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	<title>SOS Hollywood - Hollywood Nunca Esteve Tão Perto de Você! &#187; TV</title>
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		<title>[TV] Sangue Demais Nunca Incomoda</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 12:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[True Blood continua extremamente atual, mesmo com lobisomens e novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK1RydWUrQmxvb2QlMkMrRFZEK0RyYWN1bGErZGUrQnJhbStTdG9rZXIlMkMrRFZEK0RyYWN1bGErMjAwMCUyQytEVkQrTHVhK05vdmElMkMrQ3JlcCVGQXNjdWxvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjA2MTcw-176" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jessica_true_blood.jpg" alt="" title="jessica_true_blood" width="580" height="287" class="aligncenter size-full wp-image-4614" /></a></p>
<blockquote><p>
<strong>True Blood</strong> continua extremamente atual, mesmo com lobisomens e novas criaturas surgindo. É fruto de um grande conflito que ecôa no racismo e no choque de classes sociais. Lafayette e Jessica aproveitando para usar esse contexto e roubar a cena na série de Alan Ball.</p></blockquote>
<p>Por conta de seu conceito básico, <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/true-blood"><strong>True Blood</strong></a> sempre apostou muito mais na política que no fantástico. E como a essência da política são as relações humanas [enquanto o fantástico envolve imaginário e, literalmente, o sobre-humano], a série de Alan Ball soube aproveitar muito bem os principais elementos dos livros de Charlaine Harris em seu desenvolvimento. Há erros, claro, afinal, há humanos envolvidos&#8230; novamente. Mas eles se perdem entre tantas escolhas corajosas e interessantes, especialmente quando pensamos em dois personagens secundários que roubam a cena constantemente: Jessica e Lafayette.</p>
<p>Sem a necessidade de bancar os bonzinhos o tempo todo como a paladinica Sookie ou encarar algum estereótipo, essa dupla vivida por Deborah Ann Woll e Nelsan Ellis subverte muitos conceitos sociais e fantásticos desde que suas vidas mudam totalmente com a chegada dos vampiros. Muitas séries em exibição atualmente colocam muita força em personagens homossexuais, mas aparentam fazer por obrigação ou o senso do politicamente correto do que pela necessidade do personagem em si. Foi assim em <strong>FlashForward</strong>, é assim em <strong>Stargate Universe</strong>, e tantas outras. Contra todas as expectativas, Lafayette é um balaio de gato de estereótipos, pré-conceitos raciais, sociais e econômicos e não deixa de ser interessante em um momento sequer. “Cresci numa casa cheia de mulheres e era o único homem, então a coisa mais fácil do mundo é imitar os surtos e trejeitos da minha mãe, irmãs e tias”, conta Nelsan Ellis, em entrevista exclusiva ao <strong>SOS Hollywood</strong>. “Já viu um bando de negras malucas brigando por qualquer coisa? Você se acostuma e sabe exatamente como elas reagem! (risos)”.</p>
<p>Treinado pela prestigiosa Jiulliard de Nova Iorque (aliás, Morena Baccarin, de <strong>V</strong> também estudou lá), Nelsan foi colega de classe de Rutina Wesley, que interpreta Tara. Mais um ponto de apoio para Lafayette, que já conhecia sua “prima” e sabia como explorar o estilo da companheira de cena. “Ele foge dos padrões e sempre surpreende, não por querer se exibir ou reafirmar, mas sim por ser um retrato das pessoas de hoje”, analisa Nelsan. “Não pelo necessariamente por ser gay, mas por ter que se virar no meio de uma crise, por ter que ultrapassar limites para manter seu estilo de vida e, acima de tudo, por se valer do direito de ser quem quiser. Tudo bem que isso muda quando os vampiros aparecem, mas isso é outra história”. </p>
<p>Nem tanto, afinal, os vampiros trazem uma nova ordem e sua influência  abala uma sociedade já cheia de problemas. “Muita gente acha que há comparação com escravos, por conta do ‘vício em V’ [o sangue dos vampiros] e da postura de Lafayette”, comenta o ator. “É possível pensar nisso, mas agora estamos mesmo falando de uma raça totalmente diferente. Só não podemos traçar paralelos diretos, pois o vampiro gera um novo tipo de escravidão: a da alma e exerce isso pelo desejo, não necessariamente pela força”. A maioria das pessoas quer viver aquela vida, deseja se tornar um vampiro, é atraído pela sedução e misticismo daqueles seres. Mistério sempre atrai as massas, é no inexplicável que muitas pessoas encontram consolo, especialmente quando todo o resto falha. O mesmo vale para a mãe de Tara, que se perde num evangelismo cego e inabalável. Pensando assim, Lafayette acaba ficando no meio termo.</p>
<p>Coisa que não acontece com Jessica, personagem modificadora dos rumos da série principalmente pelo brilho de Deborah Ann Woll. “Ela é a melhor personagem da série e uma das atrizes mais relevantes desse elenco, mas pouca gente dá atenção”, defende Anna Paquin, em entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>. “Quando ela entra em cena eu fico babando às vezes. E não sou de puxar o saco. Acima de tudo ela é bonita demais, as pessoas deveriam prestar mais atenção”. Eu presto e não poderia defender melhor, pois aquela brutal transição de mocinha reprimida pelo pai a vampiresa descontrolada e cheia de tesão chacoalhou as estruturas de <strong>True Blood</strong>. Como conter todo esse ímpeto? Não há resposta, há apenas a adequação a uma nova realidade.</p>
<p>Jessica testa seus limites e os do público, mas consegue algo além de Lafayette: a identificação total com o sonho. Foi vampirizada. Ganhou a imortalidade. E agora? Longe dos arquétipos dos lordes vampíricos ou dos seres transformados séculos atrás, Jessica não só tem que definir sua nova persona assim como precisa descobrir um mundo ao qual não tinha acesso. Mais que um renascimento, Jessica passa pela total invenção. E tudo isso é demais para qualquer um. O mundo moderno é agressivo, inconstante e cheio de possibilidades. Quando a esmola é demais, o santo desconfia, mas quando tem vampiro na parada, o exagero é bom demais para se resistir. </p>
<p>A condição humana prevê essa luta de poder, de influências, de desejos. Somos assim. Mas temos medo de assumir, e o entretenimento atual tem ajudado a esconder tais sentimentos. Há bastiões de porrada social, claro, mas são poucos. A relevância de True Blood nesse sentido existe por estar fazendo tudo isso com o assunto do momento: os vampiros. A chegada dos lobisomens na nova temporada aumentou ainda mais as chances de que esse conteúdo chegue especialmente ao público banalizado pelos romances disfarçados pela roupagem fantástica. Não é garantido, mas se há uma chance.</p>
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		<title>[TV] Hung: Crítica, Sexo e Família</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 20:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As crônicas de um bem-dotado em tempos de crise é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SEJPJTJDK0RWRCtIdW5nJTJDK0RWRCtSb21hJTJDK0RWRCtCYW5kK29mK0Jyb3RoZXJzJTJDK0RWRCtUcnVlK0Jsb29kJTJDK0RWRCtFbnRvdXJhZ2UlMkMrRFZEK0pvbmgrQWRhbXMlMkMrVGhvbWFzK0phbmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-208" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/07/hung-e1279690355572.jpg" alt="" title="hung" width="580" height="201" class="aligncenter size-full wp-image-4093" /></a></p>
<blockquote><p>As crônicas de um bem-dotado em tempos de crise é tema de mais uma produção com o selo de qualidade HBO: Hung.</p></blockquote>
<p>Quando dois roteiristas corajosos criaram o conceito para a série <strong>Hung</strong>, a frase “a ocasião faz o ladrão” nunca se aplicou tão bem na TV mundial. Em tempos de crise declarada na economia, desemprego crescendo nos Estados Unidos e uma série de mudanças sociais inevitáveis, até que demorou para vermos uma das mais definitivas inversões de valor: sai a prostituta, entra o prostituto. Assim é <strong>Hung</strong>, programa da HBO que não apenas brinca com o conceito de um homem ser pago para fazer sexo, mas engloba toda a inversão de valores promovida pela liberdade feminina e os dilemas familiares da dinâmica moderna. Ser um trepador profissional é o menor dos problemas de Ray, papel que tirou Thomas Jane de seu eterno lugar como “astro de filmes secundários”. Ah, a segunda temporada de <strong>Hung </strong>entra no ar no próximo <strong>domingo</strong>, às <strong>23h</strong>!</p>
<p>A figura do puto, michê, garoto de programa, como queira, existe há muito tempo. Entretanto, o cinema tende a tratá-lo de forma marginal e sempre com forte influência do homossexualismo, como por exemplo em <strong>Garotos de Programa</strong>, com Keanu Reeves e River Phoenix. Hung é repleto de sexo, mas ele não é sua fonte principal. Pai de família, treinador do time de basquete da escola local e divorciado, Ray é forçado a pensar num diferencial no mercado de trabalho. E a única coisa que consegue pensar é em seu avantajado e idolatrado.. humm.. bem&#8230; pinto!</p>
<p>É a lei da oferta e da procura. Mas essa não é a única crítica, afinal, sobra espaço para avaliar o sistema educacional e seus constantes cortes e também o pouco usual, mas interessante, movimento de recuperação das propriedades nas beiras de rios de lagos nos Estados Unidos. Nas últimas décadas, essas casas se tornaram item de luxo e o custo de manutenção foi afastando famílias menos ricas. Esse é um dos pontos fortes de <strong>Hung</strong>, que abre mão de uma premissa tão dramática que chega a ser cômica (sim, o mundo é machista e imaginar um pai de família optando pela prostituição tem seu potencial de bom-humor e indignação) e explora as mazelas da classe média norte-americana.</p>
<p>Seria fácil apresentar Ray como um varão orgulhoso de sua nova função; cheio de si se exibindo para os amigos no bar; ou se achando superior por ganhar dinheiro fazendo sexo. Entretanto, o personagem principal masculino de <strong>Hung </strong>questiona cada passo, cada decisão, cada reação. E isso não acontece por conta de falso moralismo, mas sim pela preocupação honesta com sua família e, mesmo que improvável, fé no sucesso de seu emprego e um sonho distante de reconquistar a ex-esposa. De certa forma, Hung é um tiro de misericórdia numa geração que perdeu o lugar na sociedade americana. </p>
<p>Sabe aquele arquétipo do jogador de futebol idolatrado que se casa com a menina mais bonita e popular do colégio dos filmes? É bem por aí, só que o “felizes para sempre” não existe mais, pois, na maioria dos casos, o futuro desses casais é a mediocridade. Outro dia vi uma dessas imagens engraçadinhas de internet que mostrava a “curva de vida” de um sujeito como Ray e de um nerd que gente como ele, normalmente, abusava na escola. Enquanto o atleta tinha na realização esportiva colegial seu maior momento e “aquele jogo que nunca mais vai esquecer”, o nerd rapidamente se tornou chefe do outro sujeito, ficou milionário e encontrou a felicidade romântica anos mais tarde. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/07/wallpaper-ray-drecker-1600-e1279690575474.jpg" alt="" title="ray-drecker" width="580" height="349" class="aligncenter size-full wp-image-4095" /></p>
<p>“Desde que comecei a gravar Hung me pergunto se algum de meus amigos, ou eu mesmo, não teria feito o que ele fez. Todo mundo tem fases ruins, mas quando tudo rui ao seu redor vale qualquer coisa”, analisa <strong>Thomas Jane</strong>, em entrevista ao <strong>SOS Hollywood</strong>. “É estranho pensar que sua vida pode ter acabado mesmo sem você ter sido preso ou feito algo de errado, é aquele encerramento natural. E isso faz de Ray um cara relevante hoje em dia. E se isso não desse certo? O que sobraria além do crime ou desespero?”.</p>
<p>É a dura realidade.</p>
<p>Mas Ray não está sozinho nessa. A seu lado está Tanya, uma poetisa frustrada e desiludida que assume o papel de cafetina. É de seu jeito com palavras, e de suas amigas – pelo menos no começo – que surge a nova profissão do jegue em questão. Adoro a personagem, até mais que Ray, justamente por ela ter que ir contra sua criação, formação e até mesmo convicções para poder faturar no meio dessa crise. Jane Adams assumiu a personagem e é responsável por metade da relevância da série, sem pensar duas vezes. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/07/wallpaper-tanya-skagle-1600-e1279690891214.jpg" alt="" title="tanya-skagle" width="580" height="289" class="aligncenter size-full wp-image-4096" /></p>
<p>Quando entrevistei o elenco da série, ela me impressionou mais que Thomas Jane e Anne Heche. Talvez pela personagem ser ligada às letras ou à identificação com seus dilemas e frustrações, mas Jane foi extremamente simpática e direta. Claro, perguntas interessantes ajudam, mas não vi nada da postura ríspida de Hollywood na moça. “Nunca me perguntaram sobre a essência de viver uma poetisa. Todo mundo só quer saber sobre a cafetina, se conheci esse tipo de gente e etc”, disse <strong>Jane Adams</strong>, ao fim da primeira temporada. “Muito mais que ler ou saber nomes dessas mulheres [poetisas] precisei entender qual esse papel na sociedade atual, afinal, qualquer um pode usar a alcunha e nunca realizar nada. Poesia está em todo lugar, mas pode estar em lugar algum se for feita apenas pelo título”. Curiosamente, ela e sua personagem compartilham uma característica inusitada, mas bastante útil: Jane tem o nome do poeta francês Marcel Proust tatuado num dos braços. “Isso é totalmente meu. Um amigo emprestou um dos livros dele, li e fiquei apaixonada por alguns textos. Não é uma paixão daquelas doentias de ler toda a obra, mas foi o suficiente para fazer a tatuagem. Foi importante naquele momento”. </p>
<p><strong>Hung </strong>foge do comum tanto por argumento quanto por direcionamento. Morar nos Estados Unidos mudou minha perspectiva em relação a muitas coisas dessa sociedade tida como ‘muito mais evoluída e melhor que a nossa’, assistir <strong>Hung </strong>pode fazer o mesmo por você. Drama relevante, comédia bem estruturada e um tapa na cara atrás do outro.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Pasadena</font></em></p>
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		<title>Adeus a Larry King: CNN perde a Majestade</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/cnn-perde-a-majestade/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saída de Larry King é o mais recente percalço enfrentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RXJpYytDbGFwdG9uJTJDK0xhZHkrR2FnYSUyQytMYXJyeStLaW5nJTJDK0phbWVzK0NhbWVyb24lMkMrS2V2aW4rQ29zdG5lcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-148" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/larryking-e1279691966567.jpg" alt="" title="larryking" width="580" height="229" class="aligncenter size-full wp-image-4036" /></a></p>
<blockquote><p>Saída de Larry King é o mais recente percalço enfrentado pela CNN, que se esforça para ser o terceiro canal mais assistido, vê, pouco a pouco, sua relevância ir embora e busca na nova geração de ouvintes e profissionais a saída para seu dilema ao completar 30 anos de existência.</p></blockquote>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<p>A visão inicial de Ted Turner para seu canal de notícias 24 horas fez sentido por muito tempo. Mas lá se vão 30 anos desde a inauguração da Cable News Network, ou melhor, uma das siglas mais famosas do mundo: CNN. Responsável por coberturas histórias como as Guerras do Golfo, escândalos políticos e até mesmo a morte de Michael Jackson, no ano passado, a emissora já vinha perdendo espaço e, curiosamente, degringolou depois do falecimento do Rei do Pop. Embora seja motivada por razões pessoais, a CNN se prepara para perder sua Majestade com o anúncio do término do programa de<strong> Larry King</strong>, o mais longevo do gênero na História. Renovação promove evolução, mas ultimamente esse tem sido o ponto fraco da emissora que não sabe se populariza seu conteúdo, aposta de vez na Internet ou se mantém seu formato decano. </p>
<p>Larry King tem 76 anos de idade e passou os últimos 25 entrevistando os nomes relevantes da política, entretenimento, educação, sociedade e até mesmo os monstros criados pelo mundo dos reality shows e celebridades instantâneas. Vai encerrar o programa para passar mais tempo com a esposa e a família. Agora entendi as razões pelas quais ele andou negando entrevistas, justamente no momento do aniversário de 25 anos de seu programa, uma delas solicitei pelo Estado de S.Paulo, que, teoricamente, não receberia uma negativa. Faz todo sentido e é justo. Afinal, foram mais de 40 mil entrevistas no horário nobre, algo que Barbara Walters deveria pensar antes de se gabar tanto.  E esse reinado vai acabar. Não agora, mas em breve, assim que a CNN encontrar um substituto para King, se é que tal escolha é possível. Um novo programa deve surgir no horário ou, no caso de extrema ousadia, um novo entrevistador surgirá para ocupar a cadeira e os suspensórios do veterano.</p>
<p>E aí surge o maior problema da CNN: renovação. Sem rumos e, recentemente, sem muitas estrelas próprias, a rede do Turner Broadcasting System luta por seu lugar, uma vez soberano e anos-luz à frente da concorrência. Esse cenário é comum no jornalismo e corriqueiro no cenário moderno com a inclusão das novas mídias e ferramentas online e portáteis. Teoricamente, isso não seria problema para a CNN, que sempre inovou em termos tecnológicos e se dispunha a abastecer os norte-americanos e, depois da fundação da CNN International, o mundo. Certaz vez, ouvi que a revista VEJA, do Brasil, não vende informação: ela vende opinião. O leitor consome, concorda, ou não, e tem assunto para a semana toda. A CNN aposta no espectador inteligente, ou melhor, no formador de opinião. E, pelo jeito, errou na decisão. Ela ainda influencia a quem pretende, mas falha com a massa.</p>
<p>Embora com política alinhada ao governo democrata de Bill Clinton, por exemplo, a CNN optou oficialmente por um caminho ético e direto: não-partidarismo e foco nos fatos. Como todo jornalista sonha ser até encontrar a dura realidade da política da imprensa, a rede insistiu na postura neutra. Construiu nomes monstruosamente famosos e poderosos nesse período, como Wolf Blitzer, Christiane Amanpour, Larry King e Anderson Cooper e, talvez, John King. Isso sem contar o lendário Lou Dobbs, que já tirou o time de campo. Nomes relevantes para um público adulto e altamente qualificado. Dinossauros para a nova geração, que compra manchetes rápidas e opinião curta e impactante. Já uma realidade casuada pelo efeito Twitter?</p>
<p>Mas a relevância e credibilidade desse pessoal deveria ser suficiente para manter a audiência, porém a Fox News fez algo inesperado com seu partidarismo descarado, aposta na opinião e sem deixar dúvida ao público de que ali se fala mal de democratas, do presidente e de qualquer tentativa de se criar um “Estados Unidos diferente do que seus pais viveram e ensinaram”. Houve polarização e, logo de cara, um grande pedaço dessa audiência foi escutar as besteiras por vezes exageradas e até racistas do concorrente sem pensar duas vezes. CNN continuou neutra e reformulou seu visual. Então veio a MSNBC com mais dinâmica, outro estilo e bastante integração online e opinião bem pontuada. E a CNN despencou para o terceiro lugar, onde está atualmente e registrando uma queda de 18% de 2009 para 2010.</p>
<p>A perda de King é a mais recente, mas não menos célebre e notória que a saída de Christiane Amanpour – contratada pela ABC e prestes a apresentar o programa The Week, a partir de agosto – e o fiasco local de Campbell Brown, que ocupada o horário das 20h, o mais relevante em termos de notícias. Curiosamente, o estilo desses três nomes está diretamente ligado à reportagem, noticiário ou entrevista direta e sem tomar partido. Amanpour era um dos grandes pilares da emissora, Larry King o outro. Brown não chegava perto e perante sua fraca performance, pediu para sair. No momento, a CNN está bamba e se mantendo às custas de seu terceiro pilar: seu nome.</p>
<p>Tudo isso acontece em meio às férias de Wolf Blitzer, o único grande bastião desses 30 anos. Anderson Cooper é dinâmico, inteligente e mete as caras nas reportagens, mas não é o homem do horário nobre. Seu programa é aprofundado, pensado e extenso. Algo semelhante a um Globo Repórter feito ao vivo e com entrevistados realmente relevantes ao assunto. De qualquer forma, uma válvula de escape para o espectador fiel, que pode dormir tranqüilo. O mesmo não pode ser dito sobre a programação diária.</p>
<p>Se já havia sinais claros de falta de rumo na CNN, o caso do <a href="http://www.soshollywood.com.br/cnn/">Balloon Boy</a> afastou qualquer dúvida. Mas essa festa da mudança maluca continuou acontecendo a cada novo programa e, especialmente, com a aposta infrutífera de abandonar o jornalismo em prol da interação com o internauta – ou melhor, usuários do Twitter e do Facebook – na hora do almoço com Rick Sanchez, cuja pauta se limita a opiniões disconexas de seu âncora, com leitura de tweets e uma tentativa de soar moderno. A “Conversa em Âmbito Nacional” proposta por Sanchez nunca acontece. É um monólogo chato, irrelevante e cheio de pretensões. O cenário só piora com os excessivos comerciais e, por vezes, blocos nos quais o apresentador aparece para fazer a chamada do que está por vir. Esse estilo pode facilmente levar um nome conhecido no jornalismo, e, anteriormente, odiado pela CNN: sensacionalismo.</p>
<p>Como esse time não está ganhando, está na hora de mudar. E as tentativas estão acontecendo, mas sem a menor certeza. Para o lugar de Campbell Brown, o canal contratou uma dupla improvável: Eliot Spitzer (ex-governador de New York, que foi forçado a renunciar depois de ser flagrado num escândalo sexual) e a jornalista Kathleen Parker, vencedora do prêmio Pulitzer. Spitzer é ótimo debatedor, deu vários shows na mesa redonda de Bill Maher, na HBO, e foi sondado também pela MSNBC, mas é figura controversa especialmente por seu pequeno incidente. Eles prometem promover um debate mais amplo, incluindo assuntos como, veja só, Copa do Mundo e ir a fundo em tópicos como o recente afastamento do Gen. Stanley McCrystal, que foi derrubado depois de artigo publicado pela revista Rolling Stone. Ou seja, vale tudo, contanto que o pacote seja atraente.</p>
<p>Pensando assim, toda vez que vale tudo, é por que não há certeza de nada. A Fox News é burra, partidária e feita para imbecilóides ultranacionalistas, mas encontrou seu nicho no que deveria ser a minoria. Enquanto a CNN continuar apática e acreditando em formato sobrepondo a força do indivíduo na frente da câmera, seu futuro é mais inseguro do que seus focos atuais. Manter-se relevante é o maior dos desafios; e eles têm um longo caminho pela frente.</p>
<p>Veja o vídeo da despedida:<br />
<center><object width="416" height="374" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="ep"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=bestoftv/2010/06/29/lkl.king.stepping.down.cnn" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=bestoftv/2010/06/29/lkl.king.stepping.down.cnn" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="416" wmode="transparent" height="374"></embed></object></center></p>
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		<title>Os Simpsons vs. Galvão Bueno [FALSO!]</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 22:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até Os Simpsons entraram na brincadeira de sacanear Galvão Bueno. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-64" class="bbli"><img src="<img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/simpsons_galvao.jpg" alt="" title="simpsons_galvao" width="360" height="306" class="aligncenter size-full wp-image-3902" />&#8221; alt=&#8221;" title=&#8221;simpsons_galvao&#8221; width=&#8221;360&#8243; height=&#8221;306&#8243; class=&#8221;aligncenter size-full wp-image-3902&#8243; /></a></p>
<blockquote><p>Até Os Simpsons entraram na brincadeira de sacanear Galvão Bueno. Será que haverá indignação política dessa vez? Ou será uma mera pegadinha?</p></blockquote>
<p>Basta o Brasil ter qualquer envolvimento com Os Simpsons que as polêmicas já começam (leia mais <a href="http://www.soshollywood.com.br/especial-simpsons-argentina-ataca/">aqui</a>), entretanto parece que o próximo encontro vai acontecer, pelo menos, com o aval dos internautas e, claro, das pessoas que odeiam o locutor Galvão Bueno. Rapidamente: o Twitter registrou recordes para o termo &#8220;CALA BOCA GALVÃO BUENO&#8221;, basicamente por conta da imensa repetição do termo por brasileiros sacaneando a voz da Rede Glóbulo e, depois, os estrangeiros que caíram na piada [Galvão virou pássaro ameaçado de extinção]. Fato é, depois de toda essa balburdia virtual Matt Groening entrou na dança e anunciou, com foto e tudo, que fará um episódio inspirado no evento e disse estar &#8220;muito preocupado&#8221; com as &#8220;Aves Galvão&#8221;. </p>
<p>Aparentemente, a notícia saiu como nota no site do Canal Fox, nos Estados Unidos, de acordo com o <a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2010/06/21/252092-calabocagalvao-sera-tema-de-episodio-dos-simpsons">Portal Virgula</a>. Teoricamente, pode acontecer por se tratar de Os Simpsons. Será pegadinha?</p>
<p>Deve ser por duas razões: a frase escrita por Bart está errada, em inglês [I WILL NOT TWEET MORE "CALA BOCA GALVAO"]; e o site do Fox Channel não tem espaço para notícias, serve apenas para divulgar sua programação.</p>
<p>E outra, o leitor <a href="http://twitter.com/pauloap">@pauloap</a> disse se tratar de uma brincadeira criada por um perfil humorístico do Twitter.</p>
<p>De qualquer forma, ri muito por aqui.</p>
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		<title>[TV] V: A Era de Lagartus</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-v-a-era-de-lagartus/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Distante da alegoria nazista de V – A Batalha Final, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0ZpcmVmbHklMkMrRFZEK0VUJTJDK1N0YXJnYXRlJTJDK1NlcmVuaXR5JTJDK0RWRCtMb3N0XyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjA2MTcw-124" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V.jpg" alt="" title="V" width="650" height="314" class="aligncenter size-full wp-image-3810" /></a></p>
<blockquote><p>
Distante da alegoria nazista de <strong>V – A Batalha Final</strong>, remake da série chama atenção na TV norte-americana misturando charme brasileiro com alta tecnologia, ficção científica e análise social. A chega dos Visitantes em <strong>V </strong>é apenas o começo. Leia entrevistas exclusivas com o elenco e os produtores!</p></blockquote>
<p><strong>V</strong>. Uma simples letra imortalizada na ficção científica e na análise social por duas razões: o personagem emblemático de Alan Moore, em V de Vingança, e, a mais popular delas, <strong>V – A Batalha Final</strong>, seriado clássico de 1983. Ambas compartilham das diferentes reações da sociedade em situações extremas, seja um governo autoritário ou uma presença alienígena, que, no fundo, na versão original, não deixava de ser um diferente tipo de autoritarismo. A vertente culta foi para o cinema, a popular voltou para a TV com o nome de <strong>V</strong>. Seguindo a mesma premissa do original, a nova versão vai muito além da alegoria ao nazismo que transbordava pelo roteiro da clássica. É a ficção científica e social do novo milênio, mergulhada na comunicação, sem limites, sem certezas e sem efeitos mambembes.</p>
<p>Duas décadas se passaram e a maioria dos questionamentos de <strong>V – A Batalha Final </strong>continua, especialmente por conta dos problemas responsáveis por tais perguntas. Sistema de saúde falido, má distribuição de renda, insatisfação religiosa, jogo de poder, enganação, etc. integram a natureza do ser humano moderno de forma definitiva. É o coração da América, a versão real do Sonho Americano, que se tornou tomou forma mais assustadora do que a imaginada pelo Comediante. Conceitualmente, V é um programa feito sob medida para essa situação.</p>
<p>Entretanto, não se trata de uma trama essencialmente política como foi <strong>Battlestar Galactica </strong>por uma razão fundamental: seu público é a TV aberta (ABC), logo precisa entregar o que se espera do gênero, ou melhor, de seu assunto, alienígenas e toda a trama que vai decidir o futuro da Humanidade. “Guerra pura e simples não é benéfico para nenhum dos lados”, explica Scott Rosenbaum, produtor executivo de V, com exclusividade a esse repórter, em Los Angeles. “Fazia sentido criticar o autoritarismo na série original, mas, com o intuito de honrá-la, não podemos simplesmente repetir cada conceito e o desenvolvimento, então atualizamos e adaptamos algumas coisas. Se os Visitantes quisessem nos dominar militarmente, fariam isso num piscar de olhos, logo, existe uma razão para essa estratégia. Anna precisa da gente por algum motivo”.</p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0ZpcmVmbHklMkMrRFZEK1NlcmVuaXR5JTJDK0RWRCtTdGFyZ2F0ZSUyQytEVkQrQ2FzdGxlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjA2MTcw-124" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V-Morena-Baccarin.jpg" alt="" title="V-Morena-Baccarin" width="650" height="397" class="aligncenter size-full wp-image-3806" /></a></p>
<p>Anna é interpretada pela brasileira <strong>Morena Baccarin</strong>, experiente atriz dos palcos norte-americanos, treinada pela célebre escola Julliard em Nova Iorque, e velha conhecida dos fãs de séries de FC por conta de seu trabalho em <strong>Firefly</strong>, de Joss Whedon. Ela é versão moderna da malévola Diana, vivida por Jane Badler no original (tudo indica que ela fará uma ponta na série). Anna é o centro da trama: porta-voz para a Humanidade, rainha dos alienígenas e, aparentemente, a única conhecedora de todo o plano. Seu rosto belíssimo, mas, sutilmente diferente sempre aparece contra um fundo branco e pacífico em seus ‘anúncios e comerciais’ tanto na série como nas campanhas de publicidade na grade da ABC. “Somos um povo de paz”, diz a monarca lagarta, que apareceu durante a transmissão do Oscar. </p>
<p>“Ver meu rosto vinculado a todos aqueles grandes astros, em horário nobre, com o mundo todo assistindo é algo do qual nunca vou reclamar! Se quiserem de novo, é só chamar!”, brinca Morena Baccarin, com nossa reportagem. É o peso do papel principal e a responsabilidade de recriar uma personagem tão cultuada como Diana, mas a brasileira deu conta do recado e, pelo menos nos primeiros quatro episódios, ganhou a briga técnica contra Scott Wolf, seu companheiro humano de cenas. “Ver Anna como uma vilã simples não corresponde ao que ela é, afinal, alguém capaz de compreender tanto a natureza humana e conseguir manipular as situações de forma tão perfeita não pode ter apenas uma motivação ou sentimento”.</p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK1BhcnR5K29mK0ZpdmUlMkMrRFZEK08rUXVpbnRldG8lMkMrRFZEK0xvc3QlMkMrRFZEK0dob3N0K1doaXNwZXJlciUyQytEVkQrU3RhcitUcmVrJTJDK1Njb3R0K1dvbGZfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-184" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V-Scott-Wolf-2.jpg" alt="" title="V-Scott-Wolf-2" width="624" height="351" class="aligncenter size-full wp-image-3803" /></a></p>
<p>Sentimento existe de sobra nos humanos, mas é a primeira vez em que se considera o lado emocional da liderança dos alienígenas. “Anna também pode ser vulnerável”, diz Morena, surpresa pela menção a um possível relacionamento entre sua personagem e Chad Decker, o âncora de TV vivido por Wolf. “Uau! Vou adorar isso!”, descontraí o astro de <strong>O Quinteto</strong>. Mais velho, com o rosto bastante afetado por aplicações exageradas de botox, é impossível não gostar de Wolf, sujeito simpático e atencioso. Esse é um momento crucial para o ator, pois o sucesso de <strong>V </strong>é fundamental para que ele se distancie de vez de seu papel “eterno”. Joshua Jackson deixou Pacey de lado com Fringe, Jennifer Love-Hewitt e Matthew Fox, seus parceiros em <strong>O Quinteto</strong>, fizeram o mesmo com, respectivamente, <strong>Ghost Whisperer </strong>e <strong>Lost</strong>. Mas e ele? “Essa é minha maior chance, sei disso. O personagem é forte o suficiente e a história vai exigir muito do meu trabalho; estou confiante”.</p>
<p>Chad Decker surge como personagem complexo, mesmo sem ser o principal foco da série. Ele é um jornalista selecionado por Anna para ser o entrevistador exclusivo da alienígena. Isso lhe traz fama, mas contradiz a natureza investigativa do trabalho. Descobrir para qual lado a lealdade de Chad será dedicada é um dos grandes mistérios de <strong>V</strong>. Mesmo no final da temporada ainda não se sabe o que realmente acontece na mente desse sujeito dividido entre a fama mundial e sua própria raça. E você, de qual lado ficaria?</p>
<p>Ele poderia facilmente ser o personagem principal, porém, esse papel está nas mãos de Elizabeth Mitchell, recém-saída de Lost, uma agente do FBI e peça-chave da resistência humana. Rindo alucinadamente ao lado de Morris Chestnut (Ryan Nichols) e Joel Gretsch (Padre Jack), Elizabeth chama atenção por sua estatura e também pelo charme e inteligência. “Depois de ler o piloto, jurava que a série teria o foco no aspecto religioso, em vez da política”, comenta entre uma gargalhada e outra. “Convenhamos, não há ficção naquele mundo de pessoas desesperadas por um sistema de saúde melhor, avanços tecnológicos e melhores condições de vida. E aí chegam os ETs dispostos a resolver tudo isso, sem política e sem custo. É a essência do milagre e esse, em especial, não está previsto pela Bíblia”.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V-Father-Jack-2.jpg" alt="" title="V-Father-Jack-2" width="624" height="351" class="aligncenter size-full wp-image-3798" /></p>
<p>As possibilidades são infinitas nesse confronto entre Visitantes e Humanidade. Testes de fé, lealdade, amizade e limites acontecerão a todo momento, assim como diversas homenagens à série original. “Copiar não é o caso, mas existem referências a cada um dos grandes momentos clássicos; como Diana comendo o hamster; o pouso da primeira nave na fábrica ao som de <strong>Guerra nas Estrelas</strong> e outros momentos que é melhor nem mencionar”, diz Steve Pearlman, outro produtor executivo. Cada episódio contém, pelo menos, uma homenagem, ou seja, diversão garantida para quem adora procurar detalhes. </p>
<p>Falando em possibilidades existe até espaço para um pouco de Romeu e Julieta. Laura Vandervoort (a Super Girl de Smallville) e o novato Logan Huffman vivem, respectivamente, Lisa – a filha de Anna – e Tyler – o filho de Erica Evans, Elizabeth Mitchell. Essa relação nasceu na série original, com a necessidade dos alienígenas de começar a se reproduzir com os humanos, entretanto, desde sua gênese, a nova versão tem outra dinâmica. “Esses alienígenas são diferentes e acho que não esperavam se envolver com tanta facilidade, mas, claro, há limites. Lisa vai mudar e sua missão vai deixar de ser o foco na relação com Tyler; há um detalhe curioso, lagartos precisam colocar a língua para fora para sentir o cheiro e o gosto de suas vítimas, Lisa adora fazer isso quando está perto de Tyler (risos)”, comenta a beldade que não se arrepende nem um pouco de ter escolhido <strong>V </strong>em vez de batalhar espaço num previsível seriado teen como <strong>Gossip Girl</strong>. “V atinge mais gente e há muitos adultos assistindo à série, diferente dos shows tipicamente adolescentes, então é outro tipo de exigência; como ter que me retrair emocionalmente e manter aquela postura tensa o tempo todo [que chega a doer no fim do dia]”. </p>
<p>Seja pela demanda dramática dos atores ou pela qualidade técnica, <strong>V </strong>dá sinais claros de sucesso à vista. Tanto que foi renovada para a segunda temporada, enquanto a badalada <strong>FlashForward </strong>ficou de fora das renovações. A recepção dos primeiros quatro episódios, ou melhor, do “Prólogo” de acordo com equipe e elenco, trouxe atenção ao programa. Seus efeitos especiais não provocam estranhamento, tendem a surgir nos momentos certos e garantem um charme especial ao programa. Bate <strong>FlashForward </strong>em todos os aspectos, comparados os inícios de ambas as séries. E quando a influencia alienígena é mais realista do que uma série de acidentes com elementos terráqueos, nota-se que as escolhas de David S. Goyer (que já saiu da série) falharam.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V-Elizabeth-Mitchell.jpg" alt="" title="V-Elizabeth-Mitchell" width="624" height="351" class="aligncenter size-full wp-image-3790" /></p>
<p>Os alienígenas estão entre nós. Com isso, a grade norte-americana agora tem um número recorde de seriados de ficção científica, fantasia e terror: <strong>V</strong>, <strong>Fringe</strong>, <strong>Supernatural</strong>, <strong>The Vampire Diaries</strong>, True Blood, <strong>Star Wars: The Clone Wars</strong>, <strong>Caprica</strong>, <strong>Smallville</strong>, <strong>Stargate: Universe</strong>, <strong>Chuck</strong>, <strong>The Legend of the Seeker</strong>, <strong>Warehouse 13</strong>, <strong>Eureka</strong>, <strong>Merlin </strong>e os ainda inéditos <strong>The Gates</strong>, com Rhona Mitra, e<strong> No Ordinary Family</strong>, com Michael Chicklis. Com o fim de <strong>Lost </strong>e o cancelamento de <strong>FlashForward</strong>, <strong>V </strong>pode ser a aposta principal da ABC. Tudo depende do curso escolhido pelos produtores, que já introduziram a Quinta Coluna, a gênese da resistência humana e, pelo que tudo indica, um objetivo diferente para os Visitantes. </p>
<p>O elenco funciona e, pela primeira vez, nossa reportagem encontrou um grupo que realmente se dá bem e é descontraído. Todos dizem ser “famílias e muito amigos”, ver Elizabeth Mitchell, Morris Chestnut e Joel Gretsch gargalhando e se divertindo ao vivo comprova isso. E o reflexo está na série. Há algo mais ali e esperamos não ser apenas a vontade da redação de ver esse clássico fazendo história pela segunda vez.  O Blu-Ray já tem lugar garantido ao lado do DVD da série original. É a melhor série da galáxia? Não. Mas pode ser a principal representante do gênero. <strong>V </strong>está na ABC, tem orçamento representativo e conseguiu um respiro para se consolidar em termos de roteiro. </p>
<p>Só gostaria que forçassem menos naquele uso pesado da tela azul. Pode ser? E você, o que acha da série?</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
<div id="attachment_3800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 634px"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/V-Lisa.jpg" alt="" title="V-Lisa" width="624" height="351" class="size-full wp-image-3800" /><p class="wp-caption-text">Hey, esse aí é o Borbs??!??!</p></div>

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		<title>Temporada de Caça ao Emmy de Drama!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 18:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Emmy 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angeles Times]]></category>
		<category><![CDATA[Series]]></category>

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		<description><![CDATA[O LA Times entrou forte na temporada de caça ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0hvdXNlJTJDK0RWRCtNYWQrTWVuJTJDK0RWRCtGcmluZ2UlMkMrRFZEK0RpYStkZStGdXJpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-128" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/tv_breaking_bad.jpg" alt="" title="tv_breaking_bad" width="650" height="439" class="aligncenter size-full wp-image-3763" /></a></p>
<blockquote><p>
O LA Times entrou forte na temporada de caça ao EMMY hoje, com uma edição especial de <strong>The Envelope</strong>, apresentando os principais candidatos. Na parte publicitária, companhias declaram seus escolhidos.
</p></blockquote>
<p>Há consenso entre os críticos televisivos norte-americanos de que a série <strong>Breaking Bad</strong>, do AMC, é o suprassumo dramático da programação. <strong>Bryan Cranston</strong> recebe elogios tão freqüentes quanto troca de cueca e parece que a briga pelo EMMY na categoria ator acabou mesmo antes de começar, mas os concorrentes não vão deixar barato. Basta uma rápida olhada pelo caderno especial <a href="http://www.theenvelope.com">The Envelope</a>, encartado no <strong>Los Angeles Times</strong> de hoje para perceber que disputa vai ser séria. É o primeiro de uma série, que começou focado no gênero Drama. A votação já está em andamento, então tanto a imprensa quanto os estúdios começam a dar seus grandes tiros afinal todos querem saber: quem será o melhor da TV num ano marcado pelo fim de <strong>Lost</strong>, <strong>24 </strong>e com tantas surpresas de qualidade e público?</p>
<p>A aposta de The Envelope é clara: <strong>Bryan Cranston</strong> na categoria principal [ele está na capa da edição], mas abrir cada matéria da edição reduz gradativamente essa certeza. Logo de cara, <strong>John Noble</strong> intriga com seu Walter Bishop, de <strong>Fringe </strong>[meu favorito... disparado], que precisou de muito lobby para entrar na mira dos votantes, mas parece ter funcionado; depois surge <strong>Timothy Olyphant </strong>que, novamente, chama a atenção com <strong>Justified</strong>. Aliás, faz tempo que Olyphant tem papéis marcantes e tem construído uma carreira bastante sólida na TV, já que suas experiências no cinema nunca geraram muito interesse. E aí uma interessante surpresa, o trio de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific/"><strong>The Pacific</strong></a> [<strong>James Badge Dale</strong>, <strong>Joseph Mazzello</strong> e <strong>Jon Seda</strong>, na ordem de melhor atuação] aparece entre os possíveis vencedores. A minissérie vai levar uma enxurrada de prêmios, assim como <strong>Band of Brothers</strong>, mas nunca pensei em resultados positivos para o elenco, embora o trabalho desse trio seja fantástico! Tudo pode acontecer nessa fase e boas opções não faltam, é a era de ouro da qualidade dramática na TV a cabo. </p>
<p>Duas curiosidades: <strong>Cherry Jones</strong>, a presidenta de <strong>24 </strong>está fora da disputa e <strong>Terry O’Quinn</strong>, vencedor do Emmy por seu personagem John Locke, em Lost, disse que nunca mais participaria, mas voltou atrás e está na briga. Duas mulheres têm destaque editorial: <strong>S. Epatha Mekerson</strong>, de <strong>Law &#038; Order</strong>, com direito a entrevista; e <strong>Glenn Close</strong>, por Damages, mas apenas uma foto focando na inevitável indicação da série. Ainda é o samba do crioulo doido, afinal, qualquer um pode entrar na lista final. É a primeira fase da votação, que termina no dia 21 de junho, e, depois do anúncio dos concorrentes (em 8 de julho), os membros têm até o dia 17 de agosto para escolher seus favoritos. A cerimônia de entrega do Emmy 2010 acontece em 29 de agosto, no Governor’s Ball, com apresentação de Jimmy Fallon.</p>
<p>Antes disso, a bolsa de apostas não para. De acordo com <strong>The Envelope</strong>, as séries favoritas ao prêmio de Drama são:</p>
<p><strong>Big Love</strong> (desgastado em relação à concorrência mais “nova”)<br />
<strong>Breaking Bad </strong>(merece o puxa-saquismo!)<br />
<strong>Damages </strong>(Glenn Close, precisa dizer mais?)<br />
<strong>Dexter </strong>(se ganhar, não surpreende)<br />
<strong>The Good Wife</strong> (supervalorizada)<br />
<strong>House </strong>(sempre concorrente sério)<br />
<strong>Lost </strong>(merece pelo conjunto da obra!)<br />
<strong>Mad Men</strong> (depois de dois anos seguidos, deu, né?)<br />
<strong>Sons of Anarchy</strong> (poucas chances. Katey Sagal, talvez leve)<br />
<strong>Treme </strong>(surpresa! Ótima série!)</p>
<p>Quem pode entrar na briga:<br />
<strong>Burn Notice</strong> (médio)<br />
<strong>The Closer </strong>(Kyra Sedgwick é um amor de pessoa, mas a série é regular)<br />
<strong>Criminal Minds </strong>(sofre pelo ‘preconceito’ com os dramas de procedimento)<br />
<strong>Friday Night Lights</strong> (nunca vi!)<br />
<strong>Justified </strong>(mereceria estar no topo!)<br />
<strong>Men of a Certain Age</strong> (adorei!)<br />
<strong>The Mentalist </strong>(chaaato!)<br />
<strong>Parenthood </strong>(ainda não vi)<br />
<strong>Rescue Me</strong> (gosto, mas longe de ser top show)<br />
<strong>True Blood </strong>(deveria ser julgado separadamente. Ver Fringe)<br />
<strong>The Tudors</strong> (brilhante e mereceria disputar o caneco!)<br />
<strong>24 </strong>(Muito trabalho e pouca diversão fazem de Jack um bobão. Não gostam de Jack Bauer. Tolos)<br />
<strong>White Collar </strong>(promissora, mas ainda precisa evoluir)</p>
<p>E as zebras:<br />
<strong>Brothers &#038; Sisters</strong> (tem seus momentos)<br />
<strong>CSI </strong>(improvável)<br />
<strong>FlashForward </strong>(não funcionou e já foi cancelada, não vejo razão)<br />
<strong>Fringe </strong>(devia haver um gênero para séries de Ficção Científica e Fantasia!!! Ver True Blood)<br />
<strong>Heroes </strong>(sério?!)<br />
<strong>In Plain Sight</strong><br />
<strong>Law &#038; Order</strong> (ver Criminal Minds)<br />
<strong>NCIS </strong>(ver Law &#038; Order e Criminal Minds)<br />
<strong>Southland </strong>(vale, mas foi salva e vai ter outras chances)</p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0ZyaW5nZSUyQytEVkQrTG9zdCUyQytEVkQrTG9yZCtvZit0aGUrUmluZ3NfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-112" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/bishop-fringe.jpg" alt="" title="bishop-fringe" width="650" height="521" class="aligncenter size-full wp-image-3764" /></a></p>
<p>A publicidade é sempre forte nesse período e essa edição de The Envelope não poderia ficar de fora. Muitos anúncios impactantes entraram na brincadeira, especialmente para reforçar concorrentes a outras categorias. Um exemplo é <strong>You Don’t Know Jack</strong>, um trabalho primoroso de Al Pacino nesse telefilme da HBO, que ainda tem John Goodman e Susan Sarandon no elenco. É uma porrada televisiva! E se você não conhece o nome Jack Kevorkian, bem, You Don’t Know Jack! Corre para assistir! E a <strong>HBO </strong>não parou por aí ao também dedicar parte de sua verba para <strong>Big Love</strong>. Acho improvável uma vitória, mas nunca se sabe. Bill Paxton e seu harém trabalharam pesado na última temporada. E a HBO sabe disso.</p>
<p>A Warner aposta em sua única série decente: <strong>Fringe</strong>. Sim, é exibido pela Fox, mas é produzido pela Warner. Já que o CW não tem nada que preste, em termos de Emmy, e <strong>Supernatural </strong>sempre é sumariamente ignorado (ver comentários sobre <strong>Fringe </strong>e <strong>True Blood</strong> na lista acima) por questões de gênero [Jensen Ackles e muitos dos diretores mereceriam prêmios, aliás]. Enfim, aposto em John Noble. Fringe é demais, mas o pessoal do Emmy não vai concordar comigo, claro. </p>
<p>A NBC deu um único tiro e apostou em <strong>Parenthood</strong>, assim como a TNT que botou suas fichas no ótimo <strong>Men of a Certain Age</strong>. Não sei dizer qual dos três protagonistas é o melhor, é um trio perfeitamente alinhado e em sintonia com seus personagens. Talvez Ray Romano, mas Scott Bakula rouba a cena em diversas ocasiões. Difícil escolher! A ABC só lembrou ao pessoal de que <a href="http://www.soshollywood.com.br/lost-final"><strong>Lost </strong></a>acabou e, bem, é <strong>Lost</strong>! Isso já basta. Torço pela indicação e o título! É como torcer para <strong>O Retorno do Rei </strong>no Oscar!</p>
<p>Quem gastou bastante foi o FX, que está fazendo de tudo para <strong>Timothy Olyphant </strong>levar por <strong>Justified </strong>e, felizmente, lembrou de suas mulheres: Glenn Close, em Damages ,e Kate Sagal, em <strong>Sons of Anarchy</strong>. Fechando a parte publicitária, as escolhas do USA são: <strong>White Collar</strong>, <strong>Burn Notice</strong> e <strong>In Plain Sight</strong>; enquanto o ShowTime comprou a quarta capa [o anúncio no final do caderno] para valorizar um pot-pourri de seriados: <strong>Californication</strong>, <strong>Weeds</strong>, <strong>Nurse Jackie</strong>, <strong>Dexter</strong>, <strong>United States of Tara,</strong> T<strong>racey Ullman’s State of the Union</strong>, <strong>The Tudors</strong>, <strong>Penn and Tellers: BS!</strong> e <strong>Secret Diary of a Call Girl</strong>.  </p>
<p>É a TV americana escolhendo seus melhores! Quem ganha? Deixe suas opiniões e palpites!</p>
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		<title>Larry King entrevista James Cameron</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 16:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[James Cameron oferece sua experiência como explorador submarino e avalia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0F2YXRhciUyQytEVkQrQWxpZW4lMkMrRFZEK08rU2VncmVkbytkbytBYmlzbW8lMkMrRFZEK1RpdGFuaWNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-136" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/james-cameron-talking.jpg" alt="" title="james-cameron-talking" width="540" height="359" class="aligncenter size-full wp-image-3757" /></a></p>
<blockquote><p>James Cameron oferece sua experiência como explorador submarino e avalia opções para resolver o vazamento de petróleo no Golfo do México. É o poder da celebridade sendo utilizado para um bem maior que valorizar o próprio umbigo!</p></blockquote>
<p>Larry King está em festa, comemorando 25 anos no ar e entrevistando vários pesos pesados na última semana, mas mesmo assim encontrou espaço para uma entrevista fantástica com foco na notícia do momento: o vazamento de petróleo no Golfo do México. E o entrevista não era nenhum executivo da BP ou do governo, mas sim James Cameron, diretor de <strong>O Exterminador do Futuro</strong> e <a href="http://www.soshollywood.com.br/avatar/"><strong>Avatar</strong></a>. Cameron deu um show de informação em relação a possíveis soluções para vazamento, assim como compartilhou sua experiência submarina &#8211; tanto no cinema quanto em seu trabalho ecológico. Gostei da conversa até pelo fato de ter ficado com uma impressão ruim da visita de Cameron ao Brasil, especialmente pelo aspecto negativo da maioria das matérias que li. Bem, se ele se meteu &#8216;onde não era chamado&#8217;, é por que se importa e se mete também onde deve&#8230; em seu país. Como Forrest Whitaker diz, somos cidadãos do mundo e ficar sendo bairrista quando se trata de cuidar [ou se preocupar] do planeta é sensacionalismo.</p>
<p>Veja um trecho da entrevista, em inglês. Não é muito, mas só esse pedaço é melhor do que toda a entrevista com a Lady Gaga, na semana passada.</p>
<p><center><object width="416" height="374" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="ep"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=bestoftv/2010/06/07/lkl.james.cameron.oil.disaster.cnn" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://i.cdn.turner.com/cnn/.element/apps/cvp/3.0/swf/cnn_416x234_embed.swf?context=embed&#038;videoId=bestoftv/2010/06/07/lkl.james.cameron.oil.disaster.cnn" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="416" wmode="transparent" height="374"></embed></object></center></p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q05OJTJDK0RWRCtBdmF0YXIlMkMrVGVybWluYXRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-92" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/larry-king.jpg" alt="" title="larry-king" width="450" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-3758" /></a></p>
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		<title>[TV] A Nova Geração dos Seriados Interativos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 00:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Natureza interativa da atual relação entre fãs e suas séries [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0xvc3RfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-60" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/john_locke_lost.jpg" alt="" title="john_locke_lost" width="650" height="459" class="aligncenter size-full wp-image-3739" /></a></p>
<blockquote><p>Natureza interativa da atual relação entre fãs e suas séries tem provocado uma onda interessante de “conversas” entre roteiristas e público, durante os episódios, sem medo de irritar os críticos. Quer um exemplo? Os finais de temporada de Lost e Supernatural!</p></blockquote>
<p><strong>[SPOILERS]</strong></p>
<p>A página em branco é o famoso “maior inimigo” do profissional das letras. Seja ele jornalista, roteirista, escritor, redator ou enviador compulsivo de e-mails! Afinal, como começar? Como encontrar o melhor caminho para contar algo relevante e, no caso da TV, suficientemente atraente para seu público? Isso piora quando é hora de encerrar ciclos, ou melhor, temporadas. Historicamente alheias à existência de sua platéia, especialmente por conta do formato, os seriados televisivos existiram por muito tempo em seu universo paralelo. Uma mera janela para outras realidades, épocas ou espécies. Agora, não mais. O mundo 2.0 aproximou espectador de roteiristas, mudou a relação entre propaganda e programa e provocou mais mudanças do que imaginamos. A maior delas é notar que grandes seriados decidem, assim, sem mais nem menos, “conversar” com seus espectadores durante seus episódios. É a representação mal da tal metalinguagem. É a voz do fã ecoando através dos personagens e a estrutura em si sendo construída em torno da reação daquele que assiste. É o fim da mera observação. Quem viu o final de <a href="http://www.soshollywood.com.br/lost-final/"><strong>Lost</strong></a> e o término da quinta temporada de <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/supernatural"><strong>Supernatural </strong></a>viu os primeiros passos dessa realidade.</p>
<p>Tentar desvendar os mistérios da Ilha de <strong>Lost </strong>virou passatempo mundial e cada pergunta levantada pelo programa merecia infindáveis teorias. Uma delas era: Quem seria o substituto de Jacob? Jack Shepard era a carta marcada. A escolha óbvia. Para alguns, a mais improvável justamente por ser a ‘não surpresa’. E foi o que aconteceu, por um curto período, mas aconteceu. Uma onda de incredulidade deve ter assolado o mundo quando a cena da escolha foi exibida, mas ficar indignado com isso não foi apenas um direito dos fãs. John Locke, ou melhor Monstro de Fumaça que Mata Todo Mundo e Não tem Deus no Coração, reagiu do mesmo jeito: “Então é você? Pelo que conheço de Jacob, esperava alguma surpresa. Você é meio que a escolha óbvia, não acha?” <em>[Original: So it’s you. Jack: Yeah, it’s me. Locke: Jacob being who he is, I expected to be surprised. You're sort of the obvious choice, don't you think?] </em></p>
<p>Não há melhor maneira de interagir com seus seguidores, especialmente no caso de Lost, que arregimentou um dos maiores exércitos de fanáticos que a TV moderna já viu ao longo de seus seis anos. Você tem dúvidas e expectativas, nós entendemos. E sabemos exatamente quais são. Essa é a mensagem, um modo curioso para respeitar a clientela e aumentar ainda mais sua identificação com o roteiro. Entretanto, há um elemento fundamental aí: ao reconhecer a existência do público dessa forma, não há volta para o sistema antigo, no qual tudo acontece alheio à vontade do espectador. É a semente de uma nova dinâmica.</p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK1N1cGVybmF0dXJhbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-72" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impala_supernatural.jpg" alt="" title="impala_supernatural" width="650" height="344" class="aligncenter size-full wp-image-3738" /></a></p>
<p>Mas Lost não está sozinho nessa tendência. <strong>The Swan Song</strong>, o último episódio da quinta temporada de <strong>Supernatural</strong>, fez mais do que transmitir as dúvidas dos fãs e conversou com sua platéia ao longo do episódio. Tudo começa com Chuck, o profeta que escreve o Evangelho dos Irmãos Winchester, reconhecendo as dificuldades de sua tarefa: escrever. Afinal, como concluir uma história bem desenvolvida ao longo de cinco anos, ou melhor, como vencer o Apocalipse e ainda deixar espaço para um sexto ano? É um dilema tanto para espectador quanto para os roteiristas. Uma decisão errada, e tudo iria ralo abaixo.</p>
<p>Ao entender seu processo, Chuck encontra um caminho para iniciar sua história: o Impala, que faz as vezes de lar para Dean e Sam, assim como já se consagrou na mitologia televisiva como um dos carros mais marcantes do gênero. Com isso, <strong>Supernatural </strong>envolveu sua audiência, agora instruída no difícil ato da criação, e essa combinação – público e roteiro – serviu de guia para a conclusão da temporada. De algum modo, mesmo sem influência direta, cada um colaborou para aquele final. Ou foi levado a acreditar nisso. </p>
<p>De qualquer forma, falamos aqui sobre o exercício criativo e a nova estrutura, que convida o espectador a ter sua voz na tela. Muito mais que Hurley com suas colocações nerds – fazendo as vezes de representante, mas sem permitir esse tipo de interação – ou, no caso de Supernatural, no episódio em que Sam e Dean ficaram presos dentro de uma convenção de fãs. Nesse capítulo, aliás, encontraram-se muitos representantes, mas poucas vozes ativas, especialmente se considerarmos a abrangência minúscula do fã-clube fictício e a enormidade de sua versão real. Nunca que apenas uma fã perceberia estar diante de seus ídolos. Ali, a diminuição serviu apenas como homenagem.</p>
<p>Mas as regras mudaram. Viver o dia a dia de Chuck, compreender sua narrativa, e encontrar sua voz ativa em Lost mostra um caminho. O roteirista é deus, cuja existência depende da crença de sua platéia. Uma questão de fé, seja ela real ou fictícia. É uma interação mais positiva e menos incisiva do que a proposta pelos primórdios do Você Decide e não prevê a participação ativa, e desregrada, das ligações dos reality shows. É chegada a hora de uma nova tela branca, na qual letras serão inseridas não para atender ao produtor e, com sorte, atrair fãs, mas sim para incorporar todos esses elementos e, dessa mistura, desenvolver o novo conceito de seriados interativos e de qualidade.</p>
<p>E que isso afunde com o reinado acéfalo da TV realista que de real não tem nada.<br />
<a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK1N1cGVybmF0dXJhbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-72" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chuck-supernatural.jpg" alt="" title="chuck-supernatural" width="650" height="366" class="aligncenter size-full wp-image-3740" /></a></p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto, de Los Angeles</font></em></p>
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		<title>Momento Paparazzi: Laura Prepon</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 19:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É a primeira vez que faço isso. Bem, é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VGhhdCs3MHMrU2hvd18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-68" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/05/laura_prepon_sos.jpg" alt="" title="laura_prepon_sos" width="336" height="248" class="aligncenter size-full wp-image-3649" /></a></p>
<p>É a primeira vez que faço isso. Bem, é a primeira vez que meu celular tem espaço suficiente para tirar uma foto &#8220;urgente&#8221; no supermercado. Tudo começou na área do açougue do Albertson&#8217;s, o mercado da vizinhança. Cheguei e dei de cara com <strong>Laura Prepon</strong>, a Donna, do <strong>That 70&#8242;s Show</strong>. Para desespero do Thiago Siqueira, ela é naturalmente loira&#8230; nada de cabelo ruivo! </p>
<p>Trocamos duas palavras sobre, bem, carne. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ela não pareceu tão simpática quanto imaginava, mas nunca se sabe como esses atores reagem aos fãs no cotidiano. Acabei nem falando nada, se bem que elogiaria pelo episódio de <strong>House</strong>, em vez de falar sobre <strong>That 70&#8242;s Show</strong>. Mas enfim, ela continuou fazendo compras e eu também, mas aí acabei vendo a moça dando sopa num dos caixas e arrisquei uma foto com o Blackberry. Não ficou lá essas coisas, mas fica o registro.</p>
<p>Esse é um pedacinho da vida por aqui e esse supermercado parece agência de atores. Já encontrei tanta gente ali que perdi a conta.</p>
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		<title>Uma Ilha para Todos Intrigar e Emocionar</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 01:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual o último final de série do qual você se [...]]]></description>
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<blockquote><p>Qual o último final de série do qual você se lembra de ter realmente se importado e antecipado, seja para elogiar ou tirar barato, nos últimos dez anos? A resposta só pode ser uma: Lost! <strong>SPOILERS!</strong>
</p></blockquote>
<p>Existe um formato literário há muito obsoleto nos jornais brasileiros, mas cuja essência ainda vive: o folhetim. Basicamente, um grande autor escrevia uma pequena história publicada diária ou semanalmente num jornal de grande circulação. Podemos considerar o casamento entre as radionovelas e o folhetim como a gênese da ficção em série ou, como conhecemos hoje, os seriados de TV. A grande chave do folhetim era, acima de tudo, manter o leitor vidrado e ansioso pelo capítulo seguinte. Valia tudo: suspense, mistério, surpresas, personagens fora do comum, qualquer coisa capaz de causar curiosidade. Antes de cair na mesmice abissal, as novelas conseguiram atualizar esse conceito e o mesmo aconteceu com boa parte das séries da TV a cabo até que os criadores malucos de Lost resolveram derrubar o Oceanic 815 na bendita ilha e tudo começou. E, claro, com um diferencial: quanto mais perguntas, dúvidas ou mistérios, melhor! Seis anos depois, o maior de todos os folhetins chega ao fim, divide opiniões, provoca emoção, envolve toda a mídia e, mesmo sem responder a maioria de suas perguntas, cumpre sua missão – re-energizar um formato. </p>
<p>J.J. Abrams disse a esse repórter que o final de Lost seria “polêmico, mas necessário”. Promessa feita, promessa cumprida. Bem, a frase foi bem pensada e era segura de ser dita, afinal, qualquer final causaria esse efeito. Tudo por conta da relação especial entre os fãs da série e seu objeto de culto. Diferentes de outras séries mais jovens, esse devoto não morre de amores por fotos dos atores ou persegue o que fazem em suas vidas pessoais. Seu compromisso é com a série, com sua proposta e, acima de tudo, com seu significado. Desde o primeiro instante todos perguntam: o que é a ilha?</p>
<p>A resposta? É o que você quiser que ela seja! Nada de conclusão definitiva. É a aplicação do conceito da ‘Caixa Mágica’, de J.J. Abrams. A história é verídica: ele tem uma caixa com uma ‘surpresa mágica’ que ganhou quando criança. A idéia é abrir e ser surpreendido pelo presente, algo misterioso e inesperado. O diretor e produtor executivo nunca a abriu, pois prefere manter sua mente curiosa sobre o conteúdo mesmo depois de tantas décadas. A ilha de Lost e a maioria de suas razões está dentro da caixa que Abrams entregou a cada um dos valentes dispostos a encarar seis anos do seriado sabendo que dar soluções nunca foi o forte do programa. Propositalmente, claro.</p>
<p>Será? Damon Lindelof e Carlton Cuse os “responsáveis pelo programa”, ou show runners, em inglês, foram bombardeados ao longo da série por gente tentando descobrir o desfecho, acusações de que não sabiam quais os rumos e que estavam inventando aos poucos. Sempre responderam que tinham as respostas. Atirei uma dessas pedras, afinal, cansei do excesso de charadas e abandonei a série depois do final da segunda temporada. Só voltaria a assistir os “anos ignorados” perto da estréia da derradeira e, confesso, a sensação permaneceu. Erro do meu foco em querer respostas ou no constante conflito da série entre personagens carecerem de realizações para se manterem interessantes e nenhum desses atos poder ser conclusivo em relação aos temas principais? Ou seja, eles tinham que fazer algo, mas nada aliviava a tensão exercida pelos mistérios. </p>
<p>Muito além de respostas, algo feito nas últimas duas temporadas mudou esse rumo. De forma sutil, mas mudou. Pouco a pouco, a ilha – até então peça-chave para toda e qualquer teoria sobre Lost – foi saindo de foco, primeiro com o duelo entre os irmãos Jacob e Esaú, oops, Adão, oops, Flocke, oops, Monstro de Fumaça, oops, Ruivo Hering&#8230; ; depois a realidade alternativa, na qual o avião não caiu. Afinal, de que ajudaria saber o que é a ilha? Poderia ser uma recompensa por tanto tempo dedicado, claro. Porém, essa situação mantém Lost, mesmo depois de seu final, tão pessoal e íntima quanto durante sua exibição.</p>
<p>Tudo culpa daquele sentimento de posse desenvolvido entre fãs e séries. Recebemos estímulos e imaginamos diversas possibilidades para sua evolução e talvez por isso Lost tenha causado tanto impacto, pois enquanto nossas mentes se concentravam em respostas, os roteiristas da série ofereciam apenas mais perguntas. Talvez esse seja um dos grandes méritos da série, capaz de manter a atenção durante tanto tempo sem, efetivamente, contar nada. Esse estilo é presente também na literatura. A Estrada, de Cormac McCarthy, também postula a conquista do público pela simples expectativa numa construção desprovida de grandes ações ou explicações. É a saída para a TV formuláica e previsível, do final repleto de sorrisos e pessoas felizes. McCarthy levou esse conceito até o final, Lost não. </p>
<p>As respostas não vieram. Se nem mesmo a vida nos dá respostas, qual a obrigação de Lost em provê-las? Há um acordo velado quando se resolve seguir um seriado tão longo: a produção abastece o telespectador com um determinado conteúdo, ele aceita, ou não.  Essas são as regras, e de regras o fã de Lost entende por ter sido exposto a inúmeras delas. Pressione o botão; fique longe dos Outros; não brinque com as bananas de dinamite do Black Rock; nunca deixe o Hurley sozinho com a comida; o Monstro de Fumaça não pode atravessar a cinza e também não pode matar Jacob, que, por sua vez, escolhe os candidatos, e por aí vai. </p>
<p>Mas sem as respostas definitivas, cada um pode manter suas teorias e continuar a discutir o assunto. Todos estão certos quando ninguém está certo. É chato e frustrante? Sim. Mas faz mais sentido do que reescrever a Bíblia e se contradizer a cada episódio ou ponta deixada em aberto. Torci muito por uma conclusão mais FC, mas se esse era o plano, que seja. Essa discussão toda não acontecia desde Matrix Reloaded, com suas infinitas possibilidades e aquela mistura entre misticismo e tecnologia. Algo muito parecido com o oferecido por Lost, embora seu final tenha guinado indiscutivelmente para o lado espiritual. E que final!</p>
<p>A conclusão de Lost apostou no emocional. Fez muita gente chorar, fez muita gente odiar. Entrei no primeiro grupo em algumas ocasiões por um motivo muito especial: minha avó. Quando Jack encosta no caixão do pai lembrou-me da última vez em que vi o rosto da <a href="http://www.soshollywood.com.br/uma-simples-homenagem/">Dona Elza</a>, sorrindo e imóvel. Lembrança triste e razão do choro, afinal, por que não acreditar, só por um pouquinho, que o futuro pode ser daquele jeito? A saudade voltou e um pingo de esperança egoística surgiu. Se eles podem, eu também quero. Esse universo paralelo possivelmente representa o meio termo entre a religiosidade de J.J. Abrams, Damon Lindelof e Carlton Cuse sintetizado em uma só palavra: esperança. </p>
<p>Comentei no podcast <a href="http://www.soshollywood.com.br/podcast-losties-the-candidate/">LOSTies </a>que houve muita embromação em Lost. Fato. A série registrou momentos muito mais grandiosos que seu final, possibilidades mais atrativas seja como série de ficção científica ou como drama. Mas tudo isso sempre promovia a dúvida, a curiosidade e, em algumas vezes, a dura certeza de que ninguém sairia dali vivo. E não saiu, só que nos faltava essa concepção de que o “ali” não era a ilha, mas sim a vida. Nesse aspecto, o final de Lost foi preciso, afinal, para que dar um grande desfecho tecnológico e ficcional se esse mundo anda precisando muito mais da esperança do que de teoria? Clássico já é. Famoso também. Então por que não acalentar o emocional quando meio mundo estava assistindo? É um ciclo. </p>
<p>Começou com pessoas procurando rumo, salvação, razão para viver. Terminou com essas mesmas pessoas sorridentes, felizes, redimidas e, acima de tudo, em paz. E mensagem melhor não, especialmente sabendo que Fringe está no ar justamente para fazer o contrário: dar respostas, mergulhar na ficção científica com o mesmo drama e mentes criativas. Aliás, brinquei com a Lu outro dia dizendo que o final de Lost seria o comecinho de Fringe, só que no “outro universo”. Tudo é possível no mundo de Walter Bishop.</p>
<p>E tudo ainda é possível quando se pensa na ilha e nos sobreviventes do Oceanic 815. Muitas respostas foram dadas há tempos e, por escolha própria, o fã decidiu não aceitá-las esperando um grand finale mais mastigado ou ligando todos os pontos. A série nunca permitiria isso, ou seria mais uma regra da ilha? Assim como encontrei uma razão extremamente pessoal para me emocionar no final, cada espectador tinha suas razões para seguir, ou não, o programa. E cada uma delas levava a uma teoria ou desejo. Ninguém acertou; e isso foi fantástico, pois manteve o caráter imprevisível do seriado.</p>
<p>Ao tornar a ilha num simples pano de fundo para a vida de Jack Shepard e seus amigos, finalmente, o tal drama pessoal defendido pelos produtores se fez presente e muita coisa fez mais sentido. A ilha existiu, enlouqueceu pessoas, uniu outras, poderia ter acabado com o mundo, mas acabou nas mãos daquele que melhor cuidava de seus iguais: Hurley. É a vitória dos nerds até mesmo na ilha dos birutas e também marcou a redenção. Odiar Ben Linus virou lugar comum e, como aconteceu, sua redenção marcou demais. Não foi uma segunda chance, afinal ele teve inúmeras oportunidades anteriormente, mas o sujeito se manteve honesto a seu desejo primário: precisava de atenção, queria cuidar da ilha e de seus moradores. Quando teve a chance foi brilhante. Engraçado ter uma certeza dessas sem ter a menor idéia do que ele fez, não é mesmo?</p>
<p>Gosto de pensar que a melhor das histórias é aquela não contada. Contar pode, às vezes, engessar um conceito. Provocar a mente é o melhor caminho. Por isso gosto de H.P. Lovecraft, que sempre me fez ficar apavorado sem nunca definir exatamente o que deveríamos imaginar. A mente nos leva a lugares negros, mas também conhece o caminho da Luz, seja ela o poço eletromagnético no centro da ilha ou das lembranças boas. </p>
<p>Por isso me emocionei com a conclusão naquela igreja, aliás, um lugar de todas as religiosidades. Pelos olhos de Jack – sempre eles! – vivenciamos uma inundação de boas lembranças, de sensações e um maravilhamento único. Desmond ajudou todos a se lembrarem, mas naquele momento não havia lugar para a dor. Eles sofreram o suficiente ao longo dos seis anos.</p>
<p>E nós também. Será essa nossa deixa para vivermos em paz a partir de agora? </p>
<p>E pensar que tudo começou com o folhetim.</p>
<p><em><font size="-2">por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</font></em></p>
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		<title>Anúncios temáticos no final de LOST</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 11:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rede de supermercados Target gastou uma nota preta para [...]]]></description>
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<p>A rede de supermercados <strong>Target </strong>gastou uma nota preta para anunciar no último episódio de <strong>Lost </strong>e aproveitou o investimento para veicular três comerciais, todos relacionados à mitologia da série. Um detector de fumaça, um molho barbecue e uma linha de teclados. Essa foi a única campanha temática presente no final do programa. Diversas fontes indicam que um comercial de 30 segundos custou US$ 900 mil.</p>
<p>Veja os comerciais e se divirta, especialmente com o primeiro! </p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UVna2rTdT30&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UVna2rTdT30&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p><center><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sWOdhB-_ATc&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sWOdhB-_ATc&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dffVeozsjsI&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dffVeozsjsI&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xd0d0d0&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></center></p>
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		<title>Finais Alternativos de LOST</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 10:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lost acabou na noite de ontem, mas além da discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TG9zdF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzIwNjE3MA==-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/05/damon-lindelof-carlton-cuse-lost-finale-2-4-10-kc.jpg" alt="" title="damon-lindelof-carlton-cuse-lost-finale-2-4-10-kc" width="650" height="433" class="aligncenter size-full wp-image-3567" /></a></p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/lost"><strong>Lost </strong></a>acabou na noite de ontem, mas além da discussão sobre o significado da conclusão, os fãs não podem deixar de conferir os três finais alternativos escritos por <strong>Carlton Cuse </strong>e <strong>Damon Lindelof</strong>, e interpretados pelas estrelas da série. Esses finais mostram um pouco como funcionou o processo criativo da série ao longo de seus 6 anos de existência. </p>
<p>Clique e descubra como a série poderia ter terminado!</p>
<p>TEM CERTEZA QUE QUER VER?</p>
<p>MESMO? </p>
<p>TUDO BEM! AVISEI! </p>
<p>AGORA VAI!</p>
<p><center><object width="660" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YyKyjeRodd4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YyKyjeRodd4&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="405"></embed></object></center></p>
<p>Gostou?</p>
<p>E viva a criatividade!</p>
<p>É assim que se escreve roteiro! <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mais uma produção com a assinatura de Jimmy Kimmel! :p</p>
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		<title>[Fringe] A decisão de Peter, por John Noble</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 01:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[POSSÍVEIS SPOILERS! POSSÍVELS SPOILERS! POSSÍVEIS SPOILERS! POSSÍVELS SPOILERS! POSSÍVEIS SPOILERS! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RnJpbmdlJTJDK1Nlbmhvcitkb3MrQW5laXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/05/john_noble_fringe1.jpg" alt="" title="FRIN120ACC" width="650" height="481" class="aligncenter size-full wp-image-3524" /></a></p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVEIS SPOILERS!</p>
<p>POSSÍVELS SPOILERS!</p>
<p>A segunda temporada de Fringe acaba hoje, com a conclusão do episódio duplo <strong>Over There</strong>, e quem comentou a conclusão, mesmo que de forma superficial e bem pensada, foi o ator <strong>John Noble</strong>, que interpreta Walter Bishop. Entrevistei Noble e Joshua Jackson para matéria que será publicada na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a> de Junho e, depois de muita luta e insistência, consegui tirar uma pequena opinião sobre os dois grandes dilemas da temporada: o encontro de Walter Bishop e William Bell [Leonard Nimoy], e a descoberta da verdadeira habilidade de Peter Bishop.</p>
<p>&#8220;Pensamos muito em como resolver o dilema entre Bell e Bishop, afinal, tudo depende desse confronto em diversos aspectos&#8221;, comenta o ator australiano que já viveu Lorde Denethor, em <strong>O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei</strong>. Experiência conta nessas horas e ele fugiu das tentativas com estilo, mas deixou escapar uma coisa muito interessante sobre Peter: &#8220;Fico feliz que, no meio de tudo isso, Peter decide que ama e está comprometido com esse velhinho (risos)&#8221;, revela. </p>
<p>E se juntarmos isso à frase utilizada pelos comerciais do fim da temporada de Fringe &#8220;seu lugar é comigo&#8221; &#8211; dita por Olivia (Anna Torv), fica meio claro a grande motivação para Peter Bishop resolver sua carência afetiva. O amor está no ar! Só nos resta saber como vai acontecer. </p>
<p>Não vejo a hora!</p>
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		<title>Hurley comenta final de Lost</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 18:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como parte da divulgação dos episódios derradeiros de Lost, Jorge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0xvc3RfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18yMDYxNzA=-60" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/05/hugo-hurley-reyes_5.jpg" alt="" title="hugo-hurley-reyes_5" width="650" height="520" class="aligncenter size-full wp-image-3494" /></a></p>
<blockquote><p>Como parte da divulgação dos episódios derradeiros de Lost, Jorge Garcia &#8211; Hurley &#8211; passou pelo programa <strong>The View</strong>, da ABC, apresentado por Whoopi Goldberg, na manhã de hoje. Claro que não deu nenhum spoiler, mas fez alguns comentários.</p></blockquote>
<p>O bom-humor é sempre marcante nesse talk show e como Whoopi tem umas teorias malucas, ela passou a maior parte do tempo rindo sobre sua idéia de que &#8220;todo mundo da série meio que se parece, como se fossem membros da mesma família&#8221;. Algo parecido com aquela tendências de cães serem muito similares a seus donos, enfim. O papo ficou interessante quando a comediante perguntou sobre as realidades paralelas que existem em Lost. Jorge Garcia respondeu: &#8220;Não dá pra descartar nenhum dos universos e encarar um deles como realidade e o outro não&#8221;. </p>
<p>Mesmo perto do final, os mistérios permanecem. &#8220;Os produtores querem fundir as nossas cabeças&#8221;, analisa o podcaster Eduardo Sales, um dos criadores do podcast <a href="http://www.losties.com.br">LOSTies</a>, sobre a declaração de Hurley. &#8220;É no mínimo perigoso querer convcencer todo mundo que acompanhou a série nos últimos seis anos, que a história que vimos até agora poderia não ser a história real, e sim a realidade paralela, mas confio nos produtores; se eles estão dispostos a correr esse risco, eu também estou!&#8221;.</p>
<p>[SPOILER ALERT]</p>
<p>[SPOILER ALERT]</p>
<p>[SPOILER ALERT]</p>
<p>[SPOILER ALERT]</p>
<p>Hurley também explicou a razão de considerar o episódio de hoje &#8211; <strong>What They Die For </strong>- como algo &#8220;muito especial&#8221;: &#8220;O programa de hoje vai colocar o final em movimento&#8221;, disse antes de presentear Whoopi Goldberg com um quadro com uma foto de todo o elenco principal em frente ao Oceanic 815. Num pequeno trecho exibido pelo programa, Hurley reencontra o fantasma de Jacob, que pede pelas cinzas guardadas no bolso do gordinho. &#8220;Jacob era meio enfezadinho quando era mais novo&#8221;, brincou Garcia.</p>
<p>Veja a cena. Possivel spoiler.<br />
<center><object width="660" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FDAJJ27Ww7Q&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FDAJJ27Ww7Q&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="405"></embed></object></center></p>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
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		<title>[EXCLUSIVO] J.J. Abrams comenta o Final de Lost</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/exclusivo-j-j-abrams-lost/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva ao SOS Hollywood, J.J. Abrams dá sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RFZEK0ouSi4rQWJyYW1zJTJDK0xvc3QlMkMrRnJpbmdlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMjA2MTcw-92" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jj-abrams-alien.jpg" alt="" title="jj-abrams-alien" width="650" height="463" class="aligncenter size-full wp-image-3463" /></a></p>
<blockquote><p>Em entrevista exclusiva ao <strong>SOS Hollywood</strong>, J.J. Abrams dá sua opinião e impressões sobre o desfecho da série mais revolucionária da TV contemporânea. Não contém spoilers, garantido.</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p>Ultimamente, pensar em Ficção Científica na TV e no cinema leva a um nome: <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/j-j-abrams/"><strong>J.J. Abrams</strong></a>. Trabalhador compulsivo, criatividade sempre no máximo e inúmeros projetos sempre em andamento, ele abriu uma das poucas exceções e deixou a família numa manhã de sábado para conversar sobre <a href="http://www.soshollywood.com.br/fringe/"><strong>Fringe</strong></a>, a melhor série de ficção científica em atividade na TV. Depois de meia hora de debate sobre os rumos do gênero e a influência das aventuras de Walter Bishop, e com a proximidade do final de <strong>Lost</strong>, o assunto se tornou inevitável e irresistível.  A entrevista completa você vai poder ler aqui, pouco antes do último episódio da temporada, mas a opinião de J.J. Abrams sobre a despedida você confere agora:</p>
<p><strong>Todos esses anos à frente de Lost foram cansativos?</strong><br />
Muito. Embora Damien [Lindelof] e Carlton [Cuse] tenham feito todo o trabalho pesado &#8211; e, acredite, eles estão cansados! – manter a mesma idéia em mente por tanto tempo nos deixou esgotados.<br />
<strong><br />
Sei que perguntar sobre o final é suicídio e você não vai contar mesmo, então qual sua sensação agora que não tem mais volta e Lost vai mesmo acabar?</strong><br />
É uma mistura de alívio com felicidade. Fica um gosto meio amargo na boca, mas é como um doce meio amargo, meio doce. Sabíamos que seria assim, mas fizemos do jeito certo. Terminamos como sempre quisemos e isso dá uma sensação de orgulho.</p>
<p><strong>Gostou do resultado?</strong><br />
Muito. É assim que a TV deveria funcionar, com metas bem diretas e chance aos realizadores de seguirem seu plano do começo ao fim. Gostei sim. Claro, vai causar polêmica, mas é o final necessário.</p>
<p>O final de Lost será exibido na próxima semana e terá duração de 2h30. Vai ser &#8220;o&#8221; evento!</p>
<p>==<br />
Gostou da reação de J.J. Abrams? Qual sua expectativa para o final de Lost? Comente e participe!</p>
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		<title>Canal Brasil: Zé do Caixão e Twitter</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/canal-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 17:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Fiquei de queixo caído quando descobri que o Canal Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/zedocaixao_zebonitinho.jpg" alt="" title="zedocaixao_zebonitinho" width="650" height="465" class="aligncenter size-full wp-image-3286" /></p>
<blockquote><p>Fiquei de queixo caído quando descobri que o Canal Brasil tem um talk show com Zé do Caixão, o maior ícone do cinema de terror no Brasil! Mas ele não é o único, aliás, muitas coisas mudaram desde a estréia do canal. Ainda bem que existe a internet para me manter informado nessas horas!</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
De Los Angeles</p>
<p>Na semana em que acontece mais uma edição do <strong>Los Angeles Brazilian Film Festival</strong>, resolvi dar uma atenção ao <a href="http://canalbrasil.globo.com/"><strong>Canal Brasil</strong></a>. Sem querer, filmes brasileiros têm surgido em diversas ocasiões aqui no <strong>SOS</strong>, seja pelo festival, seja por uma grande discussão que tive com Wikerson Landin numa gravação do SOS Cast ou mesmo na semana retrasada, quando assisti ao documentário <strong>Sequestro</strong>, na abertura do Beverly Hills Film Festival. Aí descobri algo engraçado: o Canal Brasil estreou em 18 de setembro de 1998. E adivinha quem faz aniversário nesse dia? Eu! Justo o cara que só reclama da tendência canarinha de fazer filmes monotemáticos e não apostar em gêneros mais criativos como ficção científica e fantasia, ou ignorar nossa pequena, mas válida, história militar. </p>
<p>Passei lá no site do canal e tomei um susto! Também pudera, há anos não prestava atenção no que acontecia ali. Impressão bem ruim causada por um início marcado por pornochanchadas em excesso e transmissão de baixa definição [muito por conta do péssimo estado em que os filmes nacionais eram armazenados até então]. E não é que as coisas mudaram um bocado por lá? E pirei numa coisa: Zé do Caixão tem um Talk Show!!! <strong>O Estranho Mundo de Zé do Caixão</strong> é atração fixa da grade de sexta-feira, à meia noite. Poxa, que fantástico! Já que o José Mojica Martins não faz mais tantos filmes, pelo menos mantém esse personagem fundamental para o cinema trash e o terror brasileiro em destaque na TV. <strong>Charles Gavin</strong> que me perdoe, mas talk show de música [ele também tem um programa no canal] é mais simples de fazer, agora um com o Zé é inigualável! Brincadeiras à parte, afinal, o programa do Gavin tem um nível intelectual altíssimo, achei louvável a idéia de prestigiar o Mojica. </p>
<p>[ATUALIZAÇÃO] Nessa semana, Zé do Caixão vai entrevistar Alexandre Frota, uma das &#8220;celebridades&#8221; mais bizarras do Brasil. De ator da Globo a ator pornô, hehe. Deve ser um papo curioso. [Fim da Atualização]</p>
<p>E, claro, Zé do Caixão lança sempre suas pragas no bloco “A Praga da Semana”. É hilário! Essa é a mais engraçada que encontrei no site do canal [atenção especial para as aspirantes a extra em adaptação para os livros do André Vianco:<br />
<center><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1008889&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></center></p>
<p>Claro que as pornochanchadas estão lá, afinal, desde que a Record passou ao comando religioso, Grande Otelo e companhia perderam um de seus melhores exibidores nas madrugadas. Mas fico feliz só em saber que o cinema é apenas um aspecto analisado dentro da produção cultural brasileira, afinal, é o Canal Brasil, não o “canal de cinema brasileiro”. Mas como a TV a cabo já tem aquela audiência fantástica no Brasil [sim, isso foi uma ironia], a emissora resolveu apostar nas mídias sociais e agora tem contas no <a href="http://bit.ly/d8t7lu">Facebook</a>, <a href="http://bit.ly/bbZMRm">Twitter </a>e no <a href="http://bit.ly/cIaXlF">Orkut </a>(nossa, aquilo ainda existe? Credo!).</p>
<p>Como não tenho Facebook e abomino o Orkut, já estou seguindo no Twitter. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Aliás, você segue o <strong>SOS Hollywood no Twitter</strong>? Como assim?! <a href="http://www.twitter.com/soshollywood">Siga já</a>, ou Zé do Caixão também vai te rogar uma praga!</p>
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		<title>[The Pacific] Episódio 3 &#8211; Melbourne</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-episodio-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[The Pacific]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo quando a tranqüilidade reina, a alma não encontra descanso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/4459088402_60dbc86099.jpg" alt="" title="4459088402_60dbc86099" width="500" height="333" class="aligncenter size-full wp-image-3263" /></p>
<blockquote><p>Mesmo quando a tranqüilidade reina, a alma não encontra descanso na Campanha do Pacífico, por colocar os fuzileiros navais em contato com sua humanidade e os sentimentos há muito esquecidos, como amor e felicidade.</p></blockquote>
<p>por <strong>Wikerson Landin</strong>, do <a href="http://www.portaldecinema.com.br">Portal de Cinema</a>.</p>
<p>Em uma série, episódios de transição são sempre marcados por duas características: excesso de informações para justificar o desenvolvimento de um trama, muitas vezes apresentada superficialmente, e reviravoltas mirabolantes que colocam a produção num rumo completamente diferente.</p>
<p>No entanto, embora o episódio <strong>Melbourne </strong>da série<a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific"><strong> The Pacific</strong> </a>represente um momento de transição na trama, seu comportamento em relação à característica-padrão é completamente distinto. E o mérito, nesse caso, é dos dois capítulos anteriores, o que nos mostra um roteiro bem estruturado e, principalmente, bem pensado para a TV.</p>
<p>Os dois primeiros episódios mergulham o espectador direto na ação, sem dar muita margem para que conheçamos à fundo as suas histórias. Embora reflita exatamente a maneira como os soldados foram “lançados ao mar”, sem saber exatamente contra quem lutariam, a estrutura adotada revela um outro aspecto interessante.</p>
<p>Em uma série de TV, não há nada mais importante do que cativar um espectador em seus primeiros episódios. E o marketing e a publicidade entorno de The Pacific foram grandes demais para a série dar margem a alguma decepção advinda de um episódio mais lento ou menos movimentado em termos dramáticos.</p>
<p>Assim, no episódio Melbourne temos a saída dos soldados americanos que resistiram bravamente à batalha desigual em Guadalcanal. A sensação de dever cumprido e a recepção digna de heróis na cidade australiana de Melbourne permite à trama acompanhar um período de fôlego dos combatentes, que só voltariam a lutar quase um ano depois.</p>
<p>Enquanto Robert Leckie (James Badge Dale) personifica um romance com uma garota da cidade &#8211; algo comum à muitos dos fuzileiros na época já que, devido ao fato da maioria dos homens estarem lutando em outras frentes “sobravam” mulheres na cidade &#8211; por outro lado John Basilone recebe a honraria máxima do exército norte-americano, concedida pelo presidente Roosevelt.</p>
<p>Se os romances nascidos em meio à guerra parecem fadados à separação do combate que se aproxima, da mesma forma a ilusão do uso e da criação de heróis também surge com uma sombra onipresente e belissimamente ilustrada numa fala do Tenente Coronel Lewis Puller (o ótimo William Sadler).</p>
<p>“Vender histórias de guerras americanas é tão importante quanto manter vidas. Quantas histórias você vai vender falando deles contra nós?” Pelo jeito, assim como <strong>Band of Brothers</strong>, <strong>The Pacific</strong> se sairá muito bem em sua missão. É inegável a importância de se contar histórias como essa, mas também é impossível deixar de pensar o quanto ela é oportuna para um país que tem na indústria bélica uma fatia considerável do seu faturamento. </p>
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		<title>Modernices nos Países das Maravilhas</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 10:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Wonderland]]></category>
		<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Syfy]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>

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		<description><![CDATA[Modernizar um conto secular vai além da história da Alice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/02_alice.jpg" alt="" title="02_alice" width="685" height="385" class="aligncenter size-full wp-image-3231" /></p>
<blockquote><p>
Modernizar um conto secular vai além da história da Alice de Tim Burton. Esse é apenas mais um capítulo envolvendo uma tendência recente para expandir universos clássicos estrelados por mulheres&#8230; e subvertê-los. Seja com Alice, Dorothy ou a Bruxa Má do Leste.</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
<p>Uma Alice mais velha se vê frente a frente com a Rainha de Copas, que dominou o País das Maravilhas e iniciou um reinado de terror e opressão; sua missão é devolver a beleza e a alegria ao lugar que visitou na infância. O leitor desavisado pode entender essas linhas iniciais como o roteiro para o novo filme <a href="http://www.soshollywood.com.br/alice-critica/"><strong>Alice no País das Maravilhas</strong></a>, dirigido por Tim Burton e escrito por Linda Woolverton, porém, é o argumento para uma produção de menor impacto mundial, mas igualmente bem-produzida e relevante no rol das adaptações de Lewis Carroll: <strong>Alice</strong>, minissérie produzida e exibida pelo canal a cabo Syfy. Mulher feita, instrutora de caratê e traumatizada pelo súbito desaparecimento do pai, essa Alice encontra um cenário urbano, deturpado e mais cheio de relações com o mundo real do que gostaria. É um novo momento para a heroína, cujo destino é causar a mudança e libertar. Entretanto, ela não é a única personagem literária envolvida nessa linha de raciocínio e adaptação. Tudo começou com uma famosa Bruxa&#8230;</p>
<p>Quando<strong> Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West </strong>foi lançado, em 1995, muito se ponderou sobre alguma das verdades absolutas dos clássicos infantis, especialmente seus vilões. Afinal de contas, restavam poucas dúvidas sobre a malevolência da Bruxa Má do Oeste, bem, pelo menos até o lançamento de <strong>Wicked</strong>. Longe da linguagem infantil, repleto de alegorias políticas, econômicas e sociais, o romance [que mais tarde foi transformado em musical de sucesso na Broadway] subverteu os conceitos definidos sobre a personagem, revelou suas verdadeiras motivações e a transformou em ídolo para parte dos grupos defensores dos animais. Os tempos são outros. Ninguém é bom ou mau simplesmente por que o autor assim o disse, em 1900. Os leitores mudaram, assim como a dinâmica do mundo. </p>
<p>Um resultado direto dessa tendência surgiu quando o <strong>Syfy </strong>[então ainda chamado de SciFi Channel] produziu a minissérie de sucesso: <strong>Tin Man</strong>. Os elementos estavam todos lá, menos o ambiente fantasioso da ambientação infantil do original L. Frank Baum. É um novo mundo, um novo Oz. Dorothy, ou melhor, a neta da personagem original se vê jogada num ambiente deprimente, sombrio e assustador. Não por simples cores, mas por personagens amargos e um governo autoritário. Interpretada por Zooey Deschannel, a nova Dorothy faz seus aliados clássicos (e conhece o Mágico, vivido por Richard Dryefus) e procura soluções para as mazelas que afetam o lugar. Nada é o que parece e tudo é surpreendente assim que termina a estrada de tijolos amarelos. Não há lugar para inocência ou dúvidas infantis, Dorothy enfrenta a morte a cada novo desafio. Sua função vai além da simples leitura da “valorização da mulher” e afeta o âmago de todos, uma vez que seus dilemas são universais.</p>
<p>“Se a fantasia tem uma função no mundo de hoje, é chamar atenção para problemas latentes, mas incomuns na mídia ou na agenda dos políticos”, comenta o ator <strong>Alan Cumming</strong>, em entrevista exclusiva ao <strong>SOS Hollywood</strong>; ele interpreta o Espantalho, ou melhor, Glitch, uma nova vertente imaginada para o personagem sem cérebro (sem memória, nesse caso). “Por vezes, apostar apenas no noticiário ou em um filme esporádico abordando tais temas não é o suficiente. Precisamos utilizar cada oportunidade; algumas decisões são irreversíveis no nosso mundo. Torná-las públicas é um direito, agir é um dever, mas aí não podemos fazer mais nada. O trabalho do ator tem limites”.</p>
<p>De acordo com Cumming, “o espectador disposto a enxergar apenas o óbvio seja numa alegoria clássica, seja numa dessas novas versões, opta pela postura da aceitação. Não creio que todos devam se tornar revolucionários, mas quando o simples ato de ter compaixão por alguém, ou mesmo um animal, pode fazer a diferença. Isso sem contar na relevância política que certas atitudes provocam”. Debate é o grande atributo nessa tendência, cujo aspecto comercial é inegável, mas a mera escolha por ambientações mais sombrias e próximas da realidade de cidades e países afetados por tragédias reforça sua atualidade.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tinman-cast.jpg" alt="" title="tinman-cast" width="650" height="488" class="aligncenter size-full wp-image-3245" /></p>
<p>Tudo isso é feito com respeito à importância dos valores familiares e também da amizade, presentes do original. Entretanto, não há nada que impeça tais conceitos de fazerem parte de uma vida mais politizada ou ativa. Aliás, pelo contrário, <strong>Tin Man</strong> incentiva essa prática, seja pela grande decisão de Dorothy ou pelo doloroso passado do Homem de Lata [o Tin Man do título], vivido por Neal McDonough. </p>
<p>Mais assustador, porém, é o País das Maravilhas encontrado pela Alice da minissérie de 2009. A estreante Caterina Scorsone visita a terra dos sonhos de Lewis Carroll cerca de 150 anos depois da história clássica; ela é uma reencarnação da personagem. Assim como sua protagonista, o argumento também renasceu e ressurgiu perante uma nova realidade mundial. Sem a existência de grandes governos opressores, uma vez que o Grande Irmão de Orwell não se concretizou, responder a outras ameaças se faz necessário e, quer dizer, versões dessa grande mazela: dependência virtual e irrelevância pessoal.</p>
<p>Cada vez mais afetados por uma sociedade vivendo sob o signo da celebridade e da falsidade realista da versão deturpada da obra de Orwell, anacronismos se fazem mais constantes e a massificação parece inevitável. Alice vê tais elementos presentes em seus encontros com o Cavaleiro Branco [Matt Frewer, que será visto nessa semana em <strong>Supernatural</strong>, interpretando o Cavaleiro do Apocalipse: Peste] e sua visita ao Cassino de Emoções, uma alegoria direta ao vício pela gratificação instantânea da Internet e, mais recentemente, das mídias sociais. </p>
<p>Exploração e ilusão são dois elementos fortemente presentes nessa versão. Os humanos são as Ostras [retratadas de maneira infantil pela animação da Walt Disney, por exemplo], seres explorados pela Rainha de Copas (Kathy Bates) e sua demanda não por cabeças, mas por emoções das quais é naturalmente incapaz de sentir. Os habitantes do País das Maravilhas não passam de ferramentas para que ela alcance seus objetivos, portanto, perdem suas cabeças no ato de seu nascimento, por serem despidos de qualquer chance de uma vida normal. E o Chapeleiro Maluco [numa brilhante interpretação de Andrew-Lee Potts] faz as vezes de facilitador, negociante, intermediador, vilão e bom-moço, de acordo com a maré. A síntese do sujeito moderno: disposto a sacrifícios para encontrar sua felicidade individual, mas como limites rasos e tão mutáveis quanto sua nova afinidade.</p>
<p>Muito pode ser explorado do original de Lewis Carroll, cujas estruturas e personagens servem, na verdade, como linha guia para infindáveis adaptações e aplicações, assim como as fórmulas matemáticas com as quais Carroll convivia: basta encontrar o contexto correto e aplicá-las. Felizmente, esses preceitos literários são mais flexíveis que a rigidez numérica.  Porém, o aspecto sombrio anexado pelas leituras contemporâneas supera, e muito, o contexto assustador do original. Alice podia se ver diante de situações incompreensíveis, portanto, aterrorizantes, mas quando a <strong>Alice </strong>do SyFy se depara com vida e morte num mundo semi-destruído e, aparentemente, sem esperanças, o resultado é diferente. E sem todo aquele nonsense digno de tablóides sobre as implicações sexuais e pedófilas envolvendo Carroll e Alice Liddell. </p>
<p>O ser humano é sempre seu pior inimigo. Seja em nosso mundo, no País das Maravilhas ou na Terra de Oz, por vezes surgem mulheres capazes de abrir nossos olhos e, providas de sua sensibilidade afinada e carinho latente, transformam suas ações em tarefas muito mais transformadoras que a habitual força bruta masculina. Há muito que se aprender com tais exemplos e arquétipos, mas o aprendizado só é possível quando suas reais intenções e lições são compreendidas. E tal compreensão vai muito além de sexo, vínculo com a realidade ou período de inscrição histórica. Não é preciso estar diante de um surto psicodélico para vivenciar as maravilhas da imaginação.</p>
<p>Veja um vídeo dos bastidores de <strong>Alice</strong>:</p>
<p><center><object width="400" height="400" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="movie" value="http://widget.syfy.com/singleclip/singleclip_v1.swf?CXNID=1000004.10035NXC&amp;WID=48e10f5e9dbb50aa&amp;clipID=1182152"/><param name="quality" value="high" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><embed src="http://widget.syfy.com/singleclip/singleclip_v1.swf?CXNID=1000004.10035NXC&amp;WID=48e10f5e9dbb50aa&amp;clipID=1182152" quality="high" bgcolor="#ffffff" width="400" height="400" align="middle" allowScriptAccess="always" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object><center></p>
<p>Galeria de Imagens de <strong>Alice </strong>e <strong>Tin Man</strong>.<br />

<a href='http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/attachment/01/' title='01'>01</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/01_1/' title='01_1'>01_1</a>
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<a href='http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/02_alice/' title='02_alice'>02_alice</a>
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<a href='http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/attachment/11/' title='11'>11</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/modernices-nos-paises-das-maravilhas/attachment/12/' title='12'>12</a>
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</p>
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		<title>[The Pacific - Ep. 2] Basilone</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 18:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[John Basilone: O herói de Guadalcanal e, até hoje, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/john_basilone_sm.jpg" alt="" title="john_basilone_sm" width="650" height="366" class="aligncenter size-full wp-image-3165" /></p>
<blockquote><p>John Basilone: O herói de Guadalcanal e, até hoje, um dos fuzileiros navais mais reverenciados da História. É o nascimento do arquétipo de Rambo.</p></blockquote>
<p>por Wikerson Landin,<br />
do <a href="http://www.portaldecinema.com.br">Portal de Cinema.</a></p>
<p>Não importa o lado ou o motivo: não há vencedores em uma guerra. Mesmo o mais importante dos atos de bravura ainda soa como uma atitude covarde diante da morte inexplicável e cruel de um ser humano apenas porque as cores de farda são distintas.</p>
<p>A reflexão que o segundo episódio de <strong>The Pacific</strong> traz ao público contrasta, ao menos em termos visuais, comas pesadas cenas de batalha apresentadas no episódio “Basilone”. Seguindo a mesma linha do episódio anterior, o capítulo é iniciado com a narrativa de ex-combatentes da Segunda Guerra e o que vemos em seguida é a dramatização de aspectos dos seus depoimentos.</p>
<p>Estamos em outubro de 1942 e a chegada de novas tropas à ilha contrasta ainda mais com a situação atual dos fuzileiros. Sua comida é parca e insuficiente, as armas e munições são da pior qualidade. Ao perceber o quão melhor estão equipados os novos soldados a revolta é imediata o que cria uma cisão entre os dois grupos.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pacific-part-one-basilone.jpg" alt="" title="pacific-part-one-basilone" width="650" height="341" class="aligncenter size-full wp-image-3164" /></p>
<p>Enquanto isso, os soldados japoneses intensificam os seus ataques noturnos, tornando cada missão um verdadeiro inferno. Sob fogo cerrado e contra probabilidades adversas o sargento John Basilone (Jon Seda) se destaca e é o primeiro do grupo a receber uma indicação para uma medalha.</p>
<p>Se por um lado a sobrevivência dos fuzileiros diante de um ataque kamikaze é vista como um ato de heroísmo pelos demais integrantes do exército, por outro o roteiro do episódio faz questão de deixar claro que, apesar da “vitória” nada parece justificar ou ter importância diante da morte em combate de alguns dos integrantes do batalhão.</p>
<p>Em contraposição ao grupo que está nas Ilhas Salomão, acuado e sem saber ao certo o porque de todo aquele caos, a trama pontua mais algumas nuances da vida de Eugene Sledge (Joseph Mazzello). Filho de um médico e com um dos seus irmãos em combate, o jovem precisa lutar contra a frustração de não poder servir devido a um problema cardíaco.</p>
<p>A partir de um novo exame, ele constata que o sopro que tinha no coração desapareceu e, mesmo contrariando seus pais, volta todas as suas forças para o alistamento. Essa dualidade entre aqueles que estão no campo de batalha sonhando com volta e aqueles que estão longe querendo entrar em combate, ressalta de maneira envolvente o sentimento de patriotismo, razão única para a entrada em um combate onde o inimigo é desconhecido.</p>
<p>Com um primeiro episódio mais focado na ação, o segundo ainda dedica boa parte aos aspetos mais visuais da guerra, mas já permite um olhar mais aprofundado em alguns dos personagens, além de proporcionar uma ótima reflexão em um curto espaço de tempo. Definitivamente, a aposta de <strong>The Pacific</strong> parece ter sido a de um começo impactante para colocar o espectador exatamente na posição dos soldados: heróis de uma guerra com objetivo de luta ainda incerto.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pacific02_sm.jpg" alt="" title="pacific02_sm" width="556" height="337" class="aligncenter size-full wp-image-3167" /></p>
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		<title>[The Pacific - Ep. 1] Guadalcanal/Leckie</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-episodio-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 18:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[A série The Pacific estreou com uma imensa expectativa em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Pac1.jpg" alt="" title="Pac1" width="650" height="361" class="aligncenter size-full wp-image-3157" /></p>
<blockquote><p>
A série The Pacific estreou com uma imensa expectativa em torno de si nos Estados Unidos. Desenvolvida pela mesma equipe criadora do sucesso Band of Brothers, a produção mais uma vez ficou a cargo de Steven Spielberg e Tom Hanks. O resultado é a série mais cara da história, com orçamento estimado em US$ 230 milhões.</p></blockquote>
<p>Por Wikerson Landin,<br />
do <a href="http://www.portaldecinema.com.br">Portal de Cinema</a>.</p>
<p><strong>The Pacific</strong> acompanha um trágico momento da Segunda Guerra Mundial, mais especificamente os fatos que se desenrolaram a partir do ataque japonês à base norte-americana de Pearl Harbor, num evento que ficou conhecido como “uma data infame” para os Estados Unidos. Até então, aquela era a primeira que alguém havia ousado atacar em solo americano.</p>
<p>Os acontecimentos são contados do ponto de vista de três soldados, todos ainda vivos e que aparecem logo no início do primeiro episódio dando os seus depoimentos. O que vemos a partir de então é uma dramatização dos fatos. Guadalcanal/Leckie deixa de lado as já conhecidas imagens do ataque japonês e inicia a narrativa já nos preparativos para a ofensiva norte-americana.</p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific">LEIA O ESPECIAL THE PACIFIC, COM MAIS CRÍTICAS, GUIA DE EPISÓDIOS E ENTREVISTAS!</a></p>
<p>O grupo de soldados parte então para aquela que ficaria conhecida como a Batalha de Guadalcanal. Sem saber ao certo para onde estavam indo e nem porque deveriam lutar, a disputada travada no arquipélago das Ilhas Salomão contra os japoneses, representou a primeira vitória dos Aliados, marcando um ponto de virada na guerra.</p>
<p>O primeiro episódio mostra a chegada do grupo de soldados à ilha, em imagens muito similares as já exibidas em filme como <strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong>. O destaque aqui fica por conta das violentas cenas de embate, pouco comum em séries televisivas. A reconstituição dos cenários da época é um trabalho primoroso que fica ainda mais evidente se compararmos as imagens da ficção com fotos da época.</p>
<p>Outros aspectos que merecem destaque são a fotografia e a direção de arte. A primeira, além de garantir a transição de um visual mais ameno para um aspecto sombrio após as primeiras batalhas, utiliza muito bem o recurso de reconstituição da época explorando em seus planos os mesmos ângulos de conhecidas imagens disponíveis. Já a direção de arte garante uma abertura belíssima, com sequências que plasticamente parecem sugerir a pintura de um quadro da época.</p>
<p>Assim como <strong>Band of Brothers</strong> é considerada até hoje uma das melhores minisséries já exibidas na Tv norte-americana,<strong> The Pacific</strong> em seu primeiro episódio inicia uma trilha pelo mesmo caminho. Porém, diferente da série anterior, em que a ação propriamente dita ficava reservada para o final do segundo e início do terceiro episódio, aqui são precisos pouco mais de trinta minutos para estarmos em meio à guerra.</p>
<p>Resta saber como será o desenvolvimento dos personagens nos próximos episódios, já que a ambientação, e consequentemente a rápida identificação do público com algum dos atores principais torna-se mais difícil. Em verdade, o primeiro episódio presume que o processo ocorrerá ao longo da série. É esperar para ver, mas sem dúvida não deixa de ser um começo promissor.</p>
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		<title>[The Pacific] HBO desmente &#8216;negociação&#8217;; Band responde</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-hbo-desmente-negociacao-com-bandeirantes/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 15:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reportagem da Folha de S.Paulo, que dava como certa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pacific03.jpg" alt="" title="pacific03" width="650" height="348" class="aligncenter size-full wp-image-3135" /></p>
<blockquote><p>Reportagem da Folha de S.Paulo, que dava como certa a compra de <strong>The Pacific</strong> e <strong>Band of Brothers</strong>, pela Rede Bandeirantes, foi &#8216;furo&#8217; jornalístico no pior sentido da palavra, de acordo com a HBO!</p></blockquote>
<p>Foi motivo de felicidade anunciar que a <a href="http://www.soshollywood.com.br/band-compra-the-pacific/">Rede Bandeirantes havia comprado</a> os direitos para exibição de <strong>Band of Brothers</strong> e <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific/"><strong>The Pacific</strong></a>, que aconteceria no ano que vem, afinal, é sempre bom ver material de qualidade chegando à grade da TV aberta brasileira. Quem noticiou foi a coluna de fofocas televisivas, <strong>Outro Canal</strong>, da Folha de S.Paulo. Barrigada jornalística de primeira por ter confiado em apenas uma fonte e não checar com a dona do brinquedo, a HBO. </p>
<p>Claramente incomodada pelo incidente, a HBO enviou o seguinte comunicado à imprensa:</p>
<h2>HBO responde às declarações confusas da TV Bandeirantes</h2>
<p>São Paulo, 15 de abril, 2010 – Como os assinantes da HBO no Brasil já sabem, a aclamada minissérie The Pacific, co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, estreou na HBO no último domingo, 11 de abril. A série, seqüência de Band of Brothers, outra premiada minissérie da HBO também co-produzida por Hanks e Spielberg, acompanha um grupo de fuzileiros navais dos EUA na região do Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. Todos os 10 episódios de The Pacific são exibidos com exclusividade na HBO em alta definição e sem intervalos comerciais, estando apenas disponíveis para os assinantes dos canais HBO.</p>
<p>Em uma óbvia tentativa de se beneficiar da estreia de The Pacific na HBO, a Bandeirantes, rede brasileira de TV aberta, anunciou em 31 de março que ela havia adquirido os direitos para exibição de The Pacific na TV. As declarações e o momento do anúncio aparentemente tiveram a intenção de levar os telespectadores a acreditar que The Pacific estaria disponível em breve na rede Bandeirantes. Nada poderia estar mais longe da verdade.</p>
<p>The Pacific, em alta definição, sem intervalos comerciais e na íntegra, será exibido apenas pela HBO para seus assinantes. O anúncio da Bandeirantes confunde o espectador quanto ao verdadeiro valor da programação exclusiva da HBO e dos esforços e investimentos conjuntos de marketing feitos pelas operadoras de TV a cabo e via satélite para promover The Pacific juntamente com a HBO.</p>
<p>A HBO reitera: ela é a única rede de televisão no Brasil com direitos exclusivos de transmissão de The Pacific. Nem a Bandeirantes ou qualquer outra rede de televisão exibirá The Pacific ou qualquer outra produção da HBO no futuro próximo. As pessoas que desejarem assistir The Pacific e outras produções de alta qualidade na HBO estão convidadas a contatar as operadoras de TV por assinatura locais para assinarem nosso serviço.</p>
<p>HBO Latin America Group</p>
<p>[ATUALIZADO]<br />
<H2>A Bandeirantes respondeu por meio de sua assessoria:</H2></p>
<p>A Band esclarece que em contrato assinado no dia 17 de fevereiro de 2010 com a HBO Enterprises, adquiriu os direitos de transmissão da série The Pacific para exibição em TV aberta no período de dezembro de 2011 a novembro de 2014. Esse contrato inclui ainda a exibição, entre outras, das séries Band of Brothers, House of Saddam e Rome ( primeira e segunda temporadas). Com toda certeza, a manifestação da HBO Latin America Group sobre o assunto foi fruto de algum mal entendido,que esperamos, seja corrigido.</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>Band – Assessoria de Comunicação</p>
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		<title>[LOST] Elizabeth Mitchell voltará em breve!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/lost-elizabeth-mitchell-voltara-em-breve/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 21:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faltam poucos episódios para o final de Lost e, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Elizabeth_Mitchell_LOST_1.jpg" alt="" title="Elizabeth_Mitchell_LOST_1" width="650" height="436" class="aligncenter size-full wp-image-3129" /></p>
<blockquote><p>Faltam poucos episódios para o final de Lost e, como já se esperava, a maioria dos personagens mortos ou esquecidos vai voltar. Entre eles, Elizabeth Mitchell.</p></blockquote>
<p>Os grandes enigmas de Lost estão se esgotando, mas com a existência da realidade alternativa, muitos personagens tem a chance de voltar. Enquanto Rodrigo Santoro não teve sua chance, Dominic Monaghan já deu as caras novamente e uma das mais esperadas, pelo menos aqui em casa, é <strong>Elizabeth Mitchell</strong>, que interpreta Juliet. Estrela principal do remake de <strong>V</strong>, Mitchell conversou com o <strong>SOS Hollywood</strong> há algumas semanas e falou um pouquinho sobre seu retorno:</p>
<p>==</p>
<p><strong>Já vimos tudo que tínhamos que ver de Juliet?</strong><br />
Não! [cara de misteriosa] </p>
<p><strong>Acredito que seja a única coisa que você possa dizer, não é?</strong><br />
Na verdade, é a única coisa que sei. Não vi roteiro ainda, então fica fácil ser sincera. Claro que imagino ser algo fundamental para as decisões de Sawyer, mas nada disso é certo. Só sei que estou pronta e vou gravar.</p>
<p>==</p>
<p>Mais sobre essa entrevista com Elizabeth Mitchell, que teve foco na série <strong>V</strong>, na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a>, já nas bancas!</p>
<p>Será apenas um flashside? Um retorno? Ou o final da série, com a bomba não explodindo e todo mundo vivo na escotilha? Teorias! Sugestões! É maluco, é <strong>Lost</strong>!</p>
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		<title>[Supernatural] Misha Collins comenta o Apocalipse</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/supernatural-misha-collins-apocalise/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 23:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto preparo uma super matéria que será publicada na Sci-Fi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3VwZXJuYXR1cmFsXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/misha-collins-castiel-supernatural.jpg" alt="" title="misha-collins-castiel-supernatural" width="650" height="438" class="aligncenter size-full wp-image-3092" /></a></p>
<blockquote><p>Enquanto preparo uma super matéria que será publicada na <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a>, no mês que vem, vou publicar alguns momentos das conversas com <strong>Jensen Ackles</strong>, <strong>Misha Collins</strong> e <strong>Jim Beaver</strong>. Comecemos pelo Anjo mais inusitado da paróquia: Castiel, interpretado por Misha Collins! </p></blockquote>
<p><strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong><br />
<strong>!SPOILERS!</strong></p>
<p>Depois de apanhar, começar a perder seus poderes e, recentemente, ver sua fé em Deus desaparecer, depois que o criador anunciou não dar a mínima para o Apocalipse, <strong>Castiel </strong>vai se tornando humano e isso o transforma num personagem altamente curioso e ideal para um ator trabalhar, afinal, são tantas emoções mescladas, tantos pontos de vista e uma perspectiva única no modo de encarar toda a lambança celestial em <strong>Supernatural</strong>. Pessoalmente, cada um dos atores precisa lidar de uma maneira diferente com a proposta da quinta temporada.</p>
<p>“O ideal é não ligar muito para o contexto religioso, afinal, a série está abordando muita coisa e encarar tudo aquilo como crítica real é um erro. Porém, algumas vezes precisamos parar e pensar nas possíveis repercussões do que estamos fazendo”, comenta Misha Collins, com exclusividade ao <strong>SOS Hollywood</strong>. Castiel se tornou um aliado permanente depois que os Anjos entraram em foco em Supernatural. “Há um episódio [The Hammer of the Gods] em que acontece uma reunião de deuses pagãos [e indianos], aí Lúcifer aparece por lá e mata todos eles. Fiquei me perguntando: é certo exterminar os deuses das outras religiões? Criar um conflito entre elementos de uma mesma crença faz sentido, mas não sei até que ponto cruzar essa barreira é benéfica. Seja qual for a resposta do público, é sempre arriscado mexer com isso”.</p>
<p>Mais sobre <strong>Supernatural </strong>em breve e a entrevista de <strong>Jensen Ackles na Sci-Fi News</strong> de maio! Aguarde!</p>
<p>por Fábio M. Barreto, de Los Angeles. Exclusivo!</p>
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		<title>[The Pacific] Guia de Episódios</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 19:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acompanhe os dez episódios de The Pacific. Sinopses reduzidas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/04/thepacific_05.jpg" alt="" title="thepacific_05" width="650" height="323" class="aligncenter size-full wp-image-3065" /></p>
<blockquote><p>Acompanhe os dez episódios de <strong>The Pacific</strong>. Sinopses reduzidas e oficiais.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-hbo/"><strong>The Pacific</strong></a> estréia no próximo domingo, dia 11, na HBO Brasil. Quem não liga para spoilers pode ler agora o guia de episódios oficial do programa. As sinopses foram fornecidas pelo canal e as notas tem base na minha avaliação. A partir de segunda, depois da exibição, cada episódio será resenhado individualmente e sempre no estilo do <strong>SOS Hollywood</strong>, com a menor quantidade possível de &#8220;revelações&#8221;.</p>
<p>Confira o guia:</p>
<h2> <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific/">LEIA MAIS SOBRE THE PACIFIC</a>!</h2>
<p><strong>EPISÓDIO 1</strong></p>
<p>Como consequência imediata do ataque japonês a Pearl Harbor, o sargento dos Fuzileiros Navais John Basilone (Jon Seda) se prepara para embarcar e enfrentar o inimigo em um ponto qualquer do Pacífico, enquanto o jornalista novato Robert Leckie (James Badge Dale) se alista na Marinha. Impossibilidade de se alistar devido a uma doença cardíaca, Eugene Sledge (Joseph Mazzello) se despede do seu melhor amigo, Sidney Phillips, que vai para o campo de treinamento de recrutas.</p>
<p>Exatamente oito meses após o ataque a Pearl Harbor, a Primeira Divisão dos Fuzileiros, entre eles Leckie e Phillips, chega a Guadalcanal para defender seu estratégico e vital campo aéreo, e se preparar para o inevitável contra-ataque.  </p>
<p><strong>EPISÓDIO 2</strong></p>
<p>Basilone e a 7ª Divisão dos Fuzileiros desembarcam em Guadalcanal para dar reforço a Leckie e aos demais integrantes da 1ª Divisão dos Fuzileiros, que continuam a defender essa região crucial. Basilone desempenha um papel fundamental na prevenção de ataques aéreos noturnos dos japoneses, mas sofre uma terrível perda pessoal.</p>
<p>Depois de meses de ação contínua, os exaustos e doentes membros da 1ª Divisão de Fuzileiros são retirados da ilha.  </p>
<p><strong>EPISÓDIO 3</strong></p>
<p>Debilitados física e mentalmente, depois de quatro meses de suplício em Guadalcanal, Leckie, Basilone e milhares de companheiros desembarcam em Melbourne, onde são recebidos por uma multidão agradecida e vistos como salvadores da Austrália. Enquanto os colegas se entregam à farra, Leckie se liga profundamente a uma australiana e à família grega dela. Basilone é condecorado com uma medalha de honra e chamado de volta aos Estados Unidos, para ajudar a vender os bônus de guerra do país.  </p>
<p><strong>EPISÓDIO 4</strong></p>
<p>Finalmente alistado na Marinha, Sledge treina para combater no Camp Elliott. A 1ª Divisão dos Fuzileiros desembarca em Cabo Gloucester, ilha da Nova Bretanha, em Papua Nova Guiné, sob o controle dos japoneses.</p>
<p>À medida que Leckie e outros fuzileiros lutam contra os japoneses, eles entendem que quanto mais nefasto é o inimigo, mais ele se embrenha na selva.  Depois de sobreviver a Gloucester e descansando na isolada ilha de Pavuvu, Leckie começa a apresentar os efeitos físicos e mentais da guerra e é levado para um hospital naval nas proximidades de Banika para observação psiquiátrica.  </p>
<p><strong>EPISÓDIO 5</strong></p>
<p>Basilone torna-se cada vez mais uma celebridade viajando pelo país na sua turnê do bônus de guerra. Em Pavuvu, Sledge é designado para se juntar à 1ª e à 5ª Divisão dos Fuzileiros e logo se une a Phillips. Leckie volta ao seu grupo. Sledge experimenta a guerra no momento em que ele, Leckie e os demais membros da 1ª Divisão de Fuzileiros encontram uma dura resistência japonesa no desembarque na intrincada e superdefendida ilha de Peleleu. </p>
<p><strong>EPISÓDIO 6</strong></p>
<p>Apesar do sufocante calor de 46 graus Celsius e da falta de água potável, Sledge, Leckie e outros fuzileiros enfrentam o inimigo fortemente armado que tenta controlar o espaço aéreo de Peleliu. Depois de ver companheiros gravemente feridos, o próprio Leckie é atingido e retirado da ilha. Sledge testemunha a chocante realidade do que é preciso fazer para sobreviver e enfrentar mais um dia de luta.  </p>
<p><strong>EPISÓDIO 7</strong></p>
<p>Os fuzileiros, entre eles o rebatizado “Sledgehammer”, continuam a batalha de Peleleu contra um inimigo determinado a lutar até o último homem. Arrasado pela perda de um líder admirado e observando atos inimagináveis de barbárie dos dois lados, Sledge está à beira de um colapso moral. Após finalmente conseguir o seu objetivo, os fuzileiros voltam a Pavuvu transformados pela experiência em Peleliu. </p>
<p><strong>EPISÓDIO 8</strong></p>
<p>Cada vez mais frustrado com o seu papel na campanha pelos bônus de guerra, Basilone convence os fuzileiros a permitir que ele treine tropas que irão para combate. Transferido para Camp Pendleton, ele vive um romance arrebatador com Lena Riggi (Anna Torv, de Fringe), em princípio uma fuzileira relutante. Mas o casal sabe que está vivendo tempos imprevisíveis, já que logo Basilone vai participar do desembarque em Iwo Jima. </p>
<p><strong>EPISÓDIO 9</strong></p>
<p>Depois de lutar um mês na ilha de Okinawa, Sledge e os demais membros da 1ª Divisão dos Fuzileiros recebem ordens para socorrer uma divisão do Exército que está enfrentando a posição japonesa mais defendida da ilha. As condições e o dilema moral diante da presença de civis representam um grande desafio à resistência física e psicológica de Sledge e dos companheiros.<br />
<strong><br />
EPISÓDIO 10</strong></p>
<p>Depois da rendição japonesa, Leckie deixa o hospital curado de suas feridas e volta para casa. Sledge retorna ao Alabama para se reunir com a família e com Sid Phillips. Lena visita a casa de Basilone e tem um encontro emocionante com a família dele.</p>
<p>Leckie se adapta à vida pós-guerra retomando o seu antigo trabalho e iniciando uma nova relação amorosa. Mas a readaptação de Sledge, que não sabe como sobreviveu à guerra aparentemente incólume, vai levar mais tempo.  </p>
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		<title>Bandeirantes Compra The Pacific</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/band-compra-the-pacific/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 19:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rede Bandeirantes compra os direitos de exibição de The Pacific, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pacific02-1024x621.jpg" alt="" title="pacific02" width="658" height="342" class="aligncenter size-large wp-image-2964" /></p>
<blockquote><p>Rede Bandeirantes compra os direitos de exibição de The Pacific, na TV aberta brasileira.</p></blockquote>
<p>Ótima notícia para os apreciadores das produções de guerra no Brasil. Pouco antes de sua estréia, que acontece em 11 de abril, a série <strong>The Pacific</strong> foi comprada pela Rede Bandeirantes de Televisão para sua exibição na TV aberta. A informação foi divulgada hoje pelo jornal <strong>Folha de S.Paulo</strong>, em sua coluna <strong>Outro Canal</strong>. A minissérie produzida por Steven Spielberg e Tom Hanks deverá ser exibida em 2011, depois que a HBO encerrar o ciclo de reapresentações de um de seus maiores produtos do ano. </p>
<p>O jornalista <a href="http://www.alerocha.com.br"><strong>Ale Rocha</strong></a> informou que a emissora também comprou <strong>Band of Brothers</strong>, série vencedora do Globo de Ouro, e um dos maiores clássicos da TV mundial.</p>
<p>A notícia faz pensar na pouca atenção dada à maior produção brasileira, Senta a Pua, que foi exibida apenas pelo History Channel, não é encontrada em DVDs [está fora de catálogo] e, cada vez mais, perde a chance de ser divulgada em grande escala no país. Se a Band tem interesse no Teatro do Pacífico, por que não investir na Força Expedicionária Brasileira que lutou na Itália? O investimento é bem menor e seus efeitos podem ser muito maiores que o simples Ibope positivo já garantido pela minissérie blockbuster da HBO.</p>
<p>Confira o <a href="http://www.soshollywood.com.br/tag/the-pacific/"><strong>Especial The Pacific</strong></a>, do SOS Hollywood!</p>
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		<item>
		<title>V &#8211; A Batalha Final: Globo ou SBT?</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/v-a-batalha-final-globo-ou-sbt/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 18:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[V - A Batalha Final]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo já comentou que viu a série V &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/V.jpg" alt="" title="V" width="624" height="351" class="aligncenter size-full wp-image-2954" /></p>
<blockquote><p>Todo mundo já comentou que viu a série <strong>V &#8211; A Batalha Final </strong>num canal e, claro, um amigo disse que era impossível, pois ela foi exibida no outro canal. Bom, vamos esclarecer esse dilema internético!</p></blockquote>
<p><strong>A Fortaleza</strong> foi exibida pela Globou ou pelo SBT? <strong>Fuga do Século 21</strong> tinha mais que 8 episódios? Você tem um amigo que leu o final da <strong>Caverna do Dragão</strong>? Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas internéticas. Muitas viraram lendas urbanas, outras não, afinal, a informação está por aí. Basta procurarmos no lugar certo. Recentemente, por conta do retorno da série V, remake do clássico do anos 80, muita gente se pegou debatendo o canal de exibição dessa ficção científica com Jane Blader. <strong>V &#8211; A Batalha Final</strong> foi pela Globou ou pelo SBT?</p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGF1bG8rR3VzdGF2bytQZXJlaXJhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-68" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/almanaque_dos_seriados.jpg" alt="" title="almanaque_dos_seriados" width="300" height="330" class="alignleft size-full wp-image-2955" /></a>Ontem telefonei para Paulo Gustavo Pereira, autor do livro Almanaque dos Seriados, e confirmei o dado. Quem apostou na Globo estava certo. Assim como quem apostou no SBT. Confuso? Explico!</p>
<p>A minissérie <strong>V &#8211; A Batalha Final </strong>foi exibida pela Rede Globo em 1984, em horário nobre, e somente em 1986, o SBT exibou a série com o mesmo nome, que não deu muito certo e saiu pouco depois. Por isso a confusão e o debate, afinal, foram dois momentos diferentes e, como a TV brasileira não re-exibe esse tipo de material, uma geração viu as duas versões, outra pode ter visto só a segunda delas, portanto, o conflito de informações corretas.</p>
<p>A nova versão será exibida pela Warner Channel e tem previsão de estréia no dia 6 de abril. A <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong> </a>de Abril tem matéria exclusiva sobre o programa, com entrevistas e novidades sobre o rekame!</p>
<p><strong>Qual a expectativa de vocês para o remake com Morena Baccarin? Comente!</strong></p>
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		<title>The Pacific: 3.1 milhões de espectadores</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-estreia/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 17:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A estréia de The Pacific, no último domingo, atingiu cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pacific03.jpg" alt="" title="pacific03" width="650" height="438" class="aligncenter size-full wp-image-2732" /></p>
<p>A estréia de <a href="http://www.soshollywood.com.br/the-pacific-hbo/"><strong>The Pacific</strong></a>, no último domingo, atingiu cerca de 3.1 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com dados da Nielsen. A produção liderada por <strong>Steven Spielberg</strong> e <strong>Tom Hanks </strong>custou algo em torno de US$ 200 milhões e teve campanha pesada de marketing na semana anterior a sua estréia, incluindo visitas à Casa Branca e matérias nos principais canais de notícias. A HBO informou que o resultado foi 22% maior que <strong>John Adams</strong> &#8211; estrelada por Paul Giamatti -, última grande empreitada do canal no formato minissérie. Já no quadro geral, a coisa foi mais complicada e o programa ficou em 91.o lugar na programação a cabo.</p>
<p>É a fama pouco galante do Pacífico entrando em cena. Mas ainda faltam nove episódios e as críticas tem sido favoráveis. De qualquer forma, proporcionalmente, a série se deu melhor que <strong>Zona Verde</strong>, thriller militar de Matt Damon, que estreou pouco antes. E O Oscar insiste em olhar para um assunto que tem sido rejeitado pelo público. Guerra sempre rende, mas na hora certa. Para o norte-americano, nesse momento, guerra = gasto desnecessário de dinheiro e pessoas.</p>
<p>A partir da próxima segunda, comentários sobre cada episódio. Fique de olho!</p>
<p>por Fábio M. Barreto,<br />
de Los Angeles</p>
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		<title>Fotos do Tapete Azul de House</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Laurie]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Wilde]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando a publicação da matéria com as entrevistas do elenco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blue_carpet_house.jpg" alt="" title="blue_carpet_house" width="648" height="486" class="alignnone size-full wp-image-2554" /></a></p>
<p>Aproveitando a publicação da matéria com as entrevistas do elenco de <a href="http://www.soshollywood.com.br/house-especial-sexta-temporada/"><strong>House</strong></a>, veja algumas das fotos feitas por esse correspondente no dia do evento! Tem Hugh Laurie, Olivia Wilde, Robert Sean Leonard, Omar Epps e David Shore! Foi um dia muito especial por ter conversado uns 20 minutos com Hugh Laurie, pena que a Olivia e o Omar só fizeram a parte de TV, mas sem crise, entrevistei a Thirteen para <strong>Tron Legacy</strong>, lá na Comic-Con. <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>

<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/blue_carpet_house/' title='blue_carpet_house'>blue_carpet_house</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/david_shore_blue_carpet/' title='david_shore_blue_carpet'>david_shore_blue_carpet</a>
<a href='http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/elenco_house_blue_carpet/' title='elenco_house_blue_carpet'>elenco_house_blue_carpet</a>
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<p><strong>Todas as fotos (c) Fábio M. Barreto/Sci-Fi News.</strong></p>
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		<title>House: Auto-Ajuda do século XXI</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Hugh Laurie, David Shore e Robert Sean Leonard analisam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG91c2VfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-48" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hugh_laurie_blue_carpet_3.jpg" alt="" title="hugh_laurie_blue_carpet_3" width="648" height="486" class="aligncenter size-full wp-image-2550" /></a></p>
<blockquote><p>Hugh Laurie, David Shore e Robert Sean Leonard analisam a melhor série dramática da atualidade. Saiba como foi o tapete vermelho, ou melhor, azul, da sexta-temporada em matéria exclusiva! Entrevistas e mais entrevistas! Com os cumprimentos da Sci-Fi News, que liberou a publicação!</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto,<br />
De Los Angeles</p>
<p>House é um dos poucos homens sem medo na TV mundial. Destemido, despreocupado e totalmente convencido de seus ideais, o personagem de <strong>Hugh Laurie</strong> revitalizou os roteiros televisivos com esse médico especializado em diagnósticos incapaz de jogar conversa fora ou usar meias verdades. Com House é tudo preto e branco, sim ou não, verdade ou enganação. Entretanto, nem mesmo ele resistiu ao resto do mundo politizado e, no final da quinta temporada, perdeu a batalha para sua própria convicção, fixação e, finalmente, alucinação. A guerra desse exército de um homem só recomeça num brilhante show de Hugh Laurie, em <strong>Broken</strong>, episódio de duas horas de duração – um filme do melhor calibre. E a corrida para os Emmy 2010 termina antes mesmo de começar. É barbada!</p>
<p><a href="http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/"><strong>VEJA A COBERTURA FOTOGRÁFICA!</strong></a></p>
<p>“É o House, meu deus!”, gritou um motorista alucinado na Sunset Blvd, em frente ao ArcLight Cinerama Dome, um dos cinemas mais tradicionais de Los Angeles. <a href="http://www.scifinews.com.br"><strong>Sci-Fi News</strong></a> entrevistava Hugh Laurie naquele momento, em cobertura exclusiva da estréia da sexta temporada da série. “O pessoal exagera às vezes”, comentou o simpático Laurie, ainda espantado com as reações de seus fãs. O motorista em questão quebrou várias leis de transito ao sacar sua câmera portátil, parar o carro no meio da rua, e, antes de bloquear a faixa de pedestres, começar a filmar o “<a href="http://www.soshollywood.com.br/fotos-tapete-azul-de-house/"><strong>tapete azul</strong></a>” armado no local. A maior surpresa, porém, estava no fato de tamanho evento – com cobertura internacional – acontecer por conta do sexto ano da série. “Thirteen, eu te amo!”, outro grito provocou gargalhadas nos presentes. Grandes lançamentos [a estréia do novo <strong>91210</strong>, do CW, por exemplo] ou retomadas relevantes [a segunda temporada de <strong>Heroes</strong>] recebem tal tratamento, mas nunca um programa já tão consagrado, premiado e devidamente divulgado. </p>
<p>A grande expectativa em torno da retomada de House e um patrocínio considerável da montadora Ford foram os elementos que colocaram esse evento em andamento, mas tudo por uma boa causa graças a uma generosa contribuição dos envolvidos para uma entidade dedicada ao tratamento de mazelas mentais. A experiência de House no hospital psiquiátrico é marcante, mas facilitada pela ótima estrutura. Muito diferente da vida de cão retratada por Rodrigo Santoro em Bicho de Sete Cabeças. É a eterna magia da qualidade médica norte-americana na TV, cuja natureza preparada e efetiva se imortalizou com <strong>Plantão Médico</strong>, mas anos-luz de distância da realidade das emergências mais pobres e, claro, de outros países. Claro que isso não é problema da série e nem de Hugh Laurie, que vive a essência de Hollywood ao entregar um cheque milionário, enquanto é ovacionado e calma frisson pelo simples fato de entrar no ambiente.</p>
<p>Provas de popularidade não faltavam: três mil convidados, mais de cem jornalistas, outdoors pela cidade e muito trabalho para os seguranças, dando duro para manter os curiosos – a pé ou motorizados – longe do evento. “Fico chocado com isso, seis anos depois e cada nova temporada parece algo de outro mundo”, assume Laurie, indicado quatro vezes ao Emmy [sem vencer] e outras quatro ao Globo de Ouro [faturou dois prêmios] na categoria Melhor Ator em Série Dramática. Mesmo recolhido, nada deslumbrante como Olivia Wilde ou falastrão como criador David Shore, Laurie vê seu trabalho com reservas e, claro, bom-humor: “Não acho seguro falar em Emmy agora, mas criar esse episódio, que tem duas horas com intervalos, mas só uns 9 minutos sem cortes [risos] foi algo marcante”. Especialmente por contar com a presença do ator em todas as cenas e também sem a presença de nenhum dos médicos membros de sua equipe.</p>
<p>Hugh Laurie ficou surpreso. “Pensei que os outros [atores] fossem me espancar ou me trancar num quarto escuro sem comida por alguns meses”, brinca o ator, sobre o momento em que recebeu o roteiro e se viu distanciado de seus funcionários. “Foi um exercício interessante para ver até onde eu conseguiria explorar aquela situação. Não foi fácil para House e nem para mim, especialmente por saber que se não acertasse no tom da atuação, teríamos problemas sérios; elenco, cenário e estrutura novos e nada típico em termos de House, então havia muito risco envolvido”.</p>
<p>Mais complicado ainda é manter um personagem tão odiável, mas adorado, no ar sem ultrapassar as barreiras do aceitável. “O conceito inicial apontava para essa personalidade controversa”, comenta David Shore, cuja primeira opção foi mesmo a Fox [no Brasil, House é exibido pelo Universal Channel e também pela Rede Record], mesmo com um programa cheio de potencial para canais com mais liberdade como HBO ou Showtime. “Ele poderia ser sincero sobre o que comeu no café da manhã, por exemplo, e soltar o verbo. Entretanto, é mais fácil aceitar esse sujeito na televisão, sabendo que ele não existe, pois a vida real seria muito mais árdua e cheia de agressividade.”</p>
<p>O formato não é exclusivo para o Dr. House, que influenciou [Sheldon Cooper, de <strong>The Big Bang Theory</strong>] e foi influenciado [Stewie, o bebê megalomaníaco de <strong>Family Guy</strong>]. Recentemente, Hollywood apostou num desbocado Gerard Butler, em A Verdade Nua e Crua, falando poucas e boas sobre relacionamentos e os exemplos não param. Além disso, o constante sucesso de House em diversos países coloca a honestidade em alta. “Esse jeito de ser é fundamental numa situação de vida e morte”, comenta Hugh Laurie. Ouvido sem auxílio de imagens, seu sotaque britânico o distância totalmente da persona de House, assim como seu modo de agir ou conversar. É a essência do grande ator, simplesmente absorvido por seu personagem e não o contrário. “Não deve ser muito legal se casar com alguém assim [risos], mas ouvir, e saber dizer, a verdade é necessário. Seu talento e postura direta faz com que as pessoas tolerem o jeito incomum, por assim dizer, aquele jeito de ser.”</p>
<p>Na vida real, franqueza e falta de habilidade política são recompensadas com exclusão ou abandono. Na TV, o resultado pode ser a internação hospital psiquiátrico e também o afastamento dos amigos. Não necessariamente nessa ordem. “Fiquei maluco para saber como começaríamos a sexta-temporada, pois a situação era maluca demais, mesmo para House”, lembra Laurie. “Essa série permite muita inventividade, seja trancar o protagonista num asilo, seja acreditar num longa-metragem no sexto-ano”.</p>
<p>A falta de objetivo social surge como elemento curioso na persona de Greg House. “Ele não quer cair nas graças de ninguém, nem ser popular e nem mesmo receber elogios”, explica Shore, altamente reverenciado por Laurie. “Claro que ele faz tudo de caso pensado, mas nunca almeja nada fútil ou aparente. Gosto de House por ele saber diferenciar certo de errado, e, literalmente, vive com base nessas duas realidades e persegue o que acredita estar certo. Há algo atraente nesse modo de encarar a vida, mesmo ele estando errado algumas vezes”.</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que falar a verdade e viver sem rodeios sejam elementos fundamentais no sucesso de House, mas também existem muitos segredos escondidos ali”, analisa Laurie. “Logo, a existência de alguém capaz de expressar suas experiências de forma natural e transmitir essas verdades de forma indefensável, seja de modo engraçado ou cruel, transforma uma situação potencialmente agressiva em algo empolgante e viciante”. Ou, no caso do personagem, enlouquecedor.</p>
<p>Essa atração pode ser explicada como válvula de escapismo social. <strong>House </strong>acerta em cheio o público da classe média, normalmente acostumado com os dramas médicos do estilo de <strong>Plantão Médico</strong>. No Brasil, é a opção de qualidade para substituir as formas batidas e previsíveis das novelas globais. “Se comportar, pensar muito antes de falar e, agora com a internet, tomar cuidado com cada palavra se une à necessidade de engolir sapos durante o trabalho e temos um bando de gente louca para dizer umas verdades por aí”, contextualiza Robert Sean Leonard, que interpreta do Dr. Wilson, em House. “Como ninguém quer falar e perder o emprego, ou o amigo, as pessoas se contentam em ver um sujeito com carta branca para fazer tudo isso”. O personagem de Leonard é um dos poucos que mantém uma relação saudável com House, pois, em meio aos trotes e constantes conflitos, sua amizade serve como apoio bilateral ao longo das temporadas, tanto é que Wilson é o único personagem fixo presente no episódio especial.</p>
<p>“Não é qualquer amizade que resiste a tantos altos e baixos, talvez por isso House e Wilson funcionem bem juntos”, analisa Leonard, inesquecível em <strong>A Sociedade dos Poetas Mortos</strong>. Ajuda o fato de Wilson não fazer parte da cadeia hierárquica de <strong>House </strong>– sua agressividade afeta tanto funcionários, quanto a chefia – em sua busca desenfreada pela solução dos quebra-cabeças. “House tenta derrotar monstros imbatíveis o tempo todo, quer ganhar uma guerra impossível e desconsidera obstáculos, ou emoções alheias, em suas jornadas obstinadas”, acrescenta Laurie. É justamente essa guerra constante para encontrar um equilíbrio único, totalmente diferente do normal, a fonte das inesgotáveis piadas e chacoalhadas do personagem. “Difícil acreditar num recuperação completa, afinal, ele seria apenas mais um médico sem seu jeito de ser”, acredita Laurie.</p>
<p>Mediocridade não combina com Greg House, do mesmo modo que covardia não se aplica a Han Solo e sedentarismo está fora do vocabulário de John Keating. Daí sua ascensão como herói moderno, o vingador dos oprimidos. Assim como toda boa obra ficcional, House reflete um desejo latente de se recuperar a espontaneidade e sinceridade social, fato que só piorou com o aumento exponencial da importância da internet e das mídias sociais. Todos vêem e são vistos, participando do maior concurso de popularidade da história da Humanidade, mas poucos arriscam quebrar as regras ou impor suas próprias leis. House faz isso por eles , mas seu custos. Afinal, como todo sonho idílico da internet, <strong>House </strong>também pode ser assistido gratuitamente e os episódios estão sempre a um download de distância. O desejo de ser House existe, a predisposição de assumir suas opiniões e posturas não. É o culto nas sombras, sem dúvidas, idolatrar algo do qual nunca serão capazes.</p>
<p>O mais surpreso com tamanha identificação mundial foi David Shore. “Pensei que só eu tinha esse ponto de vista, dessa necessidade de ser sincero, mas quando descobri que mais gente gostava da idéia, fiquei sem reação”. Shore ofereceu o programa para a Fox descrevendo apenas o intelecto e modo de agir de House. Naquele momento, não havia organização de personagens de apoio, história a longo prazo e etc., havia um homem sarcástico, direto e médico genial. “Mas nada podia me preparar para os resultados de audiência, aquilo foi mais surpreendente que qualquer outra coisa”. Em média, <strong>House </strong>tem cerca de 14 milhões de espectadores nos Estados Unidos. O episódio mais assistido foi <strong>Frozen</strong>, da quarta temporada, com 29 milhões de televisores sintonizados. </p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG91c2UlMkMrSHVnaCtMYXVyaWUlMkMrSG91c2UrTStEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/house.jpg" alt="" title="house" width="650" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-2545" /></a></p>
<p>*Matéria originalmente publicada na capa da <strong>Sci-Fi News</strong>. Entende quando eu digo que o material melhorou por lá? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>[OSCAR] IPad e V, os grandes vencedores</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os filmes disputavam as estatuetas com unhas e dentes, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/anna_V.jpg" alt="" title="anna_V" width="650" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-2520" /></p>
<blockquote><p>Os filmes disputavam as estatuetas com unhas e dentes, mas nos intervalos comerciais, duas campanhas chamaram atenção: &#8220;IPad&#8221; e a série &#8220;V&#8221;, do Warner Channel.</p></blockquote>
<p>A única brasileira a aparecer na tela da ABC durante a exibição da cerimônia de entrega do <strong>82o Academy Awards</strong>, o famoso Oscar, foi Morena Baccarin, que interpreta a alienígena Anna, em<strong> V </strong>(remake da série <strong>V &#8211; A Batalha Final</strong>). A ABC apostou pesado na campanha com spots específicos para o programa brincando com o espírito de competição e fazendo alusão à natureza dos Visitantes, além de seus planos de conquista do planeta. Foi um toque especial pela aposta de um canal de TV na grande premiação cinematográfica. Mas, pensando bem, se Neil Patrick Harris abriu a festa&#8230; valia tudo!</p>
<p>[Não encontrei os anúncios no YouTube, caso alguém localize, envie o link por email ou comentário que atualizo quanto antes.]</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/03/apple-ipad-1.jpg" alt="" title="apple-ipad-1" width="620" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-2519" /></p>
<p>Outro grande vencedor foi o <strong>IPad</strong>, que rodou uma insistente campanha em todos os intervalos anunciando a data de lançamento: 3 de abril. A propaganda é extremamente sedutora com o IPad fazendo virtualmente tudo &#8211; entre exibir fotos, diagramar textos, escrever emails e, claro, ler livros &#8211; com um dinamismo exemplar. Bela sacada, especialmente se pensarmos que cerca de 70% dos computadores exibidos em filmes de Hollywood mostram a marca Apple. Isso é o que eu chamo de crossmedia.</p>
<p>Veja o vídeo:<br />
<center> <object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q9KTnsGsd_0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/q9KTnsGsd_0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></center><a href="http://dihitt.com.br?ref=240009" dihitt_check="1c436f2ecd0ac9e267c7ef089d5b084c"><img src="http://b.dihitt.com.br/banners/dihitt_16x16_01.jpg"></a></p>
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		<title>The Pacific: Ecos da Guerra</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tom Hanks e Steven Spielberg repetiram a dobradinha de Band [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFuZCtvZitCcm90aGVycyUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-72" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/the_pacific.jpg" alt="" title="the_pacific" width="570" height="320" class="aligncenter size-full wp-image-2230" /></a></a></p>
<blockquote><p>Tom Hanks e Steven Spielberg repetiram a dobradinha de <strong>Band of Brothers</strong> e agora miram seus olhares no Teatro do Pacífico, com a minissérie <strong>The Pacific</strong>, que estréia em março na HBO. Conferimos alguns episódios e uma prévia em primeira mão desse evento televisivo de 2010!</p></blockquote>
<p>Por Fábio M. Barreto<br />
de Los Angeles</p>
<p>Mundialmente, dois eventos marcaram a Guerra do Pacífico, braço da Segunda Guerra Mundial basicamente disputado por Estados Unidos e o Império do Japão: o ataque surpresa a Pearl Harbor, em 7 de dezembro de 1942, e os ataques nucleares em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945. O restante dos acontecimentos perde força perante o romantismo e “relevância” do Teatro Europeu, ou seja, historicamente, Hitler é mais popular que Hirohito. Mais sangrenta e violenta que a guerra européia, a faceta do pacífico ficou conhecida como “a outra guerra” pelos norte-americanos e, em 2010, ganhará nova força de mídia com a estréia de <strong>The Pacific</strong>, minissérie de dez episódios produzida pela HBO e produzida por <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmVuK1NwaWVsYmVyZ18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-64" class="bbli">Steven Spielberg<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VG9tK0hhbmtzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-52" class="bbli">Tom Hanks<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. </p>
<p>Diversos filmes retrataram esse conflito [veja os destaques abaixo], mas, normalmente, tem suas temáticas focadas numa das grandes batalhas. Não é o caso de <strong>The Pacific</strong>, cujo objetivo é acompanhar a história do Primeiro Regimento de Fuzileiros Navais ao longo da Segunda Guerra Mundial, começando em Guadalcanal e acompanhando esses soldados até a cansativa volta para casa depois do final da guerra. No elenco principal estão James Badge Dale [terceira temporada de <strong>24 Horas</strong>], como Robert Leckie, o soldado intelectual; Joseph Mazzello (<strong>o garotinho de Jurassic Park</strong>), fazendo as vezes do idealista Eugene Sledge; e Jon Seda (<strong>Bad Boys II</strong>), vivendo o herói John Basilone, uma das maiores lendas entre os fuzileiros navais.  Todos personagens reais. Quase todos sujeitos que escreveram livros sobre suas provações em meio ao calor, mosquitos, malária, desembarques perigosos, entre eles &#8220;Helmet for My Pillow&#8221; (Leckie) e &#8220;With the Old Breed&#8221; (Sledge). </p>
<p>Se a História ensina algo é que séries e filmes de guerra têm o ótimo hábito de revelar talentos rapidamente reconhecidos por Hollywood. Assim aconteceu com Damian Lewis, Roy Livingston e Frank John Hudges (todos de <strong>Band of Brothers</strong>), <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VmluK0RpZXNlbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli">Vin Diesel<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> (<strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong>) e Alexander Skarsgard (<strong>Generation Kill</strong>). </p>
<p>Novamente, é uma história sobre soldados. Desinformados, abandonados, responsáveis por derrotar um império passo a passo. Às vezes, meras testemunhas de eventos além de sua compreensão, como por exemplo, quando a Marinha norte-americana sofre uma de suas piores derrotas em Guadalcanal e precisa fugir para não ser aniquilada. Da ilha, os fuzileiros assistiam sem saber quem era quem. O resultado foram meses de abandono e martírio durante a luta nas florestas. O Pacífico teve uma guerra crua, travada por homens expostos ao extremo. Se a alucinação do desembarque do Dia D, na Normandia, romantizou a Guerra na Europa, essa era a norma no Pacífico, com “uma Normandia” a cada nova batalha. E cada invasão mais sangrenta que a anterior. <strong>The Pacific</strong> mostra várias delas, mas seu mote são os personagens. Seus questionamentos e motivações; coragem e simples desejo de continuar vivo – algo bastante improvável perante a quantidade de desembarques anfíbios, a ferocidade dos soldados japoneses e, especialmente, as florestas inóspitas. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pacific02-1024x621.jpg" alt="" title="pacific02" width="650" height="400" class="aligncenter size-large wp-image-2236" /></p>
<p>Terrence Malick buscou o extremo psicológico com seu <strong>Além da Linha Vermelha</strong>, totalmente ambientado em Guadalcanal, mas não poderia fugir da realidade daquela campanha. Marcada por muita espera e dificuldade por conta de um inimigo obstinado. <strong>The Pacific</strong> aproveita aquela mesma sensação, embora abra mão dos devaneios em meio à floresta. Duas vozes para uma mesma mensagem: nada ali foi fácil, especialmente pelo efeito do isolamento imensamente maior que o dos soldados na Europa. Visualmente, a minissérie dirigida por gente do calibre do especialista em pilotos <strong>David Nutter</strong> (<strong>Supernatural</strong>, <strong>ER</strong>, <strong>Band of Brothers</strong> e tantos outros) e Carl Franklin (<strong>Roma</strong>), é irreparável. Bela mistura de câmera na mão e poucos ângulos tradicionais, uso de diversas ferramentas para garantir seqüências contínuas nos desembarques, corridas pela selva ou mesmo na constante movimentação dos soldados em combate. </p>
<p>Em termos de roteiro existe grande rigor e comprometimento com os relatos dos soldados envolvidos. Tom Hanks e Steven Spielberg respeitam esses homens com fervor, logo, funcionam como mensageiros para uma história considerada fundamental pela dupla. Um dos principais roteiristas é <strong>Bruce McKenna</strong>, que assinou três episódios de <strong>Band of Brothers</strong>, responsável por quatro capítulos dessa saga. </p>
<p>Muito mais que criar uma nova série cultuada por homens apaixonados pela Segunda Guerra Mundial, <strong>The Pacific</strong> se encaixa mais na qualidade de registro histórico. Um verdadeiro legado de uma geração que vingou um país, mas ficou à sombra da guerra galante e romântica na Europa de Hitler. Ver um jovem Sledge fazer de tudo para se alistar mesmo com seu pai [veterano da Grande Guerra] o alertando sobre os efeitos desse tipo de conflito na alma das pessoas ou mesmo Basilone criar o mito de “Rambo”, ao repelir um ataque japonês com ferocidade e obstinação sobre-humana [e usando apenas uma metralhadora] tira o fôlego. Sem dúvida, situações agressivas e violentas, mas extremamente comoventes. É o homem comum fazendo a diferença num mundo em que liberdade ainda era um ideal digno de colocar a vida em risco.</p>
<p>O maior foco de <strong>The Pacific</strong> é o drama pessoal, mesmo com batalhas como Iwo Jima, Peleleu e Saipan garantindo o atrativo militar. Todos os atores passaram por um intenso treinamento de combate antes das filmagens que aconteceram inteiramente na Austrália ao longo de um ano. Durante esse período, os atores responsáveis pelos soldados japoneses faziam a mesma coisa, poucos quilômetros de distância do acampamento norte-americano. Parte da preparação envolvia situações de atrito entre ambos os campos. Surpresa assustadora para ambos os elencos, mas que gerou ótimo resultado nos episódios. Os combates são curtos, mas de intensidade gigantesca. </p>
<p>Essa natureza dramática faz dessa série algo diferente de <strong>Band of Brothers</strong>, cujo único vestígio é o estilo visual da abertura e a qualidade técnica utilizada em sua realização. Narrativamente são duas séries totalmente díspares. <strong>The Pacific</strong> faz jus a toda expectativa, pode frustrar alguns entusiastas por seu ritmo desacelerado e reflexivo, mas cumpre sua missão com méritos: entrega aos norte-americanos algo que eles nunca se cansam – novos heróis. Para o resto do mundo ficam as lições de companheirismo, devoção e a lembrança dos limites da estupidez humana. É uma série incapaz de mudar o mundo, mas com plenas condições de promover mudanças em cada um de nós. Impactante e inesquecível. </p>
<p><strong>The Pacific</strong> estréia em 11 de abril de 2010, na HBO Brasil.</p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pacific03.jpg" alt="" title="pacific03" width="650" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-2237" /></p>
<p><strong>FILMES SOBRE A GUERRA DO PACÍCIFO</strong><br />
<strong>Além da Linha Vermelha</strong> (1998): Terrence Malick mergulha no aspecto psicológico dos soldados que lutaram em Guadalcanal num filme repleto de estrelas, mas extremamente injustiçado pelos prêmios de cinema. Indicado a sete categorias no Oscar e não venceu nenhuma. Jim Caviezel, Elias Koteas e Sean Penn se destacam no elenco. </p>
<p><strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStDb25xdWlzdGErZGErSG9ucmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-68" class="bbli">A Conquista da Honra<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> / <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q2FydGFzK2RlK0l3bytKaW1hJTJDK0NsaW50K0Vhc3R3b29kXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-88" class="bbli">Cartas de Iwo Jima<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> </strong>(2006): A dobradinha de Clint Eastwood para narrar as agruras de Iwo Jima entraram para a História rapidamente, especialmente pela “segunda” parte ser totalmente feita em japonês e, finalmente, contar o outro lado da moeda. Um espetáculo na direção, grandes momentos de ação e atuação memorável de Ken Watanabe. Do lado norte-americano, a natureza política e econômica da guerra ganha mais destaque com a história da foto da bandeira sendo erguida no topo do Monte Suribachi. Um momento que mudou os rumos do conflito e deu novo ânimo a uma nação. </p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmltaXR6KyV1MjAxMytEZStWb2x0YSthbytJbmZlcm5vJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-108" class="bbli"><strong>Nimitz – De Volta ao Inferno</strong><img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> (1980): O ataque japonês a Pearl Harbor decretou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra mundial e mudou os rumos do mundo, mas os americanos nunca engoliram essa história muito bem. Mesmo tento arrasado o Império do Japão nos anos seguintes, o sentimento de revanchismo sempre existiu e Nimitz foi o jeito do cinema, e a ficção científica, tentarem dar o troco. Durante testes em seus novos reatores nucleares, um porta-aviões moderno é lançado ao passado exatamente no dia 6 de dezembro de 1941, um dia antes do ataque japonês. Martin Sheen e Kirk Douglas vivem esse drama: usar seus caças F-14 Tomcat para massacrar a frota japonesa e impedir o ataque ou manter História do mesmo jeito em vez de arriscar mudanças radicais em nossa civilização? </p>
<p>Outras recomendações: <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStVbStQYXNzbytkYStFdGVybmlkYWRlJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvciUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-104" class="bbli">A Um Passo da Eternidade<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW1wJUU5cmlvK2RvK1NvbCUyQytEVkQlMkMrU3RldmVuK1NwaWVsYmVyZ18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-100" class="bbli">Império do Sol<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>;, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VG9yYStUb3JhK1RvcmElMkMrSmFwJUUzbyUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-84" class="bbli">Tora! Tora! Tora!<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QyVGM2RpZ29zK2RlK0d1ZXJyYSUyQytEVkQlMkMrTmljb2xhcytDYWdlJTJDK1dpbmR0YWxrZXJzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-116" class="bbli">Códigos de Guerra<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGVhcmwrSGFyYm9yJTJDK0RWRCUyQytCZW4rQWZmbGVja18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-88" class="bbli">Pearl Harbor<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QXMrQXJlaWFzK2RlK0l3bytKaW1hXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-68" class="bbli">As Areias de Iwo Jima<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TWFjQXJ0aHVyJTJDK1BlYXJsK0hhcmJvciUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-84" class="bbli">MacArthur<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/MTk0MSsldTIwMTMrVW1hK0d1ZXJyYStNdWl0bytMb3VjYSUyQytTcGllbGJlcmclMkMrRFZEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-112" class="bbli">1941 – Uma Guerra Muito Louca<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>; <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStQb250ZStkbytSaW8rS3dhaSUyQytBbGVjK0d1aW5uZXNzJTJDK0RWRF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-100" class="bbli">A Ponte do Rio Kwai<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Sm9obitXYXluZSUyQytEVkRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-64" class="bbli">They Were Expendables<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</p>
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		<title>Shatner + Twitter: série na CBS</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 01:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[William Shatner será o astro de série inspirada no Twitter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V2lsbGlhbStTaGF0bmVyJTJDK1N0YXIrVHJlayUyQytKb3JuYWRhK25hcytFc3RyZWxhcyUyQytCb3N0b24rTGVnYWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-132" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/shatner.jpg" alt="" title="shatner" width="416" height="234" class="aligncenter size-full wp-image-2189" /></a></p>
<blockquote><p>William Shatner será o astro de série inspirada no Twitter e produzida pela CBS</p></blockquote>
<p>Capitão James T. Kirk, Denny Crane e agora&#8230; conta de Twitter? É nesse ponto que <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/V2lsbGlhbStTaGF0bmVyXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNf-60" class="bbli">William Shatner<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> está em sua carreira, inovando numa série da CBS que vai adaptar os acontecimentos da conta <strong>@ShitMyDadSays</strong>. Com mais de 1 milhão de seguidores, a conta do usuário Justin Halpern relata as frases engraçadas e sem pudor ditas por seu pai, sobre diversos assuntos, que variam do cheiro de seu filho enquanto se exercita e seu repúdio ao romance <strong>O Código da Vinci</strong>. </p>
<p>Halpern também negociou os direitos de um livro. É o poder da internet e a coragem da CBS, que vai ser a primeira rede a apostar na ferramenta de forma tão direta e descarada. Shatner vai ser o autor das frases impagáveis. A produção fica por conta de David Kohan e Max Mutchnick, os criadores de <strong>Will &#038; Grace</strong>.</p>
<p>Audaciosamente indo onde nenhuma série jamais esteve. \\//<br />
[Boldy going where no series has gone before] </p>
<p>fonte: <strong>CNN</strong></p>
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		<title>Gary Coleman surta ao Vivo / Falecimento</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 19:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhece a série Hey, Arnold!, exibida pela Nick? Pois, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garycoleman1_468x342.jpg" alt="" title="garycoleman1_468x342" width="468" height="342" class="aligncenter size-full wp-image-2117" /></p>
<p>Conhece a série <strong>Hey, Arnold</strong>!, exibida pela Nick? Pois, o astro principal ficou velho e não cresceu, mas agora está nas páginas policiais e surtando em talk shows.</p>
<p><strong>[ATUALIZADO]</strong></p>
<p>Gary Coleman morreu há pouco, em Utah, depois de cair em sua casa e sofrer hemorragia cerebral! A informação foi transmitida há pouco por diversos veículos norte-americano depois que um jornal local de Utah anunciou o falecimento. O Washington Post tem a matéria mais completa até o momento, leia <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/05/28/AR2010052803123.html">aqui</a>. Que absurdo, literalmente, caiu e morreu!</p>
<p>[FIM DA ATUALIZAÇÃO]</p>
<p>Muita gente ainda assiste a série clássica <strong>Minha Família é uma Bagunça</strong> (Diff&#8217;rent Strokes), que integra a grade da Nicklodeon e também foi exibida pelo SBT [de acordo com a querida leitora Luiza, o seriado, sob o nome de <strong>Arnold</strong>, ainda é exibido pelo SBT], no Brasil. Seu astro principal é Gary Coleman, celebridade mirim que sofria de nanismo. Distante da imagem de sua série e do desenho animado <strong>Andy &#8211; O Anjinho da Guarda</strong> (exibido pela Manchete), Coleman entrou no grupo de subcelebridades norte-americanas que só aparece em reality shows ou programas bizarros. O desespero foi tanto que ele concorreu ao Governo da Califórnia, mas foi derrotado por Arnold Schwarzenegger, em 2003. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/gary-coleman-234x300.jpg" alt="" title="gary-coleman" width="234" height="300" class="alignright size-medium wp-image-2120" />Recentemente, ele foi acusado pela esposa de tê-la agredido. O caso ocupa tablóides e programas de fofoca há semanas. Ontem, finalmente, Coleman resolveu aparecer e tentar abrir o jogo. Participou do The Insider, cujo novo formato foge do estilo tradicional do âncora boa pinta e a apresentadora bonitona apresentarem as notícias do dia e, especialmente, contar alguns casos bizarros envolvendo Hollywood. Agora, o programa contém um painel com especialistas e “celebridades” debatendo tudo que aconteceu. É praticamente um videocast hollywoodiano.</p>
<p>Durante a participação de Coleman, uma das participantes relembrou seus dias como advogada e resolveu interrogar o ator. “Se as pessoas preferem acreditar que eu, baixinho desse jeito, consegui bater na minha esposa que tem 1,70 m de altura, o problema é das pessoas”, disse o ator. Entretanto, a debatedora continuou pressionando de modo agressivo e a resposta de Coleman foi para lá de explosiva. Xingamentos e agressões verbais foram distribuídos a granel antes que ele se retirasse da mesa e deixasse o programa.</p>
<p>Confira o vídeo do surto.<br />
<center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q1Q3OkR5S9g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q1Q3OkR5S9g&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
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		<title>Family Guy causa polêmica</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 01:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chris Griffin]]></category>
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		<category><![CDATA[Whoopi Goldberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Episódio de Family Guy apresenta personagem com Síndrome de Down [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RmFtaWx5K0d1eV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/02/amd_family-guy.jpg" alt="" title="amd_family-guy" width="240" height="162" class="aligncenter size-full wp-image-2108" /></a></p>
<blockquote><p>Episódio de Family Guy apresenta personagem com Síndrome de Down e provoca Sarah Palin.
</p></blockquote>
<p>Se as pessoas reclamam de <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli">Os Simpsons<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>, o que dizer dos surtos polêmicos de Seth McFarlane em <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RmFtaWx5K0d1eV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli">Family Guy<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong>? O desenho é brilhante e, assim como a criação de Matt Groening, não poupa esforços para criticar tudo e todos. Dessa vez, a vítima foi Sarah Palin, ex-governadora do Alasca, ex-candidata à vice-presidência, e ex-caçadora de alces [ok, ela continuam caçando, mas sem usar o helicóptero do governo para isso]. Chris – dublado por Seth Green – consegue sair com uma garota, mas, aparentemente, ela sofre de Síndrome de Down. Durante o jantar, ela diz ser “filha de um contador e da ex-governadora do Alasca”, fazendo clara alusão ao filho de Palin, Trig, que sofre da doença. </p>
<p>Aproveitando o momento, Sarah Palin criticou o problema e conclamou os pais de crianças com Síndrome de Down a malhar o programa. Claro, a imprensa entrou na briga. Uma das reações mais interessantes foi a de Whoopi Goldberg e as demais apresentadoras do talk show <strong>The View </strong>– muito interessante, aliás. De forma muito inteligente, o programa ressaltou os aspectos do episódio, inclusive o fato de a personagem não ser ridicularizada e ter agido de forma totalmente aceitável, e também a necessidade de se ter senso de humor em relação a pessoas com deficiências.  Whoopi debateu com o assunto bom-humor e lembrou a seus espectadores: “Family Guy tem um bebê que tenta matar a mãe!”.<br />
Confira o vídeo do debate na íntegra:</p>
<p><center><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R7JsiaJbHho&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/R7JsiaJbHho&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></center></p>
<p><a href="http://www.nydailynews.com/news/politics/2010/02/16/2010-02-16_sarah_palin__bristol_call_family_guy_joke_at_trig_down_syndrome_a_kick_in_the_gu.html">Aqui </a>está uma das reações de Sarah Palin, na íntegra.</p>
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		<title>Jornalista Argentina Critica Brasil em Especial de &#8220;Os Simpsons&#8221;</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/especial-simpsons-argentina-ataca/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/especial-simpsons-argentina-ataca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[The Simpsons 20th Anniversary Special In 3-D On Ice]]></category>
		<category><![CDATA[The Washington Post]]></category>

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		<description><![CDATA[“Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2010/01/simpsons20years.jpg" alt="" title="simpsons20years" width="653" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-1240" /></a></p>
<blockquote><p>“Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem receber críticas”, diz correspondente argentina baseada no Rio de Janeiro em documentário sobre Os Simpsons.</p></blockquote>
<p>A notícia é velha: os Simpsons visitaram o Rio de Janeiro, encontraram filas de rumba, ratos coloridos como Skitles, Homer foi seqüestrado e gangues de macacos atacavam as pessoas nas favelas. Entretanto, o assunto foi relembrado na noite de ontem [10 de janeiro de 2010] quando o especial de 20 anos de <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrU2ltcHNvbnNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18=-56" class="bbli">Os Simpsons<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a></strong> foi exibido em rede nacional pela FOX. Além de episódio de aniversário, o canal exibiu um documentário &#8211; <strong>The Simpsons 20th Anniversary Special In 3-D On Ice </strong>- dirigido por <strong>Morgan Spurlock</strong>, o mesmo criador de <strong>Super Size Me</strong>. Em visitas à America Latina, Spurlock mostrou uma fábrica ilegal de cerveja Duff em Buenos Aires e, claro, levantou a polêmica envolvendo a visita da família ao Brasil. O momento de surpresa surgiu quando ele entrevistou uma jornalista – Paula Gobbi, argentina que vive em nosso país há 16 anos, e presidente da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil. Sem considerar o tom blasé com o qual analisou o episódio, suas declarações foram para lá de inflamatórias.</p>
<p>Perguntada sobre a possibilidade de o povo brasileiro ter recebido a “homenagem” como brincadeira, a jornalista negou o aspecto humorístico e aproveitou para alfinetar. “Eles [os brasileiros] são como adolescentes e ainda não sabem como receber críticas”, foi o principal comentário. As reações ao episódio de 2002 geraram repercussão na mídia e envolvimento político, além de deixar parte da população carioca irritada. Um breve resumo retirado da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u30561.shtml">Folha de S.Paulo</a>: </p>
<blockquote><p>“Na época em que o episódio de Os Simpsons foi exibido nos Estados Unidos, o governo brasileiro não gostou do modo como o país foi retratado no seriado. Além de cometer vários erros grosseiros (os brasileiros falam com sotaque espanhol, a Amazônia é vizinha do Rio e as pessoas andam em filas de conga pelas ruas), o episódio pinta uma imagem nada desejável do Rio de Janeiro (um dos personagens é sequestrado, há cobras e macacos nas ruas).</p>
<p>Em abril passado, o porta-voz do presidente Fernando Henrique Cardoso disse que ele não tinha visto o programa, mas repudiava que se retratasse erroneamente o Brasil. O presidente da Riotur, José Eduardo Guinle, chegou a ameaçar processar a Fox, que produz o seriado.</p>
<p>A produção do desenho, criado por Matt Groening, pediu desculpas, mas aproveitou para provocar FHC: &#8220;Pedimos desculpas à amável cidade do Rio de Janeiro&#8221;, disse o produtor James L. Brooks. &#8220;Se isso não resolver a questão, Homer Simpson se oferece para lutar com o presidente do Brasil no &#8216;Celebrity Boxing&#8217; [programa de TV americano em que celebridades lutam boxe].&#8221;</p></blockquote>
<p>Visto de “fora”, o problema pode ser facilmente encarado como exagero, mas, assim como pontuado pelo trecho da FSP, há exageros gritantes. Claro, maluquices dignas de Os Simpsons, um programa capaz de esculachar seu próprio país semanalmente das maneiras mais absurdas e ofensivas possíveis. Por exemplo, se a comunidade judaica resolvesse processar Matt Groening por cada piada, o criador da série teria problemas sérios. Entretanto, o problema está na postura de Paula Gobbi, cuja longa vivência e conhecimento não só da cidade do Rio de Janeiro quanto do resto do Brasil deveria lhe servir como base antes de emitir uma opinião generalista como essa. Reações exageradas existem em todos os cantos do mundo, mas não é de hoje que ela faz esse tipo de crítica. Em 2002, quando a polêmica aconteceu, a jornalista foi entrevistada pelo <a href="http://www.latinamericanstudies.org/brazil/simpsons.htm">The Washington Post</a>. </p>
<p>Confira o trecho: </p>
<blockquote><p>“Vejo macacos nas árvores em frente ao meu escritório o tempo todo; e há macacos em Copacabana também”, diz Paula Gobbi, uma jornalista argentina que vive no rio há 16 anos. “Acho que isso é fantástico, algo para se ter orgulho. Mas aí escuto algumas das autoridades daqui que estão tentando fazer de conta que os macacos não existem e só consigo imaginar o que passa pela cabeça deles”. </p></blockquote>
<p>Generalizar não é o caminho do jornalismo. Seria muito fácil dizer que todos os argentinos concordam com cervejarias ilegais depois de, no mesmo programa, ver a fábrica de Duff que existe em Buenos Aires. Paula Gobbi generalizou e apresentou uma postura cheia de desdém ao “julgar” uma cidade e um povo num programa que já se sabia ser destinado ao horário nobre da TV norte-americana e, futuramente, lançado em DVD. </p>
<p>Além de tudo isso, o direcionamento de Spurlock reforçou vários dos conceitos apresentados no episódio “Blame it on Lisa!”, como por exemplo a obrigatoriedade da sunga nas praias, a vida de festa e sexualidade exagerada. Nada que os americanos não pensem do Brasil, mas que, aliado a uma análise parcial e deslocada como a feita por Paula Gobbi, reforça ainda mais a idéia errônea de que os brasileiros não passam de maltrapilhos subdesenvolvidos, com sotaque espanhol, e, agora, “adolescentes imaturos”. Também me surpreendeu o uso do &#8220;ainda&#8221;, dando a idéia de que estamos evoluindo em direção à iluminação social que, de acordo com Paula, não temos no momento.</p>
<p>Como nenhuma fonte oficial fez parte do programa, deixo uma pergunta: onde estavam as mesmas autoridades que criticaram Os Simpsons em 2002, já que foi necessária uma jornalista argentina para avaliar a situação? Assim como não faltam profissionais brasileiros com poder crítico e domínio da língua inglesa na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo sendo apenas escolha de Spurlock, que adora ser polêmico, podíamos ter dormido sem essa.</p>
<p>Reportagem: Fábio M. Barreto, de Los Angeles</p>
<p>==</p>
<p>O que você achou da reação do Brasil ao episódio? A avaliação de Paula Gobbi está certa? Concorda? Não? Foi tudo armação de Morgan Spurlock? Comente!</p>
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		<title>Lopez Tonight: Orgulho e Exageros</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 23:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[Lopez Tonight é o primeiro talk show diário apresentado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/george-lopez_a.jpg" alt="george-lopez_a" title="george-lopez_a" class="aligncenter size-full wp-image-1140" /></p>
<blockquote><p>Lopez Tonight é o primeiro talk show diário apresentado por um latino, George Lopez, mas é tão desinteressante e útil quanto seus concorrentes “caucasianos”.</p></blockquote>
<p><strong><br />
George Lopez</strong> é uma figura conhecida, respeitada e influente nos Estados Unidos, principalmente na comunidade latina. É o comediante latino mais bem-sucedido do país; odeia Eric Estrada, que estereotipou os latinos; estrelou uma sit com latina por alguns anos e, hoje, depois de ter gravado especial de stand up comedy para a HBO, e aparecer no especial Latino in America, da CNN, é o primeiro apresentador latino de um talk show, o <a href="http://www.lopeztonight.com"><strong>Lopez Tonight</strong></a>, exibido pela TBS. O termo latino foi repetido diversas vezes nesse parágrafo da mesma forma como Lopez o utiliza ‘como se fosse vírgula’ em seu linguajar. </p>
<p>Tudo é latino: o jeito de ser, de falar, as piadas e, claro, a platéia composta por mulheres maquiadas de forma exagerada e, por vezes, grosseira [as ‘chola girls’] e homens capazes de rir histericamente do ‘boa noite’ do apresentador. O orgulho perde as estribeiras e o exagero desregrado entra em cena. É o estilo George Lopez &#8211; sempre cheio de caretas e piadas escatológicas -, que tem certeza de sua fam e conceitos, mas não consegue se diferenciar positivamente de David Letterman, Jay Leno, Connan O’Brien e Cia. Ao longo das primeiras semanas de exibição, o programa Lopez Tonight entrou com força em termos de convidados. Lopez é bem relacionado, ajudou muita gente em sua carreira e merece elogios por sua comédia. Batalhou e venceu. Qualitativamente, parece ter jogado a cartada errada com seu talk show. Ou não, basta olhar com os olhos &#8216;latinos&#8217;.</p>
<p>Uma das características desses programas são as entrevistas fúteis [o elenco de Lua Nova ou mesmo a última visita de Bill Murray ao programa de David Letterman, por exemplo], às vezes surpreendentes [Joaquin Phoenix, também no David Letterman]; a abertura engraçadinha; e a banda ao vivo. Lopez Tonight tem tudo isso, mas com o sabor latino (impossível passar um parágrafo sem usar o termo, é quase mnemônico). Dançarinas latinas – há! – passam o programa todo sendo sensuais num mini-pódio, enquanto as câmeras fazem questão de prestigiar a “beleza latina” da platéia. Se a saída das high schools já é um festival de estilo exagerado, muita maquiagem, roupas esquisitas e mechas, imaginem quem as mães dessas meninas resolvem se produzir? É quase um baile de carnaval. Ratinho morreria de inveja.</p>
<p>Todos ali para prestigiar o espírito latino e, claro, para ouvir as piadas latinas de George Lopez.  E ver os famosos, claro. Seus entrevistados são de calibre invejável: Kobe Bryant (que dificilmente participa desse tipo de programa), Eva Langoria, Charlie Sheen, Jamie Foxx, Slash, Demie Lovato e Sandra Bullock são alguns dos exemplos. Até Carlos Santana participou com sua guitarra latina. Lopez não surpreende e pouco agrega com suas conversas, normalmente focadas na relação do apresentador com seu convidado ou, claro, algo envolvendo latinices.</p>
<p>Se você leu até aqui e não se irritou com tanta repetição do termo latino [incidência muito menor que no programa, aliás], entenda a principal razão disso: latino é considerado etnia nos Estados Unidos. Em muitos casos, os brasileiros são considerados latinos por conta da cor da pela, ou seja, se não é claramente causasiano de pele clara, as chances de você ser chamado de/considerado latino até mesmo em repartições públicas ou pela polícia são gigantescas. Há diversos relatos de brasileiros que são obrigados a preencher documentos oficiais como “latino” em vez de caucasiano pelo simples fato de termos nascido na América do Sul. É uma guerra interna, dos imigrantes latinos contra os brancos e negros. Todo mundo é envolvido, passiva ou ativamente. Sem exceções.</p>
<p>Isso explica a insistência de Lopez ao enfatizar sua postura sócio-política, mesmo quando faz piada sobre o fato dos burritos de verdade – aqueles feitos no México, logo, latinos – te fazerem peidar logo na primeira mordida e criticar os “wraps” norte-americanos. Ser latino é coisa de raiz para Lopes – mesmo ele não sendo imigrante direto – e levado muito a sério. Ele não faz muito segredo sobre seu desejo de ver sua raça comandando o país. E tem razões para pensar assim: os números populacionais impressionam; o espanhol é a segunda língua mais falada; a base da força de trabalho é latina; e, claro, seu programa está no ar. Como duvidar esse tsunami sócio-cultural? </p>
<p>Os talk shows noturnos costumavam variar de acordo com faixa financeira, afinal, cada um dos apresentadores mirava num tipo específico de público. Agora, não existe mais a diferenciação entre as piadas de Jimmy Kimmell e as piadas de Jay Leno; Lopez trouxe a raça para a mesa de negociações e aposta na população latina para se manter no ar. As chances são grandes de que dê certo, afinal, só mesmo os latinos para atirarem tantas piadas internas e a repetição do bendito nome.</p>
<p>Enquanto brasileiros do Twitter reclamam da “maldita inclusão digital”, Lopez abraça o fenômeno e o utiliza abertamente. Na semana passada, ele recebeu Sandra Bullock e a atriz foi ridicularizada numa “brincadeira” com a mulher do vídoe abaixo (a tal de Chola Girl, gíria para &#8220;maloqueira latina&#8221;), uma desbocada mal-educada – basicamente uma pessoa chula e sem noção – que ofendeu o estilo visual da atriz e a “transformou” numa latina. Claro que Sandra concordou, mas não precisava bancar a ridícula na semana de estréia do melhor filme de sua carreira &#8211; <strong>The Blind Side</strong>.</p>
<p>Veja o vídeo:</p>
<p><object width="413" height="340" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="ep"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/files/cvp/swf/tbs_embed.swf?context=plain_embed&#038;videoId=197009" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><embed src="http://i.cdn.turner.com/tegwebapps/tbs/tbs-www/files/cvp/swf/tbs_embed.swf?context=plain_embed&#038;videoId=197009" type="application/x-shockwave-flash" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="413" height="340"></embed></o</p>
<p>É o Unnecessary Extreme Makeover, a princesa se transformando em sapo pelas mãos da empregada do castelo. Não é preconceito, não de acordo com Lopez, para quem a cultura latina é o auge da civilização. É o Ratinho milionário e influente. Sorte dele. Azar o que de quem não é latino.</p>
<p>Lopez brinca: “os negros já colocaram um presidente na Casa Branca; já sabem o próximo passo, não?”. É inevitável, mas, pelo menos, que seja alguém eleito por qualidade e não pela cor da pele, afinal, essa América ainda é do Norte. </p>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/12/GeorgeLopez11.jpg" alt="GeorgeLopez11" title="GeorgeLopez11" class="aligncenter size-full wp-image-1141" /></p>
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		<title>&#8220;The Pacific&#8221;: novo trailer</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minissérie épica de guerra ganha novo trailer na HBO. Confira! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFuZCtvZitCcm90aGVycyUyQytQYWNpZmljK1dhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-84" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/pacific02_sm.jpg" alt="pacific02_sm" title="pacific02_sm" class="aligncenter size-full wp-image-1131" /></a></p>
<blockquote><p>Minissérie épica de guerra ganha novo trailer na HBO. Confira!</p></blockquote>
<p>Já assisti três episódios de <strong>The Pacific</strong>, a nova minissérie da HBO, que estréia em março nos Estados Unidos. Mas enquanto as matérias não começam a sair, deixo mais um gostinho da série para vocês. Aproveitando o feriado de Ação de Graças, o canal lançou um novo trailer. O vídeo tem bastante foco nos inúmeros desembarques anfíbios nas ilhas do Pacífico, mostra algumas cenas de Iwo Jima e também mostra o objetivo principal: homenagear o Primeiro Regimento de Fuzileiros Navais, força criada para combater o Império do Japão na Segunda Guerra Mundial. Não esperem por outro Band of Brothers. São coisas bastante diferentes, afinal, cada um tem um tom único. Assistam <strong>Além da Linha Vermelha</strong> para ter um pouco da idéia dessa série. Mas só um pouco, afinal, os soldados não têm tanto tempo para pensar na vida quanto no filme de Terrence Malick.</p>
<p><strong>The Pacific</strong> é produzido por Steven Spielberg, Tom Hanks e Gary Goetzman, os mesmos produtores de Band of Brothers. São 10 episódios, filmados em um ano de trabalho na Austrália.</p>
<p>Confira o Trailer:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/noUJHcdX6KU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/noUJHcdX6KU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>CNN US: Idiotização e Repetição Garantida</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/cnn/</link>
		<comments>http://www.soshollywood.com.br/cnn/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[CNN Domestic tenta ajudar, mas só incentiva a idiotização norte-americana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cnn.png" alt="cnn" title="cnn" class="aligncenter size-full wp-image-1120" /></p>
<blockquote><p>CNN Domestic tenta ajudar, mas só incentiva a idiotização norte-americana, com  problemas que vão de âncoras tendenciosos até exagero negativo nas coberturas. Sobra até para o Brasil. É o duro retrato do trabalho da maior rede internacional de notícias.</p></blockquote>
<p>Tive a honra de trabalhar para a CNN por alguns anos, no Brasil, como gerente de assessoria de imprensa. Já gostava o estilo do canal antes disso e a oportunidade de conhecer, nos bastidores, alguns dos âncoras e visitar o coração da emissora, lá em Atlanta, sacramentaram meu partidarismo e, óbvio, me afastaram das tolices da Fox News. Nos últimos dois anos, porém, me vi distante da <strong>CNN International</strong> – braço mundial exibido no Brasil e resto do mundo – e exposto diariamente ao estilo da <strong>CNN Domestic</strong>, o canal feito para americanos. Quando voltei do hospital no dia da morte de Michael Jackson foi a CNN que me manteve informado e também foi nesse mesmo canal que assisti à vitória de Barack Obama, o primeiro negro presidente dos Estados Unidos. Agora, exceto por momentos pontuais como os citados, a rede tem perdido relevância, foi enganada pelo caso do balão e beira o sensacionalismo. </p>
<p>Digo isso pelo simples fato de assistir ao canal durante o horário comercial. Na íntegra. Admiro o trabalho de gente como Jim Clancy e Michael Holmes, da CNN International, que faz jus ao trabalho de seus editores e informam, ensinam, esclarecem. Um verdadeiro trabalho jornalístico. Existe opinião, claro, mas ela surge, normalmente, com o intuito de guiar o espectador possivelmente pouco informado sobre pelejas no Oriente Médio ou, especialmente, na África. O canal promove um baile de informações. Fora dos Estados Unidos. Aqui dentro são formados monstros microinformados. A CNN Domestic foge da amplitude horizontal da International e mergulha numa verticalização vertiginosa em assuntos locais. Melhor explicar. Vejam os seguintes assuntos: Tiger Woods bateu o carro na sexta-feira; um ex-condenado é acusado de matar quatro policiais no domingo pela manhã; Barack Obama vai anunciar, amanhã, o envio de mais tropas para o Afeganistão.</p>
<p>É só nisso que se fala nessa segunda-feira. Nada errado em cobrir “celebridade, violência e política”, porém, é só nisso MESMO que se fala. Cada bloco do habitualmente ótimo Situation Room com Wolf Blitzer [um dos pilares da emissora, aliás] traz “breaking news” sobre Woods. Mas, na verdade, nada adiciona com algum especialista falando sobre o que pode, ou não, ter levado o golfista a não querer falar com a polícia sobre as circunstancias de seu acidente. Não feriu ninguém. Não causou danos. Não quebrou leis. Apenas seu carro. </p>
<p>No site da CNN, <a href="http://worldsport.blogs.cnn.com/2009/11/30/woods-is-only-human/">a manchete</a>: Os Problemas de Tiger – nem tão perfeito, afinal de contas [Tiger’s Troubles: not so perfect after all]. Moral questionada por um pequeno acidente e fofocas sobre possível envolvimento com uma garota de programa. Tudo circunstancial. Poucas evidências. Do mesmo jeito que o caso do “Ballom Boy” foi tratado semanas antes.</p>
<p>No mesmo ritmo, o programa fala sem parar do tal criminoso que pode ter matado quatro policiais. O ângulo é mais político que policial, afinal, um presidenciável, Michael Huckabee, concedeu perdão e permitiu a liberdade condicional do sujeito. Sobre o caso, só se sabe que o suspeito fugiu da polícia e todos estão “indignados” pelo fato de ele estar nas ruas. E o circo gira em torno dessas informações. Repetidas por repórteres, memorizadas por Blitzer, transformadas em infográficos nas telas. É um festival de falação sobre o nada até que a próxima informação seja anunciada, aí ela passará pelo mesmo ciclo. </p>
<p>Aí vem Obama. Especulações, possíveis reflexos sociais e políticos, opiniões de especialistas, opiniões dos âncoras, análises de cenários hipotéticos, debates infinitos sobre o que o presidente deve ou não falar, deve ou não fazer, deve ou não explicar. É o jornalismo dos experts, não dos informadores. Mesmo por que, informação não existe nesse momento. E as que existem são curtas e definitivas: Obama fará um discurso/Woods bateu o carro e não quer falar a respeito/Policiais foram emboscados. Mas são suficientes para manter as pessoas falando e analisando por um, dois, três dias. </p>
<p>Impossível não lembrar do balão. Dos especialistas em balonismo, dos militares pensando em como, talvez, quem sabe, na situação hipotética, e com muita sorte tentar “resgatar” o garoto do balão. O balão caiu. Nada de garoto. E as pessoas continuaram falando. Um dia inteiro de explicação. Sobre o nada. Um engodo.</p>
<p>No coração de tudo isso, a CNN tenta se segurar para cair no mesmo truque duas vezes: um casal disposto a ficar famoso para ter um reality show aprontou o impensável ao se infiltrar no primeiro jantar de gala da administração de Barack Obama. Os furões são manchetes no país inteiro e, novamente, lá vem os especialistas comentarem as repercussões políticas e os efeitos na imagem de Obama; gráficos mostrando onde eles entraram; como podem, ou não, ter burlado a segurança. O que aconteceu com o trabalho jornalístico de confrontar a fonte e PERGUNTAR? É o reinado da opinião e da suposição. Tem até gente tentando imaginar o que Obama está pensando e como isso o &#8220;chocou&#8221;. Realmente, amanhã o sujeito vai anunciar o envio de mais de 30 mil soldados para a Guerra e será que está preocupado com os furões?! É o jornalismo prestando um desserviço a seu próprio país. Todos precisam de bons índices, a briga com a Fox News – cuja qualidade é constantemente péssima, por fazer todo o mencionado nesse texto, mas de forma grosseira, agressiva e útil apenas para republicanos extremistas – tem pegado fogo, mas a CNN demonstra sinais de que deixou de ditar o caminho para tentar seguir seus competidores no quesito sensacionalismo. </p>
<p>Como se não bastasse isso, semana passada, Rick Sanchez (<a href="http://twitter.com/ricksanchezcnn">@ricksanchezcnn</a>) [âncora do programa da hora do almoço, que se baseia em reações de Twitter e Facebook para fazer suas matérias – basicamente as mesmas dos outros programas, mas com comentários, aí sim, opinativos e tendenciosos] resolveu comentar o encontro do presidente Lula “da Silva” (como é chamado por aqui) e o presidente do Irã. Sanchez se indignou com as pretensões internacionais do governo Lula, especialmente quando um repórter da CNN en Español explicou o fato de Brasil tentar se posicionar como uma potência em termos de negociações e ser uma “alternativa” ao estilo norte-americano. Não é a primeira vez que Sanchez alfineta o Brasil. Na cabeça do âncora, que é descendente de imigrantes cubanos, todos os governos sul-americanos integram um gigantesco bloco “comunista e de esquerda” seguindo o modelo de Hugo Chavez. </p>
<p>Um comentário me marcou: “mas o Brasil não é nosso aliado? Não temos relações com eles? Por que estão vendendo urânio para o Irão no ‘nosso quintal’ e tentando ser uma ‘opção ao nosso estilo de negociação’”? O comando da CNN se importa com o Brasil e está virando tradição enviarem seus âncoras do canal internacional para visitar nosso país, entretanto, esse episódio demonstra não agressividade, mas sim total despreparo da equipe da CNN Domestic em relação ao Cone Sul.</p>
<p>E, curiosamente, voltamos ao início desse artigo. Se nem mesmo os âncoras conseguem sair da mesmice que lhes é imposta, ou não se informam adequadamente sobre países importantes das Américas, o que esperar do conteúdo transmitido a seus espectadores que não um mero reflexo desse quadro? No meio dessa bagunça toda, salvam-se Anderson Cooper e John King, normalmente focados em seus assuntos. Esses dois garantem a verticalização da informação com utilidade e novidade. Duas ilhas perdidas no rodamoinho televisivo e sem propósito que se chama CNN Domestic. Uma situação triste especialmente sabendo que há tanto material utilizável e relevante no canal internacional.</p>
<p>Que saudade da CNN International. </p>
<p>por Fábio M. Barreto</p>
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		<title>Sam Neill vai morar em Happy Town</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/sam-neill-happy-town/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 17:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais segura, atraente e cada vez melhor, TV atraí grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/10/samneill.jpg" alt="116069_0225" title="116069_0225" class="aligncenter size-full wp-image-980" /></p>
<blockquote><p>Mais segura, atraente e cada vez melhor, TV atraí grandes nomes do cinema e, aos poucos, se torna o formato predileto de Hollywood.</p></blockquote>
<p>Astros como Glenn Close, Tim Roth, Kiefer Sutherland, Anna Paquin e Joseph Fiennes já migraram do cinema para a TV e abriram os olhos de Hollywood para uma nova possibilidade: apostar num emprego fixo, normalmente de médio ou longo prazo, longe do cinema. O veterano Sam Neill se junta ao grupo por conta do seriado <strong>Happy Town</strong>, um suspense com pretensões conspiratórias, que a ABC pretende estrear na próxima mid-season. A razão da mudança é simples: segurança financeira.</p>
<p>Por mais que a idéia da greve dos roteiristas ainda assombre o mundo televisivo, duramente afetado pela paralisação, o formato tem atraído mais que o cinema. Alguns fatores têm ajudado: aumento na qualidade tanto visual quanto textual [roteiristas de cinema também estão preferindo trabalhar em TV], maior exposição de mídia e público e salário garantido pela metade do ano. Muitos atores que abandonam a TV e buscam o cinema reclamam da rotina, do fato de trabalharem todos os dias no mesmo lugar, mas isso surge com elemento reconfortante para pessoas acostumadas com a natureza nômade dos filmes.</p>
<p>Sam Neill apostou em algo que lhe faz bem: mistério, suspense e uma pitada de sobrenatural mainstream. Twin Peaks é a referência mais direta, porém, <strong>Happy Town</strong>  &#8211; que de feliz não tem nada – está repleta de menções a Stephen King, Neil Gaiman, <strong>A Pequena Loja dos Horrores</strong> e tantos outros marcos da ficção, terror e suspense. No roteiro, uma cidadezinha se vê novamente assombrada por um criminoso perfeito, o Magic Man, responsável pelo desaparecimento de diversas pessoas. Tal mistério será solucionado ao final da primeira temporada e agradou a Neill, cujo personagem é um cinéfilo inveterado, dono de uma loja de memorabilia cinematográfica e, claramente, ligado ao tal sujeito que aterroriza a cidade.</p>
<p>Em entrevista a este repórter, ontem, em Los Angeles, Sam Neil atribuiu sua escolha ao sentimento de tranqüilidade inerente ao trabalho em TV, que ocupa cerca de 35 semanas num ano e gera retorno financeiro suficiente para se levar uma vida tranqüila sem correr atrás de roteiros mensalmente. Parte desse conforto, porém, é culpa de canais como HBO e Showtime, que elevaram imensamente os parâmetros de qualidade televisiva e, cada vez mais, se vêem atores atribuindo comentários anteriormente exclusivos de seus trabalhos em cinema, para os projetos de TV. É o famoso “um filme mais conciso por semana”. </p>
<p>É um momento especial na história desses dois meios, cuja distância qualitativa sempre foi gritante. Câmeras digitais ajudam, assim como investimentos maiores em efeitos. O resultado formidável de <strong>Battlestar Galactica</strong> mostrou isso, assim como a preocupação técnica de Lost ou True Blood, e já começa a prejudicar séries com mais pretensões, como por exemplo, <strong>FlashForward</strong>, primeiro seriado estrelado por Joseph Fiennes. O roteiro tem premissa genial – o mundo todo apaga por 2 minutos e cada pessoa tem uma visão de seu futuro – mas visualmente trouxe um primeiro capítulo mais próximo do orçamento e da assinatura visual da televisão, não do cinema, inevitavelmente causando estranhamento se comparado a seus semelhantes bem-sucedidos. </p>
<p>Não é o caso de <strong>Happy Town</strong>, cujo maior foco é no drama e nesse mistério kinguiano. Sam Neill é, de longe, o melhor atrativo do seriado, cujo restante do elenco é de atores pouco expressivos fora da telinha. O mais famoso ali é Stephen Weber, da série <strong>Wings</strong>. Mas nada é centrado em Neill, que deve servir como âncora e demonstrou boa forma no piloto temporário apresentado à imprensa internacional.</p>
<p>Merece atenção.</p>
<p>Fábio M. Barreto</p>
<p><a href="http://www.premiopodcast.com.br/index.php?podcast=105">
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Prêmio Podcast 2009" src="http://premiopodcast.com.br/images/banner1.gif" alt="Vote no SOS Cast!" width="460" height="60" /></dt>
</dl>
</div>
<p></a></p>
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		<title>Anna Paquin comenta final de True Blood</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/anna-paquin-comenta-final-de-true-blood/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[O fim está próximo em True Blood! E enquanto todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/08/trueblood_season2_samsookietara.jpg" alt="trueblood_season2_samsookietara" title="trueblood_season2_samsookietara" class="aligncenter size-full wp-image-817" /></p>
<p>O fim está próximo em <strong>True Blood</strong>! E enquanto todo mundo se desespera para saber o destino de Sookie, Bill e, claro, como Maryann será derrotada, foi Anna Paquin quem conversou com este repórter para contar um pouco sobre o final bombástico da segunda temporada, que será exibido dentro duas semanas nos Estados Unidos. Fica a dica, não restará pedra sobre pedra!</p>
<p><strong>SPOILERS PESADOS a partir desse ponto, leia por sua conta de risco.</strong></p>
<p><strong>True Blood</strong> conseguiu fazer de sua segunda temporada algo tão bom, ou até mesmo, melhor que seu ano de estréia. Muito mais que vampiros, foi a hora de inserir mais elementos religiosos e envolver até mesmo a mitologia grega na trama toda. Dois núcleos se firmaram: a guerra entre vampiros e a igreja radical, e o bacanal em desenvolvimento em Bon Temps por conta da influência de Maryann (Michelle Forbes). </p>
<p>Temporariamente, o arco envolvendo religião foi concluído e Jason Stackhouse [cada vez mais lesado] encontrou sua verdadeira motivação: fazer mais besteira do que antes! Claro que, às vezes, dá certo e, recentemente, sua “união” com Andy – o policial bebum –rendeu ótimas piadas. Entretanto, essa sub trama serviu para estreitar os laços entre Sookie (Anna Paquin) e Eric Northman (Alexander Skarsgard, lê-se “scarôs-gard”). Darth Maul ganhou um inimigo à altura como personagem mal aproveitado: Godric,um vampiro com mais de dois mil anos de idade apareceu e, rapidamente, entrou para a história. Claro que ele acabaria com o equilíbrio narrativo de True Blood, mas vê-lo partir tão rapidamente foi frustrante. É a dura realidade de uma série boa: a cada morte, um personagem bom se despede.</p>
<p>A trama principal ficou mesmo em Bon Temps, com Tara (Rutina Wesley) mergulhando cada vez mais no mundo maluco e sem limites de Maryann. Aos poucos, descobrimos se tratar de uma ‘menade’, uma das adoradoras de Bacco, ou Dionisio, os deuses grego e romano do vinho e do prazer. O objetivo de Maryann é invocar seu deus e, no processo, ser devorada por ele. Mas, nesse meio tempo, ela precisa criar as condições necessárias para tal feito. Um desses elementos é estar cercada por uma “família” de pessoas similares a ela, então toda a população de Bon Temps, pouco a pouco, cai num transe poderoso que envolve sexo exagerado, selvageria, busca total pelo prazer e, claro, canibalismo.</p>
<p>É, literalmente, a receita para o desastre. A entrevista a seguir aconteceu há três semanas, em Los Angeles, mas o episódio do último domingo deu mais dicas sobre essa revelação [Jason diz que “para salvar algo, às vezes é preciso destruí-lo]. Acompanhe o trecho:</p>
<blockquote><p><strong>SOS Hollywood</strong>: Alguma coisa interessante aconteceu durante as filmagens na Louisiana?<br />
<strong>Anna Paquin</strong>: Destruímos uma cidadezinha. Literalmente. Pegamos uma cidade e transformamos na nossa cidade do programa. Fiquei com uma sensação de culpa ao dirigir pelo lugar e ver o tamanho do estrago. Os moradores apontando e querendo tirar fotos, e eu queria pedir desculpas pelo que fizemos. </p>
<p><strong>O que eles falavam?</strong><br />
Eles foram tão legais com isso. Fiquei surpresa. Eu ficaria horrorizada de chegar em casa e ver que a cidade se transformou num set de filmagens todo despedaçado. Quer dizer, quebramos nossos equipamentos e cenários, mas a cidade ficou uma bagunça. </p></blockquote>
<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maryann_season2.jpg" alt="maryann_season2" title="maryann_season2" class="aligncenter size-full wp-image-816" /></p>
<p>Ou seja, vai tudo acabar destruição generalizada mesmo. Jason e Andy devem colocar a cidade a baixo, enquanto Bill, Sam e Eric lidam com Maryann. Como Maryann se alimenta das sensações dos moradores de Bon Temps, um meio de privá-la de seu poder é eliminando essa fonte de poder. Curioso como aí se aplica o conceito de “local sagrado”, que contém e potencializa o poder. As pessoas são catalisadores, mas sem essa força reunida, precisariam fazer tudo de novo para reenergizar a menade.</p>
<p>Mas fica a questão: Sam Merlotte vai se sacrificar pela sua cidade? Porém, lembremos que Maryann precisa de uma oferenda sobrenatural. Sookie também é sobrehumana! Será? Ela não pode morrer – a série é dela –, mas ficaria sem graça sem o Sam. Sam Trammell estava empolgado no dia das entrevistas e não deu pinta de quem morreria tão cedo. Enfim, é a agonia do último episódio. Fantástico!</p>
<p>Confira a entrevista completa com Anna Paquin, além de papo com Alan Ball e especial completo de <strong>True Blood </strong>na <strong>Sci-Fi News</strong> de setembro! =D</p>
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		<title>[HUMOR] Revelada Imagem do Final de True Blood!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/true-blood-lolo/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Paquin]]></category>
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		<description><![CDATA[Falta pouco para o final da segunda temporada de True [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/08/true_blood_eric.jpg" alt="true_blood_eric" title="true_blood_eric" class="aligncenter size-full wp-image-766" /></p>
<p>Falta pouco para o final da segunda temporada de <a href="http://www.soshollywood.com.br/saindo-do-caixao-na-hbo/"><strong>True Blood</strong></a>, série de maior sucesso da TV norte-americana no momento. E a pergunta que não quer calar é: o que Maryann [Michelle Forbes] e seus seguidores loucos por sexo e violência querem fazer?</p>
<p>A dica estava na frase entoada como mantra pelos moradores de Bon Temps:<br />
&#8220;Lollo Bromios, Lollo Dendrites, Lollo Eleutherios, Lollo Enorches, Lollo Bacchus &#8221;</p>
<p>Num esforço de reportagem do <strong>SOS Hollywood</strong>, que envolveu pessoas em três países diferentes e muita conversa com a HBO, encontramos a imagem que marcará o ápice da segunda temporada de <strong>True Blood</strong>. A imagem é forte e recomendamos cautela ao vê-la. Além de tudo, CONTÉM SPOILERS! </p>
<p>.<br />
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Quase lá.<br />
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Agora vai!</p>
<p><img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-content/gallery/true-blood/true_blood_seasonfinale.jpg' alt='true_blood_seasonfinale' class='ngg-singlepic ngg-center' /></p>
<p>(imagem by @morph_judao )</p>
<p>=D<br />
Lollo! Lollo! Lollo! É Lollo, não é Milkbar! =D<br />
Pena que a brincadeira só funciona no Brasil.</p>
<p>E para quem ficou &#8220;bravo&#8221; com esse momento descontraído por aqui, prometo que compenso com entrevista GIGANTE e EXCLUSIVA com Stephen Moyer, ok? <img src='http://www.soshollywood.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Bill Maher dá Aula de Jornalismo!</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/bill-maher-healthcare/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 00:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[O povo norte-americano vive uma guerra ferrenha há cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maher5171.jpg" alt="maher517" title="maher517" class="aligncenter size-full wp-image-752" /></p>
<p>O povo norte-americano vive uma guerra ferrenha há cerca de um mês. Não há envolvimento militar, muito menos ameaça estrangeira. O problema é interno, um dos maiores dilemas dessa nação colossal há anos: saúde pública. Enquanto Barack Obama tenta fazer jus à bandeira que o elegeu e trazer mudança, republicanos radicais pregam a desinformação para evitar a aprovação da maior reforma da História. É o roteiro de uma história catastrófica que nem mesmo as mentes mais malucas de Hollywood ousaram inventar: “se o plano passar, vão matar a vovó!”. E no meio do tiroteio, Bill Maher e Dana Gould, da HBO, deram um dos tiros mais certeiro e mostraram as pessoas realmente interessadas nessa reforma: a população carente.</p>
<blockquote><p>Uma explicação rápida do funcionamento do sistema de saúde aqui: cidadão contrata o convênio, precisa pagar a mensalidade, mais uma taxa fixa por consulta, e uma porcentagem de eventuais internações e exames. Basicamente, você paga por mês e tem acesso a uma série de serviços que vão te cobrar do mesmo jeito, embora com preço reduzido. Para o cidadão comum, esse preço fixo é salgado [no mínimo, US$ 400.00 para uma família pequena] e, na maioria dos casos, as empresas pagam o convênio dos funcionários.</p></blockquote>
<p>É exatamente esse povo, capaz de pagar a conta ou que tem empregador bancando o convênio, que tem lotado os Town Hall Meetings e feito discursos inflamados contra o “plano de saúde governamental”, que, de acordo com a oposição, pode tirar o poder de escolha do cidadão e definir quem será, ou não, coberto em casos de doença e diversos outros tratamentos, incluindo máquinas de suporte à vida. É o levante da classe média. </p>
<p>Agora, por que estou falando disso no <strong>SOS</strong>? Por que um programa de entretenimento fez algo que muito jornal diário ou televisivo se esqueceu. Às vezes me pergunto sobre a utilidade de cobrir entretenimento e momentos como esse me mostram que ainda podemos fazer a diferença.</p>
<p><strong>Bill Maher</strong> tem um talk show semanal na HBO – <strong>Real Time with Bill Maher</strong> – no qual entrevista celebridades e convida formadores de opinião para debates sempre revigorantes e engajados sobre política, cinema, economia, sociedade e o que der na telha. Ele sempre conta com a participação do comediante <strong>Dana Gould</strong>, que faz matérias especiais e não necessariamente engraçadas. Na semana passada, ele resolveu abordar o problema da saúde.</p>
<p>Veja a reportagem antes de continuar. Pessoas comparando Obama a Hitler, entre outras coisas. Infelizmente, não encontrei versão com legendas:<br />
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ht_W5_Ogh0U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ht_W5_Ogh0U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Gould foi até Inglewood, na região central de Los Angeles, área que ainda reúne grande número de pessoas pobres e miseráveis, visitar um chamado “Centro Médico de Emergência”. Imagine um estádio de futebol, mas em vez do gravado, centenas de leitos e médicos prontos para atender a população carente. Essa é uma estrutura levada a países carentes ou área de desastres e catástrofes. Em vez disso, estava em Downtown LA, cuidando dos necessitados. </p>
<p>Esse pessoal chegou na fila entre 3 e 4 da madrugada, para ser atendido lá pelo meio-dia e aproveitar a oferta de dentistas, fisioterapeutas, clínicos gerais, ginecologistas e tudo mais, simplesmente por não terem condições de pagar pelas consultas ou de aguardar atendimento precoce nos hospitais públicos. O que mais chamou a atenção foi o contraste: enquanto esse pessoal [maioria negra, aliás] aguardava em silêncio e, em muitos casos, com dor; o outro pessoal [maioria branca] ficava sentadinho na reunião com o Senador para fazer discurso enfezado, religioso ou apocalíptico &#8211; e aparecer na Fox News e na CNN, claro!</p>
<p>Se a proposta de Barack Obama passar, a fila de Los Angeles seria drasticamente diminuída, pois a oferta de saúde abraçará também a população carente, com planos subsidiados e adequados a suas necessidades. Sem dúvida, uma evolução necessária e justa. Não quero desmerecer as questões dos críticos, que estão inseguros em relação ao novo sistema, não sabem como funcionará sua cobertura futura, se continuarão recebendo certos tratamentos e se, de acordo com Sarah Palin, o governo vai poder “desligar o aparelho da vovó”. A maioria dos opositores é de aposentados, cujos planos de saúde já são mais caros e que requerem mais cuidados com freqüência. Mas, olhando friamente, essa parcela tem condições – fundos de pensão, aposentadorias ou filhos – capazes de cobrir com suas despesas, enquanto a outra, silenciosa e grata pelo favor prestado pelo governo, mal consegue comprar comida.</p>
<p>No meio disso tudo, ontem, um senador republicano &#8211; não anotei o nome &#8211; disse algo espetacular, depois que uma mulher, aos prantos, perguntou se ele vai ajudar o filme dela, que não vai mais ser coberto pelo plano e vai morrer. &#8220;Meu escritório se compromete a ajudar no que for possível, agora estamos achando que o governo tem que fazer tudo por nós? Temos que ajudar uns aos outros, somos americanos&#8221;. Muito certeiro. Mas, nessas horas, o resto do partido não escuta e os gritos de &#8220;socialismo, marxista e Hitler&#8221; continuam ecoando.</p>
<p>Algumas pessoas falam que isso vai “socializar o sistema de saúde”. Aí, nesse mesmo programa de Bill Maher, <strong>Brad Pitt</strong> diz: “olha, esse pessoal fala que vamos virar um país socialista e nunca tirou a bunda da cadeira; eu já visitei um país socialista e te digo, estamos muuuuito bem!”. Parece que todo aquele medo da guerra fria voltou, pela razão mais bizarra. Reduzidos, depois da derrota presidencial, os republicanos se ofendem e atacam facilmente [alguns acreditam que Obama nem é cidadão norte-americano, aliás] para garantir seu espaço.</p>
<p>Enquanto <strong>CNN</strong>, <strong>New York Times</strong> e outros grandes nomes da imprensa dedicam tempo e espaço à cobertura dessas Town Hall Meetings, foi preciso um programa de entrevistas ir olhar o outro lado e mostrar quem, realmente, vai ganhar a “simples” vantagem de, pela primeira vez, ser incluído num sistema de saúde governamental. Tem gente se preocupando com “desligar os aparelhos da vovó”, enquanto muitos têm seus aparelhos desligados antes mesmo de perderem suas vovós. </p>
<p>E a gente ainda reclama do Brasil, onde se paga um valor fixo por um plano de saúde e, sem entrar no mérito da qualidade, pode ser atendido num hospital, fazer quantas consultas e exames for necessário e não ser cobrado a mais por isso. Tem suas falhas, sim, mas vendo essa dura realidade americana sinto saudade do meu cartão de convênio brasileiro. Viver com medo de ir para o hospital [e receber uma conta de mais de US$ 10 mil] mesmo pagando convênio é assustador.</p>
<p>A situação é crítica e um bando de gente maluca resolve acreditar até mesmo em Obama utilizar programas nazistas, ou na decisão do governo sobre a vida e morte dos idosos. Como Dana Gould disse no programa: MAS QUE P$#%#?</p>
<p>Vejam Brad Pitt no programa:<br />
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fIDeveRVTEI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fIDeveRVTEI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lSmox4zFo3M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lSmox4zFo3M&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Saindo do Caixão na HBO</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 06:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<description><![CDATA[I Wanna Do Bad Things with you&#8230; canção da abertura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-77" title="true blood" src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/07/true-blood.jpg" alt="true blood" /></p>
<blockquote><p>I Wanna Do Bad Things with you&#8230; canção da abertura da série</p></blockquote>
<p>Tive a oportunidade de cobrir diversos eventos vampíricos em 2008. O mais divertido, sem dúvida nenhuma, foi <strong>Lost Boys – A Tribo</strong>, que cobrir com exclusividade durante a Comic-Con e pude conhecer o Corey Feldman e aquele vozeirão cavernoso dele. Filme médio e acertadamente lançado direto para DVD. Mas foi durante a mesma convenção que tive primeiro contato com <strong>True Blood</strong>, difícil foi vencer os 2363 fãs vestidos de vampiro que se acotovelavam na entrada da sala de exibição. Tinha fila, mas os seres da noite acham que podem entrar voando no salão e se empoleirarem de cabeça pra baixo.</p>
<p>Enfim, felizmente, consegui acompanhar <strong>True Blood</strong> desde a estréia e em HD, quando a série foi exibida pela HBO US nas noites de domingo. Alan Ball sempre fez sucesso aqui em casa, muito mais com a Lu do que comigo, mas estava empolgado com a série desde a Comic-Con. O primeiro episódio foi tão bem feito e empolgante que sabia: domingão era dia, ou melhor, noite de vampiro aqui em casa! Claro que eu já estava meio irritado com o fato de serem apenas 12 episódios, mas o feeling jornalístico sempre dizia que outra temporada viria. Ainda bem que acertei.</p>
<p>Pois bem, acho que deixando de lado os pormenores dos personagens, o que mais atraiu em <strong>True Blood</strong> foram as diferenças daquele universo. Aliás, eu e o <a href="http://www.hollywoodiano.com">Otavio Almeida</a> discutimos um pouco disso na <strong>Sci-Fi News</strong> de janeiro num artigo sobre o “hype vampírico” do momento. Sangue artificial? Tráfico de sangue de vampiro? E, claro, a perspectiva de outros seres por aí colocaram mais que pimenta naquela mistura.</p>
<p>Acho que estava mais do que na hora de mudar o conceito de humanização dos vampiros. Os fãs de <strong>Crepúsculo </strong>que me desculpem, mas o contexto ali ficou vazio demais se comparado a essa realidade de <strong>True Blood</strong>. Pelo menos no filme, que não recomendo para alguém que goste do assunto. É, no máximo, bom para matar a curiosidade e ver o que agrada a garotada hoje. E só. Ver um romancezinho barato ou toda a lenga lenga sobre família de <strong>Lost Boys &#8211; A Tribo</strong> não tem graça perto do que essa série conseguiu. <strong>True Blood</strong> é maduro até a última gota.</p>
<p>Isso fica claro desde a abertura alucinada criada por Alan Ball. Som country, elementos religiosos da Louisiana, aquele clima cru da região, gente com os hormônios ouriçados ao extremo e sua dose de nojeira servem como cartão de visita para um mundo plausível e sem muita enrolação. Coitado do arquétipo do Conde Drácula. Não há mais espaço para o visual de Bella Lugosi nos vampiros modernos. No máximo, o personagem pode ser misterioso e sedutor apenas com o olhar, como Eric Northman – o Homem do Norte, tradução que reflete as origens nórdicas do personagem e do ator que o interpreta, Alexander Skarsgård, filho de Stelan Skarsgård (<em>Gênio Indomável</em>). Alexander, aliás, é o maior destaque do elenco de outra grande produção da HBO: <strong>Generation Kill </strong>.</p>
<p>Confesso que, antes da estréia, o elemento político havia despertado a atenção. Muitos especiais da HBO focavam na “faceta política” da série, mas esse elemento se tornou secundário e até desapareceu ao longo da temporada. Acredito que boa parte dos drops exibidos pela HBO US devam aparecer o DVD. O material conta com entrevistas com ‘vampiros reais’, escritores, atores e gente envolvida no crescimento desse gênero – ou subgênero do Horror, se preferir – literário, cinematográfico e, para alguns, de vida.</p>
<p>Um dos aspectos mais trabalhados pelo roteiro é mesmo o preconceito. Os vampiros desejam vida pacífica (embora facção de sua raça sejam contrários à idéia) e boa parte dos humanos não gostam muito da idéia. Ao situar a série numa região com forte histórico em relação a escravos e direitos civis &#8211; o Sul dos Estados Unidos -, a autora pode trabalhar diversos extremos dessas relações sem muito esforço ou criar um cenário compatível com tanto ódio, preconceito e rancor. Tudo já estava pronto e embasado em raízes históricas. O melhor de tudo é saber que dificilmente haverá um final feliz no fim do túnel.</p>
<p>Para quem ainda não sabe, basicamente, <strong>True Blood</strong> mostra um mundo no qual os vampiros “saíram do caixão” e vivem entre nós. Tudo por culpa da criação sangue sintético – coisa de japonês, claro! – que dá nome à série. Daí para frente é drama social da melhor qualidade, afinal, como conviver pacificamente se os vampiros podem, se quiserem, saírem matando gente a torto e à direita?</p>
<p>A série foca suas lentes numa cidadezinha interiorana na Louisiana, com seu sotaque cajun (mistura de francês, inglês, dialeto de escravos e, aposto e ganho, algum idioma alienígena!), onde mora a família Stackhouse. Sookie é a personagem principal, vivida por Anna Paquin, que, mesmo escorregando um pouco no sotaque, faturou o Globo de Ouro de Melhor Atriz. Foi merecido e, felizmente, mostra que ela não é apenas mais uma “estrela infantil” tentando voltar a ficar famosa. O Oscar de Melhor Atriz por <em>O Piano</em> ganha mais validade ainda, já que se tratava de uma atriz por vocação.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vxINMuOgAu8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/vxINMuOgAu8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Sookie é uma garçonete, mas não para por aí. Se em seu mundo existem vampiros, bem, ela pode ser um pouco diferente. A moça consegue ler mentes e todo mundo acha que ela é meio pinel por conta disso. Bom, cidade pequena é essa zona. Todo mundo conhece todo mundo e a fofoca corre solta. Ela tem um irmão – burro feito uma porta -, Jason, o conquistador da cidade. É impressionante a quantidade de vezes que Jason aparece fazendo sexo na série. Pelas contas da central de estatísticas do <strong>SOS Hollywood</strong>, ele seduziu pelo menos 4 personagens e apareceu transando, no mínimo, uma vez em cada episódio. O sujeito é uma máquina!</p>
<p>Acima do Bem e do Mal está a vovó Stackhouse – grande performance da veterana Lois Smith – uma alma pura no meio de toda a doideira que está prestes a se abater sob a cidade de Bon Temps. Os personagens de <strong>True Blood</strong> são bem definidos, de opinião forte e cheios de mistério. Aparentemente, ninguém consegue ter mais segredos que Bill Compton (Stephen Moyer), o vampiro bonitão que chega à cidade e, que dúvida, se envolve com Sookie, a bobinha da paróquia.</p>
<p>Essa história de amor impossível acaba guiando a série em meio a assassinatos – o grande mistério da temporada é saber quem anda matando mulheres ligadas a vampiros –, luta de religiosos contra a existência dos vampiros e, claro, os outros elementos sobrenaturais que povoam o universo criado por Charlaine Harris, a autora da série <em>Southern Vampire</em>.</p>
<p>Acima de tudo, <strong>True Blood</strong> propõe uma análise da verdadeira índole humana. Como reagimos em situações extremas? Até onde iríamos por desejo ou vício? Pode o Bem existir em algo encarado como Mal por tantos séculos? E, acima de tudo, conseguirá o amor superar tantas barreiras sociais e políticas? Chances para transformar essas perguntas em episódios banais e óbvios aconteceram aos montes na primeira temporada, mas, felizmente, esse nunca foi o caminho tomado pelo time de Alan Ball.</p>
<p>Uma coisa é certa, os primeiros episódios servem para te deixar viciado, mas os rumos que a história toma até o final da temporada são absurdamente alucinantes. Não ache que vai ficar nessa ladainha de Bill sempre aparecer para salvar Sookie. Esse é um ponto fraco e problemático no início da série, que pode dar a impressão de que a estrutura funcionará como <em>Arquivo-X</em> com o &#8220;monstro da semana&#8221;. O problema foi notado e rapidamente solucionado. Ainda bem! De qualquer forma, há um elemento muito galante, mas pouco desenvolvido no comecinho: Sam Merlotte (Sam Trammell), o dono do bar onde Sookie trabalha.</p>
<p>Se você estava interessado na série e esperou até agora para conferir na TV, com a qualidade que ela merece, e não alimentou a maldita indústria do download ilegal: Meus parabéns, fez bem. Agora é só ligar a TV e curtir. Ah, publicamos um guia de episódios completo na <strong>Sci-Fi News </strong>de janeiro. Confira, mas cuidado com os spoilers. É uma perdição e, assim como a música tema diz, <em>I wanna to bad things with you&#8230;</em></p>
<p><em><font size="-2">Texto: Fábio M. Barreto</font></em></p>
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		<title>Os Cavaleiros do Apocalipse</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Supernatural desbanca todas as demais séries com o melhor final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/07/supernatural-season4-4.jpg" alt="supernatural-season4-4" title="supernatural-season4-4" class="aligncenter size-full wp-image-293" /></p>
<blockquote><p>Supernatural desbanca todas as demais séries com o melhor final de temporada do ano. A TV nunca mais será a mesma depois do sucesso dos irmãos Winchester. Amém!</p></blockquote>
<p><strong>SPOILERS!!!</strong></p>
<p>A entrada de <strong>Supernatural </strong>na mitologia cristã era arriscada, embora lógica. Anjos em dúvida, deus ausente, demônios prontos para libertar Lúcifer de seu cativeiro eterno. No meio disso, claro, Dean e Sam Winchester disputavam sua própria guerra psicológica envolvendo fé, confiança e controle. Não poderia haver conclusão mais acertada para uma quarta-temporada irreparável e, como sempre, acima da média da TV norte-americana. <em>Lucifer Rising</em> abre as portas para o renascimento do Anjo Caído, mas, acima de tudo garante o melhor cliffhanger do ano.</p>
<p>Quando o anjo Castiel chegou na vida de Dean e Sam, um novo horizonte dramático despontou em <em>Supernatural</em>. Nada de asas brancas, armaduras brilhantes ou espadas flamejantes. Muito poder&#8230; e dúvida pairava sobre as cabeças angelicais. Era o presságio da Guerra entre Bem e Mal, o combate supremo quando lealdade absoluta seria necessária. <em>Supernatural </em>nunca funcionou em termos absolutos. Talvez na primeira temporada, por falta de base prévia, mas sua evolução afastou qualquer possibilidade de uma dicotomia dogmática, exatamente como a cristã. </p>
<p>Lucifer Rising rompe não só com qualquer laço de simpatia em relação aos anjos como também define novas regras para os irmãos Winchester. Bem, velhas regras, na verdade, já que confiar apenas na família nunca deveria ter saído de moda. Sam passou pelo pior dos processos e pouco pode fazer quando seu grande momento chegou. Foi manipulado até a última gota de sangue. Literalmente. Pobre Sam, mesmo perante o Mal absoluto, continuou o bom moço, o paladino alienado. Dean, por sua vez, não fez melhor em sua jornada de serviço em nome de deus. Afinal, como servir bem e fielmente a um todo-poderoso ausente, cujos arautos pregam destruição imediata para garantir paz eterna? Dean não funciona assim. Ninguém deveria, nem humano nem anjo.</p>
<p>Lealdade é termo fundamental nessa reta final. Os Winchester racham: missão e família são objetivos facilmente dissociados. A sua maneira, cada um jura lealdade a algo diferente, algo extremo, alienígena ao modo como foram criados. Ficam cegos perante o grande plano, a enganação suprema na qual não passam de peões no tabuleiro. <em>Lucifer Rising</em> esclarece tudo, ratifica a necessidade por lealdade, e cria o cenário perfeito para o pior ano de nossas vidas, pois, a partir do primeiro episódio da quinta temporada, não sobrará pedra sobre pedra. </p>
<p>Os roteiros geniais de Supernatural já mencionaram o &#8220;Evangelho de Winchester&#8221;, porém, tem diante de si a árdua tarefa auto-imposta de trazer ao mundo o Apocalipse. Mas, diferente da versão de João, dois irmãos podem salvar a Humanidade. Tanto do céu, quanto do inferno. É o início do fim dessa jornada sobrenatural, que, por questão de honra e qualidade, precisa acabar na quinta-temporada. Afinal, como superar o fim do mundo? Triste, mas lógico. Quase necessário. Graças a D&#8230; Dean e Sam.</p>
<p><em><font size="-2">Fábio M. Barreto</font></em></p>
<p>==<br />
PS: notaram que a música tema dessa temporada, <strong>Carry On Wayward Son</strong>, do Kansas, conta TUDO que aconteceria com Dean e Sam durante a série? A frase &#8220;Don&#8217;t you cry no more&#8221; é sob medida pro Sam. E o que foi &#8220;Ele tá vindo!&#8221;, com voz de pânico, me diz? =D</p>
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		<title>Curtinhas sobre Séries</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 23:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Várias coisas impressionantes acontecendo nas séries nessa semana. Depois resenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Várias coisas impressionantes acontecendo nas séries nessa semana. Depois resenho alguns episódios, mas aí vão as impressões curtas:</p>
<p><strong>Heroes</strong><br />
Nem está tão ruim e precisaram resgatar uma personagem dos &#8220;quadrinhos online&#8221; para dar alguma graça. Rebel é aquela israelense que consegue acessar a internet com a mente. Poderzão, né? [ATUALIZAÇÃO: errei, não era ela, mas é spoiler, então não vou contar.=D] Agora, deveria mudar o nome de Heroes para Claire, ou Cheerleader. Ela virou o foco da parada, pois não importa o quão emergencial sejam as ações de Matt, Peter ou Papai Bennet, ela é sempre o foco.</p>
<p><strong>24 Horas</strong><br />
Jack Baur tem o &#8220;Toque de Merdas&#8221;. Encostou, morreu ou tomou. É impressionante, o cara é todo do Bem, quase se mata para salvar o país e está rodeado por um número infinito de babacas, assassinos e gente disposta a transformá-lo no cruzamento de Átila com Hitler. Kiefer vai bem, entrevistei ontem, de novo. Chato de tudo isso é que a entrevista foi gravada pela agência EFE, que publicou em vários sites brasileiros, que assinam a agência, traduziram e tomei um furo. Ui! =D</p>
<p><strong>Battlestar Galactica</strong><br />
Final de série simplesmente inesquecível. Tinha tudo que precisava: ação, gente morrendo, tensão extrema, Adama pirando (me lembrou o Theóden em O Retorno do Rei, mas na Versão Resumida do JovemNerd.. com aquele sentimento de &#8220;vamos todos morrer, nosso dia chegou!!!&#8221;) e uma revelação que fez uma de minhas afirmações anteriores estar errada. Há um ano mais ou menos, quando Baltar iniciou sua jornada religiosa, publiquei texto na Sci-Fi dizendo que ele era &#8220;Jesus Cristo&#8221;. Fui pudico em meu pensamento. O buraco é muuuuuito mais embaixo. Linha de pensamento certa, só errei no título. Assistam e tirem suas próprias conclusões.</p>
<p><strong>Supernatural</strong><br />
Sam mostrou fraco e comprovou minha teoria maluca de que não estava apenas &#8220;treinando e se divertindo&#8221; com a Ruby. Aí você pensa, o que vale mais &#8220;um herói meio quebrado e perturbado como o Dean pós-Hell, ou um herói 2.0 com sangue demoníaco, que teoricamente age contra os desejos de Deus&#8221;? Dentro da mitologia de Supernatural, acho que nenhum dos dois, afinal, o melhor seria mudar para a Lua, pois com toda a desgraça que está a caminho, sai debaixo. Acho que nem Gandalf salvaria. Capítulo muuuito bom, explorando a experiência de Dean no inferno e, acima de tudo, jogando um saco gigante de merda no ventilador dos Anjos. É o &#8220;Toque de Merdas Celestial&#8221;. E se o Dean já estava perturbado, agora foi pro saco. Ele descobre que algo frutístico no Inferno, frustrou papai Winchester e ferrou com o papai do céu. Alguém manda o Jack Bauer pra ajudar, por favor!?</p>
<p>Lie to Me<br />
Comecei a assistir nessa semana. Parece bom, gosto do Tim Roth e ele impressiona em cena.</p>
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		<title>Fringe: Porto Seguro para fãs de FC</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 22:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Série idealizada pelo mesmo time do novo <strong>Star Trek </strong>surpreende com roteiro inteligente, execução bem-feita e agrada sem apelar. Chegada à programação brasileira é motivo de celebração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/03/fringe-1024x768.jpg" alt="" title="fringe" width="650" height="500" class="alignleft size-large wp-image-2008" /></p>
<blockquote><p>Série idealizada pelo mesmo time do novo <strong>Star Trek </strong>surpreende com roteiro inteligente, execução bem-feita e agrada sem apelar. Chegada à programação brasileira é motivo de celebração. A estréia acontece hoje, no Warner Channel, às 22h.</p></blockquote>
<p>O anúncio do encerramento de <strong>Battlestar Galactica</strong> teve os mesmos efeitos de uma bomba no meio dos espectadores de seriados inteligentes da atualidade. Muitos procuravam no horizonte por um substituto adequado para a derradeira hora da despedida de Adama e seus comandados. A resposta veio antes do que se esperava quando <strong>Fringe </strong>estreou na <em>Fox </em>norte-americana. Depois de meia temporada, pode-se dizer que a ficção científica televisiva precisava de <strong>Fringe </strong>e é uma pena que não dispute espaço com <strong>Battlestar Galactica</strong>. Seria uma competição e tanto, com franca vantagem de BSG, diga-se de passagem, mas ainda sim uma boa briga. Os criadores – JJ Abrams, Alex Kurtzman e Alex Orci – sabiam disso e acertaram na mosca.</p>
<p><span id="more-1364"></span></p>
<p>A chegada de <strong>Fringe </strong>deve ser festejada por agregar mais valor ao gênero da ficção científica. O momento é de grande variedade: Supernatural apostando no emocional e jovens galãs para agradar jovens e adultos; <strong>Dollhouse </strong>estreando com a aura de Joss Whedon; <strong>Lost </strong>colocando mais coisas na cabeça de seus seguidores; <strong>The Sarah Connor Chronicles</strong> apostando na ação desenfreada, e escorregando na banana; <strong>Smallville </strong>começando a perder o timing para sair de cena; e séries menores como <strong>Sanctuary </strong> (com Amanda Tapping, de Stargate: SG1) mantendo a estrutura enraizada do gênero na grade do Sci-Fi.</p>
<p>Fringe completa tudo isso ao mesclar tecnologia de ponta, altas doses de imaginação e um dos elencos mais acertado dos últimos anos. O nome da série vem do termo “fronteira/margem”, que é onde se desenvolve, e testa, a ciência mais avançada do mundo: armas biológicas, vírus mutantes e outras idéias malucas, como se comunicar com os mortos e até mesmo o teletransporte. Uma unidade do FBI investiga esses casos, mas conta com a ajuda de um homem incomum, um tal Walter Bishop, um dos cientistas que começou os estudos nessa área, mas foi internado num sanatório por anos. Espero que a imprensa brasileira, que não viu a série, não acredito no press release da assessoria do canal, que diz haver elementos de &#8220;sobrenatural&#8221; em <strong>Fringe</strong>. Se há uma coisa não presente ali é justamente o sobrenatural. Tudo é baseado na ciência e nas capacidades do corpo humano. Deixem os fantasmas para o pessoal de <em>Supernatural </em>ou <em>Ghost Whisperer</em>! =D</p>
<p>A mocinha da história é Olivia Dunham (Anna Torv), que conta com a ajuda de Walter (John Noble) e seu filho, Peter (Joshua Jackson), para impedir que mais casos bizarros vitimem centenas de pessoas. E bizarro é o mínimo para se classificar as coisas que acontecem nessa série. Entretanto, há muito mais que “monstros da semana” a serem encarados, pois, em segundo plano, existe uma grande trama que envolve o mundo todo. Em princípio, esse complô parece bem definido, colocando toda a culpa numa companhia chamada Massive Dinamic, a líder mundial em tecnologia, robótica e biotecnologia.</p>
<p>Excetuando-se o grande mistério, não há um quebra-cabeças constante em Fringe, assim como existe em <em>Lost</em>. As peças estão presentes na trama e são apresentadas ao espectador, que pode ser propositalmente enganado, mas pode juntar tudo que aprendeu quando chega a hora de dar o próximo passo. É um roteiro em constante evolução em termos de conteúdo e com diversas surpresas, mas sem soar ilógico ou excessivamente misterioso. Exatamente do jeito que o mercado precisava. Aliás, essa foi a razão que os criadores alegaram para a composição da série (que aconteceu durante os trabalhos para o novo <em>Star Trek</em>). E eles não podiam estar mais certos.</p>
<p>De qualquer forma, JJ Abrams sabia do risco de apostar alto numa série desse tipo, uma vez que seu conceito não tem grande apelo com determinadas faixas etárias cujo retorno de audiência é fundamental hoje em dia, especialmente adolescentes do sexo feminino. Joshua Jackson não é galã e Anna Torv não faz o coração dos rapazes palpitar, então, <strong>Fringe </strong>precisa sobreviver de seu conteúdo fazendo de tudo para não decepcionar. Até o momento, tem cumprido o que promete e a trama secundária ganhou uma reviravolta fantástica no último episódio, antes do intervalo da temporada (para dar espaço a American Idol). É de tirar o fôlego. Não vejo a hora de Abril chegar! :p</p>
<p><strong>Fringe </strong>não deixa a desejar para nenhum dos grandes títulos do gênero. É um programa para ser apreciado em todos os seus aspectos, especialmente o roteiro primoroso. E dá-lhe Walter!</p>
<p>*matéria publicada na Sci-Fi News, 133, Março, 2009. =D</p>
<p><em><font size="-2">Fábio M. Barreto</font></em></p>
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		<title>Pirataria Digital: tem solução?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 02:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova ofensiva contra sites ilegais de legendas e downloads reacende discussão na internet brasileira, mas promove solução a situação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://judao.com.br/blogs/hollywood/files/2009/02/heroes-1453-600x450.jpg" alt="heroes-1453" title="heroes-1453" width="600" height="450" class="aligncenter size-medium wp-image-1281" /></p>
<blockquote><p>Nova ofensiva contra sites ilegais de legendas e downloads reacende discussão na internet brasileira, mas não promove solução para a situação.</p></blockquote>
<p>Em nova investida da Associação Antipirataria Cinema e Música (<strong>APCM</strong>), diversos sites brasileiros que forneciam legendas gratuitamente foram retirados do ar recentemente. Em represália, o site da instituição foi invadido por hackers. Dias depois, os sites alvo da ação retornaram à atividade plena em novos servidores (“juridicamente seguros”, de acordo com os proprietários) e assim terminava mais um round de combate à pirataria digital no Brasil. Resultados práticos: movimentação pesada na blogoesfera em defesa aos sites ilegais, enquanto as entidades de proteção à propriedade intelectual mostram que continuam lutando contra a disponibilização de vídeos e legendas de forma não-oficial. E só.</p>
<p><strong>SOS Hollywood</strong> entrevistou os envolvidos na polêmica e traz reportagem exclusiva sobre o combate à pirataria, alguns números dessa guerra e os argumentos dos dois lados. Demorou mais de uma semana, mas finalmente todas as entrevistas aconteceram e aí vai a matéria.</p>
<p><span id="more-1688"></span></p>
<p>De acordo com a <strong>APCM</strong>, em seu último balanço anual, somente em 2008, mais de <strong>41 milhões de CDs e DVDs piratas</strong> foram apreendidos e destruídos no Brasil, fruto de <strong>3.600 ações</strong> de combate à pirataria. Esse dado representa um aumento de 14% em relação às apreensões de 2007. Entretanto, entidades como a Motion Picture Association (<strong>MPA</strong>), e APCM continuam pressionando o fronte virtual. A primeira grande ofensiva aconteceu em 2006, quando o portal <strong>LostBrasil </strong>precisou retirar do ar downloads e links ligados a arquivos contendo episódios e suas respectivas legendas, depois que a Adepi comunicou o provedor sobre a presença de conteúdo ilegal em seus servidores.</p>
<p>A retirada temporária do site causou indignação, mas nada se compara ao ocorrido há duas semanas. A APCM retirou do ar cerca de <strong>cinco sites que ofereciam legendas</strong>. O primeiro deles foi o Legendas.tv, cuja remoção provocou grande movimentação popular de apoio na blogosfera e – provavelmente – inspirou hackers a invadirem o site da entidade, inserirem uma mensagem de apologia à pirataria e redirecionar o visitante para o mininova.org, endereço de torrents. Outros sites envolvidos na ofensiva da APCM foram: InSubs, Legendado.com.br, OpenSubtitles e LegendasDivix.</p>
<p>A confusão toda já começa com a definição do que é pirataria. Entidades invocam o uso indevido de conteúdo protegido por lei, enquanto os legendadores reclamam de arbitrariedade e culpam a desatualização da legislação. Afinal, o que é pirataria no caso dos sites de legenda? De acordo com <strong>Marcio Gonçalves, diretor antipirataria para a América Latina da MPA</strong>, “O filme[série] está protegido pela lei de direito autoral e sua reprodução é uma violação à lei 9.610/98. Se houver intuito de lucro, direto ou indireto, esta violação passa a ser também crime previsto no código penal com pena de 2 a 4 anos e multa. A tradução e legendagem de uma obra cinematográfica [ou televisiva], depende da autorização do autor, pois é uma transcrição ou adaptação do roteiro e portanto, constitui violação”. Ou seja, para as entidades, o problema está na manipulação indevida e desprovida de autorização, seja para fins de consumo próprio ou para acalmar os ânimos de “clientes insatisfeitos com o modelo atual de comércio de entretenimento e cultura”, conforme classificou uma porta-voz do site Legendas.tv, que optou por não revelar sua identidade.</p>
<p>Para o Legendas.tv, “é preciso rever o que é ‘ilegal’, pois não é um site que está contra a lei. É o comportamento de milhares de pessoas [que está contra a lei].” O site é produzido por três administradores e cerca de 30 equipes, que envolvem centenas de tradutores amadores. Um dos argumentos utilizados pelos defensores das legendas e downloads envolve o fato de o trabalho não prever remuneração, logo, ser classificado como uso pessoal, com base no Artigo 46 da Lei de Direitos Autorais. “A reprodução, mesmo sem intuito de lucro, sem autorização do autor constitui uma violação da lei de direitos de autor, com sanções cíveis de até 3.000 vezes o valor da obra”, explica Gonçalves. <strong>“Disponibilizar obras na internet para milhões de pessoas com acesso ilimitado e irrestrito não pode ser considerado uso privado</strong>. As ações da MPA/APCM visam proteger as obras de seus associados distribuídas ilegalmente na internet, causando prejuízos a milhares de pessoas”. Um dos maiores pontos de interesse das ações de proteção ao mercado de entretenimento é a situação complicada que enfrentam as <strong>locadoras de vídeo</strong>, cujos <strong>fechamentos </strong>estimam-se superiores a <strong>2.000 lojas nos últimos dois anos</strong>, de acordo com a APCM.</p>
<p>O mercado de home entertainment, aliás, enfrenta problemas há um bom tempo e há muita preocupação dentro das companhias para encontrar novas maneiras de manter sua clientela. Porém, se aqui nos Estados Unidos o <strong>Netflix </strong>e similares já ganharam a guerra e a Blockbuster perdeu muito terreno, embora ainda mantenha sua identidade (diferente do triste destino no Brasil depois da aquisição da marca pela Americanas), há pouca esperança para o mercado brasileiro, cuja capacidade de consumo – embora grande e essencial para as distribuidoras – é muito inferior ao norte-americano. As companhias, porém, sabem utilizar o recurso da internet como arma quando necessário. Um dos casos mais celebres é o de <strong>Heroes</strong>, lançamento da Universal Home, que apostou na força da internet e na disseminação da série por via dos downloads como força de marketing para convencer donos de locadoras e até mesmo sua equipe de vendas. O resultado de vendas foi inquestionável e o conseqüente sucesso no Universal Channel também colheu frutos.</p>
<p>O Universal Channel foi um dos primeiros canais a reconhecer a importância desse formato. &#8220;As pessoas que baixam as séries são formadores de opinião, ajudam a série a ficar conhecida, despertam a curiosidade de quem tem TV paga. E <strong>é um processo irreversível</strong>, a TV tem que se acomodar a isso&#8221;, afirma Paulo Barata, diretor do canal, em entrevista ao portal <a href="http://tv.globo.com/ENT/Tv/Seriados/Heroes/0,,AA1517662-7932,00.html"><strong>Globo.com</strong></a></p>
<p>“O detentor de direito autoral pode utilizar a estratégia comercial que lhe parecer conveniente e cada companhia tem sua estratégia para cada produto”, comenta Gonçalves, que desconhece a estratégia adotada pela Universal Home. “Se aconteceu desta forma, os direitos dos produtores, artistas, roteiristas, etc&#8230; estava preservado”.  Pode estar no envolvimento oficial uma luz no fim do túnel? Cada vez mais fica claro que a solução para o problema está nas mãos dos canais de TV e distribuidoras de home entertainment, afinal, é deles o interesse em vendas maiores e na fidelização de um público que, claramente, discorda da janela de lançamentos entre o mercado norte-americano e o brasileiro. É uma das opções, porém, a mesa de negociações está vazia atualmente, pelo menos por parte da APCM.</p>
<p>De acordo com a entidade, “MPA e APCM não se envolvem em estratégias comerciais. Os estúdios buscam lançar o mais rápido possível. A pirataria, no entanto, só faz com que este prazo aumente, pois o titular do direito não terá interesse comercial em lançá-lo no país se não houver retorno financeiro e quanto mais pirataria, menor é o mercado legal potencial. Oferecer diferenciais também é uma alternativa e já se observa isso em alguns produtos, mas tudo isso, depende de cada produtor para cada filme. É uma estratégia individual de cada companhia”. É aqui que os sites de legendas batem de frente com a APCM, conceitualmente, pois os envolvidos na produção de legendas e downloads acreditam na sua força como divulgadores dos mesmos produtos.</p>
<p>Para o Legendas.tv não resta dúvidas de que “<strong><em>Heroes </em>explodiu em popularidade na internet (por meio de sites de legendas e downloads) e reuniu milhares de fãs em pouquíssimo tempo. Sabendo disso, os executivos das distribuidoras investiram e lançaram a série mais rapidamente no Brasil, já com garantia de sucesso</strong>”.  A fidelidade do fã de internet é a maior das armas vislumbradas pelos sites, mas toda essa fidelização não é vista com bons olhos, afinal, o consumo de produtos licenciados de forma não-oficial causa prejuízos e, legalmente, pouco importa se o consumidor também é assinante da TV a cabo ou se compra Box de DVD original mais tarde. A polêmica está na análise focada nesse trecho do processo e não nos demais pontos envolvidos no hábito de consumo de entretenimento cultural.</p>
<p>A APCM afirma ter “inúmeras evidências que mostram cópias piratas obtidas em salas de cinema da Rússia [via camcorder], por exemplo, e utilizando legendas feitas no Brasil”. Toda essa precaução e agressividade são reflexos diretos dos números dessa guerra. Anualmente, estima-se que o Brasil sofra prejuízos em torno de US$ 198 milhões (dados da APCM), e a internet responde por 30% desse total (aproximadamente US$ 59,5 milhões). “O maior problema ainda é o DVD físico, que é reproduzido a partir de conteúdo pirateado no exterior (embora os lançamentos mundiais façam com que o Brasil também possa originar tais cópias) e complementado com legendas de sites como este que foi retirado do ar [Legendas.tv]”, revela Gonçalves, que confirmou a existência de duas ações antipirataria em andamento por conta dos filmes nacionais <strong>Meu Nome Não é Johnny</strong> [cujo infrator foi identificado e processado] e <strong>Se Eu Fosse Você 2</strong>, que foram amplamente vendidos por camelôs em diversas localidades brasileiras.</p>
<p>“<strong>No período em que outro grande site de legendas ficou fora do ar, o comércio de DVDs piratas não desaqueceu. Além dos laboratórios de fabricação de DVDs, havia laboratórios de legendagem. Não negamos que, às vezes, nossas legendas sejam indevidamente utilizadas nestes DVDs, mas este comércio ilegal se mantém sem a nossa ajuda</strong>”, argumenta o Legendas.tv. A APCM contra-ataca: “nosso trabalho é permanente e sites que utilizarem obras de nossos titulares com violação de direitos de autor serão removidos e as medidas legais cabíveis serão tomadas. Em alguns casos, são feitas investigações mais profundas, além da remoção dos links ou conteúdo ilegal, para identificar o responsável e instaurando inquérito policial por pirataria”.</p>
<p>Embora o Legendas.tv não represente os demais sites envolvidos na polêmica, fica clara a disparidade de conceitos entre os fãs e as entidades de proteção. “É necessária uma revisão e atualização da lei, pois enquanto isso não for feito, cada vez mais, pessoas serão vítimas de ações arbitrárias”, defende o site, que afirma ter tentado contato prévio com a APCM para iniciar uma relação diplomática, mas não encontrou canal aberto com a entidade. “<strong>A APCM nem chegou a dizer qual material era considerado ilegal</strong>”. De acordo com a entidade, “<strong>todo o conteúdo ilegal foi listado e enviado ao provedor de internet que, observando a legislação, removeu os links</strong>” [e, conseqüentemente, o site].</p>
<p>Sites consideram as pressões legais como arbitrárias; entidades se baseiam em leis que, embora inadequadas para a internet, ainda regem o país e vivemos um impasse. Seguindo a lei, a prática de download, streaming não-autorizado e a divulgação de legendas (se é para consumo próprio, para que divulgar aos quatro cantos?) é ilegal. Contrapondo com o argumento dos sites, a janela de lançamentos realmente poderia ser menor e o Brasil só perde com todo esse distanciamento com as estréias norte-americanas. Entretanto, não é no constante desafio às leis e as táticas de guerrilha que está a resposta a essa situação. Se o caso de <em>Heroes </em>ganhou conotação legal por conta do envolvimento da Universal, por que não dedicar esforços a repetir o formato, em vez de disputar uma luta inglória para provar que as leis estão erradas? Disso todas sabem, pois todo o sistema jurídico brasileiro requer revisão e atualização e, no caso da internet, criação adeqüada.</p>
<p>Os sites estão errados, legalmente falando. Ponto. As entidades fazem sua parte. Poderiam tentar um diálogo? Sim, seria a melhor saída, mas MPA e APCM usam a legislação disponível e não adianta os advogados defensores dos downloads/legendas gritarem na internet. Façam isso da forma e no ambiente em que surtirá efeito, ou poupem nossos ouvidos. Se há tanta certeza de seus argumentos, provem que as entidades estão erradas. Uma vitória jurídica vale mais que mil artigos em blogs e sites. Isso me lembra muito a discussão das “rádios comunitárias”, há uns 15 anos. Todos acham que estão corretos, mas poucos faziam algo para buscar legalidade. Quem conseguiu hoje tem rádios pequenas, mas legais e funcionando dentro dos padrões nacionais. Uma solução precisa ser encontrada e falação de fachada não leva a nada. Ação é o que resolve esse tipo de coisa.</p>
<p>Há uma semana, conversava com Ale Rocha, do <a href="http://www.poltrona.tv/"><strong>Poltrona</strong></a>, e falamos sobre o <strong>Terra </strong>transmitir episódios de séries do <strong>Sony Entertainment Television</strong> (<em>Grey’s Anatomy</em>, se não me engano) como tentativa de diminuir a pirataria. Esse parece ser o caminho, soluções oficiais que reduzam a janela e acabem com a necessidade de tanta gente, em tantos sites, dedicarem grande parte de suas vidas a “fazer justiça&#8230; Oops, legendas&#8230; Com as próprias mãos”. Tudo isso existe por diversão. Na hora que começa a envolver ações jurídicas, processos e ameaças, a diversão acaba. A não ser que alguém esteja disposto a revolucionar o mundo e “desafiar o sistema” usando legendas e downloads.</p>
<p><em><font size="-2">Reportagem: Fábio M. Barreto</font></em></p>
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		<title>Pirataria: APCM x Sites</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 14:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova ofensiva contra sites ilegais de legendas e downloads reacende [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/07/bandeira-pirata-digital.jpg" alt="bandeira-pirata-digital" title="bandeira-pirata-digital" class="aligncenter size-full wp-image-144" /></p>
<blockquote><p>Nova ofensiva contra sites ilegais de legendas e downloads reacende discussão na internet brasileira, mas não promove solução para a situação.</p></blockquote>
<p>Em nova investida da Associação Antipirataria Cinema e Música (<strong>APCM</strong>), diversos sites brasileiros que forneciam legendas gratuitamente foram retirados do ar recentemente. Em represália, o site da instituição foi invadido por hackers. Dias depois, os sites alvo da ação retornaram à atividade plena em novos servidores (“juridicamente seguros”, de acordo com os proprietários) e assim terminava mais um round de combate à pirataria digital no Brasil. Resultados práticos: movimentação pesada na blogoesfera em defesa aos sites ilegais, enquanto as entidades de proteção à propriedade intelectual mostram que continuam lutando contra a disponibilização de vídeos e legendas de forma não-oficial. E só.</p>
<p><strong>SOS Hollywood</strong> entrevistou os envolvidos na polêmica e traz reportagem exclusiva sobre o combate à pirataria, alguns números dessa guerra e os argumentos dos dois lados. Demorou mais de uma semana, mas finalmente todas as entrevistas aconteceram e aí vai a matéria.</p>
<p>De acordo com a <strong>APCM</strong>, em seu último balanço anual, somente em 2008, mais de <strong>41 milhões de CDs e DVDs piratas</strong> foram apreendidos e destruídos no Brasil, fruto de <strong>3.600 ações</strong> de combate à pirataria. Esse dado representa um aumento de 14% em relação às apreensões de 2007. Entretanto, entidades como a Motion Picture Association (<strong>MPA</strong>), e APCM continuam pressionando o fronte virtual. A primeira grande ofensiva aconteceu em 2006, quando o portal <strong>LostBrasil </strong>precisou retirar do ar downloads e links ligados a arquivos contendo episódios e suas respectivas legendas, depois que a Adepi comunicou o provedor sobre a presença de conteúdo ilegal em seus servidores.</p>
<p>A retirada temporária do site causou indignação, mas nada se compara ao ocorrido há duas semanas. A APCM retirou do ar cerca de <strong>cinco sites que ofereciam legendas</strong>. O primeiro deles foi o Legendas.tv, cuja remoção provocou grande movimentação popular de apoio na blogosfera e – provavelmente – inspirou hackers a invadirem o site da entidade, inserirem uma mensagem de apologia à pirataria e redirecionar o visitante para o mininova.org, endereço de torrents. Outros sites envolvidos na ofensiva da APCM foram: InSubs, Legendado.com.br, OpenSubtitles e LegendasDivix.</p>
<p>A confusão toda já começa com a definição do que é pirataria. Entidades invocam o uso indevido de conteúdo protegido por lei, enquanto os legendadores reclamam de arbitrariedade e culpam a desatualização da legislação. Afinal, o que é pirataria no caso dos sites de legenda? De acordo com <strong>Marcio Gonçalves, diretor antipirataria para a América Latina da MPA</strong>, “O filme[série] está protegido pela lei de direito autoral e sua reprodução é uma violação à lei 9.610/98. Se houver intuito de lucro, direto ou indireto, esta violação passa a ser também crime previsto no código penal com pena de 2 a 4 anos e multa. A tradução e legendagem de uma obra cinematográfica [ou televisiva], depende da autorização do autor, pois é uma transcrição ou adaptação do roteiro e portanto, constitui violação”. Ou seja, para as entidades, o problema está na manipulação indevida e desprovida de autorização, seja para fins de consumo próprio ou para acalmar os ânimos de “clientes insatisfeitos com o modelo atual de comércio de entretenimento e cultura”, conforme classificou uma porta-voz do site Legendas.tv, que optou por não revelar sua identidade.</p>
<p>Para o Legendas.tv, “é preciso rever o que é ‘ilegal’, pois não é um site que está contra a lei. É o comportamento de milhares de pessoas [que está contra a lei].” O site é produzido por três administradores e cerca de 30 equipes, que envolvem centenas de tradutores amadores. Um dos argumentos utilizados pelos defensores das legendas e downloads envolve o fato de o trabalho não prever remuneração, logo, ser classificado como uso pessoal, com base no Artigo 46 da Lei de Direitos Autorais. “A reprodução, mesmo sem intuito de lucro, sem autorização do autor constitui uma violação da lei de direitos de autor, com sanções cíveis de até 3.000 vezes o valor da obra”, explica Gonçalves. <strong>“Disponibilizar obras na internet para milhões de pessoas com acesso ilimitado e irrestrito não pode ser considerado uso privado</strong>. As ações da MPA/APCM visam proteger as obras de seus associados distribuídas ilegalmente na internet, causando prejuízos a milhares de pessoas”. Um dos maiores pontos de interesse das ações de proteção ao mercado de entretenimento é a situação complicada que enfrentam as <strong>locadoras de vídeo</strong>, cujos <strong>fechamentos </strong>estimam-se superiores a <strong>2.000 lojas nos últimos dois anos</strong>, de acordo com a APCM.</p>
<p>O mercado de home entertainment, aliás, enfrenta problemas há um bom tempo e há muita preocupação dentro das companhias para encontrar novas maneiras de manter sua clientela. Porém, se aqui nos Estados Unidos o <strong>Netflix </strong>e similares já ganharam a guerra e a Blockbuster perdeu muito terreno, embora ainda mantenha sua identidade (diferente do triste destino no Brasil depois da aquisição da marca pela Americanas), há pouca esperança para o mercado brasileiro, cuja capacidade de consumo – embora grande e essencial para as distribuidoras – é muito inferior ao norte-americano. As companhias, porém, sabem utilizar o recurso da internet como arma quando necessário. Um dos casos mais celebres é o de <strong>Heroes</strong>, lançamento da Universal Home, que apostou na força da internet e na disseminação da série por via dos downloads como força de marketing para convencer donos de locadoras e até mesmo sua equipe de vendas. O resultado de vendas foi inquestionável e o conseqüente sucesso no Universal Channel também colheu frutos.</p>
<p>O Universal Channel foi um dos primeiros canais a reconhecer a importância desse formato. &#8220;As pessoas que baixam as séries são formadores de opinião, ajudam a série a ficar conhecida, despertam a curiosidade de quem tem TV paga. E <strong>é um processo irreversível</strong>, a TV tem que se acomodar a isso&#8221;, afirma Paulo Barata, diretor do canal, em entrevista ao portal <a href="http://tv.globo.com/ENT/Tv/Seriados/Heroes/0,,AA1517662-7932,00.html"><strong>Globo.com</strong></a></p>
<p>“O detentor de direito autoral pode utilizar a estratégia comercial que lhe parecer conveniente e cada companhia tem sua estratégia para cada produto”, comenta Gonçalves, que desconhece a estratégia adotada pela Universal Home. “Se aconteceu desta forma, os direitos dos produtores, artistas, roteiristas, etc&#8230; estava preservado”.  Pode estar no envolvimento oficial uma luz no fim do túnel? Cada vez mais fica claro que a solução para o problema está nas mãos dos canais de TV e distribuidoras de home entertainment, afinal, é deles o interesse em vendas maiores e na fidelização de um público que, claramente, discorda da janela de lançamentos entre o mercado norte-americano e o brasileiro. É uma das opções, porém, a mesa de negociações está vazia atualmente, pelo menos por parte da APCM.</p>
<p>De acordo com a entidade, “MPA e APCM não se envolvem em estratégias comerciais. Os estúdios buscam lançar o mais rápido possível. A pirataria, no entanto, só faz com que este prazo aumente, pois o titular do direito não terá interesse comercial em lançá-lo no país se não houver retorno financeiro e quanto mais pirataria, menor é o mercado legal potencial. Oferecer diferenciais também é uma alternativa e já se observa isso em alguns produtos, mas tudo isso, depende de cada produtor para cada filme. É uma estratégia individual de cada companhia”. É aqui que os sites de legendas batem de frente com a APCM, conceitualmente, pois os envolvidos na produção de legendas e downloads acreditam na sua força como divulgadores dos mesmos produtos.</p>
<p>Para o Legendas.tv não resta dúvidas de que “<strong><em>Heroes </em>explodiu em popularidade na internet (por meio de sites de legendas e downloads) e reuniu milhares de fãs em pouquíssimo tempo. Sabendo disso, os executivos das distribuidoras investiram e lançaram a série mais rapidamente no Brasil, já com garantia de sucesso</strong>”.  A fidelidade do fã de internet é a maior das armas vislumbradas pelos sites, mas toda essa fidelização não é vista com bons olhos, afinal, o consumo de produtos licenciados de forma não-oficial causa prejuízos e, legalmente, pouco importa se o consumidor também é assinante da TV a cabo ou se compra Box de DVD original mais tarde. A polêmica está na análise focada nesse trecho do processo e não nos demais pontos envolvidos no hábito de consumo de entretenimento cultural.</p>
<p>A APCM afirma ter “inúmeras evidências que mostram cópias piratas obtidas em salas de cinema da Rússia [via camcorder], por exemplo, e utilizando legendas feitas no Brasil”. Toda essa precaução e agressividade são reflexos diretos dos números dessa guerra. Anualmente, estima-se que o Brasil sofra prejuízos em torno de US$ 198 milhões (dados da APCM), e a internet responde por 30% desse total (aproximadamente US$ 59,5 milhões). “O maior problema ainda é o DVD físico, que é reproduzido a partir de conteúdo pirateado no exterior (embora os lançamentos mundiais façam com que o Brasil também possa originar tais cópias) e complementado com legendas de sites como este que foi retirado do ar [Legendas.tv]”, revela Gonçalves, que confirmou a existência de duas ações antipirataria em andamento por conta dos filmes nacionais <strong>Meu Nome Não é Johnny</strong> [cujo infrator foi identificado e processado] e <strong>Se Eu Fosse Você 2</strong>, que foram amplamente vendidos por camelôs em diversas localidades brasileiras.</p>
<p>“<strong>No período em que outro grande site de legendas ficou fora do ar, o comércio de DVDs piratas não desaqueceu. Além dos laboratórios de fabricação de DVDs, havia laboratórios de legendagem. Não negamos que, às vezes, nossas legendas sejam indevidamente utilizadas nestes DVDs, mas este comércio ilegal se mantém sem a nossa ajuda</strong>”, argumenta o Legendas.tv. A APCM contra-ataca: “nosso trabalho é permanente e sites que utilizarem obras de nossos titulares com violação de direitos de autor serão removidos e as medidas legais cabíveis serão tomadas. Em alguns casos, são feitas investigações mais profundas, além da remoção dos links ou conteúdo ilegal, para identificar o responsável e instaurando inquérito policial por pirataria”.</p>
<p>Embora o Legendas.tv não represente os demais sites envolvidos na polêmica, fica clara a disparidade de conceitos entre os fãs e as entidades de proteção. “É necessária uma revisão e atualização da lei, pois enquanto isso não for feito, cada vez mais, pessoas serão vítimas de ações arbitrárias”, defende o site, que afirma ter tentado contato prévio com a APCM para iniciar uma relação diplomática, mas não encontrou canal aberto com a entidade. “<strong>A APCM nem chegou a dizer qual material era considerado ilegal</strong>”. De acordo com a entidade, “<strong>todo o conteúdo ilegal foi listado e enviado ao provedor de internet que, observando a legislação, removeu os links</strong>” [e, conseqüentemente, o site].</p>
<p>Sites consideram as pressões legais como arbitrárias; entidades se baseiam em leis que, embora inadequadas para a internet, ainda regem o país e vivemos um impasse. Seguindo a lei, a prática de download, streaming não-autorizado e a divulgação de legendas (se é para consumo próprio, para que divulgar aos quatro cantos?) é ilegal. Contrapondo com o argumento dos sites, a janela de lançamentos realmente poderia ser menor e o Brasil só perde com todo esse distanciamento com as estréias norte-americanas. Entretanto, não é no constante desafio às leis e as táticas de guerrilha que está a resposta a essa situação. Se o caso de <em>Heroes </em>ganhou conotação legal por conta do envolvimento da Universal, por que não dedicar esforços a repetir o formato, em vez de disputar uma luta inglória para provar que as leis estão erradas? Disso todas sabem, pois todo o sistema jurídico brasileiro requer revisão e atualização e, no caso da internet, criação adeqüada.</p>
<p>Os sites estão errados, legalmente falando. Ponto. As entidades fazem sua parte. Poderiam tentar um diálogo? Sim, seria a melhor saída, mas MPA e APCM usam a legislação disponível e não adianta os advogados defensores dos downloads/legendas gritarem na internet. Façam isso da forma e no ambiente em que surtirá efeito, ou poupem nossos ouvidos. Se há tanta certeza de seus argumentos, provem que as entidades estão erradas. Uma vitória jurídica vale mais que mil artigos em blogs e sites. Isso me lembra muito a discussão das “rádios comunitárias”, há uns 15 anos. Todos acham que estão corretos, mas poucos faziam algo para buscar legalidade. Quem conseguiu hoje tem rádios pequenas, mas legais e funcionando dentro dos padrões nacionais. Uma solução precisa ser encontrada e falação de fachada não leva a nada. Ação é o que resolve esse tipo de coisa.</p>
<p>Há uma semana, conversava com Ale Rocha, do <a href="http://www.poltrona.tv/"><strong>Poltrona</strong></a>, e falamos sobre o <strong>Terra </strong>transmitir episódios de séries do <strong>Sony Entertainment Television</strong> (<em>Grey’s Anatomy</em>, se não me engano) como tentativa de diminuir a pirataria. Esse parece ser o caminho, soluções oficiais que reduzam a janela e acabem com a necessidade de tanta gente, em tantos sites, dedicarem grande parte de suas vidas a “fazer justiça&#8230; Oops, legendas&#8230; Com as próprias mãos”. Tudo isso existe por diversão. Na hora que começa a envolver ações jurídicas, processos e ameaças, a diversão acaba. A não ser que alguém esteja disposto a revolucionar o mundo e “desafiar o sistema” usando legendas e downloads.</p>
<p><em><font size="-2">Reportagem: Fábio M. Barreto</font></em></p>
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		<title>Batalha pela Audiência: 24 x Heroes</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 01:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A noite de ontem marcou mais um combate entre Jack [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A noite de ontem marcou mais um combate entre Jack Bauer e os heróis fora de rumo. Enquanto <strong>House </strong>dominou supremo (13.26 milhões de espectadores) &#8211; novidade! -,<strong> 24 Horas</strong> e <strong>Heroes </strong>brigaram acirradamente pela audiência.</p>
<p>Quem ganhou? Quem ganhou? Jack Bauer, claro! Com a marca de 11 milhões de espectadores, contra 7,5 milhões de <strong>Heroes</strong>, <strong>24 Horas</strong> levou a melhor. O episódio de <strong>Heroes </strong>seguiu a linha do tudo mundo a cada segundo, ou seja, zona total. Jack Bauer botou para quebrar, fazendo seu arroz com feijão, e foi recompensado por isso.</p>
<p>Agora, quem não vai bem é <strong>Chuck</strong> (6,7 milhões) que perdeu para reprises de <strong>The Big Bang Theory </strong>e <strong>How I Met Your Mother</strong>. Mas ainda não é hora de desespero. AINDA NÃO.</p>
<p>E hoje tem <strong>Fringe</strong>, oh yeah! =D Melhor série de ficção da atualidade!</p>
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		<title>Chuck em 3D: idéia boa, mas ainda é cedo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Efeito tridimensional funcionou, mas óculos 3D mostram-se incômodos e inadequados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://judao.com.br/blogs/hollywood/files/2009/02/chuck3d.jpg" alt="" title="Chuck: 2D e 3D" width="600" height="220" class="alignnone size-medium wp-image-1155" /></p>
<blockquote><p>Efeito tridimensional funcionou, mas óculos 3D mostram-se incômodos e inadequados para um dos principais objetivos do ato de assistir TV: conforto!</p></blockquote>
<p>A <i>NBC</i> tem se mostrado bastante proativa e vanguardista em torno de suas séries mais queridas. Heroes teve campanhas de marketing inventivas ao longo de seus anos de vida e agora <b><i>Chuck</i></b>, um dos melhores produtos do canal, foi vítima do lado desbravador da rede. Depois de forte campanha televisiva, distribuição ostensiva de óculos 3D e de uma prévia dentro do <b>SuperBowl</b>, o canal estreou o episódio especial de Chuck, em 3D. O episódio foi bom, já os óculos&#8230;</p>
<p>Assim como no SuperBowl, testamos dois óculos diferentes em Chuck: o de celofane distribuído nos supermercados, com lentes vermelha e azul, e feito de papel não muito rígido; e o óculos Real3D, utilizado nos cinemas. Imaginava que apenas algumas partes do episódio seriam exibidas em 3D, mas foi a coisa toda. A entrada ficou boa, especialmente por ser &#8220;animada&#8221; e dar mais a sensação tridimensional do que as pessoas, que também ganharam bom senso de profundidade. Em alguns momentos, e apenas com os óculos de papel.</p>
<p>Notar que o &#8216;equipamento&#8217; dos cinemas não funcionou foi péssimo, pois eles oferecem muito mais conforto, não afetam muito sua visão do resto das coisas e garantem uma experiência melhor. O modelo de papel é desengonçado, causa dor de cabeça e se torna um estorvo depois do segundo intervalo comercial.</p>
<p>Nessa hora resolvi tirar para ver como estava o episódio sem os óculos. As duas camadas coloridas do espectro 3D estavam lá e de forma bem discreta. Podiam ser percebidas, mas não atrapalhavam, então assim fui até o final, sem dor de cabeça, sem ver o resto do mundo como um sinal de TV mal sintonizado e rindo do mesmo jeito.</p>
<p>A idéia dos óculos 3D é boa, mas precisa ser utilizada em condições ideais. E o material envolvido ainda não está de acordo com os padrões mínimos de conforto e no aumento da experiência de assistir TV. Vou esperar mais uns anos antes de tentar fazer isso de novo. Continuo indo aos cinemas quando quiser assistir algo em 3D.</p>
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		<title>Fim da TV Analógica</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/fim-da-tv-analogica/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 21:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Sinal Digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Sem sucesso no Congresso, medida que tentava prorrogar o fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/01/video-tv.png" alt="video-tv" title="video-tv" class="aligncenter size-full wp-image-248" /></p>
<blockquote><p>Sem sucesso no Congresso, medida que tentava prorrogar o fim das transmissões analógicas define o novo momento da TV norte-americana.
</p></blockquote>
<p>Há anos os americanos vêm se preparando para um grande passo tecnológico em termos de transmissão televisiva. Com a franca expansão dos aparelhos de alta definição e a entrada das operadoras na era digital, faltava um último golpe: a transição final para o sinal digital. A data marcada é 17 de fevereiro, quando todos os canais de TV serão obrigados por lei a <strong>desligar seus transmissores analógicos</strong> – em operação desde a invenção da televisão.</p>
<p>Entretanto, há quem se oponha  à interrupção da transmissão, uma vez que milhões de lares ainda não estão prontos para receber o sinal digital. O processo vai acontecer da seguinte maneira: todos os televisores que recebem sinais via antena deverão ser aposentados ou ganhar um receptor digital que custa cerca de US$ 40,00. Quem não cumprir uma dessas duas demandas ficará sem ver televisão.</p>
<p>Embora a TV a cabo seja bastante difundida nos Estados Unidos, muita gente mantém aparelhos bem antigos em funcionamento e vivem com a grade canais abertos. Afinal, Jerry Springler e os programas de Juízes com casos bizarros ainda são bastante populares por aqui. Uma extensa campanha publicitária, informativos nos jornais e matérias nos programas de TV foi realizada para mostrar a importância desse momento ao pessoal, mas, provando que deixar as coisas para a última hora não é um privilégio de brasileiros, milhões de residências ainda funcionam na base da boa e velha antena, que agora só vai servir pra pendurar cacarecos.</p>
<p>Nessa semana, uma tentativa de prorrogar o desligamento do sistema analógico para 12 de junho foi vetada no Congresso e, pelo jeito, dia 17 de fevereiro decreta a morte a TV analógica aqui na terra do Tio Sam. Tudo isso acontece num momento muito interessante, pois, com o SuperBowl acontecendo em 2 dias, e as promoções absurdas envolvendo aparelhos de alta resolução (claro que nenhum deles tem garantia até a Copa de 2014, mas é a vida) a “inevitabilidade” da transição tem aumentado as vendas.</p>
<p>Aliás, essa idéia de forçar a barra na venda de novos televisores perto do SuperBowl é bem interessante. Tem gente dando US$ 400,00 de desconto em aparelhos de 42’ e a galera compra alucinadamente. Bom, quem não compraria? Especialmente pelo fato de uma mega tela dessas custar menos da metade do preço do que custa no Brasil. Bem que o pessoal daí podia gostar da idéia e começar a fazer promoção perto da Copa, não? Já que o Campeonato Brasileiro não tem mais final, é a única coisa que nos resta.</p>
<p>Enfim, é o início da Era 100% Digital nos Estados Unidos. Ponto positivo para a economia no momento de crise, já que tudo mundo precisa gastar um pouco mais e aquecer os mercados, além de forçar as operadoras a cabo a ampliar suas ofertas em termo de programação HD, e negativo para os desempregados, que precisarão fazer uma decisão difícil: ficar sem TV ou gastar cerca de US$ 40,00 para continuar curtindo a telinho. O que você escolheria?</p>
<p><em><font size="-2">Fábio M. Barreto</font></em></p>
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		<title>True Blood: Maduro até a última gota</title>
		<link>http://www.soshollywood.com.br/true-blood/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 02:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[I Wanna Do Bad Things with you&#8230; canção da seqüência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VHJ1ZStCbG9vZF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXw==-56" class="bbli"><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/01/true_blood_eric.jpg" alt="" title="true_blood_eric" width="550" height="338" class="aligncenter size-full wp-image-2766" /></a></p>
<blockquote><p>I Wanna Do Bad Things with you&#8230; canção da seqüência de abertura da série</p></blockquote>
<p>Tive a oportunidade de cobrir diversos eventos vampíricos em 2008. O mais divertido, sem dúvida nenhuma, foi <strong>Lost Boys – A Tribo</strong>, que cobrir com exclusividade durante a Comic-Con e pude conhecer o Corey Feldman e aquele vozeirão cavernoso dele. Filme médio e acertadamente lançado direto para DVD. Mas foi durante a mesma convenção que tive primeiro contato com <strong>True Blood</strong>, difícil foi vencer os 2363 fãs vestidos de vampiro que se acotovelavam na entrada da sala de exibição. Tinha fila, mas os seres da noite acham que podem entrar voando no salão e se empoleirarem de cabeça pra baixo.</p>
<p>Enfim, felizmente, consegui acompanhar <strong>True Blood</strong> desde a estréia e em HD, quando a série foi exibida pela HBO US nas noites de domingo. Alan Ball sempre fez sucesso aqui em casa, muito mais com a Lu do que comigo, mas estava empolgado com a série desde a Comic-Con. O primeiro episódio foi tão bem feito e empolgante que sabia: domingão era dia, ou melhor, noite de vampiro aqui em casa! Claro que eu já estava meio irritado com o fato de serem apenas 12 episódios, mas o feeling jornalístico sempre dizia que outra temporada viria. Ainda bem que acertei.</p>
<p><span id="more-1673"></span></p>
<p>Pois bem, acho que deixando de lado os pormenores dos personagens, o que mais atraiu em <strong>True Blood</strong> foram as diferenças daquele universo. Aliás, eu e o Otavio Almeida discutimos um pouco disso na <strong>Sci-Fi News</strong> de janeiro num artigo sobre o “hype vampírico” do momento. Sangue artificial? Tráfico de sangue de vampiro? E, claro, a perspectiva de outros seres por aí colocaram mais que pimenta naquela mistura.</p>
<p>Acho que estava mais do que na hora de mudar o conceito de humanização dos vampiros. Os fãs de <strong>Crepúsculo </strong>que me desculpem, mas o contexto ali ficou vazio demais se comparado a essa realidade de <strong>True Blood</strong>. Pelo menos no filme, que não recomendo para alguém que goste do assunto. É, no máximo, bom para matar a curiosidade e ver o que agrada a garotada hoje. E só. Ver um romancezinho barato ou toda a lenga lenga sobre família de <strong>Lost Boys &#8211; A Tribo</strong> não tem graça perto do que essa série conseguiu. <strong>True Blood</strong> é maduro até a última gota.</p>
<p>Isso fica claro desde a abertura alucinada criada por Alan Ball. Som country, elementos religiosos da Louisiana, aquele clima cru da região, gente com os hormônios ouriçados ao extremo e sua dose de nojeira servem como cartão de visita para um mundo plausível e sem muita enrolação. Coitado do arquétipo do Conde Drácula. Não há mais espaço para o visual de Bella Lugosi nos vampiros modernos. No máximo, o personagem pode ser misterioso e sedutor apenas com o olhar, como Eric Northman – o Homem do Norte, tradução que reflete as origens nórdicas do personagem e do ator que o interpreta, Alexander Skarsgård, filho de Stelan Skarsgård (Gênio Indomável). Alexander, aliás, é o maior destaque do elenco de outra grande produção da HBO: <strong>Generation Kill </strong>(aliás, ótima idéia para matéria futura).</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=vxINMuOgAu8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1]</p>
<p>Confesso que, antes da estréia, o elemento político havia despertado a atenção. Muitos especiais da HBO focavam na “faceta política” da série, mas esse elemento se tornou secundário e até desapareceu ao longo da temporada. Acredito que boa parte dos drops exibidos pela HBO US devam aparecer o DVD. O material conta com entrevistas com ‘vampiros reais’, escritores, atores e gente envolvida no crescimento desse gênero – ou subgênero do Horror, se preferir – literário, cinematográfico e, para alguns, de vida.</p>
<p>Um dos aspectos mais trabalhados pelo roteiro é mesmo o preconceito. Os vampiros desejam vida pacífica (embora facção de sua raça sejam contrários à idéia) e boa parte dos humanos não gostam muito da idéia. Ao situar a série numa região com forte histórico em relação a escravos e direitos civis &#8211; o Sul dos Estados Unidos -, a autora pode trabalhar diversos extremos dessas relações sem muito esforço ou criar um cenário compatível com tanto ódio, preconceito e rancor. Tudo já estava pronto e embasado em raízes históricas. O melhor de tudo é saber que dificilmente haverá um final feliz no fim do túnel.</p>
<p>Para quem ainda não sabe, basicamente, <strong>True Blood</strong> mostra um mundo no qual os vampiros “saíram do caixão” e vivem entre nós. Tudo por culpa da criação sangue sintético – coisa de japonês, claro! – que dá nome à série. Daí para frente é drama social da melhor qualidade, afinal, como conviver pacificamente se os vampiros podem, se quiserem, saírem matando gente a torto e à direita?</p>
<p>A série foca suas lentes numa cidadezinha interiorana na Louisiana, com seu sotaque cajun (mistura de francês, inglês, dialeto de escravos e, aposto e ganho, algum idioma alienígena!), onde mora a família Stackhouse. Sookie é a personagem principal, vivida por Anna Paquin, que, mesmo escorregando um pouco no sotaque, faturou o Globo de Ouro de Melhor Atriz. Foi merecido e, felizmente, mostra que ela não é apenas mais uma “estrela infantil” tentando voltar a ficar famosa. O Oscar de Melhor Atriz por <em>O Piano</em> ganha mais validade ainda, já que se tratava de uma atriz por vocação.</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Vd5E-pHzXGI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1]</p>
<p>Sookie é uma garçonete, mas não para por aí. Se em seu mundo existem vampiros, bem, ela pode ser um pouco diferente. A moça consegue ler mentes e todo mundo acha que ela é meio pinel por conta disso. Bom, cidade pequena é essa zona. Todo mundo conhece todo mundo e a fofoca corre solta. Ela tem um irmão – burro feito uma porta -, Jason, o conquistador da cidade. É impressionante a quantidade de vezes que Jason aparece fazendo sexo na série. Pelas contas da central de estatísticas do <strong>SOS Hollywood</strong>, ele seduziu pelo menos 4 personagens e apareceu transando, no mínimo, uma vez em cada episódio. O sujeito é uma máquina!</p>
<p>Acima do Bem e do Mal está a vovó Stackhouse – grande performance da veterana Lois Smith – uma alma pura no meio de toda a doideira que está prestes a se abater sob a cidade de Bon Temps. Os personagens de <strong>True Blood</strong> são bem definidos, de opinião forte e cheios de mistério. Aparentemente, ninguém consegue ter mais segredos que Bill Compton (Stephen Moyer), o vampiro bonitão que chega à cidade e, que dúvida, se envolve com Sookie, a bobinha da paróquia.</p>
<p>Essa história de amor impossível acaba guiando a série em meio a assassinatos – o grande mistério da temporada é saber quem anda matando mulheres ligadas a vampiros –, luta de religiosos contra a existência dos vampiros e, claro, os outros elementos sobrenaturais que povoam o universo criado por Charlaine Harris, a autora da série <em>Southern Vampire</em>.</p>
<p>Acima de tudo, <strong>True Blood</strong> propõe uma análise da verdadeira índole humana. Como reagimos em situações extremas? Até onde iríamos por desejo ou vício? Pode o Bem existir em algo encarado como Mal por tantos séculos? E, acima de tudo, conseguirá o amor superar tantas barreiras sociais e políticas? Chances para transformar essas perguntas em episódios banais e óbvios aconteceram aos montes na primeira temporada, mas, felizmente, esse nunca foi o caminho tomado pelo time de Alan Ball.</p>
<p>Uma coisa é certa, os primeiros episódios servem para te deixar viciado, mas os rumos que a história toma até o final da temporada são absurdamente alucinantes. Não ache que vai ficar nessa ladainha de Bill sempre aparecer para salvar Sookie. Esse é um ponto fraco e problemático no início da série, que pode dar a impressão de que a estrutura funcionará como <em>Arquivo-X</em> com o &#8220;monstro da semana&#8221;. O problema foi notado e rapidamente solucionado. Ainda bem! De qualquer forma, há um elemento muito galante, mas pouco desenvolvido no comecinho: Sam Merlotte (Sam Trammell), o dono do bar onde Sookie trabalha. Agora é com vocês. Até onde eu sei, já passaram dois episódios no Brasil e acho que nesse fim de semana será exibido o terceiro episódio. <strong>Domingo, às 22h. </strong></p>
<p>Se você estava interessado na série e esperou até agora para conferir na TV, com a qualidade que ela merece, e não alimentou a maldita indústria do download ilegal: Meus parabéns, fez bem. Agora é só ligar a TV e curtir. Ah, publicamos um guia de episódios completo na <strong>Sci-Fi News </strong>de janeiro. Confira, mas cuidado com os spoilers. É uma perdição e, assim como a música tema diz, <em>I wanna do bad things with you&#8230;.<br />
</em></p>
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		<title>Perfil: Charlie Sheen</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 05:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Charlie Sheen conhece os dois lados da moeda. Quase morreu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.soshollywood.com.br/wp-content/uploads/2009/07/charliesheen.jpg" alt="charliesheen" title="charliesheen" class="aligncenter size-full wp-image-382" /></p>
<blockquote><p><strong>Charlie Sheen</strong> conhece os dois lados da moeda. Quase morreu de overdose por conta dos exageros que a fama lhe conferiu, se levantou e agora faz o mundo rir como Charlie Harper, o playboy mais invejado de Malibu na série <strong>Two and a Half Men</strong>.</p></blockquote>
<p>Você ficaria empolgado ao saber que Ramon Estevez e seu filho Carlos Irwin Estevez resolveram aparecer num jantar na sua casa? Provavelmente não, afinal de contas, quem são esses dois? Tudo mudaria de figura quando Martin e Charlie Sheen aparecessem na sua porta! Carlos, ou melhor, Charlie não tem medo de discordar do governo, se orgulha de ter saído do fundo do poço onde ficou por alguns anos e hoje é um dos comediantes mais respeitados, e bem pagos, da televisão. Aos 43 anos, o astro de <strong>Two and a Half Men</strong> ainda tem muito energia para queimar e risadas para provocar.</p>
<p><span id="more-381"></span><br />
Embora tenha nascido em Nova Iorque, Charlie Sheen tem bastante quilometragem na bagagem, afinal, demonstrou interesse pela carreira do pai e o seguiu em muitas de suas viagens de trabalho e acabou crescendo em Santa Monica, perto de Los Angeles. Numa dessas viagens, em 1979, Sheen estava por perto quando seu pai sofreu um ataque cardíaco quase fatal durante as filmagens de <strong>Apocalipse Now</strong>, nas Filipinas. Alguns anos antes, em 1974, atuou profissionalmente pela primeira vez em <em>A Execução do Soldado Slovik</em>, drama de guerra feito para TV estrelado por Martin Sheen, que solicitou a presença do filho no elenco.<br />
O ritmo extenuante das filmagens e o incidente médico com pai não reduziram a vontade de Charlie em relação à atuação. Ele continuou se preparando para a profissão mesmo durante o colegial, quando também foi uma das estrelas do Vikings, time de baseball da Santa Monica High School. Mesmo sendo exímio arremessador, Charlie foi expulso da escola semanas antes de sua formatura por conta de baixa assiduidade e notas ruins. Durante esse período, fez amizade com Rob Lowe e Sean Penn, com quem realizou diversos filmes amadores em Super-8.<br />
Esse pequeno desvio só fez com que Charlie focasse em sua carreira como ator. Em 1984 veio o primeiro papel com o drama adolescente de guerra <em>Amanhecer Violento</em> (Red Dawn), que estrelou ao lado de Patrick Swayze, no qual um grupo de estudantes forma uma guerrilha contra os russos, que invadiram e tomaram metade dos Estados Unidos. Um daqueles clássicos da Sessão da Tarde. No mesmo ano, ganhou destaque no drama para televisão<em> Silence of the Heart</em>.<br />
A carreira como ator de filmes adolescentes serviu bem como, mas nada superou o empurrãozinho que Martin Sheen deu para o filhão. O início da carreira de Charlie foi marcado pela participação em diversos filmes para TV estrelados por Martin. O mais célebre foi o bíblico <em>O Quarto Sábio</em>, no qual Martin Sheen vivia o quarto rei mago que continuava em busca de Jesus Cristo. Aliás, Ramon Estevez, irmão mais velho de Charlie, também participou da produção.</p>
<p>Depois de chamar a atenção no perturbador <em>The Boys Next Door</em>, Charlie Sheen fez um pequeno papel no filme adolescente mais emblemático dos anos 80: <strong>Curtindo a Vida Adoidado</strong>. Ironicamente, interpretar um jovem drogado, preso e altamente mulherengo foi algo profético em termos de vida pessoal anos mais tarde. Antes disso, porém, a fama estava a caminho.<br />
O primeiro grande papel de Charlie Sheen foi um dos maiores clássicos de guerra do cinema. Oliver Stone selecionou-o para estrelar <strong>Platoon</strong>, em 1986, no qual viveu o recruta Chris Taylor em meio a toda violência e loucura da Guerra do Vietnã. A obra faturou o Oscar de Melhor Filme e Diretor em 1987 e Sheen começou a estrelar diversos filmes.<br />
Entre eles estava<strong> Wall Street – Poder e Cobiça</strong>, em 1987, novamente dirigido por Oliver Stone e co-estrelado por Michael Douglas, numa de suas interpretações mais inspiradas. O amor entre Sheen e Stone, porém, durou pouco e o que parecia ser uma parceria de sucesso acabou abruptamente quando <strong>Nascido em Quatro de Julho</strong> começou a ser produzido. Charlie Sheen fez testes para o papel e tinha o trabalho como certo, porém, Stone chamou Tom Cruise e sequer ligou dispensando Sheen. Quem deu a desagradável novidade ao ator foi Emilio Estevez, seu irmão. Eles nunca mais trabalharam juntos. Stone ganhou o Oscar de Melhor Direção pelo filme e Tom Cruise foi indicado a Melhor Ator, mas perdeu para Daniel Day-Lewis em <strong>Meu Pé Esquerdo</strong>.<br />
Depois de tantos papéis sérios, como em <strong>Os Jovens Pistoleiros</strong> e <strong>Um Profissional do Perigo</strong>, Sheen descobriu uma nova vertente para seu trabalho: a comédia. <strong>Top Gang – Ases Muito Loucos </strong>estreou com tudo em 1991. Coincidência ou provocação planejada, a vítima da sátira foi ninguém menos que Tom Cruise, astro de <em>Top Gun – Ases Indomáveis</em>, que havia lhe tirado o papel em <em>Nascido em Quatro de Julho</em>.<br />
Entretanto, esse foi um dos últimos momentos felizes na década de 90 para Charlie Sheen. Filmes como <em>Os Três Mosqueteiros</em> e <em>Top Gang 2</em> foram bem recebidos, mas seu envolvimento com drogas e bebida já era público e notório. Em pouco tempo, ele começou a passar por clínicas de reabilitação, mas sem sucesso. Para complicar a situação, Sheen teve dois casamentos curtos e turbulentos e foi envolvido no caso da “Madame Hollywood” Heidi Fleiss, cujas acompanhantes Sheen contratava por US$ 2.500 por noite. Mas o fundo do poço ainda estava por vir.<br />
Debilitado e sem rumo, inevitavelmente, seus filmes foram afetados e ele começou a amargar fracassos de bilheteria, entre eles <em>A Invasão</em> (1996), <em>Conspiração </em>e <em>Tudo Por Dinheiro</em> (ambos de 1997). Ele deveria achar que quantidade traria nova exposição, mas não deu certo de jeito nenhum. Em maio de 1998, Sheen foi hospitalizado por conta de uma overdose quase fatal.<br />
A virada começou com o trabalho no surrealista<strong> Quero Ser John Malkovich </strong>(1999), de Spike Jonze, com John Cusack e roteiro de Charlie Kaufman. Era um presságio de que boas novas viriam com novo milênio. Conheceu a beldade Denise Richards no set de filmagens de <em>O Segredo do Sucesso </em>(2001) e casaram-se em junho de 2002. Foi no mesmo ano que Michael J. Fox deixou o elenco de <em>Spin City</em> por conta de sua condição física e Charlie Sheen voltou a fazer uma boa comédia, desta vez na televisão.<br />
O trabalho em <em>Spin City</em> foi essencial para a reviravolta de Sheen, já que a CBS precisava de uma nova série masculina e <strong>Two and a Half Men</strong> estava em desenvolvimento. Mulherengo, badalador, exagerado e chegado na birita, Charlie Harper caiu com uma luva para Sheen que pode, ao mesmo tempo, lavar a alma e mostrar tudo que sabe. Ele brinca A série é uma das melhores em exibição no horário-nobre, tem níveis altíssimos de audiência e Charlie Sheen é um dos atores mais bem pagos da atualidade. Ele ganha US$ 350 mil por episódio. Curiosamente, Jon Cryer, que vive Alan Harper, o irmão tapado, trabalhou com Sheen no primeiro <em>Top Gang</em> [cujo nome original é Hot Shots!, vai entender].<br />
Depois de todas as provações pelas quais passou, Charlie Sheen é um sujeito cada vez mais interessante. Por ser um ator, as pessoas esperam que a parte mais interessante de seu dia seja o trabalho, porém, ter a oportunidade de sentar com ele e conversar sobre teorias da conspiração é algo divertidíssimo. Experimente falar sobre os ataques terroristas de 11 de setembro! Ele é daqueles que acredita que a versão oficial seja muito simplificada e imprecisa, acompanha o assunto e defende uma nova investigação sobre o caso. “Se o povo não pressionar, continuaremos sendo enganados. Como ator não engano as pessoas, colaboro para um dia mais divertido. Nesse caso estamos falando de vidas perdidas e com a vida não se brinca”, disse Sheen. Essa é uma lição que ele aprendeu a duras penas e, agora, aproveita cada minuto de sua vida.</p>
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		<title>[Exclusivo] Filme de 24 Horas só depois da série!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 05:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com Kiefer Sutherland, é só a série 24 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://judao.com.br/blogs/hollywood/files/2008/08/24-kiefer-sutherland25.jpg" alt="" title="kiefer_24" width="495" height="330" class="alignnone size-full wp-image-485" /></p>
<p>De acordo com <strong>Kiefer Sutherland</strong>, é só a série <strong>24 Horas</strong> chegar ao fim que poderemos assistir a um filme temático. “Escrever a série é uma tarefa altamente complicada e os roteiristas fazem coisas fantásticas lá, mas não é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, explicou Sutherland em entrevista exclusiva ao <strong>SOS Hollywood</strong>. “Mas assim que encerrarmos o seriado, faremos o filme.” Mas aí vem a pergunta, quando? “Estamos em busca pela temporada perfeita. Quando isso acontecer, podemos dormir tranqüilos e tocar o filme.” Enquanto filma a sétima temporada de <em>24 Horas</em>, Kiefer Sutherland segue firme na divulgação de seu próximo filme <strong>Mirrors</strong>, que já estreou nos Estados Unidos e chega ao Brasil em outubro.</p>
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		<title>As maravilhas da HDTV</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 21:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio M. Barreto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já contei para vocês que agora eu tenho televisão? É! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://judao.com.br/blogs/hollywood/files/2008/08/hbo1-300x225.jpg" alt="" title="hbo1" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-450" /></p>
<p>Já contei para vocês que agora eu tenho televisão? É! E é HD! Chuuupa! Depois de 7 meses vivendo de material exibido na Internet gratuitamente (que os deuses abençoem o Hulu!) e de visitas à casa de conhecidos para assistir coisas como o SuperBowl, finalmente, posso me perder nos 900 canais de cabo disponíveis aqui. Nada que a gente não tenha, mas existem algumas diferenças e, claro, eu já tomei na cabeça! o_O Demorô, né?</p>
<p>Tudo por causa da HBO! É, depois de passar anos torcendo para a HBO entrar na NET, vi meu desejo se realizar e toooooooooma eu, mudei pra cá. Entoncês, qual foi a primeira coisa que fiz questão de fazer quando contratei o cabo? Pedi a HBO imediatamente como pacote extra. Extra? É, deixa eu explicar como funfuna por aqui.</p>
<p>Você contrata o sistema e tem todo o pacote básico, incluindo alguns canais em HD! Mas, basicamente, são os canais abertos que JÁ migraram e oferecem os dois sinais gratuitamente. Detalhe interessante, toda a produção de televisores norte-americanos já é tela plana há uns anos e agora virou standard de fábrica ser HD capable. A proposta aqui é que até o ano que vem, toda a programação de TV seja em HD. TODA!</p>
<p>Aí existe a opção de comprar as “tiers” adicionais, ou seja, os pacotes Premium. E lá fui eu seco: HBO! São 11 canais, incluindo um com filmes em HD, canal só de produções latinas – assistir <em>Mandrake </em>dublado em espanhol É BIZONHO – e a HBO Family, que só passa filmes bonitinhos. A programação é muito boa, vale cada centavo dos US$ 15 que eu pago por mês SÓ para ter a HBO.</p>
<p>Mas eu disse que tomei, né? É, tomei, porque comecei a zapear e o menu me deixou alucinado. Só filmão! Coisas que eu adoro e que eu estou doido para ver como <em>Children of Men</em>, por exemplo, começaram a aparecer na programação. Fui seco e selecionei para assistir. E não percebi: não era mais a HBO. Era o Cinemax! E aí caiu a ficha!</p>
<p>Os outros canais premium de filmes são o <strong>Cinemax</strong>, <strong>Showtime </strong>e o <strong>Starz</strong>. Cada um com sua faixa HD e outros perfis. O problema aí foi em relação ao perfil do Cinemax, na verdade, a diferença entre o estilo do canal no Brasil e aqui nos Estados Unidos. Trabalhei como assessor da HBO no início da minha carreira e, desde aquele período, o Cinemax foi um canal mais intelectual, com filmes mais densos e com uma proposta bem definida. Nada contra, sempre adorei.</p>
<p>Mas aqui o Cinemax se mostrou bastante comercial e repleto de blockbusters e filmes com apelo mais amplo. Também pudera, o Starz é um rolo compressor com a proposta de exibir apenas filmes com grandes astros de Hollywood. Claro que filmes independentes e obscuros aparecem por ali, afinal, atores e atrizes gostam de fazer filmes menores. De qualquer forma, isso transforma a concorrência e suas linhas de pensamento.</p>
<p>Por exemplo, no Cinemax Brasil – em agosto, confiram – os dois melhores filmes são <em>Barry Lyndon</em> e <em>O Iluminado</em>, ambos do Kubrick. Dois filmaços, genais e ambos parte da minha coleção. <em>Barry Lyndon</em>, inclusive, não está na coleção Kubrick, mas nos títulos de Guerra. Enquanto isso, na versão norte-americana os destaques são<em> A Praia</em>, <em>Coração Valente</em> e tem até espaço para <em>A Volta do Todo-Podersoso</em>. Ah, passa <strong>Mandando Bala</strong> quase todo dia! =D</p>
<p>E eu tomei porque pirei na programação e escolhi a HBO, que é a mais “normalzinha” nessa história toda. Só filmão também, mas claro que o filme do vizinho é melhor, não é? Enfim, é fantástico.<br />
Mas a alegria vai durar pouco. Em alguns dias, a Ariel estará aqui e só vai haver espaço para Discovery Kids ou QQCoisaKids que ela resolver assistir, então já viu. É simplesmente alucinante conferir a programação de filmes e encontrar coisas boas, engraçadas e aquelas porcarias que só a gente gosta em algum dos canais. É uma festa!</p>
<p>Resumo da ópera: lá vou eu ter que gastar mais um pouco por mês para ter todos os canais Premium de cinema em HD! Ô fase! =D</p>
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