades [de entrevistas a cocktails] possívels, o sr. Chandler Bing sabe que precisa melhorar sua imagem para ser bem-sucedido nessa empreeitada televisiva. Veja a prévia e leia um trecho da conversa.</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nCmPPEs6wN4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nCmPPEs6wN4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p><strong>O que você aprendeu com sua última experiência em TV que te fez escrever e querer fazer algo diferente?</strong><br />
Uma das coisas que tirei daquela série e de assistir Aaron e todas aquelas pessoas brilhantes escrevendo foi que eu gostaria de tentar escrever algo. Então a razão pela qual meu personagem é egoísta e só pensa nele mesmo é que eu conheço alguém cujo caso foi esse por muito tempo. Então dar uma visão humorística àquilo, eu pensei, era interessante. </p>
<p><strong>O quanto você estará na sala dos roteiristas no decorrer da série? Vai deixar com esses caras ou estará trabalhando nesse lado tanto quanto em frente das câmeras?</strong><br />
No momento estou lá o tempo todo, todos os dias. Estou tentando ter grande parceiros aqui, mas também quero ficar mais perto possível do centro criativo da série. Então antes de filmarmos, estou sempre lá. E quando estivermos filmando, teremos que aprender conforme “navegamos”, já que eu obviamente não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é por isso que encontrar e trabalhar com esses caras é um enorme alívio. </p>
<p><strong>Foi mencionado mais cedo que a idéia veio de você. Então estava me perguntando: a idéia foi para o show ou para o personagem? Você estava procurando por uma série e pensou, “Ah, se eu pensar bastante, talvez encontre alguma coisa”? Ou estava apenas dirigindo e de repente surgiu?</strong><br />
Eu estava interessado na possibilidade de fazer comédia novamente. E estava realmente interessado em escrevê-la. No processo de tentar achar parceiros com quem fazer isso, li uma tonelada de roteiros, e o melhor que encontrei foi o que esses dois caras escreveram. Pensei se não deveria simplesmente fazer essa série, e me dei conta de que o único problema com ela era que eu ainda não tinha escrito.</p>
<p><strong>O quanto você parece com esse personagem e ele com você?</strong><br />
Gosto de dizer que esse personagem sou eu cinco anos atrás, antes de descobrir que precisava mudar, antes de ter um momento de iluminação. Mas me relaciono muito com a motivação de um cara egoísta tentando ter uma vida melhor, e o quão confusa uma pessoa egoísta ficaria se lhe fosse dito que o caminho para melhorar sua vida é tratar melhor as pessoas e se importar com elas. Esse é o personagem que achei que seria divertido explorar em um mar de pessoas disfuncionais, e um estádio como o lugar onde tudo irá acontecer.</p>
<p><strong>Pelo o que vimos no piloto, parece haver algumas coisas inerentemente engraçadas em conduzir um estádio. Nunca vimos ninguém fazer isso na TV antes. Vocês conversaram com gerentes de estádios e descobriram histórias que podem ser usadas? Alguém do Madison Square Garden, The Forum ou Staples Center?</strong><br />
Sim, passei um dia com Lee, que trabalha no Staples Center, e continuarei enchendo o saco desse cara durante o processo. O que nos motivou a fazer uma série nesse lugar foi o fato de que se você tem uma família disfuncional trabalhando num local tão grande, se as câmeras estão ligadas, por mais malucas que algumas dessas pessoas sejam, elas têm que se recompor toda noite, porque 18 mil pessoas vão aparecer. Quando criança, eu ficava extremamente animado e emocionado para ir a esses lugares. Na época era o The Forum, e eu ficava realmente entusiasmado, assim como quem trabalhava também, provavelmente. Estávamos tentando pensar em um lugar onde as coisas mais interessantes e insanas podem acontecer. As primeiras de que estamos falando são: o show do Bruce Springsteen e, na noite seguinte, um jogo de futebol americano de lingerie. Esse é um episódio que estou verdadeiramente ansioso para filmar (risos). Porque elas são mulheres e estarão vestindo lingeries e jogando futebol, o que dá todo um novo significado ao termo ‘uso ilegal das mãos’ (risos).</p>
<p><strong>Aproveitando, há planos para chamar convidados especiais? Selma Hayek seria uma ótima escolha, não?</strong><br />
Especialmente para o episódio do futebol com lingerie! (risos) Teremos convidados, mas não no início. Primeiro quero entregar a sensação de um show independente, com personagens consolidados, aí vamos pensar em trazer outras pessoas. </p>
<p><strong>Quanto ao título da série, “Mr. Sunshine”, você diria que ele se aplica a sua personalidade? Você é uma daquelas pessoas que sempre vê o copo meio cheio?</strong><br />
Não. (risos) Bem, o lugar do qual estamos falando é o estádio Sunshine Center, e o título é levemente irônico porque esse cara, ao mesmo tempo em que é divertido, está começando a aprender como não ser um idiota egoísta. Então, acho que é um título levemente irônico. </p>
<p><strong>Você já mencionou algumas vezes que sente que se tornou uma pessoa melhor nos últimos cinco anos. Aconteceu algo para fazer você decidir melhorar? E isso estaria ligado à sua decisão de começar a escrever para a TV?</strong><br />
Diria que para achar a resposta basta pegar qualquer jornal de 1996. Veja a capa de qualquer revista (risos). Sempre ouvi dizerem: “Escreva o que você sabe”. É um caminho interessante para alguém seguir em frente, mudar comportamentos terríveis para ser um cara melhor. Então sabia que se escrevesse alguma coisa, gostaria que esse fosse um componente nessa mudança pessoal. </p>
<p><strong>E a carreira no cinema como vai?</strong><br />
Se estivesse indo bem, não estaríamos aqui conversando sobre TV (risos, mas com um ar de insatisfação).</p>
<p><em><font size="-2">Reportagem: Fábio M. Barreto, de Beverly Hills<br />
Tradução: Isabela Cabral</font></em></p>

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